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Original subtitles

CONDADO DO HARPER - Vermont Popula��o: 7162

Passei minha inf�ncia nestes bosques.

A maioria dessas �rvores levam meu nome esculpido.

O meu e o da metade das garotas do Bennington.

Desligarei o motor. Se houver guardas, n�o quero que nos escutem.

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vim duas vezes e nunca vi vigias. Devem trabalhar de noite.

� ali.

N�O PASSAR - FECHADO - REF�GIO DE ESQUIADORES WALDEN

� como uma feira mundial. Tubos, luzes e circuitos ex�ticos.

� o �nico que pode ter certeza.

Guardas, pare!

Pode guardar a arma. Ningu�m lhe far� mal.

Dou-lhe minha palavra.

- Est� bem? - A bala ricocheteou e acertou minha perna.

- Pode caminhar? - Acredito que sim.

N�o me levem. � para seu pr�prio bem.

Aguentar� at� que o levemos a Washington?

N�o chegar�o a Washington.

Dois homens entraram no ref�gio.

Levaram o l�der.

Re�na os outros. Eu me desfarei do equipamento.

Mas depressa. Temos que resgatar o l�der.

OS INVASORES

Estrelando Roy Thinnes como o arquiteto David Vincent.

Os invasores...

seres alien�genas de um planeta que se extingue.

Seu destino: A Terra.

Seu prop�sito: Apropriar-se dela.

David Vincent os viu.

Para ele tudo come�ou uma noite em um caminho solit�rio...

quando procurava um atalho que nunca encontrou.

Come�ou com um bar fechado e abandonado...

com um homem cansado demais para prosseguir sua viagem.

Come�ou com a chegada de uma nave de outra gal�xia.

Agora David Vincent sabe que os invasores chegaram...

que assumiram a forma humana.

De algum modo, deve convencer um mundo incr�dulo...

que o pesadelo j� come�ou.

Atores convidados: Alfred Ryder...

Karen Black

Kent Smith

Anthony Eisley

E como convidado especial: Laurence Naismith

Hist�ria desta noite: O RESGATE

Um encontro surpreendente em um ref�gio fechado.

A captura de um alien�gena cuja import�ncia desconhece David Vincent.

Um l�der cujo desaparecimento p�e em perigo...

a invas�o alien�gena do planeta Terra.

- Est� muito longe da estrada? - 5 ou 6 Km.

- D�i muito? - Tenho me machucado mais me barbeando.

- Vai para o motel? - Sim.

- Chamarei o Ed de l�. - Melhor chamar antes a pol�cia.

Ligarei para a pol�cia.

Ligue-me com a pol�cia.

- Parece um homem sensato, senhor... - Torin.

Sr. Torin.

- N�o sei o que lhe disse seu amigo... - Havia uma Mary Torin.

Lembrou de algo?

N�o.

Los Angeles, 11 de outubro.

Um motel na rua Garvey.

N�o me � familiar.

Dois de seus homens a assassinaram.

Li um relat�rio.

Era minha mulher, Mary Torin, recorde esse nome.

- Sr. Torin, eu... - E recorde isto:

Agora somos sete.

� um novo jogo de bola.

No motel Lexington. Sabem que estamos com ele.

Certo.

Quanto demorar� para chegar a pol�cia?

10 minutos, mas tamb�m v�o checar o ref�gio.

Ficar�o a�?

Acredito que � um pouco arriscado.

Sabe onde � o acampamento Belding?

N�o, mas com certeza Bob Torin sabe.

V�o at� l�. Perguntem pelo general Ralph Gentry.

Trabalhei com ele em 1964. Usem meu nome.

Acredito que deveria vir, Ed.

Certo. Nos vemos no Belding.

Venha logo. Adeus.

Inspecionei tudo daqui at� o ref�gio.

- A menos que se desviaram. - Talvez no motel.

Voltei de Anzio sem um arranh�o.

Passei a guerra sem nada mais que um unheiro.

O que fazem � muito tolo, senhores.

Acha isso?

No lugar de onde venho sou um l�der.

Aqui n�o h� nada similar.

A menos que me liberem, as conseq��ncias ser�o terr�veis.

O que vai acontecer?

Uma cidade ser� destru�da, seus l�deres morrer�o.

Se pudessem destruir cidades, j� o teriam feito.

Nunca estivemos em uma situa��o como esta.

Conven�a nossos l�deres de Washington. Arrisque-se.

N�o chegarei a Washington. Devo me regenerar em 7 horas.

Se n�o, morrerei e voc� ser� culpado do castigo.

Voc� se arrisque com isso!

Me escutem. Unam-se a n�s.

Sejam nosso elo com o povo.

Poderiam ser chefes, governantes, o que queiram.

Sinto muito.

Persistem em continuar com este plano tolo?

Sim.

Ent�o lhes farei uma �ltima oferta.

Nos retiraremos, nossa expedi��o voltar� para casa.

A guerra acabou e voc�s ter�o vencido.

- Tudo em troca de minha libera��o. - Ningu�m � t�o importante.

- Eu sou. - Ningu�m tem tanta autoridade.

Eu tenho.

Poderia significar a vit�ria, David.

Que garantia nos oferece?

Minha palavra.

Torturaram-me, atiraram em mim, assassinaram meus amigos...

e me pede que confie em sua palavra?

- Est� sendo emocional. - Pr�tico.

Iremos a Washington.

Se sair, meus homens matar�o esses policiais.

Cada vez que se embebeda...

imagina que v� elefantes ou marcianos.

Darei-lhe um litro de caf�.

Prometo-lhe que n�o voltar� a incomod�-lo.

N�o parecia b�bado.

Bem, ele nunca parece.

Chamando carro 5.

Estamos no ref�gio Walden. Nos passaram um trote.

Aqui n�o h� nada.

Certo.

J� escutaram.

Melhor n�o voltar a ligar ou dormir� no c�rcere.

Sim, obrigado oficial.

David.

N�o posso. Continue voc�.

- Estamos perto do acampamento? - Est� a 18 Km para o Norte.

Ed est� a caminho, podemos nos encontrar com ele ali.

Conhe�o a regi�o. Voc� se ocupe de nosso amigo e eu irei ao Belding.

- Poder� voltar para o autom�vel? - Melhor que seguir voc�...

Certo, pergunte pelo coronel Gentry.

Iremos para uma fazenda por aqui. Voc� traz refor�os.

- E cuide dessa perna. - Sim.

Andando.

- H� sinal deles? - N�o.

Continue procurando.

- Quem �? - Abra. � uma emerg�ncia.

Tem telefone?

O que �?

Dois homens, av�. Querem usar o telefone.

Bom, mas diga que n�o fa�am tanto ru�do.

Telefonista...

Avisa os outros. Os encurralamos.

Se d� por vencido, Sr. Vincent.

O que est� acontecendo? Quem s�o voc�s e esses homens l� fora?

S�o policiais. Este homem me sequestrou.

N�o � verdade.

N�o s�o policiais.

S�o de outro pa�s.

- Tentava chamar � pol�cia. - N�o acredite, ele tem a pistola.

Deixe-a partir.

Disse que deixe que minha neta se v�.

Est� cometendo um erro.

Um erro. Sim, claro.

Ent�o esses a� fora s�o agentes inimigos, n�o?

Estrangeiros malvados que nos assassinar�o enquanto dormimos.

Sim.

E voc� afirma que foi sequestrado?

� a verdade.

A �nica verdade � que eu tenho esta pistola...

e um de voc�s dois mente.

Claudia, pegue a pistola do jovem.

Agora, vamos descobrir a verdade.

Tente pela porta traseira.

Maravilhoso!

Seres de outro planeta, voc� diz.

Filho, � muito divertido.

Sinta seu pulso.

Vamos, cheque o pulso.

N�o o encontro.

N�o tem. Nem cora��o. N�o � humano.

conheci homens sem cora��o.

Frios e insens�veis, mas nascidos na Terra.

Um homem sem cora��o n�o � nenhuma novidade.

Mas sem pulso, isso � outra coisa.

E se fosse um ser estranho...

vindo de outra gal�xia, isso seria mau?

Me diga, existe guerra em seu planeta?

Napalm, c�maras de g�s?

Comparado com aqui, n�o ser� t�o mau.

Que venham. Darei-lhes uma m�o.

Pense o que quiser, mas lhe aponte a pistola at� que nos ajudem.

Ajuda?

Enviei um amigo para procurar refor�os em uma base pr�xima.

Deixe a pistola na mesa.

Voc�, para tr�s.

Mate-os.

ACAMPAMENTO BELDING 5

Claudia, prepare um ch� para nossos...

convidados.

- Ou preferem caf�? - Nada.

N�o, obrigado.

Acredito que de onde vieram n�o bebem ch�.

Deveriam cultivar esse costume.

Uma ta�a de ch� � muito relaxante quando se contemplam os planetas.

Av�, deixe-os irem.

Pegue a pistola.

Por favor, v�o.

Ponha a �gua para ferver.

Sr. Vincent, restam 5 horas.

Recordo-lhe que a menos que saia daqui a tempo...

esta casa e todos seus ocupantes ser�o destru�dos.

Meu nome � Torin. Devo ver o coronel Gentry. � importante.

Um momento, por favor.

ACAMPAMENTO BELDING - PARE

O coronel o espera.

Estacione na zona de visitantes, algu�m vir� busc�-lo logo.

N�o posso esperar.

- Para onde vai? - Ver o coronel Gentry.

Suba l� atr�s. Cabo, ocupe-se de seu autom�vel.

Onde se aloja o coronel?

Est�o demorando muito.

Aonde v�o?

Onde?

Faz 4 anos que eu e os m�dicos tentamos manter vivo este homem.

E voc�s tinham que vir aqui com suas pistolas.

Sinto muito.

Sabe o que est�o fazendo? Sabem quem � este homem?

Claudia.

Cyrus Stone.

Est� arriscando a vida de Cyrus Stone!

- O poeta? - Sim.

Um milh�o dos seus n�o vale a vida de Cyrus Stone.

Sim, sou o poeta.

Hoje em dia j� n�o significa muito.

Minha neta tem a ilus�o que...

porque h� 20 anos fui capaz de unir umas palavras...

sou maior que outro mortal.

Talvez tenha raz�o.

Frescuras. Mas sou eu quem deve julgar isso.

Surpreendeu a muitos que eu tenha vivido at� os 71 anos sozinho.

E pensam que n�o chegarei aos 72 se n�o cuidarem de mim.

N�o se engane vov�.

Me enganar? N�o.

Por nada do mundo.

S� estou um pouco surpreso.

E me agrada que uma jovem como voc�...

fique com um velho fazendeiro como eu.

Ficar velho n�o me custa,

mas � fatal para minha poesia.

Fiquei antiquado.

Talvez voc� possa me fazer famoso de onde veio.

Aqui se

troca de poeta como de autom�vel. Um novo cada dois anos.

Quando a pintura se danifica, ou o modelo muda.

Meu tempo ficou l� atr�s.

Antes dos megatons e o exterm�nio at�mico.

Acho essas palavras pouco po�ticas.

Para tr�s ou o mato! Para tr�s!

Sim, a poesia saiu de moda.

S� est� ganhando horas. N�o pode ganhar.

Me libere e salve esta gente.

Por que n�o o deixa partir?

H� mais em jogo que n�s tr�s. Assim que sa�sse, matariam-nos.

Meu av� tem o cora��o fr�gil. Vai mat�-lo.

Meu amigo trar� refor�os, n�o posso deix�-lo escapar.

Bob!

Restam 3 horas, Sr. Vincent.

Poderia ir ao caminh�o e me regenerariam em 5 minutos.

Depois voltaria e poder�amos discutir tudo isto razoavelmente.

Primeiro Mary Torin e agora Bob.

Deveria mat�-lo j�.

- Claudia. - Sim vov�.

Acredito que dormirei um pouco.

Ou�a, homem do espa�o.

- Dorme? - N�o.

Um mundo sem sono...

com o povo indo daqui para l�, como cyborgs.

N�o acredito que eu gostasse disso.

Sr. Stone, vou tentar chegar ao acampamento Belding.

Pode vigi�-lo?

N�o estou certo. Por que acredita que o faria?

Meu amigo morreu.

Evidentemente, n�o chegou a Belding. As autoridades n�o sabem onde estamos.

Algu�m tem que lhes avisar.

Certo, mas se n�o retornar em 2 horas ele morrer�.

Se morrer, esses caras a� fora nos matar�o.

N�o acredito que possa confiar em mim.

Sr. Stone...

com essa pistola pode for�ar ele a me liberar.

Estava lendo seus poemas, Sr. Stone.

Um mundo. Um mundo com o que sonhou.

Um mundo...

sem pobreza...

sem guerra, sem enfermidade.

Voc� est� doente...

seu cora��o est� se debilitando.

Sim, os que t�m cora��o, �s vezes falha.

Nossa medicina poderia cur�-lo.

O que lhe pareceria viver 20 anos?

50 anos?

Quantos...

poemas poderia escrever em 50 anos?

Quem os leria? Os escravos que tivessem tempo para a poesia.

Sim, senhor das gal�xias, quem os leria?

Um mundo de escravos.

Quem os l� agora? Disse que o tinham esquecido.

Mas... 50 anos para criar beleza.

50 anos!

O que responde a isso, jovem?

Na universidade, desenhei os planos de uma cidade.

Ningu�m tinha me pedido isso, mas os desenhei.

Tinha que faz�-lo.

Porque sabia que algum dia algu�m poderia construir essa cidade.

Ter� que criar para algu�m...

ou n�o tem sentido.

Sr. Vincent, inclusive em um mundo de escravos h� senhores...

que t�m gosto e intelecto;

homens que apreciariam sua poesia.

Sr. Stone...

ofere�o-lhe um mundo em que os poetas s�o reis.

H� poetas em seu planeta?

Claro.

Eu gostaria de ouvir um de seus poemas.

- Vou ao acampamento. - Vigiarei-o.

Espere, David.

Odiaria morrer. Adoro a vida.

Enfurece-me a id�ia de abandon�-la.

Mas se precisar morrerei.

Mas a garota � outra coisa.

Av�.

Ponho uma condi��o para minha morte.

A garota vai com voc� e deve viver.

Av�, n�o me fa�a partir.

Chegou o momento. Ali fora h� um mundo.

Av�...

Tire-a pelo por�o, r�pido.

L� fora morrer�o.

Se o fizerem, voc� morrer� aqui dentro.

Me sirva outra ta�a de ch�...

se voc� for t�o am�vel.

Se tiver not�cias lhes pe�a que me ligue.

Edgar Scoville, acampamento Belding.

No escrit�rio do coronel Gentry.

- No motel n�o sabem onde est�o? - N�o.

Pode me dizer do que se trata?

Dois amigos meus est�o metidos em algo, e n�o sei como tir�-los.

Entre.

Senhor?

Esse homem que queria me ver, Torin, onde est�?

- Pensava que estava com voc� - Ainda n�o o vi.

- Entrou na base? - Sim, senhor.

E desapareceu?

- Um tenente o levou em seu caminh�o. - Que tenente?

- N�o sei, senhor. - N�o o tinha visto antes?

- N�o. - Se tiver alguma d�vida, encontre-o.

Sim, senhor.

Necessito um favor, sem perguntas.

4 ou 5 homens armados de confian�a e um par de jipes.

Iria eu mesmo, mas h� muita agita��o.

Fico o dia inteiro falando com Washington.

Acampamento Belding.

Com o coronel Gentry, por favor.

A linha est� ocupada. Quer esperar?

� muito urgente. Pode interromp�-lo?

Sinto, � confer�ncia.

Tenente, v�o ao acampamento Belding?

Sim, suba.

Claudia.

N�o se preocupe, estar� bem.

� velho e seu cora��o � d�bil. N�o estar� bem.

Subestima-o.

� dos homens mais fortes que conheci.

Isso � o que quer que pense.

O que quer dizer?

Deseja morrer, me disse isso.

N�o acredito. Tem muito que dar.

S� tem uma coisa que dar: A mim.

Ficarei com ele enquanto viva.

Mas ele quer que eu parta, que saia e seja normal.

Sabe que n�o o farei enquanto viva...

por isso diz que quer morrer.

Logo, se eu n�o partir.

E por que n�o sai?

Tamb�m n�o te parece normal?

Uma garota de 19 anos que vive em um bosque, cuidando de um inv�lido.

Embora ela o ame?

Embora adore sua fazenda e seu mundo?

� melhor que o seu.

� incomum.

O que � o normal para uma garota de 19? As minissaias?

As manifesta��es? A maconha?

O que � o normal para um arquiteto que sonha construir cidades?

Suponho que voltar�, diga o que disser.

Sim, voltarei para a fazenda.

Uma hora e meia.

Nos acaba o tempo, Sr. Stone.

A todos os velhos acaba o tempo.

N�o necessariamente. Observe isso.

Podemos gerar energia suficiente para iluminar uma cidade...

fazer voar um foguete...

ou apagar esta fazenda do mapa.

Essa energia pode dar vida a um anci�o.

Ou morte. Depende de voc�.

Soltem-nos!

Me libere e os soltar�o.

N�o o deixe escapar, Sr. Stone!

Sim, av�, o deixeele escapar!

N�o.

Deixem que fale com ele, o convencerei.

Tem que solt�-lo, av�!

Tem raz�o. Ou somente podem esperar que eu morra.

N�o falta muito. Depois os matar�o a todos.

E para que?

N�o nos far�o mal se o deixar partir?

Tem minha palavra.

Preferiria algo mais substancial, mas...

Ande.

N�o o fa�a. N�o acredite nele!

Est� morto.

Sinto que tivesse que morrer.

Agrade�o. Sentimo-nos reconfortados.

N�o era necess�rio.

Agora deixe a arma.

Espere!

Ainda n�o saiu daqui.

Disse-me que me daria 50 anos.

Essa m�quina pode devolver a vida?

Sim, j� disse.

Esses 50 anos, d� a ele.

Lhe devolvam a vida com sua m�quina.

N�o sei.

Esse � o resgate. Uma vida em troca de outra.

O c�rebro de um homem s� pode permanecer...

3 minutos sem oxig�nio.

J� passou um, assim apresse-se.

Venha aqui, Garth!

Guarde as l�grimas.

Me ajudem a coloc�-lo na caminhonete.

Corrente.

Corte a for�a.

Sinto muito. Tentamos.

Pois tentem de novo.

Tentem de novo.

Corte a for�a.

O mundo podia ter sido seu.

Trocou por um homem.

Os humanos s�o uma esp�cie peculiar.

Valorizamos extremamente a vida.

Por isso perduramos.

Lembre-se senhor das gal�xias...

quando sair para conquistar: Por isso perduramos.

Ponha-o no sof�.

Ele tirou de voc�.

O que?

Esses anos que lhe deu...

poderiam ter sido seus.

Menina, menina, menina.

Se tivesse escapado, se n�o tivesse vindo te convencer.

Est� feito agora...

e n�o deve se sentir culpada.

- Onde? - N�o fale.

- Onde est�o? - Est� tudo bem.

Deixaram tudo como estava.

Ningu�m saber� que estiveram aqui.

- N�s sabemos. - Sim.

Eles foram embora.

- Bob cresceu nestes bosques. - � um lugar precioso.

� o que estava acostumado a dizer.

Obrigado minha querida.

- Adeus, jovem. - Adeus.

Quando a luta terminar lembre desta cidade.

Sim.

- Adeus, David. - Adeus.

Quando construir aquela cidade deverei viver nela.

David Vincent devolvido � vida gra�as a seus inimigos...

continua sua busca.

E um anci�o e uma garota...

observar�o o c�u e esperar�o.

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