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Original subtitles

Liberem o set, por favor.

Mohamed Al Fayed,

faz mais de 4 anos desde o acidente de carro

que abreviou tragicamente a vida do seu filho e da princesa Diana.

Na época, houve autópsias, relatórios do legista,

e uma investigação de 2 anos liderada por um juiz na França,

todos concluindo que foi um acidente.

E mesmo assim, o senhor se recusa a encerrar o assunto. Por quê?

Porque não foi um acidente.

Foi assassinato.

Execução.

Cometido por quem?

Pelos vampiros da família real britânica.

Eles são bandidos.

Terroristas.

Quando descobriram que a princesa Diana estava grávida de um muçulmano,

eles a mataram.

A família real britânica?

Não pessoalmente.

Os serviços de inteligência. MI5, MI6, MI7.

Todos os James Bonds.

Mataram aquela garota linda e inocente e o meu Dodi

com equipamento militar especial e flashes de luz.

Tenho novas provas.

Peritos e fitas de vigilância.

E conseguirei justiça.

Nas últimas semanas, o Sr. Al Fayed falou com a NBC, a CNN, a ITV e a BBC.

Sem falar no The Mirror, usado como fórum frequente para suas opiniões,

e parece que a simpatia por suas teorias malucas

tem aumentado.

Uma pesquisa alega que 78% dos britânicos agora creem que algum elemento criminoso

pode ter estado envolvido no acidente.

Outra diz que 89% agora acham que pode ter sido assassinato.

Infelizmente,

acho que isso ainda não acabou.

Um inquérito policial oficial

sobre a morte da princesa Diana foi anunciado hoje,

depois de pedidos para reexaminar as circunstâncias da morte dela

em um acidente de carro em agosto de 1997.

A investigação terá o codinome Operação Paget

e será liderada pelo comissário da Polícia Metropolitana,

Sir John Stevens.

O anúncio foi bem recebido por Mohamed Al Fayed,

cujo filho, Dodi, também morreu no acidente.

Al Fayed já havia alegado o envolvimento da polícia francesa,

da inteligência britânica e da família real num encobrimento.

E também que a princesa estava grávida quando faleceu,

levando a especulações de que, durante a investigação,

seu corpo poderia ser exumado.

Oponentes logo expressaram sua raiva,

dizendo que o inquérito ameaça reabrir velhas feridas

e expressando preocupação com os príncipes William e Harry,

ao pensar que teriam de reviver o trauma.

Pobres meninos.

Esse assunto nunca vai ter fim?

Suspeito que não, enquanto continuar vendendo jornais.

Não é um bom presságio para o meu jubileu.

O comitê de planejamento trouxe as últimas sugestões.

Maiores do que nunca. Estou aflita.

Continuo dizendo que não é a hora.

As pessoas não querem me homenagear. Na verdade, estão fartas de mim.

É melhor não provocá-las com grandes exibições.

Mas a lista era interminável.

Mamãe?

Não vá, por favor.

Não me deixe sozinha com tudo isso.

Atrapalho?

De muitas maneiras.

Trago boas notícias,

mais boas notícias e outras ainda melhores.

E uma má notícia. Como começo?

Com as boas notícias.

Kate Middleton…

Note a pausa para efeito dramático…

Continue.

…está solteira de novo.

É boa mesmo.

A melhor é que ela vai participar de um desfile universitário

hoje à noite.

E conheço os organizadores.

E a notícia ainda melhor:

me garantiram que o tema do desfile é…

ousado.

Ou seja, sexy.

E escandaloso!

É, eu sei o que significa.

E a má notícia?

A má notícia é que um jornal local foi convidado,

então seu segurança não o deixará ir.

Que se foda.

Curti o estilo.

Não.

Sério.

Que se foda.

Bem, parece que William irá mesmo.

Como sabe?

Ele mandou um SMS a um amigo, em segredo,

que mandou a outro amigo,

e logo todo mundo sabia.

Não acredito.

Então é melhor não cair.

Saltos, não sapatilhas. Ainda quer mostrar essas pernas.

É nosso dever fazer uso dos recursos que Deus nos deu.

Sério?

- Ele sabe que voltou ao mercado? - Mãe!

É bom dar um jeito de avisá-lo.

Sério, você é pior que a Sra. Bennet.

Tenho que ir. Tchau.

Tchau, querida.

Senhoras e senhores, queiram se sentar.

Saúde. Obrigado.

Obrigada.

Dois minutos, pessoal.

Ele está incomodando?

O quê?

Ele sempre encara você assim?

Só quando quer me matar. O que, para alguém pago para me manter vivo,

é mais comum do que imagina.

Você arrasou na roupa.

Você gostou?

Se gostei?

Você estava incrível.

Eu só queria fazer algo drástico.

Para saber,

de algum jeito…

O quê?

Se estava interessado.

Sério?

Se eu estava interessado?

É.

- Alô? - É claro que estou.

Achei que você não estivesse, que eu tinha estragado tudo.

Achei que tínhamos entrado na temida friend zone.

Não, eu odiaria.

Eu também.

Sempre estive interessado.

- Sério? - Quase obcecado.

A ponto de achar que se não pudesse estar com você…

era melhor não estar aqui.

Com licença. Desculpem interromper.

- Não posso ter um minuto de privacidade? - Receio que não possa esperar.

Operação Tay Bridge.

Sinto muito.

Ó Deus da graça,

Estou indo descansar

Que eu acorde com saúde

Se eu morrer durante o sono

Que seja no abrigo de Teus braços

Ó Deus da graça

O meu novo despertar

Que seja no abrigo de Teus amados braços

Ó Deus da graça

Que eu possa despertar

Cabeça erguida.

- Uma mulher extraordinária. - Vou ver o Harry. Com licença.

- Meus sinceros pêsames. - Sim.

Obrigada.

Você está bem?

- Não posso dizer que estou animado. - Não.

Parece que esta família só vai a funerais.

Nem me diga.

Funerais deveriam ser um encerramento.

Agora desenterraram o acidente da mamãe, graças às alegações malucas do Al Fayed.

Pois é. E, desta vez, querem até me entrevistar.

Para quê?

Para saber o estado mental da mamãe.

E por que você?

Porque eu era mais velho do que você, mais capaz de entender.

Mas estou passando pelo que ela passou todos os dias.

Criticado e perseguido pela imprensa, então sei melhor que você como é.

- Nunca faça isso. - O quê?

Não se compare a ela.

- Não é a mesma coisa. - Não é?

O que ela passou foi muito pior.

Não é fácil ter liberdade demais e nenhuma responsabilidade,

mas não acha que eu gostaria da liberdade de não ter de ser o sensato?

O confiável?

Adoraria poder ser o rebelde simpático.

- Sem chance. - Por quê?

Para isso, teria de ser simpático.

Guia-me, grande Redentor

Peregrino por esta terra árida

Sou fraco, mas Tu és forte

Sustenta-me com Tua mão poderosa

Pão do Céu, pão do Céu

Alimenta-me agora e sempre

Alimenta-me agora e sempre

Desculpe, fui um babaca.

Vamos, não me faça implorar.

Tudo bem.

Vamos em frente.

Todos estão felizes por não ter largado a universidade. Como está indo?

Bem.

O que mudou?

Como foi no Texas, com o presidente Bush?

Produtivo.

E… amigável.

A prioridade, é claro, foi o Iraque.

Os americanos creem, e nós concordamos, que Saddam Hussein acumulou

um vasto estoque de armas químicas e biológicas.

Mas enfatizei que, apesar de estarmos sempre prontos

para apoiar nosso principal aliado,

no caso de mudança de regime, nosso envolvimento se restringiria

a garantir uma segunda resolução do Conselho de Segurança.

Saddam deve autorizar a volta dos inspetores.

Só se ele não fizer isso

é que será forçado a enfrentar as consequências mais severas.

Guerra.

Sim.

O problema de prometer apoio a alguém

e depois impor condições

é que eles ouvem apenas a oferta de apoio e não as condições.

Mas fico feliz que tenha corrido bem

e grata por ter abreviado sua viagem

para voltar a tempo do funeral.

Foi uma cerimônia comovente.

E, no final, houve…

uma grande participação em todo o país.

As pessoas foram espontâneas

ao mostrar sua gratidão a uma notável servidora pública.

Isso me deixa confiante para o seu jubileu de ouro.

Se se sentiu tão confiante,

por que seus colegas sugeriram aos conselhos locais

que não cobrassem pelas festas de rua?

Provavelmente, porque o interesse em comemorar era pequeno.

Não vejo motivo para preocupação…

mas se quisesse ter 100% de certeza,

às vezes existe

vantagem em tirar alguém carismático do banco de reservas.

Sabe, um supersubstituto para…

para expandir seu apelo.

O príncipe de Gales já faz isso.

Na verdade, pensei no príncipe William.

Ele é jovem, moderno, empático.

Tem um enorme carisma.

Se eu puder evitar, não quero incomodá-lo

num momento delicado dos estudos.

Ele já está muito aborrecido com essa investigação policial.

Não sei por que precisam reviver isso.

Como ele foi o último membro da família a falar com a princesa,

precisará dar, ao menos, uma declaração por escrito.

Tomara que a conclusão seja rápida e possamos seguir em frente.

- Comissário Stevens, bem-vindo. - Vossa Alteza.

Vamos entrar?

Senhor, devo avisá-lo,

algumas dessas perguntas serão difíceis.

A princesa Diana expressou algum medo

de que a realeza e os serviços de inteligência britânicos

conspirassem para planejar um acidente com o carro dela?

Não.

Nunca.

Sabe de uma carta escrita pela princesa

e descoberta pelo mordomo, Paul Burrell,

em que descrevia as suspeitas

de que o senhor tramava uma falha nos freios do veículo dela

para eliminar qualquer obstáculo ao seu novo casamento?

O quê?

Não.

Também temos um bilhete de lorde Mishcon,

o advogado da princesa, após uma reunião com a princesa

e seu secretário particular, Patrick Jephson.

- Durante a reunião… - Senhor.

…ela disse que fontes confiáveis não identificadas

a informaram de uma conspiração

cujo objetivo era o assassinato ou a incapacitação dela.

Quando ela disse isso?

Acreditamos que começou a expressar esses medos em outubro de 1995.

Lamento, mas entende por que é meu dever perguntar.

Já contribuiu com algum plano para assassinar a princesa?

É claro que não.

Sinceramente, não fazia ideia.

Se soubesse que as coisas estavam…

tão ruins, eu teria feito algo. Imediatamente.

Ajudado.

Isso é terrível.

Ela devia estar péssima para imaginar tais coisas.

Pode…

fechar a…

Seus filhos, William e Harry…

SE PREOCUPAVA COM SUA MÃE? SUA MÃE JÁ…

Vossa Alteza.

Com licença.

Sua Majestade pediu para vê-lo.

Obrigada por ter vindo.

Espero não tê-lo arrastado da Escócia até aqui.

Quer saber se vim de longe?

Ah, sim.

Veio de longe?

Vovó.

Na verdade, é semana de folga. Estou em Highgrove há alguns dias.

Deve ser ótimo.

É muito bom.

Mas a polícia foi fazer perguntas sobre a mamãe

como parte da investigação.

Isso me revolta.

E as coisas não vão bem entre Harry e o papai.

Sim, eu soube. Algo sobre uma briga num pub local.

Mais de uma.

E o beck.

O quê?

A ganja, vovó.

A maconha?

Sempre que meu pai vai embora, ele insiste

que Harry seja supervisionado por amigos da família,

o que Harry odeia.

Não é fácil ser o número dois.

Ainda mais se tiver gênio forte.

Não.

Também não é tão fácil ser o número um, é?

A senhora sabe.

A universidade deveria ser para diversão e amadurecimento.

Mas não dá para se divertir

com fotógrafos e policiais aonde quer que vá.

- Não dá para sair com uma garota. - Sim, eu queria perguntar sobre isso.

Nem ser visto com alguém sem que prevejam o casamento.

E tem as outras coisas.

Que coisas?

Especulação sobre como a monarquia,

para continuar popular e relevante, deveria pular uma geração em meu favor.

Isso é bobagem.

Eu sei disso.

A senhora sabe.

Mas as pessoas não sabem. Só sabem o que leem.

E aí fica muito confuso, porque…

quanto mais acreditam no que leem,

mais isso afeta o comportamento delas comigo,

e acaba virando minha realidade.

Sim.

Que bom que você consegue ser sincero

e me conta essas coisas.

Eu também queria…

ser sincera

e pedir sua ajuda com meu jubileu de ouro.

Não me importo de admitir que estou apreensiva.

Principalmente com a sacada.

A ideia de não ver multidões, apenas um grande espaço vazio.

Ou pior, vaias.

E de decepcionar todo mundo.

- Nunca vai acontecer. - Você diz isso, mas e se acontecer?

E eu esperava lhe pedir,

como um membro mais jovem e glamoroso da família, que viesse e…

e me ajudasse.

Depois do que me disse, vou dizer outra coisa.

Fique longe de tudo isso.

Tem certeza?

Antes de eu subir ao trono,

Philip e eu morávamos em Malta como um jovem casal.

A Villa Guardamangia era nossa casa.

Perto de Valeta.

Os anos mais felizes da minha vida.

Eu ia à mercearia todos os dias. Com todas as outras esposas.

E dava jantares e piqueniques.

E ia ao cabeleireiro local.

Fora dos holofotes. Levando uma vida normal.

Quero o mesmo para você.

A vida mais normal possível. Pelo maior tempo possível.

- Estou me esforçando. - Ótimo.

Aliás, já que queria perguntar…

Acho que tenho uma namorada.

Tem ou não tem?

Tenho.

Eu acho.

- Não a deixe pensar que está indeciso. - Não estou indeciso.

Ela talvez esteja.

Por quê?

Você mirou alto?

Absurdamente alto.

- Ela pode ter qualquer um. - Dizem que você também é um bom partido.

Você a conheceu na universidade?

Sim. Estamos no mesmo curso.

Ela é escocesa?

Não sei se há escoceses em St. Andrews.

- É de Berkshire. - Nada de errado nisso.

- É onde mantemos a maioria dos cavalos. - O nome dela é Catherine.

- Nada de errado também. - Ela quer que eu conheça os pais dela.

- Não é um pouco rápido? - Bem, não como compromisso.

Porque ela gosta de estar com eles e quer que eu vá…

conhecê-los.

Que bom.

Parece que eles comem juntos.

Na cozinha.

- Por quê? Não têm sala de jantar? - Acho que sim.

- Eles só… - Preferem agir como funcionários?

Vamos tentar não julgar.

Sim.

Contei tudo sobre você.

Puxa.

Então a rainha sabe quem eu sou.

Mais que isso.

Ela quer te conhecer um dia.

Incrível.

Isso não te assusta?

Por quê?

Você sempre diz que ela é ótima.

Sim, eu digo.

E como é protetora com você.

Ela é mesmo.

Ela me deixou faltar à maioria dos eventos do jubileu.

Então, pode vir assistir com a gente?

Com a sua família?

Você poderia fazer comentários.

Com uma visão única.

Podemos ver como serão os próximos dias?

Com o inquérito policial.

- Vão publicar o que descobriram. - Claro.

Não me lembrei. Me desculpe.

Está tudo bem.

Estarei pensando em você.

Boa tarde.

Como comissário da Polícia Metropolitana, me pediram para conduzir um novo inquérito

sobre a morte de Diana, princesa de Gales, e Dodi Fayed.

Esta investigação se segue a uma campanha intensa

de Mohamed Al Fayed,

em que ele acusou membros da família real britânica

de provocar o acidente.

Antes da publicação,

consultei os príncipes William e Harry sobre as conclusões do relatório.

Eles puderam fazer perguntas e expressar suas preocupações,

e eu lhes assegurei que a investigação se baseou em provas o tempo todo.

…duvidosa.

Entrevistamos mais de 300 testemunhas…

- Bem-vindos ao Ritz. - Monsieur Rocher.

…voltamos a vários lugares…

A Suíte Imperial.

…para conduzir reexames, e usando a mais recente tecnologia forense,

coletamos e analisamos mais de 600 provas

e revisamos centenas de horas de vídeos de segurança

para reconstruir os eventos daquela noite.

Gostaria de responder a algumas alegações do Dr. Al Fayed.

Através de amigos íntimos e sócios,

soubemos que a princesa não estava noiva,

nem prestes a ficar noiva,

nem pretendia ficar noiva.

Também não encontramos provas

de que a princesa estivesse grávida quando morreu,

e testes forenses feitos no sangue recuperado da Mercedes confirmam isso.

O Sr. Al Fayed também alega que os serviços de segurança britânicos

adulteraram a amostra de sangue do motorista, Henri Paul,

para criar uma falsa impressão de altos níveis de álcool.

Nosso exame dos relatórios toxicológicos não encontrou prova disso.

Várias testemunhas viram Monsieur Paul

bebendo no Hotel Ritz antes de ser escolhido como motorista.

Al Fayed também fez várias alegações

sobre um Fiat Uno branco.

Ele alegou alternadamente

que esse veículo bloqueou o caminho da Mercedes,

colidiu diretamente com ela

ou a forçou contra o pilar 13.

E apesar de a Mercedes ter tido um encontro próximo com o Fiat Uno,

testes forenses determinaram que essa não foi a causa do acidente.

Apesar de não existirem imagens de vídeo do túnel Pont de l'Alma,

usando os mais recentes avanços em computação 3D,

conseguimos reconstruir o que aconteceu.

Al Fayed também alega que um flash de luz

foi visto no túnel na hora do acidente,

destinado a cegar o motorista.

Mesmo se tal flash tivesse existido, teria tido pouca importância,

pois Monsieur Paul dirigia a cerca de 100km/h

e já havia perdido o controle do carro antes de entrar no túnel.

O fator mais determinante no acidente

foi a escolha de Henri Paul como motorista.

Ele estava bêbado, não tinha qualificação para dirigir o veículo

e dirigia com o dobro da velocidade permitida.

E, para aumentar o risco,

nenhum dos passageiros usava cinto de segurança.

Al Fayed insistiu repetidamente

que a responsabilidade pela morte da princesa

é do governo britânico

e reuniu uma vasta equipe jurídica

para tentar provar isso.

Mas essa reação deve ser vista

à luz da imensa dor e trauma pessoal envolvidos na perda de um filho.

Mas o fato é que,

em 31 de agosto de 1997,

a princesa Diana estava em Paris,

sendo conduzida em um carro de Al Fayed

por um funcionário do Sr. Al Fayed,

com seguranças pagos pelo Sr. Al Fayed

e fez uma mudança repentina de planos instigada pelo filho do Sr. Al Fayed.

Foi uma série de incidentes infelizes

levando a um trágico acidente em um túnel,

e é a recomendação deste inquérito

que a princesa finalmente possa descansar em paz.

"Por quase 40 anos,

vivi no Reino Unido.

No entanto, sou forçado a partir após uma campanha de perseguição.

Uma caça às bruxas para me expulsar de um país

que eu tinha orgulho de chamar de lar.

Os perpetradores desta tirania são o establishment britânico.

Em particular, a família real racista que está no coração dele."

Estamos prontos, senhora.

Obrigada, Robin.

"Por que o povo não se levanta contra eles,

nunca saberei.

Os britânicos são uma nação de zumbis que elegeram burros para governá-los.

Eles esquecem

que, há cinco mil anos,

nós, egípcios,

construíamos as pirâmides,

enquanto eles vestiam peles de animais

e defecavam em cavernas.

Agora deixarei a Grã-Bretanha…"

Apresentar armas!

"…e irei para um país onde sou cidadão, não súdito.

E os britânicos,

- seu governo…" - Sua Majestade, a Rainha.

"…e sua família real de vampiros

podem queimar no Inferno."

Salaam aleikum.

Após meses de planejamento, a nação se reúne para o Jubileu de Ouro,

que, em alguns lugares,

foi descrito como um referendo sobre a monarquia, como resultado…

- Oi. - Tudo bem?

- Tudo, e você? - Bem. Bom te ver.

Igualmente.

- Obrigado pelo convite. - Obrigada por vir.

- Pippa! - Estou indo!

Sim, tudo bem.

Pronto?

- Acho que sim. - Olá.

- Olá. - Bem-vindo.

Olá.

Obrigado.

Aqui está.

- Incrível. Perfeito. - Passe, James.

- O que está acontecendo? - Vão começar a almoçar.

- James, dê licença. - Me passa a bandeja?

Esperem por mim.

Gostei do chapéu dela.

- Obrigado. - De nada.

…um almoço no Guildhall, oferecido pelo prefeito de Londres.

Ela não gosta de grandes eventos.

Ela é bem tímida.

Dizemos que há uma lista de coisas que a deixam à vontade.

Cães, cavalos, homens e mulheres.

Que azar, querida. Fim da lista.

Em conversas, fale sobre os dois primeiros. Não tem erro.

É bom saber.

- Estou indo bem? - Muito.

Em todas as palavras escritas e faladas sobre Vossa Majestade

na celebração do jubileu,

dois temas são recorrentes.

Primeiro, todos se referem à abrangência da mudança ao longo dos 50 anos.

O que ela acha dele?

Presidente Blair.

- É como ela o chama? - Foi uma piada.

- Ela nunca fala dos primeiros-ministros. - Qual é!

- Mãe. - É sério. Nunca.

E a gente pergunta.

Se eu puder colocar desta forma, senhora,

não é só a longevidade do seu reinado que comemoramos hoje.

É a qualidade.

A única pista que temos é a duração das audiências particulares semanais.

E as dele são breves.

- Ela preferia o antecessor dele. - Quem? John Major?

Nós preferíamos a antecessora dele, não é, querida? Sra. T.

Lá vem a vovó.

Senhoras e senhores,

este jubileu de ouro

é uma oportunidade

para refletir sobre o país e a Commonwealth

a que tenho tido o prazer de servir.

Ela estava nervosa sobre hoje.

Não transparece.

Não.

- Ela pode ser inescrutável assim. - De que forma?

A princesa Margaret e a rainha-mãe

sempre pareciam saber o que acontecia sob a superfície, mas… já se foram.

E, para o resto de nós, ela pode ser um enigma.

Acho que esse é o truque.

Manter o mistério.

É como ela consegue nos manter alertas.

Embora não fosse meu destino, ao nascer, assumir o trono,

a vida decretou o contrário.

Tive a sorte de ter alguns exemplos notáveis para admirar.

Meu pai e minha mãe.

Meus avós, George V e a rainha Mary.

Eles incutiram em mim

uma de minhas crenças mais duradouras.

A de que uma vida de serviço

não é um sacrifício,

mas uma honra.

Obrigada.

Você não deveria estar ajudando. Devia ser James ou Pippa!

- Tudo bem. - Passe para cá.

Uau!

Ela mesma fez.

- Mãe! - Que cheiro incrível!

- Obrigada. - Eu levo os pratos.

Coloco o creme e os morangos,

mas só quando esfria, senão derrete e…

Você está bem?

Eu estava pensando, depois do almoço,

ela tem o desfile.

E depois do desfile, ela tem a temida sacada e…

É.

Ela me liberou, não precisei ir, mas…

eu sinto que…

deveria estar com ela.

Está na hora.

Você está bem?

Estou.

Venha.

É o William!

Bem, foi um grande sucesso.

Foi.

E a rainha deve ter ficado feliz por você ter ido.

Acho que sim.

Você está bem?

Sim, é que…

faz a gente perceber as pressões do trabalho.

Quer mudar de assunto?

Por favor.

Então, quando você volta?

Para St. Andrews?

Sim.

Amanhã. Vou ver algumas casas para o ano que vem.

- Decidiu com quem vai morar? - Fergus.

Claro.

- E Olivia. - Legal.

Tem uma na Hope Street que parece boa.

Janelas grandes.

Gosto da Hope Street.

Mas tem quatro quartos e somos só três.

A menos

que você conheça uma quarta pessoa.

Estava pensando em um rapaz ou uma garota?

Provavelmente uma garota. Para manter as coisas…

Civilizadas.

Isso mesmo.

Parece ótima.

Você consideraria?

Isso é um convite?

- Teria de perguntar aos outros. - Claro.

Mas tenho certeza de que vão aprovar.

- Boa noite. - Will!

Obrigado.

Está tudo bem?

Chegou para o senhor.

ALGO PARA O SEU NOVO LAR

ESPERO QUE POSSA SER SUA "VILLA GUARDAMANGIA"

COM AMOR, VOVÓ

VILLA GUARDAMANGIA

Saúde, pessoal!

- À Hope Street! - À Hope Street!

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