All language subtitles for Mayfair Witches S02E02 Ten of Swords 1080p AMZN WEB-DL DDP5 1 H 264-FLUX

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Original subtitles

Gifford, sabes que dá má impressão

eu aparecer sozinho nestes eventos.

Não é saudável o modo como te escondes na casa do lago.

Tens uma responsabilidade para com esta família.

Gifford, estás a ouvir-me?

Estavam todos bem esta noite?

Aconteceu alguma coisa?

O que queres dizer? Tipo o quê?

Algo mau está a caminho deles.

As cartas continuam a repetir isso vezes sem conta,

e eu não quero ser envolvida nisso.

"As cartas dizem"?

Jesus, Gifford.

Lembra-me, qual é o teu histórico com isso?

Bem, esta semana não vou à cidade,

e não há razão para vires aqui também.

Talvez algum tempo separados seja bom para nós.

Olá?

Lasher.

Lasher?

- Lark. - Olá.

Analisei a amostra de sangue que enviaste,

mas lamento informar que deu erro.

Que tipo de erro?

Deu um perfil genético impossível.

Não-humano.

Deve ter havido uma contaminação.

De qualquer forma, parei os testes.

Não, continua os testes.

Pode ser algum tipo de mutação.

Podes usar a base de dados da Keplinger?

Discretamente, por favor.

"Discretamente"?

O que... o que se passa?

Gostava muito de te dizer, mas não posso.

Tens de confiar em mim.

"Mayfair Medical, New Orleans."

Lark, não é um puzzle.

Não sei. Até me parece um puzzle.

E se for um puzzle,

mas não é para ti, é o meu puzzle.

E preciso muito, mesmo muito, que me dês esta peça.

Posso ajudar-te?

Estava a observar-te aqui.

Queria saber o que estavas a pensar.

Não sei.

Nada em particular, na verdade.

Bem, que não seja a pensar. A sentir, então.

O que estavas a sentir?

Estava a ver um mergulhão a levantar voo.

Viste-o?

Foi lindo.

Aprecias o mundo natural.

Sim, pois aprecio.

Desculpa, como te chamas?

Eu nadava no oceano.

Lembro-me disso.

Lembro-me de penhascos.

Parece bom.

- Onde era isso? - Num lugar distante.

Outra vida.

Vens sempre a este lugar?

Sim. Era a casa da minha mãe.

Nadavas com ela?

Gostavas de beber algo?

Aqui está.

Estás magoada?

Está tudo bem.

Está sempre a acontecer.

Parece que já te conheço.

Já nos conhecemos?

Cheiras maravilhosamente.

Não sei porque estou a...

Não costumo fazer isto...

convidar estranhos para minha casa.

Achas-me estranho?

Sim, acho.

Mas isso não é uma coisa má.

Todas as pessoas de quem gosto são estranhas.

Passas tempo com pessoas de quem não gostas?

Meu Deus, sim.

A maior parte da minha vida.

Quero beijar-te.

Sou o que tu queres?

Sim.

Fica comigo.

As Bruxas Mayfair de Anne Rice

Não, não, não...

Não foi culpa minha. Por favor.

Eu não queria magoar ninguém.

O meu pai... ele obrigou-me!

Por favor.

Pai?

Devias tê-lo matado.

Eu não consegui.

Ele tinha um acordo com o Lasher.

- Pensei que ficarias zangada. - E estou.

Com ele.

Se alguém sabe o que o Lasher está a fazer, é ele.

E eu odeio isto mas preciso da ajuda dele.

Pensei que irias querer estar aqui quando eu o acordar.

Não.

- Sim. Tenho de o fazer. - Não. Não.

- Tenho de o fazer. - Não o acordes.

Ele não vai saber nada.

Vai... vai fingir que sabe, como se tivesse todas as respostas.

Mas isso... é só o que ele faz.

Há outras maneiras de o encontrar.

Ligamos ao Alonso. Pedimos que ele o encontre.

Não vai funcionar. O sangue do Lasher não é humano.

A Talamasca, então... Eles já o encontraram antes.

Não posso confiar no Sip.

Vamos pensar em algo.

Vamos arranjar uma solução.

Ele é um predador e um manipulador,

e eu...

Meu Deus, confiei nele.

Confiei nele por tanto tempo e...

Está bem, está bem. Pensamos noutra maneira.

Vamos arranjar uma solução.

Vou pensar em algo.

Há quanto tempo não comes nada?

Já faz um tempo.

Estou tão cansada.

Estive a noite toda à procura dele.

Ele não sabe como se desenrascar lá fora.

Aposto que ele volta por conta própria.

Falei com o conselho, já agora.

Eles estão mais do que entusiasmados por te ter.

Pois é, isso é ótimo.

Estou feliz por teres decidido ficar, Rowan.

Estou mesmo.

Eu também.

Ryan?

Meu Deus.

Eu... está bem.

Estaremos aí assim que pudermos.

Está bem.

O que aconteceu?

A prima Gifford morreu.

Senhora.

Não tem de ver isto.

Estás aqui?

Lasher, o que fizeste?

Lasher!

Lasher.

Vais ajudar-me?

Claro que vou.

Onde estás?

Fecha os olhos.

Fechar os olhos?

- Porquê? - Fecha-os.

Está bem.

Certo, está bem.

Eu não queria magoá-las.

Cheiravam tão bem.

Cheiraste-as?

Eu não sabia que eram tão frágeis.

Não, claro que não. Como podias saber?

Eu pensei que os Mayfair eram fortes.

Mayfair?

Aquela rapariga ontem à noite também era Mayfair?

Lucy.

O nome dela era Lucy.

Porque faço isto?

Porque me sinto assim?

Eu não sei.

Vem para casa comigo, e podemos descobrir juntos.

- Não... - Vai ficar tudo bem.

Já não posso confiar em ti.

Podes. Podes confiar em mim.

- Podes, sim. - Não. Arruinaste tudo.

Pode ser como era antes.

Lembras-te?

Lembras-te?

- Lembras-te? - Já não me amas dessa maneira.

Não, amo-te de uma nova maneira.

- Achas que sou mau. - Não.

Tu não queres magoar ninguém.

Posso ajudar-te a parar. Não tens de ficar sozinho.

- Não acredito em ti. - Podes acreditar em mim.

- Não queres ajudar-me. - Queres controlar-me.

Não!

Alguém tem de te controlar!

Estás a matar pessoas!

Nunca foste meu filho!

Não!

Aqui está.

Mas acho que devias fazer isto

à moda antiga, convidá-la para um café,

- conhecê-la melhor. - Quem me dera.

Não tenho tempo.

Obrigado por fazeres isto tão depressa... agradeço muito.

Usar um marcador de confiança em alguém

só te permite usá-los como recurso uma vez.

Obter confiança pela força é uma violação.

As pessoas confiam em ti quando confias nelas.

Não estás errada.

- Obrigada. - Espera.

Aqui.

Na verdade, podes ficar com isso mais um pouco?

Dá-mo na próxima vez.

- É uma memória, não é? - Sim.

Algo de que me preciso de lembrar, caso...

Caso o quê?

Entra um segundo.

O problema é que tenho tido estas falhas,

momentos em branco.

Espaços na minha memória.

Sabes o que é isso?

Isso é o Albrecht.

É o que ele faz.

Apaga memórias.

Jesus Cristo.

O que é que ele me tirou?

Se me tocares, consegues ver?

Consegues dizer-me quais eram as memórias?

Lamento.

Quando se vão, vão para sempre.

Ele já te fez isto antes, e ainda confias nele?

Não, não confio nele.

Mas percebi que não posso fazer o meu trabalho sozinho,

e ele é mais útil para mim como colega

do que como inimigo.

Mantenho os olhos abertos e os ouvidos atentos.

Deixo mensagens em bíblias.

O trabalho vale qualquer risco pessoal.

Somos tudo o que está entre a ordem e o caos.

Reclamava aos RH, mas quase de certeza que o Albrecht é os RH.

Ele iria fazer-te esquecer que alguma vez te queixaste.

Uma técnica de gestão eficaz.

Uma merda, mas eficaz.

Lembras-te disto?

- Vamos, dança comigo. - Não. Não, mãe. Não, não.

Já estás bêbeda.

Já não consigo fazer isto contigo.

Fiz uma reserva no Commander's Palace,

o teu favorito, para recordar os velhos tempos.

Vamos lá.

Certo, onde está o comando da aparelhagem?

Podemos desligar a música, por favor?

É assim tão difícil ter uma conversa honesta comigo?

E depois admiras-te que as pessoas não te queiram por perto.

Ninguém gosta de ser interrogado, Moira.

Não quero que entres na minha cabeça.

Já percebi.

Claramente, isso é muito importante para ti...

mais importante do que ter

algum tipo de relação verdadeira comigo.

É a história da minha vida.

Não sejas tão dramática.

O Commander's era o favorito da Tessa, mãe,

não o meu.

Lindo...

Sempre foi evidente em ti,

essa fraqueza de caráter.

Mesmo em criança, deixavas as tuas irmãs passar por cima de ti.

Um miúdo apagado...

sem imaginação.

Nada de Mayfair em ti.

Todos nos perguntávamos se a tua mãe tinha tido um caso.

Um rapaz como tu, no meu tempo,

não teria sobrevivido.

Não, não, não!

Fariam de ti carne picada.

Estás na minha cabeça.

Não, não, não, não...

E se fores tu que estás na minha cabeça?

Já pensaste nisso?

Contra toda a lógica, conseguiste o mínimo de utilidade,

trazendo-o ao mundo,

e agora outros levarão a cabo o grande trabalho.

Que outros?

Que grande trabalho?

Bem, deixa-me ajudar.

Pai...

De cada um...

segundo as suas capacidades, Cortland.

Mas eu consigo fazê-lo.

Diz-me o que... o que é.

Por favor... diz-me.

Qualquer coisa.

Qualquer coisa...

Perguntas o que podes fazer...

e ainda assim assistes enquanto eu passo fome.

É só conversa.

Conversa, conversa, conversa.

Melhor.

Os mansos não herdarão a Terra.

Seremos nós, enfim...

os poderosos, os visionários, os merecedores.

Quem come da sua carne e bebe do seu sangue

tem vida eterna,

e eles irão ressuscitar-nos no último dia.

Sai daqui, meu. O que estás a fazer?

Estás a deitá-lo fora. Deixa-me ficar com ele.

- Está estragado. - Então dá-me algo fresco.

- Len? - O que se passa?

Len, chama a polícia.

Lucy Mayfair, dia da graduação

Tempos mais felizes.

Antes de invadires a nossa casa

e abrires a porta para ele entrar.

Millie, eu não abri a porta... Eu fui a porta.

Isto não é minha culpa.

O Lasher...

O Lasher matou a Lucy e a Gifford.

Ele está a matar mulheres Mayfair.

Ele começa por seduzi-las e depois elas têm uma hemorragia.

Tentei matá-lo.

Duvido muito disso.

És a Rowan Mayfair, a 13.ª bruxa.

Se quisesses mesmo matá-lo,

já o terias feito.

Mas perderias esses truques novos e brilhantes

que ele te deu, não era?

Então talvez...

tenhas falhado por um triz.

Eu tentei.

O que vais fazer agora?

O que for preciso para garantir que isso não volte a acontecer.

Ele está a encontrá-las pelo cheiro.

Vou conjurar uma tempestade para que ele não as encontre.

Talvez por uma hora.

Pobre rapariga,

a tentar convencer-se tão arduamente

de que estás a proteger esta família...

quando cada novo presente dele

ainda te dá arrepios.

Pelo menos fizeram um bom trabalho no funeral?

Nem consegui apanhar um voo a tempo.

Ainda assim... tinha de vir, sabes?

Fui ao túmulo dela.

Mas...

Obrigada.

- Quanto tempo vais ficar? - Não vai ser muito.

Vou tratar de uns assuntos de família,

e depois volto para Espanha antes que encontrem

algum motivo para me prender aqui.

É mesmo bom ver-vos.

- A ti também. - Sim.

- Vou à casa de banho. - Está bem.

Não saiam daqui.

Moira Mayfair. Posso falar contigo?

És Talamasca.

- Como sabes? - Tens uma barreira.

Não consigo ler a tua mente.

Faz parte do treino.

Escuta, sinto muito pela Tessa.

Fizemos o nosso melhor, mas todos falhámos naquela noite.

Tens um momento para conversar?

Pois... Não, acho que não.

Espera.

Ainda estás apaixonado por ela...

Depois de tudo o que ela te fez passar?

Como pode ser?

Eu não lhe chamaria amor.

Se tu o dizes.

Ela nem sequer nos deixa entrar na casa para o ver ainda,

então não é como se eu pudesse entrar lá

e pedir-lhe para ir dar um passeio.

Mas chegará um dia em que podes.

Deixa-me perguntar-te...

quando o vires cara a cara,

o que vais fazer?

Ler a mente dele...

ver o que realmente aconteceu entre ele e a minha irmã.

E depois?

Olha...

Eu não seria o recurso que procuras.

Sabes que eu quero o melhor para a tua família.

Queres o melhor para a Rowan.

Ou achas que sim, mas não podes ajudar pessoas

que não querem ser ajudadas.

Rowan?

Lark?

Como vai isso, Fielding?

Estavas... estavas a tomar banho lá em cima?

O que raio estás aqui a fazer?

Eu...

Trouxe a análise que pediste.

Vieste entregar-me isto?

Imprimiste isto e voaste até aqui

em vez de o enviares por e-mail?

Não te via há três anos.

Tinha pontos que iam expirar em breve, então...

Sabes, não devias estar tão alto

numa tempestade.

Estás familiarizada com...

relâmpagos?

Estou ciente de relâmpagos, sim.

Vais convidar-me a entrar?

Não é um bom momento.

Onde estás a ficar?

Estou no Hotel Pontchartrain.

Conheces? Já ouviste falar?

Olha só para isso.

Parou de chover.

Ótimo.

O Pontchartrain não é longe. Posso levar-te até lá?

Claro. Sim.

Deixa-me só pôr algo seco.

Um segundo.

Estás bem?

Sim.

Sim, vamos lá.

Tudo bem.

Tudo bem.

Vieste.

Sempre soube que voltarias.

Não.

Não consigo acreditar...

Não te lembras?

Conta-me.

Costumavas vir a esta janela,

quando a Deirdre estava aqui,

quando fazíamos festas do pijama em crianças.

Ela era a tua bruxa, mas eu pensava...

Tenho vergonha.

Sempre pensei que vinhas para me ver.

Sim.

E depois?

Sentavas-te aqui e conversavas.

Contavas-nos histórias sobre Riverbend...

Sobre o Haiti,

sobre as peripécias que fizeste com o Tio Julien,

sobre a Antha no East Village.

Coisas que os adultos achavam sermos demasiado jovens para saber.

Eu tinha uma paixoneta por ti.

- Tínhamos as duas... - O que é isso, uma paixoneta?

Sabes, eu...

pensava em ti.

Achei que algo podia acontecer entre nós.

Mas depois a Deirdre ia embora, e tu ias com ela.

O que aconteceu?

Estás bem?

Caminhei uma longa distância.

Estou muito cansado.

Meu Deus, e...

Estás com fome? Com sede?

O que posso trazer-te?

Então estás a viver aqui de forma permanente?

Não sei se é permanente, tipo para sempre,

mas vou ser a chefe de neurocirurgia

no Mayfair Medical.

Aquela era a tua casa?

- Sim. - Porra, isso é...

Quer dizer, é fantástico.

É tipo... de meados do século XIX?

Sim.

Foi construída pela minha trisavó.

É como um conto de fadas, sabes?

Descobres que és a filha perdida

desta antiga e grandiosa família de Nova Orleães.

Quer dizer, isso não acontece, pois não?

É... é uma loucura.

Nem imaginas...

Encontraste alguma coisa na base de dados?

Não. Nenhuma correspondência.

Mas voltei à amostra,

e aqui está a coisa estranha.

Identifiquei quatro cromossomas extra.

- Cópias extra? - Não.

Quatro cromossomas totalmente distintos.

- A sério? - Sim!

Conta-me mais sobre isso.

Como é que o paciente se apresenta?

Não posso mesmo falar sobre isso.

Eu já te disse, este é o meu puzzle. Não é o teu.

Certo, continuas na tua ilha, como sempre.

Isto vai parecer uma loucura,

mas consegues compará-lo com amostras históricas?

- O que queres dizer com históricas? - Tipo... sei lá.

Humanos antigos, tipo Neandertais.

Não consigo pela Keplinger. Não somos antropólogos.

Certo. E primatas?

- Qualquer coisa? - Certo, Ro, o que...

que raio se passa?

O teu paciente é um orangotango?

Estou com a sensação de que estás a gozar comigo.

Não, o meu paciente não é um orangotango.

Muito bem. Isso é uma pista...

És tipo uma médica de zoológico?

Vai para a cama, mãe.

Mãe?

Vamos.

Mãe.

Não.

Mãe, não, não...

Não. Só... Certo?

Não entres aqui.

Fica aí!

- É o Ciprien. - Podes vir, por favor?

É a minha mãe.

Olha, estás... estás sozinha no que toca a macacos.

Mas o que posso fazer é...

fazer uma revisão de literatura

sobre qualquer menção a essas anomalias cromossómicas

em revistas de antropologia forense.

Na verdade, posso fazer isso agora no meu portátil,

se...

se quiseres subir.

Eu sei que continuas a dizer para não me preocupar contigo.

Mas olha-me nos olhos agora

e diz-me que está tudo bem.

Sabes que não consigo resistir a um puzzle.

E mandaste-me um puzzle.

Sim, olha, tens razão.

Encontrei-me numa coisa saída de um conto de fadas.

Tipo, encontrar a minha família perdida há muito tempo.

E eu só...

Estou neste outro mundo.

Como se estivesse do outro lado do espelho.

Como se não pertencesses...?

Não, como se eu pertencesse.

Mas como se fosse uma pessoa diferente do que pensava que era,

e estou a tentar descobrir

como ser essa pessoa.

Diferente como?

As coisas que não faziam sentido sobre mim,

agora fazem sentido.

Mas, sabes, isso não significa que seja tudo mais fácil...

de todo.

Vais subir?

Um segundo.

Sim.

Olá, Jojo.

- A Alicia morreu. - O quê?

Parece igual ao caso da Gifford.

Rowan, acho que o Lasher está a fazer isto.

Não, eu sei que é ele.

Eu vou tratar disso. Vou tratar dele.

Queres dizer o que eu penso que queres dizer?

Sim. Mas primeiro tenho de o encontrar.

- Onde estás? - Na casa da Alicia.

- Rowan, o Sip está aqui. - O quê?

- Quem o chamou? - A Moira, acho eu.

Certo.

Está bem, obrigada, Jojo. Adeus.

Está tudo bem?

Sim. É só um assunto de família.

- Podemos encontrar-nos mais tarde? - Sim, claro.

Estou mesmo, mesmo contente por estares aqui.

Para com isso.

Não, não, não, não, não, não, não. Ficas aqui.

Queres mostrar-me a tua lealdade?

Ficarás ao meu lado até ao fim.

Fica longe do caminho.

É assim que melhor serves a família.

Bem, não, Pai.

Não acredito nisso.

Olha para ti.

Rowan.

Rowan, quero que saibas que eu...

Cala-te.

Nunca o manteria longe de ti.

O que quer o Lasher?

Para onde iria?

Tu... tu não sabes onde ele está?

Porque queria ele ter um corpo humano?

Conhecias as suas intenções melhor que qualquer um de nós.

Ele queria nascer em forma humana, e depois?

E depois lideraria a família para um novo dia.

E as páginas arrancadas do diário da Marguerite

e dos cadernos da Katherine?

Todas as notas e referências ao Lasher.

Foste tu que as arrancaste? O que diziam?

Não, não, não, não, não.

Eu não fazia ideia.

O que... o que é isto do diário da Marguerite?

Estás a mentir-me?

- Não, não. - Meu Deus.

Tu não sabes mesmo nada.

O Lasher está lá fora a caçar mulheres Mayfair,

e tu não sabes nada.

Depois de todas as coisas horríveis que fizeste em nome dele,

todos os crimes que cometeste,

e todo o teu comportamento egoísta.

Não, não, não, não.

Tive tempo para pensar lá dentro...

por assim dizer, e tens razão.

- Sou horrível. - Não quero saber.

Mas fui apenas um peão, tal como tu.

Fui criado por um tirano... o meu pai.

Modelei-me a partir dele.

Fiz tudo o que ele pediu.

Muitas pessoas nasceram com pais horríveis.

Achas que isso significa que não és responsável pelo que fazes?

Não, não. Eu sou o responsável.

Olha.

Não vou pedir o teu perdão.

Eu sei que não o mereço.

Aqui está o que quero que faças.

Qualquer coisa. Qualquer coisa.

Quero que reúnas a família toda aqui.

Uma vigília, festa, o que for.

Não importa. Mas quero-os a todos aqui.

- Eles vêm sempre quando chamas. - Uma festa?

Sim.

Quero dizer, aí perdeste-me.

Se fosses eu, confiarias em ti?

É justo...

Certo. Vamos lá.

Tens muito para fazer e agora trabalhas para mim.

Que sorte a minha.

Rowan.

Rowan.

Legendas: Nisbgui

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