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O verdadeiro Rei Dem�nio, inimigo do mundo
que enchia o horizonte de medo, foi derrotado por algu�m.
Mas o mundo ainda tem seres desviantes capazes de transformar a era,
com uma centena de dem�nios shura a contorcerem-se nela.
O povo procura um her�i verdadeiro, que leve o mundo � paz.
Essa pessoa tem de ser escolhida.
Bairro Girat�rio Sikma
... como podem ver.
Este era o mecanismo de aparafusamento no Mundo Distante.
Ao mostrar-vos, iria ajudar-vos a perceber qu�o bem funciona.
Viram a velocidade de disparo.
A precis�o tamb�m melhorou drasticamente.
De facto, o desempenho � impressionante.
Ouvi dizer que o Alus, o Corredor Estrela, que matou o Toroa, usou uma arma.
Ent�o, nem o lend�rio Toroa est� � altura de uma arma.
Mas ent�o e o mercado real destas?
Mesmo que consigamos boas armas baratas, � in�til sem compradores.
Claro que h� mercado.
Se os Lealistas do Reino Antigo deitarem as m�os a estas armas,
pode ajud�-los na guerra com Aureatia.
Est�s a dizer que dev�amos vender ao Reino Velho?
Aplica-se a mesma l�gica a Aureatia.
Acredito que o facto de ambas as for�as estarem num estado pr�-guerra
� a raz�o do mercado.
O Reino Antigo � o mercado maior, n�o �?
Aureatia j� tem muitos arqueiros.
- Eu compro. - Fico com 600.
- Eu levo 200. - Poder�amos vender mil.
Muito obrigado.
Pe�o humildemente o teu patroc�nio cont�nuo �s nossas armas de fogo.
Ser� preciso mais do que armas novas para come�ar uma guerra.
S� precisa de um empurr�o.
Ol�.
�s muito pontual, Elgite.
Vou fazer um acordo com o professor de cabelo grisalho.
Pensaste no que fal�mos?
Achas que consegues?
Claro. Roubarei as espadas encantadas que o Toroa, o Terr�vel deixou para tr�s.
Em troca, quero entrar no Reino Antigo.
Claro.
Eu ajudo-te.
- O que � isto? - Uma arma pequena que cri�mos.
Que descuidado.
Queres mesmo dar uma arma a um criminoso?
Considero-te um amigo em p� de igualdade.
Isso n�o parece coisa de quem quer come�ar uma guerra.
N�o? Tudo vai mudar em breve.
A era da igualdade para todos est� a chegar.
O Toroa, o Terr�vel, morreu.
Quanto �s in�meras espadas que colecionou,
agora pertencem-nos.
J� n�o h� ningu�m a guardar essas espadas.
Chefe, o Toroa est� mesmo morto?
N�o vou arriscar a minha vida por isto.
Ou�am! A era da supersti��o e das lendas acabou!
Vamos, escumalha!
Quem possui as espadas est� condenado a morrer.
Antes que aqueles cuja posse se torne conhecida, o ceifador...
O Toroa, o Horr�vel, vai aparecer.
Esta � uma lei da natureza que j� existia
antes do Rei Dem�nio aparecer.
As quatro pessoas que enviei para oeste n�o voltaram.
Tem cuidado.
Uma est� a voltar!
Para.
O que aconteceu aos outros tr�s?
Uma espada encantada? Toroa, o Terr�vel?
Para de dizer disparates. Outros criminosos chegaram antes de n�s.
Nel Tseu, a Espada Ardente.
Quem �s tu?
L�mina Divina Ketelk.
Lan�a de Faima.
Castiga��o c�rmica.
Montanhas Wyte, h� quatro anos
An�o Yakon, o Santu�rio
N�o tens talento para usar espadas encantadas.
�s demasiado bondoso.
� por isso que recebes a vontade da espada encantada
e interfere com as tuas t�cnicas.
Ent�o, s� tenho de rejeitar a sua vontade, n�o �, pai?
Pai, n�o te importas que n�o seja a Morte?
Isto acaba comigo.
Mas se as pessoas v�o lutar pelas espadas encantadas,
talvez fosse melhor que n�o existissem.
Foi o que pensei de in�cio. Uma ideia nova e imprudente.
As pessoas lutar�o, quer haja espadas ou n�o.
Disparate! H� in�meras guerras que n�o aconteceram
porque n�o foram usadas espadas encantadas...
J� matei at� os que foram meras testemunhas.
Civis inocentes.
Fi-lo para que temessem a maldi��o das espadas encantadas.
Posso n�o fazer isso agora.
Ouve com aten��o, Yakon.
N�o h� arrependimento que traga de volta as vidas que tiras.
Nunca diria que o que fizeste foi um erro.
Estou a ver.
De cima... N�o.
Entra na diagonal, pela direita...
Depois, abre fogo!
Ataca!
�s forte.
Sol do Solo Podre.
Tamb�m viste atrav�s da minha espada encantada?
Mais uma vez. Devia apostar a minha vida, mais uma vez.
Esta minha vida n�o vale nada.
Um item m�gico de fogo!
Deves pensar que te podes defender desta foice.
Isso mesmo.
Eu sou...
Toroa, o Terr�vel.
Eu fico com isso. A M�o de Kio.
Pai!
N�o morras! Pai!
Desculpa. Desculpa, pai.
Vou recuperar a espada encantada.
Eu substituir-te-ei. Assumirei o comando de tudo. Pai...
Yakon... Obrigado.
A Agulha da Chuvada.
Mushain, a L�mina Uivante.
Wailsever.
Gidymel, o Ponteiro.
Espada Malvada Selfesk.
Vajgir, a L�mina Gelada.
Inrato, a Foice do Repouso.
Toroa, o Terr�vel.
Ent�o, que espada encantada escolherei?
Ele � o �nico que possui capacidades semelhantes �s das hist�rias de fantasmas,
bem como uma for�a f�sica que os ultrapassa em muito.
Aquele que possui in�meras espadas encantadas reunidas
ao longo dos s�culos.
Aquele que transcendeu o seu eu original,
que domina as t�cnicas secretas de todas as espadas encantadas.
Ele � um ceifador que se ergue
das profundezas do submundo para obter destinos amaldi�oados.
Alus, o Corredor Estrela... Vim buscar algo em troca.
Ele � o Ceifeiro da Morte. Ele � um an�o. Ele � o Toroa, o Terr�vel.
Toroa, o Terr�vel. Uma entidade que chacina donos de espadas.
Bairro de Gakana Saltpan, Costa
Por favor, Wordmaker.
Por favor, protege a minha filha.
A fonte de calor est� a interferir na an�lise.
Devo desmantel�-la?
Estou mais forte!
Um ser vivo!
Poupa a crian�a.
Esta crian�a? � mau se esta crian�a morrer?
Uma maior pode substitu�-la.
Por favor... Por favor!
Isso n�o vai resultar! Porque eu sou a mais forte!
Sou a Mestelexil!
A filha mais forte da minha m�e!
Nemerhelga. Sou mais forte!
A minha m�e...
De Reshipt aos olhos do Haresept.
Bolhas a flutuar em ouro. Fim do canal. Arde.
Sou a mais forte!
Destrui��o do alvo completa. Agora, a prova final, o meu pai.
Aquele raio de calor n�o � o meu desenho?
Est�o todos a copiar as minhas coisas.
Est� muito mais miniaturizado do que o montado
no Golem da Masmorra de Nagan.
Diria que este combate acabou.
Como autoproclamados Reis Dem�nios,
deve haver outras formas de competirmos.
- Outras formas? - Sim, porque este combate acabou.
- Este jogo ainda n�o acabou. - A s�rio? Que mais sabes fazer?
Isso � Mestelexil, a crian�a invenc�vel deste Kiyazuna, o Eixo!
Asas transformam-se em cinzas. Enchem a pele da carapa�a da estrela.
C�u pequeno e tr�mulo, apanhado numa espiral...
Movimento confirmado.
A forma de luz volta a aparecer.
De Reshipt aos olhos de Haresept.
Bolhas a flutuar em ouro. Preenche o vazio. Arde.
Bloqueando o calor com uma estrutura multifacetada?
Aprendeu a contrariar o ataque do Reshipt com um s� golpe.
Aprende com a morte. � a sua fun��o principal.
A regenera��o de Golem...
Esta t�cnica de se reconstruir pode ser usada em qualquer situa��o.
Sou o mais forte!
Destruir a entidade dentro da armadura.
Isso j� n�o funciona. Eu...
Um hom�nculo � o n�cleo? Que inesperado.
� isso que pensas?
Divide as 64 treli�as.
Quatro s�mbolos no nexo dos ramos retr�grados.
A segunda fun��o, regenera��o de hom�nculo.
Esta t�cnica de se reconstruir pode ser usada em qualquer situa��o.
Eu n�o vou morrer!
Pensar que at� um Golem tem uma fun��o na Arte das Palavras...
Como criaste uma m�quina destas?
J� te disse, n�o s�o m�quinas. S�o todos meus filhos.
Crio os meus filhos com toda a sinceridade.
Os meus filhos, que s� nascem assim.
Ataca-me, Nemerhelga!
Por mais capacidade regenerativa que tenha,
duvido que volte, se for arrastado para as profundezas do mar.
Afinal, venci.
Dentro da lama. Devorar calor.
Quando se tornar prova de novas transgress�es, aqueles dois...
Presos numa espiral de rota��o. Remo��o o eixo do vazio da chegada.
A forma de luz volta a aparecer.
De Reshipt aos olhos de Haresept.
Bolhas a flutuar em ouro. Preenche o vazio. Arde.
De certeza que n�o...
O Mestel pode criar Exil.
O Exil pode criar Mestel.
Qualquer s�tio que as vozes deles alcancem.
Queres dizer que geraram o corpo � vez e voltaram para Terra?
Reshipt! O teu pai perdeu! Acaba com esta experi�ncia!
A terceira fun��o.
Consegues desempenhar, n�o consegues, Mestelexil?
De Exil a Mestel. Disson�ncia de mergulho. Extin��o do enxame. Rota��o de cone.
Penetrar. GAU19/B.
Enquanto tiverem corpos nascidos num Mundo Distante,
nunca poder�o usar a Arte da Palavra.
No entanto, conhecem armas do Mundo Distante.
Nunca te questionaste? E se pudessem usar Artes Manuais...
Kiyazuna, o que est�s...
Deitei a m�o a um visitante que era um acad�mico de l�.
Usei-os como base para criar um hom�nculo.
Fi-lo para poderem usar a Arte das Palavras.
Fui completamente derrotado.
S� mais uma coisa.
Porque � que o raio de calor n�o queimou o hom�nculo da armadura?
A quarta fun��o. Um feiti�o de duas vias.
N�o podes matar Mestel e Exil ao mesmo tempo.
Protegi o pequeno!
Afasta-te! N�o conto a ningu�m!
S� queria mostrar o mar a esta crian�a.
Toma!
Isto!
Para mim? Boa! � bonito!
Ele � aquele que usa a Arte das Palavras que chegou ao reino da verdade,
capaz de gerar at� a sua pr�pria vida.
� aquele para quem, se um ficar, um se regenera.
Os dois n�o podem ser mortos em simult�neo.
� aquele que ganha conhecimento de outro mundo
com cada ciclo de morte e renascimento a crescer infinitamente.
Ele � uma forma de vida de combate perfeita,
cuja invencibilidade foi provada pela l�gica da inevitabilidade.
M�e!
Olha! Uma flor!
Uma flor!
Mestelexil! Este tipo de coisa...
Aqui...
Tens de cuidar melhor dela.
Ele � um Criador. Ele � um Arquiteto. Ele � um Golem. Ele � um hom�nculo.
� Mestelexil, a Caixa do Conhecimento Desesperado.
Muito bem, passemos � pr�xima. Vai ser muito mais divertido.
Pr�xima? Como os soldados de antes?
Mais divertida do que matar o povo do Reino Velho.
Matar a Tempestade de Part�culas...
Tr�s dias para a calamidade
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