All language subtitles for The.Count.of.Monte.Cristo.2024.S01E08.The.Last.Two.1080p.HEVC.x265-MeGusta

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Original subtitles

Sim?

O Conde de Monte Cristo gostaria de uma audi�ncia com o senhor.

Deve estar arrasado.

Sua filha enfrenta uma acusa��o de assassinato.

Sim, sim.

Sente-se ao meu lado, senhor.

Como a fam�lia est� lidando com essa terr�vel convuls�o?

N�o est� bem, como pode imaginar.

� incompreens�vel.

Depois de ler os jornais,

n�o consegui dormir.

Algo sobre tudo isso tem me incomodado muito.

A brucina n�o deixa vest�gios no corpo,

mas � facilmente detectada fora do corpo.

Digamos, em um bule de ch�, por exemplo.

- Foi a� que foi detectada. - Sim, eu li isso.

E � isso que me mant�m acordado � noite.

Veja, eu conheci Valentine

e ela n�o me pareceu idiota.

Certamente n�o idiota o suficiente para envenenar a av�

e n�o descartar as evid�ncias depois.

Digo, qu�o f�cil � lavar um bule

e limpar uma x�cara?

Algu�m na minha casa envenenou a marquesa.

E todas as evid�ncias apontam para uma pessoa.

� por isso que estou aqui, sr. de Villefort.

Preciso compartilhar com voc�, algo que � bastante delicado.

Da �ltima vez em que passou pela minha casa no campo,

sua esposa saiu da mesa

durante o jantar, lembra?

Vagamente.

Com licen�a. Vou me refrescar.

Srta. Haydee, minha protegida,

a viu descer as escadas e entrar no meu laborat�rio.

Ap�s todos partiram,

descobri que um dos meus frascos de veneno estava faltando.

O que cont�m brucina.

BarryAllanBr apresenta...

O Conde de Monte Cristo - S0108- Series Finale - "Os Dois �ltimos"

Sr. Danglars.

Obrigado.

- Obrigado por me receber, conde. - Sente-se.

Hoje � o dia.

Que dia?

O dia em que expira a op��o do terreno.

Isso, sim.

Lamento pedir isso a voc�, conde, mas voc� n�o pode pelo menos

me emitir um cheque pr�-datado no valor de seus 5 milh�es?

Mas eu Ihe disse, bar�o, assim que o Conde de Spada

Ihe apresentar a sua parte dele, apresentarei a minha.

N�o tenho certeza se entende minha posi��o.

O custo do terreno � de 9 milh�es. � quase o dobro da minha parte.

E agora, sem Fernand como meu aliado no governo,

correm rumores de que a concess�o ser� retirada

se a venda do terreno n�o for concretizada.

Rumores s�o sempre apenas rumores, n�o s�o?

Simplesmente n�o posso arriscar uma quantia t�o grande

em um �nico empreendimento.

Trata-se de extens�es de terra daqui at� Calais.

Os engenheiros ingleses,

os que constru�ram a Manchester-Liverpool,

precisam de um dep�sito de 300 mil francos

at� sexta-feira ou abandonar�o o projeto.

- Se eu n�o tiver... - Bar�o, acalme-se.

Como posso ficar calmo quando h� tanto em jogo?

- Um pouco de �gua, talvez? - Obrigado.

A cerim�nia de noivado � na quinta-feira, n�o �?

Sim.

O Conde Spada vai assinar, ele ama Eugenia.

E no momento em que ele assinar, ele colocar� um cheque

de 5 milh�es em sua m�o, e ent�o o meu vir� em seguida.

Mas e se ele mudar de ideia?

Ele me prometeu que vai at� o fim.

E se me promete algo, voc� cumpri.

Eu n�o encaro essas coisas com leveza.

N�o. Tenho certeza de que n�o.

�timo. Muito bom. Excelente. Bem, obrigado.

Meu Deus, posso respirar novamente.

Muito bem, bom dia para voc�, conde.

Bom dia.

Estar� l� na quinta-feira, n�o estar�?

Eu n�o perderia por nada.

O Conde de Spada veio v�-la, senhorita.

Sim, sim, sim. Obrigado.

Tenho uma surpresinha ador�vel para voc�s duas.

Cartas de apresenta��o

aos diretores das 4 principais casas de �pera de Roma,

escritas e assinadas pelo Conde de Monte Cristo,

recomendando voc�, Eugenia, como futura estrela da �pera.

Que emocionante.

Meu pai nunca me permitiria subir ao palco.

Sim, mas se voc� estiver em Roma e ele est� aqui,

como ele pode se opor?

Estou curiosa, senhor.

Voc� � de Roma e � um conhecedor de �pera.

Por que voc� mesmo n�o escreveu essas cartas?

Posso sentar?

Tenho uma pequena confiss�o a fazer.

N�o sou um conhecedor de �pera.

Na verdade, n�o gosto nada de �pera.

O Conde de Monte Cristo, por outro lado,

conhece muito bem a �pera

e as opini�es dele sobre ela s�o muito apreciadas.

Isto � muito estranho.

Pelo amor de Deus, n�o diga nada disso ao seu pai.

Ele j� est� sob tantas ilus�es.

� melhor deix�-lo no escuro.

Agora vou deixar voc�s. Tenham um lindo dia, senhoritas.

E verei voc� na assinatura

do chamado contrato de casamento na quinta-feira.

Isto �, se voc� ainda n�o tiver partido para Roma.

Adeus, suas lindas mulheres.

O que farei sem Eur�dice?

Estou come�ando a gostar daquele idiota louco.

Deixe-me ver isso.

Eugenia,

com isso seu futuro est� feito.

Nosso futuro, querida! Nosso!

O que acha que ele quis dizer

com "se voc� ainda n�o tiver partido para Roma"?

Edward, pare de brincar com sua comida, por favor.

Isso � porque ele comeu muito bolo na hora do ch�.

Posso ir brincar, mam�e?

Claro que pode, Edward.

Gerard, por que o julgamento da Valentine ainda n�o come�ou?

Pedi ao procurador-adjunto que o adiasse.

Por qu�?

Voc� sabe que se ela for considerada culpada, ela ir�...

perder a heran�a da av�, certo?

Claro, ela ir� para voc�.

E de mim, ela ir� para o Edward.

N�o entendo o que isso tem a ver com o julgamento da Valentine.

Acreditamos que o advogado usar� isso na defesa dela

para plantar uma semente de d�vida.

Mas o caso est� bem mastigado, n�o �?

Parece que sim.

O que mudou desde que ela foi presa?

Novas informa��es surgiram.

- Que informa��es? - N�o tenho liberdade para dizer.

Mas eu sou sua esposa.

Eu sei disso.

Por que a pol�cia nunca revistou o quarto da Valentine?

� estranho que n�o o tenham feito, n�o acham?

Talvez pensassem que era um caso j� bem mastigado,

como voc� pensa.

Onde est� a senhora?

Ela est� levando Edward para a aula b�blica.

Claro.

Merc�d�s?

Por favor, sente-se.

N�o sei o que dizer sobre Fernand.

Voc� alcan�ou o que se prop�s alcan�ar, n�o foi?

Acredite, eu n�o queria que terminasse assim.

Voc� teria preferido prolongar o sofrimento dele?

Edmond, s�rio, est� brincando com a vida das pessoas.

Eles brincaram com a minha.

Voc� deve me odiar.

Eu n�o saberia como.

Voc� tem acesso �s finan�as do Fernand?

Sim.

Sem d�vida ele negociou com o Bar�o Danglars.

Voc� deve sacar todos os francos das contas do Fernand.

Hoje.

Pe�a metade em dinheiro e metade em ouro.

Por qu�?

Porque no final do dia, Danglars estar� arruinado.

Ent�o ele � o pr�ximo?

Voc� est� consumido por isso.

Voc� vai voltar para Marselha?

� meu lar. N�o � o seu?

Eu n�o tenho lar.

Perdoe-me, mas devo deix�-la.

Irei visit�-la em breve, Merc�d�s.

Edmond, posso fazer uma pergunta pessoal?

Como ficou t�o rico se ficou todo esse tempo na pris�o?

Acredito que foi a provid�ncia.

Qual � a sua compreens�o da provid�ncia?

No sentido geral, que o destino garantir� a justi�a.

Ent�o voc� � o instrumento do destino.

Deixe-nos.

- Como voc� est� lidando? - Como pode imaginar.

- Est�o te alimentando bem? - Bem, o suficiente.

Sente-se.

Por que voc� est� aqui?

Voc� n�o fez isso.

Fez?

Eu Ihe disse.

Estou em uma posi��o terr�vel.

Sr. Beauchamp, tenho aqui registros bastante interessantes

que podem deixar sua publica��o curiosa.

Este � um registo de atividades na Bolsa de Valores de Paris

que remonta a 3 anos.

Correspondentemente,

tenho aqui os extratos banc�rios pessoais do Bar�o Danglars.

Se comparar as datas desses dois documentos,

notar� que o Bar�o Danglars fez saques substanciais

na conta pessoal dele.

No mesmo dia, a esposa dele negociou pesadamente

com a��es relativas a uma determinada mercadoria.

A��es que mais do que duplicaram de valor dois ou tr�s dias depois,

quando as not�cias oficiais sobre essas mercadorias

se tornaram de conhecimento p�blico.

Notar� um padr�o que se repete desde o dia em que Lucien Debray

foi nomeado secret�rio do Ministro do Interior.

- Est� acompanhando o racioc�nio? - Estou tentando.

Sublinhei em vermelho as transa��es relevantes para sua conveni�ncia.

Confio que n�o revelar� a fonte desta informa��o a ningu�m.

Nunca revelamos nossas fontes se formos solicitados.

Ent�o vou deix�-lo a s�s.

Tenho duplicatas dos documentos que entregarei � pol�cia,

como qualquer cidad�o preocupado faria.

Bom dia para voc�, sr. Beauchamp.

- Mam�e, o que est� fazendo aqui? - Querida, nada.

Como v�o os preparativos l� embaixo?

Champanhe e caviar acabaram de chegar.

Excelente. � tudo t�o emocionante, n�o �?

Sim.

Vamos descer.

O passaporte do meu irm�o.

Uma irm� viajando com o irm�o n�o levantar� suspeitas.

- E a carruagem? - Estacionada nos fundos da casa.

Esperando-nos.

Voc� tem o cheque preenchido e assinado?

No meu bolso.

E eu tenho o meu no meu.

Excelente.

Amei.

A pol�cia sabe do nosso truquezinho com a Bolsa de Valores.

Quero minha parte da �ltima transa��o.

V� e pegue para mim.

- O que voc� est� falando? - Beauchamp me avisou.

A pol�cia tem provas de que voc� negociou

usando informa��es privilegiadas que Ihe dei!

- Meu Deus! - V� e pegue meu dinheiro.

Vou sair de Paris hoje.

- Minha m�e vai ficar furiosa. - Acho que sim.

N�o apenas sobre minha fuga.

Descobri onde ela tinha a chave do cofre e o invadi.

Para despesas de viagem.

- Sumiu. - O que quer dizer?

Eu disse que sumiu. Foi roubado do meu cofre.

Senhoras e senhores, chegou a hora.

A longa espera pelo casamento da minha filha

finalmente acabou.

Meu not�rio redigiu os contratos com a aprova��o de ambas as partes.

E s� falta

elas assinarem.

O Conde de Spada poderia assinar primeiro?

Sim, claro.

Onde est� a srta. Danglars?

Ela deveria estar aqui, n�o?

Hermine, voc� poderia chamar Eugenia, por favor?

Claro.

Eugenia?

Eugenia, pode abrir a porta, por favor?

Abra a porta.

Abra a porta!

Qual parece ser o problema, baronesa?

Presumo que minha filha esteja tendo

um ataque de nervosismo pr�-nupcial.

Abra esta porta!

Afaste-se, Hermine. Afaste-se.

Este � o cabelo da sua filha, bar�o.

Sou o inspetor chefe Robert. Deixe-me entrar.

Tenho aqui mandados de pris�o

para o secret�rio do ministro do interior,

sr. Lucien Debray,

o banqueiro Bar�o Danglars e a esposa dele, Hermine.

Isto � ultrajante. Saiam da minha casa!

N�o sem voc� e seus c�mplices, bar�o.

Voc� foi acusado de um crime muito grave.

Acusado de qu�?

Negocia��o ilegal, senhor, na Bolsa de Valores

usando informa��es confidenciais do governo.

Tire suas m�os de mim! N�o me toque!

Para onde est�o me levando?

Para a pris�o de La Force, senhora, onde parece ser seu lugar.

Fa�a alguma coisa, seu tolo idiota! Fa�a-os parar!

Soltem-me! N�o me toquem!

Deixem-me!

Por aqui, bar�o.

Voc� sabe o quanto isso � constrangedor para mim?

Eu imagino.

Tirem o garoto.

Acompanhem-no at� o tribunal. Vamos.

A parteira. Ela sabe sobre o garoto?

Ela sabe que Gaston est� preso por assassinato.

Ela n�o sabe que o julgamento come�a amanh�?

Ainda n�o.

�timo.

Porque se ela tiver muito tempo para pensar, ela n�o testemunhar�.

Ela sabe que a pol�cia a procura

pelo assassinato do funcion�rio que voc� matou no asilo.

Claro.

Onde quer que ela esteja, hoje deve ser um lugar seguro.

Porque se Villefort descobrir que ela est� aqui,

ela ser� uma mulher morta.

Ela estar� segura.

Amanh� de manh�,

diga-Ihe que vai lev�-la ao tribunal,

que precisamos que ela testemunhe.

Esclarecer que Villefort � o pai do garoto.

Diga que haver� uma carruagem esperando l� fora,

que terminado o depoimento dela,

a levar� de volta para Talamone, em seguran�a.

E se ela se recusar a testemunhar?

Este � o �ltimo, Jacopo.

N�o me importo com o que � preciso.

- Bom dia, querido. - Bom dia.

Valentine ser� libertada da cust�dia hoje.

Imposs�vel.

N�o h� provas suficientes para conden�-la.

Insuficiente?

Ela preparou o ch� para a marquesa.

Ela o entregou para a pobre mulher.

H� uma testemunha, Heloise.

A testemunha testemunhar� v�-la entrar

na adega do Conde de Monte Cristo na �ltima noite em que jantamos l�.

Depois que sa�mos, o Conde foi ao laborat�rio

e notou que um frasco de brucina havia sido roubado.

Este frasco.

Escondeu isso na c�moda da Valentine

para eu encontrar, n�o foi?

Responda-me.

Como voc� me lembrou outro dia,

ningu�m est� acima da lei.

O que voc� vai fazer?

O mesmo que fiz com Valentine.

Vou relatar o que sei

� autoridade competente.

Gerard, espere.

Gerard?

Gerard, espere.

Gerard, espere!

Mam�e, qual � o problema?

Nenhum, querido. Volte e brinque no seu quarto.

Quando viu o garoto pela primeira vez,

ele j� havia esfaqueado o inspetor Boville?

Sim.

O que est� acontecendo a� embaixo?

N�o havia mais ningu�m na rua al�m dos dois.

Voc� tem mais perguntas para esta testemunha?

N�o, Vossa Senhoria. A defesa concluiu.

Muito bem. Voc� pode ir, obrigado.

O acusado pode, por favor, levantar-se?

Os fatos neste caso s�o simples e diretos.

Considero o acusado culpado das acusa��es.

Algu�m gostaria de dizer algo antes de eu proferir a senten�a?

H� algu�m que gostaria de colocar para dep�r, Vossa Senhoria,

com vista a fornecer ao tribunal

as circunst�ncias que podem ser atenuantes,

se o tribunal o permitir, claro.

Senhor de Villefort?

A acusa��o n�o tem objec��es, Vossa Senhoria.

Muito bem.

Chamo para depor, Sabrine Laurent.

- Foi por isso que te convidei. - Levante a m�o direita.

Jura solenemente dizer a verdade,

toda a verdade, e nada mais que a verdade?

Juro dizer a verdade, toda a verdade.

Sabrine Laurent, qual � a sua rela��o com o acusado?

Sou a m�e adotiva dele.

Poderia contar a este tribunal

como se tornou a m�e adotiva do Gaston?

Sou parteira e h� 16 anos

fiz o parto da m�e do Gaston.

Quanto tempo?

Est� perto.

Voc� se lembra do nome do pai da crian�a?

O pai era o sr. de Villefort,

o promotor-chefe, aquele homem sentado ali.

- Isso � algum tipo de piada? - N�o, Vossa Senhoria.

Sil�ncio no tribunal!

E a m�e que estava dando � luz naquela noite,

conhece a identidade dela?

Voc� percebe

que se isso for descoberto, ser� o meu fim?

Hermine Danglars.

Sil�ncio!

Isso � um absurdo.

A acusa��o op�e-se a esta testemunha.

Acredito que podemos permitir, sr. Villefort,

considerando que explica algo sobre...

N�o, isto n�o tem nada a ver com a morte do inspetor Boville.

Poderia, por favor, sentar-se, sr. de Villefort?

Prossiga.

Poderia nos contar o que aconteceu depois que a crian�a nasceu?

O sr. de Villefort pagou-me pelos meus servi�os

e conduziu-me para fora de casa,

onde me amea�ou se eu contasse a algu�m.

Achei que algo estava errado,

ent�o dei a volta at� o jardim.

E o que voc� viu ent�o?

Dentro estava o beb�,

vivo.

Sil�ncio, ou mandarei expuls�-los.

Monsieur de Villefort,

est� ciente de que o acusado � seu filho?

Monsieur de Villefort, fiz-Ihe uma pergunta.

Voc� reconhece a senhora que est� depondo?

Fale, senhor. Eu n�o consigo ouvir.

Eu disse...

Ningu�m est� acima da lei.

Incluindo eu mesmo.

Eu estou...

Estou me retirando deste caso.

Sil�ncio! Sil�ncio!

O que foi?

N�o, n�o...

Edward? Respire, Edward.

Respire, abra os olhos.

Respire. Vamos, meu filho. Respire.

Abra seus olhos. Respire.

Socorro! Algu�m me ajude!

Senhor, perdoe-me.

O que est� fazendo aqui?

Eu...

Vim Ihe mostrar uma coisa.

Mas n�o � mais necess�rio.

Entrem.

Senhores, meu contrato com voc�s terminou.

Amanh� voltar�o para Talamone.

Quero agradecer-Ihes pelo excelente servi�o prestado.

Seu trabalho aqui terminou?

Tudo o que resta eu posso fazer sozinho.

Podem levar a carruagem e todos os cavalos.

N�o vou precisar deles.

Para onde voc� vai agora?

Vou viajar.

Ettore quer permanecer ao seu servi�o.

N�o, voc� deve voltar com Jacopo.

Todos os anos,

receber�o de mim uma quantia em dinheiro pelo correio.

E quando o dinheiro parar de chegar,

significa que morri.

N�o morra t�o cedo.

Diga-me, Jacopo, estou curioso.

Quando conheceu Caderousse, voc� sugeriu cortar os olhos

e depois a l�ngua dele para que ele n�o pudesse gritar.

Teria mesmo feito isso?

Sabe, conde, toda a minha vida vivi com meias verdades.

Acho que funciona para mim.

Sim, isso significa que voc� n�o teria.

Se eu disser que n�o, pensar� que � uma meia verdade.

Se eu disser que sim, a mesma coisa.

Para alimenta��o e hospedagem no caminho de casa.

N�o � meia verdade quando digo que foi um prazer,

� um grande prazer servi-lo, Edmond.

Obrigado, Jacopo.

- Ettore sente o mesmo. - Obrigado, Ettore.

Ao enviar o dinheiro, envie uma cartinha junto com ele.

Conte-me o que est� fazendo.

Quando chegar em casa, vou aprender a ler e escrever.

Eu enviarei.

Para voc�, Danglars.

- Bar�o Danglars, por favor. - Pegue a carta e cale a boca.

"Caro Bar�o Danglars,

voc� pode se surpreender

ao saber que meu nome verdadeiro � Edmond Dant�s.

A outra carta, anexa, que escreveu com a ajuda de Fernand Mondego,

que ele depois entregou ao sr. de Villefort,

me fez passar 15 anos de muito sofrimento

nas masmorras do Castelo de If,

a mesma quantidade de tempo

que acredito que passar� na pris�o de La Force

por crimes que voc�, de fato, cometeu.

Ao contr�rio dos meus, que foram inteiramente fabricados.

Desejo-Ihe uma estadia miser�vel ai.

Com os melhores cumprimentos..."

O Conde de Monte Cristo.

Seu desgra�ado.

Seu maldito desgra�ado.

Edmond.

Disseram-me abaixo

que uma mulher catal� vem aqui todas as manh�s ver o mar.

Voc� v� o Castelo do If?

Pensar em voc� foi o que me manteve vivo l� dentro.

�amos passar a lua de mel em Paris, lembra?

Lembro, sim.

Isso est� fora de quest�o agora. Para n�s dois.

Vim aqui Ihe dizer

que vou embora hoje.

Embora da Fran�a.

Voc� vai demorar muito?

Talvez nunca mais volte.

Houve um padre que conheci l�,

um velho s�bio.

Ele me disse: "Se est� planejando vingan�a,

primeiro cave sua pr�pria cova".

Ele estava certo.

O amor pode curar.

Legendas: Barry Allan, O Primeiro de seu Nome,

Nascido da Tormenta,

O N�o Queimado,

Pai de Legendas.

O Quebrador de Correntes,

O VERDADEIRO REl DOS 7 REINOS.

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