All language subtitles for North and South - 01x01 - Book 1- North and South - Episode 1

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Original subtitles

NORTE E SUL

Aqui, Ashton. Vem c� ver.

Acho que � de um verdelh�o. Ele vai voltar para este ninho.

- Ent�o vai ficar desapontada. - Ashton, p�e isso de volta!

- Isso n�o � teu! - Agora �!

N�o, por favor, n�o podes tirar uma cria a um p�ssaro!

Desculpa, Brett. Tens raz�o.

Tu encontraste-a, tu p�e-la de volta.

Se eu n�o puder ficar com ele, mais ningu�m ficar�.

Menina Ashton, Menina Brett! Parem com isso j�!

Eu disse para pararem, ouviu?

Venham, est�o a ser chamadas a casa.

O Sr. Orry est� quase a partir.

Vamos l�, pequenas senhoras.

� tempo de se despedirem do vosso irm�o mais velho.

Tens certeza de ter metido tudo na mala do Sr. Orry?

Sim, madame. Priam conferiu tudo esta manh�.

- Muito obrigado. - Bem-vindo, madame.

Ele est� mais desejoso que eu, Priam.

Vou ter saudades de todos voc�s.

Lembra-te de te manter quente.

N�o est�s habituado ao frio do Norte.

E volta para n�s.

- Voltarei. - Inteiro.

Espero que tudo corra bem, Orry.

Agora, Tillet, diz-lhe o que me disseste a mim.

Filho, sei que tivemos as nossas desaven�as no passado.

�s vezes os teus comportamentos eram piores...

do que o que poderia desejar.

O teu pai esqueceu-se de como ele era quando tinha a tua idade.

Talvez sim.

Quero que saibas que estou muito orgulhoso em ti.

N�o � uma coisa comum ter um filho na academia de West Point.

Obrigado, senhor. Farei o meu melhor.

Eu sei que sim.

Orry!

O que � que aconteceu a estas duas meninas?

A Brett caiu, e eu ajudei-a a levantar-se.

Apanhei isto para ti.

Obrigado, Brett. Isso foi querido.

Tamb�m te encontrei um presente.

- Mentirosa. - A Brett n�o me deixou ficar com ele.

Bem, digo-vos uma coisa.

Isto � de para mim de voc�s as duas para me lembrar do quanto eu amo voc�s.

E Mont Royal.

Ent�o, filho.

Socorro!

Gra�as ao senhor. Algu�m ouviu-nos.

Por favor n�o se mexa. Uma cobra entrou na carruagem.

Caro Jesus.

Por favor n�o se mexam independentemente o que acontecer.

� venenosa.

Claro que �, Maum Sally...

ou o cavalheiro n�o estaria t�o preocupado connosco.

- � muito corajoso. - Muito obrigado, senhor.

O prazer foi meu.

- Pode ajudar primeiro a Maum Sally? - Menina Madeline, eu posso esperar.

Maum Sally, se discutirmos, vamos constipar-nos as duas.

- Cuidado. - Obrigado, senhor. Muito obrigado.

Nunca lhe poderemos pagar por isto, senhor.

E eu nem sei o seu nome.

� Orry, Orry Main. Sou de Mont Royal, ali acima do rio.

Chamo-me Madeline Fabray.

Encantada de o conhecer.

O meu pai...

e eu viemos recentemente de Nova Orleans para Charleston.

Receio que o condutor n�o esteja habituado �s estradas da Carolina.

Os cavalos derraparam e tombaram.

Deve ter sido terr�vel.

A Sally e eu �amos encontrar o meu pai.

Ele tem um neg�cio com uma planta��o aqui perto.

Terei muito gosto em escolt�-la at� l�.

N�o lhe disse onde era. Talvez n�o fique no seu caminho.

Eu vou para Charleston.

Na verdade, mais longe que isso. Estou a caminho de West Point.

- A academia militar? - Sim.

N�o voltarei c� durante dois anos.

Lamento...

- por n�o termos mais tempo para... - Sabe...

� tradi��o nesta parte do pa�s...

uma senhora dar um len�o a um rapaz se ela quiser mesmo agradecer-lhe.

- Estou a ver que faz colec��o. - Senhora?

Len�os.

Este pertence a uma senhora que me roubou o cora��o h� seis anos...

quando ela nasceu. A minha irm�, Brett.

Menina Madeline, o Sr. Villefranche disse-me que temos problemas.

- Como est� ele, Menina Sally? - Ele tem um galo na cabe�a, s� isso.

Mas ele disse-me que n�o vamos chegar a Resolute antes de escurecer.

O sitio do LaMotte? � para l� que v�o?

- Sim. Conhece-o? - S�o vizinhos nossos.

Eu levo-a at� l�. Podem enviar cavalos e homens para c�.

- Mas como? - Sabe montar?

- Sim, claro. Mas... - Ent�o est� resolvido.

Menina Madeline, mal conhece esse cavalheiro.

Eu ficarei bem, Maum Sally.

Calma, rapaz.

Sinto que posso confiar nele.

N�o sei porque, mas sinto isso.

Estar�o todos a salvo em Resolute antes do escurecer, prometo-lhes.

V�s?

Est� pronta?

Falta muito?

Resolute fica depois da pr�xima curva.

Deixei cair uma coisa.

Mas que descuidada que fui.

Sim, foi mesmo.

Obrigado.

A Maum Sally diria que isso era impr�prio para uma dama.

Que lhe deveria ter dado isto antes.

Nunca conheci ningu�m como voc�, menina Fabray.

Ficaria honrado se me escrevesse para a academia militar.

Eu gostaria disso.

Bem, acho que dev�amos ir andando.

Resolute � impressionante, Justin. Est� de parab�ns.

Sim. Espero que a sua filha tenha a mesma opini�o, Nicholas.

Confesso que estou um pouco preocupado.

- Eles j� deviam ter chegado h� muito. - Talvez tenham partido mais tarde.

Temos muito tempo depois do anoitecer.

Porque n�o tomamos algo enquanto esperamos?

Muito bem.

Papa, houve um acidente terr�vel.

O que aconteceu, Main?

- A carruagem virou-se. - A carruagem foi parar ao rio.

Monsieur Main, arriscou a vida para nos resgatar...

e depois disse-me que era vizinho do Monsieur LaMotte's.

Estou muito agradecido, Monsieur.

Por favor, senhor, qualquer um teria feito o mesmo.

E a menina Sally e o Villefranche?

Ainda est�o na carruagem, Pap�, mas eles est�o bem.

Eu disse-lhes que iam enviar cavalos frescos para l�.

Farei melhor que isso.

Nathaniel! Vem c�, rapaz.

Quero que organizes uma equipe de resgate.

Gostaria de ficar e ajudar, mas tenho que ir apanhar o barco.

� pena, mas mais uma vez, Monsieur, tem o meu agradecimento.

E o meu.

Agora lembre-se que prometeu escrever-me.

E irei faz�-lo.

- Madeline, deves estar exausta. - E estou, Pap�.

Ainda n�o te apresentei como deve ser ao Monsieur LaMotte.

A esta��o � aqui. � at� onde eu vou.

Bem, senhoras, adeus. At� daqui a dois anos.

Desculpe.

Vai precisar de ajuda para levar isso at� � esta��o.

- N�o, obrigado. Eu consigo. - Ouviram isso?

De onde � que �s, campon�s?

Venho da Carolina do Sul.

E vais para West Point, ou ser� que desta vez n�o acertei?

Sim, � para onde eu vou, por isso...

agradecia que tirasse o p� de cima da mala. Tenho um comboio para apanhar.

Obrigado.

Agora escuta bem, soldadinho...

eu e os meus amigos pomos isto no comboio ou vais ter que ir sem ela.

- Quanto custa carregar isso? - 2 d�lares.

Deve valer s� uns 25 c�ntimos!

Com quem � que achas que est�s a falar?

N�o somos nenhum dos teus escravos.

N�o, senhor. N�o, n�o s�o.

Por isso se se afastarem, eu consigo fazer isso sozinho.

Se formos n�s ou tu a carregar...

o pre�o � o mesmo, 2 d�lares.

N�o volte a p�r-me as m�os em cima, senhor.

Ou o qu�?

Obrigado. Orry Main.

George Hazard.

- Prazer em conhec�-lo. - N�o tanto como eu gostei de o conhecer.

Pensilv�nia. Esta��o Lehigh.

Carolina do Sul. Vou para West Point.

Tamb�m eu.

N�o fazia ideia que esta viagem iria ser t�o emocionante.

Deves ser o primeiro Sulista que alguma vez conheci.

E tu o meu primeiro maldito Ianque.

Pensava que todos os Ianques s�...

andavam com corta-unhas, latas, e tentavam bater aos vizinhos na corte.

Bem, somos algo assim parecido.

E acho que tamb�m deve haver uns sulistas...

que comem porco e ratos, dormem de dia e batem nos escravos � noite.

Alguns de n�s n�o gosta da escravatura...

somos a favor de m�todos mais modernos em vez daquilo que o resto acredita.

Eu sei disso.

A minha fam�lia possui fabrica de ferro.

tamb�m temos problemas com os trabalhadores.

- A "Hazard Iron"? Isso � da tua fam�lia? - Sim.

Espero que n�o estejas a pensar que s� fazemos corta-unhas.

- N�o. Fazem m�quinas agr�colas. - Sim.

Acredito que a mecaniza��o � a chave para o futuro do Sul.

Parece-me que queres ser um agricultor, n�o um soldado.

- E quero. - Ent�o porque vais para West Point?

Para aprender alguma coisa, George.

A academia militar...

� a melhor educa��o que se pode receber neste pa�s.

Eu quero melhorar Mont Royal.

Talvez at� construir um moinho de algod�o.

Quis ser um soldado toda a minha vida. Gra�as a deus tinha um irm�o mais velho

que est� a tomar conta da f�brica, ou n�o me era poss�vel ser um.

- Acho que dar�s um bom soldado. - Espero que sim.

Temos que ser muito duros para triunfar em West Point.

N�o vamos sair por dois anos...

Dizem que aquilo � o inferno.

Nunca fui bom a estudar nos livros.

S� n�o sei se vou conseguir.

Tu vais conseguir.

- Eu at� apostava que sim. - Apostavas?

O que est�s a fazer? Isso � uma nota de 10 d�lares!

� isso mesmo. Quando te graduares em West Point...

vais devolver-me essa metade, e mais uns 10 d�lares.

E se eu n�o me graduar?

Ent�o dou-te a minha mas isso n�o vai acontecer.

Esta � uma aposta que eu vou ganhar.

- Espero que gostes do vinho, Nicholas. - � um belo vintage, Justin.

De Fran�a, � claro, e bastante caro.

Eu mandei-o vir por um importador do golfo.

Se houver uma guerra com o M�xico...

vai mexer bastante com a minha cave de vinho.

Espera que o Presidente Tyler v� lutar por causa do Texas?

Ele tem que o fazer. � uma quest�o de honra.

O rep�dio do M�xico � uma trai��o, mas garante a independ�ncia do Texas?

H� quem diga que o M�xico pretende vender o Texas � Inglaterra.

Esses receios n�o s�o exagerados...

por quem quer que o Texas entre para a Uni�o como o estado de escravos?

Onde ouviu isso, minha cara?

Eu encorajei a minha filha a ler e a questionar, senhor.

Ela tem uma excelente mente.

Uma mente raramente � necess�ria, Nicholas...

quando se tem o rosto de um anjo.

Esquerda, direito, esquerda!

- Aten��o! - Fogo!

Fogo!

Mais uma vez, cavalheiros. � carga.

Mexam-se! Vamos, cavalheiros, ataquem os mel�es!

Prontos. Fogo!

Baioneta de carga!

Tirar sabres!

Carregar!

Esta companhia pode recarregar e disparar tr�s vezes por minutos!

� o que eu sempre disse que conseguia fazer.

S� que melhor.

Achas que alguma vez iremos aprender isto tudo?

Est�s a brincar? Seremos depressa profissionais.

Bem, at� agora, ainda nem fomos capaz de encontrar as camaratas.

Ele pode ajudar. Desculpe, senhor.

- O meu amigo e eu somos novos... - N�o, senhor, n�o s�o!

- Senhor? - Voc�s s�o coisas, senhor.

Para serem novatos, tem que sobreviver antes ao exame de entrada.

At� l�, s�o abaixo de novatos. S�o as coisas mais baixas que existem.

Voc�s s�o "coisas", senhor.

Lembrem-se disso.

Come�o a desejar nunca ter visto a tua mala.

- Tomem. Isto � vosso. - Obrigado.

- Sou o Ned Fisk. - George Hazard.

Orry Main. Obrigado.

Venho do Ohio.

Lehigh Station, Pensilv�nia. Sei que nunca ouviu falar dela.

Venho de um lugar chamado Mont Royal, Carolina do Sul.

� perto de Charleston.

� um plantador, n�o �?

- O meu pai �. Semeamos algod�o. - Com m�o-de-obra escrava.

Podes dormir noutro s�tio.

Posso ter que estar aqui com os do teu tipo, mas n�o sou obrigado a gostar.

- E qual � o meu tipo, amigo? - Esclavagistas!

O meu pai tem uma pequena quinta de tabaco.

Ele n�o consegue pre�os melhores por causa da competi��o do Sul.

Tive que esperar dois anos para vir para c�...

porque n�o t�nhamos dinheiro para a viagem.

Isso � pouca sorte, mas dificilmente ser� por minha culpa.

O diabo � que n�o era.

� tua e de cada dono de escravos deste pais.

Bem, n�o h� nada que ningu�m possa fazer por isso aqui.

Por isso vamos viver e deixar viver, est� bem?

A sua visita foi uma coisa muito leve, Menina Fabray.

Ou posso chamar-lhe Madeline?

Sim, foi uma visita curta.

E n�o sei se nos conhecemos t�o bem para nos tratarmos pelo 1� nome.

Talvez dev�ssemos tentar conhecer mais.

- Bom dia. - Bom dia.

- Voc�s parecem estar a dar-se bem. - Foi um belo passeio.

� uma pena termos que partir esta tarde.

V�s, minha cara? � a opini�o da maioria.

E a maioria ganha.

Uma menina bem educada � governada pelo seu pai.

N�o � assim, Nicholas?

Alas, eu sou governado pelos meus compromissos em Charleston...

mas, Justin, a vosso hospitalidade n�o tem compara��o.

Estamos-lhe muito agradecidos.

Eu prometi � Maum Sally que iria supervisionar o Villefranche.

Ela tem medo...

que os seus ferimentos lhe tenham feito esquecer como se carrega a carro�a.

Devo ajudar, Papa?

N�o. Acaba o teu pequeno-almo�o. Eu n�o me demoro.

O seu pai � muito indulgente com os seus escravos.

A Maum Sally � uma criada livre.

E o meu pai � gentil para todos, independente de quem sejam.

Mas � claro.

Menina, desculpe! Lamento imenso.

N�o se preocupe, Nancy. Eu tinha mesmo que trocar-me.

- Se me derem licen�a. - Mas � claro.

Se isto voltar a acontecer, ser�s chicoteada.

O meu nome � Bent.

Cadete Bent.

Eu, senhores...

sou o vosso encarregado.

Elkanah Bent, senhores, do grande e soberano estado da Ge�rgia.

E voc�, cavalheiro, � de Ohio.

Sim, senhor.

- N�o o consigo ouvir. - Sim, senhor!

Para a maioria dos estados do sul, a palavra Ohio significa uma coisa...

O col�gio Oberlin...

onde estudantes brancos e negros desafiam a conven��o...

ao estudarem juntos como iguais.

Considera-se igual a um negro, Senhor?

N�o, senhor! Quero dizer, sim, senhor.

Qual � o seu coment�rio sobre isso, senhor?

Ou tem algum coment�rio?

N�o, n�o tenho.

Vai responder, "N�o, n�o tenho, senhor!"

N�o, n�o tenho, senhor!

Obrigado, senhor.

Sei como isso deve ter sido dif�cil, senhor...

porque voc� � um cavalheiro da Carolina do Sul que se considera..

superior ao cavalheiro da Ge�rgia, n�o � assim, senhor?

- N�o, n�o �, senhor! - Bom, senhor!

Estou feliz por concordar comigo.

Surpreendido, mas feliz.

E voc�, senhor.

Como se sente sobre o sul quando comparado com...

a sua zona do pa�s, senhor?

O Este, certo?

- Qual � que acha que � superior, Senhor? - Claro que � o Este, Senhor!

- O que � que disse? - Eu disse, o Este, senhor!

S� h� agricultores sujos no Sul!

Apresentar tropas, Senhor! Como sempre.

Sr. Hazard...

o oleiro de Pensilv�nia.

D� um passo em frente, Senhor!

Vou us�-lo para demonstrar um princ�pio fundamental da marcha, senhor.

E o Sr. Main...

o nosso engatat�o da Carolina dos Sul.

Parece muito divertido.

Tamb�m dar� um passo em frente, senhor!

Agora, senhores...

v�o levantar esses baldes � vossa direita e mant�m-nas num �ngulo de 90�

aos vossos corpos, sempre. Agora, senhores!

O princ�pio do qual lhes falei � mais conhecido como passo de ganso, senhores.

Ao comando, v�o ficar numa s� perna. Na vossa perna esquerda, senhores!

Ao comando, "Frente," v�o lan�ar a perna levantada em frente, senhores!

Agora, senhores, comecem!

Levantar! E frente! Baixo! Frente! Baixo!

Continuem, senhores!

N�o podem entornar uma gota de �gua, senhores!

Mantenha o bra�o em cima, senhor!

Bra�os para cima, Main!

Bra�os para cima, senhores! Cima, senhores!

As pernas para baixo, senhores!

Mantenham os bra�os para cima, senhores!

Para cima, Main! Para cima, senhores!

E para cima, senhores!

Sim, senhores! Para cima, senhores!

E continuem, senhores!

Vamos l� ver 90�, senhores!

Para cima, senhores!

N�o tremam, senhores!

Alto, senhores!

Fiquem onde est�o, senhores!

Levante-se, Sr. Main.

Ainda n�o dominou o princ�pio.

Cadete Bent.

Esses dois homens j� fizeram o suficiente.

Vai alinh�-los de volta, Senhor, e dispensar a companhia.

Sim, Senhor!

Formar, senhores!

Companhia destro�ar!

Bom trabalho, rapazes. Fizeram-lhe frente. Participaram no bluff dele.

Chama a isto um bluff?

A prop�sito, Hazard, n�o fomos apresentados. Chamo-me George.

Tamb�m eu.

E somos tr�s. Sou o George McClellan.

E eu George Pickett, de Virg�nia.

Tamb�m eu sou de Virg�nia. Tom Jackson.

- Est� bem, Sr. Main? - Sim, Tom. Chamo-me Orry.

Aquele Cadete Bent � um pouco mand�o.

Agrade�am �quele militar, quem quer que ele seja.

O seu nome � Ulisses, mas chamam-lhe Sam. Sam Grant.

O correio, senhor. Carta para si e outra para a Menina Madeline.

Obrigada, Maum Sally.

Tenho algo para ti, crian�a.

Porque n�o disseste que havia uma carta para mim esta manh�?

Porque acabei de chegar.

Quem � que pode ser assim t�o importante?

Ele diz que est� sempre a pensar em mim e anseia por me ver de novo.

"Mesmo que os treinos da academia por vezes sejam..."

"implac�veis"

"o pensamento... "

O pensamento de que eu estarei aqui quando ele voltar ajuda-o a aguentar.

Ele diz bastante numa frase t�o curta.

O que mais tem ele a dizer?

Gostas desse Sr. Main, n�o �?

Madeline, querida, posso falar contigo?

Sim, Pap�.

Justin LaMotte escreveu a dizer

que vem c� a Charleston em neg�cios, no principio do m�s.

Ele pede permiss�o para nos visitar.

Bem, est� bem.

Mandarei preparar algo especial para o jantar dessa noite.

Espero que gostes de rever Justin tanto como eu.

Claro, Pap�. Ele � seu amigo.

Sr. Fisk, senhor.

Segura o seu sabre como uma rosa, senhor.

Est� a brandi-lo como se estivesse a afugentar corvos, Sr. Fisk.

N�o passa de um agricultor desastrado.

Mas � suposto eu o transformar num soldado.

En garde.

Agache-se. Dobre os cotovelos.

Endireito os joelhos.

Eu disse, dobre os cotovelos, senhor!

A sua cabe�a, Sr. Fisk! Estocada! Segunda!

Ponto! Ataque segunda! Segunda! Ponto! Ataque segunda!

Voc� � uma anedota, Sr. Fisk.

No campo de batalha, seria fatiado.

E mereceria isso.

Voc�, senhor...

� a pior desculpa para um soldado que eu j� vi.

Muito bem, senhores. Quem � que se segue?

Pode ser voc�, Sr. Main.

Ao seu servi�o, senhor.

O prazer � meu.

Tambor, chama para a messe.

Companhia destro�ar!

Onde aprendeste a lidar com uma espada dessa maneira?

O meu pai pensou que isto era algo

que qualquer cavalheiro do Sul devia saber, por isso deu-me li��es.

Deste uma bela li��o ao Bent.

Olha, crian�a.

Isto foi enviado pelo Sr. LaMotte do ultimo Outono em Resolute.

S�o muito bonitas.

Parece triste.

Continua a pensar no Orry Main?

Acho que n�o fa�o mais nada, Maum Sally.

As suas cartas s�o t�o maravilhosas.

Acho que foram parte daquilo que me fizeram apaixonar por ele.

Mas ele j� n�o me escreve mais.

Tem que o esquecer.

Jovens homens fazem muitas promessas que depois n�o cumprem.

� isso que o pap� diz.

"Os soldados tem cora��es viajantes."

Ele diz-me que tenho que o esquecer mas n�o consigo, Maum Sally.

N�o consigo, independentemente do que eu fa�a.

Madeline, parece que o nosso convidado chegou cedo.

Ele disse que n�o podia privar-se do prazer da nossa companhia por mais tempo.

Monsieur LaMotte, � bom v�-lo de novo.

Est� mais encantadora que nunca, Menina Fabray.

Mas gostaria me que chama-se Justin.

Acho que � apropriado, minha cara, depois deste tempo todo.

Como desejar.

Justin.

Espl�ndido.

Eu vou dizer ao tio John para p�r um lugar extra para o jantar, senhor.

Obrigado, Maum Sally.

Justin, tenho estado a guardar um brandy muito interessante para si.

Se me der licen�a, vou mandar busc�-lo � cave dos vinhos.

� muito gentil, Nicholas.

Eu sei que n�o � apropriado mas tomei a liberdade de trazer-lhe isto.

Espero que o aceite.

Isso foi muito simp�tico da sua parte...

Justin.

Eu n�o o devia de aceitar, mas eu adoro surpresas.

� belo. Obrigado.

N�o tem nem metade da sua beleza.

Nunca vou conseguir, George. Mahan vai comer-me vivo na aula.

Eu n�o fui talhado para West Point.

N�o digas isso. Cavalgas melhor do que outro homem aqui.

�s um bom batedor.

Deus sabe como te desenrascas com o sabre.

Isso n�o me vai servir de nada se n�o me lembrar do que est� nestes livros.

Eu vou ajudar-te com isso. Vou ensinar-te at� que saibas isso de cor.

N�o me parece ter nenhum uso agora.

Eu nem sequer quero ser um soldado.

Mas queres melhorar Mont Royal, n�o �?

Talvez deva faz�-lo de outra maneira.

Acho que h� outra coisa a perturbar-te.

E acho que isso n�o tem nada a ver com a Hist�ria Militar.

Quanto tempo se passou desde que soubeste algo da Madeline?

- Fisk. - Ned.

Pensei que j� te tivesses habituado a n�s, Fisk.

N�o te ouvi dizer nada sobre mudares para outra caserna...

N�o vou mudar de caserna.

Eu tenho que sair da academia.

O meu pai caiu de uma carro�a de palha.

Ficou muito mal.

Eles querem que eu tome conta da quinta porque n�o h� mais ningu�m.

Lamento, Fisk. Isso � mesmo azar.

Se h� alguma coisa que pudemos fazer...

Podias ajudar, Sr. filho de plantador, mas n�o vais faz�-lo.

Vais continuar a usar escravos e a manter os pre�os baixos

para que tipos como n�s possamos viver com o credo na boca.

Podes guardar a tua simpatia.

P�e-na no banco com todo o teu dinheiro.

Vamos, o que dizes de um passeio at� Benny Havens?

- A esta hora? - Precisas de apanhar ar, certo?

J� temos mais dem�ritos do que qualquer outro homem da nossa sala.

Mais de 150 cada um.

E de quem � a culpa?

Certo, os dem�ritos foram dados pelo Bent.

Vai parar ao mesmo, se chegarmos aos 200 num ano, somos expulsos.

- E se formos apanhados no Benny... - N�o vamos ser apanhados.

Quem seria doido o suficiente para sair numa noite destas? V� l�.

Cuidado. Este gelo est� fino.

George, tens raz�o.

Quem seria doido o suficiente para sair numa noite destas?

Aqui estamos n�s. Agora, vira-te para esta parede.

Tu volta-te para aqui.

Lembrem-se do que eu disse.

Virem-se de costas um para o outro e assim mant�m o c�digo de honra.

Se um oficial perguntar se algum viu o outro a beber...

podem sob juramento dizer que n�o viram nada.

Obrigado, Benny.

� tua sa�de.

George, ouve. Estive a pensar.

Podemos fazer algo pelo Fisk.

Como assim?

Podemos os dois pedir empr�stimos.

E damos-lhe o dinheiro para ela contratar algu�m para gerir a quinta.

Assim ele poderia ficar em West Point.

Fisk � muito orgulhoso. Ele n�o iria aceitar este tipo de caridade.

Sim, ele aceitar�. Se lhe emprestar-mos o dinheiro.

Damos-lhe � um longo tempo para nos pagar de volta.

Pode deixar-nos com pouco dinheiro, mas...

ir� de certo valer a pena.

Tens raz�o. Vale a pena.

Vamos fazer isso.

N�o te sentes melhor?

Sim. Um pouco.

S� continua a pensar que...

N�o.

Na Madeline?

N�o entendo porque � que ela n�o responde �s minhas cartas.

Pode haver centenas de raz�es. Tu mal a conheces.

Eu conhe�o-a bem demais para acreditar que ela...

O que foi?

Ningu�m.

S� um civil da aldeia.

N�o me fa�as isso. Tu tiraste-me 10 anos da minha vida.

� melhor voc�s irem embora.

Vi o cabo a dirigir-se � porta traseira.

Raios.

V�o.

Tu a�! Parado!

O caminho fica ali em frente.

George.

Ajudem-me!

Ele caiu no gelo.

Boa. Isso vai atras�-lo.

George, n�o o podemos deixar ali. Ele pode afogar-se.

Receava que iria dizer isso.

Ajudem-me.

Cuidado, George. Est� estalado. Abaixa-te.

Aguenta, Bent. Vamos buscar-te.

Agarra a minha m�o.

Vamos. Bent, n�o podes ficar a�.

Bent, vais voltar para a tua caserna. Vais apanhar pneumonia.

Eu sei.

Eu conseguia salvar-me sem a ajuda...

de voc�s os dois.

Esse gracioso "obrigado" j� fez valer a pena por tudo.

Pelo menos ele n�o nos pode denunciar. Salvamos a sua vida.

N�o espalhes isso nas casernas ou vamos estar metidos em problemas.

Pareces mal, Orry.

Devias de ir ao m�dico oficial.

Eu estou bem, George.

Hazard, Main. Fizeram queixa de voc�s os dois.

Bent.

Ele denunciou-nos.

Depois de lhe salvarmos a vida. Acreditas nisso?

Entre.

O que quer, Main?

Pe�o permiss�o para me apresentar � enfermaria, senhor.

Porqu�? Pareces-me bem saud�vel.

Acho que estou muito doente, senhor.

Acho que te est�s a armar, Main.

Acho que s� te queres escapar aos seus deveres.

Capit�o Bent, eu juro...

Permiss�o para se apresentar � enfermaria negada.

Agora mostro-lhe o que acontece aos desrespeitadores, Sr. Main.

A come�ar agora, ter� 10 horas de servi�o de guarda extra.

Est� dispensado, senhor.

- Cadete Grant, n�o �? - Sim.

O que faz aqui fora com este tempo?

Estou a pagar por dem�ritos, senhor.

Est� doente. Devia estar num hospital.

N�o, senhor. Obrigado. Eu estou bem.

Quer que pe�a ao oficial t�ctico que o dispense?

N�o, senhor.

Tenho que pagar por esses dem�ritos, senhor.

Dar� um bom soldado, Sr. Main...

se o capit�o Bent n�o o matar antes.

Se Grant n�o mandasse o oficial t�ctico substituir-te...

poderias ter morrido congelado.

Dev�amos ter deixado o Bent congelar.

Foste tu que insististe em voltarmos.

De qualquer forma, at� foi bom que isto aconteceu.

Grant e os seus amigos est�o de olho no Bent.

Isso ir� faz�-lo deixar-nos em paz.

N�o achas que de algum modo na mente distorcida do Bent...

ele pensa que a culpa � nossa e ir� perseguir-nos ainda mais?

N�o.

Ele � demasiado covarde para enfrentar o Grant.

Ele prefere meter-se com os novatos.

Nunca conheci ningu�m como ele antes.

Acho que a palavra certa � "bent. "

H� outra raz�o pela qual estou contente por n�o o termos deixado congelar.

E qual �?

Queria agradecer por terem me emprestado dinheiro para ficar aqui.

Acho que estava errado sobre os sulistas.

Talvez s� sobre alguns. Lembrem-se que o Bent � da Ge�rgia.

Sim.

George.

- Podes mandar isto por mim? - Claro.

Continuas a pensar na Madeline?

- Se ela n�o me escreve em breve... - Tenho certeza que ela escrever�.

Mas mesmo que ela n�o escreva, ainda tenho uma irm� solteira.

Temos que ir.

Adeus.

Ol�, Sr. McCullough.

A nossa fundi��o � ali e temos uma nova biblioteca.

M�e! Pai! Eles chegaram!

Esta � a tua casa?

Ol�, George.

George, ol�.

Vamos.

Por fim.

- Ol�, M�e. - Bem vindo a casa, filho.

Ele n�o parece grande?

Pensei que nunca mais chegava.

Foram os dois anos mais compridos da minha vida.

- � bom ter-te aqui, George. - Obrigado, senhor.

Quero que conhe�as os meus pais. Estes s�o a Maude e o William Hazard.

Como est�o?

- � um prazer. Bem-vindo a Belvedere. - Obrigado.

George escreveu bastante sobre si.

� muito gentil da vossa parte receberem-me aqui.

Estes s�o os meus irm�os, Stanley...

e o Billy.

- Esses sabres s�o verdadeiros? - Toma, podes v�-lo.

N�o toques nisso, Billy. � perigoso.

O meu irm�o deve ter-se esquecido de me apresentar, Sr. Main.

� claro que n�o.

Eu sou Virgilia Hazard.

� um prazer conhec�-la, Menina Hazard.

Ouvi falar muito de si.

George disse que era um sulista.

Sim. Da Carolina do Sul.

T�m escravos?

A minha fam�lia sim.

� maligno, Sr. Main?

Oh, n�o. N�o de novo.

Virgilia.

Grandes homens como o Sr. Garrison continuam a tentar mostrar ao Sul...

a maldade que eles est�o a fazer. E � nosso dever de....

Virgilia.

Acho que j� pedi para parares de falar desses disparates de abolicionismo.

N�o s�o disparates, pai. � a verdade de Deus.

Acho que ela � assim para compensar o facto de n�o ter nascido homem.

N�o gozes comigo, Stanley Hazard.

J� chega, Virgilia.

- Acho que � melhor entrarmos. - Sim, � melhor.

Acho que os parab�ns s�o para ti.

A m�e escreveu que est�s comprometido

mas n�o me disse quem era a felizarda.

A minha noiva � a menina Isabel Truscott...

de uma das melhores fam�lias da Pensilv�nia.

N�o tenho d�vidas.

George disse que estava interessado em ver a fundi��o.

Sim, senhor. Quero saber tudo o que posso sobre a "Hazard Iron".

� a fundi��o mais rent�vel em todo o pa�s.

Os nossos fornos fazem tudo desde navios at� armas de fogo.

Qualquer coisa que use um gerador de vapor.

- Como um moinho de algod�o? - Como 10 ou 12 deles.

Acho que vai achar isso impressionante.

Mais que isso, senhor. A sua fundi��o � uma revela��o.

Acho que � uma boa ideia de construir um moinho de algod�o na Carolina do Sul.

Espero conseguir convencer o meu pai disso.

Claro que deve saber que a economia do Sul...

seria mais forte se se processa-se muito mais algod�o.

Sim, senhor. Mas ele est� contra qualquer forma de ind�stria.

Meu deus. Isso � uma vergonha.

Pai, acho que isso requer a sua aten��o.

Podem desculpar-nos por um momento, por favor?

Sim, senhor.

- Quem vive ali? - Os nossos trabalhadores.

Muitos imigrantes. Irlandeses, Alem�es, Galeses. Mais do que quando eu parti.

Eu sei. N�o s�o muito melhor que as vossas acomoda��es de escravos, certo?

S�o piores.

Pelo menos os nossos trabalhadores t�m escolha. N�o somos donos deles.

N�o os for�amos a trabalhar aqui. Podem ir embora quando quiserem.

Um est�mago vazio � uma boa raz�o para ficarem.

Est�s a dizer que n�o gosta da maneira como gerimos a fundi��o?

Eu n�o tenho que gostar de tudo mas...

acho que fazem quase o mesmo que dizem que n�s fazemos.

Acho que tens raz�o.

Acho que pode haver melhoria dos dois lados.

Eu sei que sim. Foi por isso que quis visitar e aprender convosco, ianques.

Est� a falar a s�rio sobre esse moinho de algod�o, n�o est�?

Depois da tropa, muito a s�rio. Se conseguir convencer o meu pai.

Se a "Hazard Iron" fornecer as pe�as, n�o encontrar� melhor neg�cio.

Planeio usar esse argumento com o meu pai.

N�o nos d�o nada disto em West Point.

Ainda bem que foste tu que l� estiveste.

Sopa, Sr. Stanley.

- Atrasado de novo, Billy. - Desculpe, senhor.

N�o te esque�as de por o guardanapo sobre o joelho, Billy.

Sal e pimenta, Sr. Main?

- Obrigado, Menina Truscott. - De nada, Sr. Main.

Lamento que tenha que partir depressa.

Sim, h� um amigo que tenho que ver em Charleston antes de ir para casa.

Um amigo, Sr. Main?

Acho que deve ser uma senhora.

E o que os vossos instrutores acham do presidente?

Bem, senhor, gostam dele. Mesmo quando n�o concordam com ele.

Mas eu gostei bastante de l� ter estado.

Leu algo sobre o ponto de vista do Sr. Polk?

Acho que Polk vai anexar o Texas se ele for eleito presidente.

Afinal, ele � um expansionista.

Mas isso � um erro. O Texas pertence ao M�xico.

Se ele fizer isso haver� guerra.

Espero que o Orry e eu n�o nos graduemos tarde demais para combater.

Dizem que iremos ver ac��o com o General Zachary Taylor.

Isso n�o seria espectacular?

O Sr. Polk acredita na manifesta��o do destino.

Se este Pa�s tiver que se esticar...

do Atl�ntico at� ao Pacifico, vai haver muita ac��o.

N�s sabemos disso.

A n�o ser que Deus o chame a si antes, o que ele est� a merecer.

Ser� que nenhum de v�s consegue ver?

Expansionismo � s� outro nome...

para a perpetua��o da institui��o da escravatura.

Virgilia, cala-te.

N�o, m�e. N�o desta vez.

N�o posso ficar sentada a ouvir o meu irm�o e um dono de escravos...

como est�o felizes por irem lutar...

quando todos sabemos que isto � uma guerra do Diabo.

George, para anexar o Texas como um estado esclavagista...

Vejo que tens lido os teus textos sobre o abolicionismo, Virgilia.

Tenho feito mais do que ler, George.

Juntei-me � causa e a minha mesada vai ajudar a suport�-la.

Virgilia.

Eu tenho o direito, pai.

Sou uma mulher adulta. Sei decidir por mim.

E vou combater o mal diab�lico que vive no Sul.

Menina Hazard...

Talvez se conhecesse melhor a maneira de viver no Sul...

n�o seria t�o r�pida a condenar.

Sr. Main, sei tudo o que � preciso saber.

E n�o vou ficar sentada � mesa com um homem que mant�m...

colegas humanos acorrentados.

Orry, pe�o desculpa pela minha irm�.

Ela por vezes deixa-se levar pelas emo��es.

Porque n�o nos conta mais sobre os seus planos para o moinho, Orry.

Sim, senhor.

Morangos.

Framboesas.

Frutos silvestres frescos e doces, � venda em frente � sua porta.

Frutos silvestres frescos.

N�o est� ningu�m em casa, senhor.

Esta n�o � a casa dos Fabray?

Sim, senhor, mas foram-se todos embora.

Para onde?

N�o lhe sei dizer ao certo, senhor.

Mas a casa tem estado fechada por quase uma semana.

Obrigado.

Sim, senhor.

Morangos!

Framboesas!

Frutos frescos...

Orry, voltaste para casa!

Ol�, senhor. Eu trato dele.

- Sente-se bem, senhor? - S� estou cansado, filho.

E preocupado com a colheita.

N�o tivemos chuva suficiente depois da colheita da primavera.

Irrigar � m�o tem mantido os escravos afastados dos outros servi�os.

A colheita est� a florescer mas continua pequena.

Poder�amos ainda ter lucro com ela...

se mo�ssemos o nosso pr�prio algod�o.

Filho, j� falamos sobre isso antes.

Pai, deveria ter estado comigo na fundi��o "Hazard Iron".

Vi centenas de maneiras de melhorar Mont Royal.

Pareces muito ansioso por mudar o teu lar.

N�o podemos ignorar o progresso, senhor. Ir�amos ficar para tr�s.

Foi isso que os Hazards disseram e...

Tenho certeza que os teus amigos sabem como gerir a sua fundi��o...

mas uma planta��o de algod�o � diferente.

Em cada ano, o Sul conta menos a n�vel nacional...

porque ainda temos trabalhadores manuais.

J� basta, filho. Eu n�o quero discutir mais isso.

Pai, se voc�...

Vai para casa.

Vai ver a tua m�e.

Eu j� vou de seguida.

- Ele merece! - N�o merece!

- Ele merece! - N�o merece!

Muito bem.

Quem merece ou n�o o qu�?

Brett disse que o Priam n�o merece ser chicoteado.

E eu digo que ele merece.

N�o castigamos os nossos escravos assim.

Castigamos sim desde que Salem Jones chegou aqui.

O novo capataz sobre o qual o pai me escreveu?

Sim. E o Priam n�o fez nada de mal.

Mas Salem Jones bate-lhe de qualquer maneira.

Porque o Priam est� a defender a irm�.

O que tem a Semiramis a ver com isto?

Desde que Salem Jones tem dormido com a Semiramis...

o Priam est� diferente e � bastante chicoteado.

V�o para cima e portem-se bem.

Quem diabos �s tu?

Sou Orry Main, Sr. Jones.

Sr. Main, senhor...

Eu queria vir ao seu encontro assim que acabasse com isto.

� por isso que estou aqui.

O que fez o Priam? Porque lhe bate?

N�o foi nenhum crime. � a atitude dele, Senhor.

Priam n�o mostra o devido respeito.

Um bom capataz sabe como conseguir o respeito de um homem sem lhe bater.

E n�o chicoteamos os escravos em Mont Royal.

Por isso solte j� o Priam.

O seu pai disse-me para lidar com esses escravos da maneira que achasse melhor.

N�o o vou deixar chicote�-los.

Especialmente porque parece gostar disso.

Agora fa�a o que lhe disse e solte-o.

Agora!

Cuffey, C�sar! Baixem-no!

Esteve dois anos fora e estar� mais dois na academia...

Depois mais quatro no ex�rcito.

Ainda n�o geres Mont Royal, por isso n�o interfiras com quem o faz.

Salem Jones consegue por os negros a trabalhar mais do que outro conseguiu.

Isso n�o diz que ele est� certo.

Crueldade, como a que vi ontem, faz os dois estarem enganados.

N�o �? Bem, o Salem Jones sabe uma ou duas coisas.

E aquele escravo, Nat Turner, que matou 55 brancos a sangue frio?

Isso aconteceu h� 10 anos em Virg�nia.

Achas que isso pode acontecer aqui?

Com todos esses abolicionistas a colocar os escravos contra n�s?

Tillet, Orry, por favor.

H� t�o pouco tempo para estarmos juntos durante a folga do Orry.

N�o vamos desperdi�ar nenhum.

Lamento, M�e.

Estamos convidados para um casamento esta tarde. N�o devemos atrasar-nos.

O casamento de quem?

Do Justin LaMotte. Escrevi a contar-te sobre isso.

N�o, senhor, n�o escreveu. Ele vai casar com quem?

Orry, ela � a rapariga mais bela que j� alguma vez viste.

Uma crioula de Nova Orle�es.

O seu nome � Madeline Fabray.

Justin, aceitas Madeline como tua amada esposa...

prometendo-a amar, honrar, e alegr�-la...

esquecendo todos os outros enquanto ambos forem vivos?

Sim.

E tu, Madeline, aceitas Justin como teu amado esposo...

prometendo am�-lo, honr�-lo, e obedecer-lhe...

esquecendo todos os outros enquanto ambos forem vivos?

Sim.

Ent�o perante Deus e todas estas pessoas, declaro-vos marido e mulher.

Devemos prestar-lhes os nossos cumprimentos, filho.

Parab�ns, Sra. LaMotte.

� muito gentil, senhor.

Ainda bem que veio.

Monsieur Main, ainda bem que a sua fam�lia pode vir.

D�-me a hip�tese de mais uma vez agradecer-lhe o que fez pela minha filha.

Na altura ela planeava j� casar com o Justin?

N�o, n�o planeava.

Eu � que pensei nisso assim que o conheci.

Sabia que ele era a pessoas indicada para a Madeline.

Um marido mais velho. Mais s�bio e j� estabelecido.

Entendo.

Diga-me, como � que lhe correm as coisas na academia?

Muito bem, senhor. Obrigado.

Bom dia.

Cuffey, prepara o meu cavalo.

Sim, senhor.

Orry, por favor n�o v�s.

Quero perguntar-te uma coisa.

O que pode importar agora?

Porque paraste de responder �s minhas cartas?

O qu�?

- N�o parei. Tu n�o respondeste �s minhas. - N�o parei...

Foi o pap�.

Foi o Pap�. Ele destruiu as cartas.

O qu�?

Ele queria que eu casasse com o Justin.

Mas at� agora, eu nunca soube o quanto.

Agora � tarde demais.

Cada dia que passava longe de ti...

pensava no dia em que te tornarias a minha noiva.

� melhor devolver-te isto.

N�o achas que eu tamb�m sonhei contigo?

� melhor eu partir.

J� est�s de partida, Main?

Vejo-o de novo quando terminar a escola militar.

Vem, minha querida. Os nossos convidados est�o � espera.

Justin.

N�o te esperava t�o cedo.

Tens estado aqui h� quase meia hora, minha querida.

Pensei que j� estivesses pronta para mim agora.

�s t�o bela.

T�o bela.

O que se passa contigo?

Nada.

Est�s sempre t�o distante.

Mas n�o esta noite.

Eu mostro-te o que significa ser a minha mulher.

N�o!

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