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- Simon. - Tudo seja bom para o Simon.
- Sim. - Sim. Sim.
Sim.
Sentem isso?
Sim, sim, sim, estou a senti-lo.
Sim.
Simon.
Os Marretas - ELECTRIC MAYHEM
Cantem! Cantem! Cantem!
- Vou contar-vos sobre isso. - Impressionante.
Entendem como isto é significativo?
O Zedd ofereceu-se para produzir todo o vosso álbum no estúdio dele
e... O que estás a fazer?
Ouro.
O Animal tem um gosto caro.
Não, não, não. Regra prática geral enquanto estamos aqui, sim?
Nada de comer nem de tocar e nem comer o que tocam.
Põe isto de volta com cuidado.
Sim, pessoal, por favor, controlem-se e fiquem calmos.
Olá, aí estão eles.
Bolas! Está a acontecer.
- Olá, Lips. - Sim.
Sim.
Vejam, é a senhora do bode lá da caminhada.
Incrível! O quê, lembra-se de mim?
Fixe. Também me dá um aperto de mão baril?
Lembro-me de algo assim, um dedo mindinho, o cotovelo.
Tudo bem? Sabe, resolveremos isto mais tarde.
Posso pegar no seu Grammy? Pesa? Parece pesado.
É pesado.
Por favor, não toque.
Não sei se a Sra. da Editora sabe o que significa "calma".
Ela está a assustar o Zedd.
Ena! Este lugar parece uma gigantesca nave espacial sexy.
Devo dizer, um elegante e chique espaço para o nosso estardalhaço.
Certíssimo!
Eu também. Igualmente. Do mesmo modo.
Se precisarem de algo, estou lá fora. Embora seja um espaço grande, não?
- Eu aviso-a. Torna-se apertado aqui. - Certo.
Vamos a isto.
- Sim. - Sim.
Portanto,
em geral, a banda toca toda junta num grupo.
Eu apenas toco aqui, sozinho?
A ideia é essa.
Tudo bem.
Eu apenas toco sozinho?
Prontos para gravar?
Totalmente, de certeza.
Claro. Totalmente. Totalmente. De certeza.
Deixei o meu saxofone em casa.
- Pronto quando estiveres, Doutor. - Tudo bem.
Espera, isso é perfeito.
Certíssimo.
Além disso, como?
Sim.
Considera-nos coletivamente impressionados com as tuas batidas rítmicas e bytes.
Por falar em batidas, acho que o Animal está pronto para gravar a nossa bateria.
Simon?
Quase, mas é uma bateria eletrónica. Começa.
É isso. Foi perfeito...
O que... O que...
Moog? Por favor, não me digas que vieste dar-me a tua demo.
Não, não. Nem sempre se trata da minha demo,
embora eu tenha uma pilha no meu carro, caso fiques curiosa.
Não, vim só apoiar os meus Mayhem.
Apoia-los muito?
O que posso dizer? Fã para toda a vida.
Normalmente, eu seria supercrítica, mas agi como fã à frente de Zedd.
Ele julga-me uma lunática e não está errado.
Quando conheci o Prince, desmaiei mesmo à frente dele.
Acordei com ele a tocar-me com um dos saltos altos para ver se estava vivo.
- Espera, o Prince tocou-te? - Sim, tocou.
Essa tem de ser a primeira história que contas quando conheces pessoas.
Não, não, não. Tenho histórias. Topa...
Uma vez, a Stevie Nicks olhou para mim do palco
e apenas deixei escapar um longo grito agudo.
- Ena. - Acharam que uma criança estava em perigo.
Apenas fui na onda. Eu disse: "Meu! Temos de achar o miúdo, separemo-nos!"
-É uma confissão difícil de igualar... - Sim.
...mas, no liceu, eu estava no centro comercial,
vi a Tina Turner, encurralei-a, chorei
e cantei-lhe toda a canção "Thunderdome".
É fabuloso. Que mal tem isso?
Não era a Tina Turner.
Apenas uma linda senhora a distribuir amostras de corn dog.
Ena! És mesmo uma de nós.
Não digas a ninguém.
Olha, ser superfã significa apenas que se ama algo no fundo do coração.
Para ser sincero, não confio em ninguém que não seja superfã de algo.
Agita com orgulho a tua bandeira de fã.
- Fá-lo-ei. - Alegra-me ouvir isso, Thunderdome.
Não me chames isso.
Sinceramente, não precisamos de nenhuma guitarra e saxofone nossos.
Com todas estas geringonças de alta tecnologia
e a forma como crias a tua magia musical...
Pensa nisso.
Esta banda já não precisa do Animal nem da bateria dele.
Parece que todos nós podemos ser substituídos, sabem?
Não te preocupes, iremos pagar-te aquilo.
São 80 000 dólares.
Não te pagaremos aquilo.
- Animal, como vai isso aí? - Mal.
Tipo mau fixe ou mesmo mau?
Acho que é mesmo mau.
- Parece que está a correr bem. - JJ?
Porque estás em todo o lado?
Vim ver o meu amigo Zedd. Investe muito na minha app de música.
Fixe, qual delas?
JFinity.
- Espera, és o J na JFinity? - Sim.
Quero dizer, só ouço vinil, mas ouvi dizer bem dela.
Bom, chega da tua app parva, está bem?
Primeiro, tentas comprar a Wax Town Records
e, agora, invades a minha sessão de gravação,
alegando que conheces o Zedd?
Meu, é fraco.
- Viva, JJ. - Olá, olá! Zeddy Krueger.
Vem lá atrás.
- O que aconteceu à minha porta? - O erro foi meu.
Pago-te os danos pela Venmo?
- Tudo bem, fixe. - Cheers.
Zedd Danson. Eu protejo-te, Fofinha.
- Não me chames "Fofinha". - Tu é que o inventaste, certo?
Céus, tenho saudades daqueles tempos! Até logo, Fofa.
Bom tipo. Ele é fixe.
Ouçam, a Nora está aqui?
Ela chateia-me sempre por causa da minha demo. Então, pensei em trazê-la.
A Nora não está em casa e o Animal também não. A rede dele está vazia.
O Animal não voltou para casa.
Ele não voltou para casa?
Digo-lhes sempre para não se encherem tanto
de tal abundância de preocupações.
Ele irá voltar.
Não, não. Não sei, Dentes.
Isto não parece o desaparecimento típico do Animal, sabes?
Como quando ele perseguiu aquele esquilo pomposo até ao México central.
Quem pensava o esquilo que era, afinal?
Onde está o Animal?
Não se stressem, pessoal.
O Animal encontra sempre o caminho para casa.
O que vai o tipo fazer? Arranjar um novo emprego?
Está bem, vamos encontrar-lhe um novo emprego, Sr...
Pronuncia-se "Ani-mal"?
- Animal. - Como é?
- Animal. - Animal.
- Animal. - Não importa.
Que tipo de trabalho pretende?
- Animal. - Só lhe posso arranjar um emprego
se quiser que o seu trabalho gire à volta de animais?
- Sim. - Não.
- Um emprego onde faz algo. - Sim.
A indústria da restauração soa bem?
- Sim. - Soa bem?
- Sim. - Está só a concordar às cegas?
- Sim. Sim. - Sim?
- Posso fazer-lhe uma pergunta? - Sim.
Sou o homem mais bonito que já viu?
- Não. - Não.
- Sinceridade. Ótimo. Logo de caras. - Sim.
- Mas estou no top cinco? - Cinco.
No top cinco dos mais bonitos?
Seis. Sete.
- Não estou a contar. - Oito.
- Não está a ensinar... - Nove.
Encontrei um ótimo emprego para si.
- Sim. - Um sítio onde pode sujar as mãos.
- Sim? - Sim.
Que tal isto? Melhor ainda, mantê-las limpas.
Sim.
O que é isto tudo?
É apenas a queima de salva básica para alinhar os chacras,
enriquecida com a aromaterapia de limpeza com ametista,
rematada com apenas um toque de energia empalmada.
E após um dia muito stressante a culminar noutro encontro com o JJ.
Quando saímos do estúdio do Zedd, vi um tornado roxo de raiva
a emanar da Nora e eu disse: "Tenho de te sarar."
Espera, estiveste com o Zedd? Prometeste que me apresentarias.
Foi a tua conclusão?
Pronto. Tanto faz. Tudo bem. Faz como quiseres.
A adorável aura rosa da Hannah tornou-se uma nuvem sombria e a ferver.
Pronto, pessoal. Vamos reunir-nos todos no sofá.
Vá, lembrem-se da vossa respiração nasal. Cá vamos nós.
A tempestade só se torna mais perigosa
se suprimirem a sua energia sombria.
Então, está bem.
Sinto que tudo o que fiz nas últimas semanas foi dar-te roupa,
animar-te e ajudar-te a conquistar a banda.
- Boa, boa. - E obrigada por isso,
mas preciso de te lembrar que ajudei a criar-te durante 20 anos?
Ótimo, ótimo. Um desabafo. Tão purificador.
Não. Não tens de me lembrar, porque fazes isso todos os dias.
E ainda a purificar. Ótimo.
Olha, eu só queria apertar a mão do Zedd.
É assim tão complicado?
Claro, é sempre assim que começa,
mas, depois, também acaba sempre com: "Hannah, és tão bonita
"e bem-sucedida... O quê, Nora... Quem?"
Aí está. A tua inveja vingativa e profunda
- por eu ser bem-sucedida e tu não. - Demasiada purificação.
Está bem. Queres algo profundo?
Que tal, lá no fundo, sabes que este álbum vai ser um sucesso
e, depois, serei eu a bem-sucedida.
Bom, demasiada purificação.
Quero que sejas bem-sucedida, para eu poder entreter na minha sala
sem pessoas sentadas na tua cama, que é o meu sofá!
Vá, admite que adoras que eu durma no teu sofá,
pois isso significa que estás cá em cima e eu estou cá em baixo.
- Essa doeu. -És uma pessoa invejosa e ressentida.
Vou ajudar a banda a encontrar o Animal.
E tu és uma oportunista superficial e egocêntrica.
Adeus, beijinhos.
Se sou tão superficial e egocêntrica, talvez não devesses estar no meu sofá.
Tudo bem. Vou-me embora e deixa-me ser clara, não preciso da tua casa,
do teu carro ou de ti, Hannah, ouviste? Ficarei mais do que bem.
Por favor, pega. Boa!
Não!
Bom, não se preocupe com isso. Está bem? A arte de ser zelador não é para todos.
Importa-se de tirar o meu telemóvel da sua boca?
Obrigado. Mas que tal isso? Que tal um emprego a atender telefones?
- O que acha disso? - Está bem.
Não. Nunca vai atender o meu.
- Está bem. - Quer praticar?
- Sim. - Preparado?
Então, vou fazer o ruído do toque.
Não, não diga a parte do toque. Isso é o telefone.
- Estou? - Não está ninguém lá.
Claro que não, porque estou a fingir.
- Serei a pessoa na outra linha. - Está bem.
- Estou? - Estou?
Procuro o Gus.
- O Gus? - Sim, o Gus.
- Eu. - Gus!
- Estou aqui! - O Gus não está aqui, adeusinho.
- Falhou. - A tocar.
Não. Isto está a correr bem. Não vejo nada de mau a acontecer.
Está bem, adeus.
Acho que as coisas não estão a resultar aqui.
Está bem, adeus.
O telefone fica aqui, obrigada.
Está bem, adeus.
Olá. Ligou para a Hannah. Deixe uma mensagem após o apito.
A menos que sejas a minha irmã. Então, podes ir apitar tu mesma.
Onde estiveste?
Sabes, eu não conseguia dormir.
Procurei o Animal em vários sítios, mas nada.
Eu disse-te, todas as coisinhas vão ficar bem.
Vá. Pega num pau e dulcifica-te com um marshmallow.
- Onde estiveram? - Onde estiveram?
À procura do Animal, claro.
Sim, fomos a todos os lugares preferidos do Animal,
desde o Roxy aos Poços de Alcatrão.
Ouviram dizer que fecharam o Blockbuster em Van Nuys?
Muito bem. Agora, não se preocupem. A nossa besta de carga irá voltar.
Ainda tenho o "Bambi".
Onde estiveste?
Eu estava à procura do Animal, certo? Não é isso que fazemos?
Fui ao jardim zoológico, o Animal adora-o.
Sim. Especialmente os suricatas.
Ele gosta de lhes bater quando espetam as cabecinhas para fora dos buracos.
De certeza.
Exato. Então, fui verificar, mas estava fechado.
Então, a seguir, trepei a cerca, mas depois caí.
Havia um leão e nem me tentou ajudar a procurar.
Então, tive de sair de lá
porque, obviamente, morto não ajudo nada.
Mas um esforço realmente valente merece uma recompensa realmente valente.
Convidamos-te cordialmente para seres o nosso convidado no estúdio, amanhã.
Esperem, a sério? Vou poder ver-vos a gravar?
Sim. Esta noite, tornaste-te mais do que um superfã,
tornaste-te um superamigo, Moog.
- Superamigo! - Obrigado, pessoal.
E, olhem, lamento muito não ter ajudado a encontrar o Animal.
Não te preocupes. O Doutor tem razão.
É impossível o Animal não estar no estúdio, amanhã.
Muito bem.
Eles parecem tão tristes.
Achas que podes ajudar?
Sim, tudo pelo Lips.
Cuidou de nós, em miúdos.
- Bom, vamos resolver isto? - Sim.
Pode carregar neste botão de gravar aqui?
- Sim. - Sim.
Sim, posso fazer isso.
Desculpem, pessoal, sei que a cantam, mas não a sinto.
Terias a gentileza de nos obsequiar
com um sabor de exemplificação do que achas que falta?
O que adorei em vocês foi a vossa energia.
É elétrica. Sinto que só precisam de relaxar um pouco as coisas.
Por favor, mostre-nos o caminho, Sofia Carson.
Comecem do princípio, sim?
- Certo. - Muito bem.
Essa é uma canção de sucesso.
É muito verdade. Foi linda.
Só não é uma canção de sucesso para nós.
Especialmente sem o Animal.
Não somos os Mayhem sem o nosso batimento cardíaco.
Ouçam lá, pessoal. Que tal darmos a canção ao Zedd e...
Que ideia profunda, Lips.
Por este meio, renunciamos a esta canção de sucesso
a favor do duo mais próximo e querido, o Zedd...
- O quê? - ...e a Sofia.
Não, pessoal, não podemos aceitar a vossa canção.
Não têm de o fazer. Ela já é vossa.
Não há devoluções!
Obrigada.
Obrigado pela ajuda, Moog.
O Zedd sabe o meu nome.
Pois sabe, Marge, pois sabe.
Está a deixar-me ficar mal.
Estamos a ficar sem opções,
mas estou prestes a salvá-lo, porque creio ter o certo.
- Está pronto para isto? - Sim.
Venha cá.
- Já pensou... - Sim.
- ...num emprego... - Sim, sim.
...como baterista de uma banda de rock?
Não, então!
Animal, Animal! Mudo de opinião!
Que tal uma carreira na indústria alimentar?
Sim, está bem.
Ele é o escolhido.
Olá, desculpem o atraso.
Thunderdome, hoje foi fabuloso.
A banda convidou-me para o estúdio. O Zedd deixou-me trabalhar na mesa.
Foi só um botão, mas ainda assim...
Além disso, muito rápido, estás a morar no teu carro?
Não, não estou a morar no meu carro. Dormi no chão do meu escritório.
Mas enfim. O que importa é que há uma nova canção de sucesso.
- Há mesmo... - Sim.
- ...e demo-la ao Zedd. - Não.
Sim, tivemos de dar. A canção não parecia nossa.
Sim, suave.
Não parece vossa, não é?
- Eu disse-te. - Chama-se, literalmente, "Caos à Mayhem".
Deram-lhes de graça uma canção sobre vocês.
Qual é o problema? Não se pode possuir uma canção.
Sim, é como terreno, livros ou ponchos.
Pode possuir-se todas dessas coisas.
A boa notícia é que tudo correu bem para o Zedd e para a Sofia.
Sim, ainda bem que uma megasuperestrela com montes de sucessos conseguiu mais um.
- Bem dito. - Assim que o Animal voltar,
voltaremos a fazer a nossa bela música.
Isso está certo, Janice.
O Animal volta sempre para casa.
Não é assim, Dentes?
Dentes?
Não, está a chorar.
Acho que o Animal não vai voltar!
- Esperem, porque chora ele? - O que disseste?
Acho que o Animal não vai voltar!
Como assim, "não vai voltar"? Disseste que ele voltaria!
O Animal foi-se embora. Para onde?
O Animal nunca vai... Porque não vai voltar?
Olhos na estrada! Porque achas que ele não vai voltar?
E porquê? Porquê, Dentes?
Pronto, escutem, tem de haver uma explicação razoável. Está bem?
Não!
- Talvez ele esteja perdido. - Talvez esteja ferido.
- Talvez esteja na cadeia. - Talvez esteja morto!
Isto é tudo culpa minha.
Nunca perdi o meu amiguinho, nem uma vez! Nem mesmo quando ele era um bebé.
Cuidas do Animal desde que era bebé?
Fui sempre responsável pelo Animal. Sempre.
O que significa que, agora, sou responsável por isto.
Pronto, parem todos de chorar. Olhem. Pensemos racionalmente.
Para onde iria o Animal?
OLHAI! O ESCOLHIDO!
É o Animal! E ele cresceu!
Acho que eu estava enganado.
- O Animal não vai mesmo voltar para casa. - De certeza.
Obrigado.
Acho que temos de o deixar ir para o seu novo amor verdadeiro.
- O hibachi. - Santinho.
Não. Pessoal, esperem. O Animal não pode ser um chef teppanyaki, certo?
Disseram que ele é o batimento cardíaco da banda.
É como o próprio Benny disse uma vez: "Se amares alguém, liberta-o."
- Quem é o Benny? - Sabes, o Benny Hanna.
Não, espera, ele disse: "As crianças comem de graça."
Sim, exatamente.
Sabem? Como pode o Animal partir sem dizer nada?
Isso simplesmente... Magoa muito.
Quero dizer...
Ele deve-nos a todos mais do que isso, não acham?
- Sim. - Olha,
a última coisa que queres fazer
é virar as costas a quem amas só porque te magoou.
Tenho uma irmã. Sei como isso é.
Às vezes, a família desilude-nos.
- Confia em mim. Vai falar com ele. - Falar?
Não, não sou bom com as palavras.
Tenho a sensação de que saberás o que fazer.
Ouve lá, Animal!
Vá lá, não sejas assim.
Olha, não sei o que se passa nem porque te foste embora.
Não é preciso.
Não é preciso?
- Como assim? - Não é preciso o Animal.
Espera aí.
Olha, pensaste que estávamos a dizer que não precisávamos de ti?
Nem pensar. Sabes, quero dizer...
Olha, nós nunca... não...
Quando dissemos isso...
Bolas! Não sei o que dizer.
Tu consegues.
Ouve, Animal.
Posso ser péssimo com as palavras, mas...
Lembras-te desta?
Canção para bebés.
Exato.
Canção para bebés.
Tinhas razão, Doutor, o Animal volta sempre para casa.
Às vezes, a casa tem de ir ter com o Animal.
GUARDAR
Está aí alguém?
GUARDAR
O que...
Olha para ti.
Olá, amiguinho. Sou o Floyd.
Boa tentativa, animalzinho. Anda. Vamos lá fazer isto.
Sim.
Olá. Então, parece que eu não...
Talvez eu possa...
Guardar.
Isto tem um cheiro delicioso, Animal.
- Chávena de chá? - Não me importo.
Acabei de ouvir o novo single, "Making Mayhem". Vocês arrasaram.
Arrasaram-me o sonho de ter um single de sucesso para o álbum?
Porque sim, continuamos sem estúdio, produtores e canções novas.
Só tens de acreditar, Thunderdome.
-É a última vez que me chamas isso. - Não sei porque o disse.
Bom, olha, confia em mim. Sim?
Esta banda vai dar-te algo fantástico para lançares.
Meu Deus! Estás bem?
Fala connosco, Morg.
É Moog. E sabem? Acho que estou bem,
mas vocês não vão acreditar no que está cá em baixo.
Não consigo ver. Não consigo ver.
Tradução: Ana Paula Moreira
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