All language subtitles for Sarmasik.aka.Ivy.2015.DVDRip.AC3.x264-MandR

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese Download
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Anuncie seu produto ou marca aqui fale com www.OpenSubtitles.org hoje

- Art Subs - 8 anos fazendo Arte para voc�!

Legenda - willy_br -

HERA

COM PROA BAIXA, MASTRO INCLINADO POR GRITOS E VENTOS PROCURADO

PISANDO NA SOMBRA DO INIMIGO � FRENTE SUA CABE�A DOBRAMOS

VELOZ FOI ESTE NAVIO A EXPLOS�O ALTO RUGIU

E PARA O SUL, SIM, ESCAPAMOS.

(SAMUEL TAYLOR COLERIDGE - A BALADA DO VELHO MARINHEIRO)

Idiota! Ele n�o passou de onde a corrente est�...

Mehmet! Jogue agora, vamos!

Abaixe! Abaixe!

Bem-vindo a bordo.

Devemos esperar aqui o dia todo?

Eu sou Cenk, marinheiro.

Alper, marinheiro.

Chefe!

Chefe!

Diga para ligarem nos dois sentidos.

Eles n�o me ouvem?

- Como, senhor? - Sou Kurd.

Todos eles.

Como sabe? J� trabalhou em todos?

Conhe�o todos eles.

Arroz e feij�o todo domingo. � isso que est� dizendo?

N�o, s� nos navios turcos. � uma tradi��o.

Mas n�o nos estrangeiros.

S� de vez em quando � que servem arroz e feij�o...

A demoli��o dos casebres em Sulukule come�ou.

At� agora foram feitas 17 deten��es.

- Bom, pode cr�. - Pode cr�?

Isso, papito. Popice, popira, popita...

- Esta � a sua cabine. - Obrigado.

De onde � o capit�o?

- Quer dizer Beybaba? - �.

Do Chipre.

- Esta � a sua cabine. - Obrigado.

Fique pronto e n�o se atrase para jantar.

Fique pronto e n�o se atrase para jantar.

Certo.

Sentem-se. Podem comer.

Bom apetite. Sente aqui, engenheiro-chefe.

Ent�o, como v�o as coisas?

Ele est� desgastado, mas ainda faz barulho.

Os motores Sulzer e eu somos velhos amigos.

Bom.

Eu trabalhei l� uma vez.

- Obrigado, irm�o. - Aproveite a refei��o.

Meu amigo Mustafa trabalhou naquele navio.

Saiu anos antes de eu chegar.

- Para outro navio ou pra terra? - Pra outro navio.

E havia o P�-de-Pato Kaan.

O que acha desses caras novos?

Um deles veio com o olho roxo. O outro gosta da terra.

- � s� sua 2� vez. - D� pra ver que s�o novatos.

S� o que veio a bordo foi serragem e �leo.

Nem sequer entre l�. Amanh� vou ligar para eles.

S� temos de lidar com isso.

Levar� uns 4 a 5 dias at� chegarmos ao porto,

a� podemos estocar l� em cima.

Eles n�o mandaram nada das coisas que eu havia pedido.

Todo mundo est� farto, Reis.

H� 2 meses que n�o somos pagos.

Aconteceria o mesmo em outro navio.

Ningu�m est� recebendo.

Qual � o nome do cara com olho roxo?

- Cenk. - Cenk. O outro � Alper, n�o?

Alper.

Venha aqui, filho.

- Sim, Reis. - Onde trabalhava?

Estava no Turhan Bey.

- Quantas vezes j� navegou? - � minha 2� vez.

Esta � sua 2� vez.

Termine de comer. Conversamos depois.

Certo, Reis. Bom apetite.

Otimismo.

Eu sei como ele �.

Vamos cuidar das coisas imediatamente.

Sabe como � o capit�o. Mande-os limparem tudo, certo?

- Est� bem? - Sim. Boa noite.

Entre.

Deixe a�, Nadir.

Preciso falar uma coisa com voc�.

O que foi, Nadir?

Vamos, fale.

Beybaba, eu preciso sair.

Derrubar�o nossa casa. Meus pais est�o na rua.

- Quem est� derrubando? - O governo.

Por que o governo derrubaria sua casa?

Eles v�o, Beybaba. Vi no notici�rio.

A demoli��o j� iniciou em Sulukule.

Logo ser� a nossa casa.

Preciso estar com minha fam�lia. Quero desembarcar em �anakkale.

O que est� dizendo, Nadir? Isso n�o � um jogo.

J� contratamos 2 substitutos. Vamos esperar novos aprendizes.

- Beybaba... - N�o podemos mudar.

Beybaba, j� disse. Preciso ir embora.

O que ir� fazer? Ficar na frente das m�quinas?

O governo n�o deixar� ningu�m sem teto.

Mas Beybaba...

Seus pais n�o precisam de grana?

Logo quando mais precisam, voc� larga seu emprego.

- Pensa que achar� outro? - Vou encontrar, Beybaba.

Nadir... filho.

N�o est� precisando de dinheiro?

Pelo menos aqui voc� ganha sal�rio.

Faz 2 meses que n�o recebemos.

Certo, Nadir. Eu sei. S�o tempos dif�ceis.

Para o dono do navio tamb�m.

Mas n�o se preocupe. No fim a companhia pagar�.

Ligarei amanh� e pedirei que paguem direto � sua fam�lia.

Certo, Beybaba. Se voc� est� dizendo.

Precisa de algo mais?

N�o, obrigado. Pode ir.

- Se importa se eu acompanh�-lo? - Fique � vontade.

- Teve uma boa palestra? - Com certeza.

� a sua 2� vez?

Sim.

Eu era motorista de t�xi.

Por que vir aqui e largar um trabalho bom desses?

As coisas se complicaram.

Complicaram?

Estava dif�cil.

Foi mais esperto sumir...

por uns tempos.

Foda-se ser esperto. Pegue.

Vamos l�.

Obrigado.

Qual deles � religioso? N�o � o Reis, �?

- O qu�? - Reis n�o � o religioso, n�?

N�o, � marinheiro de 1� classe.

Reis foi pescar para ver se eu bebia ou fumava.

Ele viu que n�o sou religioso.

Ficou falando e perguntando essas coisas.

Disse para eu falar com ele se precisasse de algo.

Isso me fez pensar. Reis � traficante ou o qu�?

O que voc� disse?

O que poderia dizer? Sim, Reis... certo, Reis...

Soube na mesma hora que vi seus olhos.

- Eu poderia dizer dos seus. - Bem...

Olhos de traficante t�m dois lados, amigo!

- Com certeza. - Espere 30min at� que durmam.

Ter� um agrado para voc� na 3� classe.

Onde?

Na 3� classe.

Certo, valeu.

O que vou fazer se deixar o navio?

H� algum outro trabalho de longo prazo?

Se puder falar com eles, enrole-os um pouco.

Ou nem se incomode. Ligarei para eles amanh�.

N�o se preocupe com isso.

Quando chegarmos ao Egito, tentarei arrumar algo.

� que...

� que n�o sou... s� eu...

Ningu�m est� sendo pago.

Como eu disse, ningu�m recebeu ainda.

Deus me livre...

Mesmo assim ligarei para eles. Espere alguns dias.

N�o se preocupe.

Est� bem. Eu vou desligar agora.

O que houve com seu olho?

- As coisas se complicaram. - �, complicaram...

Bati numa porta.

- O que realmente foi? - Acidente de trabalho.

Num navio?

N�o. Foi no �ltimo lugar onde trabalhei, na Bedas.

Na verdade, meu amigo Mecit trabalhava l�. Eles o demitiram.

Ele roubou alguns uniformes quando saiu.

And�vamos por a�, usando aqueles uniformes,

atravessando Armutlu, Beylikd�z�.

Havia gente com gato de energia. Mecit sabia dessas coisas.

Bat�amos na porta e fal�vamos que a energia seria cortada.

Quem atendia eram donas de casa.

Eu era o policial. Gritava que passariam 7 anos de cadeia.

A gente pegava pesado: "Voc� est� roubando o pa�s..."

A coisa ficava bem s�ria.

Aquelas mulheres devem ter tremido na base.

Que mulheres?

Ah, sim. Pode apostar.

Ficavam prestes a chorar e entravam na nossa.

Eu falava que o medidor seria bloqueado.

Fazia de conta que escrevia. S� para impressionar.

Era nesse momento que Mecit entrava em cena.

Ficava olhando para os cabos...

Elas tentavam dobrar Mecit enquanto eu era o tira honesto.

Cara, devia ter me visto. Eu ali, anotando sem parar.

O que escrevi s� Deus sabe, mas eu continuava.

Ele sabia como fazer.

Dizia que seria uma grande vergonha

passar 7 anos na cadeia.

Ele inventava tudo isso.

Quando perguntavam se tinha um jeito de resolver,

era a� que o trabalho dele come�ava.

Entendi!

Elas ficavam dispostas a fazer qualquer coisa, n�?

N�o se anime, espertinho. N�o era filme porn�.

A mulher dizia que o marido chegaria logo.

Ela perguntava se pod�amos resolver.

Mecit dizia que uma vez assinada a multa...

n�o havia mais o que fazer.

- � um truque muito sujo. - Pode apostar.

Mecit intermediava. Primeiro falava com a mulher.

Mecit, o embaixador...

Ent�o tentava me convencer. Eu fingia ficar irado.

Finalmente eu cedia.

A� ele perguntava quanto dinheiro a mulher tinha.

Elas ca�am mesmo?

Algumas davam ouro. Uma vez foi uma TV.

Um esc�ndalo, cara. Fomos embora com a TV.

Mas isso � roubo, cara.

Bom, eles tamb�m estavam roubando.

Teve uma vez que o alvo foi uma f�brica em Yenibosna.

Aquele dinheiro foi mel na chupeta, irm�o.

Boa.

E quanto ao seu olho?

Meu olho...

No �ltimo lugar que fomos o cara trabalhava na Bedas.

Puta merda!

�bvio que bateu em voc�!

Isso n�o � nem a metade. O bairro inteiro baixou ali.

Eu no ch�o e os cretinos chutando a minha cara.

Quem faz algo assim? Acham que sou uma galinha?

Aqueles selvagens quase me mataram.

Sem miseric�rdia, sem pena.

Um dia a farsa seria descoberta.

Resolvi me mandar antes que a pol�cia chegasse.

Essa � uma hist�ria terr�vel, irm�o.

Tenho todas as hist�rias que quiser. � s� pedir.

Escuta isso.

Adoro essa m�sica.

A superf�cie do mar espuma

Ei, minha querida

Rinna nay, rinna rinna nay

E se eu pegasse um barco a remo

ela me levaria

Ei, minha querida, ei...

Minha vinda a esta terra

Ei, minha querida

Rinna nay, rinna rinna nay

� por causa de uma beleza

Ei, minha querida, ei...

A superf�cie do mar veleja

Ei, minha querida

Rinna nay, rinna rinna nay

Fazendo minha hora chegar t�o cedo

Ei, minha querida, ei...

No meio do mar

Ei, minha querida

Rinna nay, rinna rinna nay

Uma vela acesa sobre a mesa

Ei, minha querida, ei...

E minha partida deste mundo

Ei, minha querida

Rinna nay, rinna rinna nay

Ser� por causa da saudade de casa

Ei, minha querida, ei...

Por amor � minha p�tria...

A mina me abra�ou...

Foi s� alegria...

Ent�o a garota veio, e eu tentando achar um jeito...

Ache Reis e venham para uma reuni�o na minha cabine.

- Sim, Beybaba. - Chame o engenheiro-chefe.

- Sim, Beybaba. - N�o fale nada.

N�o falarei, Beybaba.

Rapazes!

Rapazes, vamos ao trabalho!

Alper. Cenk. Vamos.

Vamos, Cenk! Vamos, Alper!

Venha comigo, Mehmet.

N�o atracaremos no porto amanh�.

- Por causa da carga, Beybaba? - N�o � esse o problema.

Vou ser direto.

Faz tempo que n�o conseguimos contatar o dono do navio.

Ele n�o enviou nada que pedi quando passamos em Istambul.

Falou que as coisas iam mal, como sabem.

N�o conseguimos reabastecer e os sal�rios est�o atrasados.

Recebi duas mensagens do escrit�rio.

A primeira � que o propriet�rio declarou fal�ncia.

A segunda � sobre uma intima��o judicial.

O fornecedor de combust�vel confiscou o navio.

A autoridade portu�ria nos enviou para ancoragem.

- O que acontecer� agora? - Eu n�o sei dizer.

Estou tentando falar com o propriet�rio.

Alguns tripulantes n�o recebem h� 4 meses.

N�o sei se conseguirei mant�-los aqui.

Voc� tem raz�o, Reis.

Isso levar� tempo.

Pelas normas, ao menos 6 homens devem ficar a bordo.

Um na sala de m�quinas, um na cozinha...

dois marinheiros de 1� classe, um marinheiro e um oficial.

Todos os outros est�o livres para partirem.

Um nas m�quinas, um marinheiro 1� classe...

Um na cozinha.

- Ficarei como oficial. - Tamb�m posso ficar.

N�o h� necessidade. � prov�vel que se arraste.

- Voc� decidir� quem fica? - Ap�s ancorarmos amanh�...

re�na a tripula��o e decidam entre voc�s.

Tentarei falar com a companhia.

A situa��o � esta.

N�o falem nada a ningu�m at� que eu anuncie amanh�.

Vamos ser otimistas.

A mesma coisa aconteceu comigo em 2002.

- Quanto tempo durou? - Ficamos 3 meses ancorados.

E onde ficaram ancorados?

- Perto da �ndia. - Voc� recebeu quando?

Depois de 4 meses, ou seja, no total foram 7 meses.

Ficamos presos em Maputo por 6 meses.

- Nossa... - �, 6 meses.

N�o havia o que fazer, s� esperar pelo melhor.

Por que estamos ancorando aqui?

N�o dever�amos navegar at� o porto?

A carga n�o deve estar pronta.

A BRISA PAROU, AS VELAS CA�RAM T�O TRISTE COMO PODIA ESTAR

ENT�O FALAMOS S� PARA QUEBRAR O SIL�NCIO DO MAR

Ent�o aqui n�s ficamos.

Vamos ver se fizemos a escolha certa ou n�o.

Fizemos sim. O lema � ficar e ser pago.

No fim, o navio ser� vendido.

- Ser� mesmo? - Claro.

Pois bem...

Somos s� n�s agora, rapazes.

Ismail ser� meu bra�o direito daqui por diante.

Como Reis, ele ser� o primeiro oficial.

Entendido?

Ele tamb�m � o m�dico do navio.

A chave da enfermaria e do arm�rio de rem�dios.

Deixe em volta do pesco�o e n�o tire.

Isto ainda � um navio. Est�o a servi�o, n�o em f�rias.

Todas as normas ainda devem ser cumpridas.

Entendido?

Venha comigo, Ismail.

Quando n�o estiverem trabalhando,

fiquem na recrea��o ou em suas cabines.

N�o me fa�a procur�-lo. Vamos, Ismail.

- Vou ver TV na recrea��o. - Eu tamb�m.

Espere a�.

Seu desgra�ado!

PROIBIDO FUMAR

Pode se sentar.

Por que ficou, Ismail?

Beybaba, desculpe?

Por que resolveu ficar?

Eu ou Kenan deveria ficar como marinheiro de 1� classe.

Ele est� no mar h� muito tempo. Ent�o eu fiquei.

Entendo.

Ismail...

n�s estamos em um momento dif�cil.

N�o podemos ir para terra...

porque a autoridade portu�ria reteve nossos passaportes.

O propriet�rio n�o enviar� quaisquer substitutos.

Logo podemos ficar presos aqui por bastante tempo.

Seremos os primeiros a receber pagamento.

Eu sei, Beybaba.

Seremos pagos...

n�o importa quanto o dono do navio deve.

Ficamos para receber nosso dinheiro antes.

Eu sei, Beybaba.

� por isso que os outros quiseram ficar, Ismail.

Quanto ao Nadir, sei que � um bom rapaz.

N�o tem onde morar.

Mas...

n�o gosto do cara com olho roxo.

- Cenk. - Cenk...

- E o amigo dele. - Alper.

Alper. N�o gosto desses dois.

Fique de olho neles e no grand�o maquinista.

Kurd?

Kurd.

S�o do tipo de gente que n�o tem nada a perder.

Esse Cenk � malandro, Beybaba.

Ele tem vadiado o tempo todo.

Tentamos mant�-lo distante de voc�s oficiais.

Chegou a conversar com os dois?

Fa�a amizade com eles.

S�o viciados, n�o s�o?

Ismail...

as coisas mudaram.

N�o h� mais espa�o para segredos.

Preciso que seja meus olhos e ouvidos.

Devemos nos unir...

ou ser� dif�cil para todo mundo.

Ellam valla... O que est�o dizendo?

Kurd, consegue entender?

Tem um rosto bonito, n�o �?

- Quero um desses. - Pode pegar.

J� esteve em Afar?

� claro que sim.

Afar � um lugar lindo.

Que sorte.

Minha 2� vez no mar e estamos presos no navio.

Por causa do seu azar estamos aqui, porco sujo.

As gatas em terra est�o louquinhas pela gente.

Nadir?

Fa�a uma lista de tudo na despensa

e veja quanto tempo ir� durar.

Kurd, v� at� a sala de m�quinas ver quanto combust�vel temos

e por quanto tempo durar�.

- Agora? - Beybaba quer saber � noite.

- E n�s? - Voc�s est�o dispensados.

Obrigado.

- Mesmo? - Mesmo.

Pode fazer um pouco de ch�?

Cai fora!

- Vamos l�! - Cara...

Foda-se, ent�o.

- O que est� fazendo? - Uma lista. E voc�?

Nada.

Ainda falta muito para eu aprender �rabe.

Fiquei entediado, ent�o vim aqui conversar.

Como v�o as coisas? Voc� est� bem?

Acho que sim.

Isso � bom...

Temos comida, n�o �?

Sim, mas ser� que � o bastante?

- Os perec�veis primeiro. - �timo.

Nadir, s� uma coisa...

poderia me dizer onde est� a Nutella?

Escondi a Nutella. N�o vou dizer onde est�.

N�o force a amizade, irm�o.

Temos que faz�-la durar.

S� quero um pouquinho.

Apenas um pouco. N�o contarei a ningu�m.

S� me d� um pouco, por favor!

Se quiser ajudar, leve isto para a cozinha.

- Ent�o pegarei a Nutella. - V� andando.

Deixarei isto e a� voltarei para pegar minha Nutella.

D� o fora...

- Deus te guarde. - Obrigado.

- Nadir! - Sim.

O jantar ser� o qu�?

- Pide. - Legal!

- Posso ir? - Em 15 minutos.

Bom! Nadir!

- Pide em 15 minutos. - Legal!

� dia do banho. V� se lavar seu imundo.

Legal!

Nojeira!...

Entre, Nadir!

J� � tarde assim?

Com certeza, Beybaba.

O que preparou?

- Pide de queijo. - Bom.

Foi um monte de queijo.

Trouxe algumas azeitonas e feta para servir com seu raki.

Nadir, sirva-se da bebida. Pode se sentar.

� que eu tenho trabalho a fazer.

� s� por 1 minuto.

Eu me sentiria estranho.

Sente a�. N�o vou faz�-lo beber.

Nadir, sabe que gosto de voc�.

Obrigado, Beybaba.

Agora somos apenas n�s a bordo.

E, provavelmente, ficaremos aqui por um bom tempo.

Confiei em voc�...

para ser meus olhos e ouvidos sempre.

Fique de olho aberto nos outros.

Vigie Cenk...

vigie Alper...

vigie Kurd...

e Ismail.

Devemos ficar unidos,

porque assim n�o acontecer� nenhum problema.

Certo?

Voc� tem o papel mais importante nisto.

N�o se preocupe, Beybaba.

Entendido?

- Sim, Beybaba. - Certo.

Agora, se me der licen�a.

Tenha bom apetite.

Est� comendo muito devagar.

Por que ter pressa? Estou saboreando com calma.

Lento como minha av�.

Isso foi en�rgico.

Que tal jogarmos cartas?

Kurd, voc� sabe jogar cartas?

Estou falando com voc�, tonto. Que tal um carteado?

� um n�o.

Ismail? E voc�?

Eu n�o jogo.

N�o � por dinheiro, � para passar o tempo.

Eu n�o jogo.

Louvado seja o Senhor.

E o Nadir? Onde se meteu?

Na verdade, ainda n�o ter�amos quatro.

- Divirtam-se. - Obrigado.

Posso chamar uns russos ou persas pelo r�dio.

Mayday, mayday! Precisamos de mais um.

N�o sou muito bom nas cartas.

Estou cercado de idiotas.

N�o sabem nada da vida.

Idiotas!...

Voc� parece entediado.

Vem comigo. Tenho uma surpresinha.

- S�rio? - S�rio.

- O que quer dizer? - Veremos quem � o rei.

- Vem. - Tamb�m tenho maconha.

� das boas para misturar e fazer aquela frente!

Do caramba.

Quatro caras prestes a brigar, a� esse cara aparece, vermelho!

�amos chutar seu rosto. Ele vai, mas quem falou?

O qu�? Est�vamos quase brigando.

O que ele disse? Quem falou isso?

Pessoal!

- Ei, pessoal! - Disse a ele pra cair fora.

Ele falou v� se foder...

- Pessoal! - N�s 4 come�amos a soque�-lo.

Quem falou o qu�? Todos foram correndo.

Pessoal!

Pessoal! Pessoal!

O que foi, irm�o Ismail?

Falem baixo, n�o consigo dormir.

Desculpe. N�o faremos barulho.

Ismail, poderia me dar a chave da enfermaria?

J� chega! V� para a cama!

Pe�o a chave e ele manda eu ir pra cama.

N�o ria, isso � s�rio. Novalgina, Izopam!

Pessoal! Pessoal!

Sim, irm�o Izopam.

Desculpe, Ismail. Desculpe por isso.

Falei para ir pra cama.

Voc� disse, v� para a cama.

Certo, n�o ter� mais barulho.

V� pra cama, est� tarde! Durma.

Qual o seu problema, Ismail?

Ficaram doidos? O meu problema? V�o pra cama!

N�o grite. J� estamos indo.

E da� se eu gritar? Me deixam acordado a noite toda!

Lamento por isso, irm�o.

Levantem! J� amanheceu.

Andem! Temos trabalho a fazer. Encontrem-me na popa agora.

Vamos logo, pessoal!

Pessoal.

Os materiais est�o ali. Concluam esta �rea at� a noite.

Limpem o conv�s at� a mangueira de inc�ndio.

Boa sorte pra voc�s.

Merda!

O que � isso? Algum tipo de jogo de poder?

Voc� tinha que ter provocado ele.

Voc� � tapado? Ele � quem quis brigar.

N�o importa, vamos.

Ainda n�o tomamos caf� da manh�. Dane-se a limpeza.

Chega de falar. Vamos ao trabalho.

Alguma vez fez esta limpeza?

Faz�amos todos os dias no Turan Bey.

Ent�o limpe voc�.

Vou agradar Ismail.

Ismail que se foda! Ismail que se foda!

D� algum poder a eles e ver� como realmente s�o.

Ele est� se achando o maioral.

Pensa que � o chefe agora.

Vou amolecer ele.

Ei, Kurd! Venha nos ajudar.

Que esquisit�o.

Ele parece um rob�.

O Robocop.

A porra do Robocop...

Ap�s 45 dias, n�o h� provis�es. Devemos pescar.

Meus homens est�o entupidos de comer p�o torrado.

N�o consigo contato faz 1 m�s.

O propriet�rio desapareceu. Seu telefone est� desligado.

O dono deve ao agente,

que diz n�o poder comprar passagens e nem provis�es.

Consegui umas coisas com os agentes,

mas agora j� n�o me atendem mais.

Esperam abandonarmos o navio para ent�o tom�-lo.

N�o nos deixar�o sair daqui. Temem que possamos fugir.

A Federa��o diz que ou sa�mos ou n�o haver� acordo.

O que devo fazer? Abandonar o navio?

Voc� n�o entendeu. Ou�a, pelo amor de Deus.

Sem sinal.

Tem algum filme que n�o assistimos?

J� vimos todos os 5 que temos.

Tem aquele com o jardineiro e a mulher.

Devemos ter visto umas 10 vezes.

Conversou com Ismail?

No tempo certo...

No tempo certo? Estamos na seca, cara.

- Sabe como ele �. Fazer o qu�? - Como assim, fazer o qu�?

Andou fu�ando no meu esconderijo.

- Menos, Cenk... - Qu�? Nunca chapou com Laroxy.

Beybaba mandou, pessoal. Limpem o conv�s, h� vazamento.

D� o fora, Ismail. Deixe a gente um pouco em paz.

Como assim? H� um vazamento de �leo.

S�rio, Ismail. N�o enche.

S�o ordens de Beybaba.

Ordens de Beybaba?

- �. - Dane-se Beybaba.

Ele mesmo pode limpar.

Cuidado com o que diz.

N�o vou fazer. Chega dessa porcaria!

Faz quantos dias, sem comida, sem nada...

e ainda trabalhamos todo o tempo.

E se o �leo vazar para o mar?

Quem se importa. O que pensa? Acha que � dono do navio?

Ismail, n�o v� que n�o ligam a m�nima pra gente?

Por que deve se importar?

Ainda estamos no navio, n�o em f�rias.

Pare de repetir as palavras de Beybaba.

Certo, levante-se.

Est� bem, levanto. E agora?

Voc� � o novo Reis?

Pare de se exibir! Dane-se o seu showzinho.

N�o me empurre! Olhe sua boca.

N�o fale desse jeito comigo!

N�o enche, seu filho da puta.

Ei, cuidado... o que voc� falou?

Saia, irm�o. Vamos, v� embora.

O que disse? Ismail? O que acabou de dizer?

Ismail!

- Ele se foi. - Espere a�...

- Ismail! - Vamos, acalme-se.

- Porra! Me deixe! - N�o precisa se irritar.

Apenas sente-se.

- Veja o filme do jardineiro. - Foda-se ele e voc�!

Tudo bem, pegar� ele.

Fique calmo. N�o se incomode com ele.

S�o ordens de Beybaba, n�o minhas!

A� ele vem e solta os cachorros em mim...

Se nos multarem pelo �leo, ficaremos aqui eternamente.

Sim, tem raz�o. Mas est� xingando ele.

Tenha calma.

Por que ele � t�o cheio de si? � o �nico a bordo?

Imploro a voc�. Trate de se acalmar.

Entre.

Cenk n�o quer trabalhar, Beybaba.

O que aconteceu?

Vaza �leo do guindaste 2.

E?

Queria que fosse limpo, mas n�o consigo que fa�am.

O vazamento � grave?

N�o est� vazando muito. Falou para mant�-los ocupados.

Tudo bem. S� n�o os pressione muito...

- Mas Cenk me provocou, Beybaba. - Acontece. N�o pressione.

Quantos dias j� faz? Estou perdido.

Descanse por uns dias, at� se acalmarem.

- Mas Cenk provocou, Beybaba. - Paci�ncia, Ismail. Paci�ncia.

Com o mar agitado e a �ncora batendo no casco, o que fazer?

Voc� solta a corrente.

Paci�ncia...

- Foi bom ter peitado ele. - O que poderia fazer?

Voc� n�o entende. N�s estamos na merda.

Devemos nos matar? Precisamos daquela chave.

Eu cuido disso.

At� parece. Ele me amea�ou na frente de todos.

Me xingou de filho da puta e a� deu no p�.

Ent�o, eu...

- Nadir cortou seu cabelo? - O qu�?

Acha que eu devo cortar o meu cabelo?

N�o estou ouvindo voc�.

- Meu cabelo. Devo cortar? - Seu cabelo! N�o enche...

- Aonde ele foi? - O qu�?

- Para onde ele foi? - Fazer sua ora��o.

N�o diga 'ora��o' no banheiro.

Voc� me cortou, Cenk. Apenas v� embora.

Arruma o seu cabelo ou fa�a qualquer coisa.

Vou te bater! Vou te bater bem na boca.

Baterei bem assim... com as duas m�os.

Chegamos, Nadir. O que tem para o jantar?

Arroz.

- Pegamos peixes ontem. - Ser� a janta de amanh�.

Merda.

- Obrigado. - Bom apetite.

Chegue pra l�.

Aprendendo a ser marinheiro num navio que est� parado.

O que eu deveria fazer? Empurrar o navio?

� raro ver marinheiros curdos. Eu nunca vi.

Como est� indo?

N�o t�o ruim. Vou levando.

S� estou tentando te animar.

Em que voc� est� pensando? Sabe a nossa l�ngua?

Voc� fala turco?

Devemos aprender curdo?

Quer sal? Eu alcan�o o saleiro.

Ismail, o que disse?

Falei comam sua refei��o.

Comam sua refei��o, � o que disse.

�, isso mesmo.

Uma hora diz uma coisa e depois fala outra.

O que fa�o com voc�?

Ismail, acha que sou filho da puta?

S�rio. Eu sou um filho da puta?

Ajude-me, Deus.

Qual o problema? Ficou magoado?

Venha, Ismail. Vamos conversar.

Ismail... vamos conversar um pouco.

Esque�a, Cenk. Tenho com que me ocupar.

O que quis fazer? Vamos, diga.

E voc�? Quer me intimidar?

N�o estou intimidando. Voc� fica me testando.

N�o estou te testando. S� passei as ordens de Beybaba.

Ele mandou voc� me xingar? Isso � jeito de falar?

Ismail, voc� passou do limite.

Ferrar a gente pelo capit�o? Estamos todos no mesmo barco.

Dia e noite, todos n�s.

Agora que Reis se foi, voc� est� no comando.

� legal ferrar com a gente?

Olha o que voc� fala.

Me chamou de filho da puta. Agora diz pra eu olhar...

- V� se foder! - Espere.

- Quem est� tentando ferrar? - Est� bem, parem!

- Cenk, acalme-se! - Est� descontrolado.

- Calma! - Cometeu um erro, Ismail.

- Alper! - Venha aqui.

Est� cometendo um erro, Ismail.

Fique calmo.

Vamos, d� um tempo. Est� tudo bem.

- Viraram uma gangue? - Vamos, j� acabou.

Agora s�o uma gangue?

Deixe-o ir. Volte aqui.

S�o uma gangue?

O que aconteceu?

Onde est� Alper?

Eu n�o sei.

- Voc� est� bem? - Estou bem.

Eu n�o fiz nada e continuam me atacando.

- Ele me persegue. - Todos precisamos de calma.

Continua me perturbando. Me fez perder um intervalo.

- Deixa pra l�. - Como assim, deixa pra l�?

Precisamos conversar.

Voc� me ouviu? Precisamos conversar.

Fale logo.

Traga Alper l� para baixo. � importante.

Foi o que escutei.

Quando foi isso?

Esses dias ele falou com a embaixada.

Espere a�. Est� dizendo que a Federa��o deu passagens.

Mas o capit�o recusou.

Isso mesmo. A Federa��o quer todos ou ningu�m.

Mas o capit�o n�o quer sair.

Se formos embora, ainda receberemos?

Sim, os outros foram pagos. Tamb�m vamos receber.

Ent�o por que ficamos?

Voc� n�o sabe? Eu esperava ficar por aqui,

sendo alimentado e pago.

Quanto tempo mais ficaremos aqui?

J� faz quanto tempo, 50 dias?

Ningu�m diz nada.

Vai por mim, o cara est� ferrando a gente.

- � pago e nos deixa aqui. - N�o � isso.

O propriet�rio desapareceu.

Quem falou? O capit�o. N�o confio nele.

O dono e o capit�o est�o sacaneando a gente.

N�o ficaria se n�o recebesse. Devemos ir pra cima dele.

Vamos falar com ele e ver o que tem a dizer sobre isso.

Rapazes...

somos escravos ou o qu�?

O dono que v� pro inferno. Ele pode vender o navio.

Ele me perguntou quando comprou?

Mas � tarde, ele dormiu. N�o pode ser agora.

N�o quero saber se est� dormindo.

Vamos acord�-lo.

Vamos esperar amanhecer.

A conversa ser� tranquila. Vamos.

- Cenk, espere amanhecer. - Vamos.

Pessoal, vamos esperar.

Cenk.

N�o podemos falar na madrugada.

Vamos agora.

Espere at� amanhecer.

Espere, deixa que eu bato.

Pode ir.

- Quem �? - Sou eu, Beybaba.

O que foi, Nadir?

Preciso falar com voc�.

Entre. N�o est� trancada.

Algum problema, Nadir?

- � que, Beybaba... - O que, Nadir?

- Beybaba, n�s... - O que foi a essa hora?

- N�s... - Queremos saber o que acontece.

- Querem saber o que acontece? - Isso mesmo.

Agora acham que est�o no comando?

Nada disso. S� pensamos no longo tempo.

V�o para suas cabines. Deixem isso comigo.

Estamos aqui h� 50 dias...

V�o para suas cabines!

Voc� n�o entende. Nossas fam�lias querem saber.

Faz muito tempo que n�o somos pagos.

Ent�o viemos perguntar...

Se sairmos do navio...

Voltem para suas cabines! Isso � um motim?

N�o, claro que n�o. Entendeu errado.

Jamais esperava isso, Nadir. Tratei voc� como um amigo.

Que tipo de marujo voc�s s�o? Ficaremos o tempo necess�rio!

- Falou com a Federa��o? - E se falei?

- Voc� est� por tr�s de tudo. - O que est� havendo?

- Fique fora disso, Ismail! - E quem voc� pensa que �?

- V�o embora. - N�o entende...

V�o embora!

- Beybaba, entenda. - Sumam daqui!

- Ismail, � s� uma conversa. - Voltem �s cabines!

O que est� tentando provar?

Vamos indo, pessoal.

Andando. Isso mesmo.

Vamos, vamos.

Kurd!

Kurd, escute!

Por que est� se metendo? Deixe que eu cuido do cretino.

Ele nos explora. Por que interfere?

Fique fora disso! Ele sabe o que est� havendo!

Pare de interferir!

Sim, senhor, Beybaba.

O que foi isso?

O que, Beybaba?

O guindaste 2 est� vazando �leo.

Sim.

Como assim?

Conversamos sobre isso h� 10 dias.

Ent�o por que voc� ainda n�o limpou?

Qual � a gra�a?

� que contei a voc� sobre minha briga com Cenk.

E voc� falou em paci�ncia, em deixar para l�, lembra?

Deixe-me entender.

Voc� brigou com Cenk...

e ent�o eu disse para n�o trabalhar mais?

- Sim. - Est� desnorteado, Ismail?

- Mas foi isso que aconteceu. - Ficou maluco?

N�o era mais para trabalhar porque brigou com Cenk?

Por que est� calado?

Entendi errado, Beybaba.

- Trate de limpar agora mesmo. - Sim, Beybaba.

Obrigado.

N�o vi Kurd o dia todo.

Nadir, pe�a ao velho para abrir o compartimento.

Pode haver bebidas ou cigarros.

Ele tamb�m n�o est� na sua cabine.

E a�, meus queridos? S� na paz?

V� se foder! V� se foder, cara!

V� se foder, �?

O tampinha virou macho.

Venham comigo at� a cozinha.

E tragam Ismail, tamb�m.

Vamos!

Agora!

Podem entrar.

- Vejam o que preparei! - Isso � salsicha?

Que droga � essa?

� salsicha, cara!

- Tinha um esconderijo? - Do que est� falando?

Sabe que o cozinheiro era gordo. � a li��o n� 12 dos marujos.

Cozinheiros gordos sempre guardam comida. Sigam o gordo.

Eu amo o gordinho, irm�o.

Aquele filho da m�e. Como n�o achei antes?

Espere. Leve isto para Beybaba. N�o diga que mandei.

S� fale que veio da mesa ao lado.

- Fa�a com que ele coma! - Certo.

- Onde est� Ismail? - N�o sei. Vou cham�-lo agora.

- N�o acabe com tudo. - T�.

Corre, corre!

- Como est�? - Maravilhoso!

Suas bochechas rosaram. Vamos, fa�a um ch�.

- Voc� � o melhor. - Obrigado, mas fa�a o ch�.

- S� mais uma. - Vamos, o ch�.

Fiz todas as salsichas. V� devagar, mais gente comer�!

- Estou faminto! - Sei disso, seu ogro.

- N�o enche o saco! - Fa�a aquele ch�.

Vamos, pode ir fazer aquele ch�.

Voc� n�o tem nenhum copo? Filho da m�e...

- N�o vou comer! Vou esperar. - Viram o peixe que peguei?

Dane-se o peixe. J� estamos virando um.

Entre.

Ol�, Beybaba.

- O que est� havendo, Nadir? - Notei que estava exausto.

Obrigado.

Bom apetite.

- O que � isso, Nadir? - Salsicha, Beybaba.

Salsicha, Nadir?

- T�nhamos isso no navio? - Parece que sim, Beybaba.

Como assim, 'parece'? N�o pedi para listar tudo?

Sim, mas o cozinheiro Arif tinha um esconderijo.

Cenk achou.

Cenk achou? O que Cenk fazia na cozinha?

Levei o ch� ao conv�s e ele entrou.

O que Cenk fazia na cozinha? O cozinheiro � voc�, n�o �?

Cenk entra na sua cozinha e voc� nem sabe de nada!

Ele encontra salsichas, voc� nem sabia e d� um banquete!

E voc� vem at� aqui com essa porcaria!

Danem-se as suas salsichas!

Seus filhos da puta...

Ent�o ele vendia essa p�lula e ficou surtado...

Venha, Ismail. Tem salsicha.

Devagar, Nadir ainda n�o comeu.

Fodam-se as suas salsichas! Quem foi que pediu?

Pensa que � o cozinheiro? Pensa?

Quero todos no conv�s.

Ismail, quero todos no conv�s!

Inclusive o cretino do Nadir.

Fodam-se todos voc�s! Todo mundo agora no conv�s!

Meu caralho! Voc� est� bem?

Desgra�ado...

Onde est� Kurd?

- N�o achei ele. - Como n�o achou?

Onde est� Kurd?

Nenhum sinal dele, Beybaba.

S� 4 est�o sob seu comando!

Onde est� Kurd?

Ele n�o foi visto, Beybaba.

Beybaba, Beybaba... Cale a boca!

Nunca na minha vida...

Isto aqui � um navio!

Quanto mais trato bem voc�s, mais querem tirar vantagem!

Um perambula na cozinha!

O outro n�o sabe diferenciar o rabo de um buraco no ch�o.

V�o se foder!

Precisam se endireitar... de uma vez!

Ismail disse que est�o cansados.

Falou para n�o sobrecarreg�-los. Eu fa�o voc�s trabalharem?

Olhem este conv�s! Quando � que foi limpo?

As ferramentas est�o paradas desde semana passada!

Estou sobrecarregando voc�s?

Trato voc�s bem e � assim que retribuem.

Neste navio n�o resta qualquer cadeia de comando!

O que voc� foi fazer na cozinha? Idiota!

� um marujo ou um cafet�o?

Por que est� rindo?

Onde estava quando o cafet�o fincou os p�s na sua cozinha?

E voc�, Ismail?

Onde est� Kurd?

Fodam-se todos voc�s! Mostrarei quem � o chefe!

V�o trabalhar. Todos voc�s ir�o trabalhar.

Trato bem voc�s e me fodem!

Agora quero que limpem o conv�s at� o amanhecer!

� o �nico jeito de voc�s bichas aprenderem!

Ache Kurd e traga-o para mim. N�o terminei com ele.

Agora voltem todos ao trabalho.

Cenk.

Venha aqui.

Venha aqui!

Pegue.

Pegue!

Agora ponha no seu devido lugar.

Agora todos trabalhando.

Pensei que n�o poderia fazer nada a voc�.

Onde voc� est�?

Onde voc� est�?

Kurd?

Kurd?

Onde voc� est�?

Deixe as pessoas sozinhas...

Me deixe em paz...

Kurd?

Ismail, estou sufocando. D�-me a chave para abrir.

Preciso relaxar. Por que fazemos isso?

Me d� a chave. Estou sufocando, Ismail...

Deixe-me abrir o arm�rio.

Ismail!

Ei!

Kurd?

Kurd?

Nada, nenhum sinal dele. Olhei por tudo.

Nadir?

Nadir?

Irm�o?

O que est� acontecendo?

N�o conversamos h� dias.

Estamos famintos e com sede...

Ei?

- Kurd n�o est� mais no navio. - �. Vasculhamos por tudo.

Olhamos em todos os lugares.

Ele foi para a costa? Aonde ele foi?

Eu vi Cenk e Kurd discutindo.

Quando?

Deixe eu ver...

Depois que sa�mos da cabine de Beybaba.

E?

- Alper? - Sim?

Eu vi o esp�rito do Kurd.

Viu o esp�rito do Kurd?

Estava na frente da minha cabine.

Desviei o olhar por um momento, e ele desapareceu.

Estava molhado. Assim como o piso.

- Cara... est� tudo bem? - Eu juro!

Significa que ele n�o morreu. Ainda est� a bordo.

Olhe Nadir, meu amigo...

nenhum de n�s...

Nenhum de n�s anda pensando direito, sabe?

Vamos pegar Cenk e Ismail, sentar e conversar.

Vamos falar com Beybaba. N�o podemos continuar assim.

Falou a Beybaba que eu escondi comida?

- Quando? - Disse pra ele?

- Quando me viu? - N�o falei.

- Acha que eu faria? - Eu nunca falei nada.

Eu faria algo assim? Voc� me viu fazendo?

Isso n�o existe. Est� doido?

- Falou para Beybaba! - Juro que n�o falei.

Voc� n�o entende.

Beybaba tenta nos jogar uns contra os outros.

Vamos pegar Cenk e Ismail, e...

Minha cabe�a est� explodindo!

Acalme-se. Escute...

Vamos pegar Cenk e Ismail

e sentamos todos para conversar.

Acha que eu faria isso? N�o confia em mim?

Ele tenta jogar a gente um contra o outro todo o tempo.

Mas n�o conseguir�.

Venha at� a cozinha. Vamos at� a cozinha.

Est� bem? Calmo e tranquilo.

Mesmo?

Vamos, irm�o! Vamos para a cozinha, certo?

Eu juro que n�o falei uma s� palavra.

- Onde est� Cenk? - Ele est� vindo.

- O que foi, rapazes? - Vamos ter uma conversa.

Estamos enlouquecendo. Precisamos entrar nos eixos.

Vamos falar com Beybaba.

Ver o que ele diz. Estamos perdidos.

O que estamos esperando? Por que n�o pedir � Federa��o?

Quantos meses se passaram? A comida acabou e h� pouca �gua.

O que estamos esperando?

Todos n�s devemos morrer? O que me dizem?

Cenk? O que voc� diz?

O que Cenk pode dizer? Est� virando um man�aco.

Ismail, d� um tempo.

Estamos aqui tentando conversar, est� bem?

O que voc� est� olhando?

- O que est� olhando? - Parem, por favor!

Ent�o � assim que age quando os outros olham.

Cenk, Ismail... Ismail!

Ainda seremos pagos se a Federa��o intervir?

Ismail, devia falar com Beybaba. Afinal, voc� � o Reis.

Certo.

O que voc� est� encarando?

Cenk, j� chega! Pare.

Cenk, pegue este saleiro...

e ponha-o no lugar.

Ismail, viemos conversar. Quer que a gente se mate?

Ele est� imitando o velho com o saleiro. Muito legal, n�o?

- Acalme-se, Ismail. - Por que ele me encara?

- Calma! - O que ele fica olhando?

O que voc� est� olhando?

J� me enchi de voc�. Agora vai ver s�...

Devagar, Cenk...

- Foda-se! - Foda-se voc�!

- Calma. Devagar. - Mas que droga!

- Tenham calma, porra! - Para tr�s.

Espere um pouco.

N�o irei para cima na frente deles.

S� quando ficar sozinho, como um filho da puta.

Estourarei sua cabe�a por tr�s. Quando menos espera.

- Me chamou de filho da puta! - Calma!

J� que me chamou, te pego quando n�o esperar.

Como um filho da puta.

- Cara, sossega a�. - Certo, acalme-se!

Calma. D� um tempo!

Me chamou de filho da puta. Ent�o vou te pegar como um.

Pode vir, pois vou acabar com voc�.

Chega, pessoal!

Sabe a chave que voc� tem, vou enfiar ela no seu rabo.

Olha aqui, seu desgra�ado.

Vou rasgar essa chave no seu rabo.

N�o adianta nada ficar se agredindo.

Foda-se. Tenho fome. Farei o que quiser.

Que droga voc� est� fazendo?

Puxa-sacos, ningu�m me ajudou quando peitei aquele idiota.

- Quer um peda�o de mim? - Calma, irm�o.

- Quer um peda�o? Vamos! - Voc� est� me amea�ando?

- Onde est� Kurd? - Parem!

- S� diga onde ele est�! - Parem, merda!

Chega! N�o podemos conversar por uns minutos?

Conversar!

- Sabem o que significa? - Vamos.

- Fiquem calmos! - N�o seja um psicopata, ok?

Seu cretino. Cretino de merda.

Por que acham que estamos nessa porra de navio?

Por que ainda estamos aqui, seus imbecis?

Por que n�o abandonamos o navio?

Aqueles que receberam, deram todos no p�.

Talvez conheciam o dono e receberam h� meses, entendem?

Os mais velhos foram pagos. Por isso ele ficou.

E por isso nos enrola.

Por qu�? Por causa do dono.

E onde � que est� o dono agora?

Ele se escafedeu. Foi viver em outro lugar.

Somos o que restou. Somos o por�o do navio.

O dono engoliu, digeriu e cagou a gente.

Agora somos o por�o. Aquele velho desgra�ado...

Ei, Beybaba, seu sacana!

Saia da cabine!

Venha que eu vou te pegar de jeito!

Des�a aqui!

Ele vai sair! Sou o �nico que o enfrentou.

Bando de maricas! Fui o �nico que retruquei ele.

Por que ainda estamos aqui? Sabe o que a Federa��o disse?

Bom, e voc� sabe?

Disse que eram todos ou nenhum. O que o seu velho falou?

O velho falou que n�o sairia do navio. Foi s� o que disse.

Ele protege o dono. Est� recebendo para ficarmos.

Mas arrumou briga comigo. Essa � outra hist�ria.

Cenk! J� chega!

N�o existe dono do navio! N�o v� isso, idiota?

Entende agora?

� por isso que falamos com Beybaba naquela noite.

Vou acabar com ele assim que sair da cabine.

Vejamos como se vira sem Kurd.

Veja o que acontece quando Kurd n�o me segura.

Vai ver a merda que acontece. Ent�o acabarei com voc�.

Cenk!

Cenk!

O que vai fazer? Venha aqui...

- Tenha calma! - Foda-se a calma!

Apodreceremos aqui se depender de voc�.

Ainda estamos aqui, n�o �? Pego a chave e acabo com ele.

Acabarei com esse capit�o!

COMO SOZINHO NUMA ESTRADA, N�O TENHA MEDO AO ANDAR

PROSSIGA EM SUA CAMINHADA E A CABE�A N�O TORNE A VIRAR

PORQUE UM DEM�NIO TERR�VEL EST� LOGO ATR�S A ESPREITAR

Em nome de Deus...

Em nome de Deus...

Em nome de Deus...

Em nome de Deus...

Em nome de Deus...

Em nome de Deus...

Em nome de Deus...

Deus!

Deus!

Em nome de Deus...

Nadir, acorde!

- O que aconteceu, Ismail? - Ele est� aqui.

Quem?

Kurd. O esp�rito est� no navio! Ele est� aqui!

- Ismail... - Juro por Deus. Est� aqui!

O esp�rito de Kurd.

O esp�rito de Kurd est� no navio...

Nadir, venha ver. Olhe!

Igual voc� tinha dito... Pegadas molhadas. Veja!

Est� molhado por tudo.

Molhado, molhado... em todos os lugares.

Ent�o eu fui at� os chuveiros.

Nadir, eu fui at� os chuveiros.

Vim at� aqui. Eu ouvi um barulho.

Virei e olhei. Era o Kurd!

Aqui! O esp�rito de Kurd est� aqui.

Vamos procur�-lo. Suba at� o conv�s comigo.

Nadir...

Nadir, Nadir! O esp�rito de Kurd est� aqui!

Nadir, o esp�rito de Kurd est� no navio!

Nadir, o esp�rito de Kurd est� aqui!

O esp�rito de Kurd est� no navio!

Ismail?

Ismail?

Minha nossa...

Mas que merda...

Porra... Ismail!

Pelo amor de Deus! Cenk! Cenk!

Nadir!

Nadir, corra! Nadir!

Ismail, acorde! Pelo amor de Deus...

Nadir, Nadir!

Vamos, Nadir!

Levante, vamos! Nadir!

Cenk! Mas que droga, Cenk?

O que voc� fez, Cenk?

Onde se meteu, desgra�ado? Apare�a.

Cenk! Onde voc� se meteu?

Onde voc� est�, seu cretino?

Cenk!

Cenk!

Cenk!

Cenk, onde voc� estava?

Que merda voc� fez? Fale...

Que merda que voc� fez?

O que eu fiz agora?

Eles est�o morrendo, idiota. Est�o morrendo.

Vai ficar tudo bem.

O caralho, seu merda. Por que furou o Nadir?

Que Nadir?

Me d� a chave! Eles est�o morrendo!

N�o tem chave. Eu abri tudo. Agora tudo � nosso...

Veja, eu abri.

A droga da porta est� aberta?

- Me solte. - Est�o morrendo, psicopata...

Seu psicopata! Doente!

Vamos, mergulhe!

Isso mesmo...

Por que cortou o Nadir?

Por que cortou ele?

Apare�a!

Onde voc� se enfiou? Apare�a!

Ficou surdo? Apare�a!

Porra...

Onde se meteu? Pessoas est�o morrendo!

Desgra�ado!

Onde diabos se meteu?

Vamos, apare�a!

Me escute!

Ele est� gravemente ferido.

Foi atingido na cabe�a por uma barra de ferro.

Est�o me amea�ando tamb�m...

O que devo fazer? Matar o cara? Devo sujar as m�os de sangue?

N�o consigo mais pensar... eles tamb�m.

Por favor, ajudem!

Quer que eu me torne um assassino?

Ismail. Ismail...

Acorde!

O que aconteceu?

Quem fez isso comigo?

- Foram os dois, n�o �? - N�o se importe com isso.

Alper chamou Beybaba a noite toda.

O cara nem saiu da cabine.

Ele est� se lixando para a gente.

Precisamos conversar.

Temos que ir. Entendeu?

Ismail!

Voc� tem a chave da cabine do Beybaba?

A superf�cie do mar espuma

Ei, minha querida

Rinna nay, rinna rinna nay

Se eu pegasse um barco a remo

Ela me levaria embora

Ei, minha querida, ei...

Minha vinda a esta terra

Ei, minha querida

Rinna nay, rinna rinna nay

� por causa de uma beleza

Ei, minha querida, ei...

A superf�cie do mar veleja

Ei, minha querida

Rinna nay, rinna rinna nay

Fazendo minha hora chegar t�o cedo.

Ei, minha querida, ei...

No meio do mar

Ei, minha querida

Rinna nay, rinna rinna nay

Uma vela acesa sobre a mesa

Ei, minha querida, ei...

E minha partida deste mundo

Ei, minha querida

Rinna nay, rinna rinna nay

Ser� por causa da saudade de casa

Ei, minha querida, ei...

- Art Subs - 8 anos fazendo Arte para voc�!

Curta a gente no Face: facebook.com/ArtSubs

HERA

HERA

Contribua tornando-se um usu�rio VIP e remova todos os an�ncios do www.OpenSubtitles.org

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.