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Original subtitles

WTFSubs apresenta:

"SOF� ASSASSINO"

Tradu��o: KaylaSRP | Lu Colorada

Tradu��o: LikaPoetisa� | Moicano�

Tradu��o: Ghost | i_ravena | Yuca

Revis�o: Moicano

Est� aqui.

ENTREGA PARA FRANCESCA ENDERE�O ATR�S

Fria, tu �s fria

Fazes-me tremer

Escondes o teu ouro

Nas montanhas e rios

O teu cabelo flutua

No ar ao meu redor

Eu pinto o teu corpo nu

Numa tela que algu�m encontrou

O amor que escolheste

Vai-te beijar como te beijei

Os l�bios

Que pintei de vermelho

Esse amor vais admirar

A beleza, a finesse

Desse pesco�o

Que levou horas Para aperfei�oar

� fria

E quero comida e vinho

Mas estou aqui Com este pincel

A aperfei�oar as tuas linhas

Tu �s fria

Bravo!

Brav�ssimo!

Foi o final perfeito.

Queres agendar uma apresenta��o?

Agencio a banda.

Sou o Inspector Bob Gravy

e esta � minha parceira, Inspectora Rosane Grape.

Homic�dios.

Homic�dios? Boa!

Temos algumas perguntas sobre um conhecido seu,

Frederico Olsen. - Ele matou algu�m?

Esta � a minha amiga, Maxi.

Ela tamb�m conhece o Frederico.

O que � que aconteceu?

Talvez dev�ssemos sentar-nos.

O vizinho encontrou o c�o dele a brincar com um p� humano.

Assim que identificamos os restos.

O gajo era doido.

Do tipo que d� vontade de dar na cara, entendes?

Dar na cara de algu�m � uma coisa, cort�-lo em peda�os � outra.

Ele entrou em contacto recentemente?

N�o.

Tenho ordens de restri��o contra ele h� dois anos.

As coisas sa�ram do controle.

Frederico era muito dedicado a mim.

Dedicado?

Ele era obcecado.

Francesca tem o h�bito de actrair esquisitos.

Maxi! Eles n�o s�o esquisitos,

s� s�o dedicados.

Obcecados.

Desculpa, isto � t�o terr�vel.

- Temos que ir. A poltrona. - Est� bem.

Desculpa, tenho que ir agora.

Vou receber um m�vel.

S�rio? Que tipo de m�vel?

Uma poltrona.

Podemos querer fazer mais perguntas, tudo bem?

Claro, obrigada. At� logo.

H� algo nela, n�o �?

Estou a ver porque ficam t�o doidos.

N�o consigo ver isso.

Quero ver essa ordem de restri��o.

Vou soltar as correntes, est�o prontas?

Pega pelo meio.

- A minha m�o! Estou presa! - Puxa para cima!

Levanta!

Est� bem, voc�s duas, v�o, cuidem disso.

- Eu acabo. - Est� bem.

V�o, agora.

Tenho uma entrega para Francesca Morton.

Francesca? N�o h� nenhuma Francesca aqui.

N�o queres dizer Maxi? � a minha neta.

Devo ter o endere�o errado.

Isto acontece o tempo todo.

Acho que vou ligar para essa Francesca.

H� sangue aqui!

Sim, o sof� quase decepou o dedo da minha amiga.

- Tens a certeza que est� bem? - Estou.

- S�rio? - Sim.

- Estavas a espernear no ch�o. - Sim, podes ir.

Deve ter sido o calor.

Agora, vai.

Aquele gajo � t�o irritante, s�rio, n�o sei como o aguentas.

Gosto dele porque ele n�o � pegajoso.

Sabes que ele � gay, certo?

Sim, sim, bem, isso foi culpa dele, ele queria ir.

Obrigada pela boleia, Maxi.

Precisas de ajuda com a poltrona?

- TJ vai-me ajudar. - Tudo bem.

- Adeus. - Adeus.

Ent�o os policias encontraram peda�os dele?

Isso � muito esquisito.

� por isso que est�s chateada?

Claro que �! � uma coisa horr�vel, TJ.

N�o achas que � estranho o que aconteceu?

N�o, Josh e eu est�vamos num caf� uma vez,

e apanhamos um gajo a fotografar-nos.

E por que � que ele vos tiraria fotos?

Ele � estranho.

Podes, por favor, ficar esta noite?

V� l�, querida, sabes que n�o posso.

Michael vai-se casar amanh� e o Josh e eu vamos sair com ele.

Poder�amos tomar um banho juntos.

Sinto muito.

Est� bem, adeus!

N�o esperes por mim!

Ol�, av�.

Av�?

Jack?

O que foi?

S� uma coisa que aconteceu na loja.

Provavelmente n�o � nada.

Eu estava pensar na loja.

O que achas? Acho que devemos criar um site,

onde as pessoas ponham as dimens�es da mob�lia que querem.

� importante, pois as pessoas compram antiguidades

na maioria das vezes para decorar a casa.

E as casas est�o ficar mais pequenas, e n�o h� espa�o suficiente, ent�o...

O DYBBUK ( Espirito Humano)

- Era um Dybbuk mesmo? - Sim.

Sim, e um forte.

Eu vi uma jovem a correr pela floresta,

algumas pessoas perseguiam-na, ela estava em perigo.

Jack, sabes o que isso significa?

Tens o dom como o teu pai.

Que corpo atraente tu tens!

Maxi, o que � que est�s a fazer?

Tu disseste para vir.

Est�s bem?

Estou.

S� senti que havia mais algu�m aqui.

Que cheiro � este?

Merda, a pipocas.

Amante ciumento?

Talvez.

Um segredo.

Bem, tu gostas de carros, eu gosto de coleccionar segredos.

Pode ser que feche a loja.

Por qu�?

Muitas d�vidas.

O neg�cio de antiguidades n�o vai t�o bem

e tenho tentado encontrar uns bicos mas n�o est� a dar certo.

Deverias concentrar-te na tua m�sica, Maxi.

Tu �s realmente talentosa.

� lindo, mas n�o posso aceitar.

Obrigada por vires, Maxi.

Para de pensar no Frederico, est� bem?

O que aconteceu com ele n�o foiculpa tua.

Anda c�.

Como sabem, o Dybbuk � um esp�rito poderoso

que se alimenta dos vivos.

A primeira coisa a lembrar � nunca tocar-lhe.

Se tocaste num Dybbuk,

estabeleceste uma liga��o

e abriste uma porta para permitir que a besta

entre no teu corpo e na tua mente.

Se tocaste num Dybbuk,

em breve poder�s ter problemas de sa�de estranhos

como urtic�ria, tosse com sangue,

vermelhid�o da cabe�a aos p�s,

dores no peito esmagadoras, dores de cabe�a paralisantes.

Nem tentes enfrentar um Dybbuk a menos que estejas em perfeita sa�de,

fisicamente e especialmente mentalmente,

pois � a mente de vontade fraca

que sucumbir� primeiro

aos flertes e manipula��es do esp�rito.

TJ?

Muito bem, por qu� isto?

Por entenderes as necessidades de uma rapariga.

Est� bem.

Mas n�o fizeste nada para ti.

Eu farei.

- Cereais? - Sim, claro.

O que � que fizeste ontem � noite?

Fiquei em casa com a Maxi.

Estava muito triste por causa do Frederico, sabes?

Tive at� ins�nias.

Boa.

Est�s bem?

Sim, s� estou...

Um pouco mais b�bado do que pensava.

E ainda tiveste tempo de fazer biscoitos para mim.

Sim, com certeza.

POL�CIA DE WELLINGTON

EU AMO-TE, PAI

M�E, PAI

ARQUIVOS DO CASO FREDERICO OLSEN 2 PISTAS

LUVA DE BORRACHA

IMPRESS�ES DIGITAIS DETECTADAS

FOTOS DA CASA DE FREDERICO FOTOS DA CASA

OBJECTOS DE VODU CASA DE FREDERICO

Que maluco.

Sabias que o Frederico gostava de vodu?

E que ele ainda tinha um blog?

Ele teve muitas fases, inspector, n�o tenho a certeza.

Est�s a sentir-te bem em termos de sa�de?

Sim, por que perguntas?

S� estou a perguntar.

Vimos que tinhas ordens de restri��o contra alguns homens no passado.

Tamb�m vimos que nas ordens de restri��o pareces fornecer um endere�o diferente.

As �nicas coisas constantes na minha vida

s�o a minha dan�a e a minha amiga Maxi.

Olha, eu sei o que est�o a pensar.

Sei que isto parece estranho e � muito estranho.

Desde que me lembro,

tenho este efeito em homens e �s vezes em mulheres.

Mas os homens, em especial, parecem muito apegados a mim.

Quer dizer que eles ficam obcecados por ti?

- Sim. - J� vos disse isso.

Tiveste relacionamentos rom�nticos com esses homens?

Com alguns deles, menos com Frederico?

N�o, �ramos apenas amigos.

Claro, ele queria mais,

eles sempre querem mais.

Algum desses homens demonstrou comportamento violento?

N�o sei, o que queres dizer com comportamento violento?

J� te deram uma estalada ou um soco?

Sim, acho que sim.

Achas que sim?

Sabes como � no quarto,

�s vezes as coisas ficam um pouco violentas, mas tudo bem.

Francesca, a viol�ncia nunca fica bem.

Denunciaste algum desses incidentes?

N�o, n�o quero dizer esse tipo de viol�ncia.

Falo do tipo de viol�ncia que acontece quando h� tens�o sexual.

Como eu disse, tive sempre esse efeito nos homens.

Como se ficassem loucos por mim ou algo assim.

E quanto ao teu...

O teu actual parceiro?

TJ? N�o.

Ele �, de alguma forma, imune a mim,

sexualmente falando, mas � uma coisa boa.

Ele � gay.

S� n�o quero que mais pessoas se magoem, inspector.

A� sim!

Porra!

Porra!

Sabes, quando ela est� a correr,

ela nunca para de gritar, todas as vezes que v� o vil�o,

� o grito, � t�o comum.

Ele parece p�ssimo, pobre Frederico.

� a mesma coisa que vejo h� anos.

Basicamente � s� merda.

- E o actor principal... - TJ, o que foi?

N�o posso falar agora.

Eu simplesmente o odiava.

O qu�?

TJ?

- O qu�? - Shalom, Abba.

N�o, o que queres?

Acho que encontrei um Dybbuk.

Tu n�o est�s preparado...

- Abba. - ou educado...

Abba, escuta.

para lidar com esses assuntos.

Est�s a lidar com coisas que n�o entendes.

Abba, eu sou teu filho, eu tenho o dom.

Tu n�o tens o dom.

Nem sequer tens o direito de te chamares de rabino.

L� vamos n�s de novo, j� falamos sobre isso.

Sou mais do que capaz de fazer o que precisamos de fazer.

As pessoas v�o-se magoar se tentares intervir.

Abba, acho que o Dybbuk tentar� fazer...

Deixa-o fazer o que tem que ser feito.

Deixa as outras pessoas lidarem com isso.

- Pai! - Sai do caminho deles!

Como � que se desliga esta coisa?

Ele vai ficar bem?

Ele continua a dizer que a poltrona est� possu�da.

Realmente n�o sei o que lhe deu.

Maxi, h� algu�m atr�s de ti.

Ol�, Ashanti.

� a nova namorada do meu av�.

Onde � que o TJ vai ficar?

Na m�e dele.

Ela mora a tr�s casas ao descer a rua.

M�e!

M�e!

M�e!

M�e!

M�e!

Um Dybbuk deve a alimentar-se das aulas

e das suas v�timas para ficar mais forte.

Aqueles que presenciaram um Dybbuk a alimentar-se,

falam sobre um cheiro p�trido de carne queimada no ar.

Encontram marcas de queimaduras nas paredes e no tecto,

apontando corrente el�ctricas extremamente poderosas

produzidas durante a transi��o

de uma alma relutante para um Dybbuk demon�aco.

N�o importa o que aconte�a,

nunca interrompas o processo de alimenta��o.

Pois a alma que est�s a tentar salvar, j� foi condenada.

Fecha os olhos.

Sente-te a regredir.

O que � que v�s?

O Dybbuk! ( Espirito Humano)

Usa os teus sentidos!

Usa todos eles!

Concentra-te, Jack, concentra-te!

Gerard!

Jack!

Ela envenenou algu�m.

� por isso que eles estavam a persegui-la.

Mas por que � que ela se matou?

Precisamos de descobrir onde est� aquela poltrona.

Amanh� cedo ligaremos para todas

as empresas de entrega da cidade, se for preciso.

Quem tiver aquela poltrona est� em grande perigo.

Quem est� a�?

Por que n�o foste at� o TJ?

Toquei a campainha e ningu�m atendeu.

Por favor, n�o me fa�as subir l�, Maxi.

Vamos dar uma olhadela, est� bem?

Bem, n�o est� a movr-se agora.

Podemos ir para tua casa?

N�o quero passar a noite aqui.

TJ, querido, preciso de limpar o teu quarto.

POR FAVOR, VENHA � ESQUADRA URGENTE, INSPECTOR GRAVY

- Francesca. - Oh, Ralph!

Sinto muito, eu preciso de ir.

Pensaste no que eu te perguntei?

J� disse, n�o mr posso casar contigo, Ralph.

Eu j� tenho namorado.

O Maxi contou-me sobre o TJ.

Que coisa horr�vel.

Ele tinha ossos fracos, eu tenho ossos fortes.

- Far�amos beb�s fortes. - Beb�s?

Sou muito nova para beb�s, Ralph, desculpa.

Tens que me deixar entrar, Francesca.

Estou, Maxi.

� o Inspector Gravy.

Poderia vir � esquadra, por favor?

A Francesca precisa muito da tua ajuda.

Francesca, quando o TJ morreu, ele deixou uma mensagem.

Sabes o que eu acho?

Acho que ele deixou esta mensagem para ti.

Achas que ele tentou escrever Francesca?

Acho que as mortes do Frederico e do TJ est�o interligadas.

Essa lista que nos deste.

- Achas que um deles o matou? - Talvez.

- Quem? - Diz-me tu.

Quem dirias, hipoteticamente, � claro, que tenha sido capaz de fazer algo assim?

Sim, o meu primo Ralph.

SUSPEITOS

Lembras-te da luva de borracha que encontraram na casa do Frederico?

- Encontramos um compat�vel. - Warren Lee?

- Ficha criminal. - Sim.

Acho que isso poderia ser trabalho para duas pessoas.

At� que enfim que as coisas est�o a come�ar a fazer sentido.

Tu �s a Francesca.

Tu �s a Francesca.

Tu �s a Francesca.

Oh, Francesca!

Francesca!

Voc�s entregaram uma poltrona numa morada

no CBD nos �ltimos dias?

Entregaram uma poltrona a uma rapariga chamada Francesca,

mas eles n�o me v�o dar a morada.

Qual o nome da amiga da Maxi?

A rapariga que dan�a.

- Patricia. - N�o � Francesca?

- Isto � tudo t�o confuso. - Para quem est�s a ligar?

Maxi.

Est� desligado, vou deixar recado.

Ol� Maxi, vem psra casa, precisamos de conversar com urg�ncia.

Maxi, isto n�o � necess�rio.

Eu quero ir para casa.

Acredita, n�o podes ir at� isto estar resolvido.

H� um assassino por ir, pode estar � tua procura.

Trago o teu portatil e o teu pijama mais tarde.

Por agora podes usar o meu.

Obrigada.

E se precisares de algo, liga-me.

Preciso de ir ao encontro do meu av�.

- J� volto. - Maxi.

Iimportas-te de passar em casa e ver se a poltrona est� bem?

- O qu�? - Por favor.

Est�s a magoar-me.

S� preciso de saber se a poltrona est� bem.

E tu est�s bem?

� o anivers�rio da minha irm�.

Deveria ligar-lhe.

Sim, boa ideia.

� uma aut�ntica espada reserva do Death Slayer VI.

Deverias ir para casa, para tua esposa, Gravy.

Ela deixou-me h� duas semanas.

E levou os miudos.

Desta vez � para valer.

Gravy, o inabal�vel.

Precisas de extravasar.

Queres ir para a minha casa?

Bebemos um vinho, relaxamos um pouco.

- Que tal? - N�o.

Obrigado, vou ficar aqui e trabalhar um pouco.

Aqui.

Deve ser um modelo popular.

Sabes aquela tua amiga que sai sempre contigo?

- Qual � o nome dela? - Quem, a Francesca?

- N�o. - Disse que n�o era a Patricia!

Quem � Patricia?

N�o tenho tempo para explicar agora, Maxi.

Mas a tua amiga est� em perigo.

A poltrona que ela comprou, est� possu�da.

- Maxi! - Sabia que havia algo de errado.

Ela n�o era mais a mesma depois dela.

Precisamos de ir buscar.

N�o h� tempo a perder. Temos que a ir buscar!

Fica com ele, Ashanti, eu vou.

N�o. � muito perigoso.

Valerie.

Quem est� a�?

Valerie.

Valerie.

Valerie.

Valerie.

Valerie.

Valerie.

Valerie.

Valerie.

- Merda! - Desculpa.

A porta estava aberta, viemos ver se estavas bem.

- Est�s bem? - N�o!

Estou preocupada com a Maxi.

Ela saiu h� duas horas e ainda n�o voltou.

Acho que estou a ouvir coisas.

Coisas? Que tipo de coisas?

Pensei ter ouvido algu�m a dizer o nome da Valerie pelo ralo.

H� quanto tempo tomas isto?

Tomo isso h� anos.

Disseste que estavas preocupada com a Maxi.

Ela saiu h� umas duas horas e ainda n�o voltou.

Certo, senta-te um pouco.

Vamos saber se est� tudo bem com ela.

Podes ir tamb�m se quiseres.

Maxi?

Talvez ela j� tenha sa�do.

E deixou o carro l� fora?

S�o as chaves da Maxi.

J� lhe tentaste ligar?

Tenta de novo.

Cheira mal aqui.

Meu Deus.

Valerie, Valerie.

Valerie.

Valerie.

Valerie.

Isso � mau, Gravy.

Francesca?

� o av� da Maxi.

Precisamos de conversar.

O que achas que aconteceu com a Maxi?

N�o sei, mas ela � forte, muito forte.

Ent�o podes ajudar-me?

Vou tentar.

Por que � que estou a ver essas pessoas mortas?

�s vezes fragmentos das almas permanecem neste mundo.

Talvez estejam a tentar dizer-te algo ou fazer alguma coisa.

E essa voz que continuo a ouvir, ela diz "Valerie."

Mas quem � a Valerie?

Valerie.

Valerie e Gerard, � claro!

Aqui est�, Valerie e Gerard Collete.

Eram um casal franc�s que viveu em Akaroa em 1800

e eles praticavam bruxaria.

Gerard e Valerie eram devoradores de almas demon�acas.

Eles usavam p�talas altamente t�xicas de oleandro de n�rio

para envenenarem as suas v�timas.

Foram descobertos e perseguidos por uma multid�o.

Gerard foi morto, queimado vivo, mas a Valerie cometeu suic�dio em frente

a uma camponesa chamada Marie St. Claire.

Esta � a minha bisav� Marie!

A Marie sofreu de alucina��es.

Alegava que havia sido possu�da pelo esp�rito da Valerie.

Ap�s ela se tornar o centro das brigas

entre os homens da vila, que lutavam cegamente pelo seu amor,

em v�rias ocasi�es at� � morte,

ela foi para um mosteiro e viveu isolada at� falecer em 1876.

Ambos, Valerie e Gerard tinham o poder de causar

devo��o obsessiva de quem cruzasse o caminho deles.

Isso � exactamente o que acontece comigo!

Mas isso � porque a Valerie est� a viver dentro de ti, entendes?

Os Dybbuks (esp�ritos humanos) podem passar de gera��o para gera��o,

especialmente dentro da mesma fam�lia.

Ela foi totalmente despertada pela presen�a do Gerard.

Eles querem ficar juntos novamente.

Gerard est� na poltrona!

Sim, de alguma forma um portal foi aberto

e o Gerard est� a habitar na poltrona!

Foi o Frederico!

Era obcecado com o oculto

e o detective disse que ele gostava de vodu.

Mas algo ainda n�o est� certo.

Um Dybbuk precisa sempre de um corpo humano para se apegar

e se a Valerie est� a apegar-se em ti,

ent�o o Gerard estaria a apegar-se ao Frederico.

Mas...

O Frederico foi cortado em peda�os.

Ele est� morto.

Sim, � um mist�rio, certo?

Tudo bem, eis o nosso plano.

Primeiro, vamos construir duas Caixas Dybbuk.

Segundo, vamos colocar os Dybbuks dentro das caixas.

Terceiro, vamos queimar as caixas.

Vai ser uma noite longa.

Sim.

WARREN LEE EST� NA SALA DE INTERROGA��O

Para de pensar no Frederico, est� bem?

O que aconteceu com ele...

Foi o Frederico! Ele era obcecado pelo oculto!

Valerie.

Valer...

Valerie.

Valer...

Rabino!

Rabino, o que �?

Como posso ajudar?

A caixa...

Certo.

Certo, vou pedir ajuda!

Jack! � uma emerg�ncia, preciso de uma ambul�ncia!

Por que � que estavas a tentar sair do pa�s, Warren?

Olha, vi o Frederico no notici�rio e apavorei-me.

- Tu mataste-o? - N�o, n�o o matei.

Mas estavas na casa dele.

- Estava. - O que � que estavas a fazer l�?

Ele pediu-me para lhe cortar as pernas.

- Por qu�? - N�o sei porqu�.

Apenas pensei, quanto menos eu soubesse, melhor.

Mas �s veterin�rio, Warren. E nem �s cirurgi�o.

Olha, eu deixei-o vivo, entendeste?

N�o o deixei a sangrar. Eu suturei-o e dei-he alguns rem�dios.

Imaginei que ele iria ao hospital...

eventualmente.

Olha...

Eu at� o fiz... assinar um contrato a dizer que n�o seria responsabilizado.

Achas que isso vale alguma coisa?

Eu n�o sei, escuta...

Sei que o que fiz foi errado, mas se n�o...

Eis como vai funcionar.

Leva-nos at� onde o corpo est� e faremos um acordo.

Eu j� disse que n�o o matei!

E como sabes que ele est� morto?

J� encontraste um corpo?

Bem, aqui estamos, detective.

Apartamento de Ralph Kilkelly.

N�o podia acreditar quando o vi no notici�rio.

Que coisa terr�vel.

Sim, ele era um tipo estranho, n�o falava muito.

Mas pagava sempre o aluguer, sem atrasos.

Dif�cil de imaginar que isso aconteceria na Nova Zel�ndia.

Por que � que ele queria cortar as pernas, Warren?

Havia algo de errado com as pernas dele?

Ele estava metido... em coisas estranhas.

Eu n�o sei.

Tudo o que ele me disse foi que era urgente,

ele n�o tinha muito tempo,

ele estava desesperado para tirar as pernas.

Isso, ele instalou as c�meras de seguran�a no nosso pr�dio.

Trabalhou numa loja especializada nessas coisas.

Este � o apartamento de Francesca Morton.

AO VIVO A GRAVAR

Est� a ser gravado.

Ele era um desses, sabes?

N�o totalmente presente, parecia viajar.

� melhor dar-nos algo logo, Warren.

Meu Deus, ele estava a espion�-la.

Que diabo � isso?

Macacos me mordam.

Entra na caixa.

Agora!

Entra na caixa.

Por favor!

Entra j� na caixa!

N�o.

Morre!

- N�o vais acreditar. - Experimenta.

Acho que ele queria caber dentro de uma...

- Dentro de qu�, Warren? - De uma poltrona!

Francesca, tudo bem?

Francesca?

Francesca?

Vou entrar.

N�o, obrigada, Inspectora. Estou bem.

Maxi!

Por onde andaste?

O que � que aconteceu aqui?

O Frederico estava dentro da poltrona.

Est�s bem?

Acabou.

Ent�o decidiste ficar com ela.

Preciso de parar de fugir, Inspector.

Devo dizer que este ch� � muito incomum.

� bom, mas o gosto � incomum.

Quer mais um pouco, Inspector?

Sim, por favor.

A POLTRONA DA MORTE: CASO RESOLVIDO

DETALHES BIZARROS E MAIS

- Sim? - Inspector Gravy?

N�o, � a Grape.

Conclu� a aut�psia de Frederico Morton.

A data da morte no arquivo est� incorrecta.

Como assim, incorrecta? Foi h� dois dias, eu vi.

Este corpo est� decompor-se h� duas semanas.

Tens a certeza?

Sim, essa pessoa est� morta h� semanas.

A CONSTRUIR UMA CAIXA DE DYBBUK (ESPIRITO HUMANO)

DYBBUK E O USO DE CARCA�AS HUMANAS

N�o � incomum para um Dybbuk,

ap�s acabar com um humano,

usar a carca�a humana para armazenar almas.

Se a carca�a n�o tiver mais utilidade,

as almas ser�o transferidas para o objeCto mais pr�ximo

at� que o hospedeiro perfeito seja encontrado.

Est�s deslumbrante hoje, Francesca.

- Obrigada, Inspector. - Por favor, chama-me de Gravy.

N�o trouxeste a tua pistola, pois n�o?

Jamais traria a pistola para um encontro.

Aceita, Gravy.

Querido, olha quem veio fazer-nos uma visita.

Vem at� mim, amorzinho.

Bem-vindo ao lar, meu amor.

Emerg�ncia. Bombeiros, ambul�ncia, ou...

Preciso de uma ambul�ncia. E da pol�cia.

Emerg�ncia. Ainda est� a�?

Se for enganado

pelo aparente comportamento passivo do Dybbuk (esp�rito humano),

ent�o tudo est� perdido.

Escolha as suas batalhas com sabedoria,

pois o dem�nio � um advers�rio formid�vel.

E nunca subestime o poder de sedu��o...

da besta.

WTFSubs

Porque filme ruim � bom pra caralho!

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