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Original subtitles

Se chama Thatcher. Telefonou e desmaiou.

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N�o...

N�o...

Cavanaugh...

Por favor...

Preciso chegar a Cavanaugh.

- Que diabos voc� est� fazendo? - Somos da seguran�a.

Nos informaram que h� um doente de c�lera.

C�lera? � alguma piada?

Quem dera!

Ajudem, vamos trocar de carro.

Mas, sem um exame, n�o podem assegurar. Poderia ser...

Vamos coloc�-lo em quarentena no hospital de S�o Francisco.

Certo, avisarei a emerg�ncia

Emerg�ncia?

Que voc� est� fazendo?

Destrua.

OS INVASORES

Uma produ��o Quinn Martin.

Estrelando, Roy Thinnes como o arquiteto David Vincent.

Os invasores...

seres alien�genas de um planeta em extin��o.

Seu destino: a Terra.

Seu prop�sito: fazer dela o seu mundo.

David Vincent os viu.

Para ele, tudo come�ou numa noite em uma viagem solit�ria

quando buscava um atalho que nunca encontrou.

Come�ou com um restaurante fechado e abandonado...

com um homem cansado demais para prosseguir sua viagem.

Come�ou com a chegada de uma espa�onave de outra gal�xia.

Agora David Vincent sabe que os invasores est�o aqui...

e adotaram a forma humana.

De alguma maneira, ele precisa convencer um mundo descrente...

que o pesadelo j� come�ou.

Atores convidados: Andrew Prine

Dawn Wells

Tim Mclntire

Tom Lowell

Epis�dio de hoje: O EX�RCITO DOS INVASORES

Uma ambul�ncia acidentada numa estrada da Calif�rnia.

Seus dois passageiros morreram.

A causa da morte de ambos: hemorragia cerebral.

Para o mundo, uma bizarra coincid�ncia.

Para David Vincent, muito mais do que isso.

N�o sou m�dico, mas parece que o senhor Thatcher tinha...

Tinha o qu�?

Parecia uma loucura porque estava agonizando...

Mas minha filha ca�ula teve a mesma coisa assim, reconhe�o os sintomas.

- O que era? - Var�ola.

Uma simples var�ola.

O senhor Thatcher tinha amigos ou parentes

que poderiam saber onde est�?

S� se for para onde queria ir quando o levaram � ambul�ncia.

Onde?

O caf� est� pronto. Por que n�o entra?

N�o, obrigado. N�o tenho tempo, por�m...

Onde queria ir?

Disse o nome do lugar repetidamente: Cavanaugh.

MUDAN�AS E ARMAZENAGEM CAVANAUGH MANTENHA DIST�NCIA

SOMENTE PESSOAL AUTORIZADO

Depressa, leve.

Bem-vindo � terra de Deus.

Voc� poderia ser mais claro?

� o condado de Bowman.

� que me perdi.

Umas 20 milhas de Griffin.

Achou que estava em Marte?

Sim, mais ou menos.

- Voc� tem um momento senhor...? - Devin.

Doutor Devin.

- Gostaria que visse uma coisa. - O qu�?

Os jornais os chamam de discos voadores.

E voc�? Como os chama?

- Quer dar uma olhada? - Claro?

Estou curioso. Onde est�?

Num vale, atr�s destas rochas

Certo, vamos na caminhonete

- Vern Corbett. - David Vincent.

� s�rio?

- N�o viram nem ouviram nada? - Acabamos de chegar.

Desculpe se parecia piada, mas � que nunca vi um disco.

- Acredita que veio do espa�o? - Sim.

Mesmo que n�o seja verdade, sempre acreditei neles.

- Qual � o tamanho? -50 ou 60 p�s de di�metro.

- Voc� viu por dentro? - Sim.

Suponho que andou nele.

Fant�stico.

Por que fica quieto at� verificarmos o que �?

Bem, vamos ver um disco voador, rapazes.

Isto, um disco voador.

Ol�, eu sou Steve e ela � Nicole.

Est� atr�s desta colina.

Estava aqui.

�s vezes se ganha e �s vezes se perde.

Est� bem. Vamos dar um tempo.

Muito bem.

Poderia ser um louco, mas n�o me parece.

� um arquiteto com diploma

Seus sapatos s�o caros. Pode ser um louco rico.

Tem raz�o Est�vamos comentando.

Acreditamos que n�o se pode caminhar muito por esta regi�o.

D� pra chegar de p�ra-quedas ou de bicicleta.

Hal, por favor.

Voc� acredita nele?

Em nenhuma palavra. E voc�?

Tamb�m n�o, mas quero saber mais.

Podem tratar de n�o discutir.

Volto em seguida. Levem a caminhonete para o acampamento.

Tenha cuidado.

Doutor...

n�o queria atrapalhar sua viagem, por�m...

Eu sei. Foram duros contigo. Voc� gosta da Eileen, certo?

Vou voltar ao povoado � um dia de caminhada.

Fique at� amanh�. Voltaremos juntos.

Concordo.

Assim se inventou o dan�a boogaloo.

Dan�a, Vern?

Eu n�o sei.

� parte do problema.

Tem algo aqui.

As marcas da aterrissagem.

Poderia ser.

Marcas de pneu.

De um grande autom�vel.

N�o tem nada de extraterrestre.

Descarregaram uma esp�cie de arm�rios.

Arm�rios?

Bem!

Tem algu�m l�.

Sinto muito, � uma �rea restrita.

- Queremos falar com o comandante da base. - Imposs�vel.

Agora, retirem-se.

� um dos seres do disco.

Vamos.

Revistem ele.

- N�o tem nada. - Tem que ter. Revistem ele.

Hal, me deixe!

Por favor!

Ela disse para deix�-la, ent�o a deixe.

Pare! N�o piore as coisas.

Comovente, Vern.

Sempre pronto a defend�-la.

Mas esqueceu que ela n�o te quer.

Hal, n�o provoque mais. N�o fa�a mais isto.

Vou...

buscar o doutor Devin.

- Onde est� o doutor Devin? - Precisamos ir imediatamente.

- Diga-nos onde est�. - H� perigo, vamos para a caminhonete.

O que fizeram ao doutor Devin?

Est� morto.

O pessoal do disco voador o matou.

Agora v�m atr�s de n�s. Precisamos ir na caminhonete.

Tem 5 segundos para dizer-nos onde ele est�...

ou te daremos uma surra.

J� sei, j� disse...

- 1, 2... - Contarei na caminhonete.

- T�m que nos acompanhar. - Para que? Quem s�o voc�s?

Somos da base Crowley, a um quil�metro daqui.

O comandante quer v�-los. Ser� breve.

Vamos, subam na caminhonete.

R�pido!

Movam-se!

- Um segundo, preciso colocar isto. - Certo, mas r�pido.

Muito bem, vamos em frente.

Fa�a isso de novo e ter� problemas.

Que acolhedor!

Parece que estamos em casa.

Pelo visto voc� sabe o que acontece...

e n�s n�o. Melhor que nos diga.

Eu tentei.

Prossiga. Queremos saber.

Muito bem. O doutor Devin est� morto.

O mataram. N�o s�o do Ex�rcito.

Devin os chamou de "criaturas do disco", S�o de outro planeta.

Por que dever�amos confiar em voc�.

Se tiv�ssemos acreditado talvez n�o estiv�ssemos aqui.

N�o minta para n�s, por favor O doutor Devin est� morto?

Temo que sim.

Vern...

Sinto muito pela noite passada.

- N�o queria que acontecesse. - De verdade?

Talvez sim. Ou talvez n�o pude evitar.

O que faz com Hal n�o me interessa...

� assunto seu.

Mas n�o na minha frente.

Calma, Vern, relaxe...

continue sendo um bom perdedor.

N�o sei o que se passa aqui.

- Somos prisioneiros? - Podem fazer isto?

N�o que eu saiba.

Sinto haver lhe amea�ado. N�o era nada pessoal.

Tudo bem.

Em que pr�dio mataram o doutor Devin?

No que est� a� ao lado.

Como puderam entrar com tantos guardas?

N�o havia guardas antes.

O que fazia l� dentro?

- Tentava encontrar provas. - Encontrou algo?

Sim.

Mostre.

A escondi.

Por isto nos pegaram e nos revistaram.

Ent�o, por que n�o a devolve?

N�o teriam motivos para nos deixar com vida.

Diga-nos onde est�.

� melhor n�o saberem.

� uma piada, um engano.

Pessoas n�o fazem coisas assim.

Ningu�m disse que eram pessoas.

Sou o coronel Harris, comandante da base.

Bem-vindo a Xangril�, coronel.

Quero saber por que nos trouxeram aqui.

Perd�o pelo transtorno. Est�o aqui por uma raz�o muito simples.

Esta � uma base militar secreta.

Mas conseguiram entrar e roubar uma pe�a muito importante.

O que est� faltando?

Um cristal. Um cristal redondo.

Coronel? O doutor Devin est�...?

Est� bem, um ferimento leve. Cuidam dele na enfermaria.

Gostaria de v�-lo.

Ver�.

Roubar propriedade do governo � um delito muito grave.

Se devolverem agora...

esqueceremos que a tiveram.

Gostaria de ver o doutor Devin antes de falar do cristal.

N�o imponham condi��es. Entreguem-me o cristal ou...

Ou o qu�?

N�o vou garantir nada.

- Entregue agora, Vincent! - Cale-se.

Quem de voc�s � Vincent?

Temos meios de averiguar.

Sou eu.

- Sou eu. - Sou eu.

Desperdicem seu tempo e fa�am joguinhos, cavalheiros.

Tenho tanto tempo quanto voc�s.

Coronel...

Isto me d� raiva.

No Ex�rcito me davam ordens, os sargentos, os cabos e todos!

Agora que estou fora, continuam me dando ordens.

Que maravilha.

Trancado aqui com dois retardados...

uma aberra��o e teu ex-noivo.

Meu ex-noivo vale mais do que muita gente que conhe�o.

Nem sequer sabemos quem voc� �.

Muito menos conhecem o coronel Harris.

J� sei que n�o ressuscitar� o doutor Devin.

At� que o fa�a estamos com voc�. Parece justo?

De acordo.

A partir de agora ver�o o que eu disser...

e ouvir�o o que eu mandar.

Daqui a pouco, vai entrar um homem.

Escutem com aten��o.

Conhe�o o Ex�rcito. N�o tem direito de nos pressionar.

E se � um ladr�o?

Se � um ladr�o eles det�m, acusam, mas n�o podem pressionar.

Muito menos prender-nos.

Ol� todos.

Nos enganou!

Escute-me. Eu os vi matar Devin.

Solte-o.

Solte-o!

- Agora, devolva o cristal. - N�o.

- Se n�o, o Ex�rcito nos obrigar�... - Disse que n�o!

N�o repita isso.

O coronel sabe que o tem. � vital para o projeto.

N�o!

Tenho tido paci�ncia com voc�. Nos mentiu sobre o disco...

e sobre minha morte. O que � que voc� quer?

Quem de voc�s � Vincent?

Sou eu.

Onde est�?

Por que � t�o importante?

� parte do equipamento para curar sua gente?

Est� comigo, n�o com eles Deixe que partam.

N�o.

Bem.

- E por que n�o? - Sim, por que n�o nos deixa ir?

Vou explicar.

Esta base desenvolve um projeto t�o vital...

que a vida de toda a na��o pode depender dele.

Como oficial encarregado, meu dever � evitar que fracasse.

O risco � muito alto.

� uma responsabilidade terr�vel.

Lamento que me tenham for�ado a isto.

Se o senhor Vincent se nega a restituir o cristal...

Vamos tir�-los um por um, e...

E o qu�?

Ser�o considerados inimigos da na��o.

Ser�o executados.

N�o...

Deve estar louco. N�o tem autoridade para isto.

- N�o posso acreditar. - Por favor, por favor!

- N�o permita que o fa�am. - Eles n�o o t�m.

Pare de amea��-los.

Amea�o voc�, Vincent.

Executarei um a um...

at� que se renda.

Guarda.

Sargento.

Comece com um dos homens.

Voc�, de camisa laranja.

Muito bem, voc� ser� o primeiro.

Por qu�? Por que fazem isso?

Alto!

Preparar!

Apontar!

Fogo!

Agora nos deixar�o ir? N�o �?

N�o.

Insisto que lhes diga onde est�.

Sen�o, acabar�o conosco um a um.

Onde est�?

Na caminhonete. No filtro de ar.

Gra�as a Deus, terminou.

Revistem tudo. Bancos, pneus, motor, tudo.

Eu coloquei l�.

Quem colocou o filtro no lugar.

- Steve. - N�o sei se v�o acreditar.

Ent�o morreremos.

Um a um.

Se aparecerem ser� melhor que entrem disparando.

Hal. Vamos, Hal!

Estes dementes n�o me ver�o chorar.

Se me matarem aqui dentro...

ser� melhor que morrer enforcado numa execu��o p�blica.

Enforcado?

Enforcado, como Steve.

Um momento, eu...

n�o vi que o enforcaram, vi um disparo na cabe�a.

O qu�?

Eillen, como mataram Steve?

- Que? - Como morreu?

- Diante de um pelot�o. - Com fuzis?

- Sim. - Quantos soldados?

Seis, talvez oito.

Do que est� falando?

Nos obrigam a ver o que querem. Est�o lavando nosso c�rebro.

Revistem o local.

N�o, por culpa de Vincent j� mataram um dos nossos.

- N�o o escutemos mais. - Podemos dar uma olhada, n�o?

Dev�amos falar com eles Sem Vincent.

Isto � errado.

Vincent...

N�o. N�o se meta em mais confus�o.

N�o! N�o! N�o!

Guarda.

Nos obrigaram a ver isso.

Como?

Vimos coisas diferentes porque nossas mentes criavam os detalhes.

Ent�o Steve est� vivo.

Que bom. Mas por quanto tempo?

O destru�ram?

Sem o cristal, n�o acredito que nos deixem sair.

Penso que temos de atac�-los quando entrarem.

- Onde encontrou isto? - � uma amostra mineral.

- � o cristal. Ou o que sobrou dele - Est� quebrado.

N�s n�o o quebramos, ent�o devem nos deixar ir.

� verdade?

N�o, n�o acredito. Sabemos que eles est�o aqui.

O jogo acabou, senhor Vincent.

Mais um dos meus morreu porque n�o t�nhamos o cristal.

Agora � a vez de voc�s. Quer�amos evitar mat�-los.

Mas n�o duvide, o faremos...

se n�o devolver o cristal agora mesmo.

Est� bem, voc� venceu.

Mas deve soltar estas pessoas.

Como saberei que n�o � mais um truque?

Tem a mim.

Tenente.

Estas pessoas podem ir.

Primeiro voc� Senhor Vincent.

- David. - Saiam daqui imediatamente.

- V�o mat�-lo? - Ouviu o oficial, vamos embora.

- Escute, amigo... - Sinto muito, ordens do tenente.

Estava aqui...

coloquei num destes ventiladores.

Em qual?

Acho que no primeiro.

N�o pode ter colocado a�. O teria quebrado.

Foi tudo t�o r�pido. N�o me lembro bem como aconteceu.

Onde est�?

Onde est�?

Onde est�?

Procuram isto?

Subam na caminhonete! D�em o fora daqui.

Vamos sair daqui!

- Eu disse para irem! - Esqueci.

- Obrigado por vir. - � esse o lugar?

Era. Desapareceu tudo.

Se pare�o um pouco descrente, senhor Vincent...

Eu tamb�m seria.

Mas estavam aqui. Eram uns vinte, com uniformes militares.

Srta. Brown, este era o campo Crowley.

Foi desativado em 1947 e � inspecionado regularmente.

Seis pessoas falaram. Por acaso v�o ignorar a todas?

N�o ignoramos. Incluiremos seus depoimentos no relat�rio.

Continuamos procurando Devin. Somos minuciosos nestas coisas.

Queria ter alguma outra prova.

O tenente os acompanhar� ao povoado.

Sinto muito, David. Aonde vai agora?

Quem sabe precisem de outro hospital.

Pelo menos agora sei o que procuro.

- Voc� nunca desanima? - �s vezes. Voc� n�o?

Ultimamente n�o.

O relat�rio do Ex�rcito ser� meticuloso...

mas sem provas. As conclus�es ser�o negativas

e David Vincent vai continuar lutando contra o comando de outro ex�rcito.

Um ex�rcito de invasores extraterrestres.

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