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Original subtitles

- Charles Roselli, est�o me esperando. - Roselli?

- A que horas, Sr. Roselli? - �s 11h54.

Sala 5A, no subterr�neo.

COMPUTADORES SINGEISER

Anuncie seu produto ou marca aqui fale com www.SubtitleDB.org hoje

Desculpe.

Sim?

Bem. Com os 4 daqui somos 10.

Ontem. Receberam o nosso?

Estamos de acordo em quase tudo, exceto em dois pontos.

N�o acreditamos que existam muitos, mas muitos outros vir�o.

Mas estamos de acordo em que podemos det�-los.

O segundo ponto � que ignoramos o fator tempo.

Supomos que nos resta um ano no m�ximo.

N�s sabemos algo mais sobre isso.

P�gina 3...

...par�grafo 2.

O tem?

Acreditamos conhecer a sua gal�xia.

Quanto tivermos certeza...

...saberemos quanto v�o demorar at� chegar aqui.

Ent�o, come�aremos a seguir a sua pista...

...e quem sabe?

Talvez consigamos virar o jogo.

Precisaremos dos computadores.

Posso ir a S�o Francisco no fim de semana do dia 29.

Vamos precisar dos computadores para o dia 29.

Est�o disponiveis.

S�o seus.

Certo. Mais alguma coisa?

Mandaremos os relat�rios esta semana.

Sistemas de armamento e comunica��o interna.

� um come�o. Alguma coisa a mais?

Mais alguma coisa?

Aqui, nada.

E por aqui?

Abri contas banc�rias. Em Nova York e S�o Francisco.

Ajudarei no que for poss�vel.

Ser� um prazer trabalhar com voc�, amigo.

Fizemos um acordo.

Custa acreditar. Depois de tanto tempo, gente em quem confiar.

- O principio do fim. - Ou o fim do principio.

Adeus, Sr. Singeiser.

As coisas v�o mudar por aqui.

Computadores, f�sicos, um homem como Scoville.

Ser� que pensaram que �ramos uns amadores?

Corram, corram!

OS INVASORES

Estrelando Roy Thinnes, como o arquiteto David Vincent.

Os Invasores...

Seres de um planeta que est� para ser extinto.

Seu destino: a Terra.

Sua inten��o: fazer dela o seu mundo.

David Vincent os viu.

Para ele, tudo come�ou em uma noite que passava por uma estrada deserta

procurando um atalho que nunca encontrou.

Come�ou com um restaurante fechado e abandonado.

Um homem cansado demais para prosseguir sua viagem.

Viu a aterrissagem de uma nave de outra gal�xia.

Agora, David Vincent sabe que os Invasores est�o aqui.

Que tomaram a forma humana.

E, de alguma forma, precisa convencer o mundo descrente...

de que o pesadelo j� come�ou.

Atores convidados: Carol Lynley

Anthony Eisley

Donald Davis

Kent Smith

Rhys Williams

Epis�dio de hoje: Os Que Acreditam

Finalmente aconteceu. Um grupo de pessoas se uniu:

Elas acreditam que os viram...

...que sabem o que sabe David Vincent.

Que seres de outra gal�xia chegaram aqui...

...e devem ser destruidos.

Um grupo de pessoas que acreditam e que por isso...

...se converteram no objetivo principal dos extraterrestres.

Pode me ouvir?

Quem �?

David.

- Onde estou? - Um subterr�neo 10m abaixo da terra.

N�o tem sa�da.

- O que quer? - Os outros.

N�o sei do que me fala.

Encontramos isso na sua maleta.

Armas manuais do tipo A, B e C. Nomenclatura de bal�stica.

Painel de controle. Regenera��o.

Vulnerabilidade � detec��o eletr�nica.

Investigaram muito.

Quem s�o os outros? Quero todos.

�ramos s� quatro.

Singeiser, Farnham, Roselli e eu.

Nenhum de voc�s � expert em armas. Este relat�rio � de outra pessoa.

Quantos s�o?

Quantos s�o?

Quatro.

Meses atr�s, voc� fez descobertas.

Conseguiu provas. As pessoas come�aram a crer em voc�.

Pessoas poderosas como o diretor de Computadores Singeiser.

- Formou um grupo. - Tivemos que det�-los.

Procurou pessoas que sab�am como det�-los.

N�o falarei.

Quem s�o, David? Onde est�o?

Roselli.

Roselli.

Est� morto, mas h� outros.

Quem s�o?

Stanley Levy,

Investiga��es HS, Nova York.

James Cunningham, Universidade de Holborn.

Marie Stiles, Nova York.

Coronel Frederic Bell, Fort Benning.

Dra. Louise Havemeyer, Universidade John Hopkins.

Samuel Leader, Los �ngeles.

Quem mais?

N�o h� mais.

Roselli, Singeiser...

...Farnham. Morreram.

S� �ramos sete.

Fa�a-o dormir.

Sala 8.

- Quanto dormir�? - At� amanh�.

Ent�o, teremos todos eles.

H� um erro.

O Dr. James Cunningham morreu de pneumonia em 1964.

Tem certeza?

Eu mesmo fui ver o registro.

Muito bem.

Nada mais.

O professor Cunningham morreu em 1964.

Os nomes que nos deu s�o falsos.

- � poss�vel que... - N�o.

O general Bell morreu na Cor�ia em 1952...

...e n�o h� vest�gios dos outros.

Nos deu os nomes estando hipnotizado.

Ter�o encontrado um modo de superar a hipnose.

Provavelmente se submeteram a hipnose antes...

...e foram implantados nomes falsos em seus subconscientes.

Se estiverem na nossa frente, Torberg.

Isso os torna perigosos.

Devia estar estreito a� dentro. Sei como se sente.

Passei tr�s dias em uma cela por indisciplina.

- Vou ficar aqui? - Aqui ter� mais espa�o.

Est� vazia.

O que vai fazer?

Desculpe por fazer isso.

N�o sentir� nada.

O mundo o dar� por desaparecido.

N�o � que queira faz�-lo...

De costas!

Bom dia.

Quem � voc�?

Sou a tenente Harper.

Voc� est� no quarto 405 do hospital militar de Tulsa.

Isso o torna um paciente muito importante.

Continue, tenente.

- Est� gostando do novo alojamento? - Sim, est� bom.

Sou o coronel Newcomb, da Intelig�ncia Militar.

A tenente Harper � dos nossos. Pode falar na sua frente.

Como me encontraram?

Nossos homens foram atacados quando entraram na f�brica Singeiser.

- Os est�vamos investigando. - Por qu�?

�ramos sua liga��o em um novo sistema de m�sseis guiados.

Me falou dos extraterrestres e fique preocupado com ele.

Por raz�es erradas.

Devia pensar que estava louco.

Estava convencido, mas esperava que fosse passageiro.

Se tivesse acreditado nele, talvez estivesse vivo.

N�o parece muito preocupado.

Aceito minha responsabilidade.

Por que n�o interviram quando fomos atacados?

Fizemos, mas j� era tarde. O sarg. Briant morreu instantaneamente.

Outro sargento nos descreveu o carro antes de morrer.

Desculpe, nem sequer lhe agradeci.

N�o precisa agradecer.

O importante � a seguran�a do grupo.

Agora sabemos que est�o todos perigo.

Devemos reuniu todos e lhes oferecer prote��o.

Antes de fazer...

...poderia levantar a persiana para que eu possa ver o sol.

Vai ficar tr�s dias sem ver o sol.

O m�dico quer que a exposi��o seja gradual.

� essa a verdadeira raz�o?

- � isso realmente? - Sr. Vincent!

Curioso, tenente, por que n�o sinto o seu pulso?

J� podem ir.

N�o poder� sair daqui, Sr. Vincent.

� o novo prisioneiro, certo?

N�o, eu sou um convidado.

Venha depois � biblioteca.

O que procura?

O arquivo de provas. Investigo para o Dr. Torberg.

- Tem que consultar aqui. - Entendo.

N�O V�

- Nos avise quando terminar. - Sim.

Faz muito que est� aqui?

5 ou 6 d�as. N�o estou certo.

Se tivesse falado antes, mas acabo de saber que est� aqui.

Temos que sair daqui.

Quem � voc�?

Elyse Reynolds.

Voc� � David Vincent, eu o vi nos arquivos.

Eles v�o fazer alguns testes sobre as pesquisas que fa�o.

Sou psic�loga.

Por que te trouxeram aqui?

Precisam de mim.

Trabalhava em uma �rea que lhes interessava.

Faz quase tr�s meses que estou aqui.

- N�o posso de ajudar. - Tem que faz�-lo.

Deve faz�-lo. Planejam algo e tenho que det�-los.

Escute-me. Me trouxeram aqui porque sou psic�loga.

Investigava o comportamento das multid�es.

Rea��o das massas ante os desastres.

Atacar�o provocando inc�ndios, inunda��es e apag�es.

Isolando os dirigentes das pessoas.

Planejam come�ar em Los Angeles dentro de uma semana.

Se tiverem �xito, converter�o os habitantes das grandes cidades...

...em multid�es descontroladas pelo p�nico.

Desculpe.

- N�o entende o que estou dizendo? - Diga ao teu chefe que desperdi�a o tiempo.

N�o pensa que sou um deles?

Eles n�o sangram.

Ou n�o.

Satisfeito?

- N�o tem saida. - Sim, existe.

- Passe de tr�nsito? - Sim.

Sei que est� aqu�...

Aqu� est�.

- N�o � este. - Pegue outro.

- Um momento. Quero o passe. - Sim

Por al�.

HOLLYWOOD AEROPORTO BURBANK

SERVI�OS

Qualquer coisa que descubra.

Disse que foi h� uns tr�s meses.

Feito. Se alojar�o em uma suite do Stanton.

- A quem chamar� primeiro? - Hellman.

Certo. Enviarei a Bob e a Mary.

Podem ajudar em Sacramento.

E dessa vez, se cuide.

Voc� tamb�m. Te chamarei amanh�.

David, esses homens s�o...

Hotel Stanton.

David!

Vire � esquerda.

- Leva ao terminal de carga. - N�o me importa, vire � esquerda.

Um carro nos segue. Despiste-o.

Era o que precisava.

Nos deixe na pr�xima esquina e v� a uma delegacia.

Se perceberem que n�o estamos o deixar�o em paz.

O que est� acontecendo?

Teremos que nos separar.

- Por qu�? - � muito perigoso para voc�.

Mas, me procuram tamb�m. Sei coisas sobre eles.

O que acontece? Ainda pensa que sou uma deles.

- Sei que n�o. - E porque n�o confia em mim?

- N�o � uma quest�o de confian�a. - Ent�o, o que �?

O meu trabalho � det�-los. S� vivo para isso.

- Eu posso te ajudar. - N�o quero a sua ajuda.

N�o posso ficar preocupado por voc�.

Me escute.

N�o sou uma bonequinha de porcelana.

Eu vivi tr�s meses com eles.

Mesmo antes disso, nunca precisei que ningu�m me cuidasse.

N�o tenho ningu�m com quem me preocupar, nem lugar para ir.

- N�o tem familia? - N�o.

Bom, quando pequena...

...tinha um irm�o...

...de quem cuidava.

O fiz ir em frente.

At� que morreu.

Assim que...

...n�o importa muito o que acontece comigo. Nem a voc�.

Me fale do seu plano.

Eles fizeram uma lista...

...de uns 300 funcion�rios-chave.

Prefeito, chefe de policia...

Pessoas que diariamente dirigem a cidade.

No dia do ataque, matar�o todos que possam.

Outras unidades imobilizar�o...

...os sistemas el�tricos e de comunica��o.

Segundo as nossas investiga��es...

...a hora mais cr�tica ser� depois do apag�o.

Sem not�cias de seus l�deres...

...sem comunica��o...

...as pessoas perdem o controle.

Os extraterrestres emitir�o uma mensagem em todos os canais.

Dir�o que ocorreu um terremoto gigante...

...e que as pessoas devem evacuar a regi�o.

Como podem.

- Assassinato em massa. - Sim.

Pode fazer alguma coisa?

H� um grupo. Agora somos sete.

Trabalhamos para deter os extraterrestres e eles sabem.

Mataram tr�s na noite em que me capturaram.

Vou te levar para conhec�-los.

Agora � melhor dormirmos.

- Ol�. - Ol�.

Venha, fico feliz em v�-lo.

- David. - Dr. Hellman,

- Elyse Reynolds. - Ol�.

Encantado. Fiquem a vontade.

Desculpem se n�o me levanto...

...pois o meu m�dico insiste em dizer que sou inv�lido...

...e que devo proteger o meu cora��o.

� uma honra conhec�-lo, professor Hellman.

Ora, obrigado.

Preferir�a que fosse um prazer a uma honra...

...mas suponho que um velho deve aceitar...

...qualquer tipo de elogio.

- E voc� como est�, David? - Bem.

Sent� n�o poder participar da sua reuni�o.

- Ficou sabendo de Singeiser e dos outros? - Sim.

Foram muito imprudentes.

N�o podemos permitir isso.

Entenda isso, Srta. Reynolds:

- Sua vida j� n�o lhe pertence. - Eu entendo.

Bem, me fale desse plano.

Tomei algumas notas.

Faltam p�ginas mas espero que entendam.

Onde e quando pensam faz�-lo?

- Aqui em Los Angeles dentro de 5 d�as. - 5 d�as...

Terei que estud�-lo mas, pelo o que voc� me disse...

...poder�amos neutralizar o ataque...

...protegendo nossos centros de comunica��o e os dirigentes.

Se acreditarem em n�s.

Amanh� entrarei em contato com o escrit�rio do prefeito...

...para preparar uma proposta.

� muito esfor�o para um homem nas suas condi��es.

Realmente.

Mas, n�o podemos nos arriscar a contar com outros.

� melhor voc�s irem. Os chamarei amanh�.

- Adeus. - Adeus.

- Adeus, David. - At� logo.

Se cuidem.

Que tipo de psic�loga voc� �?

Cl�nica. Trabalhava em um hospital para veteranos.

Estresse de combate. Casos de guerra.

Voc� sabe, adapta��o � defici�ncia.

Por que escolheu esta especialidade?

Era um trabalho que tinha que ser feito.

Pensava que as crian�as ficariam mais atra�das.

N�o, por qu�?

Voc� disse que educou o seu irm�o.

Sim.

O eduquei. E o qu�?

- Quando morreu? - Faz tr�s meses.

Os extraterrestres o mataram.

- O que aconteceu? - �amos em um carro...

...tinha 16 anos, acabava de obter a licen�a para dirigir.

Havia uma curva na rodovia...

...e tivemos que parar porque haviam fechado.

Havia pessoas...

...ou assim pareciam.

Vieram em nossa dire��o.

Havia algo diferente neles.

Eu n�o sei o que aconteceu.

S� senti que nos golpearam.

Bateram em Charlie. E o feriram.

Muito ferido.

Ent�o... o deixaram l�.

E morreu.

N�o precisavam mais dele.

Sim?

Quando?

Certo, adeus.

O que aconteceu?

Hellman morreu de um ataque do cora��o.

Acho que teremos de come�ar de novo.

- Ol�. - Ol�, David.

- Como vai voc�? - Ol�.

� Elyse Reynolds. Trabalha conosco.

- Como vai? - Encantada.

- S�o Mary e Bob Torin. - Vamos nos sentar?

Qual � o plano?

Histeria coletiva, p�nico. Come�ar� em L.A.

Elyse tem um resumo.

Temos que destru�-los, David.

Est� impressionado pelo o que aconteceu a Hellman?

O que voc� acha?

- Adorava o velho maluco. - Eu sei.

Fez a tua p�s-gradua��o com ele.

Sim.

- Vamos come�ar. - Bem.

Tenho um casal de amigos em Sacramento.

Pelo que nos disse Scoville, faria qualquer coisa.

Bem.

Mary, Amanh� ir� para Sacramento. Olsen deve pedir ajuda ao governador.

Conseguirei que Fielding use seus contatos com a Defesa Civil.

Isso nos deveria dar vantagem. N�o acho que funcione...

...mas se tivermos �xito, teremos 3 d�as para provar o contr�rio.

Precisa saber algo mais? Algo que Scoville n�o mencionou?

Uma coisa me intriga.

Por que permitiram que uma humana acessasse a sua informa��o?

Era um projeto complexo e lhes faltava pessoal.

Poucos sabem sobre comportamento de massas.

Voc� trabalhou antes nesse campo?

Era minha especialidade. N�o sabia o que eles planejaram.

Vamos come�ar.

- Ser� um prazer trabalhar com voc�. - Obrigado.

- Boa sorte. - Obrigado.

- Encantada em conhec�-lo. - Adeus.

- Se cuide. - At� logo.

- Adeus. - Adeus.

Vamos entrar.

Quarto 136. � uma emerg�ncia. Precisamos de uma ambul�ncia.

Bob, logo chegar� um m�dico.

Mas n�o podemos esperar. Vamos.

Se diz que quadra, quadra.

J� te enviei os recortes.

Torin conseguir� se salvar?

Os m�dicos acreditam que sim.

� odioso. Tudo o que preparamos...

...eles destr�em.

Chame Jensen.

Jensen?

Se cuide.

Quem era?

Um do grupo.

O Dr. Jensen far� o trabalho de Mary em Sacramento.

- O matar�o. - Se tiver cuidado, n�o.

Cuidado?

E se n�o tiver? E se eles souberem? - Ele far� tudo o que puder.

- E se o matarem, David! - Algu�m o substituir�.

- S�o teus amigos! - Voc� se d� conta do que est� em jogo?

Eu n�o me importo! Est� enviando pessoas para o matadouro.

N�o sente nada? Que tipo de monstro voc� �?

Me escute bem. Se necess�rio, voc� tamb�m ser� sacrificada.

Todos sabiam.

Singeiser, Hellman e Mary. Eles sabiam.

Tamb�m Jensen. Agora voc�.

E o que farei se voc� morrer?

Realizar� o plano.

- Voc� deve se reunir com Jensen. - Sozinha?

Sozinha.

O que devo fazer?

� quase de d�a.

Pegue um t�xi.

V� � rua 4� com a avenida Hopkins.

Existe uma cabine de telefone na esquina.

�s 6 horas tocar� o telefone. Atenda. Ser� Jensen.

Ele te dar� o lugar aonde vai encontr�-lo.

V� at� l� e lhe conte o que sabe.

Voltarei a te ver?

Jensen lhe dir�.

J� passou das 5 horas. Deve ir.

Ol�.

Jensen.

Garagem de �nibus na rua Williams.

Entre a 2� e a 3�. 15 minutos caminhando.

Nos vemos l� �s 6h15.

Dr. Jensen?

Dr. Jensen?

Dr. Jensen?

- O que faz aqui? - Eu te esperava.

- E o Dr. Jensen? - Tinha outro compromisso.

- T�nhamos que nos encontrar aqui. - Sim, �s 6h15. S�o 7h.

- Tinha tr�fego. - Voc� tinha que vir caminhando.

Eu te disse por telefone. 15 minutos caminhando.

Voc� me disse?

Sim.

Jensen n�o existe. Fui eu quem chamou.

- Eu... - Voc� os tem ajudado o tempo todo.

Foi enviada aqui para matar Jensen igual que voc� fez com os Torin.

Me escute...

N�o iam imobilizar Los Angeles porque ainda n�o s�o suficientemente fortes.

Tinham que nos descobrir para nos destruir.

Como n�o puderam tirar isso de mim, enviaram voc�.

Eu n�o queria. Me disseram que n�o matariam ningu�m.

Tinha que faz�-lo.

- Eles t�m o meu irm�o. - O teu irm�o est� morto.

N�o, est� vivo. Eu menti.

Tinha que faz�-lo, se n�o o matariam.

- Quando o viu? - Dois dias depois que me raptaram.

Ouvi uma grava��o de sua voz.

Disseram que o levariam a uma base ou algo assim para cur�-lo.

- Quando o viu? - Falei com ele por telefone.

- E me mandava cartas. - Voc� o viu? Quando?

- N�o o vi! - Porque est� morto.

O teu irm�o est� morto. O deixaram morrer.

N�o acredito em voc�.

Voc� est� me enganando.

Ped� uma verifica��o sobre o acidente...

...e essa hist�ria do rapto.

N�o pode ser.

Conhe�o a sua voz.

O teu irm�o est� morto.

O Dr. Hellman e Mary morreram inutilmente.

Vincent.

Voc� n�o tem sa�da. N�o tem escapat�ria.

� melhor que saia agora.

V�o vir buscar os dois que enviaram.

Elyse preciso da sua ajuda.

Este � o �ltimo aviso.

N�o atire, n�o atire!

N�o!

N�o atire!

N�o atire.

- Quantos existem? - S� Vincent.

O outro n�o veio. Podem peg�-lo pelo outro lado.

Por qu�? Voc� � respons�vel pela morte de dois dos nossos.

Estou horrorizada pelo que fiz.

Mas como lhe diria qualquer psiquiatra...

...n�o o fiz voluntariamente.

Se te chantagearam uma vez poder�o voltar a faz�-lo.

Meu irm�o est� morto.

J� n�o podem utilizar nada contra mim.

- Voc� quer vingan�a. - N�o.

Quero det�-los.

O que te faz pensar que resistir� a eles?

Tenho a culpa pela morte da sua esposa.

Se vim aqui pedindo para...

...me unir ao grupo, acho que sou forte o suficiente.

Se a aceitarmos? O que pode fazer por n�s?

Eu os conhe�o, e sou uma boa psic�loga.

- Vincent? - Sim, se Bob aceitar.

Torin?

Mas tem de ser un�nime.

- E �. - Obrigado.

Agora s�o sete.

Que acreditam...

...conscientes da presen�a de seres extraterrestres...

...determinados a destru�-los.

Talvez para n�s seja o final do principio...

...para os Invasores poderia ser...

...o principio do fim.

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