All language subtitles for Peter Gunn 03x22 The Deep End

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Original subtitles

Deixe-me subir l� e tentar uma vez antes de entrar.

Acho melhor ficarmos na parte rasa por um tempo.

At� voc� ganhar confian�a.

Por favor.

Certo, v� em frente. Vou ficar de olho.

Ok, aqui vou eu.

* Tradu��o: RobOpen *

Sr. Gunn, h� um cavalheiro esperando no bar, para ver voc�.

A menos que seja amigo pessoal seu, terei que pedir a ele que saia.

N�o sei quem �, mas por que ele tem que sair?

Ele n�o est� usando gravata.

� mesmo?

Pedi a ele para usar gravata, v�rias vezes.

Qualquer cavalheiro neste bar tem que usar gravata.

De alguma cor em particular?

A cor � opcional, Sr. Gunn.

Leslie, precisa mais do que uma gravata para fazer um cavalheiro.

Mas eu resolvo o problema,

arranje uma gravata para ele e diga que eu volto logo.

Esperando um �nibus?

Um homem.

- Est� esperando h� muito tempo? - Anos.

Talvez voc� esteja parada no lugar errado.

N�o, eu verifiquei o itiner�rio.

- O ponto certo. - Expresso ou local?

Expresso. Direto para a Cidade dos Sonhos.

Nunca ouvi falar desse lugar.

N�o � o seu tipo de lugar.

Todas as pessoas que moram l� s�o casadas.

Pode ser um pouco duro com a YWCA local.

- Pete. - Hum?

Recebi uma carta pelo correio hoje.

S�rio?

O que dizia?

Eles querem que eu entre para um clube do livro.

Voc� vai entrar?

Eu entro se voc� entrar.

Por que voc� quer que eu entre?

- Pete. - Hum?

- Pete n�o � nada divertido. - O qu�?

Ler sozinha.

N�o tenho tempo para ler.

Sr. Gunn?

Vou me trocar.

Desculpe interromper, mas preciso falar com voc�.

N�o quer se sentar?

Quer uma bebida?

Eu n�o bebo.

Sr. Gunn.

Meu nome � Phil Matterson.

Preciso da sua ajuda.

Qual � o problema?

Tive um inqu�rito do legista hoje.

Eles chegaram a um veredito de homic�dio culposo.

Envolve a mim.

Sou instrutor de nata��o.

Semana passada eu estava ensinando uma mulher

a nadar na piscina que ela tinha acabado de instalar.

Eu entrei na casa,

a deixei por um minuto,

enquanto eu estava fora,

ela se afogou.

Voc� quer dizer que mesmo ela n�o sabendo nadar

voc� a deixou sozinha na piscina?

Na parte funda.

O promotor p�blico chamou isso de neglig�ncia grave.

Imagino que sim.

N�o foi neglig�ncia, Sr. Gunn.

N�o foi um acidente.

J� ensinei nadadores iniciantes o suficiente

para saber que n�o se deve deix�-los sozinhos.

Eles entrar�o em p�nico toda vez.

Ent�o por que voc� a deixou?

Eu n�o sei.

Sr. Matterson,

havia mais algu�m por perto quando isso aconteceu?

Ningu�m.

O marido dela estava em algum lugar.

Est�vamos sozinhos.

Voc� n�o deixa uma mulher que n�o sabe nadar sozinha

em 3m de �gua a menos que queira que ela se afogue.

E ainda mais, eu n�o tinha raz�o para sair.

Repito, por que voc� a deixou?

� isso que eu quero que voc� descubra.

Sra. Nielsen era o nome dela.

A casa fica no final da rua Darby.

A piscina fica nos fundos.

Meu endere�o est� na frente deste envelope.

Dentro tem um cheque para sua taxa.

Se n�o for o suficiente, posso conseguir mais.

Eu... Eu estarei em contato.

Sr. Nielsen?

Sim?

Meu nome � Gunn.

Gostaria de falar com voc� por um momento, se me permite.

Voc� � de uma editora musical?

N�o, sou um investigador particular.

Eu, uh...

Suponho que voc� quer me fazer perguntas

sobre o afogamento da minha esposa.

Se voc� n�o se importa.

Ah, eu n�o os culpo.

Se eu estivesse pagando meio milh�o de d�lares,

eu tamb�m faria perguntas.

N�o os culpa, Sr. Nielsen.

A companhia de seguros de vida.

Voc� est� aqui por causa

da ap�lice da minha esposa, n�o?

- N�o. - N�o?

Ah, entre, entre.

Eu estou, uh,

chamando essa de Valsa F�nebre Para Uma Susan Morta.

Susan era minha esposa.

Eu, uh, componho valsas.

� assim que eu rio

e � assim que eu choro.

Eu componho valsas.

Meu primeiro impulso

quando cheguei em casa naquele dia

e descobri que Susan tinha se afogado

foi destruir aquele instrutor de nata��o

com meus punhos nus.

Destru�-lo do jeito que ele a destruiu.

Ent�o eu...

Percebi que fui eu quem causou a morte dela.

Como assim?

Bem, eu n�o o contratei?

Voc� contratou?

Eu fiz. Eu devia ter verificado as refer�ncias dele com mais cuidado.

Devia ter sabido que ele era um alco�latra.

Um alco�latra confirmado. Um alco�latra cr�nico.

O que isso teria a ver?

Voc� n�o sabe?

Receio que n�o.

Ele deixou Susan sozinha na piscina para pegar uma bebida.

Foi por isso que ela se afogou.

Ah, com licen�a.

Amanh� � noite, darei um recital de piano com valsas.

Voc� gostaria de comparecer?

� no centro comunit�rio, 8 horas, entrada livre.

Vou fazer uma sess�o de perguntas e respostas depois do recital.

Sim, tentarei ir.

Posso estar nervoso. � meu primeiro.

Sr. Nielsen, se me permite perguntar,

quantos anos tinha sua esposa?

No auge da vida, 40.

Por que ela esperou at� t�o tarde para come�ar a nadar?

Bem, ela nunca teve tempo para isso antes.

Ela era muito ocupada.

Sr. Nielsen, voc� tem alguma raz�o

para suspeitar que o afogamento de sua esposa n�o foi acidental?

31, 32, entre.

34, 35,

36, 37,

38, 39, 40.

Nossa, homem, uau.

Bem, uma coisa que voc� tem que admitir, Sr. Gunn.

Parece habitado.

Eu, uh...

Falei com o Sr. Nielsen ontem � noite.

Ah? O que ele tinha a dizer?

Que voc� � alco�latra.

Ex. Ex-alco�latra.

N�o bebo h� 12 meses.

Exceto a que voc� tomou enquanto a Sra. Nielsen estava se afogando.

Sim.

Por que voc� n�o me disse que a deixou para beber?

Eu...

Eu estava com medo de voc� n�o aceitar o caso.

Madison, qual era o seu relacionamento com a Sra. Nielsen?

Instrutor para aluno.

S� isso.

Sente-se.

O marido dela me contratou para ensin�-la a nadar.

Ele sabia sobre seus antigos h�bitos de beber?

Claro.

Ele diz que n�o.

Ele sabia muito bem.

Ele � amigo do meu terapeuta.

Foi assim que consegui o emprego.

Mas acho que ele imaginou...

Todos n�s imagin�vamos que eu estava curado.

N�o sei por qu� tomei aquela bebida na piscina da Susan.

Na piscina da Susan?

Sim, Susan. Susan Nielsen.

Ela me pediu para cham�-la de Susan.

Era a piscina da Susan,

O dinheiro da Susan e a casa da Susan.

Tudo.

O marido dela � um desempregado vagabundo sem dinheiro.

Ela o sustentava.

Voc� conheceu Nielsen por meio do seu terapeuta, voc� disse?

Um b�bado reformado tem dificuldade em encontrar um emprego, Sr. Gunn.

Meu terapeuta sabia que Nielsen estava procurando algu�m

para ensinar a esposa a nadar, ent�o ele me recomendou.

Conte-me sobre seu terapeuta.

Bem, o nome dele � Professor Curzon.

Foi ele que me curou da bebida.

Voc� ainda o v�?

Na semana passada foi meu tratamento final.

Ele me deu alta como curado.

Na semana passada?

Um dia antes da Sra. Nielsen se afogar.

Onde � o escrit�rio dele?

Ele trabalha em casa.

Vou precisar de um endere�o.

Claro.

Tem um monte de cart�es de visita em algum lugar aqui.

Um monte, em algum lugar.

Ele est� sempre tentando me fazer distribu�-los para meus amigos.

Desculpe.

Ah. Aqui est�o eles.

Isto � seu?

Sim. O professor Curzon estava tentando

me interessar por arco e flecha.

Boa terapia, mas n�o gosto muito de esportes.

Hum.

Bem, eu, uh...

Estarei em contato.

Phil Madison.

Ah, sim. Agora me lembro.

O nadador. Um alco�latra.

Eu me lembro bem dele.

Ele veio at� mim para pedir ajuda.

Mas eu finalmente desisti.

Tive que dar alta por ser incur�vel.

H� quanto tempo foi isso, Professor Curzon?

Ah, deve ter sido h� seis meses ou mais.

Ele era um b�bado absoluto.

Faltava motiva��o, se � que voc� me entende.

Mentiroso cr�nico tamb�m.

Verdade absoluta � necess�ria no meu tipo de tratamento, Sr. Gunn.

E que tipo de tratamento � esse, Professor?

O melhor.

Este � o homem, Tenente.

Como ele est� se chamando dessa vez?

Professor Curzon. Diz que � terapeuta.

Em sua �ltima acusa��o, ele era Professor Samuels.

Professor Pierce era o pseud�nimo que ele usava antes disso.

Um homem de muitos nomes.

Homem de confian�a?

E n�o � terapeuta.

Embora ele use um truque bonitinho

para fazer as pessoas ensarem que ele �.

- Mentir? - Hipnotismo.

Ele engana as pessoas fazendo-as pensar que ele � o melhor.

- Por qu�? - Golpe.

Tenente, voc� pode me emprestar o psiquiatra da pol�cia por uns minutos?

Eu gostaria de fazer perguntas a ele.

O que voc� est� pensando?

Bem, n�o � sobre minha mente que eu quero perguntar.

Sim, eu diria que sob certas condi��es,

voc� pode curar um alco�latra hipnotizando-o.

Veja, doutor, se voc� disser a algu�m

sob hipnose para fazer algo quando acordar,

ele vai lembrar que recebeu ordens?

Provavelmente n�o.

E ele obedece as ordens?

- Depende. - Do qu�?

Das ordens que receber.

No transe, voc� diz ao sujeito que quando ele acordar,

ele realizar� um certo ato em um certo momento, e ele o far�.

Desde que o ato n�o v� contra

quaisquer valores pessoais ou morais.

Por exemplo?

Bem, voc� n�o pode fazer um homem honesto roubar

ou um homem pac�fico assassinar.

Bem, essa foi uma boa teoria, Pete.

Sim.

O que foi, Tenente?

Pete achou que esse falso professor sobre o qual est�vamos falando,

poderia ser usado para permitir que a Sra. Nielsen se afogasse

contra sua vontade.

Boa possibilidade. Uma boa possibilidade, Tenente.

Mas voc� acabou de dizer que...

O sujeito n�o pode ser obrigado a fazer nada que ele normalmente n�o faria.

Mas lembre-se, seu instrutor de nata��o � um ex-alco�latra.

Sob hipnose,

tomar uma bebida poderia ser bem normal para ele,

at� mesmo atraente.

Certo.

Digamos que lhe damos uma sugest�o hipn�tica.

Dizemos a ele que assim que ela estiver na parte funda da piscina,

ele precisa beber alguma coisa.

Certo. No dia seguinte, quando ela est� cruzando para o fundo,

ele de repente sente um impulso irresist�vel

de beber alguma coisa.

Vira uma compuls�o.

Independente das consequ�ncias, ele precisa tomar aquela bebida.

Ent�o ele a deixa sozinha na parte funda da piscina.

Ele bebe. Ela se afoga.

E o instrutor de nata��o n�o pode dizer

por que ele a deixou sozinha.

Ele n�o tem mem�ria consciente da sugest�o hipn�tica.

Na verdade, ningu�m pode dizer

por que ele foi buscar aquela bebida.

Exceto o hipnotizador.

Eu lhe digo, ele n�o sabe de nada.

E n�o tem como ele descobrir.

Bem, por que ele estava me fazendo todas essas perguntas?

E voc� diz que ele estava aqui falando com voc�.

Peter Gunn � um idiota.

Ele provavelmente veio me ver

porque eu atirei uma flecha nele.

Voc� o qu�?

Eu s� queria assust�-lo um pouco.

Bem, agora ele vai ficar ainda mais desconfiado.

E da�? Ele n�o pode provar nada.

N�o.

Ser� divertido v�-lo tentar,

se � que voc� me entende.

Pessoalmente,

estou ansioso para ver o Sr. Gunn novamente.

Ent�o, novamente,

posso faz�-lo de bobo.

O que � a vida sem alguma divers�o, Nielsen?

Bem, agora precisamos acabar com Peter Gunn.

Ele � mais divertido vivo.

N�o posso me dar ao luxo de ser pego, Curzon.

Arriscar faz a adrenalina fluir, Nielsen.

Pessoalmente,

eu vivo com adrenalina fluindo.

Agora ou�a aqui.

Eu paguei voc� para matar minha esposa por uma causa muito nobre.

Preciso do dinheiro do seguro.

Quer dizer, minha m�sica precisa ser publicada.

Tenho que pagar por aquele recital hoje � noite.

Quer dizer, o mundo precisa da minha m�sica.

Escute-me.

N�o posso ser pego, ouviu?

N�o posso. N�o posso.

Alguma coisa?

Frequ�ncia cinco.

Frequ�ncia o qu�?

Frequ�ncia musical 5.

O que �?

Recital de Valsa.

O Sr. Oliver Nielsen tocar� suas pr�prias valsas originais no piano.

Teatro comunit�rio. �s 20horas, entrada livre.

Quinta-feira, � noite.

Haver� sess�o de perguntas e respostas ap�s o recital.

Voc� gosta de valsas, Tenente?

Obrigado, obrigado.

E agora, como sele��o final,

tocarei uma valsa composta

em mem�ria de um ente querido que se foi.

Dei o nome de Valsa F�nebre para Susan Morta.

Obrigado, Susan,

por tornar tudo isso poss�vel.

Gostaram?

Acho que ela teria gostado.

Encontramos o Professor Curzon, Sr. Nielsen.

Oooh.

Ela tratava a m�sica como se fosse uma piada.

Tive que mat�-la.

Ela amea�ou me deixar.

Cortar minha mesada

se eu n�o parasse de ficar em casa o dia todo perdendo tempo.

Pobre Susan, ela sentia que compor uma bela valsa

era perda de tempo.

E ela odiava quartetos de cordas.

Voc� consegue imaginar que perda teria sido para o mundo

se a Sra. Strauss tivesse se sentido assim?

* Tradu��o: RobOpen *

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