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O SEGREDO DA CAVERNA
Todas as cenas de caverna desta produ��o foram filmadas...
nas cavernas de Carlsbad, Novo M�xico.
Agradecemos a assist�ncia do servi�o de Parques Nacional...
do Departamento do Interior dos Estados Unidos...
cuja coopera��o tornou poss�vel a realiza��o destas cenas.
TERRIT�RIO DO ARIZONA
Muito bem, Peguem-nos.
Eu n�o consigo acertar neles.
D�-me a m�o, chefe.
Vamos, depressa!
Anda, vamos embora!
E essa aqui mesmo? Voc� tem certeza?
- Tenho sim, � aqui mesmo. - Vamos.
Nada, ningu�m!
Eles t�m que estar aqui.
Em algum lugar.
Ei, pessoal!
- Vamos! - Ei, espere um pouco!
- O que? - Voc� n�o vai entrar a�?
- Por qu�? - Eu n�o gosto de cavernas.
Os �ndios falam muito delas.
Eles n�o chegam nem perto.
Dizem que quem entra, n�o sai mais.
N�s vamos entrar.
Fique com ele.
� s� um garoto.
Pode baixar as m�os, filho. N�o precisa ter medo.
Qual � o seu nome?
Pete Carver.
Est� assustado, n�o �?
Tudo vai sair bem.
Diga s� onde est� escondido o dinheiro.
- Onde est� o dinheiro? - Eu n�o sei.
- Voc� est� mentido. - Eu n�o estou mentindo.
Eu disse que est� mentindo.
- Eu n�o estou mentindo. - Diga onde est� o dinheiro.
- Eu n�o sei onde est� o dinheiro. - Onde est� o dinheiro?
Diga! Onde est�?
Vamos, fale!
PRIS�O ESTADUAL DO KANSAS 15 ANOS DEPOIS
Um dois... Um, dois...
Nos �ltimos dez anos ele tentou fugir daqui tr�s vezes.
Ele aprendeu a ser bruto.
Esperto e bruto.
N�o sei se voc� � o homem indicado para lidar com ele.
Eu vou tentar.
A Wells Fargo sabe o que faz.
Mas Pete Carver tamb�m sabe.
Ele passou a metade da vida planejando recuperar aquela fortuna em ouro.
Eu vou apostar nele.
Ele tem algum dinheiro?
15 d�lares em ouro.
Levou 15 anos para ganh�-los.
O que est� acontecendo?
Pete Carver est� l� dentro. O bandido da caverna.
Saiu da cadeia para pegar uma fortuna em ouro.
Como sabe que � ele?
- Eu o vi com meus olhos. - J� o tinha visto?
N�o. Ele ficou na cadeia quinze anos.
O que essa gente veio fazer aqui sen�o para v�-lo?
Ent�o Carver, faz quinze anos que estamos esperando voc�.
O mesmo.
Por minha conta.
Quanto tempo vai ficar por essas bandas?
Enquanto eu gostar dessas bandas.
Ah, vai gostar sim.
� uma cidade muito simp�tica.
Est� cheia de oportunidades para investimentos.
Com licen�a.
Meu nome � Jones, C. E. Jones. Vestu�rio masculino.
Olha, porque n�o aparece na loja para eu lhe arranjar um terno?
O Sr. tem cr�dito em C. E. Jones.
Talvez eu fa�a isso.
Eu gostaria que aparecesse na loja para dar uma olhada no estoque.
Com um capital maior e um estoque um pouco melhor...
roupa masculina pode ser um neg�cio lucrativo nessa cidade.
Ouvi dizer que est� interessado em metais preciosos, Sr. Carver.
Eu sou um explorador.
N�s poder�amos nos juntar e achar um jeito de colocar ouro...
na explora��o de cobre e receber mais ouro em troca.
Ora n�o h� mina de cobre aqui que Ben Cross n�o tenha ocupado,
voc� sabe disso, McNulty.
Sr. Carver, posso achar cobre onde Ben Cross ainda n�o achou.
� mesmo?
Ent�o precisamos conversar.
Outra hora.
Adeus.
Rainha.
Ases.
Quanto eu estou devendo?
Ah, esque�a, voc� tem cr�dito.
Cidadezinha muito simp�tica.
Vou gostar daqui.
Muito simp�tica.
� melhor tomar dele enquanto ele ainda tem.
Vamos tomar da pr�xima vez.
Se ele ainda estiver aqui.
Porque ser� que ele ainda quer ficar em Bend?
Lugar mais perto da caverna.
Ela foi um dep�sito seguro durante 15 anos.
Tr�s moedas de ouro e mais nada.
- Tem certeza? - Nada!
Espere.
N�o precisa pressa.
Vou procurar um m�dico.
N�o, eu mesmo procuro um m�dico.
Eu quero saber uma coisa.
Foi voc� que mandou esses caras me atacarem?
N�o.
At� que ficou alegre por me encontrar vivo.
Se eles me matassem, estragaria seus planos.
O que sabe voc� dos meus planos?
Voc� � detetive da Wells Fargo.
Seguiu-me desde a pris�o Estadual do Kansas at� aqui.
E agora voc� n�o pode parar.
Encontrou o que veio procurar?
Ah, voc� nunca vai saber.
Nunca � uma palavra longa.
Mas eu tenho tempo.
Pretende ficar aqui?
� poss�vel.
Onde todo mundo sabe quem voc� �?
Todo mundo sabe quem eu sou porque eu disse.
Por qu�?
J� lhe custou uma surra.
Esse risco � meu.
E vai compensar.
Quanto levaram?
N�o pagou o trabalho deles.
Deveriam saber que voc� n�o carrega tudo de uma vez.
Isso mesmo.
Bom, os m�dicos sempre esperam pelo seu dinheiro.
Quando voc� resolver dividi-lo, lembre-se,
essa cidade precisa de um hospital.
- Urgente. - Vou me lembrar disso.
Ficou muito bom, muito bom sim, ficou �timo.
Eu tenho mercadorias novas chegando de Bisby.
Apare�a para escolher alguma coisa.
Vou aparecer sim.
Bem, adeus.
Meu cr�dito vale tanto quanto ouro, Sr. Dobbs.
Tudo isso acredito, Sr. Carver.
E eles est�o dobrando o pre�o para voc�.
V� adiante e compre essa cidade, � a cr�dito.
Vai ter que mostrar o seu dinheiro mais cedo ao inv�s de mais tarde.
Vai me poupar tempo.
Enquanto eu estiver aqui, Sr. Dobbs
� claro que eu n�o vou mostrar o meu dinheiro.
Nenhum dos meus credores gostaria que eu desse para a Wells Fargo.
Sr. Carver?
Est�vamos esperando que desse a honra durante sua estadia na cidade.
N�o h� muito que escolher, n�o �?
O Sr. n�o apareceu ontem a noite e...
como eu estava dizendo a Sra. Trent aqui, n�s...
- Sra. Trent? - Sim.
Afinal ele apareceu, Sra. Trent.
Estou vendo.
Veio me procurar?
Sim.
Obrigada.
Voc� quer dinheiro?
Bem, eu pensei que pudesse tentar tamb�m.
Eu vi uma por��o de ideias de como gastar meu dinheiro desde ontem.
Vamos ouvir a sua.
Bem, eu quero lhe propor um neg�cio.
Vim lhe pedir para investir no jornal.
- O seu? - De meu marido.
E porque o seu marido n�o veio me pedir?
Bem, meu marido... desapareceu faz um ano.
Desapareceu?
- Assim no ar? - Sim.
Eu tentei dirigir o jornal sozinha por um tempo...
- mas tive que parar. - Por qu�?
Acho que meus credores acharam que uma mulher...
n�o pode dirigir um jornal e fecharam o meu cr�dito.
Pode ser que tenham raz�o.
Sra. Trent.
Porque quer ficar nessa cidade?
Acho que isso � �bvio.
E o que eu ganho com isso?
A possibilidade de ganhar dinheiro.
Bem...
Vamos dar uma olhada.
Agora?
Agora.
Bem, aqui est�.
� isto aqui.
N�o toquei em nada aqui dentro desde que tive que fechar.
E ali atr�s o que �?
Ah, s�o meus aposentos.
Quanto tempo foram casados?
Seis meses.
Quero lhe mostrar os livros.
Depois que paguei todas as despesas...
Veja...
Veja aqui...
Est�vamos come�ando a nos equilibrar...
E... pode melhorar muito este ano.
Papel, tinta, impressora...
Ainda n�o est�o pagos.
Eu nem posso abrir as portas sem dinheiro.
Vamos fazer uma coisa.
Eu abro o jornal pra voc�.
Com meu cr�dito.
Cr�dito?
Olha, voc� n�o tem cr�dito.
Eu tenho.
Voc� veio me procurar com uma proposta arriscada...
mas voc� mesma n�o quer se arriscar, n�o �?
Bem... se vamos...
se vamos mesmo abrir um jornal, temos muito a fazer.
Ah, j� fizemos muito por hoje.
- Vamos. - Aonde?
Tanto faz, mas vamos sair daqui.
N�o, eu preciso come�ar a trabalhar.
Ah, naturalmente se voc� quiser me ajudar.
Eu? Ah, n�o, n�o.
Eu apenas coloco o dinheiro.
Eu quero que voc� veja esta parte.
- � linda. - J� percebi.
A vista.
L� adiante a "Montanha do Rei".
Ora, a paisagem � a mesma.
S� que embelezaram os nomes.
Antes se chamava Morro do Carrasco.
- Antes se chamava? - �, Morro do Carrasco.
Ah, ent�o voc� j� conhecia isto, quando?
Antes.
N�o sei de um monte de coisas a seu respeito.
Voc� cresceu aqui?
Bem, na �poca era s� isso.
Sem cobre, sem cidade.
Mas naquela �poca aqui era pac�fico, n�o era?
Pac�fico? Nem tanto.
Os homens se agrediam pela terra e brigavam pela terra para viver.
Eles n�o brigavam pela chuva, eles rezavam por ela.
Uma vez ficou dois anos sem chuva.
Todos os pastos secaram.
Os carneiros morreram.
Ficou pac�fico por uns tempos.
Sabe, eu n�o entendo.
Tendo passado por tudo isso e voc� ainda consegue se divertir.
Ora, um dia �timo para isso.
Obrigada.
Por me convidar para o passeio.
Cooley!
Oi, Liz.
- Ele � seu amigo? - Um velho amigo.
E tamb�m ele foi impressor do Clarion.
Ah, ent�o foi por isso que voc� preferiu vir por essa estrada.
Eu trouxe algu�m para conhec�-lo.
Sei. Seu nome � Carver.
Voc� brincou muito aqui quanto era garoto antes...
do seu pai se mudar para terra de pasto melhor.
- Ele nunca encontrou, sabia? - Isso mesmo.
Ele virou bandido.
Faz quinze anos que ele morreu na caverna.
Me disseram que voc� voltou.
Eu n�o esperava ver voc� por que n�o tenho nada que lhe interesse.
- A cr�dito. - A� que se engana.
Cooley, vou reabrir o Clarion.
Sem mim n�o vai n�o.
Olha, eu n�o tenho dinheiro, por isso vou dever a voc� por uns tempos.
Eu vivo de leite de cabra, tinta de impress�o e �lcool.
Voc� tem a cabra, ela tem a tinta e eu forne�o o �lcool.
Ficamos muito agradecidos.
N�o vou fazer isso por voc�.
Liz, voc� est� do jeito que deveria estar pela primeira vez este ano.
Eu acho que � ele.
Talvez seja por abrir o jornal.
Mas seja o que for, eu topo.
A gente se v� amanh� cedo.
At� logo, Cooley.
At� logo.
- At� logo, Liz. - At� logo.
Ent�o, estamos quase prontos para rodar.
O primeiro n�mero do novo Clarion.
Eu gostaria de esperar Pete antes de come�ar.
Espero o dia inteiro por esse primeiro n�mero.
Ele ainda n�o est� levando isso muito a s�rio, n�o �?
Pete Carver n�o leva nada a s�rio.
Por isso n�o comece a se iludir com ele.
Est� ouvindo?
Sabe, eu tenho a impress�o de que se alguma coisa come�asse a interess�-lo...
Olhe aqui, pare de ter pressentimentos.
Voc� foi muito infeliz ultimamente.
Agora voc� est� come�ando a se sentir bem de novo.
Vamos, n�o se arrisque, Liz.
Voc� n�o tem muita esperan�a nele, n�o �?
Ora, eu s� n�o sei muito dele, nem voc�.
E tenho um palpite, nem ele tem.
Ent�o...
Ent�o?
Voc� est� um pouco atrasado, n�o est�?
Como entrou aqui?
N�o foi por ali.
N�o adianta, Dobbs, n�o est� l�.
N�o onde eu possa encontrar.
Voc� n�o est� mesmo querendo que eu acredite nisso, n�o est�?
N�o, h� quinze anos ningu�m acreditou em mim tamb�m.
Talvez ent�o n�o fosse muito convincente.
Talvez n�o.
O homem que caiu...
com uma bala no corpo da� de cima era meu pai.
Ele morreu l� em baixo.
Encontraram-no mas n�o encontraram o dinheiro.
E eu tenho uma cisma.
� uma coisa tola, mas...
eu acho que ele viveu bastante para cavar bem fundo e...
esconder o dinheiro dos homens que o mataram.
Voc� conta est�rias bonitas, filho.
E tem mais ainda.
Algu�m deve ter tido o mesmo palpite.
E chegou l� primeiro.
Algu�m cavou bem fundo l�.
Mas n�o faz muito tempo.
Talvez encontrasse, talvez n�o.
Em todo caso, n�o est� l�.
E eu estou cansado dessa caverna.
N�o se importa se eu ficar mais uns tempos aqui?
Pode ser que voc� mude de ideia.
Se � a �nica coisa que quer fazer com seu tempo...
eu tenho coisa melhor para fazer com o meu.
O NOVO CLARION PRIMEIRA EDI��O
O velho Clarion interrompeu sua publica��o um ano atr�s...
quando o seu editor, Ed Trent, desapareceu misteriosamente...
e os credores consideraram imposs�vel que Elizabeth Trent continuasse.
O novo Clarion com a ajuda financeira do Sr. Pete Carver,
Continuar� a servir a cidade de Cooper Bend.
Conseguiu?
Quanto lhe devo?
Na conta. Sr. Carver, depois eles cobram.
Ah, eu bati.
- Da pr�xima vez espere eu atender. - Eu tenho pouco tempo.
Eu queria lhe dar os parab�ns pela nossa primeira edi��o.
Eu ouvi dizer que vendeu tudo.
Foi um dia cheio, onde esteve?
Ocupado.
Comprando um presentinho para comemorar a ocasi�o.
� muita gentileza sua.
Estou cada vez mais devendo a voc�.
Experimente.
Lindo.
Obrigada.
Boa noite, Pete.
Ah, isso n�o � jeito de dizer boa noite.
Aonde voc� est� indo?
J� sei...
Est� indo � caverna.
Se eu dissesse que n�o voc� n�o acreditaria.
Boa noite, Pete.
O que h�? Meu cr�dito � bom como qualquer outro.
Se isso foi para me lembrar de que est� esperando seu marido...
ouvi uma est�ria diferente, voc� andou vendo algu�m...
nessa cidade, algu�m rico.
Mas parece que n�o conseguiu dinheiro bastante para reabrir o jornal...
Ent�o veio me procurar.
V� embora.
Vamos terminar o que voc� come�ou.
Ent�o quer saber onde est� o dinheiro, n�o �?
Eu n�o sei quem � voc�, mas chegou bem na hora.
Sim, agora vem comigo.
O que � isso?
Voc� deveria saber.
Um grupo de presos cedidos pela pris�o de Santa F�.
Para tirar cobre para Ben Cross.
Isso mesmo.
Ele quer falar com voc�.
Ora, que prazer, Sr. Carver.
Esse encontro j� est� atrasado.
Ouvi falar muito ao seu respeito.
E eu ao seu tamb�m.
Voc� � o outro homem rico da cidade.
Obrigado, Garth.
Por favor, sente-se.
Mandei Garth a sua procura h� muitas horas com um convite meu, Sr. Carver.
Ele deve t�-lo tirado de alguma coisa muito interessante.
Uma briga.
Teve muitas brigas?
Duas, desde que eu cheguei a cidade.
Bom, de quem voc� tem raiva?
Quem tem raiva de mim?
Eu fui agredido na primeira noite que cheguei aqui.
Hoje eu tive a oportunidade de empatar com eles.
Quem s�o eles?
O seu empregado Garth chegou a tempo de evitar que eu descobrisse.
E de evitar que eu fosse assassinado.
Alegro-me por isso.
Agora se estiver interessado porque mandei busc�-lo...
Aqui.
Aqui est�o algumas das d�vidas que fez desde que chegou a cidade.
Voc� est� vivendo de cr�dito.
Isto �, vive as minhas custas.
� mesmo?
Sim, esse � o castigo de ter dinheiro, Sr. Carver.
Os que mantenho, isso inclui a maioria dos comerciantes daqui...
cedo ou tarde acabam vindo me pedir emprestado.
e recebem.
E estou levando quase toda cidade nas costas.
Mas recentemente o peso ficou um pouco maior...
e descobri que estava carregando o senhor.
Sabe de uma coisa...
descobri que a longo prazo vai me custar menos encontrar...
o seu dinheiro para que possa pagar as suas dividas...
e sair daqui.
Eu duvido que as minhas d�vidas quebrem em suas costas...
ainda mais usando o trabalho dos prisioneiros na sua mina de cobre.
Ora, muita gente por aqui usa trabalho dos prisioneiros.
Creio que n�o entende a teoria e a pr�tica da acumula��o,
A soma � o total de duas partes.
Cada parte � igual a soma.
Liz Trent faz parte do total?
Sim, certamente � uma parte muito grande.
Mesmo a despeito do fato de ela pertencer a outro?
A quem ela pertence?
Ao marido que ela diz que sumiu.
Sumiu? Ele est� morto.
Engra�ado, � a primeira vez que ou�o algu�m dizer isso.
Liz sabe disso.
Ele foi embora Sem deixar sinal h� onze meses.
Seguimos todas as pistas.
Acabaram em nada.
Ela sabe disso ou n�o teria prometido se casar comigo.
Porque ela veio me pedir dinheiro para reabrir o jornal?
Liz nunca foi uma mulher muito razo�vel.
Isso faz parte do seu encanto.
Ela quis esperar um pouco por conta das apar�ncias...
e ficou inquieta enquanto esperava.
Ela veio me pedir o dinheiro e pensei a que houvesse convencido a desistir.
Sabe, quero me casar com Liz, n�o com um jornal.
Como detesta ser contrariada, foi procur�-lo.
Mas enfim quem vai casar com um jornal sou eu mesmo.
Ah, eu entendo.
Agora se n�o se importa...
Vamos aos neg�cios.
Seus neg�cios.
Que acredito estar em posi��o para aceler�-los.
Como?
Bom, acho que consigo afastar um Sr. Dobbs do seu caminho...
suficiente para permitir que voc� termine o que tem que terminar aqui...
e saia com seguran�a da cidade.
Se conseguir isso...
o que quer?
A quest�o n�o � essa, Sr. Carver... a quest�o �...
o que voc� quer?
Aqui?
O que acha disso?
Bem, vou avis�-lo.
Eu tenho que pensar em algumas coisas.
Est� bem, pode pensar um dia ou dois.
Ei, que barulheira � essa? O bar est� fechado hoje.
Pois abra.
Ah, Sr. Carver, est� bem. Espere um pouco.
Eu trabalho o dia inteiro e tento descansar um pouco a noite.
Eu quero beber.
� deve estar precisando muito para acordar-me a essa hora da noite.
�, estou mesmo.
Sirva-se que eu vou voltar para cama.
N�o consegui dormir, preocupada.
Voc� n�o conseguiu dormir preocupada com o dinheiro, n�o �?
Com voc�.
Pensei que tivesse ido para sempre.
Eu ia para sempre.
E nunca mais ia voltar.
Mas...
- Aqui estou eu. - Por qu�?
Por qu�?
Porque voltei a essa cidade nojenta?
Onde todo mundo cava e trapaceia por ouro?
Menos o homem que cava cobre.
Porque veio me pedir dinheiro, por qu�?
Antes eu n�o viesse.
Eu conheci o seu homem rico hoje.
Ele � muito simp�tico.
Meu homem rico?
Estou devendo a todo mundo e todo mundo deve a ele.
N�o vai demorar a tudo pertencer a voc�,
o que mais quer?
Eu n�o estou entendendo.
N�o me entenda mal, eu s� quero dar os meus parab�ns...
pelo seu casamento, que vai ser logo.
Quando e onde as apar�ncias permitirem.
Voc� n�o acredita em ningu�m e em nada, n�o �?
Porque deveria?
Ele me pediu em casamento. Eu disse a ele que levaria...
muito tempo para poder chegar a pensar nisso.
Mas voc� lhe deu alguma esperan�a.
Acho que dei.
Ainda � a melhor oferta da pra�a, melhor aceit�-la.
O que est� querendo me dizer?
Estou dizendo que n�o h� nada mais para voc� desejar, querer ou jogar...
n�o h� fortuna que eu possa colocar em suas m�os ambiciosas.
- Pete... - Tudo blefe, Liz.
Eu joguei em um palpite simples, mas eu perdi.
E eu n�o sou idiota como os outros.
Hoje eu fiz uma tentativa. A �ltima tentativa.
Aceite Ben Cross.
Ele vai lhe cair como uma luva.
Deixe-me decidir o que eu quero.
Concordamos em jogar juntos no jornal.
Eu quero continuar.
Parece que vai ter que pagar a sua maneira.
Eu a levo em casa.
E l� estava o seu cavalo,
Voltou para a cidade no dia seguinte com a sela nele ainda,
� melhor ver isto.
Voc� conseguiu.
Acostuma depressa em uns dois dias.
De que dire��o veio o cavalo de Trent?
Apareceu na estrada do sul.
Quando levaram ele para Liz, ela quase desmaiou.
Mas n�o desmaiou.
Ali mesmo ela disse... que Ed n�o estava morto.
Que ia voltar.
Foi o jeito dela se enganar para continuar vivendo, talvez.
Mas funcionou.
E tudo ainda est� esperando por ele.
Liz, a mesa dele. Do jeito que ele deixou.
Onde est� a chave da mesa?
Por qu�?
Ora, n�o se pode dirigir um jornal...
indefinidamente sem abrir a gaveta do editor.
Ou sem o editor.
O que � isso?
Foi o �ltimo editorial que Ed escreveu.
"A Avareza de uma Cidade".
Ele tamb�m procurava ouro?
Sim, ele era como todos os outros.
a caverna o fascinava e ele n�o podia se afastar dela.
- Voc� o procurou l�? - Sim.
- E? - Nada.
Parece que Bend tem um jornal fluorescente outra vez,
todo mundo trabalhando duro.
- Como vai, Carver? - Eu vou bem e voc� Cross?
Eu gostaria de falar com voc�, Liz.
A s�s, se puder.
Certo. Com licen�a, Pete.
� claro.
Cooley?
Quanto tempo Trent procurou ouro?
Muito tempo para Liz. Ela n�o era o que se chama feliz.
Mesmo depois que Trent desapareceu.
Eles dois n�o eram felizes juntos.
Chegou a um ponto de ele passar mais tempo na caverna do que no escrit�rio.
Acho que ela est� contente que voc� mudou sua base de opera��es.
Liz, voc� est� muit�ssimo bem.
�timo ver voc� e o Clarion renascer outra vez.
Embora eu n�o prefira admitir isso.
Ora, por qu�?
Bom, eu n�o tenho visto voc� muito ultimamente.
Bem, a verdade � que ando muito ocupada.
Tem certeza que � isso?
E o que mais seria?
A pergunta seria, quem mais?
Voc� deve estar apaixonada do homem na outra sala.
Estou s� brincando, Liz.
N�o poderia culpar voc�.
Como eu poderia se eu sei que isso lhe faz bem.
E parece que est� ajudando voc� a esquecer as coisas que deveria.
N�o estou esquecendo.
� s� o trabalho �rduo de dirigir um jornal que me faz bem.
Mas nada.
Bom, se voc� est� mesmo acreditando nisso...
acho que o meu aviso vai parecer mais ou menos enciumado.
Aviso?
Pete Carver s� vai ficar na cidade a tempo de pegar o seu dinheiro.
Mas nada.
Isso n�o � verdade. Porque ele mentiria?
Porque voc� n�o quer que seja.
Acho que ele conta uma est�ria diferente a cada pessoa.
Voc� nem pode usar isso contra ele j� que s� o Clarion � importante para voc�
Mas nada.
Posso lhe perdoar muita coisa por que ele me ajudar a reabrir o Clarion.
E com toda sua generosidade foi uma coisa que voc� nunca se ofereceu a fazer.
Tem raz�o.
Negligenciei isso para lhe oferecer tudo, Liz.
Se voc� tiver alguma decep��o...
a menor que seja, fale comigo, por favor.
Adeus, Liz.
Pete.
Voc� n�o me deu a resposta com a ajuda sobre o Sr. Dobbs.
Eu vou pensar nisso.
- Quando? - Logo.
Eu falo com voc�.
Eu pego voc� do jeito que eu quiser porque eu sou bandido da caverna.
Ah, n�o pega, eu sou agente da Wells Fargo.
Eu sou maior forte que voc�.
Em quem voc� est� apostando?
O cara da Wells Fargo parece que est� levando vantagem.
N�o sei n�o.
Vamos, garotos, chega.
� o bandido da caverna, foge, foge!
Parece que houve um empate. Isso � bom.
Estava procurando por voc�.
Ent�o...
Ben Cross me fez uma proposta.
Para eu me livrar de voc�.
Pelo tempo de sair da cidade com...
o que ele acha que eu vim buscar aqui.
� uma proposta interessante.
Voc� est� pensando nela, naturalmente?
Eu aceitei.
Mas � fascinante.
Como vai fazer isso?
Aguente mais um pouco e voc� vai descobrir.
Algu�m quer falar com voc�, Garth.
Voc� sabe por qu� ficou louco l� fora?
Porque sabe que o dia que deixar de ser �til...
a Cross ele vai meter uma bala nas suas costas.
Voc� vai viver muito mais se responder algumas perguntas.
Porque est� trabalhando para o Cross?
Dinheiro, porque mais?
Agora podemos conversar.
Sobre dinheiro?
E voc� est� pagando por qu�?
Pela resposta a uma pergunta. Curta e f�cil.
Porque voc� est� me seguindo?
- Primeiro o dinheiro. - Responda primeiro.
Voc� n�o tem escolha, Garth.
E voc� n�o tem dinheiro nenhum.
O que est� querendo dizer?
Bem... nada.
- O que voc� ia dizer? - Nada. Quero dizer...
Quero dizer, voc� nunca achou seu dinheiro por que...
Ed Trent esteve aqui primeiro.
Ed Trent?
Se voc� sabe disso, Cross sabe.
E porque Cross quer me ajudar a achar o ouro?
Sabendo que eu n�o o encontraria.
Por qu�?
Para lhe dar a oportunidade de me matar na caverna...
como voc� matou Ed Trent h� um ano atr�s.
Eu n�o o matei!
Cross me mandou atr�s de Trent sim,
quando percebeu que queria Liz.
E achei que ficava muito na caverna.
E por isso eu n�o o matei.
Esperei.
Ele tinha achado alguma coisa.
Estava cavando um buraco grande.
No mesmo lugar onde eles acharam os bandidos mortos h� quinze anos.
Ele tinha uma corda amarrada em uma pedra e vinha subindo.
Eu sabia que ele achara o ouro.
Havia dois sacos pendurados em uma correia em volta do seu pesco�o.
Quando ele foi chegando na pedra, me viu...
Cross deve ter me seguido,
porque nesse momento ele chegou por tr�s de uma pedra e atirou.
Trent n�o teve a menor chance.
Tivemos que dar a volta para chegar naquela pedra de baixo.
Mas quando chegamos l�...
Bem, n�o tinha nem sinal de Trent.
Muito menos dos sacos de ouro.
Nem de marcas de sangue.
Nada, nada.
No escuro ele deve ter pulado a pedra.
Mas eu nunca o encontrei.
Procurei... procurei por dias.
Se Cross tivesse esperado eu hoje estaria rico.
Mas ele s� queria matar Ed Trent.
O dinheiro n�o significava nada.
Voc� vai ter uma oportunidade de esclarecer as coisas no tribunal...
quando testemunhar contra ele.
Testemunhar? Voc� est� louco! Ele me mata primeiro!
Se n�o quiser vai ficar balan�ando mais alto que ele.
- E o que eu vou fazer. - Nada.
Nada mudou. Voc� ainda est� trabalhando para Cross.
Diga a ele que me seguiu dentro da caverna e me perdeu de vista, � s� isso.
Voc� vai se safar se ficar de bico fechado.
Agora v� embora.
Esse tal buraco que ele estava falando.
Voc� sabe onde �?
N�s dois j� estivemos l� uma vez.
Vamos dar outra olhada.
Se Ed Trent estivesse l� em baixo eu o teria encontrado.
Talvez estivesse.
Voc� estava aqui quando eu sa�.
Um homem estava parado aqui e levou um tiro.
Dez segundos depois, ele tinha sumido.
Ele tem que estar l� em baixo.
N�o se pudesse correr.
O que quer dizer?
Tem mais uma sa�da aqui.
Onde?
Bem aqui.
Eu encontrei uma entrada aqui quando era garoto.
Eu achava que era a �nica entrada.
Levei muito tempo para descobrir a boca da caverna.
Veja aqui.
Ele passou por aqui sim.
Por aqui, Dobbs.
N�o vai ser f�cil.
Voc� foi esperto em n�o me avisar.
Estou procurando isso h� doze anos.
Est� a�.
E � todo seu.
Ora, o que est� esperando?
Pode levantar?
O que vai fazer com o ouro?
Eu n�o posso carregar os dois.
Est� seguro aqui, por enquanto.
�, por enquanto.
Obrigado.
Preciso lhe pedir desculpas.
Salvei sua vida matando o �nico homem que...
poderia condenar Cross na Corte de Justi�a.
Pois voc� ainda me tem como testemunha da confiss�o.
Sim, tem raz�o.
O doutor n�o estava no consult�rio, procure-o.
Um lugar para ele deitar.
Um pequeno acidente.
Traga um pouco de �gua quente.
Voc� vai dizer a ela?
Ent�o d� a not�cia com cuidado.
O que aconteceu?
Onde aconteceu isso?
Na caverna.
Pete, o que aconteceu?
N�s descobrimos.
Liz, seu marido est� morto.
Como ele morreu?
Como ele morreu?
Foi assassinado.
Quem?
Eu vou trazer o assassino para voc�.
Carver...
n�o se esque�a de que no tribunal ser� a sua palavra contra a dele.
A n�o ser por mim.
Serei sua testemunha com uma condi��o.
O dinheiro n�o lhe pertence.
Deixe-o onde est�.
Voc� pensa que eu vou l�?
N�o posso correr esse risco.
O ouro!
Onde voc� encontrou? Onde encontrou o ouro?
Foi isso que o matou.
� isso que voc� est� procurando.
E � por isso que vai voltar.
Tudo foi mentira.
Voc� n�o ficou aqui por mim.
Ed tinha raz�o.
Ele disse que o ouro corrompe a todos.
Matou, e matar� voc� tamb�m.
Est� bem.
V� e morra por ele j� que � por ele que est� vivendo.
J� que todos confiamos tanto uns nos outros...
eu vou ficar e trazer o seu assassino para voc�.
BEN CROSS ACUSADO DE ASSASSINATO.
Com licen�a, por favor.
Carver!
Carver!
Recebi seu convite impresso, Carver.
Eu estou aqui.
Quer ir adiante?
Vou te matar, Carver.
Agora ou quando eu virar as costas?
Pegue uma arma.
Cooley.
Isso n�o � arrua�a de rua.
H� regras at� para matar.
E tem que se conformar com elas.
N�o se aprende o c�digo de duelo na pris�o.
Pois vou ensinar a voc� agora.
O doutor vai fazer a contagem.
Cada um de n�s d� dez passos quando o doutor disser.
Vira-se e atira uma vez ao sinal dele.
Se nenhuma bala atingir o alvo, viramos novamente...
e atiramos ao sinal.
E continuamos assim at� que um de n�s acerte o outro.
A arma que n�o atirar por defeito d� direito de atirar de novo...
se ele ainda estive de p�.
Pete...
� uma armadilha, cuidado.
Voc� quer que eu fuja disso?
Eu n�o posso.
Est� bem, doutor.
Costas com costas.
Comecem.
Um...
Dois...
Tr�s...
Quatro...
Cinco...
Seis...
Sete...
Oito...
Nove...
Dez. Virem-se.
O grito atingiu o seu prop�sito, Liz.
Por favor n�o fa�a isso de novo.
Acabei, doutor.
Prontos cavalheiros?
Atirar!
Minha arma n�o disparou.
E eu ainda estou de p�.
Conforme as suas regras eu ainda tenho um tiro.
Espere!
Eu vou meter uma bala em voc� do mesmo...
jeito que voc� meteu uma em Ed Trent.
Voc� � juiz, j�ri e carrasco?
Exijo o direito de limpar o meu nome.
O duelo foi ideia sua.
Se eu for condenado por uma corte de justi�a,
e serei, ent�o eu deixo voc� me dar o tiro.
O que voc� pode perder?
Eu perco voc�.
Se daqui eu for para a cadeia ou n�o?
N�o tem medo do veredito dos meus concidad�os.
Talvez voc� tenha.
Calma, vamos dar uma olhada nisso.
J� viu uma bala desse jeito na vida?
Que coisa.
Como a arma de onde veio. Isso � cobre.
Cobre puro.
Segure isso aqui.
� ruim?
Eu vou viver.
Claro. Ah, que dia.
Eu nunca pensei que fosse viver para ver.
Ben Cross sendo levado em cust�dia e sendo trancado na cadeia.
Onde est� Dobbs?
Eu ajudei a lev�-lo para o hotel.
Est� trancado no quarto dele com aquela perna.
Disse que quer falar com voc� assim que...
Diga a ele para ficar l�. Falo com ele depois.
- Certo. - Assim, est� bem.
Agora tome cuidado por uns dois dias.
Obrigado, doutor.
Ei, eu disse para tomar cuidado.
Ei, Pete!
Ei, Pete!
Volte para o jornal e fique de olho em Liz.
Mas Pete � que...
Vejo que voc� n�o perdeu tempo.
Nem voc�.
Ou�a filho, por que n�o desiste disso?
Voc� j� tem tudo que deseja,
uma garota, um jornal, conseguiu prender Cross.
Porque n�o volta?
N�s dois temos um neg�cio na caverna.
Meu bra�o, sua perna.
Juntando n�s dois d� quase um homem inteiro.
Mas Cooley, onde ele foi?
Eu n�o sei, mas ele ia embora.
Ei sei, eu sei. Mas para onde?
Voc� continua perguntando isso e eu continuo respondendo que n�o sei.
Ora, voc� sabe e eu tamb�m, vou fazer alguma coisa...
- Espere um pouco, Liz. - Vou fazer sozinha!
Este momento n�o � nada f�cil para n�s dois, Carver.
Mas acho que � mais dif�cil para mim.
N�o posso esquecer os quinze anos que passou investindo nesse monstro de metal,
contra os meus doze.
Esse monstro de metal pode me devolver...
algumas coisas que perdi durante quinze anos.
N�o todas.
Mas algumas.
O mundo � grande e eu vi muito pouco dele.
Fugir n�o vai faz�-lo maior.
N�o vou deixar voc� peg�-lo.
N�o posso.
Eu tinha adivinhado isso h� pouco tempo.
Quando eu estava l� em baixo...
eu procurei isso tamb�m.
Foi s� o que eu vim buscar.
� s� isso que eu desejo na caverna.
Essa bala que eu tirei de Trent.
combina com a que Cross colocou no meu bra�o hoje.
Esta bala e voc� v�o acabar com Cross.
Neg�cio terminado.
Vamos sair daqui.
� melhor pegar essa sa�da.
� mais segura e mais curta que a boca da caverna.
Eu n�o quero que aconte�a nada com voc� com esse peso.
Pete!
Espere a�, eu j� vou.
Acho melhor sair daqui.
Pode ir sozinho?
Posso.
Tome cuidado.
Eu vou me cuidar. Daqui a Santa F�.
Mas vou voltar para o julgamento de Cross.
Ela est� esperando voc�.
Boa sorte.
Liz, porque est� aqui?
Pete!
Espere a�!
Atr�s dele.
N�o demorou muito para comprar sua sa�da da cadeia.
Ainda estou na cadeia.
Nunca sa� de l�. S� voc�s sabem que eu sa�.
Vou cuidar para que saibam.
N�o, n�o vai Liz.
N�o quando eu fizer voc� entender que...
estou lutando n�o s� pela minha pr�pria vida.
Mas por voc�.
Lutar? Quer dizer matar.
Espere, Liz.
Seu jornal me acusou sem nenhuma prova.
Voc� sabe qual � a prova do Carver?
N�o.
Onde ela est�?
Espere um pouco.
Cad� o ouro?
Me leve a Cross.
- Eu digo a ele. - Por qu�?
Cross tem o que ele quer.
Voc� n�o pode comprar nada a ele.
Mas eu posso comprar de voc�.
Deixe-me ver primeiro.
Fique aqui e continue apontando para ele.
De certa forma � por sua causa.
Eu desejava que Carver pegasse o ouro e fosse embora de Bend.
Ent�o porque n�o o deixou ir?
Depois do que ele me fez. Ele estava s� ganhando tempo, Liz.
Ele tinha que me afastar para voltar e buscar o dinheiro.
O dinheiro era a �nica coisa que ele queria, Liz.
Me deve um tiro.
E eu vou cobrar isso agora.
Um momento, Cross.
Vamos terminar nosso assunto.
Voc� est� bem?
Muito bem.
Bem, vou para Santa F�.
Ficar�o admirados em saber que o dinheiro da recompensa...
por ter achado a recompensa ir� para o homem que o roubou.
Tudo acabado, vamos sair desse lugar para nunca mais voltar.
N�o, n�s vamos voltar.
E junto com todas as pessoas que vierem...
vamos ach�-lo lindo.
Legendas: Kilo
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