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Original subtitles

tradu��o e sincronia: saredes

O DESAFIO DE UM GUERREIRO

Tempos atr�s... Guerreiros Vikings habitaram a Isl�ndia.

Depois de muitas disputas sangrentas na Noruega,

Os Chefes concordaram em formar um conselho.

e elegeram Jargekold o Legislador, para presidir.

Durante cem anos, o pa�s prosperou.

Ent�o, um cruel chefe chamado Ketil o Negro, atentou contra a lei.

Ketil procurou fazer-se "Rei". E seus seguidores mataram muitos homens.

No final, s� Valgard era capaz de combater Ketil.

Valgard o Lobo, o Guardi�o da Espada Fantasma,

A Espada Fantasma, foi rel�quia do tesouro do primeiro Senhor.

E ningu�m poderia reinar por muito tempo sem ela.

Em uma batalha final definitiva Valgard perdeu.

Ent�o, tomou seu filho, Kjartan, e escapou com a espada.

Valgard sabia que morreria nessa viagem.

Pai. Vou te vingar.

Agora s� resta Kjartan... E a espada.

A batalha est� perdida. V� e leve Kjartan com voc�.

Ketil o ca�ar�, se souber que � meu filho...

N�o Valgard, o lugar do filho � ao lado do pai.

Sua fam�lia est� protegida das flechas.

� Ketil. Nos encontrou.

Bom trabalho, velho amigo.

- Pai. - N�o Kjartan. N�o.

Ent�o, voc� � o filho que leva a espada.

D� a ele uma espada.

Como chefe desta terra, exijo meu direito de escolher como morrer.

Eu sou o chefe agora. E preciso da espada para provar isso.

N�o conte com isso.

A Espada Fantasma pode tornar um homem superior, s� se for escolhido pelo destino.

Voc� v�, n�o h� ningu�m para proteg�-lo mais.

N�o � assim.

Bem, eu vejo algu�m capaz de transportar a carga.

- Est� me convertendo em Transportador? - Deixe-me dizer adeus ao meu filho.

- A �nica. Eu posso tomar a �nica. - Ou�a, eu estava errado sobre voc�.

Voc� tem espirito para ser guerreiro. Ent�o, agora voc� vai ser um.

Voc� v� o penhasco atr�s do fogo? Salte o fogo e atinja o mar.

Use isto para se libertar.

N�o � honr�vel. Eles tomaram a espada e te matar�o.

Ketil te mataria em dois movimentos.

Ou�a, tome este presente, o amuleto vai cuidar de voc�.

Voc� deve procurar um homem chamado Gunnar do Leste.

Diga o que aconteceu, e ele te ensinar� a ser um guerreiro.

- Eu vou matar Ketil. - Um dia... Sim.

Mas agora... Deve primeiro aprender a ser um Viking.

E voc� deve recuperar a Espada Fantasma. Ela n�o deve pertencer a Ketil.

Mas esta � a prioridade, encontre Gunnar.

Nos vemos em Valhalla.

Aqui, ajudem um velho Viking a caminhar.

Aguarde at� que todos estejam me vigiando.

Pai.

Veja como o seu pai morre. Voc� pode aprender algo, voc� � o pr�ximo.

Odin. Odin.

Ele pegou a Espada Fantasma. Matem-no.

Ketil, eu ganhei.

- Ele desapareceu. - Encontre-o. Ele tem a espada.

O bote est� desaparecido.

- Pode estar em qualquer lugar. - Encontre-o e depois mate-o.

Podemos estar seguros de que est� vivo.

Sua fam�lia est� glorificada pela sorte.

O mar deixou Kjartan no Leste. Na terra de Magnus o Legislador.

Magnus tinha o dom da profecia, e viu o futuro.

� a Espada Fantasma.

Magnus teve um sonho onde um guerreiro viria do mar para salvar o seu povo.

No sonho de Magnus, o guerreiro carregaria a Espada Fantasma.

S� com ela seria poss�vel libertar a terra da tirania.

� isso a�. Levem ele a Magnus.

Tr�s vezes eu tive este sonho, o homem que vem do mar.

Um homem com uma cicatriz. Uma cicatriz aqui.

- Foi um bom sonho? - Bom para a Isl�ndia, eu acho.

Mas, para mim...

Estou � procura de um homem chamado Gunnar do Leste.

Eu tamb�m. Ele � o protetor da fazenda.

Est� banido por matar... Eu n�o o vejo faz quatro anos.

Os homens do lado de fora, est�o te procurando. Fique aqui at� irem.

Dificuldade para dormir, estranho?

Sim, um pouco. Mas quem � voc� que tem a minha espada?

Sou Magnus Tyorgenson. Esta � minha fazenda,

esta � minha esposa Helga. Meu filho Bolli.

- Eu sou... - N�o.

Eu sou a lei, e eu n�o posso mentir. Ent�o � melhor voc� n�o me dizer o seu nome.

Agora, a Espada Fantasma n�o t�m nomes nela.

Pode ficar por enquanto, estranho, e trabalhar aqui.

At� que Gunnar volte � Isl�ndia outra vez.

� estranho que um guerreiro suporte a vida na fazenda.

Meu pai me manteve longe da guerra. Eu cresci em uma fazenda na Noruega.

- Eu queria ser um Legislador. - Eu quero o mesmo para meu filho Bolli.

Ele quer duelar at� a morte. Leve Bolli pro alto pasto e fique com ele esta noite.

- Ele n�o deve ir ao casamento de Gudrun. - Espere.

Espere. Eu quero te perguntar uma coisa.

Voc� j� participou de alguma batalha? E voc� matou algu�m?

Me ensine a lutar.

Se voc� me disser quem � a linda garota de azul.

� a minha irm� Gudrun. Agora me mostre.

Sempre esteja em guarda. Vamos, me ataque.

Voc� est� morto.

Vamos Oz, n�o vou te morder. - Fique longe do meu irm�o, far� que o matem.

Eu n�o... - Voc� n�o sabe nada.

- Mord o matar� em um duelo. - Quem � Mord?

Homem por homem.

Faz bons chap�us de pele de raposa, e n�o cheiram a merda.

Na Noruega, as raposas est�o em toda parte.

Vamos, nos encontrar�o se n�o continuarmos.

Quando crian�a, Gudrun tinha uma melhor amiga escrava chamada Kristin.

Quando Gudrun cresceu, Magnus a libertou.

Kristin n�o imaginava, mas a sua sorte foi ruim.

E agora, era uma escrava de novo... atada � casa de alguns aliados de Ketil.

Realmente vai se casar com Mord?

Eu tenho que faz�-lo, ele desafiou Bolli, sen�o o matar�.

Voc� ainda � a coisa mais linda da ilha.

Kristin, ningu�m pode te machucar, voc� sabe disso?

N�o conhece Trolud. Seu pai deu-me a liberdade e a desperdicei.

Onde est� Mord?

Vir� � noite. Foi buscar guerreiros atr�s da montanha.

Depois de dois anos sem filhos posso pedir divorcio. Voc� pegou a po��o?

Beba a cada lua nova, em cada cheia, e n�o ter� nenhum filho.

- Kristin. - Devo voltar para Trolud.

- Onde posso encontrar essas raposas? - L�.

- Onde voc� vai? - Voc� quer balan�ar pra mim?

Bolli. Bolli.

Bolli, onde voc� est�.

Duvido que apare�a, n�o h� quem desafie Mord.

Ele � o �nico filho, e n�o veio ningu�m por aqui.

E Mord cada vez mais b�bado. E eu tamb�m.

- Bolli, aqui est� voc�. - N�o me impe�a, n�o sou crian�a.

N�o seja tolo. - Vou desafiar Mord.

D�-me a espada. - Vou mat�-lo. Vou mat�-lo.

- Largue a espada. - Deixe-me ir. Eu vou mat�-lo.

N�o havia quem defendesse Gudrun diante de Mord de Trolud.

Se Gudrun se recusar a casar com Mord, Bolli dever� lutar,

e Gudrun carregar� a culpa pela morte de seu irm�o.

Calem-se. Gudrun falar�. Calem-se todos.

Gudrun, onde est� esse seu irm�o encantador?

Colocando um de seus vestidos?

Inteligente... mais que todos voc�s.

E quem poderia me desafiar.

Ent�o... Beba isso e seja minha esposa.

Quem � voc�?

Algu�m que diz que voc� n�o se casar� com Gudrun.

Sua presen�a � desnecess�ria. N�o � o suficiente para me desafiar.

Sou Kjartan, filho de Valgard o Lobo.

Esta � a Espada Fantasma. Esta � minha prova.

Valgard, aquele que lutou contra meu primo Ketil?

Pagar�o muito por sua cabe�a.

Assassino de camponeses. Matem-no.

- Gunnar. - Este � Gunnar.

Eu ainda estou sedento.

Como voc� � linda.

Pensei em voc� Gunnar.

H� exce��es na lei que permitem levantar sua pena no conselho este ano.

Certo. Nestes cinco anos, eu pensei em voc� tamb�m.

Minha fazenda... Em sua filha... Gudrun.

Mas, agora, velho amigo, voc� matou novamente.

- Eles eram uns lobos covardes. - Sim, mas seguem sendo irm�os.

Te avisei que nunca mate dois da mesma fam�lia, ou n�o vai viver por muito tempo.

Sabe que causaria sua pr�pria morte?

Sim, por isso farei algo inconceb�vel para um Legislador. Mentirei.

O sangue de uma virgem cura as feridas, at� mesmo as fatais.

Ent�o, Gudrun, est� vi�va agora. E j� tem um candidato.

Eu ouvi meu pai sobre isso.

Voc� deveria ouvir o seu cora��o, para encontrar algu�m que possa proteg�-la.

- Eu te amo. - Agrade�o sua prote��o, Gunnar.

- Voc� foi um segundo pai para n�s. - Prometi a Magnus treinar Kjartan.

Pegarei minhas terras de volta... Mas olhe para mim como um segundo marido.

Gunnar.

Gunnar do Leste, � o maior de todos os guerreiros.

Este � o homem que est� procurando.

Mas Ketil subornou o conselho e foi condenado por uma morte que n�o cometeu.

- Este � Gunnar. - Ent�o, � filho de Valgard?

Ele me disse onde encontr�-lo. Para ensinar-me a ser um guerreiro.

Eu vou te ensinar. Mas n�o vou te ensinar a ser como seu pai.

- Dele dependia a vida de muitos. - Meu pai deu sua vida pela minha.

- Eu pensei que eram amigos. - N�s fomos.

Voc� acha que pode cuidar de Gudrun? Voc� a colocou em grande perigo.

Cada maldito assassino na ilha vai vir atr�s de voc�.

Voc� quer proteg�-la? Fique longe dela.

O �nico dos guerreiros de Mord que saiu vivo do casamento foi Ruth o Arqueiro,

Ele voltou � Trolud.

Onde deu ao irm�o de Mord, Zighvat, as noticias do assassinato.

Ele matou seu irm�o, Zighvat.

Se realmente � Gunnar, precisamos de um bom guerreiro.

Bom guerreiro? E voc� n�o � um bom guerreiro?

- Quero que meu filho seja vingado. - Puta irlandesa, isto � maldi��o sua.

Adeus velho amigo.

Voc� estar� seguro longe nos vales.

Prepare Kjartan, e tudo vai ficar bem.

Kjartan. Kjartan.

- Bolli, localize Kjartan. - Gudrun, tenho de ir.

Voc� v�, Zighvat, n�o estamos protegidos por ningu�m.

E como nenhum membro da minha fam�lia matou seu irm�o

estamos completamente livres de uma compensa��o.

- Ketil disse pra matarem ele. - Este � o sangue do meu filho.

Quero o sangue de Kjartan. Quero vingan�a.

Recusa uma compensa��o? Vou levar isso ao conselho.

Como quiser.

Mas alguns dir�o n�o conhecer sua honra quando voc� aparecer.

De um abrigo numa caverna na montanha, Ruth o Arqueiro observava a fazenda de Magnus.

Os homens de Ketil aguardavam pacientemente

algo na fazenda de Magnus que os guiassem at� Kjartan e Gunnar.

Eu vou dormir.

Voc� vigia. Se voc� ouvir qualquer coisa, me acorde.

Assim foi como Valgard morreu?

Foi assim que Ketil encontrou seu pai? Dormindo?

Meu pai enrolou as v�sceras numa pedra. Para que eu fugisse e te encontrasse.

Espero que seja t�o corajoso quanto ele foi.

Tente me matar.

Vamos. Jogue.

Voc� quer matar Ketil? Mate-me primeiro.

Aprenda mais e talvez possa com Ketil.

N�o, est� errado.

V�? Voc� cai sozinho.

Kjartan, olhe.

Proteja ele.

Parece que est�o atr�s de voc�. Tente se lembrar de algo que aprendeu.

Bolli. Atr�s de voc�.

- Voc� n�o deveria ter vindo. - � Vulf o Sanguin�rio e seus homens.

Venham atr�s de mim, homens.

Vulf o Sanguin�rio, eu matei seu irm�o.

- E n�o quero te matar. - N�o se preocupe com isso.

Hoje matei dois de uma mesma fam�lia. � um dia ruim para todos n�s.

Eu quero ficar, e me tornar um guerreiro.

- Volte e trabalhe com seu pai. - Eu n�o quero voltar pra fazenda.

L� estar� mais seguro.

Pergunte ao Vulf o Sanguin�rio... e a mim.

Do que voc� se lembra?

As pessoas falam sobre a grande batalha, exceto em nossas fazenda fedorenta.

Lembre-se, voc� nunca esteve aqui. Agora mexa-se.

Eu perdi um garoto assim, e sua m�e tamb�m.

Lutando para o seu pai, em vez de cuidar da minha casa.

Se voc� culpa Valgard... Por que voc� concordou em me treinar?

Porque �ramos jovens e est�pidos. E porque ele morreu provando sua valentia.

Se ele morreu como disse. Ent�o ele saiu vitorioso. Ele enganou a morte.

Gunnar, me ensine. Nunca vi um guerreiro como voc�.

V�? Suave.

Bom.

Exatamente. Pise e lance.

Ketil deve estar perto. Eu vou olhar.

Devo aquecer estes ossos velhos pela manh�.

Gunnar, por que n�o encontrou outra esposa?

Eu tenho tempo. Eu n�o sou t�o velho.

Magnus cancelar� a minha pena. E eu cortejarei Gudrun.

Mas n�o espere ser convidado para o casamento.

Eu vi o que voc� fez no �ltimo.

A amiga de Gudrun, Kristin. Que vivia em Trolud.

Submetida a tratamento brutal. Continuava como espi� na casa dos inimigos.

Mas, finalmente, n�o aguentou mais.

Ele deixou que me tomassem todos que quisessem. Me estupraram.

Esse Ruth. Desgra�ado.

- Estou esperando um filho. - Essa crian�a vai salvar a ilha.

Quem � o pai? - Kjartan, o homem que matou Mord.

Eu vejo. Ele est� em grande perigo.

Ketil est� a um dia de Trolud. A crian�a precisar� de seu pai.

O que posso fazer?

Avise a Kjartan, proteja seu filho.

Em meu cora��o, sempre ser� minha irm�, Gudrun.

- Onde est� Gunnar? - Foi vigiar se Ketil aparece.

Mas devo dizer-lhe que Ketil t� a um dia de Trolud. Deve ir ou te encontrar�o.

Devo esperar Gunnar.

Fico feliz em v�-lo depois de tanto tempo, porque eu tenho algo a lhe dizer.

Ketil pagar� muito bem por isso.

Durante todos esses anos de ex�lio, Gunnar sonhou com Gudrun.

Mas agora, Gunnar sabia que ele nunca a teria.

Pela primeira vez em sua vida, o grande guerreiro foi derrotado.

Ele est� melhor?

N�o sei, mas voc� deve fazer algo, pai. Ketil o matar�.

- Onde est� Gunnar? - Ele desapareceu. N�o estava l�.

Essa � a cicatriz. Ele � o homem dos meus sonhos.

Quando Magnus viu a marca, sabia que Kjartan era o homem que iria salvar a ilha.

E para fazer jus a profecia, Kjartan venceria Ketil.

Lembre do Conselho dos Chefes, � a chave de tudo.

Gudrun. Gunnar.

Guarde suas for�as, Kjartan, e escute, entenda...

Ketil procurar� sequestrar Gudrun. Gudrun, venha aqui.

H� algo mais que Magnus possa fazer por Kjartan e Gudrun e o beb� n�o nascido.

Podem deter Ketil at� que eles escapem.

A profecia exige, mesmo �s custas de suas vidas.

Siga o rio para a fazenda de Haldol. L� estar�o seguros. - E o fantasma?

Mostre-lhe a ferida e o fantasma se assustar�. - Onde est� a Espada?

Se estivermos certos, voltar� a ele quando necess�rio.

Magnus, os pastores viram homens armados vindo pelo vale.

V�, v�. O pa�s precisa de voc� e Kjartan.

Deteremos Ketil at� que estejam seguros. Nossa esperan�a est� aqui, minha filha.

Ensine ao meu neto que sem a lei, o pa�s ser� destru�do.

Magnus Tyorgenson.

Magnus Tyorgenson. Saia.

Pela �ltima vez. Saia. Vamos.

Magnus Tyorgenson, voc� protege o criminoso Kjartan Valgardson?

Somente a lei decide quem � um criminoso.

N�o estamos brincando com voc�. Ele est� aqui?

Deixe as negocia��es. Ele � um Legislador.

- Voc� n�o pode negociar com ele. - Quero inspecionar as mulheres e servos.

- Est�o a�, Legislador? - Sim, mas n�o os entregaremos.

V�o, v�o.

Eu n�o vou deixar meu marido. Eu vou ficar com voc�.

- Kjartan est� l�? - Sem d�vida � a espada dele.

Zighvat de Trolud.

Seu porco b�bado, eu matei seu irm�o, e agora � a sua vez.

Aqui est� sua chance para um duelo justo, primo.

Queimem tudo.

D�-me um machado.

Queimem.

Eles est�o bem? Eles n�o escapar�o?

Continue lutando. Se Kjartan e Gudrun alcan�arem as colinas, ganharemos.

- Fuja. - N�o.

Sua vida ser� curta, filho, mas seu nome ser� lembrado para sempre na Isl�ndia.

Kjartan. Agora eu tenho a Espada Fantasma.

Era uma vez um chefe mal chamado Haldol...

Cujo fantasma habitava sua fazenda ap�s sua morte.

Ningu�m podia lidar com o esp�rito do assassino.

Mas Magnus espera que o fantasma respeite o her�i destinado a salvar seu povo.

E que Kjartan e Gudrun possam se esconder l� e ficarem seguros.

N�o Haldol. N�o. Veja.

Perdoe-me, Magnus.

- Onde estamos? - Na fazenda do fantasma de Haldol.

- Onde est� a minha espada? - Magnus disse que ela te encontrar�.

E esta marca nos proteger� do fantasma.

O que aconteceu com Gunnar? Ele nos viu?

Eu n�o sei, mas n�o importa agora.

Havia muitos homens. Meu pobre Bolli. - Magnus conhecia seu destino.

Me disse para te pedir pra n�o chorar demais... s� para lembrar deles.

Gudrun. Gudrun.

Gunnar se tornou mal. Est� matando as pessoas ao longo do rio.

Leve-me at� ele. Devo det�-lo.

Eu conhe�o o caminho. Vamos, d�-me o cavalo.

N�o, Gunnar. Pare.

N�o, Gunnar. Pare.

Me mate. Mate a todos.

Assim que pretende vingar a Magnus? Matando seu povo?

J� n�o h� honra na minha vida. Magnus morreu por minhas paix�es est�pidas.

Estou envergonhado.

Fique conosco e encontrar� a honra novamente.

Cuidarei de suas vidas, n�o importa o que. Lutarei pela lei, como sempre fiz.

Estas s�o as roupas com o sangue de Mord. Tome-as se n�o vai ving�-lo.

Oh, mulher, me d� um tempo. Um homem morreu.

Matamos um Legislador. Mas nosso verdadeiro inimigo segue vivo.

- Devemos aguardar o conselho. - N�o. Mataremos todos, mataremos agora.

- Diga-lhe o que voc� achou. - Vulf morto.

Encontramos ela rondando pelas colinas? - Saia.

- E os outros? - Apenas os fazendeiros.

Temos homens em sua trilha. Gudrun est� com ele. A mataremos tamb�m.

Primo, matar n�o resolve tudo. A garota � muito �til.

Ela se casou com meu irm�o. Ela fugiu porque pensou que queriam mat�-la.

- E eu queria. - N�o. � a �ltima da linhagem de Magnus.

Ela tem o sangue dos Legisladores. Controle-a e controlar� todo o conselho.

Tem certeza? Ela se aliar� ao homem que queimou seus pais?

Capture-a viva. Falarei com ela.

Procure Eyrik o Branco, ele vai te ajudar, j� que odeia Gunnar.

- Por qu�? - Porque Gunnar matou seu melhor amigo, por isso.

Ketil est� certo. Zighvat n�o. Mat�-la � melhor.

Magnus estava certo, a cicatriz protegeu Kjartan do fantasma.

Os homens de Ketil n�o ter�o essa sorte.

Se verem o fogo e entrarem, o fantasma vai devor�-los.

Voc� viu a gente se beijando?

N�o se preocupe. Eu n�o estou magoado, apenas o meu ego.

Gunnar, pe�o desculpas. Nunca tive inten��o de mago�-lo.

Eu sei que fui um velho tolo com sentimentos bobos.

Durante toda a noite, os homens de Ketil seguiram Kjartan at� a fazenda em ru�nas.

Eles v�m desde os dom�nios de Ketil no fiorde oeste.

E n�o conhecem a hist�ria do fantasma de Haldol.

O que foi isso?

A� v�m eles. S�o muitos. Talvez dev�ssemos surpreend�-los.

N�o. Magnus tinha um plano, e devemos confiar nele.

Ketil e seus homens procuraram Kjartan em todos os lugares.

Kjartan sabia que deveria sobreviver at� o Conselho dos Chefes.

Magnus disse a ele que ali seria onde podeira colocar as pessoas contra Ketil.

Isso s� aconteceria se Gudrun, filha de Magnus, fosse aceita como Legisladora.

Vamos precisar de mais do que isso para matar Ketil.

Magnus me disse muitas coisas. Algumas v�m em sussurros.

Falta pouco tempo para o Conselho, quando a justi�a agir, meu pai ser� vingado.

Ca�ados e desesperados,

Kjartan, Gudrun e Gunnar chegam ao final do vale de Eyrik o Branco.

Magnus tinha dito que Eyrik era o melhor entre os Chefes.

E o �nico em quem poderiam confiar em ajudar com o plano.

Gudrun.

- Como est� meu filho? - Ele � forte como voc�.

Estou preocupado com sua seguran�a. Podemos encontrar uma outra maneira.

Minha fam�lia deu a vida por n�s. N�o se preocupe, eu vou ficar bem.

Ketil tamb�m tentava controlar Gudrun e o conselho.

Kjartan sabia disso.

E tamb�m sabia o plano de a��o de Magnus. Devia deixar Gudrun ser sequestrada.

Ela est� l� dentro? - Sim, dormindo.

Bom.

Espere.

Agora.

Magnus sabia que Ketil e Zighvat fariam o trabalho por n�s.

Eles a tornar�o Legisladora.

Contemos com isso.

Voc� est� segura aqui, Gudrun, eu garanto.

Deixe-as.

Eu daria tudo que tenho, para que isso terminasse aqui.

Eu fui uma garota est�pida, que n�o quis Mord como marido.

O erro foi meu.

Talvez algo de bom saia desta desgra�a.

Voc� pertence � �ltima gera��o de Legisladores. E o conselho ir� ouvi-la.

Voc� vai pagar pelos danos causados. Com isso eu vou considerar tudo pago.

Ent�o voc� aceitar� minha prote��o,

e Eyrik o Branco e eu te faremos Legisladora perante o conselho.

E o Conselho de Chefes foi realizado.

Gente de todo o pa�s v�m para fazer justi�a.

Todos clamam Kjartan, o homem que desafiou Ketil.

E de alguma forma as pessoas sabem que o conselho decidir� seu destino.

Gudrun. Filha de Magnus.

Ela ser� a pr�xima Legisladora.

Ele tem a espada.

Voc� pode enganar todos, mas n�o a mim.

Se n�o quiser terminar escrava para sempre, sabe o que deve dizer.

Algum sinal deles? - N�o.

Mate-os se os verem.

Gudrun, �ltima da linhagem de Magnus, Legislador do Conselho,

escutar� o primeiro caso a discutir, antes de conceder a justi�a.

D� um passo a frente e aceite o julgamento.

Sou Gunnar.

Retorno do ex�lio e reivindico que minha terra seja devolvida.

Matem-no. Ele � um criminoso.

Voc� n�o tem o direito de comparecer perante o conselho.

Eyrik vai concordar.

Voc� acha que penhoraria sua honra por algumas ovelhas?

Quando um Legislador morre, todos os criminosos s�o perdoados pelo conselho.

Eu sou o chefe dos fiordes do oeste.

Eu e meus aliados dizemos n�o. Matem-no.

Voc� n�o � o rei, Ketil.

Eu sou o rei. E a Espada Fantasma prova isso.

Kjartan, filho de Valgard, � o rei.

Ele seguiu o caminho de seu pai, e ningu�m poder� reclamar agora.

Esta � a lei.

Kjartan � o homem do sonho de Magnus.

� o meu marido e carrego seu filho.

- Mate ela. - At� que acabe, dever� nos divertir.

Ketil.

N�o. Este duelo � ilegal.

Mate os traidores. Os pegaremos.

Eu amaldi�oo sua fam�lia...

com m� sorte.

Pai... Voc� foi vingado...

- Voc� venceu, Kjartan. - Todos vencemos, Eyrik.

As pessoas s�o livres de novo.

Agora voc� tem que viver.

Pois Magnus disse que Eyrik o Branco seria de grande import�ncia para o conselho.

E quando nosso filho tiver idade bastante, voc� vai ensinar-lhe a ser um Legislador.

Ent�o, a profecia de Magnus se realizou.

E vieram tempos de abund�ncia e prosperidade

quando o calor do ver�o fez tudo tornar-se uma rica colheita.

O Filho de Kjartan e Gudrun, tornou-se Legislador.

E por meio do Conselho preservou a paz.

Eu sei disso porque eu sou esse filho.

Quem lhes contou a hist�ria de seus pais.

E assim seus nomes estar�o vivos para sempre.

Como os maiores her�is que viveram na nossa terra.

tradu��o e sincronia: saredes

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