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Zulu
* Tradu��o: RobOpen *
Ei, voc�!
Est� tudo bem, senhorita.
- Ah, Sr. Gunn. - Leslie.
O que � isso?
Uma nova abordagem para o atendimento?
- N�o h� novas abordagens. - Oh.
O padr�o foi ordenado h� muito tempo.
Receber bem o fregu�s.
Encantar.
Servir.
O que h� conosco?
Voc� esqueceu a etiqueta.
Aceitar uma ideia.
Temos que esperar pelo melhor.
- Ah, voc� vai me dar licen�a agora. - Leslie, aqui.
- Voc� esqueceu o livro. - � da Srta. Hart.
Leitura de Mente e Voc�.
Cap�tulo 2 Preocupe-se Com Dinheiro
O cap�tulo tr�s � realmente incr�vel.
� mesmo?
Sobre o que � o cap�tulo tr�s?
Como ler a mente da pessoa amada.
Parece que minha pessoa amada est� resfriada.
- Sim. - Sinto muito.
Al�.
Al�.
Estou com frio.
Qual � o seu problema?
Seu gosto em literatura.
Um agente estava tentando me fazer comprar um curso de leitura de mentes.
Esse livro � a isca.
Bem sorrateiro.
� bem interessante, � um truque e tanto.
Edie.
Diz aqui que quando voc� pega o jeito,
voc� pode fazer mais do que s� ler mentes.
Como?
Voc� pode querer que certas coisas aconte�am.
Voc� est� fazendo algum progresso?
Pete, estou tentando e voc� est� aqui.
Edie, eu sempre passo por aqui.
Bem, o teste ainda n�o acabou.
Voc� deveria ficar.
Ent�o o teste parece ter acabado definitivamente.
Lamento muito.
Parece que voc� � procurado.
Voc� pode dizer isso de novo.
� um motorista de t�xi.
Eu n�o pedi um t�xi.
� o Sr. Webb.
Eddie Webb.
Parece bastante perturbado.
Edie.
- Eu, uh, eu volto. - Claro que sim.
Como vai, Eddie?
O mundo inteiro est� louco.
E o maior louco nele � o Eddie Webb.
Voc� tem algum problema?
N�o foi isso que eu disse.
- Cigarro? - N�o posso, estou de servi�o.
Ah, o que estou dizendo?
Eu sou o dono deste t�xi.
Acalme-se, Eddie.
Voc�, uh, voc� parece um pouco perturbado.
Estou mesmo, voc� percebeu.
Veja, Pete, ontem � noite eu estava passando na rua 22 com a River.
De repente, ou�o um grito.
Vejo dois caras tentando puxar uma garota para dentro de um carro.
Eu poderia ficar sentado al�?
- Voc� poderia? - N�o, eu n�o.
Voc� deveria ter me visto, Eddie Webb,
americano, de sangue vermelho, bob�o,
correndo l� como um louco,
um Sir Galahad com um cabo de macaco.
- E? - Tive sorte.
O carro disparou para longe.
A garota n�o teve tanta sorte.
Deve ter batido a cabe�a quando caiu.
Bem, eu a coloquei no t�xi,
mas os olhos dela estavam vidrados e ela falava engra�ado.
Eu procurei ajuda.
Quando voltei...
- O qu�? - Nenhuma garota. Desapareceu.
Foi embora. Voc� j� ouviu algo assim?
Voc� falou para a pol�cia?
Eu n�o queria a pol�cia, n�o quando estou trabalhando.
Falei para voc�.
Se voc� quiser contar ao Tenente, boa sorte.
A garota, como ela era?
Talvez 30, loira, bonita.
Voc� disse que ela falava engra�ado?
Falava baixo, como se tivesse batido a cabe�a,
como uma son�mbula, sabe?
Choque, talvez?
Ela ficava dizendo: "Candy".
N�o como um doce, como uma pessoa.
"Candy", ela disse. Me ajude, por favor, me ajude.
E ent�o ela disse, Greaves. Primeiro Greaves, agora eu.
Albert Greaves. Ele saiu da pris�o h� seis meses.
Pena de um ano de pris�o.
Quando saiu da pris�o, ele foi morto a tiros.
De um carro em alta velocidade.
Interessante.
N�o � a �nica coisa interessante.
Greaves era conhecido por se envolver com Frank Benedict.
Nada como ter o chefe da cidade como um bom amigo.
N�o era uma amizade unilateral tamb�m.
Lembra que h� alguns meses Benedict se salvou
de ser preso pelo assassinato de um corretor de apostas?
Ele veio com uma narrativa que serviu de �libi.
O nome desse �libi era Albert Greaves.
Parece que meu taxista pode ter trope�ado em algo, hein?
N�o significa nada.
Eu poderia passar a vida inteira tentando encaixar isso.
Sim.
Voc� tem algo mais s�lido?
Se eu levar uma coisa t�o vaga, o Capit�o vai falar alto e duro.
Isso � uma dica?
Como voc� p�de pensar em uma coisa dessas?
Claro, se voc� se importar em olhar ao redor...
Sim, nada como manter um amigo na delegacia feliz.
Vou dar uma olhada.
- Oi. - Como vai?
Andando por aqui, amigo. Qual � o seu problema?
O problema parece ser minha mem�ria.
Conheci uma garota que trabalhava aqui, e n�o consigo lembrar o nome.
� isso mesmo?
Sim, ela era loira, tinha uns 30 anos, muito atraente.
Era Ruthie Millard?
� isso, Ruthie.
Voc� n�o sabia? N�o apareceu ontem � noite,
n�o apareceu hoje, uma pena.
Sim, � uma pena.
Por acaso se lembra do endere�o dela?
Que tipo de pergunta � essa, meu?
Somos rigorosos por aqui.
Eu protejo as damas.
Tamb�m tenho uma licen�a para proteger.
Claro.
Todavia,
se � um endere�o que voc� quer,
por que voc� n�o tenta obt�-lo de contrabando?
Como assim?
Veja se voc� consegue com a amiga de Ruthie,
Candy Lane.
Muito boa, se voc� gosta de loiras.
Obrigado.
- Desculpe. - Desculpe-me, amigo.
Ela � minha irm�. A m�e me pediu para ficar de olho nela.
Isso foi bonitinho.
J� faz muito tempo.
Faz?
Desde que algu�m tentou me fazer sentir como a rainha do baile.
Veja, senhor, sei que n�o veio aqui para dan�ar comigo.
Gostaria que sim.
H� outro motivo.
Sei que voc� n�o est� em uma favela,
e eu certamente n�o acho que seus problemas
sejam como garotas.
Uma garota.
Ruth Millard.
Meu nome � Candy Lane.
Candy, � sobre sua amiga Ruthie.
Neste momento ela precisa de ajuda.
Com urg�ncia.
Por qu�, senhor...
Meu nome � Gunn.
Peter Gunn.
Sr. Gunn? N�o sei do que voc� est� falando.
Candy,
Ruthie est� com problemas, e eu quero ajudar,
mas preciso saber onde ela est�,
do que est� fugindo, e de quem.
Candy?
Sr. Gunn, temos um conjunto de regras aqui.
Temos um p� esquerdo,
um p� direito, um ingresso.
Tenho que dan�ar com voc�. N�o h� regra sobre adivinhar.
Sim.
Obrigado.
Agora, voc�, fique com eles.
Uma pequena lembran�a do momento.
Aqui.
Obrigado.
Eu vi o que aconteceu com voc� na rua.
Isso faz diferen�a?
Voc� n�o � um deles ou n�o estariam atirando em voc�.
Candy, e sobre a Ruthie?
Voc� viria at� a minha casa?
Voc� tem o seu direito.
Oh, Ruthie, por favor, fale comigo.
Voc� v�, n�o consigo resposta dela.
H� quanto tempo ela est� assim?
Desde ontem � noite.
Ela entrou cambaleando, apavorada, hist�rica,
contou-me sobre os dois homens no carro,
ent�o ficou assim.
Oh, Ruthie, querida, por favor.
N�o adianta, Candy. Ela est� em estado de choque.
Voc� chamou um m�dico?
N�o. N�o, eu n�o chamei.
Eu estava com medo.
Eles parecem estar em todo lugar.
Quem s�o eles?
Candy, veja, voc� come�ou a confiar em mim,
agora continue,
conte tudo, tudo o que voc� sabe.
H� oito meses ela veio trabalhar no clube Doyle.
Ela nunca se encaixou, n�o era o tipo.
Engra�ado como sempre se pode identific�-las quando est�o em fuga.
Tentando se esconder.
- Se esconder do qu�? - De algum homem.
Ela nunca diria o nome dele, mas estava apavorada.
E ele deve ser grande, influente.
Ele tinha tantas pessoas olhando.
Voc� j� viu algum deles?
N�o. Bem, exceto um.
- Um policial. - Policial?
Que policial?
Um policial, veio ao clube umas noites atr�s,
perguntou por Ruthie.
N�o gostei da apar�ncia dele, ent�o eu enrolei.
Esperei at� que Ruthie pudesse sair de l�.
Esse policial tinha alguma identifica��o?
Sim, um distintivo.
Ele ficou bem bravo quando eu disse que n�o conhecia nenhuma Ruth.
Ele disse que se mudasse de ideia, eu podia ganhar muito dinheiro.
- Ele deixou o telefone. - Sem nome?
- Sem nome. - Candy, como ele era?
Alto, magro, loiro, tinha um tipo de sotaque,
Texas, Oklahoma.
Voc� quer esse n�mero, Sr. Gunn?
Murphy! Quanto tempo voc� leva para checar um n�mero de telefone?
Certo. Voc� se saiu muito bem, Murphy. Obrigado
Voc� quer me contar, para que possamos aproveitar?
O policial procurando por Ruth Millard, � um detetivel particular.
O telefone est� listado em nome de William Lundy.
Al�.
A palavra � adeus.
Lundy sempre foi um operador esperto demais.
Cuidadoso.
Nunca tive motivo para retirar a licen�a dele antes.
Tem agora?
Sm, tenho motivos agora.
Passando-se por oficial.
Posso preg�-lo por...
Preg�-lo, e voc� estar� nos prejudicando.
- Como voc� calcula isso? - Veja, Tenente,
ele � o �nico caminho que temos para seguir.
Voc� o prende e ele se esconde atr�s de �ticas.
Tais como proteger o cliente n�o dando o nome dele.
Sem o cliente, voltamos ao come�o.
Imagino que voc� tenha uma contraproposta?
Sim, voc� � oficial, ent�o fique fora disso.
Vou improvisar um pouco.
Voc� n�o se importaria em discutir isso comigo, n�o �?
O qu�? E voc� j� considerou revogar minha licen�a?
N�o � assim que se faz, garoto Pete.
Pode se meter em problemas desse jeito.
� e tamb�m posso conseguir muita informa��o, Lundy.
Est� certo.
Com certeza, por exemplo, cliente: Frank Benedict.
Objeto: Ruth Mears.
Provavelmente usando um pseud�nimo.
Um pseud�nimo como Ruth Millard, Lundy.
Agora, agora, agora, n�o se deixe levar
pela ficha, garoto Pete.
� uma ficha interessante, Lundy.
Anota��es. O objeto � uma enfermeira dentista registrado?
Agora, isso pode reduzir.
Mas voc� tem que estar vivo para fazer algo sobre isso.
Certo, de uma vez, Lundy.
Voc� enrola, e eu quebro seu bra�o.
Vamos, Frank Benedict?
Ele queria uma enfermeira odontol�gica morta, por qu�?
Por qu�?
Ela, ela era a enfermeira odontol�gica da pris�o.
- E? - � claro Albert Greaves.
Albert Greaves, o �libi do Benedict?
Isso mesmo. Veja, ele era um vigarista na pris�o.
E teve um dente arrancado, e deram a ele aquela coisa.
- Que coisa? - A droga da verdade.
- Sodium pentotal? - Isso mesmo.
Benedict estava preocupado que Greaves
pudesse falar como ele recebeu o �libi.
Pegou o Greaves fora da pris�o, hein?
Agora, ele quer a enfermeira.
Ele acha que ela pode saber de algo.
Est� certo, vamos solte, homem.
� tudo o que ele me disse.
Quem est� tentando matar a enfermeira?
Ele me causou problemas.
Morreu h� quatro meses, de causas naturais.
Acho que quebrou meu bra�o, ou tirou do lugar.
Sim. Talvez isso fa�a o Tenente simpatizar com voc�.
Levante.
Agora veja, garoto.
Est� prestes a cometer um erro terr�vel.
Esse Benedict � um homem duro.
Se usar o que eu disse, n�s dois estamos mortos.
Voc� vem, ou eu tenho que lhe matar?
O que aconteceu com eles?
Com quem?
Bons, simples e agrad�veis homc�dios?
Lembra-se? Algu�m mata algu�m, n�s o pegamos. Fim.
N�o h� mais.
Hoje em dia, voc� v�, depois n�o v� mais.
Talvez eles estejam certos sobre automa��o.
Veja,Tenente, sei que tem sido um pouco dif�cil, mas...
- � estranho. - O qu�?
Voc� tem talento para o eufemismo.
Tenente!
Mas finalmente sabemos o placar.
Sabemos quem fez o qu� a quem, como, por qu�,
e ainda n�o temos provas, ainda n�o chegamos a nada.
Se eu pegar Frank Benedict agora, ele me expulsar� da cidade rindo.
�. Bem, tenho um caminho diferente para seguir.
O �nico caminho que resta.
Chega de ideias, por favor.
Voc� n�o precisa fazer nada.
S� me leve at� um telefone. Quero fazer uma liga��o.
Um dos seus amigos desagrad�veis.
Ficar� feliz com eles. Este vai fazer uma liga��o.
Se ele fizer direito, voc� pode esquecer a automa��o.
Quinze e dois, quinze e quatro...
Sim, aqui � o Benedict.
Seis e tr�s d� nove.
Quando voc� recebeu isso?
Ah. Bem, obrigado, Johnny. Vou cuidar de voc�.
Era o pequeno Johnny Cox.
Recebeu um telefonema de Billy Lundy.
Gun pegou a garota.
Foi visto levando-a para o sal�o de dan�a.
Provavelmente tentando faz�-la relembrar.
� isso que � bom sobre o Gun.
Sempre tentando fazer o trabalho para voc�.
Bem-vindos ao Club Doyle, cavalheiros.
Aqui � o Tenente Jacoby, passe-me o Sargento Davis.
Uma bagun�a.
Sim.
O governo ficar� feliz em pagar por isso.
Tenho certeza que sim.
O gerente do sal�o de dan�a ficar� muito feliz.
Al�, Davis.
Ah, Murphy.
Escute, Murphy, voc� pode levar uma caminhonete at� o Club Doyle?
Sim, rua River.
N�o h� pressa.
O qu�?
Ah, certo, Murphy.
Tudo bem.
Sim, obrigado, Murphy.
�timo.
Achei que Murphy sempre irritava voc�.
N�o dessa vez.
A garota acabou de voltar a si.
Ela vai ficar bem.
* Tradu��o: RobOpen *
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