Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
N���ooo!! N���ooo!
Socorro!!!!
Socorro!!!!
O CICLO DO PAVOR
::::: VICIADOS LEGENDAS :::::
Tradu��o: Cayman [DA ESTE STRIGOI] Resinc e revis�o: Zebu
Est� decidido a ficar aqui, doutor?
Veja, esta � a receptividade da regi�o.
A morte!
Minhas cinq�enta coroas, doutor. Perdoe-me, mas n�o posso seguir adiante.
Sinto, mas tenho muito medo.
Acompanhei-o at� aqui porque preciso do dinheiro.
A estalagem est� mais � frente, depois daquele arco.
N�o ser� dif�cil encontr�-la, � s� perguntar. � a �nica do lugar!
Ou�a, este � um lugar maldito, esquecido de Deus.
Ningu�m nunca vem a estas paragens.
Volte para dentro, doutor, antes de que seja tarde.
Vamos!!!
Estou procurando a estalagem, sabe me dizer onde fica?
Ali est�.
Procuro o comiss�rio.
O comiss�rio Kruger
� o m�dico legal, certo?
M�dicos nunca s�o bem-vindos neste lugar.
Sil�ncio!
Doutor Eswai?
Sim.
Venha, venha
o comiss�rio est� esperando.
Basta!
J� disse que n�o sei nada sobre Irina Hollander
n�o a conhecia, comiss�rio.
Voc� sabe nada! N�o viu e nem ouviu nada!
Todos d�o a mesma resposta. Mas n�o me deixo enganar.
Por que este hermetismo? O que � que os faz calar?
Medo, talvez? Medo de qu�? Medo de qu�?
Um amuleto
Um amuleto
Isto � o que os impede de falar.
A supersti��o, a ignor�ncia!
Mas me obrigar�o a usar a for�a.
At� que me digam tudo o que sabem sobre Irina Hollander.
Voc�s ver�o.
Esperava-o chegar. Estava preocupado por voc�.
Parti logo, mas n�o foi f�cil chegar.
N�o � o �nico.
Estamos isolados do mundo. Ningu�m nunca vem aqui.
O senhor Karl, o burgomestre
V�o, mas esperem embaixo com os outros.
Chegou h� muito tempo, comiss�rio?
Cheguei antes de ontem. Mandei o chamar devido a um assunto muito grave.
Leia esta carta.
� de uma tal Irina Hollander
uma mo�a que era camareira em uma propriedade na regi�o.
A propriedade da Baronesa Graps
"N�o ag�entei mais. E decidi falar,
romper o cerco de morte que me oprime.
Venha r�pido. Desta vez sinto que me toca.
Irina Hollander."
Esta carta foi enviada � pol�cia.
Vim aqui apurar o que poderia haver de verdade.
Mas a mo�a j� estava morta. Atravessada pelas pontas de uma cerca.
Homic�dio?
Ainda n�o sei. Querem me fazer crer que foi um acidente,
mas esta carta me faz pensar outra coisa.
De qualquer maneira, isso vai ser esclarecido, doutor.
Deve fazer a aut�psia.
Burgomestre, continuaremos depois, o interrogat�rio.
Ningu�m dever� sair.
Descobriu algo, comiss�rio?
Nada! Estou lutando contra um muro de sil�ncio!
Eles t�m medo! De tudo!
T�m medo de minhas indaga��es
como se estivessem aterrorizados por alguma coisa.
Por outro lado � compreens�vel sua desconfian�a com os estrangeiros.
Sem d�vida � o primeiro representante da justi�a que chegou aqui.
Sua �nica lei � a supersti��o.
H� pouco estavam levando um ata�de�
Um ata�de? Quando?
Antes, quando cheguei...
Creio que entendo!
Querem impedir a aut�psia do cad�ver de Irina Hollander. Venha, doutor. R�pido!
Rufus! Oscar! Parem!
O que est�o fazendo? Quem os mandou enterr�-la?
N�o deixei claro?
Eu disse que o doutor viria aqui para fazer a aut�psia.
N�o se deve mexer nos mortos, � antinatural.
Levem-na para a c�mara mortu�ria.
Quando poder� come�ar, doutor?
Agora mesmo.
Mas sabe que � preciso um testemunho qualificado, � uma pr�tica habitual.
Mandei levarem o corpo para dentro, e r�pido.
E quanto ao testemunho, fique tranq�ilo, eu mandarei um...
Comiss�rio!
Comiss�rio, o burgomestre me mandou.
Pede-lhe que volte � estalagem.
N�o p�de segurar os homens que queria interrogar.
Diga que falarei com ele em seguida.
Est� bem, agora irei. Pode proceder, doutor.
- Quando acabar, venha at� a mim. - De acordo.
Senhor Karl!
Senhor Karl!
Por que todos fugiram?
Eu sinto
n�o pude fazer nada.
Tentei det�-los para o interrogat�rio
Mas quando souberam que ia ao cemit�rio,
escaparam.
Evidentemente n�o tem muita autoridade sobre esta gente.
N�o, n�o se trata disso.
Comiss�rio, eu pe�o. Deve suspender essa aut�psia!
Voc� tamb�m, Karl?
Tem que escutar-me, n�o deve tocar o corpo de Irina Hollander.
Esperava sua colabora��o
mas agora me dou conta de que est� de acordo com os demais
para ocultar a verdade!
N�o!
N�o, comiss�rio.
Mandei cham�-lo para explicar-lhe que se o povo n�o fala
n�o � por esconder nada,
e sim por medo.
E n�o me envergonho de confessar
que tamb�m tenho medo.
Medo do que poder� me acontecer
se for revelado o segredo da Vila Graps.
Vila Graps?
� uma hist�ria imposs�vel, alheia �s leis da natureza.
Ser� dif�cil crer em mim
mas a morte de Irina Hollander
n�o foi devido a um acidente
nem a um homic�dio.
Dr. Eswai?
Sou Monica Schauftan.
O comiss�rio pediu-me para que o assista.
A verdade � que preciso de um m�dico.
Estudei ci�ncias em Grattensburg.
Sou a �nica aqui que pode ser-lhe �til.
� daqui?
Sim, nasci aqui. Mas vivo fora desde que tinha um ano,
cheguei justamente no dia em que esta mo�a morreu.
J� assistiu a alguma aut�psia?
N�o, nunca.
� incr�vel!
Introduziram uma moeda no cora��o dela!
Tal como diz a lenda.
� uma antiga lenda�
da qual se fala por aqui h� s�culos.
S� uma moeda no cora��o
pode trazer paz
�queles que morreram de maneira violenta.
Apesar da aut�psia�
n�o pudemos averiguar se trata-se de um acidente ou um assassinato.
Aquela moeda.
Quem a p�s no cora��o da mo�a?
- E por qu�? - N�o pensemos nisso agora.
O comiss�rio Kruger esclarecer� tudo.
Assim espero.
Bem, chegamos. Vivo aqui.
Sou h�spede da senhora Moran.
Escute, s� por curiosidade�
Como � que nunca voltou a este lugar?
Vim apenas para visitar a tumba de meus pais.
Nunca os conheci.
Me deixaram uma pequena renda com a qual tenho vivido...
Estou agradecido, Monica. Foi verdadeiramente muito valente.
Agrade�o.
Tenha uma boa noite, doutor.
Boa noite, Monica.
Lhe disseram que n�o deveria profanar os mortos, doutor.
Quem o faz tem que pagar com a vida.
Deve enterrar
Deve enterrar esta mo�a!
Por qu� n�o o fez?
Quietos!
Doutor!
Doutor!
O comiss�rio foi � Vila Graps devido a uma ocorr�ncia urgente.
Saiu h� uma hora. Deixou em seus aposentos uma carta para voc�.
N�o disse quando voltaria?
Nunca se volta da Vila Graps! Oh!
Como? Por que diz isso?
N�o disse. N�o lhe disse!
N�o � verdade! N�o se aproxime! Saia!
V� ao seu quarto, a ceia estar� pronta logo.
Eu n�o! Eu n�o!
O que h�, Nadienne?
Ali, na janela!
O que viu, Nadienne? Voc� a viu?
Oh, � terr�vel!!
Nossa filha foi marcada, j� n�o h� esperan�a.
- N�o h� nada que possamos fazer? - V� cham�-la. V� logo, r�pido!
Estava me procurando?
Escutei que precisava de mim.
"Caro Eswai,
o burgomestre me revelou coisas que me parecem incr�veis.
Entretanto, me encontro na Vila Graps, da baronesa, para uma verifica��o.
Estarei com voc� assim que puder, Comiss�rio Kruger."
Fique tranq�ila, Nadienne.
N�o acontecer�.
A maldi��o n�o a tocar�
Dispa-a.
Sangue! Tem valor! A morte n�o entrar�!
Afaste-se! N�o venha! N�o se aproxime de Nadienne!
N�o se aproxime de Nadienne!
Afaste-se! N�o se aproxime!
Afaste-se! N�o se aproxime!
Ouviram-na? Est� aqui, escutaram-na?
Quer se vingar por que eu falei.
N�o diga isso, minha filha!
N�o a ouviram?
Isto te proteger�. N�o deve tir�-lo nunca.
Est� acabado.
N�o, n�o. Saia por aqui. N�o devem v�-la.
Assisti ao seu ritual.
Por que exorcizou a mo�a?
Voc� pode me ajudar, certamente sabe muitas coisas sobre este lugar.
Por que as pessoas recorrem � sua magia?
Do que t�m medo?
Sobre esta gente pesa uma terr�vel maldi��o.
Fique atento, voc� tamb�m est� em perigo.
Irina Hollander foi levada para a morte.
Por quem?
V�-se, doutor.
Sei de coisas que a ci�ncia n�o pode explicar.
Avise logo ao comiss�rio.
Fa�a com que parta tamb�m, que suspenda o interrogat�rio.
O comiss�rio Kruger est� na Vila Graps para concluir os interrogat�rios
� um homem pr�tico e decidido que n�o se deixa sugestionar por fantasias.
Chegar� ao fundo deste assunto.
Onde fica a vila?
Quero encontrar-me com ele.
N�o v�, doutor! N�o v� l�! Eu o aconselho.
Todos falam com terror desta Vila.
Como se n�o quisessem nem pronunciar seu nome.
� algo que quero descobrir.
Vila Graps fica ali.
Um momento.
N�o saberia nada sobre esta moeda?
Encontrei-a hoje no cora��o de Irina Hollander.
Esperava que me ajudasse a entender.
J� disse que n�o sei de nada!
V� l�, se quiser,
mas ainda est� em tempo de desistir.
Obrigado. Espero voltar a v�-la.
Nunca voltar� dessa Vila!
Karl! Amor!
O que houve?
Mais outro.
� uma corrente mortal
que n�o se romper� nunca.
Na Vila Graps
vive a morte!
Sim, vive a morte.
E s� se poder� p�r um fim com a pr�pria morte�
Mas agora v�. Preciso fazer vir o coche.
Como sabe, a terra deve cobri-lo antes de que saia o sol
e com seu peso envolv�-lo para que permane�a nela para sempre
N�o lhe reter�o.
Ter� paz.
Kruger!
Comiss�rio Kruger!
O que quer?
Perdoe-me, mas procuro o Sr. Kruger, o comiss�rio.
- N�o vi o comiss�rio.
Disseram-me que estaria na casa da Baronesa Graps.
A Baronesa Graps sou eu.
E ningu�m vem nunca a esta casa. Estou sozinha. V� embora!
N�o, espere,
V� embora! Para o seu bem!
Deixe-me em paz!
Ol�!
Como se chama?
Melissa
Me chamo Melissa.
Melissa
Melissa
Abra, por favor! Tenho medo! Abra, eu imploro!
Senhora! Senhora!
Abra, por favor! Tenho medo! Abra, eu imploro!
V� embora! N�o quis me escutar!
N�o tinha que ter tocado naquela mo�a.
Monica!
O que faz aqui? Venho de sua casa, Paul.
O que h�? Tive um pesadelo.
Estou assustada e n�o ag�ento mais.
Acalme-se! Est� impressionada pela aut�psia.
A corda est� firme!
Tire-me daqui, Paul!
Viu s�? Era o vento.
N�o, n�o era o vento.
� o �dio, que a move. Soa sempre assim, quando algu�m vai morrer
desde que ela morreu dessangrada.
Quem?
Era uma menina de sete anos
Segurou-se na corda daquele sino para pedir ajuda.
Se chamava Melissa.
Melissa..
Escute, a Srta. ficar� aqui esta noite. Prepare-lhe um quarto.
E o comiss�rio Kruger, voltou?
N�o, n�o o vi.
Marta!
Marta, v� para cima. Deve preparar um quarto para a senhorita.
Agora mesmo.
Paul, ouviu o que disse o estalajadeiro?
N�o foi o vento que fez soar o sino.
Monica!
N�o deixe sugestionar dessa maneira.
Esta regi�o n�o � como as outras.
At� a igreja est� profanada
e em ru�nas. O povo parece n�o ter f�.
N�o, trata-se apenas de gente humilde presa da supersti��o
Senhorita, pode vir.
Boa noite, Monica.
Boa noite, Paul. E obrigada.
Nadienne!
Nadienne, o que h� com voc�?
Tem muita febre.
Como se sente?
O que faz aqui? O que quer?
Saia! N�o � assunto seu.
N�o parece que j� sofre o bastante?
N�o deve toc�-la! Saia daqui!
Por que fazem isto?
Est�o loucos?
Querem mat�-la?
Insanos!
Seus sortil�gios s�o absurdos!
Estas Feridas poderiam mat�-la.
Minha filha morrer� de qualquer jeito.
Nada a pode salvar.
Cale-se! Cale-se!
Tranquilize-se, Nadienne.
Tudo passar�, voc� ver�.
N�o � nada.
Fui escolhida!
Fui escolhida!
Fui escolhida!
N�o me salvar�! Eu sei!
Eu sei!
Est� muito agitada. O pulso � irregular.
Precisa repousar.
Lhe darei um sedativo.
Deixei meus instrumentos no quarto do comiss�rio. Venha, Marta.
D� isto a Nadienne, quando amanhecer. Recomendo n�o mais que vinte gotas.
Certo
- Se precisar de mim, me chame. - Obrigada, doutor.
"Al�m do mais, acho necess�rio escrever que tudo o que o burgomestre Karl
disse a mim, comiss�rio Kruger, tem bastante controv�rsia.
Segundo o burgomestre, a regi�o � v�tima de uma maldi��o
iniciada com a morte da pequena Melissa Graps.
Desde ent�o, segundo as cren�as desta gente
Melissa volta para errar entre os vivos
e, coisa ainda mais incr�vel,
as pessoas para quem aparece
morrem em circunst�ncias misteriosas que os camponeses cr�em ser sobrenaturais."
Vamos depressa, n�o percamos tempo.
R�pido, r�pido!
Paul!!
H� luzes no cemit�rio. O que significa isso?
Sim, tamb�m vi.
Poderia ser o Comiss�rio Kruger.
Pode que ser que tenha descoberto algo.
N�o, n�o! N�o v� l�, Paul!
� improv�vel que seja o comiss�rio Kruger.
O que poderia fazer ali � noite?
N�o sei�
Mas quero esclarecer!
Kruger!
O burgomestre mora aqui.
Karl!
Senhor Karl!
Sim, estou aqui. Entrem.
Venha, doutor.
Sabia que viria.
Encontrei o corpo do comiss�rio Kruger no cemit�rio.
Eu sei. Pode lev�-lo.
Foi morto com um tiro de pistola na cabe�a.
N�o fale comigo neste tom!
N�o disse que o matei.
Outra v�tima das for�as demon�acas, n�o?
E talvez tenha tamb�m uma moeda no cora��o.
Sim.
Sim, para impedir que seu esp�rito responda ao chamado
de Melissa.
Entendo que pare�a imposs�vel a um homem de ci�ncia como voc�.
Li tudo que disse ao comiss�rio Kruger.
N�o pensa que eu possa crer em todas estas lendas.
Tampouco eu acreditava.
N�o se tratam de lendas
mas sim, de uma horr�vel realidade.
Nestes �ltimos anos
mais de dez pessoas foram levadas � morte.
Todos gente s�, despreocupada,
sem inimigos.
Todos estamos em perigo aqui. Escute-me, Eswai.
V� embora o mais r�pido poss�vel.
Voc� tamb�m, senhorita, v�! N�o deveriam nunca ter vindo a este lugar!
Nasci aqui e aqui repousam os corpos de meus pais.
As tumbas para as quais levou flores...
n�o s�o de seus pais.
Os Schuftan nunca tiveram filhos.
N�o!
N�o � poss�vel! N�o � verdade!
� outra absurda inven��o.
Tenho a prova do que digo. Os Schuftan me deixaram um envelope selado
para entregar-lhe no caso de voc� voltar.
Eu o guardei zelosamente.
Os Schuftan eram criados na Vila Graps.
E seu destino, Monica,
como o nosso, est� ligado �quela vila.
Agora lhe darei o envelope.
Lembre-se, doutor, a verdade que voc� procura
se encontra na Vila Graps.
Me pergunto se devemos acreditar nele.
Karl!
Karl!
Abra! Abra!
N�o posso mais! N�o posso mais!
Contenha-se, pelo amor de Deus!!
Nos matar� a todos, Paul.
Pare j�!
Devemos chamar algu�m!
Venha!
Retire-se!
O burgomestre est� morto, covardes!
S�o uns covardes, eu os matarei a todos!
Ningu�m vir� em nosso aux�lio! T�m medo!
Vamos.
Vamos, assassino!
Matou minha filha Nadienne, n�o foi suficiente?
V�! V�, maldito!
� por sua culpa que minha filha est� morta.
Fique longe! V� ou eu lhe mato!
Venha!
Monica!
Monica!
Onde voc� est�?
Monica!
Monica, o que houve?
� estranho, Paul
Vim aqui como se j� soubesse encontrar este lugar.
Tenho a sensa��o de j� ter estado aqui.
Paul, eu nunca vim aqui.
E, sem d�vida, creio j� ter visto este lugar.
Estamos trancados! Estamos trancados, a fechadura emperrou.
N�o h� nada que eu possa fazer! � imposs�vel abrir.
Vamos procurar outra sa�da.
Deve ser a cripta da fam�lia Graps.
"Melissa Graps"
Talvez se possa sair daqui.
N�o, n�o � poss�vel.
H� um abismo aqui embaixo.
Paul!
� Melissa.
Melissa. Melissa!
Minha pequena.
Minha filha.
Por que vieram aqui?
N�o deveriam profanar a paz de minha pequena.
Por qu�?
Baronesa, ocorreram coisas espantosas na aldeia.
A aldeia teve o que merecia.
Sempre odiaram a n�s, os Graps.
Deixaram minha filha morrer.
H� vinte anos� O pa�s estava em festas
Todos b�bados!
Um deles a atropelou com seu cavalo.
Ela chamou a todos, desesperadamente.
Mas ningu�m a ajudou.
Tinham medo de serem acusados
e morreu mutilada.
Malditos!
Venham, venham.
Por favor, venham.
Venham.
Vou aos seus aposentos todas as tardes.
� este. Aqui � onde brincava.
Ela era cheia de vida.
Feliz, sempre despreocupada.
Adorava olhar-se no espelho.
Mas n�o alcan�ava, tinha que ficar na ponta dos p�s.
Era a sua preferida.
Tudo est� como ela deixou.
Como suas bonecas...
tinha muitas.
Melissa!
Paul!
Paul!
Voltou a si, doutor Eswai.
Teve sorte.
Eu o encontrei no parque no momento exato.
Delirava! Estava pr�ximo da morte tamb�m.
A moeda de prata.
N�o podia fazer outra coisa pelo meu Karl.
A prata no cora��o dar� a ele descanso eterno.
Lutei com todas as minhas for�as para impedir que morresse.
Tenho temido este momento dia ap�s dia.
Eu o amava tanto...
Sem voc�, minha vida n�o tem sentido.
Te vingarei, Karl!
Irei � Vila Graps ainda que me custe a vida.
E Monica?
Onde est� Monica?
Para Monica n�o existe esperan�a, de qualquer maneira.
� irm� de Melissa. A segunda filha da baronesa Graps.
Sim, Monica, voc� � minha menina.
Sabia que voltaria para mim. Espere!
Os Schuftan eram meus servos.
Fui eu que a mantive na escola.
Se � realmente minha m�e... Por que haveria feito isso?
Bem... para afast�-la da Vila.
Temia por sua vida.
� voc�, Monica.
Tinha dois anos.
E a outra � Melissa, sua irm�.
Com a desgra�a de Melissa
Morreremos todos aqui dentro. V�timas de seu �dio.
Melissa n�o pode odiar. Ela � cinzas, nada mais.
N�o!
N�o viu? Ela ainda est� aqui.
Ela me usa para retornar at� os vivos.
Eu sou uma m�dium inconsciente
em posse de poderes sobrenaturais
que eu mesma n�o posso controlar.
E destas for�as irresist�veis, eu sou v�tima.
E � de mim que tiram a for�a para sobreviver.
Eu sei! Sei que carregam o mal.
Mas n�o posso fazer nada para det�-las.
Sou sua escrava.
Me obrigam sempre a cham�-los.
- N�o! - � absurdo, irreal!
Devo chamar Paul, imploro que me ajude.
Aten��o! Est�o vindo!
Agora, est�o chegando.
Eu sinto.
R�pido, vamos!
Eu n�o posso, Monica.
V�. V�, por favor!
Querem voc� tamb�m.
Melissa est� lhe esperando h� vinte anos.
V�!
V�!
Melissa!
Melissa! Est� aqui!
Basta! Baronesa Graps! N�o matar� mais.
Finalmente eu decidi. Vim para p�r um fim na maldi��o.
Ruth!
Est� desafiando o destino.
Porque est� escrito que morrer� nesta casa.
Nada disso me importa agora.
Darei fim � maldi��o.
Voc�... n�o tem poder sobre eles.
Voc� tamb�m morrer�!
Devo vingar Karl.
N�o deveria t�-lo matado.
Chegou sua hora!
Vai pagar.
Por todas as v�timas inocentes.
Voc� � a causa de tudo!
Voc�, que chama os mortos
para aplacar o �dio feroz
que alimenta desde que sua filha morreu.
N�o! N�o � minha culpa.
S�o eles que me obrigam. N�o � minha culpa.
S�o eles que me obrigam!
Voc� invocou Melissa com seus poderes de m�dium
para dominar e levar � morte as pessoas da aldeia
cuja vontade era anulada e n�o foram capazes de resistir, os coitados.
Mas agora seu poder mal�fico tem as horas contadas!
Acredita nisso?
� uma assassina!
Quer matar tamb�m sua filha Monica!
Sim! Tamb�m a odeio!
Os Schuftan a raptaram, fugindo pela passagem subterr�nea.
N�o queriam que Melissa os apanhasse.
Odeio a todos!
Voc� vai morrer! Todos obedecer�o a minha vontade!
Todos!
Monica!
Monica!
Monica! Abra, pelo amor de Deus.
Morra, maldita!
E contigo tuas criaturas diab�licas!
O pesadelo
acabou,
o ciclo de mortes
finalmente terminou.
Tradu��o: CAYMAN [ Da Este Strigoi] Resinc e revis�o: Zebu
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.