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Anteriormente em Elementary...
Hannah, o tipo colocou as m�os em ti.
Eu n�o tenho mais nove anos de idade, pai.
Quero ser promovida tanto quanto qualquer outro policia.
E n�o estou a falar s� de detective.
Eu quero ser capit�o um dia, como tu.
Nunca vai acontecer se olharem para mim
e virem "v�tima".
- Watson, ainda est�s por ai? - Sim, ainda estou aqui
porque n�o posso ir para casa por tua causa.
Porque trouxeste abelhas para casa j� agora?
Cupins Varroa s�o uma amea�a perniciosa � colmeia.
Quis fazer uma inspec��o detalhada
assim como uma aplica��o de a��car de confeiteiro
como medida preventiva.
A minha preocupa��o � com o colapso da col�nia,
falhei em perceber a mais urgente amea�a de colapso da mesa.
Espera um segundo, n�o est�s a falar da minha mesa, pois n�o?
A que comprei para o meu apartamento?
Duas horas devem bastar para a colmeia normalizar.
Depois entro em contacto.
- Tens um colega de quarto? - N�o.
- N�o arranjes um. Nunca! - Problemas no para�so?
Nada que um bom exterminador n�o resolvesse.
- Esta noite ainda � boa para conversar? - Sim, vamos sair daqui.
Preciso de um caf� que n�o seja feito por um policia.
Tr�s farm�cias da vizinhan�a, todas do meu distrito,
e todas roubadas no �ltimo m�s.
Nenhuma delas tinha c�maras de seguran�a,
mas todos os assaltos ocorreram quando os donos estavam a fechar.
As descri��es dos suspeitos correspondem aos tr�s
e eles s� levaram rem�dios de prescri��o.
Tem alto valor nas ruas, oxi, hidrocodona.
Parece que foram feitos pelo mesmo grupo.
Estive a entrevistar testemunhas,
a trabalhar horas extras, de olho nas outras farm�cias,
mas n�o consegui grandes progressos.
H� algum detective no caso?
Hanford.
N�o quero ofend�-lo, eu...
N�o quero desrespeita-lo, mas...
Mas ele est� bastante ocupado agora.
� a minha vizinhan�a. Eu e o meu parceiro
olhamos estas pessoas no olhos todos os dias.
Elas est�o assustadas.
E significava muito para elas...
Muito para mim, se eu pudesse resolver isto.
Certo.
Vou dar uma vista de olhos e aviso-te se encontrar alguma coisa.
Sei que est� tarde.
Quiseste ir para escola na zona leste, n�o foi?
Ou � s� porque eu estou a atrasar-te para uma festa?
Desculpa, um b�bado qualquer quase bateu em mim.
N�o, estou bem.
Acho que os bares devem estar a mandar o pessoal sair.
Que raios?
Meu, o que aconteceu?
B�bado idiota! Vou dizer-te, meu...
Tinhas um anjo a olhar por ti esta noite.
Tradu��o Pt Pt:SubLuso
S03E20 "A Stitch In Time"
Disse que conhecia este tipo.
Eu era um admirador.
Garrison Boyd era presidente
da Associa��o dos C�pticos dos 5 distritos.
Era um desmistificador da mais alta ordem!
Uma luz da raz�o
num mar de ingenuidade e pensamentos m�gicos.
Era um questionador profissional.
- De? - Pseudoci�ncia, paranormal,
religi�o organizada. Todos esses disparates.
Ele escrevia num blogue que eu at� gostava.
Ele acreditava em p�s de cabra?
Porque estou quase certo
de que foi isso que amassou o cr�nio dele.
Declarou a hora da morte aproximadamente 1h antes de encontrarem o carro dele.
Quem o matou estava a espera que o impacto do comboio
escondesse a verdadeira causa da morte.
Diz aqui que removeu um pequeno objecto c�nico
da cavidade ocular direita.
Depois que foi atingido, ele caiu para frente.
Isto alojou-se no olho dele no trajecto.
N�o sei o que �, mas vou mandar para o laborat�rio.
� a ponta de um chap�u.
Conhece a vil pr�tica de decora��o de jardim?
Os piores criminosos usam gnomos de jardim, pouco grandes
- barbas brancas. - Chap�us vermelhos.
Se ele n�o estivesse morto, o Sr. Boyd ia achar ir�nico
que um pequenino de madeira tivesse participado na sua morte.
Ele era particularmente agressivo a perseguir aqueles que queriam lucrar
com os seus esquemas,
talvez a sua persist�ncia seja a raz�o de estar agora deitado aqui.
Acha que desmistificar � motivo para matar algu�m?
A maioria das mensagens agressivas no site dele
vinham de guias tur�sticos fantasmas locais,
vendedores de rem�dios falsos...
Acho que um dos indiv�duos recentemente expostos
pode n�o ter um motivo t�o razo�vel para cometer homic�dio
como tem padr�es baixos para cometer um.
Porque ele provavelmente � louco.
N�o vou fingir que o Sr. Boyd e eu
n�o t�nhamos um relacionamento contencioso.
Ele arranjou confus�o com a igreja v�rias vezes.
Ele arranjou confus�o com a sua seita.
Ele tamb�m fazia o uso errado desse termo.
Esse � o tipo de pensamento de mente fechada
contra o qual eu prego aqui. Num momento ou outro,
todas as grandes religi�es foram atacadas como seitas.
Assim como a maioria das seitas.
- D�em-me um minuto. - Onde � que...?
A v�tima publicou v�rias mensagens amea�adoras
que enviou, depois dele postar artigos
a criticar os m�todos de recrutamento da igreja.
Tenho o direito de responder, se algu�m publica mentiras
sobre o que fazemos aqui.
Disse que os ataques do Sr. Boyd
iam levar a uma reac��o em cadeia que levariam
� remo��o dele "desta realidade f�sica".
N�s meditamos aqui.
Praticamos a transfer�ncia de energia.
Ent�o quando lhe escrevi,
eu estava a absorver a sua energia de �dio
e a reflectir de volta.
Magoei-o fisicamente? N�o.
Implorei � Fonte Quantum por uma justi�a r�pida e final?
- Talvez. - Traduzindo,
rezou para que ele morresse.
- N�o um crime, �? - Terminamos aqui.
A igreja fez um servi�o de 12 horas ontem.
Era obrigat�rio comparecer,
ent�o ningu�m aqui pode ter matado o Garrison Boyd.
Vamos acreditar no que a sua nova amiga disse?
O nome dela � Aria. E sim, vamos.
Quando ficou claro que este fazia um pouco mais do que converter,
analisei o rebanho dele e percebi que a Aria
estava a repensar sobre estar aqui.
- A Aria � uma Condutora N�vel 3. - Depois de conversar com a Aria,
tamb�m conhecida como Elizabeth Weinberg,
fui capaz de determinar
que alguns problemas na inf�ncia fizeram-na transferir
a sua necessidade de disciplina para o Sr. Finn.
A Elizabeth concordou, e cortou rela��es
- com a sua igreja. - O qu�?
Est� a dizer que a desprogramou?
Eu nunca utilizaria esse termo r�gido.
Mas ela deu informa��es �teis sobre os m�todos da igreja.
Parece que o l�der deles gosta de mandar os seus ac�litos
seguirem, fotografarem e assediarem
as pessoas que o criticam. Ela est� agora no seu escrit�rio,
a enviar-me o dossier que fez sobre o Garrison Boyd.
Talvez eu descubra alguma coisa sobre os �ltimos dias dele.
A Srta. Weinberg vem embora connosco.
Qualquer tentativa de impedi-la de voltar a sua vida antiga
vai ser respondida com uma dolorosa transfer�ncia de energia.
- Joan. - Ol�.
Soube que est�s a ajudar a Hannah com alguma coisa.
Sim, houve uns roubos no distrito dela.
E ela quer ajudar.
- N�o vai atrapalhar-te? - N�o, n�o de todo.
Investiguei o caso esta manh� e agora estou a ajudar o Sherlock
no homic�dio que ele est� a investigar.
Faz com que ela saiba de quem realmente �s consultora.
Certo.
Quando ias contar-me que estamos a ajudar
a Hannah Gregson num caso?
Ouviste aquilo tudo?
N�s n�o estamos a ajuda-la, certo? Eu � que estou.
E n�o � um segredo.
Apenas vou verificar algumas pistas. N�o deve demorar muito.
Demorou esta manh�.
Isto � tudo da igreja?
� a prova do insidioso pensamento da seita:
Um louco carism�tico como o Finn distorce as mentes impression�veis
e manda-as perseguir e assediar.
E eu a pensar que eles s� vendiam flores no aeroporto.
Acho essa pr�tica repulsiva,
mas neste caso, pode ter sido bom para n�s.
2 membros da seita foram atribu�dos
a Garrison Boyd semanas antes do assassinato.
Gra�as aos seus longos textos e anota��es detalhadas,
talvez tenhamos um suspeito,
um homem chamado Collin Eisely.
Desculpem, tenho de perceber
o que est� a acontecer. Estive sob vigil�ncia policial?
N�o, as fotos foram tiradas por algu�m
interessado naquele homem, Garrison Boyd.
Temos centenas de fotos dele, a fazer v�rias coisas.
Mas nestas ele aparenta estar a discutir com um homem
dois dias antes de ser assassinado.
- Este tipo foi assassinado? - Ontem � noite.
Pode dizer-nos como o conhecia?
Eu n�o o conhecia.
Quando essas fotos foram tiradas,
ele estava a minha espera fora do meu pr�dio.
Eu nunca o tinha visto.
Estou confuso.
Ser abordado por um louco faz de mim
suspeito de assassinato?
Depende do porqu� ele o abordou.
Sou agente imobili�rio.
O ano passado vi algumas casas na praia em Long Island.
Fiz uma oferta a uma mulher pela casa dela, ela recusou.
Meses depois, aparece este louco sa�do do manic�mio
e acusa-me de tentar assust�-la para ela mudar-se.
- Assust�-la como? - De acordo com ele,
ela estava a ouvir coisas na casa.
Vozes, pancadas, n�o sei.
Ela pensava que eram fantasmas, ele pensou que era eu.
- E foi? - Claro que n�o.
Ela n�o quis vender, eu segui em frente, fim.
Vejo que acumulou
uma bela colec��o de arte aqui, Sr. Eisely.
� um interesse que requer muito dinheiro
e esp�rito competitivo.
N�o parece ser do tipo que aceita um "n�o" como resposta.
Tamb�m n�o sou do tipo que anda a assustar senhoras idosas.
Pode dizer-nos onde estava ontem entre �s 22h e meia-noite?
Numa festa de reforma de um amigo.
Alguns de n�s sa�mos para beber depois disso.
Vou dar-lhes os nomes e os n�meros deles.
Se ele estava interessado na propriedade,
� poss�vel que outros agentes imobili�rios estivessem tamb�m.
Estou a perguntar-me se um deles assustou a propriet�ria,
e matou o Boyd, para n�o ser exposto?
Faz mais sentido do que fantasmas, n�o faz?
Eu n�o diria "fantasmas", no plural.
Foi o meu marido, Harry.
Eu sei porque eu ouvi-o.
Ele estava a falar comigo.
- O seu marido morreu? - Vai fazer um ano.
Sabemos que o Collin Eisely
fez uma oferta pela casa h� uns meses atr�s.
Mais algu�m veio falar consigo?
Sim, uma vez, mas foi h� quase 20 anos atr�s.
N�o acho que essa empresa esteja sequer a funcionar agora.
Falou com mais algu�m sobre as vozes?
S� com a minha filha.
Foi ela que chamou aquele pobre homem, o Sr. Boyd.
Queria convencer-me que eu estava a imaginar coisas.
Ela tem uma mente t�o fechada.
Sempre lhe disse para ter uma mente mais aberta.
Ent�o, ela n�o ouviu a voz.
E tamb�m nunca ouviu os ataques de raiva do Harry.
- Ataques de raiva? - Ele partiu alguns copos
daquele arm�rio. As luzes piscaram.
�s vezes, ele abana a casa inteira.
Ele estava com raiva, e queria que eu soubesse.
E porque ele estaria com raiva?
�s vezes t�nhamos um casamento aberto.
Outras vezes n�o. E quando n�o t�nhamos,
fiz coisas que nunca lhe contei.
E agora como est� morto, ele sabe de tudo.
Foi um golpe duplo, n�o foi?
Descobrir que est� morto e que � corno.
N�o me incomoda n�o acreditarem em mim.
Receio que tamb�m fui amaldi�oado com uma mente fechada.
Se, no entanto, n�o est� experienciar ilus�es
pode ser que algu�m esteja a tentar aproveitar-se de si.
Disse que o Harry falou consigo, o que ele disse?
Eu tenho gravado.
Podem ouvir voc�s mesmos.
O mais claro que ouvi a voz do Harry
foi quando eu estava aqui em baixo,
ent�o comecei a deixar o gravador sempre ligado.
T�m de colocar o volume no m�ximo para ouvir a voz dele.
- "Imi rami"? - N�o, n�o.
Ele est� a dizer um nome. Jim Harmon.
Foi o homem com quem tive um caso.
O Harry abanou a casa toda naquela noite.
E depois come�ou a gritar o nome do Jim.
Ainda acham que estou a imaginar coisas?
Pe�o desculpas, Sra. Renziger. Com toda a certeza n�o est�.
Mencionou que alguns copos
foram derrubados do arm�rio l� de cima.
Aquele arm�rio est� contra esta parede?
Sim, a sala de estar est� logo acima.
Conhece bem os seus vizinhos?
O Jerry e a Paula?
Mudaram-se para c� ao mesmo tempo que eu.
Mas eles viajaram.
S� voltam da Florida daqui a algumas semanas.
Bons vizinhos muitas vezes trocam chaves.
� uma boa vizinha, Sra. Renziger?
A voz na grava��o n�o disse "Jim Harmon"
ela disse "Imi rami".
� uma obscenidade �rabe comum.
Ent�o achas que a voz estava a vir
atrav�s da cave do vizinho.
N�o, acho que algu�m encurtou a dist�ncia consideravelmente.
Juntamente com a voz, ouvi um barulho distinto
e um ronco de baixa frequ�ncia na grava��o.
E isso juntamente com o que a Sra. Renziger nos contou,
as vibra��es, as luzes a piscar,
tudo sugere que algu�m estava a utilizar
equipamentos de escava��o perto da funda��o da casa.
N�o havia sinais de escava��o do lado de fora,
ent�o achas que aconteceu tudo aqui em baixo?
Isso � um t�nel?
E acaba algures perto da funda��o da casa da Sra. Renziger.
Porque algu�m faria isto,
escavar a partir desta cave at� a dela?
Eu sei como descobrir.
- Encontraste alguma coisa? - Na verdade, encontrei.
A Sra. Renziger n�o foi visitada pelo fantasma do marido.
Mas ela pode ter sido visitada por terroristas.
Conhe�am a "Ruby".
Ela � um cabo de dados transatl�ntico.
O mais r�pido no mundo
e a base da internet da Am�rica do Norte.
Parece uma mangueira de jardim.
� uma maldi��o da idade moderna
que coisas significativas pare�am banais.
A Ruby � um dos v�rios cabos submarinos
que ligam a Europa aos Estados Unidos.
Os dados completos do com�rcio e de comunica��o
passam pelas fibras �pticas dela
assim como o fluxo de pornografia e v�deos de gatos.
E sabia que era esse cabo como?
A localiza��o de tais cabos � mapeado.
S�o acess�veis com pouco esfor�o.
A inten��o � evitar que se misturem
e inconvenientes de utiliza��o,
mas tamb�m faz deles um dos alvos terroristas
mais vulner�veis do mundo.
Esta cave � um �ptimo lugar para iniciar uma escava��o.
Na praia ia atrair a aten��o e no oceano seria mais dif�cil.
E o cabo esta ligado a uma casa a 400m para o interior,
e nesse ponto a seguran�a aumenta consideravelmente.
Mas os nossos atacantes n�o contavam com a intromiss�o do Garrison Boyd.
Certo, ent�o utilizaram equipamento de fazer t�neis a partir da cave dos Ayers, enquanto est�o de f�rias.
A Sra. Renziger ouve o barulho e acha que � o falecido marido,
ent�o a filha pede ao Boyd que prove que n�o �,
e o Boyd descobre isto tudo da mesma forma que si e a Joan?
Este pequeno amigo
estava no meio dos equipamentos de jardinagem.
Ele est� sem a ponta do chap�u.
O Sr. Boyd foi assassinado neste local.
O assassino colocou o corpo no carro do Boyd,
vai de carro de volta � cidade, e depois o qu�?
Porque n�o voltar e cortar o cabo?
Se o Boyd os encontrou, mais algu�m podia vir tamb�m?
Talvez.
Ou talvez o facto da Ruby n�o ter sido cortada
signifique uma amea�a bem maior.
A internet � feita de redund�ncias.
Cortar apenas um cabo ia causar problemas, mas...
um ataque coordenado poderia paralisar o sistema.
Acha que pode haver outros tipos a escavar outros cabos
a espera de um sinal para cortarem ao mesmo tempo?
� uma possibilidade a ser considerada.
Vou falar com a Seguran�a Nacional. Avisa-los do que se est� a passar.
Falo consigo depois.
Tinhas raz�o. Quem cavou o t�nel permaneceu na cave,
- mas subiam �s vezes. - Naturalmente.
Se o homem, ou homens, ou mulheres
vieram aqui fazer um trabalho �rduo, as horas seriam longas.
Iam precisar de comer, hidratar-se, e claro, expelir lixo.
A tampo da sanita estava para cima ent�o pelo menos um era um "ele".
Tamb�m encontramos isto no frigorifico.
"Doogh".
Uma bebida frisante � base de iogurte popular em pa�ses �rabes.
� dif�cil de imaginar que iogurte frisante seja popular em algum lugar.
Imaginei que n�o fosse dos Ayers,
ent�o liguei para o distribuidor.
N�o vendem na ilha.
Mas 6 lojas da cidade vendem, v�o mandar-me uma lista.
Supondo que tenham c�maras de seguran�a,
podemos ver as imagens das �ltimas semanas,
ver se algu�m chama a aten��o.
Hannah. Podes entrar.
Tenho boas not�cias.
N�o me digas que j� o resolveste.
Na verdade, j� tinhas todas as pe�as.
Disseste que todas as 3 farm�cias foram roubadas na hora de encerrar.
No in�cio, pensei o mesmo que tu.
Que era porque ao fechar � quando a farm�cia fica mais vulner�vel.
Sem clientes, menos funcion�rios, mais dinheiro a m�o.
Mas neste caso, era outra coisa.
Dois farmac�uticos disseram-te
que um vendedor de m�quinas de doces passou pouco antes do roubo.
Eu verifiquei,
e o mesmo vendedor tem m�quinas nas outras farm�cias.
Acha que o vendedor est� envolvido.
Ele sonda as lojas e diz aos c�mplices quando podem ir.
Um amigo tirou estas hoje.
A empresa de m�quinas de doces usa este armaz�m
para armazenar o invent�rio e fazer repara��es.
Olha para eles.
Altura, cor do cabelo, tatuagens vis�veis.
Combinam com a descri��o dos tr�s criminosos.
N�o parecem estar no neg�cio de venda de doces.
N�o acredito que os encontraste.
Quer dizer, acredito. N�o me surpreende. Mas obrigada.
Provavelmente � aqui guardam os rem�dios roubados.
Quando falares disto com o detective Hanford, n�o precisas de falar de mim.
Mas imagino que o departamento vai querer observar o lugar algum tempo.
Porqu�?
A n�o ser que pare�a que outro assalto est� iminente,
v�o querer seguir as drogas at� passar de m�os.
Com a quantidade de comprimidos que est�o a roubar,
provavelmente devem ter ajuda para moviment�-las.
Ent�o isso pode levar a um peixe maior.
Foi uma negocia��o �rdua,
mas consegui as imagens de todos os mercados �tnicos que vendem o "Doogh"
que identificaste.
Considerando as horas que a Claire Renziger
ouvia e n�o ouvia os "fantasmas",
parece que o pessoal do t�nel ficava entre 20h e 6h.
Ent�o � razo�vel dizer que ele comprava Doogh
e outras provis�es no fim ou in�cio de cada dia.
Isso � �ptimo.
Vai ajudar a vermos tudo isto mais r�pido.
Presumindo que j� paraste de dividir o teu tempo
entre os problemas de uma agente e a ca�a de um poss�vel terrorista.
Posso lembrar-te que a agente � filha do nosso chefe?
� por isso est�s a ajuda-la? Para ganhar um favor?
Estou a ajuda-la porque ela pediu.
O que achas dela?
A Hannah? Ela � simp�tica.
Quero dizer, o que achas dela como investigadora?
Ela tem pouca experiencia.
Quer dizer, � dedicada, fez o trabalho, mas n�o ligou os pontos.
- Porqu�? - Confirma uma suspeita.
Ela � mediana.
Eu n�o disse que era mediana.
� triste porque ela � filha de um colega
e ele tem certas expectativas para ela.
Desculpa, mas alguma vez falaste com a Hannah?
- Duas vezes. - S� isso?
� s� o que precisas para a avaliar?
Tamb�m verifiquei os registos dela.
Entende, Watson, acho-a uma agente da policia perfeitamente capaz.
Sabe como agir em conflitos e � �ptima com armas.
Mas receio que ela n�o seja uma detective.
Poupa-me.
� uma voca��o, Watson, sabes melhor que ningu�m.
Eu aprendi porque me ensinaste.
Eu ensinei-te porque vi alguma coisa.
E se eu te dissesse que vejo alguma coisa na Hannah?
Dizia-te que est�s enganada.
Sabes que mais? Vou estar no meu quarto.
Pensei em deixar-te dormir.
- Encontraste os meus bilhetes? - � dif�cil de ignorar.
- Viste o v�deo? - Este � o nosso suspeito?
Reparaste no fato macaco? A grava��o que est�s a ver
regista a quinta apari��o dele nessa loja,
num per�odo de duas semanas.
Durante esse tempo, as roupas ficam cada vez mais sujas,
excepto em dois rect�ngulos nos joelhos.
Possivelmente usava joelheiras enquanto cavava o t�nel.
"Possivelmente" n�o � certeza. Pode ser um canalizador.
Reparei que ele n�o utilizou cart�o de cr�dito.
Como de costume. Infelizmente n�o pode ser identificado pelos recibos.
A mulher de casaco vermelho, no entanto...
Ela conhece-o.
Ela pagou com cart�o de cr�dito. O nome dela � Yolanda Massee.
Estou a entrar no elevador do pr�dio dela agora mesmo.
Eu ligo-te quando descobrir mais.
Quem �?
Ol�. Srta. Massee? O meu nome � Sherlock Holmes.
Sou um consultor da pol�cia de New York.
Esperava poder fazer-lhe umas perguntas.
Tem um distintivo?
Receio que seja al�rgico � iconografia.
Esperava que pudesse dizer-me o nome deste homem.
- � alguma piada? - N�o.
Acho que � Nazim ou Nadim. N�o tenho bem a certeza.
- Mas conhece-o? - N�o sei.
Conhece bem os seus vizinhos?
- Ele � seu vizinho? - Ele mora ali.
Recomendo que saia do pr�dio agora.
- O qu�? Porqu�? - Porque o seu vizinho ouviu-nos.
E est� a encharcar o apartamento dele com um acelerador.
- O qu�? - V�!
Nadim? Ou � Nazim? Pode ser dif�cil de acreditar,
- mas estou aqui para ajudar... - N�o se aproxime mais.
N�o � um terrorista, pois n�o.
N�o. Ou�a, estou aberto � possibilidade
de que a morte do Garrison Boyd foi um acidente.
Ele apanhou-o desprevenido e entrou em p�nico.
Mas se largar o isqueiro, vai ser uma tentativa de assassinar
as 200 pessoas, ou mais, que vivem neste pr�dio.
Esta... esta engenhoca estava no centro
dos desenhos na parede do Nadim Al-Haj.
S� tive um momento para observa-los antes de serem envolvidos por chamas,
mas est� claro que ele n�o pretendia cortar o cabo que desenterrou.
Ao contr�rio, acho que o plano era ligar este dispositivo nele.
Consegue descobrir o que isto faz?
N�o vou saber ao certo at� tirar o pl�stico derretido,
mas espero que o circuito interno esteja intacto.
Se fosse um homem de apostas, diria que serve para
recolher informa��es e transmitir para outro lugar.
Acha que �sto � um grande acumulador de dados?
Porque n�o piratear de um computador algures?
Deve haver uma forma mais f�cil do que cavar um t�nel.
Pergunte � NSA. Segundo o Edward Snowden,
as ag�ncias de intelig�ncia dos EUA exploram frequentemente estes cabos,
que v�o no sentido contr�rio, para vigiar melhor os cidad�os americanos.
O primeiro local onde a Ruby sai de baixo da terra � na Hudson n� 60 na baixa.
Os grandes bancos t�m escrit�rios l�, para ter os dados financeiros primeiro.
� tamb�m onde as informa��es s�o criptografadas,
e depois fica dif�cil de expiar.
Na verdade cavar um buraco em Long Island faz todo o sentido.
Est� a dizer que o meu telefone pode tocar a qualquer momento,
a dizer que ele trabalha para o nosso governo?
Talvez. Ou para outro pa�s. Ou uma corpora��o.
Quem � que nestes tempos n�o v� a informa��o como poder?
Espero que o dispositivo nos diga que informa��es o criminoso recolhia:
e-mails, segredos comerciais, n�meros de cart�es de cr�dito...
Se tivermos sorte, vamos ter o IP para onde eram enviadas.
Depois vamos saber melhor com o que estamos a lidar.
Nadim Al-Haj, nasceu no Iraque, em 1978.
Imigrou para os EUA em 2006.
Tornou-se cidad�o h� dois anos.
Era engenheiro el�ctrico no pa�s dele,
trabalha aqui como electricista para a empresa de tv cabo.
Ent�o ele tem experi�ncia.
Tem multas de estacionamento, mas nenhum registo criminal vis�vel.
Sobre o que � aquilo?
"TAL PAI TAL FILHA" - N�o soubeste?
A Hannah fez uma grande apreens�o esta manh�.
- Est�o todos a meter-se com o capit�o. - O que ela fez?
Ela localizou um criminoso que correspondia com a descri��o
de alguns roubos em farm�cias na patrulha dela.
Ele saiu de um armaz�m, ela e o parceiro seguiram-no,
prenderam-no e encontraram quase 200 mil d�lares em comprimidos.
- Foi muita sorte. - N�o foi sorte.
� o ADN. Ela � boa.
Acabei de lembrar-me que tenho que fazer uma coisa.
Avisa o Sherlock que depois encontro-me com ele.
Certo.
Capit�o.
Isto � tudo o que encontramos sobre o Nadim Al-Haj.
N�o � muito. Saiu o alerta sobre ele e a carrinha dele.
A Seguran�a Nacional j� alertou
�s autoridades portu�rias, ferrovi�rias e rodovi�rias.
O apartamento do Sr. Al-Haj pertence ao Grupo Collin Eisely?
- Conhece esse nome? - Conhe�o.
A Watson e eu visitamos o Collin Eisely ontem. � um investidor imobili�rio.
H� meses atr�s, fez uma proposta pela casa pr�xima � do t�nel.
Quer dizer, aquela que fica mais pr�xima ao cabo?
O homem que matou o Garrison Boyd
vive num pr�dio que � propriedade sua.
Quais acha que s�o as probabilidades disso ser uma coincid�ncia?
Sou dono de v�rios pr�dios, com centenas de inquilinos.
Talvez o surpreenda saber, mas n�o conhe�o o primeiro nome de nenhum deles.
Interessante mencionar nomes. Mudou o seu, n�o foi?
Antes dos neg�cios imobili�rios, era corretor da bolsa.
E at� poucos anos atr�s, o seu nome era Louis Eisely.
Collin era o seu nome do meio.
Pensamos que a decis�o de trocar de nome tem algo a ver
com os 18 meses que esteve preso por venda de informa��es?
A troca de nomes foi honesta. N�o estou a infringir a lei.
Os meus neg�cios imobili�rios melhoram quando o meu registo criminal
n�o � a primeira coisa que as pessoas sabem sobre mim.
Imagino que sim.
Porque Louis Eisely foi um particularmente feroz
negociador em Wall Street.
Dos anos 2000.
Um homem cuja queda, no auge da carreira,
fez o seu nome ser sin�nimo da gan�ncia de Wall Street.
Cumpri a minha pena. A pris�o mudou-me.
N�o tenho a certeza disso.
Neg�cios de segredos colocaram-no no topo.
Um homem como o senhor realmente perde o gosto por isso?
Ainda n�o explicaram o que acham que eu fiz.
Contratou o Nadim Al-Haj
para vigiar um cabo transatl�ntico de dados chamado Ruby.
Que passa na cave da Claire Renziger.
Ent�o primeiro tentou comprar-lhe a casa.
Quando ela recusou,
mandou o Al-Haj cavar um t�nel no vizinho, em vez disso
E porque eu faria isso?
Porque tem o talento
de transformar informa��o em ouro.
A Ruby � o grande "fil�o".
Vigia-la dava-lhe acesso irrestrito a uma fonte de dados
os quais utilizaria para decidir as suas estrat�gias de investimento.
Isso � realmente brilhante.
Gostava de ter pensado nisso quando eu negociava.
N�o posso sequer chegar perto do mercado.
A FCC baniu-me de negociar at� o dia da minha morte.
Por ordem do tribunal, todo o dinheiro que tenho em ac��es, est� num fundo.
Talvez esteja a vender as informa��es por um pre�o.
E a colocar o lucro onde? No meu colch�o?
Os federais controlam todas as minhas contas.
N�o posso ganhar no bingo sem que eles saibam.
Cavalheiros...
Tenho coisas mais importantes para fazer com o meu dia.
Est� a lan�ar a isca, mas eu n�o estou a morder.
Hannah, j� soube das not�cias.
- Parab�ns! - Obrigada.
Achei interessante como conseguiste ver por acaso o suspeito
e acabar com o esconderijo.
Disseste para deixar-te fora disto.
N�o se trata de cr�dito, Hannah e sim de fazer a coisa certa.
O coisa certa seria falar com os superiores.
Deixar o Hanford assumir o caso.
- Certo, ir atr�s do peixe grande. - Porque n�o fizeste isso?
Ambas sabemos que se entregasse isto ao Hanford,
eu ia acabar numa nota de rodap� no relat�rio dele.
Se levasse a um peixe grande, nem isso.
- Mas n�o sabes isso. - Sei. Porque sou pol�cia.
Sei como funciona.
- E eu n�o sou pol�cia, certo? - � diferente para mim.
O exame para sargento est� a chegar. Ganho pontos extra por louvor.
Pensei que tinhas feito isto para ajudar a tua vizinhan�a.
Ou achaste que era apenas uma coisa que eu queria ouvir?
Eu ajudei-os. Tirei alguns tipos maus da rua.
N�o tantos quantos podias ter tirado.
Ajudaste-me quando eu precisei.
N�o vou esquecer.
Encontrei o Marcus l� em baixo. Ele contou-me sobre o Collin Eisely.
Parece que n�o correu bem.
N�o estou menos convencido da liga��o dele com o homic�dio de Garrison Boyd.
Por causa do hist�rico dele,
o dinheiro do Sr. Eisely est� num fundo.
- Ou seja, n�o pode mexer-lhe, certo? - Mais do que isso,
ele n�o pode saber como � gerido.
O fundo do Eisely � gerido pela Robiskie Investments,
uma corretora de segunda, na melhor das hip�teses.
Creio que as melhores corretoras recusaram os seus neg�cios
pelo miasma que o cerca.
Os seus investimentos s�o todos feitos por computador,
que oferece lucros bem menores do que ele costumava ter.
- Isso deve custar. - De facto.
Um homem que passou a vida a explorar as falhas no sistema financeiro
ia certamente ficar irritado com tais restri��es.
Ent�o achas que ele queria ter acesso a Ruby
para lucrar com as informa��es, mas n�o h� como ele lucrar com isso.
Pelo que eu saiba at� agora. Mas estou confiante que quando
o TARU entregar o seu relat�rio, a caixa misteriosa
vai ligar o Eisely ao crime.
Entretanto, encontrei isto.
H� 10 anos, quando as companhias Ocidentais
estavam a saquear os recursos do Iraque em nome da reconstru��o,
o Eisely visitou os campos de petr�leo perto de Kirkuk.
- � o Nadim Al-Haj. - O Al-Haj foi o motorista dele.
Logo depois ele patrocinou a sua imigra��o para os EUA.
Morar no pr�dio dele podia ser uma coincid�ncia.
Isto n�o.
O t�cnico s�nior do TARU est� a subir.
Ele diz que tem not�cias.
Certas partes estavam muito danificadas, mas conseguimos reconstruir forensicamente
- a maior parte do circuito. - E?
N�o parece ter sido constru�do para transmitir alguma coisa
- para algum lugar. - Ent�o o que isso � suposto fazer?
Esta coisa n�o armazena nada, n�o retransmite nada,
n�o muda nada. � apenas um labirinto de circuitos.
Os dados entram por um lado e saem no outro.
� isso.
Algu�m teve o trabalho de cavar um t�nel
expor um cabo transatl�ntico,
matar um tipo, para colocar um dispositivo...
Que n�o faz absolutamente nada.
Estava ao telefone com Marcus.
At� agora, o Al-Haj fez um bom trabalho em desaparecer.
Ele escondeu-se. Agora que sabemos que ele n�o � um terrorista,
imagino que esteja cheio de medo.
Um assassinato e fugir da lei n�o fazia parte do plano dele.
- Mason? - Ol�!
Pensei que estivesses de castigo.
Da internet.
Isso parece-te internet?
Onde os melhores nerds da policia de Nova Iorque falharam,
est�s a espera que o teu tenha sucesso?
Sem querer ofender o TARU. Mas o facto � que devem ter deixado passar alguma coisa.
O Nadim Al-Haj n�o ia cavar um t�nel de 15 metros
para instalar um peda�o de pl�stico
com tanta utilidade como uma luz de natal.
At� descobrirmos o que este aparelho faz,
n�o podemos ligar o Collin Eisely a nenhum crime.
Por isso quis uma segunda opini�o.
� minha esperan�a que o Mason possa encontrar algo que os t�cnicos da policia n�o viram.
Estou a tentar, mas n�o esperem muito.
Estou a fazer v�rios testes de bits, compara��es de arquivos, metadados,
diferentes caracteres, tamanhos de pacotes...
Est�s a fazer testes. J� percebemos.
Vou comer alguma coisa.
L� em baixo, posso presumir que foi a Hannah que n�o atendeste?
N�o pensei que fosse deixar mensagem, mas deixou.
Disse que n�o se sentiu bem com a forma como deixamos as coisas e queria agradecer-me de novo.
Ela n�o disse com todas as letras,
mas acho que ela queria era saber o que vou dizer ao Capit�o.
E o que vais dizer-lhe?
N�o sei, quer dizer...
Ele vai querer saber o que aconteceu, certo?
Ela � policia, mas tamb�m � filha dele.
Obviamente a verdade vai desapontar.
- Eu devia contar-lhe. - N�o devias.
Gastaste muito esfor�o e tempo com a Hannah Gregson.
Se disseres, vai estar mais envolvida e n�o vais fazer bem a ningu�m.
Obrigada por n�o dizeres "eu avisei-te".
Para que conste, pensei que era uma investigadora pobre.
N�o fazia ideia que fosse t�o astuta.
Enfim, mandei o Mason para casa por hoje.
Por agora, os seus testes confirmaram a dignidade da pol�cia.
A sequ�ncia de zeros e uns gerados pelos testes
entraram numa ponta do dispositivo
e sugiram como uma f�rmula consistente segundos depois.
Sem muta��o. � literalmente
uma caixa que n�o faz nada.
- A menos que seja esse o objectivo. - O qu�?
Os quatro milissegundos que demora a "fazer nada".
Que diferen�a iam fazer quatro milissegundos?
No teu mundo e no meu, nenhuma.
Para um humano, � um intervalo impercept�vel.
Mas a maior parte das transac��es de Wall Street
acontece automaticamente por computadores. Nesse mundo,
milissegundos tornam-se milh�es de d�lares.
A Ruby � o cabo transatl�ntico mais r�pido que existe.
Termina em territ�rio americano, na Hudson Street n� 60,
onde, para extrair dados financeiros primeiro,
as melhores empresas pagam uma taxa pelo servidor.
Qualquer empresa que n�o tenha um espa�o na Hudson,
est� imediatamente em desvantagem.
Adivinha qual empresa n�o tem capital suficiente
para merecer um lugar na Hudson Street n�60?
Robiskie Investments. Eles gerem o seu fundo.
S� que os servidores deles s�o num edif�cio diferente.
Os dados deles v�m de um cabo transatl�ntico mais lento.
Um que tem um atraso de dois milissegundos.
Um mercado fecha do outro lado do mundo,
a moeda desvaloriza, um regime cai,
a not�cia viaja pelo mundo � velocidade da luz.
Computadores de empresas maiores compram e vendem
centenas de ac��es antes que o que tem o seu dinheiro receba as noticias.
Ent�o queria virar o jogo.
Atrasar o Ruby quatro milissegundos.
De repente, as grandes empresas � que ficam em desvantagem.
o seu fundo come�a a render mais,
e as suas m�os ficam limpas.
Outras empresas e clientes teriam benef�cios,
qualquer um que receba os seus dados por outra fonte que n�o a Ruby.
Mas para um homem patologicamente viciado em participar no jogo,
� um pequeno pre�o a pagar.
Pode at� ser um b�nus.
Dado que ia esconder os seus ganhos no meio da multid�o.
Est� a dar-me muito cr�dito.
Como eu disse antes, o plano � genial, mas...
Mesmo que esteja certo, ainda h� um problema.
N�o conseguem ligar-me a nada disso.
Quando os meus colegas e eu nos reunimos esta manh�,
eu disse o mesmo.
Tamb�m perguntei sobre uma coisa que me incomodava.
No in�cio quando contratou o Nadim Al-Haj,
o trabalho n�o inclu�a assassinato.
Quando ele matou o Garrison Boyd,
deve ter-lhe prometido uma grande pagamento pelo sil�ncio dele.
Especialmente com ele a fugir por sabe-se l� quanto tempo.
Mas com as suas finan�as vigiadas t�o de perto,
como podia pagar-lhe?
Quando me cruzei com o Sr. Al-Haj no outro dia,
ele fugiu com um tubo porta posters,
um detalhe importante por si s�,
dado que estava t�o ocupado a destruir tantas outras evid�ncias.
Pensei que talvez contivesse uma recorda��o, um esquema,
algo para usar contra si caso necess�rio.
Mas quando o Detective Bell perguntou,
lembrei-me de ter reparado numa coisa quando viemos aqui ontem.
N�o � a mesma pintura que estava aqui da primeira vez que o visitamos.
Era um Picasso. Um retrato de mulher.
N�o muito conhecido,
mas mesmo o menor trabalho do mestre deve valer milh�es.
- Est� aqui? - J� o demos como roubado.
Nenhum negociante vai tocar nele.
O Al-Haj n�o vai conseguir um centavo.
Diga-nos se estamos enganados, Sr. Eisely.
Mas ele n�o nos parece um assassino profissional.
� uma quest�o de tempo at� o encontrarmos.
Dado que o seu pagamento vai desaparecer, provavelmente quando o encontrarmos
ele vai falar.
Gosta de fazer acordos, certo?
Que tal, antes de o encontrarmos,
fazer um agora?
Joan?
- Ol�. - Bom trabalho hoje.
- No caso Eisely. - Obrigada.
Vou passar o recado ao Sherlock.
Desculpa.
Pelo qu�?
Ela disse-lhe?
Pareceste meio distra�da nos �ltimos dias.
Sei que n�o foi por uma quest�o de m�rito.
Tu e o Holmes n�o se interessam por isso, mas...
- O que quer que fosse... - Ela apenas ficou animada, s� isso.
Acho que n�o devias ajud�-la de novo.
Ela � o que �.
Ela quer o que quer. Eu amo-a...
mas amo este trabalho tamb�m. As pessoas que o fazem.
Ela tem que fazer melhor.
Certo, boa noite.
Resync Web-DL: Legendas em S�rie+PT-PT
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