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Roy Rogers e Dale Evans.
Quinze segundos pra começar, Roy e Dale.
Obrigada, Scooter.
Ei, Scooter, por que esse alvo está aqui?
Para vocês se sentirem mais "confortalvos".
É o Muppet Show,
e nossos convidados de hoje são Roy Rogers e Dale Evans.
Os assentos são de alguém?
Sim! Seus!
Opa, como vão? Bem-vindos ao Muppet Show dos Caubóis,
com as estrelas de hoje, Roy Rogers e Dale Evans.
Além do meu chapéu em homenagem ao Oeste selvagem,
tenho meu colete selvagem de lã.
-Essas piadas são suas? -Sim, senhor.
Tire-as da minha propriedade antes que espante os cavalos.
Sim, senhor. Vamos fazer o número de abertura.
Pessoal, o número de abertura.
Gostou dessa canção com os cães-da-pradaria?
Achei "prantástica".
-Prantástica! -Prantástica!
Cão-da-pradaria!
Certo, belo número, cães-da-pradaria. Muito bom.
Gostei de tudo, muito obrigado.
Falando em "gado", chefe, olha o que apareceu.
Quem é responsável por essas vacas miseráveis?
Foi um sujeito chamado Rogers que pediu, baixinho.
Rogers, Roy. Pois é, bem…
as queridinhas são sempre bem-vindas.
Roy disse que queria algo especial para o número final.
Tenho de anunciar o número de abertura dele.
É mesmo.
-Ei, Kermit? -O quê?
O que essas vacas fazem aqui?
Aparentemente são para o número final de Roy e Dale.
Ele…
O que vão cantar… "Como pegar uma vaca cadente"?
Ou "Vaqueira, não me deixe"?
Não.
Pare.
Vacas eu tolero. Piadas de vacas, não.
E que tal "As Vaquinhas Voltaram"?
Certo, não é comum as coisas melhorarem por aqui,
mas preparem-se pra coisas de fato maravilhosas,
porque, pessoal, aqui está ele, o Rei dos Caubóis,
Roy Rogers!
Esta é a história do cavalo de rodeio mais selvagem, resistente e cruel
que já entrou em uma arena,
chamado Old Sky Ball Paint.
Esse Roy Rogers canta bem mesmo.
É, mas se fizer uma daquelas laçadas, vou embora.
Tchau.
Vamos, vaquinha, andando.
Ei, Link, o que está fazendo nos bastidores?
Aqueles caubóis desagradáveis me expulsaram do camarim.
É sério?
Eles chegaram invadindo.
Diga a eles para tocarem a boiada. Seja duro com eles, Linky.
Eu tentei.
Salve, fãs de esportes, sejam bem-vindos
ao "Incrível Mundo dos Esportes".
E chegaram bem na hora do lance decisivo
no jogo da ferradura.
Como sempre, estou bem no local.
Eu me esqueci de tirar as ferraduras do cavalo.
Que burro.
Vamos acabar com o sofrimento desse show.
Certo, senhoras e senhores, além do Rei dos Caubóis hoje,
receberemos também sua senhora. Aqui está, Dale Evans.
Ensaiamos, certo?
Conseguem lembrar quando entram na canção?
Claro que conseguem.
Batam palmas comigo, no ritmo.
Certo, vamos começar. Muito bem.
Não são o grupo Sons of the Pioneers,
mas pegaram o ritmo.
Sabem, crianças, foi ótimo.
Vamos de novo, mas vamos mudar, está bem?
E se em vez das palmas,
fizermos o som daquilo que eu cantar.
Será que conseguem?
Vamos começar com um coiote.
O que é um coiote?
É como um cachorro. Você vai ouvir. Agora, escutem com atenção.
Escutem.
Não era para chorar, querido.
Oh, querido, não. Assim, não…
Assim. Não, está bem. Você são tão fofos.
Sinceramente, adoraria adotar todos vocês
e levá-los para o Texas comigo.
O que é Texas?
O que é Texas? Nossa!
Sabe, Tex, adoro essa vida aqui.
Ah, sim, adoro o deserto e as montanhas.
Sim. Mas, principalmente, adoro esses cavalos.
Opa, volta.
Calma aí.
Já era para termos chegado.
Sim, mas tivemos que parar para os cavalos beberem água.
É verdade. Depois paramos para ordenhá-los.
Tem alguma coisa errada com essa vida.
Calma, devagar.
Espera. Calma, garoto.
Olha, truque de montaria!
Muito bom. Que tal isso?
Fale, cavalinho.
-Estaríamos perdidos sem esses cavalos. -Estaríamos, sim.
Por que será que nos chamam de vaqueiros?
-Ei, cavalinho, vamos. -Ei!
POLÍCIA
E agora, livrando o mundo do mal, vem aí a Patrulha do Urso.
Xerife!
Essa, não. Xerife.
Barker Bala voltou e está atrás de você.
-Não! -Sim!
Sabe, estou com um atestado médico. Acho que vou…
Xerife, aqui é o Barker Bala.
Vou contar até três,
se não sair até lá, vou entrar para…
pegar você.
-Esconda-se no armário! -Um!
-No armário, não. Aqui! -Dois.
Não, a mesa! Embaixo da mesa!
Três!
Oi!
Muito bem.
Onde ele está?
Lá fora. Não tem como errar.
Não pretendo…
errar o alvo.
Isso foi… muito bom. Fantástico.
Minha nossa.
Bom, acho que vou me sentar aqui
e esperar o xerife…
voltar.
-Aceita chá ou leite? Biscoitos? -Quieto.
Sim, senhor. Obrigado, senhor.
Parece que ele deixou a arma aqui.
-Ele nunca sai sem a arma. -O quê?
Desculpe, senhor, eu…
O que foi isso?
Nada, não.
Então ele ainda deve estar…
aqui.
Não. Ele não está aqui.
Eu devia saber.
-Abra aquela porta. -Sim.
Estou indo te pegar, xerife.
Consegui! Senhor, ele se foi.
Consegui. Ele está trancado e está tudo bem. Venha.
Quem se importa?
Se não puder mais usar essa mão, meus dias como xerife acabaram.
-Passa pra cá. -Sim, senhor.
Isso não.
Não perdi o jeito. Ainda sou o carimbo mais rápido do Oeste.
Ei, Roy, é muito bom receber você e a Dale.
Nós estamos adorando.
Não acha nosso show meio estranho?
É um pouco, mas mesmo assim estamos adorando.
Que bom. Tem uma pergunta que sempre quis fazer.
Sei que fez muitos filmes.
Cento e oitenta e nove.
-Eu só fiz um. -Um?
Sim, faltam 188.
Mas já interpretou um vilão?
Não, nunca.
Por quê? Chapéu preto não combina com você?
Não, é porque o vilão nunca canta.
É verdade, nunca.
Consegue imaginar um vilão parando uma diligência,
recolhendo o dinheiro dos passageiros e cantando…
É. E sabe o que mais?
Não consigo imaginar um vilão cantando à tirolesa.
Aliás, você faz muito isso, Roy.
Faço, sim.
Na verdade, inventei alguns tipos nas minhas canções.
Sério?
Alguém me disse que só se canta à tirolesa
quando se esquece a letra da música.
E estão certos mesmo.
Mas quem disse isso?
Um cara de chapéu preto.
Mas eu concordo, parece mesmo divertido.
Pode me ensinar?
-Claro. É fácil. -É?
-Repita comigo. -Sim.
Até mais, Roy.
Aonde vai?
Comprar um chapéu preto.
E agora, da ala número três…
Ei, garoto.
Ala número três.
Slim Wilson montado em Old Sky Ball Paint.
-Ei, garoto. -Vai com tudo, Slim.
Certo, parceiro, quero ver você dançar. Agora!
Dance!
Que lindo.
-Será que consigo dançar assim? -Claro.
Meu pé!
Mas, sério, a presença de vocês é um deleite.
Digo isso sem rodeios.
Ei, Kermit. Esse bando de vacas me ama. Sou um sucesso.
É rebanho.
-O quê? Banho? -Rebanho de vacas.
Claro, vacas tomam banho.
Não, as vacas formam um rebanho.
Claro que elas tomam banho. Foi o que eu disse.
Esse é o meu povo.
Mas precisam entrar no palco para o número final.
-Mas… -Todo mundo para fora.
Esperem!
Andem, bezerrinhos, vamos!
Andem.
Esperem. Estava legal…
Essas coisas acontecem muito no Velho Oeste.
-O quê? -Ladrões de plateia.
Certo. Mais uma vez, senhoras e senhores, Roy Rogers e Dale Evans.
Quem pensa que é? Gene Autry?
Bem, vaqueiros, chegou aquela hora de dizer adeus.
E odeio fazer isso,
porque sentados em volta da fogueira hoje
estiveram duas lendas dos EUA.
Pessoal, Roy Rogers e Dale Evans.
Kermit, foi maravilhoso.
Fico feliz.
Roy, normalmente sou eu que digo boa noite,
mas gostaria que você dissesse do seu jeito.
Eu adoraria, Kermit.
Até a próxima, na tela ou pessoalmente, adeus, boa sorte, e que Deus os abençoe.
É isso.
-Muu. -Não, buu!
Buu!
Viva!
Viva!
Legendas: Sabrina Cristoni
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