All language subtitles for Peter Gunn 03x24 Come Dance with Me and Die

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Original subtitles

* Tradu��o: RobOpen *

Ei, voc�!

Est� tudo bem, senhorita.

- Ah, Sr. Gunn. - Leslie.

O que � isso?

Uma nova abordagem para o atendimento?

- N�o h� novas abordagens. - Oh.

O padr�o foi ordenado h� muito tempo.

Receber bem o fregu�s.

Encantar.

Servir.

O que h� conosco?

Voc� esqueceu a etiqueta.

Aceitar uma ideia.

Temos que esperar pelo melhor.

- Ah, voc� vai me dar licen�a agora. - Leslie, aqui.

- Voc� esqueceu o livro. - � da Srta. Hart.

Leitura de Mente e Voc�.

Cap�tulo 2 Preocupe-se Com Dinheiro

O cap�tulo tr�s � realmente incr�vel.

� mesmo?

Sobre o que � o cap�tulo tr�s?

Como ler a mente da pessoa amada.

Parece que minha pessoa amada est� resfriada.

- Sim. - Sinto muito.

Al�.

Al�.

Estou com frio.

Qual � o seu problema?

Seu gosto em literatura.

Um agente estava tentando me fazer comprar um curso de leitura de mentes.

Esse livro � a isca.

Bem sorrateiro.

� bem interessante, � um truque e tanto.

Edie.

Diz aqui que quando voc� pega o jeito,

voc� pode fazer mais do que s� ler mentes.

Como?

Voc� pode querer que certas coisas aconte�am.

Voc� est� fazendo algum progresso?

Pete, estou tentando e voc� est� aqui.

Edie, eu sempre passo por aqui.

Bem, o teste ainda n�o acabou.

Voc� deveria ficar.

Ent�o o teste parece ter acabado definitivamente.

Lamento muito.

Parece que voc� � procurado.

Voc� pode dizer isso de novo.

� um motorista de t�xi.

Eu n�o pedi um t�xi.

� o Sr. Webb.

Eddie Webb.

Parece bastante perturbado.

Edie.

- Eu, uh, eu volto. - Claro que sim.

Como vai, Eddie?

O mundo inteiro est� louco.

E o maior louco nele � o Eddie Webb.

Voc� tem algum problema?

N�o foi isso que eu disse.

- Cigarro? - N�o posso, estou de servi�o.

Ah, o que estou dizendo?

Eu sou o dono deste t�xi.

Acalme-se, Eddie.

Voc�, uh, voc� parece um pouco perturbado.

Estou mesmo, voc� percebeu.

Veja, Pete, ontem � noite eu estava passando na rua 22 com a River.

De repente, ou�o um grito.

Vejo dois caras tentando puxar uma garota para dentro de um carro.

Eu poderia ficar sentado al�?

- Voc� poderia? - N�o, eu n�o.

Voc� deveria ter me visto, Eddie Webb,

americano, de sangue vermelho, bob�o,

correndo l� como um louco,

um Sir Galahad com um cabo de macaco.

- E? - Tive sorte.

O carro disparou para longe.

A garota n�o teve tanta sorte.

Deve ter batido a cabe�a quando caiu.

Bem, eu a coloquei no t�xi,

mas os olhos dela estavam vidrados e ela falava engra�ado.

Eu procurei ajuda.

Quando voltei...

- O qu�? - Nenhuma garota. Desapareceu.

Foi embora. Voc� j� ouviu algo assim?

Voc� falou para a pol�cia?

Eu n�o queria a pol�cia, n�o quando estou trabalhando.

Falei para voc�.

Se voc� quiser contar ao Tenente, boa sorte.

A garota, como ela era?

Talvez 30, loira, bonita.

Voc� disse que ela falava engra�ado?

Falava baixo, como se tivesse batido a cabe�a,

como uma son�mbula, sabe?

Choque, talvez?

Ela ficava dizendo: "Candy".

N�o como um doce, como uma pessoa.

"Candy", ela disse. Me ajude, por favor, me ajude.

E ent�o ela disse, Greaves. Primeiro Greaves, agora eu.

Albert Greaves. Ele saiu da pris�o h� seis meses.

Pena de um ano de pris�o.

Quando saiu da pris�o, ele foi morto a tiros.

De um carro em alta velocidade.

Interessante.

N�o � a �nica coisa interessante.

Greaves era conhecido por se envolver com Frank Benedict.

Nada como ter o chefe da cidade como um bom amigo.

N�o era uma amizade unilateral tamb�m.

Lembra que h� alguns meses Benedict se salvou

de ser preso pelo assassinato de um corretor de apostas?

Ele veio com uma narrativa que serviu de �libi.

O nome desse �libi era Albert Greaves.

Parece que meu taxista pode ter trope�ado em algo, hein?

N�o significa nada.

Eu poderia passar a vida inteira tentando encaixar isso.

Sim.

Voc� tem algo mais s�lido?

Se eu levar uma coisa t�o vaga, o Capit�o vai falar alto e duro.

Isso � uma dica?

Como voc� p�de pensar em uma coisa dessas?

Claro, se voc� se importar em olhar ao redor...

Sim, nada como manter um amigo na delegacia feliz.

Vou dar uma olhada.

- Oi. - Como vai?

Andando por aqui, amigo. Qual � o seu problema?

O problema parece ser minha mem�ria.

Conheci uma garota que trabalhava aqui, e n�o consigo lembrar o nome.

� isso mesmo?

Sim, ela era loira, tinha uns 30 anos, muito atraente.

Era Ruthie Millard?

� isso, Ruthie.

Voc� n�o sabia? N�o apareceu ontem � noite,

n�o apareceu hoje, uma pena.

Sim, � uma pena.

Por acaso se lembra do endere�o dela?

Que tipo de pergunta � essa, meu?

Somos rigorosos por aqui.

Eu protejo as damas.

Tamb�m tenho uma licen�a para proteger.

Claro.

Todavia,

se � um endere�o que voc� quer,

por que voc� n�o tenta obt�-lo de contrabando?

Como assim?

Veja se voc� consegue com a amiga de Ruthie,

Candy Lane.

Muito boa, se voc� gosta de loiras.

Obrigado.

- Desculpe. - Desculpe-me, amigo.

Ela � minha irm�. A m�e me pediu para ficar de olho nela.

Isso foi bonitinho.

J� faz muito tempo.

Faz?

Desde que algu�m tentou me fazer sentir como a rainha do baile.

Veja, senhor, sei que n�o veio aqui para dan�ar comigo.

Gostaria que sim.

H� outro motivo.

Sei que voc� n�o est� em uma favela,

e eu certamente n�o acho que seus problemas

sejam como garotas.

Uma garota.

Ruth Millard.

Meu nome � Candy Lane.

Candy, � sobre sua amiga Ruthie.

Neste momento ela precisa de ajuda.

Com urg�ncia.

Por qu�, senhor...

Meu nome � Gunn.

Peter Gunn.

Sr. Gunn? N�o sei do que voc� est� falando.

Candy,

Ruthie est� com problemas, e eu quero ajudar,

mas preciso saber onde ela est�,

do que est� fugindo, e de quem.

Candy?

Sr. Gunn, temos um conjunto de regras aqui.

Temos um p� esquerdo,

um p� direito, um ingresso.

Tenho que dan�ar com voc�. N�o h� regra sobre adivinhar.

Sim.

Obrigado.

Agora, voc�, fique com eles.

Uma pequena lembran�a do momento.

Aqui.

Obrigado.

Eu vi o que aconteceu com voc� na rua.

Isso faz diferen�a?

Voc� n�o � um deles ou n�o estariam atirando em voc�.

Candy, e sobre a Ruthie?

Voc� viria at� a minha casa?

Voc� tem o seu direito.

Oh, Ruthie, por favor, fale comigo.

Voc� v�, n�o consigo resposta dela.

H� quanto tempo ela est� assim?

Desde ontem � noite.

Ela entrou cambaleando, apavorada, hist�rica,

contou-me sobre os dois homens no carro,

ent�o ficou assim.

Oh, Ruthie, querida, por favor.

N�o adianta, Candy. Ela est� em estado de choque.

Voc� chamou um m�dico?

N�o. N�o, eu n�o chamei.

Eu estava com medo.

Eles parecem estar em todo lugar.

Quem s�o eles?

Candy, veja, voc� come�ou a confiar em mim,

agora continue,

conte tudo, tudo o que voc� sabe.

H� oito meses ela veio trabalhar no clube Doyle.

Ela nunca se encaixou, n�o era o tipo.

Engra�ado como sempre se pode identific�-las quando est�o em fuga.

Tentando se esconder.

- Se esconder do qu�? - De algum homem.

Ela nunca diria o nome dele, mas estava apavorada.

E ele deve ser grande, influente.

Ele tinha tantas pessoas olhando.

Voc� j� viu algum deles?

N�o. Bem, exceto um.

- Um policial. - Policial?

Que policial?

Um policial, veio ao clube umas noites atr�s,

perguntou por Ruthie.

N�o gostei da apar�ncia dele, ent�o eu enrolei.

Esperei at� que Ruthie pudesse sair de l�.

Esse policial tinha alguma identifica��o?

Sim, um distintivo.

Ele ficou bem bravo quando eu disse que n�o conhecia nenhuma Ruth.

Ele disse que se mudasse de ideia, eu podia ganhar muito dinheiro.

- Ele deixou o telefone. - Sem nome?

- Sem nome. - Candy, como ele era?

Alto, magro, loiro, tinha um tipo de sotaque,

Texas, Oklahoma.

Voc� quer esse n�mero, Sr. Gunn?

Murphy! Quanto tempo voc� leva para checar um n�mero de telefone?

Certo. Voc� se saiu muito bem, Murphy. Obrigado

Voc� quer me contar, para que possamos aproveitar?

O policial procurando por Ruth Millard, � um detetivel particular.

O telefone est� listado em nome de William Lundy.

Al�.

A palavra � adeus.

Lundy sempre foi um operador esperto demais.

Cuidadoso.

Nunca tive motivo para retirar a licen�a dele antes.

Tem agora?

Sm, tenho motivos agora.

Passando-se por oficial.

Posso preg�-lo por...

Preg�-lo, e voc� estar� nos prejudicando.

- Como voc� calcula isso? - Veja, Tenente,

ele � o �nico caminho que temos para seguir.

Voc� o prende e ele se esconde atr�s de �ticas.

Tais como proteger o cliente n�o dando o nome dele.

Sem o cliente, voltamos ao come�o.

Imagino que voc� tenha uma contraproposta?

Sim, voc� � oficial, ent�o fique fora disso.

Vou improvisar um pouco.

Voc� n�o se importaria em discutir isso comigo, n�o �?

O qu�? E voc� j� considerou revogar minha licen�a?

N�o � assim que se faz, garoto Pete.

Pode se meter em problemas desse jeito.

� e tamb�m posso conseguir muita informa��o, Lundy.

Est� certo.

Com certeza, por exemplo, cliente: Frank Benedict.

Objeto: Ruth Mears.

Provavelmente usando um pseud�nimo.

Um pseud�nimo como Ruth Millard, Lundy.

Agora, agora, agora, n�o se deixe levar

pela ficha, garoto Pete.

� uma ficha interessante, Lundy.

Anota��es. O objeto � uma enfermeira dentista registrado?

Agora, isso pode reduzir.

Mas voc� tem que estar vivo para fazer algo sobre isso.

Certo, de uma vez, Lundy.

Voc� enrola, e eu quebro seu bra�o.

Vamos, Frank Benedict?

Ele queria uma enfermeira odontol�gica morta, por qu�?

Por qu�?

Ela, ela era a enfermeira odontol�gica da pris�o.

- E? - � claro Albert Greaves.

Albert Greaves, o �libi do Benedict?

Isso mesmo. Veja, ele era um vigarista na pris�o.

E teve um dente arrancado, e deram a ele aquela coisa.

- Que coisa? - A droga da verdade.

- Sodium pentotal? - Isso mesmo.

Benedict estava preocupado que Greaves

pudesse falar como ele recebeu o �libi.

Pegou o Greaves fora da pris�o, hein?

Agora, ele quer a enfermeira.

Ele acha que ela pode saber de algo.

Est� certo, vamos solte, homem.

� tudo o que ele me disse.

Quem est� tentando matar a enfermeira?

Ele me causou problemas.

Morreu h� quatro meses, de causas naturais.

Acho que quebrou meu bra�o, ou tirou do lugar.

Sim. Talvez isso fa�a o Tenente simpatizar com voc�.

Levante.

Agora veja, garoto.

Est� prestes a cometer um erro terr�vel.

Esse Benedict � um homem duro.

Se usar o que eu disse, n�s dois estamos mortos.

Voc� vem, ou eu tenho que lhe matar?

O que aconteceu com eles?

Com quem?

Bons, simples e agrad�veis homc�dios?

Lembra-se? Algu�m mata algu�m, n�s o pegamos. Fim.

N�o h� mais.

Hoje em dia, voc� v�, depois n�o v� mais.

Talvez eles estejam certos sobre automa��o.

Veja,Tenente, sei que tem sido um pouco dif�cil, mas...

- � estranho. - O qu�?

Voc� tem talento para o eufemismo.

Tenente!

Mas finalmente sabemos o placar.

Sabemos quem fez o qu� a quem, como, por qu�,

e ainda n�o temos provas, ainda n�o chegamos a nada.

Se eu pegar Frank Benedict agora, ele me expulsar� da cidade rindo.

�. Bem, tenho um caminho diferente para seguir.

O �nico caminho que resta.

Chega de ideias, por favor.

Voc� n�o precisa fazer nada.

S� me leve at� um telefone. Quero fazer uma liga��o.

Um dos seus amigos desagrad�veis.

Ficar� feliz com eles. Este vai fazer uma liga��o.

Se ele fizer direito, voc� pode esquecer a automa��o.

Quinze e dois, quinze e quatro...

Sim, aqui � o Benedict.

Seis e tr�s d� nove.

Quando voc� recebeu isso?

Ah. Bem, obrigado, Johnny. Vou cuidar de voc�.

Era o pequeno Johnny Cox.

Recebeu um telefonema de Billy Lundy.

Gun pegou a garota.

Foi visto levando-a para o sal�o de dan�a.

Provavelmente tentando faz�-la relembrar.

� isso que � bom sobre o Gun.

Sempre tentando fazer o trabalho para voc�.

Bem-vindos ao Club Doyle, cavalheiros.

Aqui � o Tenente Jacoby, passe-me o Sargento Davis.

Uma bagun�a.

Sim.

O governo ficar� feliz em pagar por isso.

Tenho certeza que sim.

O gerente do sal�o de dan�a ficar� muito feliz.

Al�, Davis.

Ah, Murphy.

Escute, Murphy, voc� pode levar uma caminhonete at� o Club Doyle?

Sim, rua River.

N�o h� pressa.

O qu�?

Ah, certo, Murphy.

Tudo bem.

Sim, obrigado, Murphy.

�timo.

Achei que Murphy sempre irritava voc�.

N�o dessa vez.

A garota acabou de voltar a si.

Ela vai ficar bem.

* Tradu��o: RobOpen *

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