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C�U ABERTO
AGRADECEMOS
AO SERVI�O DE PARQUES NACIONAIS
DO MINIST�RIO DO INTERIOR,
QUE NOS PERMITIU FILMAR
AS BELEZAS NATURAIS
DO PARQUE NACIONSL DE "GRAND TETON"
O in�cio da hist�ria dos Estados Unidos
� uma cr�nica de tentativas heroicas.
Alguns foram os primeiros a percorrer pradarias e montanhas,
outros a encontrar uro prata e cobre,
a organizar a cultura e cidades novas.
Esta hist�ria � a dos primeiros homens
que exploraram por barco o curso do Alto Missouri.
Partindo de St. Louis, percorreram mais de 3000 quil�metros
em territ�rio �ndio hostil
e abriram assim a passagem em direc��o ao grande Nordeste.
Tudo come�a no ano de 1832
no Kentucky, na estrada de Louisville.
Jim Deakins seguia tranquilamente o seu caminho
quando viu nas �rvores
qualquer coisa que se movia.
Era uma homem? Um urso? Que mais?
Jim estava curioso.
N�o podia ser um homem. Uma ave teria voado.
Estou-lhe muito agradecido!
Queria a minha faca.
Foi voc� quem assobiou?
Por que faz voc� isso?
N�o gosto de ser seguido!
E eu, n�o gosto que me batam,
sobretudo quando n�o o espero!
Desta vez, ser� menos f�cil!
N�o me bato com um ferido.
Sim! Vai-se bater!
N�o esperarei pela sua recupera��o.
Onde vai?
Para Louisville.
Daqui at� l�, isso melhora. Leva-me consigo?
N�o o quero perder.
Foi assim que eles travaram conhecimento.
Jim nunca soube por que ele o tinha levado...
Talvez ele procurasse compreender.
E Jim era duma curiosidade natural.
Foi voc� que assobiou, l� adiante?
� rudimentarmente bem imitado...
Eu penso que pod�amos apresentar-nos.
Chamo-me Jim Deakins.
E eu, Boone.
- De que fugia voc�, Boone ? - Do "sheriff".
Por qu�?
Um tipo roubou-me a minha espingarda.
E o "sheriff" perseguiu-o a si?
Quando eu apanhei o tipo,
o "sh�riff" acreditou nele e prendeu-me.
E eu evadi-me.
E voc� voltou a reaver a espingarda.
Valia a pena.
Nunca vi outra igual.
Um segundo tiro, por vezes � util.
Mas sempre me foi suficiente apenas um.
Ao chegar a Louisville, eram verdadeiros amigos
e n�o se batiam sen�o com os outros.
Jim vendeu o seu carro��o e ambos partiram montados em mulas.
Duas semanas de viagem e ume briga por etapa.
Finalmente, viram as �guas do Missouri brilhar sob a lua,
assim como as luzes de Saint Louis.
Diabos! Que grande cidade!
Quantos habitantes, na tua id�ia?
10 � 12000, dizia o tio Zeb.
Como podem as pessoas amontarem-se desta maneira?
Este formigueiro n�o me diria nada.
A mim tampouco.
Dir-se-ia um enxame de abelhas!
Nunca vi tanta gente numa rua.
Os homens andam como patos, de ventre para diante.
E as mulheres, como sacos atados pelo meio!
Onde devemos procurar o meu tio Zeb?
Antes ser� preciso vender as mulas.
Dir-se-ia que o lugar indicado, � al�m...
Fica com um bom par da mulas, Mr.
Connhece Zeb Calloway ?
Qual � a profiss�o dele?
Armadilhador... ca�ador...
Connheces um homem chamado Zeb Calloway ?
Sim. N�o o vejo desde h� pelo memos seis meses.
Deve andar pelo Cheyenne, algures enre aqui e o Canad�.
Uma vasta �rea, que poucos brancos viram, excepto Zeb Calloway.
Ele n�o � branco. � meio Ind�o!
� o meu tio!
Ele estava a brincar.
N�o acho e n�o gosto de piadas.
- N�o foi por mal. - Bom, se ele o diz.
Eu dizia isso assim.
Sam Eggleston pode dizer-vos onde ele est�.
Onde est� Sam Eggleston ?
Na Companhia de peles... mesmo � esqina.
Todo este dinheiro ma pesa. Toma l� metade.
Porque fizeste isso?
N�o gosto dos Ind�os!
N�o batas em ningu�m s� porque n�o gostas do Ind�os...
ou por que ele n�o gosta do teu tio. Promete-o, por esta noite.
- Sam Eggleston est� a� ? - Sim. Sam !
Onde podemos encontrar Zeb Calloway?
Fiz-lhe uma pergunta. Sabe onde ele est�?
N�o, ignoro, e pouco me interessa...
desde que ele n�o esteja em territ�rio da companhia!
� tudo?
Ele deve-nos duas pipas de whisky...
que ele n�o entregou no nosso posto de Fort Missouri!
E voc�s n�o sabem onde est� ele. N�o tenho nada de que vos agradecer.
Lembraste-te da tua promessa.
Eles s�o apenas quatro.
Cada um, aqui, deve trabalhar para a Companhia.
Com isto, n�o cheg�mos a encontrar o meu tio.
Sem d�vida que � preciso ficar algum tempo...
E se fossemos tomar um copo?
Tenho s�de e este dinheiro queima-me os dedos.
Tenho mesmo s�de, agora. Deite dois, do melhor!
"Bon soir, Messieurs" "� votre service, vous d�sirez...
O que tiver, mas muito cheio!
N�o, n�o, n�o, comer!
Penso que ela est� a perguntar se queres comer.
Comer! Ah, sim. Comer.
Claro, claro. Traga, traga.
Oui Monsieur, tout de suite>.
Acho que viemos para o lugar certo.
Boa ca�a!
Oh, whisky, deixa-me...
tranquilo!
Oh, whisky, deixa-me...
tranquilo!
Oh, whisky, deixa-me tranquilo!
Porque devo voltar a casa!
O meu copo parece-me t�o vazio...
O meu cora��o tamb�m est� vazio!
Se o meu copo estivesse cheio...
Ach�-la-ia fiel?
Voc� ainda n�o encontrou Zeb.
N�o procuramos muito.
As vossas baboseiras n�o o far�o vir!
Ent�o tenho cuidado com os seus p�s!
Voc�s n�o ter�o as vossas armas sen�o depois de terrem pago a multa.
Agora, como poderemos encontrar o tio Zeb?
Em todo o caso, n�o pagues a multa
Magou-me sempre nos dedos, e tu n�o.
- Bem, cara ou cor�a? - Para qu�?
A cama debaixo do beliche.
Doi-me o pesco�o... e at� os cabelos.
N�o me pises a cara quando subires.
Que � que quer?
- N�o se pode dormir tranquilo? - N�o o tinha visto!
No entanto, aqui � o meu lugar!
Tio Zeb !
O que �?
N�o me reconheces?
Boone Cordell!
Isso mesmo, este � o meu amigo, Jim Dickens.
- Ol�, tio Zeb! - Ol�
- Que � que fazes aqui? - Procurava-te.
Que vergonha! Encontrar o parente na pris�o!
A mim n�o me importa.
Deveria importar-te!
N�o quero a tua ajuda!
Encontrar-te aqui! Que diria a tua m�e por me encontrares aqui?
E t�o e tu?
A provid�ncia enviou-me para te encontrar.
Que fazes aqui ?
Tal como o teu pai, falas demais! Eu bem tinha dito � minha irm� para desconfiar!
Deixa o meu pai sossegado! N�o te fez nada que n�o lhe tivesses feito a ele.
Ele diz que n�o passas de um b�bado!
N�o s� est� preso, como mente!
Veja o que caiu da algibeira!
Vejo que aprendeste a minha li��o.
- Ele tinha um saco com balas! - Como eu.
� por isto arreias com tanta for�a?
Sem me magoar nos dedos.
N�o r�m nada que se beba?
N�o, evidentemente.
Digam-me por que est�o voc�s aqui.
Brig�mos com um tipo que te chamava b�bado.
Ele n�o tinha raz�o para brigar. Como se chamava?
Um tipo Eggleston.
Este aborto espancou-te?
Os tipos da Companhia ca�ram-nos em cima.
Eles n�o gostam de ti.
� rec�proco. Eles mataram o meu primeiro s�cio.
Eles acusaram os Sioux, mas � mentira.
Por que � que eles fizeram isso?
Nada os p�ra quando se trata de suprimir a concorr�ncia.
Eles querem ser os �nicos a negociar com os Ind�os.
Que � que tenciona fazer?
Onde vai, Zeb?
Quando sa�r daqui, vou subir o Missouri de barco.
- Isso parece interessante. - Podiamos juntar-nos a ti.
Voc�s? Juntarem-se a mim?
Isso, n�o sei...
Tu, tu atiras bastante bem Boone. E voc�?
Jim quase se compara a mim.
Que queres dizer? Ent�o lembra-te...
Acredito na vossa palavra. Mas antes de tudo, � preciso...
- Onde estavas? - Andava � tua procura.
Por que n�o me procuraste primeiro aqui?
A neblina sobe o rio.
Um dos teus homens falou demais.
Os da Companhia espalharam que o teu barco seria revistado...
N�o...
- e que n�o passarias Fort Leavenworth. - Quem os informou?
- Eu n�o sei. - Quem os informou?
Labadie esteve envolvido.
Labadie. Tu e Labadie! Por todo o lado, me disseram:
"Eles beberam whisky e foram-se embora!"
Eu nem tinha tocado na segunda garrafa.
Ent�o, que � que fazemos?
H� neblina sobre o rio? Vou subi-lo antes da alvorda.
Boa id�ia! Vamos!
Antes, � preciso pagar a nossa multa para sa�rmos daqui!
Nossa multa? Eu pago a tua multa mas a daqueles dois passar�es, oh n�o!
Bom, boa viagem, eu vou outra vez para a cama.
Espera... N�o quero partir sem ti.
Quem s�o estes homens?
Um � o meu sobrinho, Boone, e o outro...
Jim Deakins!
Um amigo dele. S�o ambos bons ca�adores.
Que ca�am eles aqui?
N�o percamos mais tempo. Paga a nossas multas!
� um nervoso, mas podemos contar com ele.
- Obrigado por nos ter arranjado trabalho. - Sim, obrigado.
Esperem at� ver o que segue!
Este nevoeiro vai facilitar-nos as coisas.
Preocupa-me partir sem Labadie. � um excelente cozinheiro!
� o Labadie quem est� a tocar!
� o francesinho rechochudo?
�, vamos procur�-lo.
Fica fora disto eu e Romaine vamos cuidar disto. Anda Romaine.
- H� uma mi�da que quero ver. - Vais v�-la, dentro de 4 ou 6 meses.
Ol� companheiros...
V�, vamos lev�-lo para fora daqui.
- Est�s bem? - Sinto-me �ptimo!
Acho que j� � suficiente! Tragam-no ent�o para aqui.
- O meu patr�o e as mulheres... - Sil�ncio.
Baixem-se. Aten��o �s vossas cabe�as.
J� vi que ele sabe onde vai?
- Espero que sim! - Ele sabe!
Mandan.
Equipagem.
Para bordo.
Partimos imediatamente.
Sil�ncio!
Rapazes, Subam e fiquem fora da vista.
Para os remos e �s varas.
A lanterna! Apaguem-na!
Estamos prontos patr�o.
Largar!
A bombordo.
Vamos dormir aqui. H� muito caminho a percorrer.
Que � que se passa aqui?
Cala-te!
Que � que fazes a�?
Uma mulher! Que � que ela faz aqui?
Pois h�, uma mulher a bordo.
Por qu�?
N�o te diz respeito! Volta para o teu trabalho!
Os outros, fiquem calmos!
- Que faz uma mulher a bordo? - Est� bem, � melhor dormirem.
O primeiro dia pareceu longo.
Todos esperavam que a mulher aparecesse
ou que o doido do Franc�s explicasse por que � que ela estava a bordo.
Eh, Colloway...
Cuidas de mim, �s vezes, pareces-me a mim...
N�o � uma mulher. � s� uma mi�da!
� uma �ndia!
- Isso mesmo. - Agora, viste-a. Est�s com id�ias, talvez?
Com calma.
Fala ingl�s!
Tu viste as cabe�as deles?
Sim. Diz-lhes!
Com efeito. J� � altura. Escutem todos,
e escutem bem!
Eu n�o disse nada porque depois de terem bebido alguns falam demais.
Como Labadie, b�bado, depois falamos.
Antes, falemos de neg�cios.
Habitualmente, dou-vos dez dolares por m�s,
comida e whisky.
Desta vez, voc�s ter�o mais.
Ter�o uma parte dos benef�cios. Por que n�s vamos longe!
A 3000 quil�metros. Talvez mais.
Nenhum Branco foi assim t�o longe!
Compraremos peles aos P�s-Negros.
Precisamos de 3 meses para l� chegar.
�s vezes, mais! Mas n�o ficaremos com os restos da Companhia!
Desta vez, iremos onde eles nunca ousaram chegar!
Por que n�o disseste nada?
Quando os homens bebem, falam demasiado!
Se a Companhia n�o pode tratar com os P�s Negros, poderemos n�s?
Queres saber como chegaremos...
a acordo com os P�s Negros.
Porque n�s temos a �ndia.
Calloway, explica-lhes.
� a filha de um chefe P�-Negro.
Eles v�o ficar-nos reconhecidos por n�o a trazemos. Na nascente do rio...
N�s n�o chegaremos at� l� se n�o tivermos a �ndia!
Ela ser� de alguma maneira a nossa...
- Como se diz? - Ref�m!
Ela proteger-nos-�. Ela dir� ao seu povo...
que n�s queremos ser irm�os dos P�s-Negros.
Agora compreendem que se lhe acontecer alguma coisa...
est� tudo perdido!
Portanto, deixem-na sossegada. Nem uma palavra, nem um gesto, nada!
Caso contr�rio, Mr. Colloway abater� quem lhe quiser tocar.
Agora, j� sabem. Ent�o, que dizem? Que � que dizem?
� o momento de falar!
Se querem voltar, podem. Voltem para Saint Louis agora mesmo!
Mas se ficam...
t�m de ficar at� ao fim!
Voc�s ficam todos?
�ptimo!
Ao subir o rio, os homens trabalharam
como homens que acreditavam naquilo que faziam.
Eles julgavam que o plano do Franc�s era bom.
Atingiu-se Fort Leavenworth em dez dias.
Com imenso whisky e a �ndia a bordo,
O "Mandan" teria tido algumas dificuldades.
Tamb�m pass�mos de noite
para n�o sermos nem vistos ne ouvidos.
Tinhamos a bordo mais whisky do que era permitido.
Deixa-lhes algum para apreenderem. Isso acalm�-los-�.
Diz-lhes que nos fizeste descer para ca�ar um pouco.
O barco regressa ao Fort ?
Ele voltar� a Fort Leavenworth esta noite para ser inspeccionado amanh�.
Despois recarg�-lo-emos aqui.
Esta rapariga fala Ingl�s, Zeb?
Olho de Cerceta? Ela n�o fala a bem dizer.
Olho de Cerceta... � o nome dela?
� o que eu lhe dou.
Os olhos dela lembram-me os duma cerceta.
Bastante grandes, doces, lindos.
Por que � que ela esconde a cara?
Com todos estes homens � prefer�vel.
Mas come�o a ter d�vidas.
� engra�ado. Aqui estou eu a preocupar-me com uma mulher.
N�o nos preocupamos muito quando elas est�o perto...
mas quando se est� longe, como n�s, neste momento...
Trazes um assunto completamente novo!
� quando uma mulher n�o nos sai da cabe�a!
Reconhecemos a asneira de n�o as termos reparado nelas antes.
N�o h� nada como ver o rosto duma mulher...
Lembro-me de uma vez, no Kentucky, estava numa diligencia.
Sentado toda a noite ao lado duma mulher com o rosto coberto por um v�u.
Com os balan�os, n�o podia evitar dar-lhe encontr�es nela.
Cheirava bem, tamb�m.
Vais manter-me impaciente? Que foi que fizeste?
Nada. Mas uma roda soltou-se. A diligencia virou-se...
e claro fiquei satisfeito quando ela se estatelou em cima de mim!
E ent�o?
Ent�o, quando nous levant�mos...
consegui ver a cara dela.
Bonita?
Linda!
Diz-me, a curiosidade matou o gato Boone.
N�o est� mal, para �ndia!
Como � que ela se perdeu da tribo?
Um grupo de guerreiros Crows, capturaram-na.
Os Crow e os P�s-Negros odeiam-se uns aos outros.
Foi uma sorte conseguir escapar antes deles a matarem.
Onde a encontrou Jourdonnais?
No rio, numa canoa, meio morta.
Do lado do Rio da Prata h� uns tr�s ou quatro anos.
Foi ent�o que teve a id�ia para esta viagem.
Como falas com ela, se n�o fala a nossa lingua?
Eu falo a dela.
Estive entre eles.
Este velho j� viu muitos �ndios...
em quase todo este pa�s.
� grande e selvagem.
Colter's Hell, o Sidskidi, Teton, erguem-se al�m das nuvens.
N�o h� nada mais belo que o Alto Missouri.
� selvagem e belo como uma virgem.
Mas a parte mais bela pertence ao povo dela, os P�s Negros.
Nenhum homem branco pisou as suas terras.
Eles receiam a mol�stia do Branco...
O que � isso?
Piolhos! O homem branco n�o viu o minimo que quereria apanhar.
E quanto mais rouba, mais quer roubar... � como se tivesse uma febre.
Rouba at� conseguir ter tudo. Depois, combate os seus semelhantes.
Os �ndios n�o t�m raz�o alguma para gostar dos brancos.
Gostaria mais de viver nas terras dos P�s Negros mais que noutro lugar.
Muitas vezes lhe fugi, julgando que a minha hora tinha chegado...
e no entanto a vida era bela, livre e sem estorvos, virgem numa boa parte!
Tu gostas desse lugar, hein, Zeb ?
Foi nessas terras que o meu irm�o foi morto.
� verdade, foi onde Ben foi morto.
N�o era mais velho do que tu �s agora.
Na verdade eu pr�prio n�o era mais velho. Pensei que tinhas esquecido.
Por que havia eu de esquecer?
- Esqueceste o que isto �? - Parece ser um escalpo.
Deste-mo tu. Disseste que o tiraste ao �ndio que matou o meu irm�o!
� verdade que disse.
- � por isso que n�o gostas do �ndios. - Tu gostarias?
- Deve ter sido quando disse � tua M�e. - Isso mesmo.
H� j� muito tempo. Se fosse a ti, deitava-o fora.
- Por qu�? - Est�s sempre a fazer perguntas.
Livra-te disso. Livra-te...
No teu lugar, n�o me meteria nisso.
J� acabaste?
Ela � pior que que um gato assanhado!
Sorte a tua ela n�o ter uma faca, ela ter-te-ia esfaqueado!
Para qu�? Por que me queria ela tirar isto?
� um escalpo de P� Negro o que tens, e ela sabe-o.
- Sabes por que � que o �ndio tira um escalpo? - Por qu�?
Para humilhar um inimigo.
Do modo que ela pensa, este bravo P� Negro n�o ousar� mostrar-se no al�m...
enquanto o seu escalpo n�o f�r completamente enterrado.
� necess�rio ser-se enterrado inteiro?
� mesmo uma cren�a tonta.
Todas as cren�as s�o respeit�veis.
Por que n�o lho entregas?
Daqui em diante devias dormir com um olho aberto...
Uma noite sem dormir? Vais partir fatigado!
Em Setembro, tinhamos passado da Montanha "la Platte"
perto do territ�rio da Compagnie das Peles.
Tudo corria bem, demasiado bem.
N�o era normal que a Companhia n�o nos tentasse parar.
Onde foste Colloway?
Onde fui? Pergunta onde estive. A inspeccionar os arredores.
- E ent�o viste alguma coisa? - N�o vi nada. Nem sequer um tra�o.
"Bon, bon", Bom!
Que � que isso tem de bom? P�ra de raspar a cara e escuta-me!
Voc�s franceses sempre a aperaltarem-se, como num s�bado � noite.
- Que � que te incomoda? - A Companhia das Peles.
Eles v�o agir contra n�s e � a altura deles o fazerem.
- Que � que eles v�o fazer? - N�o sei, nem ouvi uma palavra!
Que estamos a fazer?
N�o podemos fazer muito. Pod�amos p�r alguns vigilantes.
- Bon! Bon! - A� uns tr�s.
Ouve, chama os homens que eu lhes direi o que fazer.
Mas hoje, n�o amanh�!
�a va! �a va!
Romaine, Marcel, Pierre!
E diz-lhes que tragam umas espingardas com eles.
De que servir�? N�o acertam num boi a olhar para eles.
- Que pode a Companhia fazer? - Impedir-nos de avan�ar.
Romaine, tu vens comigo.
Voc�s dois, um vai rio abaixo, o outro para montante.
Parece tudo em ordem.
Senta-te e n�o te movas. N�o saias daqui.
Compreendeste?
- Oui. - Olhos bem abertos. Se vires algo dispara!
N�o fa�as pontaria. Provavelmente n�o atingirias nada!
Esta musica penetra na alma dum homem, hein ?
Que est� ele a cantar?
Oh, � um can��o antiga monsieur.
Fala de um homem que est� saudoso da sua mulher...
E quando ele sonha, sente os seus l�bios junto aos dela.
Sobretudo, ele sente-se muito solit�rio, sem o seu amor.
Pensei que ela te ia atirar com a comida � cara.
Peguem nas espingardas, Romaine disparou!
Aux armes!
- Un Indien! Je lui tir� dessous! - Fala Ingl�s.
�ndio. Eu atirar. Falhei!
E admiras-te por isso?
Ele quer beber, creio.
- D�-lhe de beber. Pode ser que fale. -O que � ele?
� um P� Negro... um �ndio errante...
Encontramo-nos de vez enquando, sem armas pouca roupa...
E fraco de cabe�a tamb�m.
Ei, voil�...
O que foi aquilo?
Disse que se riem dos P�s Negros dando-lhe bebidas.
Ele � mesmo feio, mas divertido. Que fazemos com ele?
Nunca mais nos livramos dele, agora.
Ele sabe quem ela �, deve querer ficar connosco.
Bem o pebre diabo falou mesmo,
Quanto � gente da Companhia, n�o nos procupava mas haviam Crows por perto.
Continu�mos.
O Velho Missouri tornava-se cada vez mais dificil.
A remos e com as varas, era demasiado lento.
N�s dev�amos rebocar o barco,
aquilo que os Franceses chamavam "� sirga".
A corrente parece forte.
Os Franceses deviam ser mais sensatos, e esperar que amainasse.
Attenci�n la cordelle. Attenci�n la cordelle.
Ele est� a tentar amarrar aquela corda � rocha?
Jourdonnais!
Ei, Jourdonnais Isso n�o aguentar�!
Ele n�o consegue ouvir com a for�a da �gua!
Vai-lhe dizer para n�o se prender! Tu tamb�m, diz-lhe para n�o se amarrar.
Saisissez! Saisissez le plus fort! Puxem!
Demasiado tarde! Vai-sa afundar !
Corta a corda!
Ela s� est� encharcada. Vai ficar bem. Que tens na m�o?
� s� o meu dedo.
- Isso d�i-te? - Ainda n�o. Ainda est� dormente.
� preciso lev�-la?
N�o nada leve!
Se bem compreendo, ela n�o quer ningu�m perto dela. Vai voltar s�zinha.
- Talvez seja melhor voltarmos. - Talvez.
Ela n�o est� muito vestida.
Oh, � a tua saia.
Coloquei guardas por a�.
disse-lhes para vigiarem � volta do acampamento.
Tio Zeb !
Chegue aqui, est� bem?
Sou teu tio, mas n�o o tens de dizer n�o sou t�o velho como fazes parecer.
D� uma vista no dedo do Jim.
Como est� a nossa �ndia?
Est� furiosa. Falando como uma fera.
Manda-te esta blusa, Manda-te este blusa como mensagem.
Qual � a mensagem?
Que est�o quites. Salvas-te-lhe a vida e ela ainda n�o te matou!
- Como fizeste isso? - Uma �rvore no rio. Ficou preso.
N�o sinto nada.
Sentes isto?
Olha, Franci�...
Est� deslocado.
Ne lui sers a rien.
J� n�o ne te servir� de muito.
- O qu�? - Vai dr-te problemas.
- Achas que... ? - Sim.
Podes trazer um jarro. Um grande.
Boone, p�e um ferro em brasa.
- Labadie, tenho de afiar a minha faca. - Mais oui, par l�.
N�o � preciso terem pressa para cortar um dedo. Vamos, bebe outro!
- Vazio! - Ele s� me deu o �ltimo!
Vou-te tratar disso imediatamente.
- N�o guardaste nada para ti! - Foi a primeira e �ltima vez!
Guarda algum. Guarda para ti!
Imaginem, Zeb n�o guardou nenhum para ele!
- Traz outro jarro, para cortar. - Outro jarro!
� preciso encoraj�-lo bem!
Raios te partam, bebes o de todos, hein?
N�o podes embebedar um homem sem socializar um pouco com ele. N�o, podes.
Traz b�lsamo para este dedo e algo para fazer uma ligadura.
- O ferro est� em brasa? - Sim, h� j� uma hora.
N�o bebas demais... temos trabalho para fazer.
N�o podemos deixar beber s�.
Onde foste buscar essa id�ia? Sais ao lado do teu pai.
Ou ao lado de minha m�, Zeb.
Tu falas demais, mas podes ter raz�o.
Tamb�m vou acabar b�bado, afinal, eu tamb�m.
Ouve o que eu digo Zeb...
Eu falo como os P�s Negros tamb�m! Percebeste?
Que quer isto dizer?
O que eu disse! Que disse eu? Que disse eu?
"O meu nome Vai passar a ser Quatro-dedos"!
- N�o! Tamb�m vais cortar um dedo, Zeb? - N�o. Foi ele que disse.
O pobre diabo, tamb�m? Por que � que vai cortar o dedo?
N�o faz sentido, por causa dum pobre dedo!
E se eu cortasse dois? Talvez tu tamb�m...
Tu tamb�m ias cortar-te dois?
Afinal, tu �s um bom amigo. Quem diria?
Boone, tu cortarias dois tamb�m?
Acho que ele est� preparado.
� o que eu chamo ter amigos.
Talvez cortassem uma m�o, tamb�m! � o que eu chamo ter amigos. Verdadeiros!
Traz esse ferro!
Que mania a das pessoas, fazerem o mesmo que os outros.
- Segura-o Roumaine! - Eu corto um dedo, eles cortam um dedo!
- Como te sentes tu?
Por qu�?
Por qu�?
Guarda um para mim.
Ele nem sabe que j� acabou!
Quem o tem? Que faz um homem sem este dedo?
Para que � que queres o teu dedo?
Um �ndio n�o pode entrar no c�u se n�o estiver inteiro.
- Isso mesmo. - Foi o que ouvi. E tamb�m parece certo.
Que vais fazer sem o teu dedo?
� o que eu digo... Quem � que o tem? Quem o tem?
Fazer isto a um amigo!
Cortar-me o dedo e perd�-lo! N�o os quero como amigos!
Algu�m o deve ter deitado no fogo.
Perder o dedo de um amigo! Eu n�o faria isso!
Agora, encontrem o meu dedo! Encontrem o meu dedo!
Passaram mais duas semanas, e nem sinal da Companhia das Peles.
�amos pela margem a maior parte, do tempo para ca�ar.
� mesmo um pa�s imenso!
A �nica coisa maior, � o c�u.
Parece que Deus se esqueceu de lhe p�r gente.
N�o se esqueceu de p�r mosquitos!
- Piores que pulgas ! - Sim.
Esgostavam o sangue a um homem at� � morte!
Estes n�o passam de an�es.
Mais adiante encontraremos ainda maiores.
Com ferr�es como tubos de gaita de foles!
N�o percebo para o que Deus as criou.
Para nos lembrar que o homem n�o � assim t�o grande.
Deu-nos poucas hip�teses de o esquecermos.
Talvez seja por isso que nos deu cinco dedos.
Podia ser por uma raz�o.
Aposto que os mosquitos dizem:
"Obrigado Senhor, por tudo. Mas porqu� dar m�os ao homem e cauda � vaca?"
A� v�m eles.
Agora, corta!
Est� pronto.
Mandan! Mandan!
Temos carne fresca para voc�s!
- Certo, atira. - C� vai!
Vamos procurar mais! Fiquem atentos mais acima!
Que �... Olhos bem abertos! Se fossemos �ndios... que se passa?
Estamos a chicotear Chouquet. Por causa da rapariga.
- Ela est� bem? - N�o sei, estou de guarda, n�o sei.
Continua a montar a guarda. E fica atento!
Onde est� a rapariga?
A bordo. Vai falar-lhe, eu n�o sei o que ela diz.
N�o � maneira de tratar ningu�m!
D�-me esse chicote.
Roumaine.
Refresca-te! Isso � melhor do que te magoares.
Talvez tenhas raz�o.
- Cortem as cordas. - Bem!
Levaste a tua li��o.
N�o voltes a repetir.
Dormes melhor, se tiveres isto. Pega.
Se n�o o fizesses, n�o te tinha beijado!
Tens procurado provocar-me desde o primeiro dia...
que � que esperavas, esgueirares-te para junto dum homem no meio da noite?
N�o gosto de sentir uma faca em frente de mim.
Eu tinha-te dado isto, se me tivesses pedido.
Esque�o-me sempre que n�o sabes falar.
Ume mlher que n�o fala, � pior que uma tagarela!
N�o se sabe no que pensa, no que pensa, nada.
Porque n�o dizes qualquer coisa, mesmo que eu n�o compreenda?
� melhor...
Ouviste alguma coisa, Fanci�?
Sim, vem dal�m.
Onde est� Boone ? Ele n�o est� de guarda.
D�-me essa faca!
Eu tiro-ta.
Que se passa aqui?
- Cuidado! Ela tem uma faca! - Est�s b�bado, ou qu�?
D�-me essa faca.
Que � isto? Como � que ela a arranjou?
Fui eu que lha dei. E fiz bem!
- Deste-lhe essa faca? - Eu disse que sim. � pena que ela n�o tenha...
N�o �s t�o forte, sem as tuas bal...
Apanha-o, Romaine, e chicoteia-o.
Reparem no que ela lhe fez!
Isso. Que est�o � espera? Cortem, cortem-no um pouco mais...
DEvia ter suspeitado quando me bateu t�o fraco, que ele estava ferido.
Podem chicote�-lo. Ele merece-o. Mas esperem que esteja curado.
� melhor coser aquilo.
- Mais �gua quente. - De l'eau chaude.
Lembro-me uma vez, um homem chamado Parker encontr�mos um urso castanho..
Fez um brinquedo do Parker, antes de o matarmos...
e arracou-lhe uma orelha....
mas eu tinha uma agulha e dum ligamento de veado, como este...
enquanto estava quente, cosi-lhe a orelha � cabe�a, Ficou quase perfeita.
Deixa-me fazer.
Eu vejo bem, os meus bra�os � que n�o s�o suficientemente compridos, � o que �.
Eu disse, quase boa, mais dif�cilmente perfeita...
porque lhe cosi a orelha ao contr�rio.
Odiou-me at� ao dia em que morreu.
porque sempre que ouvia uma cascav�l...
ele desatava a correr na direc��o errada e passava-lhe por cima!
Parece que n�o tens grande vontade de o coser?
Desde essa vez, fico muito nervoso.
Lava com whisky e come�a a coser.
Ele bem o mereceu.
N�o lhe batas num homem quando ele est� em baixo...
Posso esperar at� ele se lavantar.
Lava-o antes de come�ar a coser.
Ele vai buscar...
Nunca se sabe o que ma mulher quer fazer.
N�o desperdices este bom whisky!
N�o vais voltar a fazer o mesmo outra vez!
Vai ficar bom. Deixa estar isso!
J� chega!
J� basta!
D� outra vez uma espreitadela...
� uma maneira de ficarem quites! Dois jarros em tr�s dias!
Aqui est� um que ela n�o apanha!
As chuvas n�o duraram muito, as �guas estavam altas.
At� tivemos algum vento de sul para nos ajudar.
Pass�mos Cheyenne e atingimos o Yellowstone.
Ent�o, uma noite, a Companhia das Peles entrou em ac��o.
Esta foi f�cil. Leve-na para onde deix�mos os cavalos.
Parece que a melhor forma de chegar ao barco � pelo rio.
Ateia o maior inc�ndio que puderes. N�s esperamos por voc�s mais acima.
Au feu!
Au feu! Au feu!
Patron! Patron!
Alto! Larguem as espingardas. Queremos falar com voc�s!
Larguem-nas!
J� n�o os esperavamos mais!
Tragam-nos para aqui, vamos ver o que est� por tr�s disto.
- A rapariga est� bem? - Ela n�o est� a bordo!
Aqui est�o os que fizerem isto.
Onde est� a rapariga? Falem, ou disparo!
N�o dispares. Queremos que eles falem.
Patron! Patron, Couquet, il �st mort.
Voc�s mataram Chouquet, hein?
Espera Franci�. N�o v�s t�o depressa.
- Foi Mac Masters quem vos mandou? Falem! - N�o fa�o id�ia.
- Quem � Mac Masters ? - O patr�o da Companhia, para quem trabalhas.
� ele que ordena que fa�am estes trabalhos sujos! E manda dois asnos como voc�s.
Romaine!
- Quem matou Chouquet ? - N�o fomos n�s!
- Mac Masters mandou-vos? - Sim.
Onde est� rapariga? Quantos s�o eles?
Streak e os outros t�m-na.
Eles foram subir o rio.
Eram seis.
- Vamos procur�-los. - Imediatamente!
Esperem. Eles n�o lhe far�o mal. Ela � vale tanto para a Companhia como para n�s.
- Temos de queimar o barco, primeiro. - Que disseste?
Fa�amos um grande fogo com ramos. Streak vai acreditar que eles conseguiram...
E que vamos a p�.
A �gua causou muitos prejuizos perdemos o feij�o e a farinha.
Mac Masters pagar-nos-� por isso.
Vamos ver. Se ele quer lutar, tanto melhor!
Eu gostaria de ajudar a encontrar a rapariga.
Est� bem, eu, tu e levamos o "Pobre Diabo" e...
Pete, tu atiras bem, leva muni��es. Seremos suficientes.
Pega nas tuas coisas.
Faz esse grande fogo! Quero que se veja de longe.
"Pobre Diabo" podia seguir a pista deles
e o pensamento em "Olho de Cerceta" estimulava-o.
Jim e eu sent�amos o mesmo E segui-mo-los todo o dia.
A rapariga parece estar bem.
Sim. S�o cerca de seis.
Alguma id�ia do que podemos fazer?
Dois de n�s pod�amos pass�-los e ir para tr�s deles.
N�o � m� id�ia.
"Pobre Diabo" e eu, vamos subir este rochedo.
Quando eu fizer e pio do mocho, Pete e tu avan�am por este lado.
Pete, vai pata tr�s daquele �rvore e espera por mim.
N�o toquem nas vossas espigardas! Fiquem quietos.
Streak, vejo que continuas a trabalhar...
- para a Companhia e Mac Masters. - Ol� Colloway.
- que ningu�m se mexa, sen� leva um tiro. - Tu s� podes atirar um tiro, Colloway.
Que ningu�m se volte. H� aqui mais um tiro.
- Que pensas tu agora, Streak? - Doidos, voc�s os dois!
Est� aqui mais um doido! N�o se voltem!
E est�o os bosques cheios de �ndios tamb�m.
Pete, apanha as armas.
O resto de voc�s v�o para al�m, juntos uns dos outros. Rastejem.
E mexam-se!
Depressa!
- Voc�s camaradas, juntem-se a n�s. - Por qu�?
Perderam o vosso barco, n�o podem ir para lado nenhum.
- Como sabes isso? - Vimos o fogo.
E voc�s sabiam o que era, assim de t�o longe, hein ?
N�o passava de fogo nuns ramos. Pensaram que viram, mas foi uma armadilha.
- Que fizeram com aqueles dois homens? - Eles n�o incendiaram o barco.
Voc�s, calem-se. Pergunta-lhe se n�o lhe fizeram mal.
Cala-te, "Pobre Diabo"!
De que que ele est� a falar?
Ele diz que Streak tem o mais bonito escalpo que ele j� viu.
Talvez fosse melhor deixar ele tirar-lho!
Vamos. � melhor partirmos.
Pete, guarda as espingardas deles.
Levamos tamb�m os vossos cavalos. Mas n�o tentem seguir-nos.
Streak n�o nos tentou seguir.
Tr�s dias depois,
est�vamos no Forte. E Mac Masters.
Ei! Afastem-nos do barco!
Tragam esses dois renegados!
Franc�s, mete um par de homens aqui!
Leon! Deux hommes ici!
Avis�mo-los! N�s sab�amos bem que estariam aqui antes de n�s.
- Contaste ao dono o que se passou, n�o foi? - N�o.
Podes faz�-lo agora, ent�o! Cala-te e poupa a conversa para depois!
Tu tamb�m podes vir!
- Ol�, Mac Masters... - Ol� Colloway, quero falar contigo.
V�o para os vossos lugares!
H� aqui mais um par! Ou talvez n�o sejam teus?
Eu n�o diria isso.
N�o, n�o diria. Voc� n�o admitiria nada.
Mas uma coisa � certa. Mandou-os para incendiar o nosso barco...
mas eles s� queimaram as nossas provis�es. Quero tudo devolvido!
Encontr�-las-�o no interior, umas 2 portas adiante, sirvam-se � vontade !
Ent�o Mac Masters?
Sei quais s�o os vosso projectos, mas Jourdonnais � um imbecil.
- Eu sou um imbecil, voc�... - Cala-te... Continua!
Como eu dizia, � um imbecil!
Os nossos planos, s�o controlar o territ�rio dos P�s Negros. A Companhia ocup�-lo-�.
POr que n�o o ocupou, ent�o?
Ainda n�o chegou a altura.
Se n�o chegou para n�s, penso que tamb�m n�o � para voc�s.
On va le prendre vert. Hein?
Voc�s e os vossos planos idiotas para aquela rapariga!
Vamos. Avancem, e v�o perder!
N�s continuamos. Portanto compreenda...
Ele compreende.
Eu tenho uma pergunta para si, janota!
Vi-o fazer coisas que n�o me agradam. Se atacar mulheres e mandar uns idiotas...
- Tem calma. - Eu disse-te para te calares.
Foi uma boa piada que at� ele riu.
De qualquer maneira, como ele dise, n�o vamos continuar.
E n�o mande homens atr�s de n�s. N�o creio que voltariam, desta vez!
Alors, nous avons trouv� tout ce que nous voulions.
Algu�m mais tem alguma coisa a dizer?
- Sim, eu... - Qualquer um, menos tu, vamos.
Apanhem esse �ndio!
Tenho uma segunda bala, caso algu�m a queira! Larguem-no!
� melhor deix�-lo ir, Streak.
Est� bem, deixem-no ir.
Durante a semana seguinte esper�mos que alguma coisa acontecesse
O Franc�s acreditava que Mac Masters estava vencido.
Sentiu-se t�o bem que nos fez parar e passou-nos um jarro de whisky.
Pascal, mon vieux, qu'est ce t'arrive?
Afastem-se da margem!
Revennez vite � bord!
Dep�che-toi!
Sauve qui p�ut
Cach�z vous
Hey, Colloway, que � que pensas?
Talvez manobrar para o lado norte, e assim n�o possam atacar.
Mant�m-nos no meio.
Simon, au milieu!
- Como est� Pascal? - Est� morto.
Durante o resto do dia e na manh� seguinte, n�o os vimos.
Nigu�m escondido, nenhum �ndio em parte alguma.
Patron! Patron! Gu�rriers! L� bas sur la coline.
Peguem nas espingardas e estejam preparados!
Os que puderem abriguem-se e fiquem a�!
Olha Franc�s, est�o al�m mais!
Disse que s�o os Crows. Com pinturas de guerra!
- Por que nos atacariam eles? - N�o consigo imaginar.
Os Crows n�o foram hostis durante muito tempo.
Algu�m os deve ter incitado.
Eles apenas continuaram a seguir-nos. Sem fazer nada, a acompanhar-nos.
Teria sido mais f�cil se eles tivessem come�ado alguma ac��o.
A espera era penosa.
Fez-nos sentir que podiam atacar quando lhes apetecesse
Os �ndios podem tornar-nos loucos pela maneira que fazem as coisas.
Eles continuaram aquilo durante tr�s dias,
cada dia mais longo que o anterior.
E s�bitamente, uma manh�, tinham desaparecido.
Aquilo parecia t�o mau como se estivessem ali.
Colloway, o que � que pensas? Achas que se foram?
Eles foram-se embora, mas a quest�o �, se ficam por l�.
Eu ponho os homens a rebocar � sirga. Iremos mais depressa.
Mas n�o na margem sul.
- Pomo-los na margem norte, ent�o. - Pareces louco!
� preciso fazer algo!
- N�o me agrada. Se fosse a ti, esperava. - Esperar? Attendre? N'avons fait demi-chemin!
- English! - Movemo-nos como um escargot...
Vem o inverno, e estamos aqui!
Quero subir o rio, e n�o ficar aqui como uma mulher assustada!
-Est�s a perguntar-me? Ent�o diz-me. - Ele tem raz�o, temos de subir o rio.
- Claro.
- N�o serve de nada ficarmos aqui. Tentemos. - Tentemos!
Que dizes, Boone?
Para mim est� bem.
A mim n�o me agrada, mas desembarca-nos.
Levem os homens.
Roumaine, para a margem Norte!
Espera, Franci�, d�-nos uns minutos antes de desembarcar os homens !
Se ouvires um tiro, vai depressa para a outra margem!
N�o te preocupes connosco. Tenham cuidado voc�s!
Dois de n�s vamos naquela direc��o, ou outros mais perto do rio.
Vem, "Pobre Diabo"... A n�o ser que o queiram.
Tu podes ficar com ele.
Vamos andando. E se virem algu�m escondido, ou ouvirem alguma coisa...
disparem um tiro e voltem para a margem.
�ndios, a assaltar o barco!
Esconde-te!
S�o demasiados.
N�o h� possibilidade de chegarmos ao barco.
Temos de chegar ao rio, mais acima.
Quanto mais nos afastarmos da corrente, melhor ser�.
Como estar� Jim a sa�r-se?
Preocupa-te com o que temos diante de n�s!
Baixa a cabe�a, sen�o servir-lhes-� de alvo!
Nada firme! Nada mais importa, agora!
Mandan!
Mandan!
- Como est� isto, Franci�? - Eles soufreram mais que o que fizeram!
Onde est� Deakins e o �ndio?
- N�o sei! - N�s fugimos, e deix�-me-los.
D�-me alguma p�lvora.
- Que vais fazer? Vais atirar-lhes? - Dispara sobre os �ndios!
� noite, pararam o combate. como os �ndios sempre fazem.
N�s encost�mos, e esper�mos por Deakins e "Pobre Diabo".
- Est� tudo bem, p�? - Sim, estou bem.
N�o te preocupes, um bom batedor, consegue voltar sempre.
- Zeb, achas que tem possibiliddes? - Sim, sim. Tem o "Pobre Diabo" com ele.
Tudo bem, � "Pobre Diabo"!
Claro, claro, est� frio. Anda, vem para perto da fogueira.
- D�m-lhe qualquer coisa quente. - Bien!
D�em-me esse cobertor.
Que foi que ele disse?
N�o sabe onde est� Deakins.
Jim disse para fugir. Ele viu-o ca�r. Pensa que est� ferido.
Por que n�o tentou ajud�-lo?
Ele n�o viu mais nada porque naquela altura o Crows o perseguiam.
Onde foi o �ltimo s�tio que o viu?
- A 3 quilometros rio abaixo. - Mesmo no lugar onde foi o combate!
Ele disse que teve de contornar os Crows.
Est� ferido e est� nas m�os deles!
N�o parece que esteja em bons len�ois.
Mas preocupar-nos n�o ajuda nada.
Talvez na pr�xima vez, ou�as este tipo.
D� de beber ao "Pobre Diabo". Ele est� gelado.
Pauvre vieux c'�st dommage. Estou muito chateado, mais on n'a rien � faire.
Voil�.
Deakins! Deakins!
N�o sabelos onde ele est�... Mas tu n�o sabes o que estou a dizer.
- Se queres um caf�, eu vigio um bocado. - Merci.
Pergunto se sabes o que est�s a fazer? Quase te dava um tiro!
Volta para o barco! Vamos, vai-te!
J� temos bastantes chatices sem tu te meteres.
Por que vieste? Est�s ca�da pelo Deakins?
Era perfeito para ele. Est� sempre a tagarelar. Tu n�o dizes nada.
Podia ser mais f�cil assim...
Como soubeste que eles vinham? Parece que os cheiraste.
Talvez a tua presen�a possa ser �til.
Se eles te apanharem, apunh�-la-os. Mas n�o o tentes fazer a mim.
Anda, vamos, avancemos.
D�vidava que algu�m me ouvisse.
Calma Jimmy, est�s ferido na perna. N�o te movas.
Como me encontraram?
N�o fales, fica deitado. E n�o te mexas.
Tenho frio, um frio terr�vel.
Eu sei. E tamb�m tens febre. Vou acender uma fogueira.
N�o...
N�o podes fazer fogo! Os Crows...
Eu sei que os Crows podem ver, mas se n�o fizer ele n�o sobrevevir�.
N�o h� outra maneira...
Ol�, Pobre Diabo. Donde � que vens?
Macacos me mordam. Nunca pensei ficar satisfeito por ver um �ndio!
Onde est� o barco?
Mandan? O Mandan!
Gostava de poder falar contigo.
N�o sei o que o "Pobre Diabo" est� a dizer, n�o podemos voltar para o barco.
Mas precisamos de nos afastar daqui.
O melhor que temos a fazer, � escondermo-nos at� que possas caminhar.
Foste tu que a trouxeste?
N�o. Foi id�ia dela.
� melhor lev�-la contigo e deixa-me o "Pobre Diabo".
Podes andar, para onde temos de te levar?
Pega na espingarda dele,"Pobre Diabo" e vai adiante.
Que est� ele a dizer?
Quer dizer que ele quer que nos escondamos al�m?
Deixa-me ver essa perna.
Est� e novo a sangrar.
Sim, e tu est�s com frio, tamb�m
O "Pobre Diabo" vai buscar ramos para uma fogueira, e vamos extra�r a bala!
Aguentas uma escarafunchadela?
Sim. Tira-a da�!
Vamos "Pobre Diabo".
Nunca vi uma bala com marcas como esta!
Vem dum molde de balas...
Consegues ver?
Sim, e satisfeito por j� c� estar f�ra.
Obrigado por teres tirado.
Nunca te agradeci, por teres vindo socorrer-me.
� melhor dormires um pouco.
Logo que esteja escuro, eu e o "Pobre Diabo" vamos procurar algo que comer.
Esconderam-se durante 8 dias, at� que Jim pudesse andar.
Para evitar os �ndios, eles dormiam>/i> durante o dia, viajando de noite.
Dia a dia, o ferida curava-se.
V�m cavalos, n�o...
Isto n�o s�o �ndios. S�o os tipos do Forte!
Sim, � mesmo o Streak !
Que poder�o eles estar a fazer aqui ?
Eu n�o te tinha dito. Quando fui ferido, antes de vires,
este bando passou perto de mim, onde estava escondido,
Andavam � minha procura.
Juraria que tinha visto um �ndio, com uma pena branca na cabe�a.
Agora que vi o Streak, reparo que n�o era um �ndio, era ele!
- Tens a certeza? - Absoluta.
- Em territ�rio Crow? - No meio deles.
Eles podem ir a caminho do Mandan.
N�s atravessaremos o rio, um pouco mais acima.
Tal como pens�mos.
Streak dirigia-se mesmo para aqui.
� melhor descobrir o que se passa!
Jourdonnais, ter�s um bom pre�o por aquele whisky.
- Um bom pre�o? Para si, mas n�o para mim. - Como v�o negociar, sem a rapariga?
Aposto que quando o Zeb nos ver, dir�, "Que o diabo me leve!"
Que o diabo... Como vieram aqui ter?
- Perdeste! - Pensava que tinham morrido.
A rapariga est� bem?
L� atr�s, com o "Pobre Diabo".
Que o diabo me leve!
- Como vieram aqui parar? - Que � que se passa ali?
- Que est� o Streak a fazer aqui? - A tentar comprar Jourdonnais.
- Comprar o barco? - Todo o stock completo!
Pensas que ele o vende?
Parece que sem a �ndia a situa��o lhe � desfavor�vel.
Depois de voc�s partirem os �ndios n�o nos largaram. Os homens est�o nervosos.
Jourdonnais teve que abater um, para o impedir de voltarem.
Streak com falinhas mansas faz promessas que Mac Masters n�o cumprir�.
Como � que o Streak e os hoemns dele aqu8i chegaram?
Por este lado do rio, nunca p�s um p� nas terras dos Crows.
- Ele � um mentiroso! - Vimos atravessarem o rio do lado sul.
Eles n�o nos viram.
Pelo lado sul? Ent�o passaram por territ�rio Crow.
Passaram. Nem se precaveram contra os �ndios.
Nem se preocuparam com o que se passava � volta.
N�o podia fazer isso, a n�o ser que esteja de conluio com os Crows.
E est�.
Quer dizer que eles montaram tudo isto, e come�aram esta confus�p.
A Jim e a mim compete tratar disto!
N�o vos posso censurar por isso.
- Quantos s�o eles? - Quatro, al�m dele pr�prio.
Diz a par dos teus homens para nos apoiar.
Que n�o iniciem nada at� n�s o fazermos.
S� quero estar certo sobre o Streak.
Como fazes isso?
Tenho a bala que tirei da perna do Jim.
Talvez encontremos outra igual.
Vou dizer a Olho de Cercela para esperar, e ficar abrigada.
Tens alguma id�ia?
N�o te arrisques a que um dos nossos homens fique ferido.
Voc� sabe que Mac Masters agiu como um amigo pondo-vos em guarda...
contra os �ndios.
- Falamos sobre isso mais tarde. - Os rapazes t�m algo a dizer.
Oui.
Streak, conheces estes tipos n�o conheces?
Sim, a �ltima vez que o vimos, ele perseguia o "Pobre Diabo".
Fiquei furioso esse �ndio queria a meu escalpo!
� maluco. N�o faz sentido.
Faz para mim. N�o estaria aqui, se n�o fosse ele.
Para que nos serve guardar rancor?
Agora, voc�s est�o em dificuldades. N�s queremos ajudar-vos.
Como?
V�o negociar com quem? Os Crows est�o em guerra.
Mac Masters mandou-me para vos avisar.
Por que margem vieram voc�s?
Por esta. Por qu�?
Desvie a espingarda. Mantenha-a em baixo.
� mesmo verdade que voc�s n�o estiveram na outra margem?
Pensa que somos loucos? Os Crows andam desvairados!
E eu quero manter o meu cabelo.
- Parece verdade, n�o �? - Sim, assim, quase parece.
Com os Crows contra voc�s, e sem a rapariga para ajudar com os...
P�s Negros com quem v�o negociar?
Por que n�o, vender a vossa mercadoria?
Uma das raz�es � porque a �ndia n�o desapareceu.
- N�o desapareceu? Onde est� ela? - No bosque.
N�o estavam bem onde estavam? Para tr�s!
- E ou�am. - Contraria-o saber isso, hein?
Bem, parece que podemos fazer um neg�cio melhor.
Talvez, mas antes, gostar�amos de ver uma bala das vossas espingardas.
- Balas? - Voc� tem algumas, n�o tem?
Claro, tenho-as no meu alforge.
Quero ver s� uma.
- Como duas gotas de �gua! - Fim das d�vidas!
N�o queiram come�ar com problemas!
Foram eles que incitaram os Crows contra n�s.
Eles n�o o merecem, mas � melhor enterr�-los.
Ei, "Olho de Cerceta"!
Ei, "Olho de Cerceta"!
Foi um golpe duro, a fuga inesperada da �ndia
Que fazer, sen�o subir o rio
enquanto Jim e Boone tentavam ganhar for�as para partir.
Regardez!
Attention, les gars
Depressa, com as varas!
Aten��o rapazes, abram caminho!
Puxem! Puxem!
Puxem mais forte!
Puxem! For�a!
Todos a bordo!
Ei, malta! Voltem!
Voltem! Voltem para bordo!
Retomem a corda!
Puxem!
Puxem!
Puxem!
Nous sommes fixous!
Le bateau est en plat, impossible d'avancer!
- L'Indienne est parti! - Fala Ingl�s, p�!
Mas a �ndia partiu, n�s, imobilisados no rio, que podemos fazer, podes dizer-me?
J� fomos muitos longe, n�o podemos desistir. Precisamos...
�ndios! Voltem para aqui!
N�o disparem! Esperem!
S�o os P�s Negros e n�o t�m pinturas de guerra.
Est�o a fazer o sinal de paz!
- "Olho de Cerceta" mandou-os! - "Olho de Cerceta".
V�m em nossa ajuda! Que tal achas?
- Que tal achas? - Nem posso crer! Que sorte!
Estou extremamente contente!
Ora com a breca!
P�s-Negros! "Olho de Cerceta" deve-os ter trazido!
"Olho de Cerceta" tinha-os mandado
e eles rebocaram-nos at� ao seu acampamento.
A�, o neg�cio come�ou.
Eles estavam de acordo em nos venderem peles.
Ele diz que s�o maravilhosas.
- D�-lhe o que quiseres. - Que ele tire o que quiser!
Estes s�o muito belas, Franci� o melhor que j� vi!
Franci�, estas s�o as mais baratas que alguma vez compraste!
Cada vez que passa, tr�s um cobertor novo! Cada volta ao campo, tem um diferente.
E se fossemos ca�ar? Parece ser um bom lugar, isto aqui.
Tu podes ir. Eu fico por aqui.
Talvez eu tenha uma raz�o para ficar aqui, tamb�m.
Sim, podes ter.
Colloway que foi que ele disse?
O mesmo que os outros que querem fazer neg�cio.
Tiveram 3 dias de neg�cio. Bom neg�cio.
Mas nada de "Olho de Cerceta".
Mas uma noite, ela apareceu.
Deviam levantar-se. Olho de Cerceta � de uma classe elevada.
Ela deseja-vos as boas vindas.
Eu agradeci-lhe pela sua ajuda.
Ela tem uma oferta para ti, Deakins.
� um emblema que significa abund�ncia de tudo, e tempo e alegria.
Ela diz que te d� isso, porque te ama...
como um irm�o. Agora �s seu irm�o adoptivo.
Diz-lhe que...
Diz-lhe que lhe agrade�o.
Ela agradece-vos por tudo o que voc�s fizeram por ela,
e espera que aceitem as suas ben��os.
N�o sei por que venho aqui.
H� coisas que t�m de ser ditas, e eu n�o sei como as dizer.
Se pudessemos falar...
N�o tens de ter m�do de mim, nunca mais.
Toma.
Por qu� este barulho?
- Celebram um novo casamento. - Casamento?
Podes n�o saber disso, mas agora, �s um homem casado,
Casado? Mas n�o tenho uma palavra a dizer sobre isso?
N�o te ajudaria, diz�-la.
Bom dia. Labadie disse-me que tu me querias ver.
Sim. Boone, este � o pai de "Olho de Orceta" o Chefe "Cavalo Vermelho".
O Chefe queria ver-te para perguntar quanto lhe vais pagar pela sua filha.
Pagar por Olho de Orceta?
Desposaste-a, portanto pagas-lhe.
� sem sem d�vida o costume deles.
Sim e n�o.
Neste caso particular, � sim.
- H� alguma raz�o particular? - Foi Olho de Orceta que quiz.
A s�rio? Que disse ela?
Se tu pagares por ela, �s livre para partir. Partir quando quiseres.
Que queres dizer, com partir? Mas claro, vou-me embora.
O barco vai partir. Tu n�o ficas?
Claro que n�o!
- E tu tamb�m n�o. - N�o tenho raz�o para ficar?
- Vais dizer-lhe que vais partir? - N�o sei como lhe dizer. Como posso?
� melhor arranjares maneira. Entretanto paga a "Cavalo Vermelho".
- Muito bem. Que � que ele quer? - Gosta da espingarda.
E fica com o polvorinho.
- Ele n�o quer mais nada? - Ela n�o vale uma espingarda?
Ele fica com isso para come�ar. Vamos, d�-lha!
D�-lha!
Ele tamb�m gosta dos cavalos que tiraste ao Streak.
- Metade deles pertence a Jim. - Eu dou-tos como presente.
Bonjour les gars, ah! quel froid il fait !
Ah! Patron du caf� ! Du bon caf� chaud !
- Est� frio, oui monsieur ? - Frio? Et comment !
A �gua nos potes, est� gelada esta manh�. Expessa assim!
- On va se geler. Il faut partir. - Et comment !
Maintenant on va s'en aller !
- Ei, Colloway... - Falam do inverno estar a chegar, n�o �?
- sim, isso mesmo. - Eu sinto o mesmo!
Sabe, francamente acho melhor come�ar a descer o rio.
Temos imensas peles. N�o ajuda nada gelar por estas bandas.
Bom, partimos esta manh� mesmo.
Marmiton! Oui !
- Dites aux hommes que nous partons. - Et les femmes, patron ?
Oublions-les.
- Mais, toute-m�me... - Tais toi !
- Vamos hoje, �? - Sim.
Achas que ele ir� em frente com aquilo?
Um homem parte, quando n�o tem raz�o porque ficar...
Se fosse eu...
Tu p�, n�o acredito.
En avant! Oui, pour le bateau !
Alors, Labadie, dep�che-toi mon vieux, laissez les femmes...
elles sont amicales, nous reviendrons.
Bem, vejo que � tempo de dizer adeus.
Ela disse: "Adeus, meu irm�o. volta em breve."
O sinal que est� a fazer, diz, "o meu cora��o � teu".
Bem, adeus, Olho de Cerceta.
Adeus, "Pobre Diabo". Gostas da tua espingarda, n�o?
Tens muitas balas, p�lvora?
Bem, tens tudo aquilo que queres.
- N�o tenho whisky... - Na pr�xima que subirmos o rio!
Adeus "Pobre Diabo". At� � vista!
Allons !
N�o � estranho... Dois homens s�o amigos,
e aparece uma rapariga... e em breve deixam de ser amigos.
Um deles abandonando aquilo pelo que o outro tudo teria sacrificado.
Fico a imaginar o que eles far�o para resolver a quest�o.
- Boone, queres? - N�o. Obrigado.
Indo para o sul. Vamos todos para o sul.
N�o imaginei que ele viesse. Nunca pensei que a deixasse!
Faz sentido ele ter partido. Ele teria que querer ficar.
� volta com aquele escalpo. Porque lhe deram aquilo? Que tontice fizeram !
Pior que isso... toda a hist�ria � mentira.
O irm�o dele n�o foi morto por nenhum �ndio. Ca�u no rio e afogou-se.
Ele n�o acreditaria nisso.
Ningu�m. � apenas conversa!
� uma coisa interessante como se criam as id�ias...
e depois tudo muda...
Ora! Gl�ria, aleluia!
Estive a pensar quantas maneiras um homem se pode portar como um imbecil...
Reconhe�o qeu fiz tudo para isso.
N�o vou descer o rio. Vou voltar.
Vou ver se ela ainda me aceita.
Acho que te recebe.
Espero bem que sim.
- Tens uma espingarda? - O Franci� deu-me uma.
Vou fazer um pequeno neg�cio com "Cavalo Vermelho". Ter a minha de volta.
Suficiente p�lvora e balas?
Vou dar-te alguma!
Toda a gente a bordo!
Ei, Boone, tu ficas, muito bem. Que farei do teu dinheiro?
Guarda-o para mim, amigo.
Bon, vou guard�-lo para ti.
- Adeus, meu velho. - At� para o ano.
Aqui tens balas e p�lvora, p�. Alguma coisa mais que precises?
N�o, obrigado, Zeb!
- Au revoir, mon vieux, � l'ann�e prochaine. - Adeus, Labadie.
Bem, � melhor ir andando.
Temos 3 mil quil�metros a fazer, a ainda temos uma paragem. Vemo-nos para o ano.
Adeus, Zeb.
Bem, Jim...
Aqui tens outro saco de balas.
Houve vezes, nos �ltimos dias em que seria diferente...
Ainda est�s a tempo.
Temos tempo, talvez no ano que vem, quando eu voltar.
Ora, n�o pensei que tivesses o bom senso de ficar...
On y part...
Sous-titrage TVS - TITRA FILM
Legendagem: blueindigo
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