All language subtitles for 1966 - 4 Dólares de Vingança para Ringo Legendado - Com Robert Woods, Dana Ghia . Angelo Infanti

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Original subtitles

-Ol�, Capit�o! -Bem vindo, Roy!

Com o retorno do Cap. vai por seus planos em risco.

N�o muda nada!

Ele tem influ�ncia devido as vit�rias militares.

Estive pensando se � uma boa ter um Cap. por governador.

Frank Hamilton de acordo com as pesquisas � favorito.

-Bem vindo, Roy! -Obrigado, Sr. Hamilton.

� um h�roi, assim o povo lhe considera por aqui.

Pode confiar.

S� quero apenas que essa guerra acabasse.

Boa sorte, Cap.

Espere a�, aonde acha que vai?

N�o � da sua conta.

-Ent�o o desafio! -Com prazer.

Vamos.

-Ningu�m vence voc�, Roy. -Sen�o voc�.

Onde est� o velho, n�o pode esperar?

Est� no banho, agora eu o substituo.

Esquadr�o. Aten��o, aprontar.

�s �rdens.

�rdens especias, ao Mesch Hall.

-Sim, Sr. -Dispensado.

Ao alcan�ar enquanto d�.

Tudo se parece como antes.

Os problemas ainda s�o os mesmos, pensei no que disse.

-E o que decidiu? -Como est� sua sa�de?

Melhor que nunca.

-Quando quer ir? -J� estou pronto, vamos.

-Agora? -Porque n�o?

Se achar tempo para isso, agora vamos.

Achei que nunca fosse voltar.

Sabe porque estou aqui?

Perguntou antes dele se decidir.

Fiz o mesmo.

N�o h� nada como dois homens se apaixonarem pela mesma mulher.

Receava por este momento.

Mas precisa se decidir em qual de n�s, agora!

Me perdoe Berry, mas vou.

Tamb�m estou, Berry.

N�o perdoo meu pai por n�o ser g�meo.

Lhes desejo o melhor.

Vou tomar banho, e j� venho.

-Bem vindo � casa. -Obrigado.

-� bom rev�-lo Cap. -Digo o mesmo xerife.

Se tivesse como distribuir esse wiskey nos lugares certo a elei��o seria...

N�o me interesso por men��es pol�ticas.

Um candidato n�o se mant�m isolado como est� fazendo.

Precisa fazer contato com o eleitores.

J� me decidi quanto a isso.

-Diga o que decidiu. -Claro, antes vou tomar um banho.

Sim, parece uma boa ideia.

-Mas depois? -Dai verei algo para comer.

Sou o �nico da fam�lia.

Se n�o fosse assim, me consideraria melhor.

N�o se vire assim, porque n�o conv�m.

N�o � assim que trata seu primo.

Falei pra n�o vir.

Vamos levante e pegue seu caminho.

Deixe me em paz.

Me trata como se n�o fosse da fam�lia.

Sobre o que veio falar, pode esquecer.

N�o fiz por mau.

-Quanto dessa vez? -Mas quem est� pedindo?

-Quanto? -Acho que 2.000, est� bom.

Sim eu sei como �, vou lhe pagar.

N�o � t�o f�cil.

Vamos Dave, n�o vai conseguir muito.

Voc� viu, mas n�o tem culh�es para p�r no jornal.

N�o se preocupe, n�o escreverei a respeito.

Se souber das mais, v� em frente e publique.

O que o velho quer?

N�o me falou, mas deve ser importante.

Descansar. Feliz por retornar?

Sim.

Suponho que sabe que n�o fa�o falas brandas.

Sem d�vida.

Isso me incomoda, sabe o que �?

50$ em ouro.

Tem raz�o, s�o confederados.

Ficamos gratos por achar 250 e ir�o para Washington.

Isso � sua resigna��o?

Sim, Sr.

Est� deixando por causa de pol�tica?

Exato.

Apresente diretamente em Washington.

Vai precisar de escolta, 7 devem servir.

-Alguma d�vida? -Estive 3 meses no campo.

Sil�ncio, tenho certeza de onde est�o meus homens.

Mas volte logo, para ser governador.

-Sim, Sr. -Boa sorte, Cap.

Alto!

Removam aquela carro�a!

Retirar!

Ningu�m escapa daqui!

Quem ser� o traidor, Cap.?

Ele est� fugindo!

Est� morto.

-Dr. Johnson, venha depressa. -O que houve?

Capt. Dexter est� machucado.

-� muito s�rio, dr.? -Acho que n�o, sortudo!

Pode nos dizer o que houve em Rio Grande?

Sem coment�rios!

O povo comenta, h� dois dias circula maus rumores.

Sem coment�rios, e esque�a tudo!

Detesto esse sujeito ambicioso. N�o o quero no meu gabinete.

Sim, Sr.!

Pode ir.

O que foi?

Desculpe, tamb�m n�o sei o que houve...

mas poucas pessoas sabiam daquele ouro.

N�o posso entender como interceptaram nossos soldados!

Isso tamb�m me intriga, mas descobriremos.

Levar� tempo, mas vou descobrir.

Agora v� capt., tenho muito pra terminar.

Sei que pode ajud�-lo com todo aparato.

Sim, ser� que um milagre...

N�o � milagre, mas apenas a natureza do of�cio.

-Muito empolgante. -Ainda tem mais dois dias de espera.

Gostaria de apresent�-la a um amigo meu.

Com vossa permiss�o.

-N�o vejo amigos aqui, quem ser�? -Deixe apresentar...

Meu caro amigo, capt. Roy Dexter, seu futuro marido.

Roy. Por favor.

Vamos pensar nos outros convidados.

H� algumas palavras a serem ditas.

Ter� seu Dexter, na dor ou na sa�de riqueza ou pobreza...

...at� que a morte nos separe. Aceitas?

N�o aceito,

quanta coisa, antes seu amigo Dexter tinha pretens�es no governo.

E n�o gosto, vou dizer o que gosto.

Certo, ter� um marido exemplar, do seu jeito, ter� Hamilton, feliz agora?

Acho que sabe dos trajes que deveria vestir?

N�o chegou em boa hora, acabamos de ter a 1a discuss�o.

Te vejo mais tarde.

Um brinde?

Levanto o meu copo por sua felicidade.

Obrigada!

Com vossa permiss�o.

Est� preso!

Ter� que vir conosco!

Sob acusa��o de roubo, trai��o, e massacre de todos seus homens.

Sil�ncio no tribunal!

A defesa continua...

Considerando a prova apresentada, pe�o que seja verificada a bravura conferida...

durante o epis�dio de guerra, junto com capt. Hamilton.

Diante desses hero�smos pe�o absolvi��o de meu cliente, capt. Roy Dexter.

Isso � irrelevante, j� ouvimos dos feitos de guerra do capt.

Nos atemos a prova, o acusado facilitou trai��o.

Podem trazer a 1a testemunha do processo.

Levante a m�o sob a b�blia.

Jura dizer a verdade, nada mais que a verdade?

-Assim Deus lhe ajude. -Sim, eu juro!

-Como se chama? -Griffin, Dave Griffin.

-Conhece o acusado? -Sim � o capt. Dexter.

-� seu parente? -� meu primo.

Diga ao tribunal da �ltima vez que o viu.

Estava a caminho de casa.

-E o que houve nessa visita? -De imediato n�o raciocinei muito.

Pense bem, a lei pune perj�rio.

Fui � casa dele, dizia que suas mazelas n�o eram importantes.

J� sabemos.

-Eu desci, e vi sangue. -E o que fez?

Escorria de uma grande porta.

Que tipo de porta?

Secreta, quando abriu, vi sacos com dinheiro.

-Examinou o dinheiro? -Sim, eram moedas de ouro.

-Obje��o. -Aceita!

Refa�a a �ltima pergunta.

Sim, meret�ssimo.

Havia algo peculiar nesse dinheiro?

Sim sr., tinham a face do Gen. Grant.

Mentira! Ele mente.

Mais um grito, terei que colocar sob cust�dia.

Sente-se.

Prossiga com o question�rio.

O dinheiro encontrado era assim?

Sim, Sr.!

Est� provado pela testemunha que isso foi encontrado...

na casa do acusado.

Algo mais promotor?

N�o h� nada mais vergonhoso para um pa�s, um traidor.

Que deveria ser para algu�m comandar sen�o sacrificar seu comando.

Somente um repugnante pode causar tal coisa por dinheiro.

No nome dessas v�timas massacradas brutalmente...

por este homem sem consci�ncia.

Pe�o a m�xima penalidade, a da morte!

Esse tribunal ir� deliberar a senten�a.

Minha cara, esse � um dos piores momentos da minha carreira.

Creia, n�o h� nada pior que pedir a morte de um homem.

Pergunte a Hamilton, sabe da sua inoc�ncia.

-Acredita naquilo dito na audi�ncia? -Por qu�?

-Nada disso eu vi desde a academia. -Eu sei, mas as evid�ncias s�o aparentes

Vamos aguardar a decis�o do tribunal.

Ainda nos resta uma chance.

Isso � absurdo, esse homem foi v�tima de uma trama.

H� provas Col.

N�o acredito, eu o conhe�o muito bem, � inocente.

E o que prop�e?

Comandar regimento n�o � a �nica �rdem de meus superiores.

Capt. Dexter foi subordinado meu por anos.

Eu conhe�o meus homens.

Col. Jackson, devo lembrar que aqui faz parte do corpo tribunal.

Deixe sua opin�o, e avalie o caso.

Aguardo vossas respostas!

Sentem-se, o tribunal se restabelece.

O defensor se levante.

Esse tribunal, em nome da Uni�o, sentencia Capt Dexter como culpado.

Imposta a senten�a como diz a lei.

Tamb�m faz uma ressalva, devido ao seu registro na guerra.

Reduz essa pena em pris�o.

Esse dinheiro ir� lembr�-lo de sua trai��o ao seu pa�s.

Por que, isso teve que acontecer?

Como? N�o consigo entender.

Sei disso, quem poderia ter feito?

N�o sei.

Tenho que parar com essa esperan�a e tomar a��o de lutar.

-Vai esperar por mim? -Sabe disso, Roy!

Farei tudo, moverei esfor�os para provar sua inoc�ncia, Roy.

Agrade�o, tudo que puder revirar com isso.

De p� c�es, vamos mexam-se.

Voc�s dois n�o s�o op��o, vamos de p�!

Vamos velho, de volta ao trabalho!

Algu�m provocou a queda.

-Parece que foi, parceiro. -Vou pegar a carro�a.

Foi pago para p�-lo de lado.

Com uma p�? Me d� uma arma e acabo com ele.

-Precisa ser como um acidente. -Quando ganho o restante?

Assim que acabar o trabalho. Eles o querem morto.

Certo, continue.

-Parece que o problema acabou. -Vamos.

N�o gosto de quem rouba, e de quem trai.

Dividam o dinheiro ao meio, e deixem-me ir.

Me desculpe, mas o est�mago � a �nica coisa que um homem consegue entender quando est� com fome.

-Como meu av� dizia, her�i em pessoa. -Parado!

-Mas amigo. -Desamarre o homem.

J� ia fazer isso senhor.

� meu amigo, se chama Fulg�ncio vamos diga a ele que � verdade.

Viu, amigo? Eles o pegaram de surpresa.

Sabe algo de Manoel de Loza?

Pra l� do rio Grande, h� o acampamento, amigo.

-Quando tiver not�cias, venha comigo. -Eu, senhor?

-Vamos! -Se deixar, vir�o visit�-lo.

Ou�a, se quiser se arriscar v�, mas eu... com sua permiss�o.

Ah, n�o, ficar� comigo.

Quem � voc�, de onde vem?

Diga, � um fugitivo?

Pra fazer isso deve ser um homem muito bom.

-Venha descobrir. -O que faz aqui?

-Juntar-me � voc�s. -Ter� que ser digno.

-Venha descobrir. -N�o se preocupe, amigo.

-Tem um rev�lver? -Sim.

Mostre como usa!

Nada mal, como disse, tem que ser dos bons para fingir.

Quer se juntar, pode ser �til me d� um aperto de m�o!

Sem maiores documenta��os.

Apenas traga o certificado de �bito e ter� a propriedade de seu primo.

Vou administrar como sempre fiz ao capt. Dexter.

Sempre chamarei por seus servi�o, quando necess�rio.

-Obrigado. -At�.

Quero expressar minha simpatia.

E saber como � ser dono de t�o grande fortuna.

N�o sei agora, mas h� um enterro e est� convidado.

Grato.

Ei, voc�, mexicano, saia daqui!

� surdo? Mandei sair.

Me ouviu? Vamos!

Sei que � terr�vel, mas deve se ajustar a isso.

N�o � f�cil, Roy tinha planos para voc�s.

...sua m�e esteve pensando em todos os anos.

Venha comigo agora.

Aumento para 700.

Agora mudou, Griffith.

Algu�m deseja v�-lo, Sr.

Assuma por gentileza. ...com licen�a

J� � conhecido por Sr. Griffith.

Tenho uma trabalho dif�cil, homens assim, meu pre�o dobra.

-Dobra? Aqui tem 500 mais. -Grato.

-� pago para fazer, trouxe a mercadoria? -Sim, est� aqui, obitu�rio oficial.

A segunda coisa mais importante.

Agora � o homem mais poderoso da cidade.

Com esse papel tenho tudo do meu primo.

-Sem pedir mais emprestado. -Ter� o que quiser.

Agora preciso tirar aquela 'cobra' do jogo para sempre.

Ol�, Dave!

N�o me reconhece, sou seu primo Roy.

O que h�, perdeu a voz?

Achei que ficaria contente em me ver.

Deveria estar contente por me ver, mas est� tremendo.

Ia te matar, mas mudei de id�ia.

Vai ter umas f�rias pequena, da qual n�o se esquecer�.

Se quiser viver.

Escute, fui obrigado a fazer, Roy.

Cale-se, n�o me force a mat�-lo. Pegue a caneta.

-Escrever� a verdade agora. -Desculpe.

N�o Dave, esperei tanto por esse momento.

N�o precisa perguntar o que escrever.

-Tive que fazer, sen�o ia preso. -Vai aprender o correto.

Como "Eu, Dave Griffith, confesso...", mandei escrever.

Meu testemunho no tribunal, sob o r�u Roy Dexter,

afirmo ter posse do ouro confederado.

...que se trata de uma arma��o.

Dave, me fale quem foi?

Tem que me contar quem lhe for�ou.

Oi Barry, veio sozinho?

-Posso entrar? -Sim.

Chamem o xerife. Dave Griffith foi morto.

-O que foi? -Chamem o xerife.

-Atiraram em Dave Griffith. -Algu�m viu o assassino?

Ningu�m viu nada, xerife.

Quero que venham comigo agora.

Boa noite, pai. Vejo-o amanh�.

J� disse � Mercedes.

Ainda n�o, n�o tive chance, tenha paci�ncia.

N�o quero dar essa impress�o, mas estou bem impaciente.

Sabe o que ela significa para mim.

Sim, tem meu consentimento para esse assunto.

Conhe�o minha filha, agora deixe, boa noite.

Boa noite, Sr.

-Alguma novidade? -Nada, Sr.

Estavam publicando algo sobre a morte de Roy Dexter.

Espero n�o ter dito nada.

'Hamilton, h� anos, por sua culpa, condenaram

um inocente, morrer� amanh� � meia noite.'

Vou chamar o m�dico?

-Como se sente? -N�o � nada.

Melhor ter cuidado, sua sa�de est� em jogo.

Diga que quero v�-lo.

Que tipo estranho, gringo.

Quero conhec�-lo melhor.

Tem assombrado esse local, parece que esconde alguma coisa.

-Talvez tenha raz�o. -Parece que n�o � soci�vel.

Por que n�o me conhece melhor? Ou tem outra mulher?

-Estou cansado. -Manuel quer v�-lo!

Onde estava, fale! Reviste-o.

Sou o �nico aqui quem d� �rdens.

Ningu�m faz nada sem minha permiss�o.

-Olhe o que ele esconde. -Passe para mim.

Diga da onde conseguiu esse dinheiro?

Ganhei em um jogo de poker.

Poker, de quem, qual nome de quem ganhou?

N�o fa�o perguntas numa mesa de poker,

mas ele disse algo sobre o Rio Grande.

Rio Grande, como pingo no oceano.

Quando Manuel manda, n�o se esconde nada gringo, entende?

E ningu�m viver� para contar. ...agora v� embora.

As moedas!

-Ol�, Manuel. -O que deseja?

Tenho um trabalho para voc�.

Precisa que mande seu melhor homem.

-Quanto se paga dessa vez? -Ei, voc�!

Vamos, suma daqui!

� assim mesmo que se atira!

Dessa maneira estar� bem guarnecido.

-Receio que seja Dexter. -Temos prova que j� est� morto!

Quem escreveria essa carta?

Algu�m que sabe e n�o quer a morte de Dexter.

Como tem certeza?

Quem deseja vingan�a no nome dele?

N�o seja tolo, pois n�o faz sentido apenas tenho a certeza desse medo.

Vamos entrar, tem uma tempestade se aproximando!

V� esse sujeito? Traga para dentro.

Voc�, venha comigo!

Assegure-se da casa e que ningu�m entre.

O mexicano pode ficar, eu vi como atira.

Maneja bem o rev�lver, poderia ser �til para mim.

N�o deveria deixar a porta aberta, se�or.

O que est� fazendo?

Apenas precau��es, n�o confie em ningu�m.

Deveria apagar a l�mpada, algu�m pode v�-lo de fora.

Vamos, � um �timo conselho.

O que � isso?

N�o tenho certeza, vou verificar.

N�o deixe ningu�m se aproximar da casa.

Quem �? O que quer? Responda!

N�o se desespere, sr. Hamilton, � apenas um amigo.

Algu�m em quem podemos confiar.

J� � meia-noite, nada mais para se preocupar.

Ent�o sabe quem ele �?

Sim, se chama Manuel, do Rio Grande.

-O que h� em Rio Grande? -N�o sei, mas Manuel pode dizer.

Sabe o que acontece ser for mentira?

Sim, sr. Mas apenas falei a verdade.

Muito bem, melhor ir embora, o que espera?

Quero reportar a morte de Hamilton, sr.

O que diz oficialmente?

Sim, foi diagnosticado com ataque card�aco.

-Mas h� uma estranheza. -O qu�?

Pr�ximo ao corpo acharam uma moeda de ouro.

Igual � achada pr�ximo de Griffth.

Sim, antes a testemunha, agora o promotor.

Se disser que lamento, � mentira.

Concordo, ainda est� obscuro, talvez Dexter tenha fugido.

Esses homens foram assassinados.

Ele foi preso justamente por isso est� sofrendo e pode ser perigoso.

Mande formar uma escolta.

-Vai mandar ca�ar Dexter? -Isso diz respeito � mim.

Voc� est� dispensado.

Est�o satisfeitos por nada fazerem sobre a morte do D. Griffith.

-E agora Hamilton. -Sr. Hamilton morreu do cora��o.

N�o � bem convicente, diga como a moeda de ouro apareceu?

Isso mesmo xerife, diga-nos!

O que espera, que nos matem todos?

Hamilton morreu de causa natural do contr�rio mostrem as provas.

E o que dizer do xerife que some e n�o tem evid�ncias?

Ok, agora v�o.

Ol�, Barry!

N�o posso explicar, n�o h� tempo. Preciso de voc�, falar com Mercedes.

-Ela acha que morri. -Vou avisa-l�, Roy.

-Quero que a traga at� aqui. -Perigoso, ela est� doente.

-Mas logo preciso ir. -O que fez?

Griffth e Hamilton morreram sem provar minha inoc�ncia,

existe apenas um homem.

Minha �nica chance!

Tem algu�m que prove sua inoc�ncia?

Sim, membro do bando.

O mesmo que nos pegou de surpresa no Rio Grande!

Vou fazer com que ele fale.

Vou com voc�, vai precisar de ajuda.

N�o, farei do meu modo.

Espere... se algo ocorrer, diga a Mercedes.

-Aonde vai? -Falar com Manuel de Losa.

Deixe ele.

Entre.

N�o esperava v�-lo aqui, algo errado?

Roy Dexter, est� vindo, chegar� a qualquer momento.

-Ele est� vivo? -Sim est�, e voc� j� sabe.

Ele � um dos meus.

Precisa correr, sen�o estar� em problemas.

Se for, eu mesmo quebro o pesco�o dele.

Foi o que me disse da �ltima.

N�o se preocupe,

n�o vou me arriscar sabendo que ele est� em meu acampamento.

N�o acha demais, ir atr�s do bando todo de Manuel.

O que ele lhe fez?

Vamos, achem, ningu�m trai Manuel de Losa.

Amigo, Manuel preparou um grande recep��o.

Fique aqui na cobertura.

Quer me matar, se acha sabido n�, gringo?

Manuel vai lhe mostrar que seria melhor se estivesse preso.

-Est� preocupado? -Sim, com esses rumores.

-Tenho d�vidas se Roy vingaria assim. -Mercedes n�o vai saber disso.

Ela tinha d�vidas em escolher um dos dois.

As coisas mudaram.

J� sabe algo da sua transfer�ncia?

Sim, mas ainda n�o decidi.

O que far�?

Quero saber se vir� comigo, esque�a o que houve.

Por que ele fugiu, coitado?

Falar disso n�o ajuda.

Tem sido bom comigo, Barry.

Trouxe para voc�, n�o � nada, quero-a feliz.

Por que fez?

Pensei nisso e quero seja minha esposa.

Esperem!

Vou te matar,

mas antes vai aprender a n�o trair Manuel de Losa.

N�o deixem ningu�m fugir!

Tenente, pegue esse homem e descubra o que faz aqui.

-Ei, qual seu nome? -Sam, Sam Blackwood.

Cor. ele � americano, Sam Blackwood.

Solte-o, d� um cavalo e deixe-o ir.

Preciso de Manuel de Losa, volto para cidade antes do anoitecer.

Ele te reconheceu, gringo.

Acho que tem algu�m depois do rio.

-Deixe seu cavalo. -Est� maluco?

Fa�a o que mando.

Tem sorte de estar vivo, Pedro traga a corda.

Agora � sua vez.

Sgt., verificar pelos feridos.

Desmontar!

O que houve?

Emboscamos o acampamento de Manuel Losa.

Pegaram?

N�o sei, escaparam, iam matar dois homens.

-Sabem quem eram? -N�o, foi o pr�prio Cor. quem os viu.

Eu mando aqui, e quando falo, n�o h� exce��es. Vamos ca�a-lo, n�o importa at� que hora.

-O que quer? -Apenas saber se sou necess�rio.

N�o � necess�rio.

Quero lhe pedir a presen�a na festa de noivado.

Acordar� cedo para ir no encal�o de Manuel.

Como o sr. manda!

N�o sou de transportar testemunhas, isso me deixa nervoso.

-Conhece? -N�o, sr.

-Quer mesmo lev�-lo at� a cidade? -Sim, esse � o motivo.

-Se te prenderem? -Vou falar com algu�m l�.

N�o deixem fugir, mexam-se.

Tirem as armas.

Deixem-me falar com o Cor. Jackson, � urgente.

Tenho direitos.

Nessa jurisdi��o n�o � o Cor. quem d� as �rdens.

Algu�m traga a corda, n�o vamos demorar.

Entrem!

Est� comentendo um erro, esse homem � minha testemunha.

Manuel de Losa?

N�o vai durar muito, me perd�e Dexter.

Passe um tel�grafo que estamos com Dexter, e aguardamos �rdens.

Certo!

Ser� mais f�cil me enforcar do que confessar, vou te matar c�o!

Parem, v�o morrer antecipadamente.

P�e isso no jornal, Roy Dexter, capturado vivo!

-Posso lhe fazer algo? -Preciso falar.

-Veio por mim? -N�o.

�rdens de levar Manuel de Losa.

Respons�vel por atacar destacamento militar.

-E o outro? -Nada.

O'Connor, pe�a que interroguem esse homem,

minha �nica maneira de provar inoc�ncia.

Assine aqui, Sgt.

V� avisar que quero falar com xerife amanh� cedo.

Certo!

Ou�a. Pegue o cavalo e v�, ningu�m pode suspeitar.

Xerife, � Manuel de Losa.

Quero Manuel de Losa vivo, j� havia pedido.

Explique porque o trouxe morto.

N�o tive escolha, sen�o teria fugido.

O que poderia ter feito?

J� entendi, a execu��o seria em alguns dias.

O que lhe apressa?

Minha festa de noivado, lembra que lhe falei?

Sim, com aquela mo�a que era noiva de Dexter, � isso?

Sim.

Daria a honra da presen�a?

Nunca gostei de festas, especial essas formais.

Mas levando em conta nosso relacionamento.

-� poss�vel fazer exce��es. -Obrigado.

-Com licen�a. -Ol�, estava ficando impaciente.

-Desculpe, n�o pude vir antes. -O importante � que veio.

Pe�a para Mercedes descer!

N�o tem id�ia de quem lhe deu?

Pelo sotaque era mexicano,

mas pediu para entregar quando estivesse sozinha.

Seu pai pediu para descer assim que se aprontar.

Pe�a meu vestido noturno, j� vou.

-Parab�ns! -Obrigado.

Esperem, voc� me sacrificou para conseguir ela.

E aqui est� o pre�o, o pre�o da trai��o.

-Acredita nesse dinheiro? -Ele mente, ou�am!

Vou informar quem mente.

-N�o o deixe fugir Cor. -Tudo que houvem dele � verdade.

-N�o h� provas contra mim. -N�o fique t�o certo.

Voc� matou Manuel de Losa,

o �nico que provaria a inoc�ncia desse homem.

Eu ouvi sua confiss�o enquanto escrevia.

E aqui tem algo contra voc�, em trai��o ao pa�s,

aliar uma rebeli�o, e acusar um homem.

Vou me vingar Dexter, agora mesmo.

Deveria mat�-lo agora mesmo, mas n�o vou.

Vai sofrer pelo que me fez.

Ouviu, propositalmente.

Na minha opini�o, � um covarde, e tolo.

A confiss�o escrita de Manuel de Losa.

Apenas um tolo cai num truque assim.

FIM

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