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Ah! Ah, não! E nome de patres e fili e Espíria de santi . . Mas era o único. Deus escreve direito para
unhas tortas. Natário, ainda à sorte, ele vai sorrer. Desde o 8 de Ias. Mas afinal, o que é que o
levou? A gula nos carros. Quando digas, é uma vergonha, uma autêntica vergonha. Mas desde
quando o poder político interfere nas questões eclesiásticas? Digam-me, onde é que isto vai
parar? Se tu o que é que se passa? Não me diga nada. Amaro Vieira. Lá que há favor aí que o rapaz tem
grandes padrinhos, disse não à dúvida. Sabe quem nos escreve? Para a confirmação. Brito Correia. O
ministro das Justiças, Senhor Centro. E chamem-lhe um rapagão. Sim. Enfim, perdemos o
nosso bondoso Freibaco. Para o ministro nos mandar agora um Freia Polo. Lembro-me bem dele. Um
rapaz fracuito, acanhado e vexigoso, mas com um timbre de voz que até parece gente. E vem mesmo
acalhar, para pôr um bocado de sentimento nos sermões da Semana Santa. Ah, então, Senhor
Cónigo, conhece o bem? Conheço-te. Foi meu aluno no seminário. Bom estudante, hein? E
inteligente. Escreve o que eu te digo, Carlos. Para este, é certa uma conésia. Talvez mesmo a
glória de um bispo. Bom dia, Fins. Ah, já vai ver que nunca mais chegaves. E tal? Anovidades. Vamos,
até logo. Até logo. A minha ideia, Libanim, é meter-o em casa da São Joneira. É que bem pensado.
Libanim, tem ideia assim, Senhor? Um belo negócio para a São Joneira, o quê? Sempre tinha o paro pela
em casa. É claro, claro. Agora, por causa da minha alinha que eu já não sei. Que ela é muito nova, é
bonita. Ora, histórias. Eu estou ocupado de um aqui, não vivo com a afliada da mãe. E o Natário não
vivo com as duas sobrinhas. Tá, mas olha a família que não se livram. São Joneira é dovos quartos,
como se fossemos pederia. Até o secretário de aula esteve durante meses. Olha, estamos a falar dos
jovens e aos. Dica a diferença, o Conor. Mais garantias, Libanim, mais garantias. O Amaro
sempre me pareceu um rapaz às direitas. E muito respeitador dos procedos da igreja. Olha o que ele
escreveu. Deixa lá, Fébio. Caro Conor, dias. Descrevo-lhe a propósito da minha escadalheria.
Me vê, meu caro padre o mestre, que era isto o que verdadeiramente me convinha. Eu não quero luxo,
está claro. Um quarto e uma saleta seria bastante. O que é necessário é que a casa seja respeitável,
que a patroa tenha bom gênio e que não pensa a mãos e fontes. Deixo isto tudo a sua mercê, potência e
capacidade. E creia que todos estes favores não queiram entrar em brindarato. O seu amigo, Amar
Fébio. Tenho o Calipto. Tenho o Calipto? Eu estou à procura de pinheiro, porque é que não diz que era o
Calipto, da Ana Maria. Não, não disse, não. Ah, aqui está. Parece que já temos o padre novo. Ai,
abençoado-se já de hoje. Amaro. Pô, Pô, é de amastro. Seja bem-vindo. Muito obrigado. Laria,
tenho um... uma séia imponente. Vamos lá no passeio. Vai ver que Laria é uma bonita cidade.
Vamos. Muito obrigado. Muito obrigado. A Esquadra é figura. Pensa-me, a de seus nomes. E
eles estão no meio de nós. A amigo me consola. E que ele seja um rapaz novo para ele. E já bastamos nós.
Aqui tem você, o seu palácio. E aqui tem a senhora, o seu hóspede. Dona Augusta Caminha, mais
conhecida por São João Neira, o senhor Padra Amaro. Muito honra em receber o senhor de parco. A
honra é toda minha. Dona Augusta. Mãos tempos, não era Padra Mestre. Ah. O mar que é feito de marreco,
dispensei-lo. E o caroço que roubava as batatas. Esses dois eram jeitosos, não é? Eram os pobres
diabos, coitados. E onde está hoje a piquenane? Foi à nossa fazenda, com a dona Maria. Esta senhora
é uma grande proprietária. Aquilo é um condado. Não liga, senhor parco. Não é joga de terra. Ah,
mulher, vai te ir lá para dentro, queres? Ela parece doente. Pobre de Cristo é óbvio, Fã. Esta
santa, para além da Rússia, trata de uma tia que está entrevada a vai para mais de dez anos. Existe
um grande gesto, minha senhora. As duas já estão nas minhas orações. Dona Augusta. Amanhã é esta
esta feira. É dia de juz. Não esteja com a preocupação de lembrar o juz, senhor parco. Eu
tenho um maior escrupulo. Sim, claro, claro que sim. Eu peço desculpe, eu apenas disse isto porque
infelizmente está muita gente que já não cumpre. Boa noite. Boa noite, Amélia. O senhor parco,
claro que já chegou. Fez boa viagem. Fez, graças a Deus. Por aqui, por favor. Tenha uma boa noite. Boa
noite, senhor parco. Eu estou com a preocupação de lembrar o juz. Eu estou com a preocupação de
lembrar o juz. Eu estou com a preocupação de lembrar o juz. Eu estou com a preocupação de
lembrar o juz. Eu estou com a preocupação de lembrar o juz. Oukun Juanera? Entra o libaninho. .
. Entra. Aménette, estas aqui. Eu já não tenho muito tempo que vem as sustain crianças com o
rosto. É o nosso padre. É do que tal. Te é bom feito, ué? Uma maravilha, Libaninho. Mas sim, Lógen. Sei
de caridade. Ai, com uma bela voz. Ainda bem. Para, vens, rica, amiga. É calma honra ter o parco como
óssepe, senhor. Ai, eu vou andando, que eu ainda tenho que ir à repartição. E olha que eu ontem rezei
a salverrinha que me pediste sua ingrata. E logo à noite, vens, Libaninho? Não, que hoje não posso,
ué? Ah, vandei a Libaninha. Com melinha. Ai, esta rapariga que está mesmo uma flor. Olha quem salva a
vana de tua graça bem, eu sei quem era. Pelo óbvio, mulher. A final de quanto tempo é que começou a
levar na Serra? Quase dois anos. É curto. E acha que tem condições para estar na frente desta
paróquia? Com a ajuda de Deus e as orientações do Senhor Chântre. Acredite que estamos todos muito
empenhados no seu sucesso. E eu vou acompanhar-te perto de seu trabalho. Seja bem-vindo, Aliria. Eu
acho que o Chântre não gosta de mim. Queria ir a Vana para o que é o Natário. Ah, então é por causa disso?
Também. Mas no fundo, não tem um não gosto daqueles que lembram que é a que é a Matemais. Mas
imagina-me, pode ter mais tempo. Seja mais um porco, Sr. João Eduardo. Eu agradeço a menina,
Melio. E a que horas vem, Sr. Paraco? O quão de dias foi mostrado da cidade? Devem estar a chegar.
Muito boa tarde. Então? Foi bom o passeio? Já mais a volta, Aliria. Fartámos-nos de caminhar. Não
achou a cidade bonita, Sr. Paraco? Achei sim. Muito bonita mesmo. Ainda não sei o que é que é.
Especialmente junto ao Rio Lig. Aqueles arvoreiros junto à água sentem-se uma paz de
espírito. Aliria tem coisas muito bonitas. Mas a minha preferida é a Senhora da Encarnação. Tem
calma, Vísta. Eu também gosto muito do Rio. Tem uma certa melancolia e eu gosto muito de ficar lá
sentada a ver a água correr. O que será feito o Sr. Padre Burrito? Tenho visto o ir de cavalo para os
lados da Barrosa. É me lagra ter o Sr. Reparado no Padre Burrito. Sr. Paraco? Bem, pode trazer o Sr.
João Eduardo ao caminho do bem. Então, porque acha que eu não ando no caminho do bem? Com as coisas que
ando a dizer sobre a Santa da Arregaça, não lhe vai calhar o céu, digo-lhe o eu. Acha que a Santa é uma
impostora? É, Sr. João Eduardo? Pense desculpa à minha ignorância, mas eu penso que não conheço
essa Santa. Não diga que não sabe quem é. Ah, há de ter ouvido. Deste de nojornais de Lisboa não se
fala outra coisa. Oh, Sr. Paraco, que é o milagre dos milagres. É uma mulher que está numa tâmula
entrevada há mais de 20 anos. É uma... há 25 anos. O Sr. é daquilo amor de doença nervosa. O Sr. é um
homem sem religião, sem respeito pelas coisas sagradas. Filha minha não levava a ele. Eu estou
apenas a repetir o que ele disse aos médicos. Eu não se preocupe. Eu não tenho quaisquer pretensões em
casar com ninguém da sua família. Nem mesmo consigo, Dano Josepha. Oh, filha, toque uma
música alegre. Mas sim, toque a paloma. Posto tanto. Jornalista 84. Alguém quer mais um pouco?
Porto, eu gastar uma delícia. Eu quero porto. Obrigado. 43, 4, 3. 42, não, 40 e 10. Nem um. Ah. Será
que só a pinta madrinha. 33, 3, 3. Verdade, Cristo, é verdade. 33. 6, 5, 65. Não, está aí 63. 11, 1, 1. Ah,
ele está, ele está, ele está. Já só falta 36 para a Amélia e o senhor para o Quinago. Vamos ver se que
não junta. 25, 2, 5. 25. Não, não, não. Ainda vai ser. Não, não. Ainda tem sorte. 2, parede de bois.
4, não. Não sai nada. Ah, é a Amélia. Ah, o seu corno, dá-me lá com isso. Mas, não. Estava, estava. Não
está a entender. Nova Tute para que comecei a ser 36. A Era? Pois aqui tem. 36, 3, 6. Olha, desde o 0 de
0. 4, 4. 4, 4. Olha, mas está a ver se tem corno. 4, 4. 3, 4. 4, 4. 4, 4. 4, 4. 4, 4. Que está aí? Que está aí? Se
sua menina velha o ouvir sobe os carregos. Ah, ahm... Aí, ao pé da mesa está uma bilha. Consegue
ver? Achei. Achei, sim. Muito obrigada. De nada. Boa noite. O que é isso? O que é isso? O que é isso? O
que é isso? O que é isso? O que é isso? O que é isso? O que é isso? Pai Pá,umuz temos aquele grão de bico
que o Seu parco tanto gosta. Estrague-me comigo. Alá da essa. Agora se me dá licença, eu preciso ir à
cozinha ver como as coisas estão. Claro. Cara, tenho de amor? Não, Sr. Parco. Ninguém me quer.
Então, o Ninamele não diga isso. Sr. Parco? Eu gosto muito de seu crucifixo. É muito bonito. Este
crucifixo foi a marquesa de Aleiores, que mudou no dia em que eu mordei o padre. E é bonita? Foi a
marquesa de Aleiores. Marquesa de alegro. Marquesa de alegro, dizer... uma pessoa
especial. Cuidou de mim quando os meus pais morreram. Sabe que a Marquesa de alegro também
mencionou a... a tocar uma música. É no piano? No piano, sim. Então o senhor Parque sabe tocar
piano? Que bela surpresa! Eu não sei tocar piano, sei tocar uma música que é esta e mal, na verdade.
Estão crescendo-se aqui comigo? Toca comigo, por favor. O que está a ler? Lá em cima. Então... é para
sim. Para mim? Sim. Muito obrigada, senhor Pares. É um livro muito bonito. É de uma grande fusão.
Obrigado, senhor Barco. Bem, também vou ver se ainda não me perdiste. Um rosto. Alguém vai
fazer-lhe uma visita? Um rosto. Não, é o Senhor Padre Amaro. Bom dia, bom dia. Você me diste bem?
Não, não é verdade. Gostou muito por quadrumecer. Gostou de ficar com a gente. Gostou de ficar com a
gente. Não, mas acho que não, não se preocupe. Gostou dos cânticos, minha amélia. Mas era só um
dia de Sr. Parpe. Bem, o dever chama-me. Se não se importam, eu vou andando. Com certeza, esteja à
vontade, Sr. Parpe, qual é a sensação? Tenho um bom dia. O Senhor se tornou um dia de Sr. Parpe. Ele é um
dia de Sr. Parpe. Ele é um dia de Sr. Parpe. Ele é um dia de Sr. Parpe. Ele é um dia de Sr. Parpe. O Senhor
Padre está muito bem disposto. Eu hoje nada é capaz de me tirar a boa exposição. Ainda não me veio
visitar. Bota, para você, Sr. Paro. Nem calculo que estes dois têm para equipar o rato. Ah, sim? Tem
mais novidades? Sim, eu bulio-do-tio-lho numa casa para render. A casa é grande, mas é out grande,
pelo meu só pessoa. Está a pensar dividir casa com alguém? Sim. Sim, menina, ela e quisesse. Está
tudo bem, Sr. Parco? Está. Está sim. Está tudo muito bem. Sim, não lhe sensa, eu já deixo. O senhor
João Eduardo, por favor, passar umas agulhas e ela a azul. Claro que sim. Obrigada. O que é isso? O que é
isso? Meu Deus, o Senhor nos deu um bom dia. Bom dia, Eduardo. Bom dia, Sr. Parco. Estão aqui sozinho?
Não, nem na melinha, não tomo pequeno almoço. Mas que tal? A Amélia e a Rússas estão para fora. Vão
passar o dia à nossa faceta. Não há nada como usar-os do campo primeiro. Então, é que não se
sentam. Não, muito obrigado, padre Mestre. Eu tenho que ir para a Sé. Tenho pessoas à minha
espera. Ah, mas está ao menos uma chave na Txá. Não vai para a rua, enjunto. Muito obrigado, doen
Augusta. Bem, condizença. Um bom dia. Bom dia. Deus o venço. O que é que é que é? O que é que é? O que é
que é? O que é que é? O que é que é? O que é que é? O que é que é? O que é que é? O que é que é? Almar, você hoje
parece que tem peso do mundo sobre os hombros. Vamos lá, vamos lá. Amar, você hoje parece que tem
peso do mundo sobre os hombros. Olhem o que é que se passa. Se passa nada, padre Mestre. Você sabe
falar ajuda. Você sabe falar ajuda. É para isso que existe a confissão. Sabe que na nossa missão há
momentos de dúvidas, principalmente quando nós ainda somos novos. Mas eu não tenho dúvidas, Padre
Amécio. Pois eu, com a sua edade, tinha, e muitas. E se alguma coisa aprendia ao longo dos anos, é que
falar al via. É como encontrar Deus, sabe? E Deus está nos meus. Deus tem tudo. Mas nós somos
eclesiásticos. Mas se um eclesiástico, e é um homem, não é? E os homens são todos feitos do mesmo
barro. Regem os seminários, dirigem as consciências com o apoio de Deus. Seja por luxúria
ou por saudades da mãe, todos precisamos de um calor humano, meu Carla Mar. É verdade, filhos.
Desculpe lá o meu atraso hoje. Mas é que eu passei a lina em Greja de Nossa Senhora de Ermida. Tava lá o
padre nos a dizer uma missa de intencção e um papelia logo. Vim com o Soladinho com a Graça de
Senhor. Ai, gracia, tezinho. Olha que arranjo me parece agora. Ai, filhas, mulheres, quem é esse
que mais peras? Maduras e de sete cotovelos. Olha, aí é que as espalhas à vontade. Tira daqui a
mãozinha, laduteaco. Se o Senhor disto nem no reino dos céus. Esta canja estava divina-al.
Graças a tezinho, é meu amor, minha fulga caníço. Toma lá uma para ti, vá. Anda lá. Até que foi aí?
Olha, não me olhes com essa cara que me fazes revolver os intestinos, hein? Tivesse eu vinte
anos. Tivesse eu vinte anos que eu dizia-te. Ai, o que é que fazias? Olha, dava-te uma esfrega. Ai,
que nojo, mulher. Nem me digas isso, que até se me dá um arrepímpulo a espinhar acima. O amor de Deus.
Olha, garotchete. Influcimento é cada vez mais pobreza. Ora, Batoforma, que há em preguiça. A
falta de mão de obra nos fazendas. E me abundam por aí mais riscos como pinheiros, apetite porta em
porta. Há famílias inteiras a dormir em um chão. Como por que se imaginem? A pobreza sempre agradou
a Deus nosso Senhor. A agradou, mas é bom que haja dinheiro nos bolsos para fazer doce a igreja, não
é? Propriedade. E está toda na mão de igreja, toda. Para internizar a elevação do culto e a propagação
da fé. A grande causa da miséria é a grande moralidade. Na minha freguesia há raparigas que
se metem em palheiros e passam lá à noite como a cambada de marmanjo a frunicar. Eu não sei o que é
que se passa na sua freguesia. Mas se há coisa, um mau exemplo vende de cima. O bê dizer para o após o
lássir da barrosa. Seu e a mulher do rujedor. Obrido, obrido. São colônias. Bom, mas aqui para
nós, meus caras, a mulher do rujedor é uma mulher de mão cheia. O que é que você já vos disse? Isso é
mentira. Quem ainda espalharia isso é uma orgada da comiada. O rujedor não votou com ele na eleição.
É com certo como eu estar aqui, mas eu juro que o pôr traquemos dentro dos todos. Eu pôr traquemos aos
os todos. Ah, Elionso, me tem calma, não tem nervos. A mordade continua a ser de oposição. Mas
já leva 80 votos à urna. Todos nós sabemos que os pôr te cozinharam deputados. Aqui o Natário nas
últimas eleições arrasou 200 votos. Ai, 200? 200. Um milagre. Um milagre? E ele é que era ele mesmo,
mano? Na véspera da eleição, usaram a chegar à freguesia cartas vindas do céu e assinadas pela
Virgem Santa Maria. Cartas a pedir votos para o candidato do governo. Compromessas de salvação e
lugar no céu. Ah, é uma graça divina, está bem já percebido. E a confissão não diz nada. Mas aí já
passa pelos mulheres. Que felizmente não vota, mas a coisa é sempre garantida. Tira-se grande
partido da confissão, Divina. Vocês brincam, mas a confissão é um ato sagrado? Senhoras, a
confissão é um ato sério? A confissão é essência do sacerdócio. Leia Santo Inácio, leia São Tomás.
Afectado, isé, que eu não li ação. Irmão, irmão Natário. Irmão, vamos lá parar com a sua batinha.
Ora, vai lá. Obrigado. Saúde. Saúde, saúde. Saúde. Saúde. Ajuda-nos. É como ele diz, Amaro.
Esses malditos republicanos, os amapé secos, agarram um pau de mermelho e coram-os todos
apaulados. Se isso pudesse, Natário, pudesse. Pudesse. O Ibaníaco. Papá da Marta. Entra.
Desculpe. Sabe qual é o caminho para a Leirinha? O caminho para a Leirinha está ali para trás. Já
passamos para ele. Mas... Mas vai deixar-nos, já. Infelizmente sim. Vou aproveitar para preparar a
missa da manhã. Ah, tá, mas vai a pé? Vou. Sim, eu não me importo. Na verdade, aproveito para meditar.
Claro. Faça-me, por favor. Importa-se levar o meu cavalo para a Leirinha. Levo, levo o cavalo para os
meus. Muito obrigado. Veja. Veja. Você está em favor. Vem, vá. Você sabe que não tem um
contrapasho. Já, para o que eu vejo. Por aqui? Sim, viemos quando a Ana Maria é quinta. Ah, e já aquela
quinta, no fundo? Sim. E a nossa fazenda é já aqui embaixo, a seguir à ribeira. E o que é que está a
colher? Estas bacas. São muito boas para as duas te costas. Pense no fresquinho com um bocadinho de
álcool. E são uma mesinha perfeita para as duas bombas. É que é um barco. Russa. Obrigada. Eu ia a
caminho de Leiria. Estivemos a almoçar em casa do abato ferrão, eu convidou-lhe. Eu conheço um
atalho. E já aqui embaixo. Posso mostrar-lhe. Venha. É já aqui? Quando era pequena, nunca ia dar a
volta pela cancela. Atravessava sempre aqui pela ribeira. Havia-meus pedras grandes.
Escorregava tantas vezes de cada trampolhão. Eu era uma criança muito ergueta. Eu estava muito na
casa. Agora já estou a ver velha. Não é verdade, senhor Park? Vamos atravessar aqui? Sim.
Escorba. Assim? Atravessando? Se estiver com medo de podermos ir à volta? Não, eu consigo. Claro
que consigo. Então vingue. Dá para se cair. O que é isso? O que é isso? O que é isso? O que é isso? O que é
isso? O que é isso? O que é isso? O que é isso? O que é isso? O que é isso? O que é isso? O que é isso? O que é
isso?
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