All language subtitles for Mario Bava - Operazione Paura

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

N���ooo!! N���ooo!

Socorro!!!!

Socorro!!!!

O CICLO DO PAVOR

::::: VICIADOS LEGENDAS :::::

Tradu��o: Cayman [DA ESTE STRIGOI] Resinc e revis�o: Zebu

Est� decidido a ficar aqui, doutor?

Veja, esta � a receptividade da regi�o.

A morte!

Minhas cinq�enta coroas, doutor. Perdoe-me, mas n�o posso seguir adiante.

Sinto, mas tenho muito medo.

Acompanhei-o at� aqui porque preciso do dinheiro.

A estalagem est� mais � frente, depois daquele arco.

N�o ser� dif�cil encontr�-la, � s� perguntar. � a �nica do lugar!

Ou�a, este � um lugar maldito, esquecido de Deus.

Ningu�m nunca vem a estas paragens.

Volte para dentro, doutor, antes de que seja tarde.

Vamos!!!

Estou procurando a estalagem, sabe me dizer onde fica?

Ali est�.

Procuro o comiss�rio.

O comiss�rio Kruger

� o m�dico legal, certo?

M�dicos nunca s�o bem-vindos neste lugar.

Sil�ncio!

Doutor Eswai?

Sim.

Venha, venha

o comiss�rio est� esperando.

Basta!

J� disse que n�o sei nada sobre Irina Hollander

n�o a conhecia, comiss�rio.

Voc� sabe nada! N�o viu e nem ouviu nada!

Todos d�o a mesma resposta. Mas n�o me deixo enganar.

Por que este hermetismo? O que � que os faz calar?

Medo, talvez? Medo de qu�? Medo de qu�?

Um amuleto

Um amuleto

Isto � o que os impede de falar.

A supersti��o, a ignor�ncia!

Mas me obrigar�o a usar a for�a.

At� que me digam tudo o que sabem sobre Irina Hollander.

Voc�s ver�o.

Esperava-o chegar. Estava preocupado por voc�.

Parti logo, mas n�o foi f�cil chegar.

N�o � o �nico.

Estamos isolados do mundo. Ningu�m nunca vem aqui.

O senhor Karl, o burgomestre

V�o, mas esperem embaixo com os outros.

Chegou h� muito tempo, comiss�rio?

Cheguei antes de ontem. Mandei o chamar devido a um assunto muito grave.

Leia esta carta.

� de uma tal Irina Hollander

uma mo�a que era camareira em uma propriedade na regi�o.

A propriedade da Baronesa Graps

"N�o ag�entei mais. E decidi falar,

romper o cerco de morte que me oprime.

Venha r�pido. Desta vez sinto que me toca.

Irina Hollander."

Esta carta foi enviada � pol�cia.

Vim aqui apurar o que poderia haver de verdade.

Mas a mo�a j� estava morta. Atravessada pelas pontas de uma cerca.

Homic�dio?

Ainda n�o sei. Querem me fazer crer que foi um acidente,

mas esta carta me faz pensar outra coisa.

De qualquer maneira, isso vai ser esclarecido, doutor.

Deve fazer a aut�psia.

Burgomestre, continuaremos depois, o interrogat�rio.

Ningu�m dever� sair.

Descobriu algo, comiss�rio?

Nada! Estou lutando contra um muro de sil�ncio!

Eles t�m medo! De tudo!

T�m medo de minhas indaga��es

como se estivessem aterrorizados por alguma coisa.

Por outro lado � compreens�vel sua desconfian�a com os estrangeiros.

Sem d�vida � o primeiro representante da justi�a que chegou aqui.

Sua �nica lei � a supersti��o.

H� pouco estavam levando um ata�de�

Um ata�de? Quando?

Antes, quando cheguei...

Creio que entendo!

Querem impedir a aut�psia do cad�ver de Irina Hollander. Venha, doutor. R�pido!

Rufus! Oscar! Parem!

O que est�o fazendo? Quem os mandou enterr�-la?

N�o deixei claro?

Eu disse que o doutor viria aqui para fazer a aut�psia.

N�o se deve mexer nos mortos, � antinatural.

Levem-na para a c�mara mortu�ria.

Quando poder� come�ar, doutor?

Agora mesmo.

Mas sabe que � preciso um testemunho qualificado, � uma pr�tica habitual.

Mandei levarem o corpo para dentro, e r�pido.

E quanto ao testemunho, fique tranq�ilo, eu mandarei um...

Comiss�rio!

Comiss�rio, o burgomestre me mandou.

Pede-lhe que volte � estalagem.

N�o p�de segurar os homens que queria interrogar.

Diga que falarei com ele em seguida.

Est� bem, agora irei. Pode proceder, doutor.

- Quando acabar, venha at� a mim. - De acordo.

Senhor Karl!

Senhor Karl!

Por que todos fugiram?

Eu sinto

n�o pude fazer nada.

Tentei det�-los para o interrogat�rio

Mas quando souberam que ia ao cemit�rio,

escaparam.

Evidentemente n�o tem muita autoridade sobre esta gente.

N�o, n�o se trata disso.

Comiss�rio, eu pe�o. Deve suspender essa aut�psia!

Voc� tamb�m, Karl?

Tem que escutar-me, n�o deve tocar o corpo de Irina Hollander.

Esperava sua colabora��o

mas agora me dou conta de que est� de acordo com os demais

para ocultar a verdade!

N�o!

N�o, comiss�rio.

Mandei cham�-lo para explicar-lhe que se o povo n�o fala

n�o � por esconder nada,

e sim por medo.

E n�o me envergonho de confessar

que tamb�m tenho medo.

Medo do que poder� me acontecer

se for revelado o segredo da Vila Graps.

Vila Graps?

� uma hist�ria imposs�vel, alheia �s leis da natureza.

Ser� dif�cil crer em mim

mas a morte de Irina Hollander

n�o foi devido a um acidente

nem a um homic�dio.

Dr. Eswai?

Sou Monica Schauftan.

O comiss�rio pediu-me para que o assista.

A verdade � que preciso de um m�dico.

Estudei ci�ncias em Grattensburg.

Sou a �nica aqui que pode ser-lhe �til.

� daqui?

Sim, nasci aqui. Mas vivo fora desde que tinha um ano,

cheguei justamente no dia em que esta mo�a morreu.

J� assistiu a alguma aut�psia?

N�o, nunca.

� incr�vel!

Introduziram uma moeda no cora��o dela!

Tal como diz a lenda.

� uma antiga lenda�

da qual se fala por aqui h� s�culos.

S� uma moeda no cora��o

pode trazer paz

�queles que morreram de maneira violenta.

Apesar da aut�psia�

n�o pudemos averiguar se trata-se de um acidente ou um assassinato.

Aquela moeda.

Quem a p�s no cora��o da mo�a?

- E por qu�? - N�o pensemos nisso agora.

O comiss�rio Kruger esclarecer� tudo.

Assim espero.

Bem, chegamos. Vivo aqui.

Sou h�spede da senhora Moran.

Escute, s� por curiosidade�

Como � que nunca voltou a este lugar?

Vim apenas para visitar a tumba de meus pais.

Nunca os conheci.

Me deixaram uma pequena renda com a qual tenho vivido...

Estou agradecido, Monica. Foi verdadeiramente muito valente.

Agrade�o.

Tenha uma boa noite, doutor.

Boa noite, Monica.

Lhe disseram que n�o deveria profanar os mortos, doutor.

Quem o faz tem que pagar com a vida.

Deve enterrar

Deve enterrar esta mo�a!

Por qu� n�o o fez?

Quietos!

Doutor!

Doutor!

O comiss�rio foi � Vila Graps devido a uma ocorr�ncia urgente.

Saiu h� uma hora. Deixou em seus aposentos uma carta para voc�.

N�o disse quando voltaria?

Nunca se volta da Vila Graps! Oh!

Como? Por que diz isso?

N�o disse. N�o lhe disse!

N�o � verdade! N�o se aproxime! Saia!

V� ao seu quarto, a ceia estar� pronta logo.

Eu n�o! Eu n�o!

O que h�, Nadienne?

Ali, na janela!

O que viu, Nadienne? Voc� a viu?

Oh, � terr�vel!!

Nossa filha foi marcada, j� n�o h� esperan�a.

- N�o h� nada que possamos fazer? - V� cham�-la. V� logo, r�pido!

Estava me procurando?

Escutei que precisava de mim.

"Caro Eswai,

o burgomestre me revelou coisas que me parecem incr�veis.

Entretanto, me encontro na Vila Graps, da baronesa, para uma verifica��o.

Estarei com voc� assim que puder, Comiss�rio Kruger."

Fique tranq�ila, Nadienne.

N�o acontecer�.

A maldi��o n�o a tocar�

Dispa-a.

Sangue! Tem valor! A morte n�o entrar�!

Afaste-se! N�o venha! N�o se aproxime de Nadienne!

N�o se aproxime de Nadienne!

Afaste-se! N�o se aproxime!

Afaste-se! N�o se aproxime!

Ouviram-na? Est� aqui, escutaram-na?

Quer se vingar por que eu falei.

N�o diga isso, minha filha!

N�o a ouviram?

Isto te proteger�. N�o deve tir�-lo nunca.

Est� acabado.

N�o, n�o. Saia por aqui. N�o devem v�-la.

Assisti ao seu ritual.

Por que exorcizou a mo�a?

Voc� pode me ajudar, certamente sabe muitas coisas sobre este lugar.

Por que as pessoas recorrem � sua magia?

Do que t�m medo?

Sobre esta gente pesa uma terr�vel maldi��o.

Fique atento, voc� tamb�m est� em perigo.

Irina Hollander foi levada para a morte.

Por quem?

V�-se, doutor.

Sei de coisas que a ci�ncia n�o pode explicar.

Avise logo ao comiss�rio.

Fa�a com que parta tamb�m, que suspenda o interrogat�rio.

O comiss�rio Kruger est� na Vila Graps para concluir os interrogat�rios

� um homem pr�tico e decidido que n�o se deixa sugestionar por fantasias.

Chegar� ao fundo deste assunto.

Onde fica a vila?

Quero encontrar-me com ele.

N�o v�, doutor! N�o v� l�! Eu o aconselho.

Todos falam com terror desta Vila.

Como se n�o quisessem nem pronunciar seu nome.

� algo que quero descobrir.

Vila Graps fica ali.

Um momento.

N�o saberia nada sobre esta moeda?

Encontrei-a hoje no cora��o de Irina Hollander.

Esperava que me ajudasse a entender.

J� disse que n�o sei de nada!

V� l�, se quiser,

mas ainda est� em tempo de desistir.

Obrigado. Espero voltar a v�-la.

Nunca voltar� dessa Vila!

Karl! Amor!

O que houve?

Mais outro.

� uma corrente mortal

que n�o se romper� nunca.

Na Vila Graps

vive a morte!

Sim, vive a morte.

E s� se poder� p�r um fim com a pr�pria morte�

Mas agora v�. Preciso fazer vir o coche.

Como sabe, a terra deve cobri-lo antes de que saia o sol

e com seu peso envolv�-lo para que permane�a nela para sempre

N�o lhe reter�o.

Ter� paz.

Kruger!

Comiss�rio Kruger!

O que quer?

Perdoe-me, mas procuro o Sr. Kruger, o comiss�rio.

- N�o vi o comiss�rio.

Disseram-me que estaria na casa da Baronesa Graps.

A Baronesa Graps sou eu.

E ningu�m vem nunca a esta casa. Estou sozinha. V� embora!

N�o, espere,

V� embora! Para o seu bem!

Deixe-me em paz!

Ol�!

Como se chama?

Melissa

Me chamo Melissa.

Melissa

Melissa

Abra, por favor! Tenho medo! Abra, eu imploro!

Senhora! Senhora!

Abra, por favor! Tenho medo! Abra, eu imploro!

V� embora! N�o quis me escutar!

N�o tinha que ter tocado naquela mo�a.

Monica!

O que faz aqui? Venho de sua casa, Paul.

O que h�? Tive um pesadelo.

Estou assustada e n�o ag�ento mais.

Acalme-se! Est� impressionada pela aut�psia.

A corda est� firme!

Tire-me daqui, Paul!

Viu s�? Era o vento.

N�o, n�o era o vento.

� o �dio, que a move. Soa sempre assim, quando algu�m vai morrer

desde que ela morreu dessangrada.

Quem?

Era uma menina de sete anos

Segurou-se na corda daquele sino para pedir ajuda.

Se chamava Melissa.

Melissa..

Escute, a Srta. ficar� aqui esta noite. Prepare-lhe um quarto.

E o comiss�rio Kruger, voltou?

N�o, n�o o vi.

Marta!

Marta, v� para cima. Deve preparar um quarto para a senhorita.

Agora mesmo.

Paul, ouviu o que disse o estalajadeiro?

N�o foi o vento que fez soar o sino.

Monica!

N�o deixe sugestionar dessa maneira.

Esta regi�o n�o � como as outras.

At� a igreja est� profanada

e em ru�nas. O povo parece n�o ter f�.

N�o, trata-se apenas de gente humilde presa da supersti��o

Senhorita, pode vir.

Boa noite, Monica.

Boa noite, Paul. E obrigada.

Nadienne!

Nadienne, o que h� com voc�?

Tem muita febre.

Como se sente?

O que faz aqui? O que quer?

Saia! N�o � assunto seu.

N�o parece que j� sofre o bastante?

N�o deve toc�-la! Saia daqui!

Por que fazem isto?

Est�o loucos?

Querem mat�-la?

Insanos!

Seus sortil�gios s�o absurdos!

Estas Feridas poderiam mat�-la.

Minha filha morrer� de qualquer jeito.

Nada a pode salvar.

Cale-se! Cale-se!

Tranquilize-se, Nadienne.

Tudo passar�, voc� ver�.

N�o � nada.

Fui escolhida!

Fui escolhida!

Fui escolhida!

N�o me salvar�! Eu sei!

Eu sei!

Est� muito agitada. O pulso � irregular.

Precisa repousar.

Lhe darei um sedativo.

Deixei meus instrumentos no quarto do comiss�rio. Venha, Marta.

D� isto a Nadienne, quando amanhecer. Recomendo n�o mais que vinte gotas.

Certo

- Se precisar de mim, me chame. - Obrigada, doutor.

"Al�m do mais, acho necess�rio escrever que tudo o que o burgomestre Karl

disse a mim, comiss�rio Kruger, tem bastante controv�rsia.

Segundo o burgomestre, a regi�o � v�tima de uma maldi��o

iniciada com a morte da pequena Melissa Graps.

Desde ent�o, segundo as cren�as desta gente

Melissa volta para errar entre os vivos

e, coisa ainda mais incr�vel,

as pessoas para quem aparece

morrem em circunst�ncias misteriosas que os camponeses cr�em ser sobrenaturais."

Vamos depressa, n�o percamos tempo.

R�pido, r�pido!

Paul!!

H� luzes no cemit�rio. O que significa isso?

Sim, tamb�m vi.

Poderia ser o Comiss�rio Kruger.

Pode que ser que tenha descoberto algo.

N�o, n�o! N�o v� l�, Paul!

� improv�vel que seja o comiss�rio Kruger.

O que poderia fazer ali � noite?

N�o sei�

Mas quero esclarecer!

Kruger!

O burgomestre mora aqui.

Karl!

Senhor Karl!

Sim, estou aqui. Entrem.

Venha, doutor.

Sabia que viria.

Encontrei o corpo do comiss�rio Kruger no cemit�rio.

Eu sei. Pode lev�-lo.

Foi morto com um tiro de pistola na cabe�a.

N�o fale comigo neste tom!

N�o disse que o matei.

Outra v�tima das for�as demon�acas, n�o?

E talvez tenha tamb�m uma moeda no cora��o.

Sim.

Sim, para impedir que seu esp�rito responda ao chamado

de Melissa.

Entendo que pare�a imposs�vel a um homem de ci�ncia como voc�.

Li tudo que disse ao comiss�rio Kruger.

N�o pensa que eu possa crer em todas estas lendas.

Tampouco eu acreditava.

N�o se tratam de lendas

mas sim, de uma horr�vel realidade.

Nestes �ltimos anos

mais de dez pessoas foram levadas � morte.

Todos gente s�, despreocupada,

sem inimigos.

Todos estamos em perigo aqui. Escute-me, Eswai.

V� embora o mais r�pido poss�vel.

Voc� tamb�m, senhorita, v�! N�o deveriam nunca ter vindo a este lugar!

Nasci aqui e aqui repousam os corpos de meus pais.

As tumbas para as quais levou flores...

n�o s�o de seus pais.

Os Schuftan nunca tiveram filhos.

N�o!

N�o � poss�vel! N�o � verdade!

� outra absurda inven��o.

Tenho a prova do que digo. Os Schuftan me deixaram um envelope selado

para entregar-lhe no caso de voc� voltar.

Eu o guardei zelosamente.

Os Schuftan eram criados na Vila Graps.

E seu destino, Monica,

como o nosso, est� ligado �quela vila.

Agora lhe darei o envelope.

Lembre-se, doutor, a verdade que voc� procura

se encontra na Vila Graps.

Me pergunto se devemos acreditar nele.

Karl!

Karl!

Abra! Abra!

N�o posso mais! N�o posso mais!

Contenha-se, pelo amor de Deus!!

Nos matar� a todos, Paul.

Pare j�!

Devemos chamar algu�m!

Venha!

Retire-se!

O burgomestre est� morto, covardes!

S�o uns covardes, eu os matarei a todos!

Ningu�m vir� em nosso aux�lio! T�m medo!

Vamos.

Vamos, assassino!

Matou minha filha Nadienne, n�o foi suficiente?

V�! V�, maldito!

� por sua culpa que minha filha est� morta.

Fique longe! V� ou eu lhe mato!

Venha!

Monica!

Monica!

Onde voc� est�?

Monica!

Monica, o que houve?

� estranho, Paul

Vim aqui como se j� soubesse encontrar este lugar.

Tenho a sensa��o de j� ter estado aqui.

Paul, eu nunca vim aqui.

E, sem d�vida, creio j� ter visto este lugar.

Estamos trancados! Estamos trancados, a fechadura emperrou.

N�o h� nada que eu possa fazer! � imposs�vel abrir.

Vamos procurar outra sa�da.

Deve ser a cripta da fam�lia Graps.

"Melissa Graps"

Talvez se possa sair daqui.

N�o, n�o � poss�vel.

H� um abismo aqui embaixo.

Paul!

� Melissa.

Melissa. Melissa!

Minha pequena.

Minha filha.

Por que vieram aqui?

N�o deveriam profanar a paz de minha pequena.

Por qu�?

Baronesa, ocorreram coisas espantosas na aldeia.

A aldeia teve o que merecia.

Sempre odiaram a n�s, os Graps.

Deixaram minha filha morrer.

H� vinte anos� O pa�s estava em festas

Todos b�bados!

Um deles a atropelou com seu cavalo.

Ela chamou a todos, desesperadamente.

Mas ningu�m a ajudou.

Tinham medo de serem acusados

e morreu mutilada.

Malditos!

Venham, venham.

Por favor, venham.

Venham.

Vou aos seus aposentos todas as tardes.

� este. Aqui � onde brincava.

Ela era cheia de vida.

Feliz, sempre despreocupada.

Adorava olhar-se no espelho.

Mas n�o alcan�ava, tinha que ficar na ponta dos p�s.

Era a sua preferida.

Tudo est� como ela deixou.

Como suas bonecas...

tinha muitas.

Melissa!

Paul!

Paul!

Voltou a si, doutor Eswai.

Teve sorte.

Eu o encontrei no parque no momento exato.

Delirava! Estava pr�ximo da morte tamb�m.

A moeda de prata.

N�o podia fazer outra coisa pelo meu Karl.

A prata no cora��o dar� a ele descanso eterno.

Lutei com todas as minhas for�as para impedir que morresse.

Tenho temido este momento dia ap�s dia.

Eu o amava tanto...

Sem voc�, minha vida n�o tem sentido.

Te vingarei, Karl!

Irei � Vila Graps ainda que me custe a vida.

E Monica?

Onde est� Monica?

Para Monica n�o existe esperan�a, de qualquer maneira.

� irm� de Melissa. A segunda filha da baronesa Graps.

Sim, Monica, voc� � minha menina.

Sabia que voltaria para mim. Espere!

Os Schuftan eram meus servos.

Fui eu que a mantive na escola.

Se � realmente minha m�e... Por que haveria feito isso?

Bem... para afast�-la da Vila.

Temia por sua vida.

� voc�, Monica.

Tinha dois anos.

E a outra � Melissa, sua irm�.

Com a desgra�a de Melissa

Morreremos todos aqui dentro. V�timas de seu �dio.

Melissa n�o pode odiar. Ela � cinzas, nada mais.

N�o!

N�o viu? Ela ainda est� aqui.

Ela me usa para retornar at� os vivos.

Eu sou uma m�dium inconsciente

em posse de poderes sobrenaturais

que eu mesma n�o posso controlar.

E destas for�as irresist�veis, eu sou v�tima.

E � de mim que tiram a for�a para sobreviver.

Eu sei! Sei que carregam o mal.

Mas n�o posso fazer nada para det�-las.

Sou sua escrava.

Me obrigam sempre a cham�-los.

- N�o! - � absurdo, irreal!

Devo chamar Paul, imploro que me ajude.

Aten��o! Est�o vindo!

Agora, est�o chegando.

Eu sinto.

R�pido, vamos!

Eu n�o posso, Monica.

V�. V�, por favor!

Querem voc� tamb�m.

Melissa est� lhe esperando h� vinte anos.

V�!

V�!

Melissa!

Melissa! Est� aqui!

Basta! Baronesa Graps! N�o matar� mais.

Finalmente eu decidi. Vim para p�r um fim na maldi��o.

Ruth!

Est� desafiando o destino.

Porque est� escrito que morrer� nesta casa.

Nada disso me importa agora.

Darei fim � maldi��o.

Voc�... n�o tem poder sobre eles.

Voc� tamb�m morrer�!

Devo vingar Karl.

N�o deveria t�-lo matado.

Chegou sua hora!

Vai pagar.

Por todas as v�timas inocentes.

Voc� � a causa de tudo!

Voc�, que chama os mortos

para aplacar o �dio feroz

que alimenta desde que sua filha morreu.

N�o! N�o � minha culpa.

S�o eles que me obrigam. N�o � minha culpa.

S�o eles que me obrigam!

Voc� invocou Melissa com seus poderes de m�dium

para dominar e levar � morte as pessoas da aldeia

cuja vontade era anulada e n�o foram capazes de resistir, os coitados.

Mas agora seu poder mal�fico tem as horas contadas!

Acredita nisso?

� uma assassina!

Quer matar tamb�m sua filha Monica!

Sim! Tamb�m a odeio!

Os Schuftan a raptaram, fugindo pela passagem subterr�nea.

N�o queriam que Melissa os apanhasse.

Odeio a todos!

Voc� vai morrer! Todos obedecer�o a minha vontade!

Todos!

Monica!

Monica!

Monica! Abra, pelo amor de Deus.

Morra, maldita!

E contigo tuas criaturas diab�licas!

O pesadelo

acabou,

o ciclo de mortes

finalmente terminou.

Tradu��o: CAYMAN [ Da Este Strigoi] Resinc e revis�o: Zebu

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.