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Original subtitles

Legendas by LuFer

Boa tarde senhor.

Boa tarde. Posso ter um quarto esta noite, por favor?

Solteiro? Sim, por favor, com banho, se poss�vel.

Est� bem, isso � bom.

Pode preencher-me este formul�rio, com nome e morada.

Obrigada.

O cavalheiro � um cliente antigo.

N�o o vemos aqui h� anos. Anos passaram desde ent�o.

- Lembra-se de mim? - Desculpe, mas n�o.

Tenho a certeza de que j� o vi aqui antes.

Creio que est� enganado.

Desculpe-me. Devo-o ter confundido com outra pessoa.

- Eu vou-lhe mostrar o quarto. - Obrigada.

- Tem mais bagagem? - N�o.

J� est� a escurecer.

D� uma olhada no mapa, sim, v� onde estamos.

Viste aquela mulher?

Eram duas.

Eu s� vi uma.

Sim, havia outra.

Ela estava a esconder-se atr�s das �rvores.

A s�rio?

Claro, que ela se estava a esconder.

Talvez estejas a ver coisas.

N�o. Tenho a certeza.

Bem, se elas est�o � boleia, algu�m vai-lhes dar.

Pode dar-me uma boleia? N�o � muito longe.

Sim. Entre.

Muito obrigado.

Bem, certamente percorremos uma boa dist�ncia nos �ltimos dias.

Sim, percorremos.

Qual � o problema?

Eu? Nada.

Pareces preocupada.

Reparaste naquela casa ali?

Sim. Parece abandonada.

Este lugar assusta-me.

N�o � a primeira vez que acampamos na floresta.

E n�s os dois estamos cansados.

Possivelmente.

Ficar�s mais bem disposta depois de uma noite de sono.

Acho que vou descer ao lago amanh�, ver se tem algum peixe.

Porque � que uma delas estava a esconder-se atr�s duma �rvore?

O qu�?

Porque � que uma delas estava a esconder-se atr�s duma �rvore?

Eu n�o vi ningu�m a esconder-se.

Mas eu vi.

Uma estava na beira da estrada.

A outra estava escondida na floresta, � procura de algo.

Talvez s� � espera.

Talvez ela estivesse � espera enquanto a amiga desligava o carro.

H� algu�m naquela casa.

Acabei de ver uma luz a mover-se, numa das janelas.

-John! John! - Qual � o problema?

- H� algu�m l� fora! - O qu�? O que queres dizer?

Eu vi uma m�o, grande, ali na janela.

A esta hora da noite e com este tempo ningu�m vai estar l� fora.

- Deves ter sonhado. - N�o.

Em primeiro lugar, ouvi um grito. Isso acordou-me.

Ent�o, quando acordei, de repente vi essa m�o horr�vel l� fora.

Ora, vamos, querida. Vamos voltar a dormir.

Dormir?

Honestamente achas que posso dormir agora, achas?

N�o h� ningu�m l� fora, Harriet querida, por isso relaxa.

Tens que te convencer de que estavas a sonhar.

Chegaste atrasado!

Foi o badalar do rel�gio da igreja que me acordou.

Ent�o vi-as a passar.

as mesmas duas mulheres que estavam ao p� da estrada, ontem.

- Uma coincid�ncia. - Sim, mas eram elas.

Elas iam a andar rapidamente, uma atr�s da outra.

Bem, talvez elas vivam nalgum lugar perto.

Mesmo assim, que diabos estavam elas a fazer �quela hora da manh�?

Elas n�o pareciam normais.

N�o? Bem, ent�o como se pareciam elas?

N�o sei dizer exactamente, mas elas criaram-me uma sensa��o muito estranha.

Desde que cheg�mos a este local, tudo parece estranho para ti.

V�s m�os e fantasmas em quase toda a parte.

Voc� n�o � o tipo boleia normal.

- Como se chama? - Fran.

- Fran? - Como Frances?

N�o, s� Fran.

O meu nome � Ted. O que faz na estrada nesta hora do dia?

Resolvi dar um passeio e percebi que estava a ficar tarde.

N�o moro longe daqui.

Voc� lembra-me muito algu�m que conheci h� muito tempo.

Sim, h� muito mesmo.

Abrande. Estamos quase l�.

� a pr�xima � esquerda.

Tem certeza de que esta estrada se destina a carros?

� um atalho. N�o � usado com frequ�ncia.

- � inglesa? - Porque pergunta?

N�o me parece inglesa.

Bem, o que � ent�o?

Se eu lhe contasse, n�o ia acreditar em mim.

Tente.

John, olha.

- � uma daquelas mulheres com um homem. - Outra vez?

E o carro � dele, se te convences.

Eu n�o preciso de me convencer. S� n�o vejo nada de peculiar nisso, s� isso.

Este tipo de coisas excita-o?

�s vezes.

Porqu�?

Agora, n�o seja muito impaciente.

Venha.

Tenho a impress�o de que n�o gosta muito desse tipo de situa��o.

N�o se preocupe.

Ou�a.

Acho-a muito atraente, mas este passeio est� a tornar-se um tanto enfadonho.

Que diabos � isto?

N�o me diga que usa este lugar para os seus encontros.

Claro que n�o.

Mas para onde vamos � bem diferente de tudo isso,

e agora � tarde demais para voltar.

Bem, quero dizer que seria uma pena

desfazer os nossos passos depois de ter chegado t�o longe.

E estamos quase l�.

Este � o meu lugar. Gosta?

Bem, � melhor do que o resto da casa.

N�o posso acreditar.

- Tudo isso lhe pertence? - Sou apenas uma convidada.

Que outras surpresas tem para mim?

Veremos.

Agora, seja querido e acenda a lareira enquanto eu trago algo para bebermos.

Sinta-se � vontade. Relaxe. O pior j� passou.

- Eu estava me questionando... - Questionando?

Bem, eu n�o pretendo que divulgue todos os seus segredos, mas...

Continue. Pergunte.

Existe algum limite de perguntas?

Existe um limite de respostas.

Bem, mora aqui sozinha?

Costumo receber convidados.

Trabalha em qu�?

Estou � procura o tempo todo.

� procura de pessoas interessantes.

� dif�cil encontrar pessoas realmente interessantes.

Eu sei, mas continuo a procurar.

Eu sei como me defender sozinha.

Sinto-me mais feliz aqui do que em qualquer outro lugar.

Essas paredes tornaram-se minhas amigas, minhas confidentes.

Voc� n�o � f�cil de entender.

� assim que tenho que ser aceite, sem perguntas e sem explica��es.

Hoje � o meu dia de sorte.

Nunca diga isso.

Deixe l�. N�o me importo com situa��es invulgares. Elas v�m por conta pr�pria.

Como o nosso encontro na estrada, hoje.

Tem a certeza de que estamos s�s?

Porque pergunta?

Tenho a forte sensa��o de que n�o estamos s�s.

Ei!

Quem est� a�?

Fran?

Fran!

Aonde diabos v�o as pessoas aqui de manh�?

Desculpe-me por me intrometer, mas eu aleijei-me.

- Sim claro. Entre. - Obrigado.

- Sente-se. - Obrigado. N�o � nada s�rio.

S� um momento.

� s� um pequeno corte, mas d�i um pouco.

Isso � um corte bastante profundo.

Fiz isto num peda�o de vidro.

Bem, eu devo ter bebido um pouco a noite passada...

e ca� em cima de um vidro partido.

Sim, isso est� muito inchado.

Primeiro vou desinfect�-lo. Desculpe.

- Est� tudo bem. Continue. - Sim, pode doer, mas ajuda.

- Obrigado pela ajuda. - Porqu�, n�o tem de qu�.

Com o bra�o neste estado, eu n�o posso ir muito longe.

- Sabe, devia descansar um pouco. - Bem, eu sinto-me bem agora.

Tem a certeza? Que tal ficar connosco e tomar uma ch�vena de caf�?

- N�o. N�o, obrigado. - Ela tem raz�o, sabe.

Uma ch�vena de caf� vai-lhe fazer bem.

Bem, isso � muito gentil da sua parte. Muito obrigado.

Tem horas certas, por favor?

Hum, 10:15.

� rid�culo, mas o meu rel�gio parou. Isto nunca me aconteceu antes.

Bem, � melhor eu ir embora.

- Muito obrigado pelo caf� e pela ajuda. - Est� tudo bem.

Algu�m mora nessa casa?

Essa � uma pergunta que eu me fiz antes,

e ainda n�o encontrei a resposta.

- Adeus. - Adeus.

Ei.

A curiosidade era muito forte.

Tinhas que perguntar a ele...

ou explodias.

Mas ele n�o respondeu � minha pergunta, pois n�o?

N�o.

Olha. Ele est� a voltar � casa.

Sim. Sim, estou a ver.

Ele est� a voltar � casa.

Desculpa esta manh�.

Tive que me levantar ao romper do amanhecer e n�o pude voltar mais cedo.

Eu tinha muito que fazer. Vai-me perdoar?

N�o se preocupe. Est� aqui agora.

Quase me esquecia. Eu n�o estou s�. Estou com amigos.

Tenho a certeza que vai gostar deles.

Essa � a Miriam e o seu amigo.

Est� gelado aqui.

Bem, farei fogo num instante.

Gostas disto?

- Olha, posso fazer um telefonema? - Receio que n�o.

N�o h� telefone em casa.

N�o faz mal. � que combinei encontrar-me com uns amigos meus.

Gostava de os avisar que chegarei um pouco tarde.

- Sinto-me t�o culpado. - Est� tudo bem.

- Posso ajudar-te, querida? - N�o, obrigado. Est� tudo bem.

Receio que seja tudo o que temos para oferecer.

Vinho tinto. Mas duma colheita muito boa.

Obrigado.

- Sa�de. - Gostam disso?

Todos parecem gostar.

As caves daqui est�o cheios de coisas.

- Parte disto deve ter anos. - A s�rio?

- Bebam mais um gole. - Obrigado.

Miriam, querida, acho que ter�s de ir � cave buscar mais.

Tenho a certeza de que o Rupert te ajudar� na escolha de uma excelente colheita.

- Com prazer. - Ent�o vamos.

Esperei por ti o dia todo at� adormecer no carro.

Perdoe-me por esta manh�. Pensei que voltava mais cedo.

Essa garota, a sua amiga.

- Miriam? - Sim.

Ela esteva aqui ontem � noite?

N�o. Eu disse-te, que est�vamos s�s. Apenas tu e eu.

Mas...

Ela mora aqui contigo?

Mais ou menos. Ela � minha amiga.

Temos muito em comum, da-mo-nos muito bem juntas.

Mas � uma loucura morar num lugar antigo como este.

Sem telefone, o lugar quase em ru�nas.

Estas paredes podem cair sobre ti a qualquer momento.

Quem � esse tipo, o Rupert?

Um homem muito bom.

H� quanto tempo o conheces?

Desde esta tarde.

Ele deu-nos boleia para c�.

Pode ter escolhido um lugar mau para acampar.

N�o vejo porqu�.

� atraente e silencioso e ningu�m nos incomodou.

N�o � esse o ponto.

N�o l�s sobre coisas horr�veis que acontecem justamente em tais situa��es?

Lugar tranquilo e isolado, casal como n�s...

Querida, por favor. N�o comeces tudo isso de novo.

Primeiro foram aquelas duas mulheres. Depois aquele homem com um golpe no bra�o.

Bem, agora est�s a exagerar.

O pobre veio em busca de ajuda, o que � perfeitamente natural.

Quando te cortas a primeira coisa que fazes � procurar ajuda. L�gico, n�o?

Bem, quando perguntei se algu�m morava na casa ou n�o, ele evitou a resposta.

Bem, n�o exactamente.

Ele deu a entender de uma maneira muito amig�vel

que n�o devias meter o nariz nos assuntos dos outros.

Acho isso perfeitamente razo�vel.

N�o � esse o ponto.

Ele disse que n�o sabia se o lugar era habitado ou n�o,

e depois passa l� as noites.

- Mas, porqu�? - Pelo amor de Deus!

Porque provavelmente ele passa o maravilhoso tempo com aquela mulher.

Ou as duas mulheres, aquelas com as quais tu est� t�o preocupada.

Talvez vivam na casa. Talvez ele mesmo more l�.

Bem, algu�m sabe.

Como hei-de eu saber?

Harriet!

Nenhuma pessoa normal vive num lugar como aquele.

- N�o? - N�o.

Tu excitas-me mais do que qualquer mulher que conhe�o h� muito tempo.

Obrigado pelo elogio.

N�o, n�o, estou a falar a s�rio, Fran.

Tu intrigas-me e preocupas-me...

porque eu n�o te entendo.

Nem tentes.

Tu est�s a jogar um jogo perigoso.

Mata-o antes que seja tarde demais.

Mata-o. Mata-o!

Sempre achei que nos �amos encontrar.

Com este sinal, eu vou-te reconhecer.

Ei!

Abra! Quem est� a�?

Fran?

Abra a porta para mim!

Fran!

Est� a� algu�m?

�s tu, Fran?

Sim. O que aconteceu?

O vento fechou a porta e a ma�aneta caiu.

Porque diabos vieste aqui?

Eu estava � tua procura.

Est�s bem?

Estive trancado aqui o dia todo.

Sabias que o teu amigo Rupert, que esteve aqui ontem � noite, est� morto?

- Morto? - Sim.

Vi o carro dele na estrada principal esta manh�.

Ele n�o parecia estar muito em forma quando saiu ontem � noite.

Eu disse-lhe para conduzir com cuidado.

Ele tinha bebido muito.

Isso � terr�vel. Pobre Rupert.

Sim.

E agora eu gostava de sair desta maldita adega o mais r�pido poss�vel.

Vamos. Eu levo-te para cima.

- Sim. - Vamos.

E mais, h� algumas coisas que eu gostava que me explicasses.

Fran. Fran. � dia.

� de dia.

Vamos. Vamos.

PROPRIEDADE PRIVADA N�O ENTRAR

Est�s a ficar louca?

Gra�as a Deus �s tu.

- O que est�s a fazer aqui? - Posso perguntar-te o mesmo.

Que diabos pensas que est�s a fazer nesta casa quando ela n�o pertence a ti?

Eu vi-as l� em baixo.

Elas passam os dias a dormir na cave.

Vamos sair imediatamente.

� verdade, John. Estou a dizer-te.

Essas duas mulheres est�o l� como mortas-vivas.

Quando n�o voltaste e o tempo passava,

imaginei que estarias a meter o nariz nalgum lugar que n�o devias.

Tu �s imposs�vel.

Ele, ele...

Pode dar-nos uma boleia?

- N�o � longe. - Sim, claro.

Obrigado.

Fran! Fran!

Quem est� a�?

L� fora.

Eu ou�o vozes.

Cativa-o. Tr�-lo.

� beira da estrada, sem d�vida.

Assim como o Rupert.

Tal como eu.

Quem �s tu? De onde diabos vens?

Tenho de sair daqui.

Tenho de sair daqui!

Quer uma bebida?

- Sim, quero, obrigado. - Bom. S� um segundo.

- Obrigada. - De nada.

Diga quando.

- Isso � muito. - Obrigada.

Fran!

� o namorado da Fran.

Acontece sempre isso quando ele bebe demais.

� mesmo?

Pobre rapaz.

Mais sorte da pr�xima vez.

Sim. Sa�de.

Sa�de.

Isto � excelente.

� um dos melhores vinhos que j� provei.

Bom. Beba mais.

Obrigada.

� uma colheita nossa. A minha amiga e eu estamos muito orgulhosas disso.

No entanto, digo-lhe que gostava de saber tudo sobre este vinho.

Sim? N�o acredito em si.

Minha querida jovem, est� sentada � frente de um verdadeiro conhecedor.

Agora, espere e...

Em primeiro lugar, direi o pa�s de origem.

N�o deve ser muito dif�cil de avaliar.

Nunca vai adivinhar.

Aposto o que quiser.

N�o tenha tanta certeza. Eu sou um especialista.

Reconheci alguns vinhos muito obscuros na minha �poca.

Bem, vamos ver como se sai desta vez.

Est� bem. Certo. Um momento.

� um clarete.

- Sim, mas isso � �bvio... - N�o, n�o. Espere, espere, espere.

�...

Vem de uma vinha pequena.

Bem amadurecido. Prossiga.

Muito bem amadurecido. De facto.

Positivo e ainda... N�o, n�o, n�o. Est� muito claro.

Definitivamente n�o � um St-Emilion ou um Gravet.

�...

� um Medoc.

E, portanto, deve ser um Margaux.

N�o? N�o.

Pauillac. N�o, n�o, n�o, n�o, n�o, n�o.

� tamb�m...

Muito perfumado, muito feminino para ser um Pauillac.

�... �...

Provei este vinho na regi�o de Saint Julien.

Sim. � um Saint Julien.

Desculpe desapont�-lo, mas est� errado.

Este vinho vem de uma parte remota das montanhas dos C�rpatos.

- Dos C�rpatos? - Sim, � isso.

Sorte que n�o apostou.

Bem, de qualquer maneira, � excelente.

Que pena o seu amigo n�o estar aqui para apreci�-lo.

- Sa�de. - Sa�de.

Bem, voc� certamente tem um bom stock.

Esse � um belo vinho.

Eu tenho um muito melhor do que este para lhe mostrar.

- O qu�, a s�rio? Melhor que esse? - Sim. Muito melhor.

Bem, � fant�stico.

Sabe, este vinho tem quase 15 anos.

� realmente o tipo de vinho que aprecio.

Quando eu contar aos meus amigos sobre isto, eles simplesmente n�o v�o acreditar.

Uma casa isolada na floresta, em hora das bruxas, � meia-noite,

numa adega cheia com este maravilhoso vinho, e acima de tudo,

na companhia de duas senhoras muito charmosas.

- � bom demais para ser verdade. - Nada � bom demais para ser verdade.

O �nico problema � que a vida � curta demais.

E para si.

Bem, isso � estranho. O qu�?

O meu rel�gio parou. Veja.

Isto nunca me aconteceu antes.

N�o!

Pare!

Ajuda! Ajuda!

Ele est� em p�ssimo estado, John.

- O que fazemos? - Aqui.

- Acho que devemos lev�-lo a um hospital. - Sim.

Sim tens raz�o. Vamos...

Vou ligar o carro, tu ficas aqui e cuidas dele.

John! John!

N�o!

Saia de perto de mim! N�o! N�o!

N�o! N�o! N�o! N�o, saia daqui!

N�o! N�o! N�o! N�o!

N�o! N�o! N�o!

N�o! N�o!

N�o!

- Mas n�o podemos deix�-lo ir com vida. - Precisamos ir agora.

Temos de ir, Fran!

Ei! Ei! Ou�a!

Isto � uma propriedade privada e n�o deve estacionar aqui.

N�o leu o aviso na estrada l� atr�s?

Eh? Qu�?

Agora vamos, acorde! Agrade�a-me por n�o lhe bater.

Beber e transgredir.

E da pr�xima vez, v� beber o seu vinho noutro lugar.

� sempre a mesma velha hist�ria.

N�o, espere um minuto. Deixe-me explicar-lhe.

N�o estou interessado nas suas explica��es.

Agora, a melhor coisa que pode fazer � partir.

Tenho trabalho a fazer e a sua presen�a aqui n�o � uma resposta.

O pre�o que est� a ser pedido pela casa � baixo, pela quantidade de terreno que tem.

H� alguma verdade na lenda que contam sobre esta velha casa?

Bem, parece que h� uns anos atr�s...

os corpos de duas mulheres jovens n�o identificadas foram encontrados.

Uma hist�ria triste que n�o ajuda a vender a casa.

Sabe como as pessoas s�o supersticiosas.

O assassino sempre volta ao local do crime...

enquanto os fantasmas dessas duas pobres mulheres assombram o pr�dio.

� rid�culo.

N�o se pode acreditar nessas coisas hoje em dia, n�o �?

Olhe, a minha esposa e eu ficar�amos emocionados

com a ideia de ter um fantasma no local.

Imaginem fins de semana informais aqui.

Querido, isso � fascinante!

N�o podemos perder esta oportunidade.

Legendas by LuFer

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