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Original subtitles

Ent�o, sua cabe�a vai para tr�s primeiro,

depois seus ombros, levanta os p�s e gira.

Est� bem.

Sam, entre antes que voc� se machuque.

M�e, a Taylan disse para eu entrar, mas ela deveria cuidar de mim.

Nunca vou ter filhos.

Ent�o, voc� vai fazer o seguinte: comece com algo simples.

Tipo...

Isso.

E depois ir at� ali, da� saltar para tr�s.

Eu vi isso.

Que talento!

Pelo visto vai trabalhar nos Commanders.

O Commanders � tosco.

F� dos Ravens.

Como sabe?

Posso ver voc�s a um quil�metro.

- Denise. - Senhor secret�rio.

- O Byron est�? - Sim. Por favor, entre.

Obrigado. As crian�as est�o crescendo feito mato.

Est�o mais para fungo.

Em breve esse fungo ir� desaparecer,

e voc� s� se lembrar� das flores.

Byron.

Quando eu n�o acredito na sua palavra...

Obrigado.

Sente-se.

- Me avise se quiserem alguma coisa. - Obrigado, querida.

Deixe ligado.

Eu n�o dei ouvidos aos especialistas hoje.

Sabem que existem 64 milh�es de latinos nos EUA.

"Latinos"? Acha que � um termo apropriado pra nossa �poca, Dan?

Ent�o, o que eu deveria dizer? Devo dizer latinx?

Devo inventar um termo sem significado...

Eu me corrijo. Desligue essa merda.

...satisfaz sua avers�o a ser discordado?

N�o � sobre...

Como devemos buscar solu��es quando

n�o concordamos sobre qual idioma usar para discutir o problema?

Na minha opini�o,

as not�cias deixaram de ser not�cias ao passarem 24 horas por dia.

- Tem raz�o. - Virou entretenimento ruim.

Bobos da corte que ca�ram em desgra�a com o rei.

Agora, eles est�o zombando da pr�pria corte.

Em breve, a corte come�ar� a gritar "cortem as cabe�as".

E eles sabem disso.

Em uma d�cada, nenhum pilar do jornalismo

existir� em sua forma atual.

New York times, Washington Post, Wall Street Journal,

eles pararam de relatar as not�cias

e come�aram a nos dizer o que acham que s�o as not�cias,

e qual deveria ser nossa opini�o sobre essas not�cias.

Os americanos sempre foram ing�nuos, mas n�o idiotas.

Minta o bastante,

e n�o confiar�o mais nem se disser que o sol nasceu.

Temos um problema, Byron.

Estamos tentando cont�-lo, senhor.

Isolamos todos os elementos que arriscam nossa exposi��o.

Me parece que...

quando nossa equipe de ataque � emboscada em solo americano,

a exposi��o j� est� al�m da conten��o.

Concordo.

Me explique uma coisa.

Me explique os homens-bomba ao longo da fronteira.

Bom, certamente n�o beneficia os cart�is.

N�o �? � prov�vel que eles n�o soubessem.

Ataques de drones cheiram � contraintelig�ncia russa ou iraniana,

e o fato de que o pr�prio homem-bomba orou antes da detona��o...

acreditamos que seja contraintelig�ncia iraniana

a mando da intelig�ncia chinesa.

Com que fim?

Quer dizer, h� quem mexa no vespeiro e quem d� um chute nele.

Acreditamos que serve a dois prop�sitos.

Um � continuar a desestabiliza��o da fronteira e influenciar a elei��o.

O outro � uma m�scara,

para mudar nosso foco de intelig�ncia para os EUA.

O povo americano � t�o desprovido de intelecto

que precisa de voc�s da m�dia, para lhes dizer como pensar e sentir.

Temos informa��es da Intelig�ncia Jordaniana e do Mossad

de que dois cientistas nucleares chineses est�o em Hakkari, Turquia,

com planos de transporte para Teer� na semana que vem.

Onde voc� estava em 11 de Setembro?

Eu...

Eu era um oficial J�nior em Islamabad.

- Estava no meio disso desde o in�cio? - Sim, estava.

Eu estava no meu terceiro mandato na C�mara.

Voc� deve se lembrar de que houve algumas quest�es

sobre a legitimidade da elei��o do nosso 43� presidente.

Tanto que decidimos que o primeiro mandato dele seria o �nico mandato.

Ent�o, para esse fim, obstru�mos todas as nomea��es.

E n�o estou falando s� do gabinete.

Estou falando de nomea��es de bancada,

nomea��es de procuradores.

Se ele tentasse colocar algu�m na Academia Naval,

d�vamos um jeito de impedir isso.

Por mais insignificante que fosse.

Ent�o, veio o 11 de Setembro.

E instantaneamente, o congresso, a imprensa

e todos nos EUA

se voltaram para ele como nosso comandante em chefe.

N�s confiamos nele para nos liderar,

para falar e agir em nosso nome. E ele fez isso.

Quando falou ao congresso em 20 de setembro, ele assustou

todos os l�deres do mundo.

Os aterrorizou a se comportarem por uma d�cada.

Diga o que quiser sobre o que ele fez depois,

n�o se pode reclamar de um homem

que se apresentou no congresso e encorajou a na��o a se unir.

Precis�vamos de um l�der,

e um l�der surgiu.

Confiamos nele para se levantar.

O que corroeu essa confian�a?

O que nos levou aonde estamos hoje?

N�o conhe�o todos os ingredientes dessa sopa, mas conhe�o alguns.

E ningu�m � inocente...

nem um presidente, nem um membro do congresso,

nem a imprensa, ningu�m.

2.977 pessoas morreram em 11 de Setembro.

N�o estou incluindo os sequestradores na minha contagem.

E n�s nos unimos.

Mais de um milh�o morreram de covid.

Isso quase nos separou.

Diferen�a de l�deres.

E agora, n�o temos nenhum.

O inimigo est� no port�o, e...

n�s o deixamos escancarado.

Fech�-lo agora acabaria com carreiras.

Com a sua, com a minha...

Mas precisamos agir.

Eles acharam um jeito de entrar.

E n�o estou falando de fam�lias famintas da Guatemala.

Os cart�is ganharam 13 bilh�es

no ano passado com tr�fico de pessoas.

Fam�lias famintas n�o t�m 13 bilh�es para gastar.

Estou ciente.

N�o somos o �nico pa�s com fronteiras abertas.

Talvez seja hora de lembrar nossos advers�rios disso.

ADAPTA��O | REVIS�O | SINCRONIA: QUER SE JUNTAR A N�S? | loschulosteam@gmail.com

Podemos fazer isso.

�timo.

Est� bem.

Voc�...

Nos mantenha informados, est� bem?

Mas s� depois que a miss�o estiver conclu�da.

O senhor n�o... o comit� n�o precisa aprovar, senhor?

Com certeza precisa aprovar. � assim que paramos voc�.

Ent�o, n�o pergunte.

Senhor, eu tenho fam�lia. N�o me pe�a pra pular nessa granada.

N�o, n�o. S� estou pedindo para voc� jog�-la.

Eu vou pular nela.

Olha pra mim!

Voc� est� na recupera��o. Est� segura.

Algu�m ajuda! Vamos!

Voc� saiu da cirurgia. Deite-se.

Preciso de 5 ml de hidrocodona.

Vamos. Deitem-na!

Preciso de 5 ml de hidrocodona.

R�pido. R�pido!

Vai se sentir melhor em alguns segundos.

Ei!

Eu trouxe gelo.

N�o mastigue.

As meninas est�o aqui?

Sim. Na sala de espera.

Posso busc�-las.

Voc� contou pra elas por que estou aqui?

Prefiro que acorde assim daqui em diante.

Surge um baita gato selvagem quando ela sai da anestesia.

N�o tenho d�vidas.

Posso?

Acontece que n�o foi uma bala.

Foi um fragmento do seu celular que lacerou sua art�ria hep�tica.

Fizemos uma anastomose para fechar a dissec��o

e envolvemos a art�ria para dar resist�ncia.

As chances de outra dissec��o s�o limitadas, mas...

Nada de levantar peso, atividades intensas...

jiu-jitsu, boxe, nada do que tentou com minhas enfermeiras.

Por quanto tempo?

Eu gostaria que voc� pegasse leve na primeira semana.

N�o precisa ficar na cama,

mas nada de sair correndo por um tempo.

Se come�ar a se sentir tonta, let�rgica, calafrios,

venha para o PS na hora.

E se eu n�o puder esperar uma semana?

Olha, eu n�o sei o que voc� faz, mas tenho uma boa ideia.

Eu fiz esse procedimento em operadores que pularam de avi�es

na semana seguinte sem problema. E um que se abaixou pra pegar toalha

e sangrou por 15 minutos.

S� digo que se o Diabo est� mostrando Ases,

pense bem antes de apostar sua m�o. Entendeu?

Vamos deix�-la aqui uma noite e da� pode lev�-la.

- Voc� sabe que sinais observar. - Sei. Obrigado.

Foi cruel ligar para voc�.

Mas eu tinha a chance de ouvir sua voz de novo...

E eu aproveitei.

Desculpas n�o aceitas.

Veja o que aprendi: nossas meninas s�o fortes.

Elas v�o sobreviver, sabe? Elas v�o sofrer.

Ficar com raiva, agir mal...

Tudo que se faz ao perder algu�m que se ama,

mas v�o sobreviver, Joe.

Eu?

Eu n�o.

Eu n�o vou conseguir, Joe.

N�o digo para voc� parar de fazer o que faz.

N�o h� ultimatos, mas porra...

se voc� morrer fazendo isso, vai me matar junto.

Eu n�o sou forte o suficiente para viver sem voc�.

Dever n�o � uma escolha, Neal.

- N�o me venha com essa merda. - Ent�o me deixe.

Se divorcie.

Eu fiz esse juramento antes de se casar comigo e voc� sabia,

e voc� tamb�m o fez. N�s dois juramos me sacrificar.

E se voc� n�o � forte o suficiente, ent�o fique mais forte.

Porque eu n�o posso desfazer esse juramento.

Est� bem.

Voc� acha que eu n�o me arrependo?

Acha que isso n�o me apavora?

E vou te dizer uma coisa. Isso me apavora mais a cada dia.

Era muito mais f�cil quando nosso casamento era uma bagun�a

e nossas filhas me odiavam.

E estou vendo como fazer as pazes por ir embora por voc�,

por elas, por mim.

Mas tenho que resolver. Ainda n�o resolvi, beleza?

E voc� n�o pode me culpar, n�o pode me convencer

e n�o pode me amar por fazer isso.

Tem que ser do meu jeito.

Bom, espero que resolva

antes que acabem as chances.

- Oi! - Oi!

- Ela acordou? - Sim. Est� bem ali.

Ela est� pronta para outra visita?

Depende do motivo da sua visita.

Ela tem fam�lia, sabia?

Todos temos fam�lias, Neal.

Existe a sorte, e existe voc�.

N�o estou me sentindo muito sortuda.

Seja como for...

Quantos migrantes no grupo? Lembra-se?

N�o muitos.

Uma d�zia, talvez.

Quantos acompanhando?

O dobro disso, pelo menos.

Acha que foi emboscada?

Uma equipe indo a um ponto de encontro pra se conectar a outra?

Com vigil�ncia? Os drones nos atacaram por �ltimo.

Em emboscada, seriam os primeiros.

Se �ramos o alvo da explos�o,

por que n�o nos deixaram chegar mais perto?

A bomba n�o estava l� por n�s. Estava l� para conter...

para nos manter longe deles.

- A vers�o deles de um m�ssil. - Temos sido reativos desde o in�cio.

Acho que � hora de iniciarmos a a��o.

Voc� pode comanda-la de Langley.

N�o � isso que eu fa�o.

Esse � o trabalho da Kaitlyn. O meu � no solo.

Temos a Cruz no solo. Voc� a comanda.

Senhor... Byron...

A Cruz n�o � a oficial do caso.

Ela n�o precisa ser. Ela tem voc�.

Amanh� faremos um balan�o. Voc� pode ligar.

Eu estarei l�

e decidirei quais membros da minha equipe

- ser�o destacados. - N�o s�o sua equipe. S�o minha.

Ou seja, s�o a equipe do governo americano.

E eles s�o, para todos, dispens�veis.

Eles fariam falta, seriam lamentados, mas seriam substitu�dos.

Voc�, infelizmente para n�s dois, n�o pode ser substitu�da.

Voc� n�o � dispens�vel.

Eles s�o uma for�a. Voc� � um multiplicador de for�a.

E eu sou culpado de ser muito arrogante com voc�.

E isso acaba agora.

Descanse.

A mesa n�o � mais f�cil.

Como est� indo aqui?

Est� bem ferrado. E voc�?

Mais ou menos o mesmo. Pode abrir port�o?

- Sala pronta para ele? - Sim.

Por aqui.

Vamos.

No que estou entrando?

L� em cima est�o Carrillo e a empregada.

Me traga a empregada.

O que essa merda vai fazer comigo?

Vai te deixar um pouco nervoso.

O cora��o vai disparar. Voc� pode se sentir um pouco tonto.

Houve relatos de pensamentos suicidas,

mas n�o ser� problema se voc� mentir.

- N�o estou mentindo. - Estamos prestes a saber.

D� o seu melhor.

Eu pretendo.

Est� com sede?

- Sim. - Pegue uma �gua.

Voc� n�o est� em perigo. N�o fez nada de errado.

S� preciso que responda algumas perguntas com sinceridade.

Pode fazer isso?

Sim. Vou dizer a verdade.

Quando � o Natal?

25 de dezembro.

Voc� � casado?

Sou.

Qual a cor da minha camisa?

Azul.

- Voc� j� sonegou impostos? - N�o.

N�o brinca!

Bom, eu com certeza soneguei.

Voc� j� traiu a sua esposa?

N�o.

Voc� j� aceitou propina?

N�o.

N�o?

- A DEA � a sua �nica fonte de renda? - Sim.

Um criminoso ou o representante de uma organiza��o criminosa

j� lhe ofereceu dinheiro?

Sim.

Voc� aceitou esse dinheiro?

N�o.

Voc� denunciou a oferta para sua ag�ncia ou outra ag�ncia?

- N�o. - Por que n�o, merda?

N�o minta para mim,

porque eu vou te desmascarar, e voc� sabe disso.

Responda � pergunta.

Um criminoso ou o representante de uma organiza��o criminosa

j� te ofereceu dinheiro?

- Sim. - Voc� aceitou o dinheiro?

N�o.

- Voc� denunciou a oferta? - N�o.

Por que n�o?

Vamos te colocar em cust�dia protetora.

Sabe o que significa?

Chame a Cruz.

Cruz, querem voc� l� embaixo.

Ei!

Descanse um pouco. Eu cuido disso.

Outra mulher.

Sim. Que merda, n�o �?

Muito poder feminino por aqui.

Voc� n�o conhece o poder.

� mesmo?

Ainda n�o.

Mas ir�.

O que ele faz?

Disse que � advogado.

Com que frequ�ncia ele vai ao escrit�rio?

Todos os dias, das 10h �s 16h.

De onde conhece Raymond Gutierrez?

Eu era bab� dele.

E agora ele a paga pra inform�-lo sobre o Sr. Carrillo?

N�o posso.

O Sr. Carrillo n�o pode te machucar. Ele n�o tem recurso.

E nunca ter�. Voc� s� vai ter que escolher um lado.

O dele ou o nosso.

Ela disse que escolheu o seu.

Ela escolheu desde o come�o.

- Eu s� tentei ajudar voc�s! - Responda a pergunta!

Responda a minha primeiro.

N�o, n�o. N�o vamos brincar com voc�.

Preciso da sua palavra de que a minha resposta

- vai ficar nesta sala. - Depende da resposta, idiota.

Foda-se! Isso nem � legal.

- N�o, n�o! - Responda a porra da pergunta.

Sequestro, c�rcere privado, les�o corporal.

Responda a pergunta!

Sem mencionar a viola��o da ordem 12-3-33.

Estou surpreso que saiba disso.

- Que chique! - Por que n�o responde?

Voc� � igual a eles.

Voc� � exatamente igual.

N�o. Somos muito piores.

Responda a maldita pergunta.

Minha resposta sai desta sala?

Sua resposta n�o sai desta sala.

E nem voc�, a menos que responda � pergunta.

Eu n�o o denunciei...

Porque matei o homem que fez a oferta.

Nome.

Keith Roberts.

Todos o chamavam de Sandy.

Ele era um de voc�s.

N�o, n�o era.

Existem causas perdidas

e existe o meu maldito trabalho.

Voc�s precisam entender uma coisa.

N�o conseguimos manter as drogas fora das nossas pr�prias pris�es.

Ent�o, como impedir que um produto que vale mais de 300 bilh�es

atravesse 3 mil km de fronteira

e mais de 19 mil km de litoral?

A DEA apreendeu 29 toneladas de narc�ticos no ano passado.

A alf�ndega apreendeu 120 toneladas

e 1,1 bilh�o de unidades de fentanil.

Eles nem sentiram.

Eles compraram a quantidade certa de delegados, de ju�zes,

deputados,

agentes especiais,

senadores...

para contornar todo o sistema.

E ent�o voc�s chegam...

Acham que v�o resolver todo o problema.

Kaitlyn.

Bom...

Ele � um escoteiro.

Ela corrobora.

Teria sido mais f�cil se ele aceitado suborno.

Sim, provavelmente.

E, o que faremos agora? Isso aqui j� explodiu.

Limpe a bagun�a, v� para Langley,

e planejaremos nosso pr�ximo passo de l�.

Desculpe, n�o quero cruzar meus limites,

mas isso � uma palha�ada.

Precisamos mov�-lo para um local secreto no exterior agora.

A pol�cia de Dallas est� na propriedade do Carrillo

e na casa ao lado, sem contar que temos um agente da DEA

que est� h� mais de 24 horas longe da mesa e da fam�lia.

Isso � uma bomba-rel�gio.

Temos um local seguro na Costa Rica.

Podemos usar Nassau ou Ilhas Cayman, mas devo informar o MI6,

- ou teremos problemas. - N�o. Sem parceiros.

Use o local em San Jos�, e falarei com nosso agente especial.

Pode me deixar a s�s com ele?

Eu prefiro que n�o fique sozinha com ele.

- J� sou crescidinha. - Estaremos l� fora.

Voc� entende a nossa suspeita.

Voc� come�a seguindo um agente de caso,

o leva para uma invas�o depois da fronteira,

e ent�o uma invas�o com cara de emboscada.

Voc� tem uma informante na resid�ncia do alvo.

- E n�o nos informou. - Eu sei o que pareceu.

Como seguimos em frente?

Como encontramos um ponto em comum?

Como n�o esquecemos o motivo pelo qual nos reunimos para come�ar?

Qual a sua jogada com o Carrillo?

N�o sei.

Quer dizer, o plano original obviamente n�o � mais uma op��o.

Ent�o...

Voc� chegou at� aqui. Quer ir at� o fim?

Deixar tudo isso para tr�s?

Tem uma coisa que posso tirar de tudo isso...

Quando voc�s colocam algu�m como inimigo,

voc�s n�o se seguram.

N�o mesmo.

A organiza��o dele sabe.

Eles sabem que ele se foi. Sabem que algo aconteceu.

Isso pode ser uma vantagem para n�s.

N�o vejo como.

Eles perderam a iniciativa. � a vez deles de reagir.

E voc� sabe como funciona para eles.

Sei.

Randy.

Devolva a arma de servi�o e o celular dele.

Estamos de volta ao mesmo lado.

Sem ressentimentos.

Tenho uma montanha de ressentimentos.

Mas vou deix�-los de lado por ora.

Est� bem.

Oi!

Foi, foi uma coisa de trabalho.

S�O JOS�, COSTA RICA

Come�ando nossa descida!

Sabe o que eu acho interessante?

Tr�s dias.

Estamos nessa h� tr�s dias, e voc� nem perguntou do que se trata.

Nem uma vez.

Levante-se.

Ande at� eu dizer para parar.

FORT LIBERTY, CAROLINA DO NORTE

Vou deixar as minhas coisas no porta-malas.

� seguro?

� a rua mais segura do pa�s.

Al�m disso, eles tamb�m t�m armas em todos os carros.

Quer uma cerveja?

N�o, valeu!

Na verdade, quero.

- Quer? - Por que n�o?

Para onde voc� acha que os levaram?

Um local seguro.

Prote��o � Testemunha.

Provavelmente voc� est� livre.

N�o importa o que aconte�a, nunca estarei livre. N�o com ele.

Ele sempre te trata assim?

Eu conhe�o o tipo.

Minhas surras vinham dos in�meros namorados da minha m�e.

O engra�ado � que n�o havia nada de ruim nela.

Era apenas uma sonhadora.

Por alguma raz�o, s�o os monstros que oferecem os maiores sonhos.

Essa foi a primeira vez que ele me bateu.

A primeira vez que levantou a voz para mim.

Isso � porque voc� viu o monstro atrav�s do sonho.

Assim que ele percebeu que voc� sabia o que ele �,

n�o precisou mais esconder.

Ei!

Est� tudo bem.

Est� longe de estar bem.

Acho que seria legal sentir algo diferente de vergonha e medo.

Esquecer por um momento.

N�o sei se sou a cura para isso.

Talvez eu seja a cura.

Eu trouxe presentes.

- O que voc�s est�o fazendo aqui? - A base est� cheia.

- Eles n�o t�m uma casa para n�s. - Ent�o fiquem nas barracas.

- Chega de beliches. - Entendi.

N�o sei e n�o quero saber.

Eles mudaram a regra. Pode perguntar e querer saber.

O que tem de comida?

N�o sei. Prote�na em p� e manteiga de amendoim.

Beleza. Vou fazer compras.

Com licen�a.

- S� pode estar brincando. - Preciso de uma cerveja.

- Tex, chaves. - Pronto.

Desculpe pela interrup��o.

N�o est� interrompendo nada.

- Estamos interrompendo alguma coisa. - X-box!

Vamos nessa, porra.

Sua espada, senhor.

Linha de vis�o. Vamos.

Tenho que derrotar esse filho da puta hoje, agora mesmo.

Two Cups, voc� nunca ganha.

Foi um acaso.

Meu celular estava no meu colete, o que foi muita idiotice.

Voc� levou um tiro.

N�o foi pelo colete. N�o foi pelo celular.

Voc� estava lutando contra for�as superiores, Joe.

- Foi imprudente. - Kaitlyn, eles traficavam crian�as.

Tratando-as pior que no Afeganist�o, no Sud�o ou na S�ria?

N�o guerrear contra uma cultura.

Crian�as s�o fontes de lucro para eles.

Parar uma rede de contrabando de pessoas n�o era a miss�o.

Erradicar a influ�ncia da intelig�ncia estrangeira

sobre os cart�is era a miss�o. E falhamos.

Em todos os sentidos, Dallas foi um desastre.

Voc� tinha uma Lioness despreparada

e a supervis�o de uma operadora com experi�ncia zero.

Eu n�o disse que ia dar nisso? Pedi meses e recebi semanas.

Me deram um ativo,

fui for�ada a trabalhar com ag�ncias sem experi�ncia,

podem at� ser as que armaram para n�s.

N�o s�o. Pelo menos, o seu contato n�o �.

Discutir sobre isso n�o vai resolver nada.

Precisamos de um alvo e precisamos de conten��o.

E precisamos r�pido.

- Eles v�o liberar voc� de manh�? - Sim.

- Qual o progn�stico do m�dico? - Voc� sabe bem.

Dizem levar tr�s meses pra curar uma gripe. Estou bem.

Como sua fam�lia est� reagindo?

Como o esperado.

Ei!

O qu�?

Tem uma cama vazia no nosso quarto. Pegue-a.

Est� dormindo no ch�o?

Minhas costas n�o aguentam os colch�es macios.

Est� bem. Voc� est� com o Tex?

Tucker.

Como eu vou dividir a cama com aquele gigante?

S� estou oferecendo.

Al�m disso, e a quantidade de g�s metano

que voc�s produzem em uma noite?

N�o, � nojento. N�o vou morrer de asfixia por peido.

N�o sei o que significa, mas parece um insulto.

Significa que eu te amo.

- Eu tamb�m te amo, baba. - Boa noite.

Boa noite.

- Ei! Eu posso dormir no ch�o. - N�o, tudo bem.

Pode vir.

O que acha que vai acontecer com a miss�o?

Acho que a miss�o acabou.

Por minha causa?

N�o.

N�o, n�o por sua causa.

Por minha causa.

Eu n�o deveria ter interferido.

Eu deveria ter...

Deixado acontecer.

Ver se voc� conseguia resolver.

L� se vai o esquecer.

Joe, espera.

Eu posso andar, Neal.

- O m�dico falou pra descansar. - Sim. Sabe de uma coisa?

Descansar n�o � ser carregada. Minhas pernas est�o bem.

- Meninas? - M�e?

Posso te abra�ar?

Claro que pode!

N�o muito apertado.

Oi!

- Voc� n�o parece doente, m�e. - N�o estou.

S� estou um pouco dolorida.

Est� bem, eu arrumei tudo aqui.

O que � isso?

Nada de escadas por pelo menos uma semana.

O m�dico n�o disse isso.

Foi exatamente o que ele disse.

Ele disse nada de exerc�cios. N�o mencionou escadas.

N�o, foi o que o m�dico aqui disse.

Voc� � meu marido,

n�o meu m�dico.

Voc� tem ideia do quanto uma art�ria � fr�gil?

Toda vez que voc� pisa, ela estica, se divide, torce.

Eu s� vou tomar um banho.

- Tem um carro l� fora. - Sim.

O m�dico disse para n�o dirigir.

E descansar. Se n�o fizer isso aqui, te levo pro hospital.

Merda, Joe! Voc� n�o pode ser teimosa com a sua sa�de.

- Por favor, s�, o que... - Para!

Neal, eu vou fazer algo

que eu disse que nunca faria.

Vou falar sobre o meu trabalho

e sobre a garotinha

da idade da Charlie que encontramos sequestrada

e vendida como escrava. Para qu�? Quem sabe.

Use o canto mais escuro da sua imagina��o.

Agora, imagine essa garotinha olhando para voc� no deserto,

enquanto o homem

ao lado dela detona um colete suicida...

Bem diante dos seus olhos.

Eu n�o vou descansar.

E n�o vou pegar leve.

Vou garantir que isso nunca mais aconte�a.

- Como ser� capaz disso? - Essa parte do meu trabalho...

N�o vou falar sobre isso.

A intelig�ncia jordaniana e israelense

pegaram os dois chegando em Istambul.

- O que ela est� fazendo aqui? - Eu que a pedi.

- O que ela est� fazendo aqui? - Fiz essa pergunta.

- � assunto nosso. - Ser� conjunto. Vamos jogar juntos.

V� em frente.

Daiu Suen. Canton�s. Graduado no MIT,

PhD em Engenharia Nuclear pela Univ. Tsinghua, de Pequim.

Este � Jun Hie Xiong.

Na verdade, ele � cidad�o americano, nascido em Fullerton, Calif�rnia,

graduado no MIT. Podem estar percebendo uma coisa.

Ele recebeu o PhD do Instituto Real de Tecnologia de Estocolmo.

Eles chegaram na segunda.

E, na quarta, foram transportados para base a�rea de Diyarbakir.

� um ponto de transbordo conhecido do Ir� para ativos e equipamentos.

Normalmente, eles transportariam para instala��o nuclear de Isfahan.

Temos drones em posi��o para atacar caso isso aconte�a,

por�m, a janela para o espa�o a�reo iraquiano � muito estreita.

Suponha que quis�ssemos o ataque no Ir�.

N�o sei por que iria querer isso,

mas obviamente aumenta nossa oportunidade t�tica.

Como eles o transportam?

Eles usam terra e ar, dependendo da situa��o no solo.

Nossa presen�a n�o fica muito longe dali,

assim como elementos da mil�cia curda,

que garantem que o transporte provavelmente ser� por helic�ptero.

O tr�fego a�reo de Diyarbakir � bem monitorado por Israel e Jord�nia,

sem mencionar por n�s, ent�o ter�o que ficar abaixo do radar.

- O que � isso? - N�o sei.

- Op��es de ataque. - Tirando o drone, eu n�o sei,

a menos que se sinta confort�vel em invadir o espa�o iraniano.

Voc� poderia chamar jatos do Eisenhower,

- mas ent�o o mundo inteiro veria. - Posso...

Desculpa. S� preciso de uma miss�o clara.

Pensei que estivesse relacionado � opera��o ao longo da fronteira.

Voc� mesma disse que o homem-bomba na fronteira era devia ser iraniano,

e que sua detona��o foi para eliminar um ativo que ele estava escoltando.

Correto.

Tamb�m disse que v�rios outros eram chineses.

Pareciam asi�ticos. N�o sei se eram chineses.

N�o temos problemas japoneses ou coreanos burlando a imigra��o.

N�o temos.

Mas n�o entendo a miss�o.

A miss�o � mostrar ao Ir� e � China

que n�o somos a �nica na��o com uma fronteira aberta.

- Entendeu? - Entendi.

�timo.

E quanto ao Carrillo? Vamos discutir isso aqui?

Cuidaremos do Carrillo. S� se preocupe com isso.

- Op��es al�m do drone. - Pod�amos usar uma equipe no solo.

Se tivermos uma rota a�rea, usamos Javelin ou Stinger.

E o transporte da equipe?

Tem um posto curdo Peshmerga em Sulaymaniyah.

D� para usar helic�ptero.

Se for assim e eles se moverem por ve�culo,

d� pra enviar um helic�ptero e atacar ao longo da rodovia,

- e fazer o visual da ponte. - Quer mesmo pessoal em solo?

Porque isso fica fora do nosso controle.

E uma penetra��o armada de Sykes?

Caso seja um de transporte, sem escolta.

Mova-os de Sykes para Sulaymaniyah com um helic�ptero.

Depois, n�o importa se voc� os move por helic�ptero ou comboio.

Voc� tem que trazer a 160�, levar os p�ssaros para Sykes.

Sykes tem o p�ssaro. Eu tenho a piloto.

- Voc� tem uma piloto? - Tenho.

Aquela que escolheram para mim.

Agora, eu posso finalmente fazer algo para o qual ela � treinada.

Me explique o pior cen�rio.

O pior � o p�ssaro ser abatido.

Se acontecer, vai levar mais que cinco homens para tir�-la.

Do que eu preciso no solo?

Duas equipes Delta que trabalharam com a mil�cia curda,

blindagem, um ve�culo a prova de minas.

Eu gostaria de jatos em alerta. Podem sair de Al-Asad.

Eu adoraria outro helic�ptero ou extra��o e um Apache.

Voc� pode me dar isso?

- Voc� quer que eu d� isso? - Quero esses alvos eliminados no Ir�.

N�o os ataque no Iraque, mesmo que tenha a oportunidade.

Eles precisam saber at� onde podemos chegar.

Posso conseguir tudo, menos o Apache.

Seu apoio vir� de Al-Asad, que fica a 30 min de dist�ncia.

Coloque-os no ar quando a miss�o come�ar.

Podemos usar sua bandeira? Simplificaria o suporte a�reo.

TFO tem a intelig�ncia e a log�stica. E a t�tica?

Eu fico.

- N�o deseje o que voc� n�o quer, Joe. - Eu quero.

Eu preciso.

N�o posso sair com uma derrota.

Voc� n�o pode me pedir isso.

Por favor.

Voc� s� observa e aconselha.

Entendido?

Saquei.

N�o, est� entendido, porra?

Se voc� vazar algo no Ir�, � melhor sangrar at� a morte,

porque se colocarem as m�os em voc�, v�o desfilar pelas ruas

e te colocar em um mastro.

Esse � um n�vel de fracasso de miss�o imposs�vel de exagerar.

Fique na base, n�o importa o que aconte�a.

- Entendido. - Est� bem.

Vamos l�. Vamos pedir aprova��o.

Voc� tem a aprova��o.

N�o � voc� quem diz.

Eles precisam de nega��o se isso der errado.

Eles n�o querem saber. Entendeu?

Voc� tem a log�stica e a intelig�ncia.

Monte uma equipe, avise a For�a A�rea e guarde em segredo.

- Sim, senhor. - Est� bem.

"Yippie Hurrah!"

Sempre me deixa nervosa o quanto eles ficam felizes.

Est� bem.

Conhe�a suas fronteiras, seus limites.

E n�o se torne um fardo.

- Voc� n�o vem comigo? - N�o.

Tenho que ir para Costa Rica limpar nossa outra bagun�a.

Mas, meu conselho, n�o v� para casa.

Ele n�o vai aceitar isso bem.

Est� bem?

Alerte o time.

Boa sorte!

Ei!

Use isso.

Droga, cara!

Porra!

Essa merda morreu em voc�?

O que foi?

Ei, todos acordados?!

Nossas coisas est�o em Bliss.

- Acha que eles v�o mandar? - O nosso ainda est� no Texas.

Est� bem, vamos para unidade. O kit est� aqui.

Sim. Eles adoram quando aparecemos e pirateamos as coisas.

O suporte est� carregando uma unidade de suspens�o.

- Vai nos encontrar em Al-Asad. - Vamos voltar para o Iraque?

Vamos l�.

Por que estamos indo para o Iraque?

Voc� tem que se vestir. Temos que ir.

Ir para onde?

Eu n�o sei. S� sei que vamos decolar em meia hora.

Eu pensei que a miss�o tivesse acabado.

N�o acabou.

Vamos l�.

- Eles carregaram um ISU para n�s? - Carregaram tr�s.

Vamos nos encontrar com outra equipe por l�.

O que vamos fazer? Vamos coloc�-la de volta?

Eu explico no avi�o.

- Vai ficar picante? - Sim, vai ficar picante.

Eu adoro quando as coisas ficam picantes.

Vai ficar picante quanto?

Essa � bem a sua praia, Cruz.

Eu fa�o parte disso?

Voc� � A parte.

Voc� tem que salvar o dia.

- �? - Sim.

Como eu vou fazer isso?

Vamos descobrir o qu�o bem voc� voa.

N�o vai me fazer pilotar essa porcaria, vai?

N�o.

Temos outra coisa para voc� pilotar.

- Oi! - Oi!

Como voc� est�?

Um pouco cansada.

Dolorida.

Como se fosse dor de est�mago.

Acontece depois de uma grande cirurgia no seu torso.

Neal, eu n�o quero brigar.

Bom, ent�o pare de provocar.

Que som � esse, Joe?

� um avi�o.

- Certo. - N�o sei quanto tempo vou demorar.

Eu sei o tempo que vai levar se as suturas abrirem.

- Para sempre. - Neal...

O que eu devo dizer pras meninas?

Ficaremos preocupados pra caralho at� voc� voltar.

Ela estava certa quando disse para eu n�o ir para casa.

Diga para elas que eu...

Diz que acredito no que fa�o, e fa�o isso por elas.

Porra! Eu n�o vou dizer isso.

Ent�o diga o que quiser.

Acho que vou dizer a verdade dessa vez.

Como eu disse, diga o que quiser. Mas fa�a uma coisa por mim.

Beije-as por mim, t�?

N�o, n�o.

N�o, vou beij�-las por mim.

E ao chegar em casa e decidir fazer das suas filhas

a sua prioridade como elas merecem,

voc� mesma pode beij�-las, filha da puta!

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