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Original subtitles

O que vocês querem?

Dom Navarro.

Estou por conta do Dom Alvaréz por causa do negócio de cavalos...

que você se recusou concluir.

De fato já foi concluído.

Foi consumado em Lamendria, como estava no acordo.

Pelo contrario Dom Alvaréz, não está de acordo.

Disse que você lhe deve cem mil Dólares.

Que não cumpriu com os cavalos.

Em suma, ele disse que você não respeitou o acordo.

Eu sou um homem honesto e o que o Alvaréz disse, é falso.

Ouviram?

Ele, é um homem honesto.

Agora vamos velho, me dá o dinheiro, não podemos perder tempo.

Basta, Navarro. Deixe-me passar!

Vai Chico, traga o dinheiro!

DJANGO NÃO ESPERA...MATA!

Django!

- O assassinaram. - Eu sei de tudo, Maria.

Sei de tudo.

Agora tem de ter coragem.

Tio Dane.

Django, eu e a Maria...

Vamos deixar para sempre esta casa.

Vamos nos estabelecer em S. Juan.

E você vem conosco.

Não. E vocês vão ficar aqui.

O nosso pai era muito ligado a esta casa.

Nós não iremos abandoná-la.

Não vamos desistir.

O que você vai fazer com essa arma?

Deixa-a no lugar, o nosso pai nunca mais a usou.

Eu sei.

Django. Te peço, não vá.

Navarro tem muitos homens, eles vão te matar.

Onde vai?

Adeus.

Django!

Django, não vá. Não quero te perder também.

Não, quero te perder.

Chico!

Chico!

Chico!

Chico!

Chico!

Chico! Chico!

Navarro! Eu vi ele sair a cavalo.

- Com uma mala? - sim, o vi com uma mala.

E por quê não me chamou?

Roubou todo o dinheiro do seu pai.

Mesmo que se trate do meu filho, não haverá... piedade.

E se o que diz não for verdade?

Se Navarro disse é... sou homem compreende?

Um homem de verdade!

E se algum obedecer ao meu filho, em vez de mim, eu o mato!

Mato!

Aos cavalos!

Aos cavalos!

As horas passam... e o Navarro não dá sinal de vida.

Se ele não vier... nós iremos, procurá-lo.

- Forthis, me arranja algo para beber. - Sim, Dom Alvaréz.

Faz muito calor esta noite. Não é verdade, Johnny?

Sim, senhor Alvaréz, faz calor.

Navarro está mesmo entalado.

Dolores! Téquilha! Depressa, Dolores!

Pode enganar o Navarro, mas não faça isso comigo.

Me deixe seu animal!

Ouviram? Eu animal!?

É isso mesmo!

Animal!

Me chamo, Django. Eu procuro o Navarro.

Está á procura do filho, que fugiu, com cem mil Dólares.

- Em que direção? - Para o Sul.

Quem assassinou o meu filho, saia para fora!

Eu disse, para sair para fora. Ou matarei, um por um.

Eu só dou uns minutos. Só uns poucos minutos!

Vem para fora. Bastardo!

Vão matar a todos.

Não será fácil.

Nesta terra tem gente que sabe usar as armas.

Mas o Clint acabará falando.

Não vai falar.

Agora chega, o tempo acabou.

Anda seu merda. Vai!

Anda.

O que veio fazer aqui?

Navarro!

Foi fácil matar o meu pai.

Não é verdade, Navarro?

Não sei sobre o que está falando, Gringo.

Por isso vai morrer!

Veremos.

Usa bem a arma, amigo.

Cuidado!

- Me chamo Juam José vasco Rom... - Um nome um pouco complicado.

Para você Barry, e naturalmente quando tenho um afazer...

mas poderei ser útil a você a qualquer momento.

E serei um amigo fiel...

pode acreditar.

Eu tinha dito para não queria te ver.

Enquanto as coisa não se acalmarem.

Só vim buscar a minha parte.

Tínhamos estabelecido... que só dividiríamos no fim.

- Não agora. - Não concordo, com isso.

Não quero ficar nem mais um minuto neste lugar.

Vai sair daqui para sempre.

Para este homem acabou o trabalho.

Com a arma.

Para Navarro acabou a vida.

Grey, é melhor partir agora.

Não fique nervosa. Temos cem mil Dólares.

São homem do Navarro.

- Quem os matou? - Um tal Django.

- E o Navarro o que fez? - Saiu, e Django o está seguindo.

Vamos!

Tio, Dane!

Venha comer, está pronto.

Sim, já vou.

- O que procuram? - Procuro por Django.

Django, não está aqui.

E não sabemos onde está.

Dizem sempre o mesmo, quando procuramos por alguém.

Mas nós vamos verificar.

- O que procuram? - O seu irmão Django.

Diga ao seu irmão, que o Dom Alvaréz, está á procura dele.

Se não aparecer vivo, nós voltaremos.

Fizeram lhe mal?

Nada de mal Maria, não é nada.

Tudo se resolverá.

Navarro, matou o meu pai.

Traga uma garrafa!

Sinto muito, amigo.

Agora temos que... encontrar os cem mil Dólares.

Eu cinto cheiro de uma pista.

Então fale.

Deixe me cheirar.

Há um tipo aqui, na Vila...que... eu conheço bem.

Tenho a certeza que ele, sabe alguma coisa.

E quanto ao meu trabalho...

você me dá 10%, quando encontrar o dinheiro.

O que me diz?

Negócios, não?

- Saúde! - Saúde!

Espero que me tragam boas notícias.

Do Navarro não há noticias. Alguns homens dele foram mortos pelo Django.

Django!?

Agora, Forester. Quero que traga o Navarro aqui!

E com o dinheiro!

E quanto ao Django, você sabe como resolver.

Vai!

Paquito. Uma garrafa de Whisky e um maço de cartas.

- Vou joga cartas. - Sim mas e o dinheiro, você deve...

- Uma, e outra e mais outra. - Quem é vivo paga.

E quem morre o céu paga.

Obrigado.

- O que faremos com aqueles dois? - Deixem eles, já nos livraram do Navarro.

Estão por todos os lados.

Eles estão preparando alguma coisa.

- Vou dar uma olhada. - Não! Deixe estar.

Daqui podemos controlar tudo.

Vejam só quem saiu da toca.

Está com eles, como tinha previsto.

O que está vendo de tão interessante, Barrey?

O dinheiro, amigo.

Estou certo de quem o tem é o nosso homem.

Ele chegou!

Bem, já vamos ver.

Me dá uma garrafa.

Pelo visto são vocês que procuram aquele dinheiro.

Claro cem mil Dólares é uma bela soma.

E o que sabe do dinheiro?

E você não faça fogo.

Todos sabem dele na vila.

Mas na verdade, quem tiver aquele dinheiro já deve estar longe.

Se não estivermos enganados, o dinheiro está aqui na Vila.

E o encontraremos.

Venha comigo.

Nos dê algo para beber.

Estamos aqui para os aconselhar a deixar esta Vila rápido.

Deixarei este lugar quando encontrar o meu dinheiro.

O Navarro também dizia que aquele dinheiro era dele.

Saiam daqui!

E se não o que vai fazer?

Muitos de nós sabem usar bem as armas.

- Não me assustam. - Estamos esperando lá fora.

Daremos um hora para vocês saírem.

O que procuram? Não queremos vocês aqui.

Django! Sai para fora!

Querem te ver lá fora.

E estão impacientes.

Eu vou junto, tenho que ganhar os meus 10%.

Django! Eu vim aqui pegar os cem mil Dólares.

Provaremos os Dólares Django.

- Mas quem eram eles? - Eram homens do Alvaréz.

- Alvaréz? - Sim, o que o Alvaréz quer?

Como sabe do dinheiro?

Isso é o que vamos ver.

Hei, hei onde vocês vão?

Com tantos enterros, eu não faço mais créditos.

Se não me pagarem agora eu não enterro mais ninguém.

Não é agora, será pago quando encontrarmos o dinheiro.

E agora despache!

Agora Alvaréz também sabe que o dinheiro está aqui na Vila.

Se não fossem aqueles dois, eu já estaria longe.

Django.

Django.

Bareth! Bareth!

Bareth, vai encontrar o Hondo rápido.

Diga lhe que há um bom trabalho para ele.

E que venha imediatamente ao rancho.

Também veio á procura do Dinheiro?

E agora?

Bem... eu vou deixar a Vila com a minha família.

E por quê? Ninguém te fará mal.

Ninguém me fará mal, mas...

- Queria o meu dinheiro, se for possível. - Põe-se a andar.

Prefiro ir embora de qualquer maneira.

Antes de vocês chegarem, aqui era um lugar tranqüilo, agora é um inferno.

Deixe o local quando quiser.

Sim mas é melhor dar uma revista no seu carregamento.

Eu, não tenho nada a esconder.

Veremos.

Tenha atenção, Barrey. Verifique tudo.

Sim... está bem.

Foi para o Bar, podemos aproveitar.

É impossível fugir. Daquele lugar eles vêem tudo.

Qualquer gesto é notado.

Hondo.

- Estava te esperando! - Agora estou aqui.

- O Barreth, te contou? - Sim, me contou.

Vem. Lá dentro falamos melhor.

Alvaréz... me dá algo para beber.

Tenho um ótimo Whisky

O Barreth, me disse que era um bom trabalho.

É isso mesmo.

O Forsther, me roubou cem mil Dólares,

Ficou de me entregar uma manada de cavalos e não o fez.

E como se não bastasse Django matou 4 dos meus homens.

Eu sempre te disse Alvaréz.

Você já não á mais gente válida.

Com a arma.

É por essa razão que você está aqui.

Eu tenho de recuperar os meus cem mil Dólares.

E dez mil serão seus.

Certo.

Não duvide, faremos um bom trabalho.

Alvaréz, quer te ver.

Vão ficar mal quando souberem.

Amanhã á alvorada parte uma diligência para San Juan.

Você irá nela com o dinheiro.

Ninguém vai desconfiar de você.

Eu te sigo.

Sem aquele dinheiro, poderei sair da Vila.

Bebe.

O seu pai... brincou comigo.

E por isso o Navarro o matou.

Em seguida o seu irmão Django, matou 4 dos meus homens.

Ele também vai ter o que merece.

Prendam-na.

Desde de manhã que estou com os mortos aqui, ali, lá, e lá...

Fica calmo.

Pensarei em como te pagar.

Eu sei do que se trata, é do dinheiro.

Mas eu!

- Eu cuido disso senhorita. - Obrigada.

- Que noite quente. - É sim, muito quente.

- Lá dentro é sufocante. - Então porque ele não desce?

Ele não tem calor?

Ele está dormindo. E depois tem acontecido muitas coisas.

Que é melhor se fechar em casa.

Tem razão, enquanto não encontrarmos o dinheiro muita coisa pode acontecer.

Mas não deve ter receio, ainda mais...

se você não tem nada a ver com essa história.

Não quero mais saber desse lugar. Eu decidi partir hoje.

Partir?

- E quando parte? - De manhã ao alvorecer.

- Na diligência, que vai para San Juan. - San Juan?!

Aquele lugar me lembra tantas coisas.

Porque não me acompanha?

Vou sozinha e eu e o Gray não estamos muito de acordo.

- Não quero mais saber dele. - Um pecado, ele deixá-la.

Perde um belo monumento.

Porém se me fizer companhia, me daria um grande prazer.

Fique calma, depois que encontrar o dinheiro, irei a San Juan.

Espera um tempo que eu te encontro.

- Então... como se chama senhor? - Barrey.

- Adeus, Barrey. - Adeus.

Vai á Vila, e diga ao Django que a sua irmã deseja vê-lo.

- Que venha sozinho e com o dinheiro. - Está bem.

Senhorita Julie.

Vim me despedir. Deixe que eu abro.

- Eu a ajudo. - Obrigada.

Bem, adeus...

Esta não, é do papai!

Deixe essa maleta!

Falou certo.

Django não espera... mata.

Mata!

Django, guarde-a antes que a roubem.

Django, Django, foi um bravo, me dá 4 mil, foi bravo te peço...

Praga, não fizemos nenhum acordo com você.

Logo terá o seu dinheiro.

Django!

Django.

Dom Alvaréz quer te ver. Sozinho.

Trata-se da sua irmã.

E lembre-se de levar o dinheiro.

- Ou então... - Então o quê?

Eu não posso dizer. Mas é bom que venha ao Rancho rápido.

O que é Hondo? O que você quer?

O tempo passa e o Django não dá sinal de vida.

Pode muito bem ter saído da região.

Tenho certeza que não vai trazer o dinheiro.

Vai trazer.

Se tem tanta certeza, porque não paga antecipadamente?

Tem tanto dinheiro.

O acordo não é esse.

Se não quer fazer o trabalho, saia!

- Já me mandou sair uma vez. - Como ousas falar assim!

Já os eliminamos.

Django, virá para cá, dentro em pouco.

E com o dinheiro.

Fez um bom trabalho.

Me desculpe pelos seus 10%.

Alvaréz, quer o dinheiro todo.

Não se preocupe, a vida da sua irmã vale muito mais.

- Adeus amigo. - Adeus.

Eu sabia que alguma coisa acontecia e tudo por sua culpa,

34 cadáveres e eu sem receber sequer um Dólar.

Te pagarei quando você morrer e espero que seja já!

Escute bem, são sempre os gordos como você que morrem primeiro..

Eu sou mártir.

Fez bem em ter vindo, Django.

Agora desce. Eu disse desce!

Vocês, dois.

Antes de morrer Alvaréz me disse que você viria.

O que você quer dizer?

Vou fazer a troca.

E agora?

Django!

Resolveremos em outra hora Django.

E se dentro dessa mala, estão os Dólares...

Tudo se resolverá.

Sim, é o dinheiro.

Pare.

Solte o cinturão.

Solte!

Django.

E agora solte a maleta.

Pega, Django.

Django!

Hondo!

Está sozinho!

Harrey!

Já vou!

Django! Django!

Acabou tudo Maria. Acabou tudo.

Na guerra me chamavam de o homem de ferro.

E se te atingissem na cabeça?

Os pistoleiros sempre atiram no coração.

Obrigado pela arma.

Tradução: R. Costa. Adaptação para o Pt BR: ****JCBorba****

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