Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Nos episódios anteriores...
Você precisa de mim, Agnes.
Como você vai sobreviver sem mim?
Vou ficar um tempo no controle.
Espere, estou no controle.
Não está mais.
Você está andando por aí com esse sorrisão bobo na cara
desde que ficou preso com a tal médica.
Se precisar de alguma coisa...
Sabia que ela fez a clínica do zero?
Rios, nem pense em fazer isso.
Você lembra um pouco minha mãe.
Ela também amava as estrelas.
E ela também sofria.
Por que parece que conheço você?
Meu Deus!
- Tem pulsação. - Vamos ao hospital.
Sei de uma pessoa.
Para trás!
Ele está estável, mas não reage.
Ele está bem, não sei por que não acorda.
Todas as sinapses estão ativas.
A atividade cerebral devia ser mínima.
Ele está preso lá.
Eu poderia tirá-lo de lá usando meu interceptor neuro-óptico.
Quando eu tiver acesso à mente dele,
posso invadir a memória ou o pensamento a que ele está preso.
Sem proteger Renee, não vamos ter nosso futuro de volta.
E precisamos do Picard acordado.
A verdadeira soberana da natureza.
Dar a vida.
Permitir a vida.
E, mesmo assim, sabemos que ela que, um dia, vai nos engolir.
Vamos retomar, então?
Ah, sim, vamos. Vamos, sim.
Bem, me desculpe, mas raramente estou nos céus.
Onde estávamos?
Você estava me divertindo, eu acho.
A última coisa que você me falou foi do seu medo de lugares fechados.
Eu não pretendo fazer seu trabalho por você.
Sim, minha função não é definir seu medo.
Mas analisá-lo é, então vamos.
Claro, prossiga.
Um homem que ideia lugares fechados
passa sua vida no infinito do cosmos.
Parece até óbvio demais.
E não é?
Mas aí o homem decide passar a vida num veículo,
onde seu único acesso ao mundo exterior é holográfico.
E aí esse homem se torna mais interessante.
Isso preocupa você?
Não ser tão interessante incomoda você de alguma forma?
Minha função não é ser interessante.
Mas não somos mais que nossa função?
Talvez não. No seu caso, talvez não.
Até seus amigos mais próximos chamam você de capitão.
- Mas e Jean- - Luc, quem é?
Essa linha de questionamento é absurda.
Faz 40 minutos que venho te divertindo.
É só uma avaliação psicológica de rotina.
Não precisa se alterar.
Você está... Você parece um pouco desconfortável.
Você está me deixando desconfortável.
Se estivermos sendo francos, isto é muito pouco ortodoxo.
É como se você estivesse buscando algo, qualquer coisa,
para me desestabilizar.
Bem, para a sua informação, só estamos aqui há 20 minutos,
não 40.
Deixando claro, você precisa me dar alguma coisa.
Se não quiser conversar, tudo bem,
mas eu preciso falar para alguém que passei uma hora com você.
Então, enquanto isso, estamos presos aqui.
Alguma piada engraçada?
Então conte uma história.
- Como é que é? - Uma história.
Uma história infantil, de criança, qualquer tipo de história.
Pode ser algo simples, para ajudar a abrir a mente.
Eu não saberia por onde começar.
Não.
Por que não começa por isto?
Faça algo... Você sabe.
Era uma vez...
uma rainha...
com o cabelo ruivo como o fogo.
Como o sol. Muito bom.
Continue.
E ela...
era uma mulher.
Contar histórias não é sua praia, não é?
Não.
Mas era a praia dela.
De quem?
Da Rainha...
de cabelo ruivo.
"Acho que você ganhou," disse o príncipe para a feiticeira má.
"Só tem uma coisa..."
A feiticeira, querendo reduzi-los a fragmentos de poeira, parou.
A mágica dele tinha sumido,
tomada de volta da mesma maneira que ele a tinha conseguido.
Derrotado com sua própria arma, ele derreteu,
e tudo voltou ao normal.
Depois, até esqueceriam que ele esteve lá,
mas nunca se esqueceriam da lição:
ninguém ensina mais que um inimigo.
Ela era uma rainha bem incomum
na maneira como escolhia passar seus dias, contando histórias.
Talvez por saber que seu tempo com ele não duraria.
Você é igual ao seu pai: se expressa com as mãos, não com a boca.
Eu não quero ser como ele.
Não é tão ruim assim, meu amor.
Eu quero ser como você.
Só que você é um príncipe.
Você precisa aprender a animar as pessoas em períodos de grande perigo,
de inspirá-los com suas palavras.
Eu nunca vou conseguir fazer isso.
Vai, sim. Eu sei que vai.
Eu conheço o futuro.
De certa forma, ela conhecia.
Como um animal, ela podia sentir o perigo nos ossos,
antes de qualquer outro.
Talvez ela fosse mágica, ou talvez seja isso que acontece
quando se vive num mundo onde os monstros são reais.
Tente entender o tamanho do meu amor por você.
Seja como for sua vida,
conhecendo você para sempre ou só por alguns momentos.
A cada respiração, você é quem eu me orgulho de você estar se tornando.
Rápido!
Rápido!
Vá!
Vá!
Levante!
- Não! - Mamãe!
O que está acontecendo aí, JL?
- Está pronta? - Estou.
Jurati continua sumida.
Como ela está estranha, vamos rastrear o comunicador pelos sensores de La Sirena.
- Cantando. - Beijando.
- O quê? Como é que é? - Pergunte para ela.
Tenha cuidado, ouviu?
- Tem certeza de que vai funcionar? - Nenhuma.
Ela enlouqueceu?
Beijar Rios?
Olha, se aquilo tudo começar de novo, eu... pulo fora.
Não, é sério, eu acho que não aguento.
O que foi? Você e eu?
Não, nós somos totalmente diferentes.
Nossa dor é trágica e bela, e todo mundo adora ouvir.
Com toda a certeza.
E nós somos a atração principal.
Jurati e Rios são tipo coadjuvantes.
E claro que você sabe o fim da história.
Como assim? Quando isso tudo acabar?
Bem, a premonição que eu tenho somos nós duas, bem velhinhas,
sentadas no banco da praça,
pondo bengalas para a molecada tropeçar.
- Eu ponho melhor. - Claro.
Rastreando comunicador de Jurati.
- O que você fez? - Nada.
Tentei acessar a rede da nave, que me expulsou.
CRIPTOGRAFADO SEM ACESSO
- E agora estou barrada. - Por quem?
Por quem, não, pelo quê.
Esta criptografia não é humana, é borg.
A Rainha?
- O que ela fez com a nave? - Não sei.
Sem acesso e com Jurati como está, nunca iremos encontrá-la.
Sem nave, não voltamos para casa.
Controle parental desativado.
Com isto, devo poder entrar na mente dele.
O que você disse sobre seguir o comando dele
e deixá-lo mostrar a você como ajudá-lo...
Como?
Dando um salto no escuro? É meio assim que eu funciono.
Tomara que faça sentido lá dentro.
O que é isto?
Quer fazer um intervalo?
Está tudo bem.
Eu não sabia que a Frota Estelar ainda tinha psicólogos como você.
Bem, claro que a Frota Estelar é quem julga tudo que tem algum mérito.
Isso é ressentimento?
É verdade que a versão humana é claramente inferior,
mas há quem tenha cercado suas dores com muralhas tão altas,
que nem um betazoide consegue ver.
E você está insinuando que é meu caso.
Bem, você não concluiu sua história.
Às vezes a história acaba com o garoto perdido, sozinho na masmorra.
Certo.
- O que você está escrevendo? - Que sua desolação não tem saída.
Na verdade, vou recomendar que você seja liberado imediatamente do comando
e não leve a tripulação numa missão suicida só para sentir algo.
Há mil maneiras de morrer lá fora.
O que você disse?
- Vamos, Jean- - Luc.
Vá mais fundo.
Tudo bem, o garoto estava sozinho na...
Não, espere.
Ele não estava sozinho.
Sou Locutus, dos Borgs.
Você é perigoso. Eles são vítimas.
Você os fez assim. Eu prefiro morrer como eu era.
Você defendeu seu modo de vida e os descartou.
Picard?
Quer dizer que sua mente sóbria é assim.
Picard depois de cinco doses deve ser demais.
Olá?
Estou tentando ajudar uma pessoa.
Você parece estar na mente dele.
Por que você está sozinho aqui?
Porque não tenho como sair.
Ela sempre disse que, se nos separássemos, eu devia ficar.
Certo.
Está tudo bem.
- Quem disse isso? - Minha mãe.
Eu tenho que ficar, senão ela não tem como me achar.
Bem, mas você é o único aqui, e parece bem preso.
Então, sei lá, talvez eu deva ajudar a soltar você.
Como eu faço isso?
Eu não saio daqui sem minha mãe.
E você não pode só encontrá-la.
Você precisaria salvá-la.
Tudo bem.
Então vamos tentar.
Um monstro a levou,
e tudo que tem aqui é do time dele.
Vamos, por aqui!
A avaliação de uma hora está completa.
Já pode encerrar sua sessão.
Vamos lá.
Vamos lá.
Volte para onde você se esconde de si mesmo.
Não posso dizer que não me avisaram.
Você é teimoso.
Foi uma das coisas que me falaram de você.
Falaram de mim para você?
Você se informou a meu respeito?
Já chega!
Que diabos é isto?
É outra coisa!
Defina "outra coisa."
É outra...
coisa.
Tem uma outra coisa acontecendo aqui. Nada aqui é real.
Quer dizer, é, mas...
Talvez.
Mas está tudo sob seu controle.
Irônico, não é?
Todos nós estamos aqui por você, Picard.
Só você pode acabar com isto.
Diga algo real.
Uma única coisa real.
Por que nós estaríamos aqui?
Porque...
eu estou preso.
Nós estamos.
Como assim?
E quem é você?
Sou um estudioso da condição humana, e você é um capitão.
Ético, diplomático, culto,
com pendor para as artes e o pensamento intelectual,
mas eternamente sem amarras nos caminhos do coração.
Sem amarras?
Relevância?
Por que você acha tão difícil se abrir, - Jean- - Luc?
Nos deixar entrar?
Você segura todo mundo. Você estica o braço e segura.
Com que intuito?
Talvez exista uma versão sua que você está escondendo.
Algo que você teme que os outros vejam.
Talvez uma versão mais sombria.
Uma vergonha secreta?
Uma culpa? O que é?
Como é que você se define?
O que é isto?
Que batidas são estas?
Acho que nós dois sabemos de onde vêm.
- Do sempre íntegro Jean- - Luc.
Você gosta que digam isso.
Você precisa que os outros digam porque, ao dizerem,
você pode empurrar a verdade um pouco mais para longe.
Você é tão obcecado - com a virtude, Jean- - Luc,
que até a história que você me conta traz o bem vencendo o...
Pare!
Eu nunca disse nada disso!
E você não sabe...
como a história termina.
Temos que entrar nesta porta branca. A porta se mexe,
nem sempre está no mesmo lugar, mas ela está lá.
Ela sempre está.
Entendido, decolagem, relógio acionado.
Belo traje espacial!
O combate em gravidade zero está em dia?
Ele tem nove anos.
- Um astronauta! - Melhorou.
A babá não veio.
Pegamos umas roupas dos achados e perdidos, certo?
E o paciente?
Quem, Picard? Está bem.
Podemos conversar primeiro?
Mamãe vai usar palavras feias, querido.
Deixei de fazer perguntas para você, mas a clínica é minha
e ninguém fecha estas portas na minha cara. Dê as chaves.
Você nem falou palavrão.
Mas... abra a sua mente.
Que diabos é isto?
Um procedimento.
Por que esse jeito de assassino em série?
Preciso explicar uma coisa para você sem romper o tempo.
Esta jornada não é sua.
Você não deveria estar aqui.
Ninguém vai sentir falta quando você morrer.
Deixe-o ir.
Não respondeu ao lorazepam, precisa ir ao hospital.
- Não podemos ir ao hospital. - É vida ou morte.
Não tenho equipamento. Ele pode morrer.
Equipamento? Certo.
Raffi, preciso de algum estabilizador. Estatina.
É para Picard.
- Com quem você falou? - Para o cérebro.
Não estou entendendo.
- Oscilador neural. - Meu Deus!
Teresa, concentre-se aqui.
- É para ondas cerebrais. - Amplitude, frequência, fase.
Ondas gama? Você está de brincadeira?
Como isto pode ser real?
- Quem é você? - Foco. Você vai ter que...
Não me mande confiar em você!
Eu vou matá-lo?
Eu não sou médico, mas confio em você.
Está fazendo de propósito?
Você não quer sair daqui.
E se não for diferente?
E se for igual às outras vezes?
Você nunca vai saber se não tentar.
Mas, se não sair agora, pode ficar preso aqui para sempre.
E, desta vez, você não está sozinho.
Você conseguiu. Ele estabilizou.
Vocês são do espaço?
Não.
Eu sou do Chile e só... trabalho no espaço.
Pelo menos os replicadores funcionam.
Ei, você entrou?
A base era um algoritmo criptográfico que lembro da coletividade.
Bom?
Pensei que Agnes tinha tirado os programas borg
- após a queda. - Pouso.
Queria ver como ela entrou no sistema e puxei o último código borg
introduzido no computador.
- Você nem tocou. Você nunca ignora café. - Olha o que deu.
ARQUIVOS DAS CÂMERAS
CÂMERA 22
CÂMERA 16
Ela implantou um código borg. Tenho certeza.
Precisamos encontrá-la imediatamente.
Ninguém ensina mais que um inimigo.
Conte uma história.
Você?
Picard.
Eu... Eu não...
Meu gabinete.
Que batidas são estas?
Ele é um monstro!
Ela está lá!
- Ela está lá! - Ei!
Você...
Ei!
Você vem escondendo isso esse tempo todo.
Ela.
Você viveu mais que eu.
Mas eu não perdi o cabelo.
Não é uma troca das mais justas, não é, filho?
Você foi implacável, pai.
Sua crueldade...
Você acabou com ela, você a arruinou.
Você é um monstro.
Sou?
Talvez.
Mas não como você pensa.
Você achou que não poderia salvá-la de um monstro.
Olhe de novo.
Os túneis.
Você disse para não ir lá.
Mil maneiras...
Mil maneiras de morrer lá embaixo.
Pegue o que mais gosta. Rápido!
Vamos, temos que ir.
É um esconde-esconde lá embaixo.
- Tenho medo do escuro. - Mas aqui eu não respiro.
Vamos lá, você e eu.
Eu não vou ficar triste. Tudo vai ser melhor.
Quer ficar comigo?
Mamãe, estou preso!
Maman!
Foi horas antes de eu achar você.
Se você não tivesse largado a caderneta, eu jamais saberia.
Sua mãe alternava ciclos de escuridão terrível...
- Por favor, papai! Por favor! - E excitação irracional.
Ela precisava de ajuda, mas não aceitava.
Pare!
- Jean- - Luc, por favor.
Eu sinto muito.
Você tem que abrir. - Eu te amo. Por favor, Jean- - Luc.
Sem luz.
Um labirinto.
Chuva a caminho.
Você jamais teria saído.
Mas ela...
Ela seguiria tentando.
Não havia monstros perseguindo sua mãe.
Havia, sim.
Sempre houve.
E eu também não podia salvá-la.
Não da própria mente dela.
Talvez eu nunca tenha conhecido você.
Você vai fazer tanta coisa com essa dor.
Vai salvar mundos com ela.
- Me deixe sair, Jean- - Luc, por favor.
Só você pode me salvar.
Espere.
Tem mais coisas, não tem?
Nada mau!
Obrigado.
Foi para o meu filho.
Ele é um astronauta alienígena que faz as coisas aparecerem do nada.
Você prometeu, rapazinho. Assim não.
Para começar... eu sou humano.
Ah, meu Deus!
Quando alguém precisa convencer você de que é humano,
melhor deixá-lo longe do seu filho.
Você tem uma boa intuição sobre mim.
Eu sei que tem.
- Sabe quantas vezes eu já errei? - Não desta vez.
Você é leal àquele homem.
Você o respeita.
Eu não conheci bem meu pai. Ele era muito ausente, então...
Eu tendo a buscar figuras paternas.
- Como assim? - Picard.
Ele é como um pai para mim, mesmo que eu não seja um filho para ele.
Pior para ele, seja lá quem você for.
Quer que eu seja quem?
Um cara legal.
Eu sou.
E, se eu não fosse...
me tornaria um agora mesmo.
Se for mentira, e você chegou perto do meu filho,
não vão achar seu corpo.
Oye, Ricardo!
Quer ver uma coisa legal?
Vou te mostrar uma coisa.
Bem-vindos à La Sirena.
Minha nave.
Minha... espaçonave.
Eu quero tocar em tudo!
Sabe o que pode ser isto? A Rainha Borg solta na cidade?
Ela não é a Rainha Borg. Não fale isso!
Ela é Jurati ou é...
Exato, Jurati com um lado Rainha Borg ou vice-versa?
Olha, isso foi ontem à noite.
DEACON'S COQUETÉIS
- Ela pode estar aí. - Sei lá.
Sinto que a vida de muita gente vai depender de descobrirmos.
Não, senhorita! Ei!
Tudo isso aconteceu hoje.
Jurati?
Nada bom de se ouvir ao acordar, mas estamos vendo.
Bem, então se cuidem.
E me mantenham informado.
Tenho um assunto para resolver.
E Renee?
Está bem.
Tudo tranquilo.
Nenhum sinal de Q nem do novo.
Por enquanto. Soong.
Picard...
Você a salvou.
Acho que você e eu demos um salto quântico para além dos nossos limites pessoais.
Dos meus, sem dúvida.
Bem...
Que tal eu mostrar uma coisa?
Romulana!
Eu sabia!
Você pode ser uma ancestral.
O normal é nos recrutarem para cuidar dos nossos,
mas, às vezes, de uma espécie similar.
Essa tecnologia pode ser muito útil.
Ela tem limitações.
Quando eu desligar, são oito horas sem poder usar.
Agora vou ter que passar o dia inteiro escondendo meu segredo.
Você está bem?
É, estamos perdendo tempo.
Fazendo mais mal que bem.
- A missão, Renée... - Não estou falando da missão.
Tudo isso era parte do plano de Q? Você viver tudo isso?
Você reviver essas lembranças?
Ainda preciso embarcar tudo isso.
Essa história tem mais capítulos, você sabe.
Seja o que for, é irrelevante para o que estamos tentando consertar.
Não se ele quiser que você saiba.
"Ninguém ensina mais que um inimigo."
Mas eu o tenho deixado controlar os ensinamentos.
"Conheça a si mesmo." Era isso que ele queria.
Que eu me conhecesse.
E se a lição que eu aprendi for...
ter de conhecê-lo?
Não sei se estou entendendo.
Sempre enxerguei Q como alguém impossível de conhecer.
Mas aqui está ele, eu já no ocaso da vida, e ele ainda obcecado por mim.
Ele precisa desse experimento.
Ele diz que a questão é comigo, mas é algo personalíssimo
e urgente para ele.
Se entendermos por quê, podemos partir para a ofensiva.
Parece que você está querendo invocar Q.
Fico lisonjeada, mas está além das minhas capacidades.
Das suas, talvez.
Mas tem uma outra pessoa.
Espere aí, não tem um "que bom ver você, minha nova velha amiga!
Obrigado por ficar mais uns dias"?
Eu não pediria se pudesse deixar você longe disso.
Pedir? Foi isso que aconteceu?
Porque, normalmente, um pedido tem uma interrogação no final
e uma inflexão no tom de voz, sabe?
Mas precisamos de respostas agora.
Você não pode querer mesmo que eu invoque um Q.
Há muito tempo, depois de uma guerra longa e fria,
meu povo e os ocupantes do Continuum Q fizeram uma trégua.
Ocupantes?
De deuses é que não chamo, tenha certeza.
Desculpe, pode continuar.
- Nós, El... Aurianos, acreditamos que a comida e a bebida nos unem.
Então, a trégua foi feita diante de uma garrafa.
Desta.
Para o meu povo, qualquer ação tem vibrações,
qualquer palavra tem ressonância.
Metais e líquidos podem capturar a meia-vida de um momento.
Então, se a trégua foi feita diante de uma garrafa...
Você diz que o momento em questão ainda está aí dentro?
- El- - Aurianos escutam o mundo feito música.
Encaixe a nota certa, a memória certa,
encontre o acorde certo, e depois puxe.
Assim, você atrai a atenção do jogador.
Neste caso, nosso amigo de sempre, Q.
Onde ele está? O que aconteceu?
É que não...
funcionou.
Não entendi.
Como rastrear o que não entendemos?
O que foi?
Para que isso?
Para entender.
Certo.
Mostre-a de novo quebrando a janela.
Esse ímpeto.
Endorfinas.
Ela quer acelerar o processo.
Os nanoprobos aumentam, Rainha mais forte, Jurati mais fraca.
Quanto tempo até ter força para assimilar?
Não faço ideia. Estamos vendo uma nova Rainha nascer.
Se acontecer, esqueça borboletas.
Ela vai dar início a um império.
Ela poderia assimilar cada ser vivo deste planeta.
A borg chegou antes da Terra poder se defender.
Devíamos salvar, mas podemos ter condenado o futuro.
Precisamos de Picard.
O que aconteceu aqui?
- Se um El- - Auriano invoca um Q, um Q aparece.
É ele?
- Olá? - Já fechou.
É que na porta diz "aberto".
Desculpa, a dona manda mais. Boa noite.
- Sempre funcionou. - Eu estou comemorando.
Um drinque e eu me mando. Por favor.
Tudo bem. E aí, o que vai ser?
Bem, tenho que pensar.
Vamos ver.
Posso?
Você é do tipo que pede bourbon,
quando, na verdade, quer vinho branco.
E se aconchegar com alguma não-ficção chatíssima.
Você é muito boa.
Estou nessa faz tempo.
Na verdade, não há nenhuma razão conhecida,
em toda a História do tempo, para que não dê certo.
A menos que haja algo bem errado.
Olha, você acertou em cheio.
Tirando o lance da não-ficção.
Minha praia é mais ficção científica.
E vocês?
Não são chegados em espaço?
Com certeza não.
Ah, vai...
O extraordinário sempre cai bem para lidar com o ordinário.
- Vocês acham que estamos sozinhos por aí? - Acho que estamos sozinhos aqui.
Para mim, ciência tem a ver com desejo.
Descobertas, ficção, eu adoro tudo, especialmente o que é estranho,
o que menos se explica.
E eu não me refiro a OVNis abduzindo vacas
ou dando autógrafo em milharais.
Eu me refiro a...
Bem, a coisas assim.
Ei, espera aí!
Engraçado, antes eu tinha um sistema de câmeras aqui embaixo.
Aquele treco falhava tanto que parecia que o bar era só assombração.
Pois é, deve ser isso.
É sempre assim.
Polícia Federal, parados aí!
Perímetro externo.
Não se mexa!
Mãos para cima.
- O que é isto? - Polícia.
Vocês dois vão ter que vir comigo.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.