All language subtitles for Asesino.del.Olvido.S01E08

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Original subtitles

Vim agradecer, não preciso mais da sua ajuda.

Tem certeza de que não é o sangue da vítima, sim?

O cara morreu asfixiado.

Não fui clara? Não quero nada com você.

Sim.

Sua assinatura aparece nos casos do juiz.

Uriel Domínguez. Lembra?

As memórias do incêndio o atormentavam.

- Francisco Pira! - A que devo a honra?

O nome é Miguel Hernández Simán.

O que foi?

- Sou Lucas Pérez. - Olá, garoto!

- Quero que fale do seu irmão. - O que morreu?

Acontece que a garota foi estuprada por Ángel.

Uriel ficou muito bravo.

Ele ateou fogo no telhado.

Essa é para você.

Vou encontrar aquele maldito filho da mãe

e vou matá-lo.

Leve isso.

BONETE CONSTRUTORA

Não deixem sobrar nada, caras.

Então o gatinho já tem dez mortos?

E mais o suicídio do gêmeo.

É possível que ele também esteja envolvido nisso.

Não sei o que fazer, Eusébio.

Há semanas que estou atrás dele.

Bem, Jimena, qual é a sua hipótese?

Há anos, um imigrante de El Salvador

foi linchado e queimado vivo com a família

pelas mesmas pessoas que agora estão sendo mortas.

O que nos leva diretamente ao entorno

do salvadorenho e sua família.

Não.

Porque o irmão não tinha muita informação.

O que disseram foi que o irmão havia estuprado uma menina.

E a menina?

Ninguém sabe nada.

Nenhum nome, nada.

Tem algo que não fecha.

Se ele tivesse estuprado a menina,

ela teria sido vingada por toda a cidade, não?

Mas então ela, ou alguém próximo dela,

está matando esses mesmos "vingadores".

Mas não acho que Ángel a estuprou.

Acho que o povo da cidade está escondendo algo.

Estão escondendo algo sobre a morte dos salvadorenhos.

Você acha que o gato é ela?

Não.

Não. Acho que talvez esteja morta.

Mas se não é ela, então quem?

Jimena,

melhor se perguntar,

por que o gato pede sua ajuda diretamente?

Não precisava vir, eu poderia falar pelo telefone.

Queria te ver, e agora tenho muito tempo livre.

E? Do que precisa?

Queria ver se pode encontrar informações

sobre suicídios de garotas em Asunción de la Sal

de quinze anos para cá.

Sim, claro. Posso saber para quê?

Lembra que Miguel me contou sobre uma menina?

Acho que ela se matou.

Certo. Vou investigar.

Agora que não sou um perigo para sua investigação,

de quem é a mancha de sangue no apartamento de Priscila Romo?

Que mancha de sangue?

A mancha no tapete.

Uma que estava na mesa com as coisas quebradas,

longe do corpo.

Achei que com isso identificariam o assassino.

Não, Pira, no arquivo não dizia nada sobre uma mancha.

Eu estive lá e tirei uma foto.

Uma mancha grande no tapete.

Tenho no computador, quer ver?

Depois vou à CODIP para revisar o arquivo.

Vai ter que fazer muitas perguntas.

- Muito obrigada. - Volte sempre.

O que é isso, Gabriel?

É daquela casa, não é? Por que guardou na gaveta?

Não deixaram nada, Rosa. Fizeram a casa desaparecer.

Como se nunca tivesse acontecido nada.

Como se nunca tivéssemos feito a barbaridade que fizemos.

Que bom! Já era hora desta cidade virar a página.

E você parar de choramingar pelos cantos com essa pedra.

Isso vai para o lixo.

Jogue fora.

Jogue fora.

Isso não vai apagar o que aconteceu.

Por mais que você esconda de sua filha,

Deus sabe e um dia ele vai nos castigar.

Fale por você. Eu não fiz nada.

- Foi você, Zampayo? - O quê?

Calma, o que foi?

No apartamento de Priscila havia uma mancha de sangue.

Só uma? O sangue do juiz estava todo...

Priscila Romo foi asfixiada.

O sangue pode ser do assassino,

mas não está nos arquivos.

E se não está no arquivo, como você sabe?

Quem te passa informação, Jimena?

Tolsá vai saber disso.

Confirme primeiro para não nos fazer trabalhar à toa.

Se estou dizendo é porque já confirmei, Garduño.

Alguém está apagando provas.

Hoje eu brindo para que dessa vez não venham bandidos

para estragar nosso jantar.

Por favor, aqui não.

Saúde.

Vamos dançar?

Em que está pensando?

Que alguém está fazendo de tudo para que o caso não se resolva.

Fogo amigo.

Mas nem Zampayo, nem Garduño, nem eu fomos à cena do crime.

Estávamos em Asunción.

E quem esteve?

Gutiérrez, um perito meio incompetente,

mas ele me mostrou o relatório. É condizente.

- Você revisou o que pedi? - Sim.

Nenhuma mulher se suicidou em Asunción de la Sal.

É pouco provável, não é?

Ou aquele vilarejo é um refúgio para as mulheres mexicanas...

Ou estão escondendo algo.

Típico de Asunción.

Não posso confiar em ninguém.

Você pode confiar em mim.

Bom dia, senhor.

Vou fazer o café da manhã.

Só tem um problema.

Não tem café. Vou sair para comprar.

Eu...

Quer ir?

Está bem.

Vou picar as frutas.

Se encontrar, pode trazer pão doce?

Sim.

Posso te perguntar algo?

Foi incrível.

Eu adorei.

Não precisa perguntar.

Quem é você?

Sua amante de ocasião.

A desconhecida que você encontrou ontem à noite num bar.

Não lembra?

Ande, vá buscar o café

antes que dê vontade de fazer outra coisa

e não o café.

Depressa.

Escute, este é meu carro.

Desculpa, eu me confundi.

- É seu carro? - Sim.

Falta um pedaço do tapete.

Essa mancha foi extraída para análise.

Tem certeza de que estava aqui?

Sim.

Quem está sabotando nosso trabalho?

Tenho que voltar a Asunción

para revisar os arquivos dos peritos.

Parece que houve suicídios.

A casa dos salvadorenhos foi derrubada.

O quê? Quem deu a ordem?

Vou averiguar.

LOCAL INTERDITADO

Construtora Bonete, Guerra.

Construtora Bonete? O que é isso?

É a empresa de Olmo Bonete.

Ele está ligado a vários governadores corruptos.

Foram eles que derrubaram a casa queimada.

Que coincidência, Olmo também é de Asunción.

- Vou atrás dele. - Vou com você.

Não, vou sozinha. Mande a localização da construtora.

Às suas ordens.

Por favor.

Cuidado.

Heroes.

Rua Heroes.

Olá!

São 250 por uma posição,

você paga o quarto, o que acha, papai?

Não, eu já tenho amante de ocasião.

Mas eu faço mais gostoso.

Você conhece um mariachi que vem sempre aqui

chamado Adrián?

Não.

Você está perdido?

Um pouco, sim.

Está procurando sua casa.

Só me lembro que tenho, em uma parede,

muitas fotos de várias pessoas.

De quem?

Posso?

Voltem a trabalhar, preguiçosas! Mexam-se!

- Onde está meu dinheiro? - Que dinheiro?

Não se faça de idiota, da sua conta!

- Eu te dei tudo. - Solte-a, está louco?

O que você quer, gorda maldita?

Vou te ensinar a não passar dos limites, palhaça.

Não estou passando de nada, não seja babaca!

- O que disse? - Me solte!

Escute.

E você, o que quer? Vai pagar?

Senão pare de manusear as mercadorias, velho.

- Sim. - É um velhinho, não viaje.

Você me disse três vezes o que tenho que fazer,

qual é a sua, vadia?

Me largue!

Quem te ensinou a bater em mulheres?

Seu pai?

O que você disse?

Nada ainda?

Ele está estável, mas o transplante é urgente,

o fígado não aguenta mais.

Que barra, não é?

Não aguento mais, Zampayo.

Estou esgotado.

Se meu menino morrer, Zampayo,

qual será o sentido de tudo que faço?

Sem açúcar e sem lactose para Diego.

A mancha estava mesmo lá.

Não pode ser.

O que o Tolsá disse?

O que diria?

Para pegar o assassino primeiro e depois dizer ao secretário.

Sabe de uma coisa?

Isso é uma palhaçada.

Vai ficar bem?

Sim. Mas só posso sair daqui quando ele sair dessa crise.

Você me cobre?

Claro.

Boa tarde.

Venho ver o Sr. Olmo Bonete.

Diga a ele que é urgente.

- Entre, por favor. - Obrigada.

Sr. Bonete, bom dia.

Fique à vontade, ele já virá.

A policial estrela do país

visitando um humilde empresário.

A que devo esta honra?

Quero saber por que seus homens derrubaram uma casa em Asunción.

Quem deu a ordem e por quê.

Fui eu, por humanidade.

Essa lembrança já causou dores demais ao povo do vilarejo.

Primeiro, aquela tragédia horrível,

e agora o suicídio do pobre Uriel.

E por que derrubaram agora, quando investigamos o suicídio?

Desculpe, eu não sabia de nada de suas investigações.

Ouça, até onde sei,

não havia uma ordem judicial que me impedisse.

O prédio era minha propriedade.

Ali nós vamos construir um centro comunitário.

Justo na semana passada,

o governo nos deu todos os fundos.

Mas é preciso ter pressa,

porque temos que gastar antes de terminar o ano fiscal.

Você sabe como são essas coisas.

Diga, que relação você tem com essas pessoas?

Todas são perdas muito dolorosas.

Amigos queridos,

gente muito boa.

Eu só peço a vocês

que façam seu trabalho como deve ser

e que peguem este animal para atirá-lo na cadeia,

pelo bem de Asunción de la Sal.

E agora, se me der licença, me faltam três quilômetros,

e tudo na subida.

Muito obrigada, senhor empresário.

Bem, serão 15 dias úteis para a resolução.

Próximo.

Próximo!

O que veio denunciar?

Não... Não é...

Acho que estou perdido.

Sabe seu nome?

Sabe ou não sabe, senhor?

Não me lembro.

Bateram na sua cabeça?

Vou chamar atendimento médico.

Não... Não me lembrava que tinha batido a cabeça.

Não tem nenhuma identificação?

Só tenho isso, mas não entendo nada.

O que acham?

Enquanto o Gato assassino executa impunemente,

cidadãos pacíficos como...

Esse sou eu!

As autoridades policiais continuam nos enrolando.

Sim, claro, você deve ser o Gato...

Não, na verdade, não.

Sabe de uma coisa? Me lembrei de onde moro.

Vou embora porque acho que deixei o aquecedor ligado.

Mas como? Espere, senhor!

Com licença, senhor secretário.

Sou Diego Garduño da CODIP.

Sei quem você é, Garduño, conheço meus agentes.

O que deseja?

Lamento informar que o comandante Tolsá

está ocultando informação do senhor.

Houve manipulação de arquivos e desaparecimento de provas

no caso do Gato.

Espere aí, como é isso?

Não acho que ele está envolvido,

mas acho importante que o senhor esteja informado.

Está implicando a seu superior, Garduño?

Me preocupo muito com o que este caso

tem significado para a corporação.

Houve vazamento de informações confidenciais.

Imagine se a imprensa soubesse, senhor secretário.

A CODIP não precisa de outro escândalo.

Por isso me atrevi a vir, peço que me desculpe.

Com sua licença.

Guerra.

Veja isto.

As datas coincidem.

ARQUIVO

Rebeca Marín.

Você está bem?

É ela?

Espere por mim!

É um segredo.

Estamos trabalhando nisso, senhor.

Já chega.

Neste caso, já fiz vista grossa para muitos erros seus, Martin,

pela amizade que nos une.

Mas isso aqui já é uma palhaçada.

Com todo respeito, senhor, isso não foi um erro.

Tem gente aqui dentro manipulando informações.

Ocultando provas, e não sou eu.

Não, Martin. Isso é um erro, sim.

E é um erro seu!

Quando os membros da equipe fazem o que querem,

o problema não está neles, mas na cabeça.

E é preciso cortar a cabeça.

Estamos muito perto de localizar o assassino,

ainda não terminou a semana de prazo que nos deu.

Não, Martin, não!

Há um limite para a minha paciência e a do povo.

Você está fora.

Sinto muito, mas não tenho outra escolha.

Esse arquivo foi trazido por um agente meu, não foi?

Isso é informação confidencial da CODIP.

Não é mais sua incumbência.

Como vai, Pascual?

O que aconteceu com você?

Eu caí.

Caiu como?

O que esperava? Seu avô está velho.

Escute, sua namorada não para de ligar.

Cada vez parecia mais brava, eu ligaria de volta.

- Que namorada? - A Nuri, não é?

Nuri.

Nuri!

Caramba!

Entre, Garduño.

Diga, comandante.

Queria entregar isto pessoalmente.

- O que é? - Minha renúncia.

O secretário me pediu para apresentá-la.

Ele estava muito bravo e eu sei que o mérito é seu.

Pensei que você gostaria de guardar uma cópia.

Por que acha que teve a ver comigo?

Ora, Garduño,

acha que não sei quem você é depois de tantos anos?

Desde que a CODIP se formou, você quis o meu cargo.

Parabéns, é provável que amanhã você seja nomeado.

Lamento que tome isso de maneira pessoal.

Desejo tudo de bom para você, comandante.

Não, melhor desejar

que eu não descubra suas limpezas de prova, cobra.

Porque mesmo fora daqui, vou te vigiar de perto.

Nuri.

Está aí?

Sou eu, Pascual.

Você tem razão de estar irritada, mas...

peço que abra para mim, amor.

Nuri?

Sei que está aí dentro,

e não vou embora até você me receber, ouviu?

Para que você veio?

Para pedir seu perdão, o que mais seria?

Eu me preocupei muito.

Pensei que tinha acontecido algo com você.

Sinto muito, não era minha intenção.

Peço que me desculpe, por favor!

Foi embora sem mais nem menos,

me deixou esperando como uma idiota!

- Você se diverte com isso, não? - Não é isso!

É que eu...

Você o quê?

Eu não me senti muito bem nos últimos dias e...

A única coisa que pedi, desde o princípio,

foi para ser sincero, não?

Estou tentando!

Até agora?

Nuri.

Não sou a pessoa que você pensa que sou.

Às vezes faço coisas...

Coisas que não são boas e que...

Poderiam te colocar em perigo.

Do que está falando?

Eu sou...

Eu sou...

O que houve com seu rosto?

Fui assaltado.

Não!

Sim, hoje de manhã.

Como?

Quando foi comprar o café?

Foi um sequestro-relâmpago.

Eles me retiveram até pouco tempo atrás.

Que barbaridade!

E eu aqui dando bronca, desculpe, por favor!

Me desculpa.

Entre, vou colocar uma... Que lindas flores!

Vou colocar uma pomada aí.

Está muito inchado, que selvagens!

Venha.

Que barbaridade.

Mãe, olhe, por favor.

Você se lembra dela?

Jimena, tive centenas de alunos,

como vou me lembrar de todos?

É que não me lembro bem, mas...

tenho a sensação de que éramos amigas.

Mas então você deveria lembrar.

O que tenho a ver com isso?

Ela se matou três anos depois que você me tirou daqui.

Coitadinha.

Que menina bonita.

Deixe aí.

Olá.

E esse hematoma?

Ele disse que caiu.

Sim. Ou acham que ando brigando na minha idade?

Vou tomar banho.

Podemos saber por onde andou?

Com minha namorada.

O amor, o amor.

Veja só, Jonás, nunca vi seu avô tão apaixonado,

nem mesmo com minha mãe.

Já tinha escutado sobre a segunda infância,

mas nunca de uma segunda adolescência.

Que chata.

Vou para o quarto.

Você também já passou a noite fora

e eu não disse nada.

Foram só algumas noites.

Onde você estava?

Com algum desconhecido ou com um palhaço, como sempre?

Ouça.

Eu passo minhas noites com quem me der na telha.

Filha, mesmo que não acredite,

eu ainda tenho que cuidar de você.

Cuidado com quem você anda.

Era uma menina muito inteligente.

Muito calada.

Mas era uma menina muito esperta.

E muito aplicada também.

Na verdade, não me lembro muito dela.

Ninguém se lembra dela porque era muito tímida.

Tenho imagens na cabeça, mas muito turvas.

Ana.

Venha.

Venha, venha cumprimentar nossa xerife.

Ouça.

Cumprimente.

- Boa tarde. - Olá.

É minha esposa.

Ande, traga outro chá para Jimena,

mas dessa vez esquente bem.

Sim? Deixe no fogo um tempo.

- Você não aprende. - Desculpe. Com licença.

Desculpe.

Mais ou menos quando você saiu da escola,

ela desapareceu da noite para o dia,

não soubemos mais nada dela.

Já era tarde quando soubemos

que ela havia tomado veneno, acredita?

Conhece alguém além da avó dela?

Não. Eram só a avó e ela.

Depois da tragédia de Rebeca,

a avó foi embora do vilarejo.

Professor, posso usar o banheiro?

Sim. Ana, ela vai ao banheiro!

Diga a Ana para mostrar onde é. Ela te leva.

Com licença.

Nuri?

Como está, meu amor?

Há menos de duas horas que saí da sua casa

e já estou com saudade.

Queria propor...

O que acha de uma viagem no fim de semana?

É um vilarejo próximo, faz tempo que não vou lá.

É muito bonito.

Você vai adorar.

Combinado.

Então saímos na sexta-feira.

Sim.

Sim, foi o que eu disse.

E ainda tenho coisas pendentes.

Mas que coisa pendente pode ser mais importante

do que passar tempo com uma mulher tão linda?

Certo.

Combinado.

Então passo para buscar você

às oito da manhã, para não pegar trânsito.

Olá.

Você não foi à reunião que convocamos, foi?

Se quiser me contar algo, pode confiar.

Ela veio aqui.

Quem?

A avó daquela menina.

Eu tinha acabado de me mudar para cá quando tudo aconteceu.

A morte da Rebeca?

Ela e eu tínhamos mais ou menos a mesma idade.

Mas ela me dava...

Não sei.

Me dava tristeza, coitada.

Um dia a avó chegou com um caderno, estava chorando,

e disse que queria vê-lo...

Disse que, no caderno, a neta dizia por que fez aquilo.

Por que tirou a própria vida.

Queria que Pablo ajudasse a ler.

Ele leu?

Não. Eu disse a ela para levar à polícia,

mas ela me disse que tinha medo e não queria problema com eles.

Eu insisti até que a convenci.

E ela me disse que logo iria entregar.

Nunca mais a vi.

Depois descobri que tinha morrido.

Por que você não quis que seu marido lesse?

Eu era só uma criança quando tudo aconteceu.

Como confiar em um homem que se casa com uma criança?

Você conseguiu ler algo?

Não, ele teria descoberto.

Ele nunca quer que eu fale com ninguém.

E além disso...

O que eu poderia fazer por elas?

Ana.

Por favor, não diga a ele que te contei.

Jimena.

Aqui estão todos os meus segredos.

- Posso ver? - Não.

São segredos.

Mas posso te contar uma coisa.

E você gosta dele?

Muito, muito.

E ele já me disse que vamos nos casar.

Bem, vamos.

MATAR

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