All language subtitles for The Irregulars - 1x07 - Chapter Seven The Ecstasy of Death.WebRip.pt

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Original subtitles

UMA SÉRIE ORIGINAL NETFLIX

Incrível, tu entre todos!

Pensei que ias entender.

Desde que chegaste, tenho tido menos medo.

Eu também.

O amor do marinheiro espera pela Lua

Pela Lua prateada

Mentes desde que nos conhecemos.

Nunca mais te quero ver.

Abriu a Fenda que matou a minha mãe.

- Matou-a. - Não!

É verdade. Tirou-a de mim.

Porque estás aqui?

Eu disse-te a verdade. Não disse?

Sofri a indignação de ter de expor a minha alma a uma psicopata

e uma data de adolescentes.

Não me disse toda a verdade.

Diga-me porque o fez.

Isso importa porquê?

Importa porque a Fenda que abriu me tirou a minha mãe.

Quando conheci o Sherlock, ele era desconhecido.

Fui eu que vi grandeza nele.

Fomos morar juntos.

Começámos a resolver casos para a polícia.

Ele tinha muitos defeitos e manias, mas eu controlava-os.

Percebi como o manter focado.

À medida que a fama dele crescia,

orgulhava-me disso.

O Sherlock Holmes não é a obra de um homem, mas de dois.

Os sucessos dele eram meus.

Ao tornar-se famoso...

...começou a afastar-se de mim.

Tive de descobrir como lhe mostrar que eu também

era um homem capaz de...

...grandeza.

Abriu-a para o impressionar?

Eu não tentava abrir uma Fenda.

Só queria contactar com o mundo dos espíritos.

Achei que, ao ser o primeiro a fazê-lo, ele veria...

Porque o salvou a ele e não à minha mãe na Fenda?

A tua mãe não controlava só os defeitos e as manias dele,

acalmava algo profundo dentro dele.

Eu nunca alcançaria esse lugar.

Ela não o devia acalmar,

ele é que a devia acalmar.

Fala da grandeza dele e da sua.

Como podem ser obcecados por ela e nunca a reconhecerem numa mulher?

Não achas que sei disso?

Como poderia competir?

Não achas que...

...os ver apaixonar-se mais,

cada toque que partilhavam, cada sorriso...

Não achas...

Eu só queria que ele me visse.

Porque o salvou e não a ela?

Não fiz uma escolha, apenas agi...

Porque o salvou e não a ela?

Quando trabalhamos juntos há tanto tempo, criamos um laço.

Éramos inseparáveis.

Diga-me porque não salvou a minha mãe!

Porque o adoro!

Porque sempre o adorei!

Foi por isso que abriu a Fenda.

Foi por isso que o salvou e ainda olha por ele.

Não.

Não, um homem como você é incapaz de amar.

É frio de mais para isso.

Porque acha que está sozinho?

Estou sozinho?

Onde estão os teus amigos?

John!

John, onde raio estás?

O que lhe aconteceu?

- Jessie! - Aqui.

Jessie!

O que aconteceu?

O diabo chegou a Londres.

Quando cheguei ao porto,

um estivador carregava-a nos braços.

CAPÍTULO 7: O ÊXTASE DA MORTE

Ele disse que um visitante da América,

o Homem de Linho, como a Jessie o chamou, fez isto.

Depois, tocou noutro estivador que se suicidou de imediato.

O que foi que lhe fez?

A pulsação subiu, ela transpira e...

...os olhos sugerem um estado de inconsciência

preenchido por sonhos.

Ou, neste caso, pesadelos.

Ele prendeu-a ali.

Quem é ele, Sherlock?

Não sei, John.

Esperava que me pudesses dizer.

Não faço ideia.

Não é ele, Sherlock.

Aconteceram muitas coisas entre ambos,

mas o que se passa agora nada tem que ver com o médico.

Ele é um Ipsissimus.

Tem de ser.

Se tiver os mesmos poderes que a Jessie, que a Alice,

pode aceder aos teus maiores medos,

às tuas piores memórias, destruir-te com elas.

Porque está aqui? Porque faz isto?

A Fenda.

Um Ipsissimus como ele?

Saberia aproveitar todo o poder dele.

Tornar-se-á um deus neste mundo.

Um deus dos pesadelos.

Pensas que os perdeste,

mas os médicos da peste cheiram-te.

Vêm buscar-te.

Já não há saída.

Recorda a última vez.

Desta vez, acham-te e matam-te.

Porque me fez isto?

Julguei poder confiar em si.

Tornei-me teu amigo porque precisava que encontrasses a Fenda,

mas não foste forte o suficiente, pois não?

Quando encontrar a Fenda, terei acesso a todo o poder dela, Jessica.

Não haverá mais monstros.

É um monstro.

Não. Os homens normais é que são monstros.

Vislumbrei os horrores que os homens trarão nos séculos vindouros.

Todas estas atrocidades acontecem apenas por uma razão.

Medo.

Se conseguires fazer um homem ter medo, podes controlá-lo.

Se não acharmos e fecharmos a Fenda, estamos feitos.

Se não a acharmos antes do Homem de Linho, idem.

O que está a fazer?

Estou a fazer algo.

A pensar.

Se visto de outro ângulo, seria bom.

Bom?

- Então, como? - Bem...

Atualmente, não temos como achar a Fenda.

Mas agora temos um mestre Ipsissimus que a achará para nós.

Achá-la-á para nós?

Qual é o plano?

Está bem.

Proponho,

dado o estado de tudo, que nós...

Fiquemos aqui e esperemos que haja algo.

- É o seu plano? - Sim.

Esperar que haja algo?

É o que vos digo.

Era disto que falava há pouco sobre ele ser brilhante?

Porque é uma bela ideia. Belíssima!

Sr. Holmes! Dr. Watson!

Perdoem a intromissão, senhores.

O inspetor Gregson quer-vos na Yard. Já!

Sim.

Vou achá-lo, Jessie.

Vou salvar-te.

Eu disse para esperar que houvesse algo e houve.

Viste-o pela janela. Não significa nada.

Ainda podemos ser brilhantes.

E temos de ser.

Devemo-lo à Beatrice e à Jessica.

Disse que acabarias a chorar.

O que esperavas?

Que podias fugir e viver nas ruas por uns tempos?

Trazer uma rapariga qualquer e pô-la a morar no palácio?

Talvez achasse que podia ser normal.

Talvez os anos todos que passei neste maldito quarto

a sonhar como seria ter amigos.

Como seria ser outra pessoa.

Bem...

...não podes ser outra pessoa.

Nenhum de nós pode.

Faz um favor a ti mesmo e aceita isso.

Minha senhora.

Senhor.

A Rainha pediu-me para lhe dizer

que a prima Helena visitará o palácio esta tarde.

Ela passa pelo país numa digressão europeia

e Sua Majestade achou que seria bom a conhecer.

Sua Majestade soube que a Helena procura um pretendente.

E como soube isso?

Não sei, Vossa Alteza.

Saia.

Senhor.

Tens dois minutos.

Olá.

Tudo bem, grandalhão?

Já estive melhor, para te ser sincero.

Escuta.

Um tipo veio à procura do Leo, do palácio.

Do Palácio de Buckingham.

- O quê? - Porque é onde o Leopold vive.

O quê?

Vive lá porque a mãe é a Rainha de Inglaterra.

Estás a gozar comigo.

A Rainha tem uns 50 filhos.

É um deles. Leopold, vulgo príncipe Leopold.

Céus! Quando achei que ele não podia ser mais idiota.

Amanhã, falo com um juiz para marcar a data do julgamento.

Não te podem prender por te defenderes.

Não é em prisão que pensam para mim, amigo.

Não.

Ele é um deles, Spike.

O dono de um reformatório.

Não o feres e vives para falar disso.

- Mas... - Quem se importa?

Se a Fenda ficar aberta, não há cidade onde viver,

nem cadafalsos onde me enforcar.

Mas é por isso que estou aqui.

Vou voltar a juntar-nos. É a questão sobre nós!

Quando um de nós falta, somos merda!

O que vais fazer?

Tirar-me de uma cela da polícia?

Odeio dizê-lo, mas pareces um puto.

- És mesmo imbecil. - Do que falas?

É disto que falo. És a força!

A Jessie é a alma...

O Leo é o cérebro e a Bea é o coração.

O que é o Spike?

A boca?

Sou o maldito esqueleto.

A parte mais importante, a que nos mantém juntos.

- Nunca recebo reconhecimento por isso. - Desculpa.

Não, apenas...

Só digo que há coisas que não podes resolver.

Por muito bom esqueleto que sejas.

Vou resolvê-lo.

Tens sido um bom amigo.

Sinceramente, não podia ter pedido um melhor.

- Sherlock. - Meu Deus!

Fiquem atentos. Está aí alguém?

Sherlock!

Céus! Está com péssimo aspeto.

Bela altura para reaparecer!

Alguém forçou a entrada e foi aos arquivos.

Levou as pastas dos casos em que vocês trabalharam.

Fato de linho?

É vosso amigo?

Ainda não, mas ansiamos conhecê-lo.

Dirigiu-se ao rececionista e tocou-lhe no braço.

Esmagou os próprios miolos contra a parede.

Meu Deus!

Depois, dirigiu-se ao segurança, que...

Bem...

Um veterano de guerra reduzido a destroços.

Ele está assim desde então.

Temos de descobrir porque queria as pastas do caso.

Bem...

...talvez as...

Talvez as pastas...

- Não tens de resolver sozinho. - Não... Só preciso de um minuto.

Não, eu só...

Ele procura um monstro.

O local da Fenda está nas mentes deles, disse a Jessie.

Há alguns monstros, mas achar um numa cidade de cinco milhões

seria como procurar uma agulha num palheiro,

a menos que soubesse o local exato de um.

O Mestre das Aves.

- Pode levar-nos depressa para Bedlam? - Sim.

Venham comigo.

Boa, Beatrice.

Bom trabalho.

Já acreditas em mim quanto aos homens normais?

Mas eu e tu somos mais evoluídos do que isso.

Nós traremos ordem a este mundo.

Como assim, "nós"?

Porque achas que não te matei?

Tenho um filho.

Também é um Ipsissimus. Terás uma família com ele.

Criarás uma dinastia de Ipsissimi,

que governará os homens muito depois de eu morrer.

Não! É louco!

Disse-te que te encontrariam.

Foge e esconde-te, Jessica.

Foge e esconde-te.

Alto! Em nome de Sua Majestade!

Bolas!

Que assunto horrível, estes motins na cidade.

Vimos algumas coisas terríveis a caminho do palácio.

Assim, a viagem até aqui foi bastante agitada.

A minha irmã Emma insistiu em trazer o gato dela,

mas quando chegámos a Roterdão,

o gato saiu da gaiolinha e desapareceu.

No fim, tivemos de ir para o navio porque ia partir.

Ela soluçava, a chorar.

Olhou para a gaiola e o gato estava lá.

Devia ter voltado a entrar.

Devia ter.

A Marie disse que serias chato.

- Não sou chato. - A sério?

Porque pareces muito chato.

A história do gato não era a melhor do mundo,

mas não nos conhecemos.

Não posso começar com contos de deboche e bebedeira, posso?

A história do gato foi boa.

Já estás apaixonado, não estás?

Consigo perceber pelo teu olhar.

Também estou.

Chama-se Henrik.

É funcionário do tribunal em Münster.

Chocou-te apaixonar-me por um plebeu, não?

Talvez.

E vais concordar com isto?

É melhor para o meu país.

É o que é o dever.

Só sentimos dever com as coisas com que nos preocupamos,

e não me preocupo com nada.

Então, se nos casarmos, percebes que haverá filhos.

- O que significa sexo. - Sei como são feitos.

Por favor, tenta praticar antes de nos casarmos.

- Já o fiz antes. - Ótimo.

Não quero passar a minha vida com um homem

que não conheça a forma feminina.

Não presumas que vamos casar.

Farei tudo ao meu alcance para que não o façamos.

Goza do resto da noite.

Com licença.

Pratica, Leopold! Falo a sério!

Mantém-te escondida.

Se te encontrarem, vão sufocar-te.

Prendeu-me aqui por saber que só eu o posso deter.

Mas porque ficaria assim na minha cabeça?

O que foi que me disse?

"Se mantiveres uma pessoa com medo, podes controlá-la."

Medo.

É o medo que me mantém aqui, não é?

Os médicos da peste... Tenho de os defrontar.

É como acabo isto.

Eu disse-te que não há saída.

Podes fingir o que quiseres, Jessica, mas consigo sentir o teu medo.

Onde é isto? Que sítio é este?

Sabes qual é o teu maior medo, não sabes?

Que percebam que és uma aberração.

- Estás um caco! - Com medo das tuas visões.

- São aberrações. - Estás a cair aos bocados!

Não.

Sim.

Foste abandonada pelo teu pai. Olha para ti, agora.

Abandonada pelos teus amigos.

E isso por seres uma aberração.

Porque há algo muito errado em ti, porque és tão indecente.

Porque és tão desagradável,

tão repugnante.

Inspetor Gregson. Siga-me.

ALTAMENTE INTERDITO

O Arthur tem toda a ala para ele.

Dr. Reinfield, traga espingardas.

E ponha dois guardas no telhado.

Que nos informem quando chegar um homem de fato de linho.

Não posso deixar que...

Este homem vem cá quer goste ou não.

Se quiser sobreviver à noite, não fique no caminho dele.

Beatrice.

Está na hora de falares com o teu velho conhecido.

Não me deixam ter uma janela.

Por causa das aves.

Sim, foi... o que calculei.

Precisamos da sua ajuda.

Vem aí um homem, Arthur.

Um homem mau.

Vai tentar entrar na sua cabeça e descobrir onde está a Fenda.

Não sei o que isso é. Uma Fenda?

Deu-lhe os poderes.

As coisas que fez foram terríveis, Arthur.

Sei como estes poderes torcem as pessoas, porque sei que é um bom homem.

Após estar na sua cabeça...

...ponha-o inconsciente.

Sinceramente, podia levá-la a tabernas onde a música toca até de manhã.

Depois, podíamos dar um pequeno passeio pelo rio.

Eu contrataria um remador.

Leva-nos para a água,

tomamos o pequeno-almoço a ver o nascer do sol.

Gosto de si.

Claro que gosta. Os seus olhos não são pintados.

Spike. O que fazes aqui?

Ela deixou-me entrar.

Não me disseste que tinhas uma irmã tão encantadora.

Mas não nos disseste nada sobre ti, pois não?

Louise, dás-me a mim e ao Spike um tempo a sós?

- Mas estávamos só a conversar... - Louise.

A cidade está a ser destruída.

Se não encontrarmos esta Fenda, e já, a tua querida mãe, amigo,

não terá um reino para governar.

Eu olhava por esta janela

e perguntava-me que animação estava a perder.

Cedo percebi que Londres é uma cidade cruel.

Tratou-te a ti e aos teus amigos mal e, contudo, tentam salvá-la.

Eu e os meus amigos?

Já não fazes parte de nós?

Não sei se alguma vez fiz.

Talvez tenha gostado de ser outra pessoa por um bocado.

Foi tudo uma encenação?

Treta!

Tive de fingir ser outra pessoa para andar convosco.

Não teriam gostado de mim se soubessem quem era.

Deves ir-te embora antes que te removam.

Antes de eu ir...

...quero ouvir-te dizê-lo.

Diz-me que não és meu amigo.

Não sejas estúpido.

Não és meu amigo.

E que a Jessie não é tua amiga.

Agora, di-lo! Diz: "A Jessie não é minha amiga!"

Ela não é minha amiga.

E que a Bea nada significa para ti.

Sabes que não o posso dizer...

Qual é o teu problema?

Perdi os únicos amigos que já tive.

O meu problema é que não pertenço a lado nenhum.

Nem aqui, nem lá, nem em lugar nenhum. Pois aonde quer que vá,

sou sempre eu.

Estou destroçado para pertencer.

Daí nos pertenceres.

Lembra-te os bons velhos tempos?

A resolver um caso.

Como envelhecemos tanto?

Fala por ti.

Sinto-me velho na mesma.

Como uma lâmina cega...

...quase incapaz de abrir uma carta.

Nunca te contei o caso do Colecionador.

Resolveram-no?

Era a Edith Dubois, a botânica-chefe.

Tentava...

...construir um marido com partes corporais de pessoas.

Ouve, só te queria dizer...

...que tinhas razão.

Ela mentiu-me.

Era Hieracium snowdoniense.

Desculpa, fui facilmente enganado.

Desculpa se te fiz sentir não ser incrível.

És incrível.

Como podias saber?

Pensei que ficarias radiante em saber que tinhas razão.

Sim, bem...

...a vida é mais do que ter razão.

Queria recuar e dizê-lo ao meu eu mais novo.

Queria...

Queria ter sido um homem melhor.

Agora, olha para mim.

Posso já não ser o herói da história...

...mas posso ajudar.

Tens frio?

Não.

Tens frio.

- Podes usar o meu cachecol. - Não o quero.

És tão teimosa como o raio da tua mãe. Toma.

Tudo bem.

Vá.

Meu Deus!

Não olhes.

Veio para me matar?

Não, se me der o que quero.

Mostre-me depressa.

Não quero estar nesta mente horrível

mais tempo do que preciso.

Está a esconder algo.

Porque tentaria esconder algo

de alguém que pode aceder à sua mente?

Agora.

Não! Não, por favor!

Tem a minha bebé.

Devolva-me a minha bebé, ou arranco-lhe a cabeça!

Gregson, não atire nele.

O quê?

Meu Deus!

Ele matou-o.

O amor do marinheiro espera pela Lua

Pela Lua prateada

Bons sonhos.

Sherlock!

Vão! Fiquem onde vos disse!

Estás bem?

Beatrice.

Beatrice.

- Foi tocada. - Céus!

Confirme que está bem. Não a perca de vista.

Pode ficar catatónica!

É a única porta do hospital que não se abre com a chave-mestra.

Há que ter sempre um plano de apoio.

Há um livro sobre a psicologia de como os humanos atravessam um labirinto.

Em Inglaterra, viramos à esquerda,

mais frequentemente do que os amigos no continente ou nas Américas,

mais propensos a virar à direita.

Pelos vistos, devido ao lado da rua em que conduzimos.

Dado que veio das Américas,

dei uma no cravo e outra na ferradura

pedindo a um dos meus colegas para bloquear a via principal.

Primeiro, liberte a Jessie de onde a prendeu

e diga onde está a Fenda.

Se não o fizer, limpam-lhe os miolos daquela porta.

Apanhei-o!

Consegui, Beatrice! Apanhei-o por ti.

É inteligente.

Anormalmente inteligente. Mas gosto disso.

Talvez possamos ser amigos.

Não.

Não seríamos bons um para o outro.

Talvez me deixe persuadi-lo do contrário.

Uma pequena história...

Vá lá.

Vá lá... É isso mesmo.

Vá lá.

O que está ele a fazer?

Isso mesmo.

Sherlock! O que raio estás a fazer?

Sherlock!

Não!

Porque foi com ele?

Não sei.

Pensei...

Pensei que, após tudo o que fez, estaria lá para nós.

Pensei que ele...

Beatrice.

O amor do marinheiro espera pela Lua

Estás bem?

Com licença.

O amor do marinheiro...

Diga-me o que precisa de mim.

Preciso que olhe por elas, sim?

Ouve.

A Anna vai olhar por vocês durante um tempinho. Está bem?

Quero... que fiques com isto. Sim?

Sempre que a usares, estarei por perto.

Estarei sempre contigo.

Está bem?

Também precisas de ser uma boa irmã.

Tu e a Jessie têm de cuidar uma da outra.

Está bem?

Está alguém?

Vê quem encontrei.

Spike!

Não entendo.

Sua Majestade aqui puxou uns cordelinhos por mim.

Obrigada.

Era o mínimo que podia fazer.

A Jessie?

A culpa é minha.

Não a devia ter pressionado. Fiz asneira.

Ela só precisava que a ajudassem.

- Acorda, Jessica. - Por favor, Jess.

Vá lá, Jess. Volta para nós.

Jessie, sua vaca rabugenta.

Precisamos que voltes, porque te adoramos.

Porque és tão especial para nós.

Onde estás, Jessie?

Estamos aqui, Jess.

Estamos todos à espera que voltes para nós.

Só funciona estando todos juntos.

Spike!

Precisamos que voltes, porque te adoramos.

Porque és tão especial para nós.

Não, Jessie.

Eles estão a mentir-te.

És uma aberração.

Se saíres daqui, morres,

pela minha mão, ou arrastada para a Fenda ao tentares fechá-la como a tua mãe foi.

Talvez seja uma.

E depois?

Desde que tenha os meus amigos, quem quer saber o que sou?

Se saíres daqui, morres.

Não tenho medo de si nem de morrer!

Juntos.

Juntos.

Juntos.

Juntos.

O ataque está preparado! Atenção...

Fogo!

Juntos.

Juntos.

Muito bem.

É um fosso de peste!

Saiam todos!

Tragam os engenheiros de volta.

Vá lá.

LINHA DO CÍRCULO INTERNO

"Círculo."

Jess!

Estás bem. Graças a Deus!

Conseguimos!

Temos de ir a Aldgate. Agora!

METROPOLITANO DE LONDRES SERVIÇOS FERROVIÁRIOS

ESTAÇÃO DE ALDGATE LINHA DO CÍRCULO INTERNO

CAMINHOS DE FERRO METROPOLITANOS E DISTRITAIS

Rápido!

Então, é aqui

que me torno um deus.

Legendas: Ana Paula Moreira

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