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- Art Subs - 9 anos fazendo Arte para voc�!
JONATHAN
Metade para voc� e metade para mim.
Vamos. Ei!
Voc� vai se livrar de mim em breve.
Pare de besteira.
Logo vai estar de p� sozinho, e ent�o vai me ajudar.
Voc� n�o pode me deixar sozinho com sua irm� neur�tica.
Ela disse que viria visitar voc� em breve.
Est� vendo esta cicatriz aqui?
Ela que fez isso.
Ela quase arrancou meu olho.
Seu av� sempre me disse:
"Sua irm� n�o � maricas como voc�".
Mas quem foi que construiu tudo isso, hein?
Eu constru�.
Eu fiz tudo isso,
para voc� e sua m�e. N�o � verdade?
Voc� � �timo com os animais.
Isso me deixa feliz, Jona.
Agora, d� o fora.
Como era a mam�e?
N�o consigo me lembrar dela.
Quero dormir.
Qual �, papai!
- N�o sei nada sobre ela. - Foi h� muito tempo, Jona.
Foi h� muito tempo.
Ele perguntou sobre voc�.
Por que voc�s n�o se falam?
- H� muito o que fazer agora. - Sempre h� o que fazer.
Mas n�o resta muito tempo.
N�o h� nada para se falar.
Ele � seu irm�o, droga!
Eu sei que voc� realmente se importa.
Poderia parar com isso?
Cara!
Vamos, Maik!
N�o deixe os outros fazerem tudo.
- As meninas s�o mais r�pidas. - Como �?
Minha vara � curta. � muito pequena.
� uma droga ter uma vara pequena, hein?
Cale a boca.
Os �teros das vacas s�o maiores do que suas bolas.
- Voc�s dois, parem com isso! - Algum problema?
J� chega!
Mal aprenderam a mijar em p� e j� est�o falando merda.
- Voc� cuida disso, Lasse? - Claro.
O qu�?
Desembuche.
Eu vou estudar.
S�rio. Eu fui aceito.
N�o me olhe assim, cara.
- Com suas notas de merda? - Sim. Teologia.
- Teologia? - Sim.
Complementar em estudos africanos. Sem restri��es de admiss�o.
Pedirei um empr�stimo estudantil e vou aproveitar a vida!
E, finalmente, sair daqui.
Dar o fora dessa maldita "zona morta".
Quando acabar...
ent�o, apenas acabou.
Me poupe do maldito fedor hospitalar.
Bela mo�a.
Merda.
Ele vai se curar rapidamente.
- Quer um? - N�o, na verdade, n�o fumo.
Vou trazer um pouco de unguento amanh�.
N�s nos conhecemos?
Anka.
Estou aqui para ajud�-lo com seu pai.
Martha?
Ela me chamou.
Sonhei com um anjo...
que me ajuda a adormecer.
Ela � realmente linda.
Sim.
� a minha m�e.
Ela morreu em um acidente de carro.
Desculpe, sinto muito.
Virei amanh� para ajudar voc�.
- Bom dia. - Oi.
Isto � para voc�. Abre todas as portas.
Voc� pode colocar suas coisas ali no arm�rio.
Pegue tudo o que precisar.
Pode ir.
N�o � como a cidade.
Ar fresco.
Eu nunca poderia viver em uma cidade.
Muito barulhento, muito agitado.
� como dizem: uma vez fazendeiro, sempre fazendeiro.
Mas eu tinha todo tipo de ideias idiotas quando jovem.
Meu sonho era ser um nadador, junto com Ron, meu melhor amigo.
N�s trein�vamos juntos.
Ron era um idealista.
Por isso ele seguiu essa carreira em considera��o a mim.
Eu sempre estava na fazenda.
Herdei do meu pai...
- Eu ganho algo disso? - Algu�m tinha que cuidar do gado.
Sinto muito. Receita especial para Burghardt.
- Eu n�o tive escolha. - Ent�o vamos fazer um acordo.
Voc� me d� um pouco do que quer que seja,
ou ter� que entrar entre meus len��is.
Vou te dar um pouco,
assim n�o serei obrigada a entrar entre os seus len��is.
Qual o problema, papai?
"Qual o problema, papai?" Isto!
Estas p�lulas, todos os dias!
- Se acalme. - Estas p�lulas! A merda toda!
Eu n�o quero mais! Eu n�o posso continuar!
Assim voc� se livraria de mim!
Merda.
Pense em voc� tamb�m, cara. � o que eu te digo.
Quero dizer, venha comigo para Berlim.
Vamos alugar um apartamento maneiro,
com uma dessas banheiras de hidromassagem
e uma varanda enorme.
Vamos curtir o dia inteiro de roup�es de banho e charutos.
E as garotas s� ser�o permitidas de biquini.
Isso.
Estou falando s�rio, Jona.
As mulheres s�o t�o safadas.
S�o completamente depiladas. E o jeito como elas andam.
Tem algo rolando entre voc�s?
J� emplacou?
Cara, voc� me mata! Chame ela para sair.
Se n�o fizer, eu farei.
Eu j� chamei ela para sair.
Lasse!
- Vai sonhando. - Lasse!
- Volte aqui! - Qual � o seu problema?
Ela � sua. Eu n�o a quero.
Eu vou peg�-la.
Martha.
Como isso foi acontecer?
Voc� estacionou no meio do caminho.
E isso � melhor?
- Claro que �. - Ei, estou falando com voc�.
Martha.
Aquela garota, Anka, est� aqui agora. Eu arrumei ela.
- Ela vai ajudar ele. - Ajudar ele?
Sim.
- Mas eu quero... - Amanh�, Martha. Hoje n�o.
Eu quero empinar pipas como nos velhos tempos.
- Agora � hora de dormir. - N�o!
Nunca fazemos o que eu quero fazer!
Apenas olhe para mim.
Se isso continuar, ent�o...
vou acabar como sua m�e.
N�o.
O que voc� disse?
Papai!
Pai, consegue me ouvir?
Consegue se levantar?
Seu velho est�pido! Seu velho est�pido.
Sente, por favor.
Ele est� sob medica��o?
Ele est� em tratamento?
Ele est� na segunda rodada de quimioterapia.
C�ncer de pele. Se alastrou para a cabe�a.
Por favor, sente-se.
Est� �timo.
Quero dizer, estar� quando tiver terminado.
Ainda n�o est� terminado, est�?
Ei, venha aqui.
Voc� est� bem menos feio do que estava ontem.
Quase apresent�vel.
Obrigado.
Uau.
� apenas um hobby.
Est� maluco?
Vou comprar um.
Vou comprar todos, quando tiver dinheiro.
Voc� pode pagar em parcelas.
O que est� fazendo aqui?
Estou procurando por Burghardt.
- Ele n�o est� bem. - Ele n�o est� aqui.
Depois de todos esses anos.
O que aconteceu?
- Martha, por favor. - Voc� est� morto para mim.
E � melhor permanecer assim.
Martha, eu queria...
Ei!
Que diabos foi isso?
Continuem.
Qual � o problema dela?
N�o fa�o ideia do que se trata.
Porra!
Martha?
Eu tenho que ir. Estou indo � igreja.
N�o faria mal voc� ir de vez em quando.
Papai.
Estou bem.
Eu sei...
Pensei que a dose de ontem ia me matar.
Veio acabar o servi�o
com um ataque farmac�utico em larga escala?
N�o, Anka preparou uma deliciosa sopa de frango.
Com p�o fresco assado por dois ex-viciados.
- V� o quanto Martha os ensina? - Martha isso, Martha aquilo.
Mas ningu�m se importa que eu preciso de voc�.
A natureza transforma as almas deles.
- Certo, vamos. - Est� bem.
Vamos comer sopa. Voc� � irritante.
Voc� que � irritante.
Ouvi isso!
- O que est� fazendo? - Pescando.
Saia da�, vai pegar uma doen�a.
N�o se preocupe, isso s� acontece
com as mulheres que nunca transaram.
Voc� � louca, Anka.
N�o! N�o!
Voc� tem belos...
Peitos?
Sim.
- Est� bem. - Ainda preciso disso.
- Quer de volta? - Devolva minha rede.
Ent�o eu quero um peixe grande.
Certo, l�cio ou truta?
Pegue uma truta.
Para voc�.
Eles s�o bons.
- Muito bons. - Sou designer, garota.
Estou falando s�rio. Devia fazer algo com isso.
A vida n�o espera por voc�, eu aprendi isso.
Quem era aquele cara no outro dia?
O qu�?
O cara com o qual voc� estava discutindo.
Ningu�m.
Um velho admirador.
� assim que trata antigos admiradores?
Minha vida n�o � da sua conta.
N�o preciso explicar nada para voc�.
Vai pra merda!
- Oi. - Oi.
Ainda tem muito o que fazer?
Estou quase acabando, por hoje.
O que vai fazer com todo o seu tempo livre?
Vou encontrar algo para fazer.
Como o qu�?
Ai! Ai!
Desculpe.
Papai!
- Eu sinto muito. - Tudo bem.
Vamos l�, levante.
- Vou chamar um m�dico. - N�o!
N�o, eu vou chamar.
- N�o consigo mais fazer isso! - Voc� consegue.
- Eu n�o aguento mais! - Voc� consegue!
Tudo bem. Voc� vai ficar bem. Vou chamar uma ambul�ncia.
Algu�m estar� aqui em breve.
A ambul�ncia j� vai chegar e tudo ficar� bem.
Tudo bem. Tudo bem.
Voc� pode continuar?
Ainda tem alguma for�a, papai?
Voc� n�o tem coragem?
N�o h� nada que eu possa fazer.
Saia.
Agora.
- Martha, eu... - Aqui.
Ma��s Boskoop. S�o as favoritas dele.
Sinto muito.
Me desculpe.
Voc� est� pronto para sair?
Como voc� est�?
Estou meio ocupado morrendo no momento.
Preciso me sentar.
Este � Ron. Este � meu filho, Jonathan.
- Rony, n�o �? - Sim.
Temos uma porca chamada Ronja.
Jona, vai me levar para casa?
N�o se anime, Jona.
Est� bem, eu posso fazer isso.
- Posso fazer alguma coisa? - Eu cuido disso, obrigado.
- Ah, n�o. - Tudo bem, eu cuido disso.
Recentemente...
por alguma raz�o, papai tem estado...
triste de uma maneira diferente.
Eu n�o sei.
Quando ele morrer, ent�o...
- As toalhas est�o ali. - Obrigado.
Eu tive outro pesadelo.
Foi com Gerti, em meu casamento.
Jonathan estava l�,
t�o velho quanto agora, embora ainda n�o tivesse nascido.
E havia trigo crescendo dentro da igreja.
Havia um campo dentro da igreja.
Caminhamos em dire��o ao altar.
O padre era t�o pequeno que apenas a cabe�a dele aparecia.
Enquanto levava Gerti ao altar,
eu tropecei em algu�m deitado no ch�o, na grama.
Ron estava deitado l�...
com o equipamento de seguran�a dele,
mexendo em uma mina.
Ele se virou para mim lentamente,
abriu a viseira do capacete
e apenas balan�ou a cabe�a.
E foi isso. Ent�o...
Bang!
J� vi pessoas em que...
quase todos os �rg�os haviam falhado,
mas ainda n�o podiam partir.
Alguma coisa as seguravam.
Algo inacabado.
Se voc� quer morrer...
precisa deixar a vida entrar.
Mesmo que seja apenas por um dia.
Gerti tinha um vestido como esse.
Mas tinha flores.
� t�o diferente estar vivo ap�s ter experimentado a morte.
A morte � esmagadora.
Sofri um acidente uma vez. Cheguei bem perto.
Tinha tanta coisa.
Foi muito dif�cil encontrar meu caminho de volta.
Cheire isso.
Tem cheiro de qu�?
Grama?
Eu n�o sei, me diga.
A origem.
Casa.
O qu�?
N�o espere que eu vire fazendeira
e comece a ordenhar suas vacas.
N�o.
- Eu vi Martha. - N�o diga.
Ela quase explodiu meu traseiro.
Voc� mereceu, Ronald.
Ela te amava.
Voc� ainda pensa sobre isso?
N�o penso em outra coisa, todos esses anos.
Isso me deixou doente, o que aconteceu.
O que fizemos.
Eu me odiei por isso.
E eu tentei odi�-lo por isso.
� preciso energia para odiar.
E eu n�o tenho mais nenhuma.
- Ei! - O qu�?
Voc� costumava achar divertido.
Voc� achava, eu n�o.
- Idiota. - N�o, voc� �.
Mas � verdade.
Voc� realmente fez toneladas de dinheiro.
Ol�. Venha aqui.
Jona, sente-se.
Ron est� me contando sobre o Iraque.
Isso � �timo.
Boas hist�rias e bebidas.
Isso cai bem com seus medicamentos.
Me devolva a garrafa, Jona. Por favor.
Falando de hist�rias...
- Me fale sobre a mam�e. - Agora n�o, por favor.
Sim, agora.
N�o sei nada sobre ela, papai.
Ela trabalhava no quiosque e eu comprei sorvete com ela.
Comprei toneladas de sorvete
todos os dias durante semanas, at� que ela me notou.
Ent�o ela contou uma piada que eu n�o entendi.
Fiquei parado como um idiota.
Foi t�o embara�oso.
Ent�o eu a agarrei e a beijei.
Isso realmente funcionou?
N�o, na verdade n�o.
E ent�o?
Nada.
Fim da hist�ria.
Ele n�o � bom com essas coisas.
- Tomou seus rem�dios? - Mais tarde.
- Algu�m quer um caf�? - Papai...
Voc� tem que tom�-los.
Do que adianta? Vomito o dia inteiro
e fico me sentindo um lixo.
N�o se preocupe, Jonathan. Eu vou cuidar disso.
Ah, voc� vai?
Sim.
O que far�amos sem voc�?
- Jona, por favor. - Ron.
Me mostre como voc� vai cuidar disso.
Nunca vi voc� antes.
Ent�o voc� aparece e agora vai cuidar disso?
S� estou tentando ajudar.
Obrigado.
- N�o quero problema, est� bem? - Isso � bom.
Estou aqui por Burghardt.
Entendo.
Um velho amigo vem e assume o controle.
Isso � �timo.
Na verdade, � fant�stico,
porque significa que estou livre.
Eu poderia fazer o que quiser. Poderia ir ao cinema.
- Sim, v� ao cinema. - Sim.
Anka, vamos ao cinema.
N�o vou h� tr�s anos. Voc� sabe por qu�?
Faz tr�s anos que levanto todas as manh�s �s 5h
para cuidar do meu pai.
Toda manh�! Onde voc� estava?
Isso � o que Burghardt quer.
- Voc� n�o faz ideia! - Pare com isso, Jonathan!
Isso n�o � sobre voc�s dois.
Espere.
Anka, aonde est� indo?
Acho que voc� tem coisas para resolver em fam�lia.
N�o pode simplesmente ir embora agora.
Seu pai me pediu.
Ele quer estar com Ron, parar de tomar as p�lulas.
Independente do que pensamos.
- Ele n�o sabe o que diz. - Pare de trat�-lo como crian�a.
Ele sabe exatamente o que quer.
� assim t�o f�cil?
Ent�o eu era apenas uma foda qualquer, certo?
Coloque sua vida em ordem, est� bem?
- Vamos! - Assim, com cuidado...
- Vaddi, ande! - Mas o que eu fa�o?
- Siga os bezerros. - L� em baixo?
- Vamos! Vamos! - Assim. Vamos.
Voc�s s�o bifes. Bifes andantes.
Vamos!
Isso � apenas para maricas.
Caia fora. Voc� n�o tem alma.
Voc� est� muito atrasado. Est� atrasado em seu trabalho.
Olha quem est� falando.
Seu irm�o est� morrendo.
Resolvam suas merdas antes que seja tarde demais.
- Voc� n�o faz ideia. - Ent�o diga algo.
Ou apenas fuja, como sempre.
Voc� e seu pai, ambos.
Voc�s n�o podem lidar com a verdade.
- Fale comigo! - Ei!
- Pare com essa besteira. - Pare com isso!
V� embora, Jona.
Me deixe em paz.
Pare.
Jona.
Que id�ia rom�ntica. De repente voc� pode falar
apenas porque algu�m est� morrendo.
Se quer conversar,
por que n�o pergunta ao seu pai?
Sua m�e era uma mulher maravilhosa.
Ele a destruiu.
E n�o apenas ela.
Eu s� quero que tudo seja esquecido.
Papai?
FOMOS PARA DEICHBLUME. VOLTAMOS SEGUNDA.
Eu n�o pude evitar.
Eu...
Eu fui um covarde.
Voc� ainda �.
Ela sofreu muito, Ron.
Mas nunca pensei que ela tiraria a pr�pria vida.
Isso...
Somos grandes idiotas.
Os maiores idiotas do mundo.
Ei! Ei!
Jonathan!
Ron! Ron!
Por favor, n�o.
Por favor.
V� embora.
Caia fora!
Jona...
- Eu estou arrependido. - Arrependido de qu�?
Por ser gay?
Pela mam�e ter se matado?
Pela mentira da hist�ria do acidente de carro?
Do que est� arrependido?
- Voc� nunca a amou. - Isso n�o � verdade.
Seu cora��o � t�o grande que pode amar a todos, certo?
N�o dou a m�nima para o seu amor.
Voc� acha que foi f�cil para mim?
Ela estava doente.
Voc� era t�o pequeno. O que eu poderia dizer?
A verdade! Me dizer a verdade.
A morte dela foi sua culpa.
O que voc� faria se esse cara n�o tivesse aparecido?
Levaria isso para o t�mulo?
- Eu nunca mais o vi. - Por que n�o foi embora?
Eu fui.
Sua m�e ficou doente.
Eu n�o me importava. N�o podia mais fazer isso.
Arrumei minhas malas e fui embora.
Bem assim, Jona.
Eu podia ouvi-lo chorando.
Entrei no carro e fui embora.
Voc� quer a verdade?
Essa � a verdade.
Como ela fez?
Quero saber como ela fez. Conte-me.
Como? Conte-me.
- Conte-me! - Com comprimidos.
Ela tomou comprimidos.
Quero que ele v� embora.
- Eu tenho duas semanas e... - E? O que tem?
O qu�?
Voc� quer... o qu�?
Ficar sozinho com ele?
Finalmente ter sua lua de mel?
Essas duas semanas s�o minhas.
Burghardt!
O c�ncer de pele est� devorando ele.
Burghardt tem met�stases no c�rebro.
Seu pai n�o fez nada de errado, Jonathan.
Ele n�o p�de fazer do jeito certo. Voc� n�o v�?
Ele passou a vida se castigando pela morte da sua m�e.
- Porque foi culpa dele. - Ela decidiu ficar com ele.
Vamos. Ele continua perguntando por voc�.
Ent�o, voc� vai se casar comigo?
Eu j� te disse,
n�o at� ter pelos no peito.
Mas j� fiz quimioterapia duas vezes.
Venha aqui. Sente-se.
Est� bem?
Espere.
Voc� n�o vai subir na minha cama de meias.
- Qual o problema? - O tubo.
Cuidado.
- Devo parar? - N�o, n�o.
Continue.
Sinto muito.
N�o, n�o.
Tudo bem. Tudo bem.
Tudo bem.
Oi.
O que aconteceu?
Meu pai...
- � gay. - S�rio?
Meu Deus!
Eles mentiram para mim minha vida inteira.
Eles n�o se amavam.
N�o, eles se odiavam.
Quero te mostrar algo.
Vamos!
Contei a ela tudo sobre voc�.
Todos os detalhes.
Mas ela ser� t�o silenciosa quanto uma sepultura.
Ela me prometeu.
Tudo bem. Ela morreu, apenas isso.
Tenha cuidado.
Ela era sozinha.
Sem parentes. Consegue imaginar? Nenhum.
Mas, de toda forma, ela morreu bem.
Praticamente se desvaneceu.
Bom dia, dorminhoco.
Vamos l�. Vitaminas.
S�o bons para sua sa�de.
Voc� comeu?
Sim.
Lama gourmet.
Obrigado.
Use a faca e o garfo.
Desde quando cozinha?
Jona! Ele fez com boas inten��es.
Jonathan, por favor. Por favor.
Me diga a verdade ao menos uma vez.
Se eu n�o existisse,
ent�o voc� seria...
Ent�o eu...
Ent�o isto n�o teria acontecido.
Eu te impedir de viver sua vida.
- Do que voc� est� falando? - Eu te prendi nisto.
Voc� � a melhor parte de sua m�e e eu.
Voc� � meu garot�o.
Eu te amo muito, seu boi teimoso.
Ave Maria cheia de gra�a.
O Senhor � convosco, bendita sois v�s entre as mulheres.
E bendito � o fruto do vosso ventre, Jesus.
Idiota.
N�o, voc� que �.
A morfina n�o o ajuda mais.
Voc� me ouviu?
Pode me ajudar?
Estou com medo.
Voc� est� quase l�.
Martha.
Sinto muito.
Eu...
Eu amo todos voc�s.
Papai.
- Art Subs - 9 anos fazendo Arte para voc�!
Legenda - Francofonia -
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