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O dinheiro tem import�ncia.
Vai destruir o sindicato do crime.
Ali!
Talvez n�o tenha sido clara na reuni�o do conselho na semana passada.
A empresa foi do meu pai, agora � minha.
Mas o dinheiro vai para Maha Jaya. Assunto terminado.
Ol�, Tian Xiao Xien.
Sou a Madame Liang, chefe da seguran�a da embaixada.
O embaixador pediu-me para cuidar de si.
Trate-me por Xiao Xien.
Com o aumento do impacto econ�mico dos neg�cios chineses em Maha Jaya,
os crimes contra a comunidade chinesa local t�m vindo a aumentar.
A embaixada chinesa tem estado a trabalhar com as autoridades locais
para tomar medidas especiais para manter os nossos compatriotas seguros.
Com o alegado envolvimento de uma poderosa organiza��o criminosa,
h� motivo para uma preocupa��o ainda maior.
A herdeira chinesa, Tian Xiao Xien,
acaba de chegar a Maha Jaya com um plano para eliminar o sindicato.
TRIPLA AMEA�A
Essa coisa n�o vai funcionar aqui.
Aqueles gajos s�o o nosso GPS e sistema de navega��o.
Foi por isso que os trouxemos.
C� est�s tu.
Olha para ti, todo janota.
Est� na hora de estragar-te o dia.
Vamos avan�ar.
LOCAL SECRETO DO MI6 SELVA DE MAHA JAYA
- N�o fales, amor. - N�o me deixes.
O que � que eu te disse? Cuidado com a retaguarda. Presta aten��o.
Tu sabes que eu sei tomar conta de mim.
O que est�s a fazer?
Vamos.
Toma, pega nisto.
N�o se mexam.
Bom dia.
Fazem ideia do que est�o a fazer?
Sim, tenho a certeza que sim.
Isto tem um custo.
Pensa duas vezes antes de continuares.
Se tem um custo, p�e no meu cart�o de cr�dito.
Ent�o, tu deves ser o chefe.
�s alto para birman�s.
Sou indon�sio.
Ah, sim, erro meu, indon�sio.
E tu para n�s?
Talvez possamos fazer um acordo?
Coronel, encontr�mo-lo no lado norte do campo.
Vamos levar este tipo connosco.
De certeza que o Collins ainda n�o tomou o pequeno-almo�o.
N�o disparem! Estamos com os americanos!
Temos um acordo com o MI6!
Onde est�o as mulheres e as crian�as?
Larga isso.
Ele disse para largares isso.
Portanto, larga isso.
Vai buscar a m�quina de corte.
Est�o a cometer o maior erro da vossa vida.
Este homem � um grande terrorista.
Acham que a minha ag�ncia vai deixar passar isto em claro?
� melhor rezares para que ele ainda esteja vivo.
N�o pensem que v�o desfrutar da vossa liberdade.
Eles v�o trazer-vos um mundo de dor.
Eu disse-te que esta noite ias estar de joelhos a implorar.
Vai para o inferno.
Tu primeiro.
Toma l�.
O descanso no Spa acabou, Collins.
Vamos queimar este s�tio e sair daqui.
Sem deixar pistas.
Queimamos este s�tio e toda a gente que c� estiver.
As tuas roupas, amigo. Talvez precises delas.
E de tomar um banho. Cheiras mal.
Desculpa-me pelo que vou ter de fazer.
N�o tenho escolha.
A herdeira chinesa Tian Xiao Xien doa a fortuna de fam�lia
para ajudar a combater o sindicato do crime
Su Feng, o Collins foi extra�do.
Ainda bem que pusemos de lado as nossas diferen�as sobre isto.
Ele � imprevis�vel.
Eu acho que � um erro, mas �s tu quem manda.
Estamos quites.
Mais uma coisa.
D�-me o itiner�rio dela.
Eles est�o na arena.
� bom que sejam os dois homens que eu procuro.
Aqui tem.
Quinhentos. Est� bem? Quinhentos.
Quinhentos.
Payu! J� est�! Vamos!
Sim!
Vamos ganhar-lhe!
- Vai! - Continua!
Eu quero-o.
- Eu pago-te. - Est� bem.
Boa!
Vamos!
Lembraste de mim? Eu lembro-me de ti.
Tu mataste a minha esposa.
Por esse motivo, vou matar-te.
Merda!
Vamos!
- � o gajo do acampamento. - Sim.
D�-me uma ajuda.
Como � que ele est�?
Ele perdeu muito sangue.
Precisa de comer.
Preparei-lhe um prato.
Ele tentou matar-me.
Eu faria o mesmo.
Temos de falar.
Enterrei muitos dos meus amigos por causa de voc�s os dois.
N�o � o que tu pensas.
Voc�s estavam com os assassinos que foram ao meu acampamento.
Disseram-nos que �amos numa miss�o humanit�ria,
mas mentiram-nos.
E os prisioneiros?
Sim, sim... Dom,
junta-os aos prisioneiros.
Este s�tio faz lembrar-me um campo de escuteiros.
L� para dentro.
L� tamb�m havia um grupo de idiotas.
Cinco minutos para a detona��o, Collins.
Liga-o, Mook.
Ajuda-me aqui.
Saiam daqui!
V�, vamos, vamos. Vamos. Vai explodir.
- Vamos! Vamos! - Vamos! Vamos!
Vamos!
Quanto tempo temos?
� um explosivo CL-21.
Menos de um minuto.
N�o sou capaz de desarm�-la.
Saiam, saiam!
Saiam todos, saiam!
- Vai! - N�o, sai tu!
N�o dispar�mos as nossas armas.
Julg�vamos que est�vamos a fazer uma coisa boa.
Pois, ali n�o houve nada bom.
Fomos tra�dos e deixados para morrer.
Estamos atr�s dos mesmos homens.
Quem s�o eles?
Uma esp�cie de grupo criminoso.
Tipos mesmo muito maus.
O que fazias no acampamento?
Eu e os meus homens fomos pagos para guardar o local.
Foi apenas um trabalho.
�ramos soldados a soldo. Somos usados por toda a gente.
Ent�o,
qual � o vosso plano?
Ganhar dinheiro, financiar, reabastecer.
E depois, � hora da vingan�a.
Sim.
N�o � l� grande plano.
Tens uma ideia melhor?
Talvez possamos trabalhar juntos.
Eu tenho bastantes contactos. Consigo encontrar qualquer pessoa.
Mas primeiro...
Um brinde.
A novos amigos.
- A novos amigos. - A novos amigos.
Sim.
Mais uma, n�o tenham vergonha.
Sim.
Sim.
O meu pai gostava de c� vir.
Como est� o embaixador?
Ele era um bom amigo do meu pai.
Ele est� bem. Fala muito bem do seu pai.
Chegamos � sua entrevista dentro de uma hora.
Quero dizer o quanto admiro o trabalho
que tem feito na �ltima semana.
Obrigada. N�o sei se o mere�o.
Bem, eu acho que sim. Muita gente pensa o mesmo.
Obrigada. � bom ouvir isso. �s vezes sinto que estou sozinha.
O que foi?
Ele desapareceu.
N�o o ouvi sair.
Se calhar n�o gostou dos meus cozinhados.
- Pois, bem... - Sim.
H� isso.
Acho que fomos tramados.
O qu�?
Quietos! Ponham as m�os na cabe�a. N�o se mexam!
- Algemas! Mostrem as m�os! - Est� bem, Sr. agente.
Ena, p�.
Sim?
Esta mensagem � para o Collins.
Collins?
Aqui n�o h� ningu�m com esse nome.
Acredite em mim, ele vai querer saber.
Tem uma mensagem para o Collins, pode falar comigo.
Diga-lhe que os dois fulanos do ataque na selva
est�o detidos na esquadra central da pol�cia.
Levas-me a s�tios t�o bonitos.
Vais ser mandado para a China?
O gangue tirou-nos tudo.
N�o queria que fosse assim.
Pai?
Quero ir para casa.
Quero ir para casa.
Mna. Tian, � um prazer receb�-la.
Gost�vamos de falar na entrevista
um pouco do passado do seu pai,
da sua heran�a.
Pode ser?
Vamos tentar reduzir as perguntas pessoais ao m�nimo.
Estou aqui pela caridade.
- Sim, claro, entendido. - �ptimo.
Os dois guias que usaram na selva
est�o detidos na esquadra central da pol�cia.
Na esquadra central da pol�cia? A s�rio?
Bem, isso � muito interessante.
Sugiro que trates disto imediatamente.
Entendido.
Aqueles dois ratinhos da selva
que tu contrataste sobreviveram � explos�o.
Isso � imposs�vel.
Coloc�mos bastante C4 nas jaulas para matar tudo nas proximidades.
Bem, dois resistentes presos na esquadra discordam de ti.
Vamos concentrar-nos no objectivo.
Vamos tratar destes vagabundos.
Crimes contra a comunidade chinesa local
t�m vindo a aumentar.
A herdeira chinesa, Tian Xiao Xien,
vai juntar-se hoje ao vivo no est�dio com o Damon
para falar dos planos dela
para retaliar contra o sindicato.
Conhecem-na como a filha
do magnata imobili�rio chin�s,
Tian Wai Gow.
Ela � a herdeira que p�s de lado a sua vida mimada,
e partilhou a sua riqueza com os necessitados.
Desde a morte do seu pai, ela dedicou-se,
e � sua fortuna de fam�lia, � filantropia,
� preven��o do crime e � corrup��o na nossa cidade.
� com grande prazer que dou as boas-vindas � Mna. Xiao Xien.
Obrigada, Damon.
Nasceu rodeada de riqueza.
Nunca teve de trabalhar a menos que decidisse faz�-lo.
Portanto, porqu�?
Porqu� correr esse risco numa causa t�o perigosa?
O meu pai cresceu aqui.
E Maha Jaya � um local muito especial para ele.
As crian�as n�o t�m o luxo de brincar na rua,
porque simplesmente n�o � seguro.
O investimento permite-nos construir a infrastructura,
para que as pessoas deste pa�s possam ter acesso a uma educa��o,
criando empregos reais e, por sua vez, uma economia.
o meu pai disse-me que a maior riqueza
� ser capaz de viver uma vida ao servi�o de outros.
Nada mais quero do que dar a estas pessoas
a mesma oportunidade que me foi dada,
para que possam experimentar a alegria da fam�lia,
o amor, e um lugar seguro para chamar lar.
Estes sindicatos do crime t�m de desaparecer.
As pessoas, as crian�as, s�o o futuro deste pa�s.
Quando as vejo, eu vejo...
resili�ncia,
esperan�a, e for�a.
Temos estado h� espera disso.
O donativo que est� a dar � bastante consider�vel.
N�o � um donativo. � um investimento na humanidade.
O dinheiro permite-lhes ter escolhas,
para que possam ficar do lado certo da lei.
Para que os sindicatos do crime n�o agarrem
estas pessoas atrav�s do medo.
Entrevista a terminar. Sai dentro de 5 minutos.
Muito bem, ela vai deixar o hotel.
Entendido.
Vamos avan�ar.
Que tipo de seguran�a existe?
Pol�cias alugados.
Desaparecem assim que forem pressionados.
Vamos entrar em ac��o.
Vamos a isto.
Obrigado, Xiao Xien.
Foi uma honra falar hoje consigo.
Muito obrigada.
Vamos! Vamos! Avancem! Avancem!
Esconda-se atr�s de mim.
N�o se importe comigo.
Fuja para a esquadra da pol�cia. Eles levam-na para a embaixada.
E voc�?
N�o se importe comigo. Tr�s, dois, um.
Joey, entra na carrinha.
Devereaux, vai para o mercado. Dom, vai para sul.
Steiner, vens comigo. Agora!
Pode ajudar-me, por favor? Por favor!
Por favor! A esquadra da pol�cia!
Por favor, para a esquadra da pol�cia!
Imediatamente!
Pare! Pare!
V�! Entra! Vamos!
o Dominique est� morto. Descontrolou-se.
Ela desapareceu montada numa tuk-tuk.
A informa��o estava errada. Quase que nos mataste.
Aguenta, Devereaux.
Somos pagos para quase sermos mortos.
Palavra chave. "Quase". Para com as lam�rias.
H� outra ponta solta que temos de tratar.
O que � mais importante do que matar a mi�da?
Os teus dois batedores zombies que voltaram dos mortos.
Eles podem identificar-nos. T�m de ser silenciados.
Queres atacar a esquadra da pol�cia?
Sim, uma esquadra da pol�cia,
n�o um castelo com um fosso.
Os pol�cias est�o descontra�dos. N�o v�o estar � nossa espera.
Ficarei surpreendido se estiverem acordados.
Por favor! Ajudem-me! Por favor!
Por favor! Ajudem-me! Por favor!
Est�o a tentar matar-me.
Eu... Eu estive envolvida num tiroteio.
Est�o a perceber?
Est�o...
Falam ingl�s? Chin�s?
Vejam aqui! Sou eu!
Est�o a ver? Sou eu.
- Sim. Sou eu. - Ela est� na televis�o.
Entra! Aqui.
Senta-te!
Tenha calma, Sr. agente.
Est�s envolvido
em lutas ilegais e jogo.
Est� a perguntar-me,
ou a dizer-me?
N�o tranques ainda.
Sai.
�s chin�s?
Eu diria que temos cinco a dez minutos no m�ximo.
Entramos e sa�mos depressa, chocamos e apavoramos, p�.
Devereaux, ficas ao volante. Joey, vens connosco.
Vamos.
Vamos.
Olha, � a da televis�o?
� chin�s? Que bom!
Pergunta-lhe o que aconteceu no hotel.
Diga-lhe que algu�m est� a tentar matar-me.
Achas-te melhor do que n�s?
Porque �s um ex-soldado?
Para mim, n�o passas de um maricas.
E que tal assim?
Se n�o falares, vais para a pris�o!
Baixem-se e afastem-se das janelas!
Vamos ver o que se passa.
Vamos, depressa! Temos de tirar o chefe daqui.
- Fica aqui! N�o o deixes sair! - Sim, senhor!
Eles v�m a�!
Pode tirar-me daqui?
N�o sei como.
Sr. agente, solte-me, por favor!
Vamos resolver isto, Sr. agente.
Pare!
Long-Fei!
Fiquem aqui!
Merda.
Temos de encontrar outra sa�da.
Levanta-te! De p�!
Onde � que guardam os prisioneiros?
- Onde est�o os prisioneiros? - N�o est�o aqui!
Todos os prisioneiros est�o trancados l� em baixo.
Os prisioneiros est�o detidos l� em baixo.
Mook! Rebenta a porta!
Vejam em todos os corredores.
Mook, preciso de ti c� em cima comigo.
Estou a caminho, Collins.
Mesmo quem eu estava � procura.
A rapariga n�o tem nada a ver com isto.
- Ela tem tudo a ver com isto. - O qu�?
Que conversa � essa?
Este � o meu dia de sorte.
Sai daqui!
Tu. Tu preparaste isto.
Fi-lo para atra�-los.
� melhor ires. Vai com o teu amigo.
Vai.
Vamos! Depressa!
N�o o fa�as.
Ora, ora, ora.
Que bela surpresa.
Joey!
Vai! Leva a rapariga!
Saiam daqui!
Venha!
Temos de ir! Vamos!
Venha!
Anda.
Suba!
Merda.
Recuem todos.
Grandalh�o, vai ter comigo ao lado sul do beco.
- Entra! - Vamos! Vamos! Vamos!
- Venha! - Est� bem!
Por favor!
Continuem. Continuem. Vamos! Continuem.
Eu disse do lado sul. Onde est�s?
Arranca!
Mook! Onde est� a Mook?
- Est� morta, est� bem? - Merda.
- E o Steiner? - O Steiner tamb�m.
Isto est� a transformar-se numa bela merda.
Este exerc�cio � caro.
Quem s�o estes camp�nios que tu contrataste?
Batedores locais de uma das aldeias.
De uma aldeia ou do pa�s dos ninjas?
Caramba!
Eles t�m de estar numa destas ruas.
Ali est�o eles!
Malta.
Mexam-se! Mexam-se! Vamos!
Esperem, o qu�?
Vamos!
- Ali est�o eles! - Aqui! Vamos!
Saiam da frente!
Saiam da frente, merda!
Aqui em baixo!
Raios partam! Cara�as!
Est� calado! Desaparece!
Desapareceram!
Merda!
- Vai para o carro com o Devereaux. - Nem pensar.
- Vai ter comigo ao mercado. - Eu vou contigo!
N�o, fazes o que te mandam, e vais para a carrinha.
Julgas que est�s a falar com quem?
Andas s� a dizer-me o que fazer, e est�s a chatear-me.
Andamos a correr pelas ruas com armas autom�ticas.
Repara na aten��o que temos sobre n�s!
Quanto tempo vai passar at� a pol�cia aparecer?
Leva isto, vai para a carrinha,
e faz o que te mandam, merda!
Senhor.
Lee, chegaste mesmo a tempo.
Isto est� assinado.
Podes envi�-los.
Com certeza.
Mas tenho uma coisa urgente para lhe dizer.
O que foi?
Houve um ataque no Hotel Nagavara.
A Liang e a Xiao Xien est�o seguras?
A Liang est� ferida. Est� no hospital.
A Xiao Xien est� desaparecida.
Desaparecida?
A Liang acredita que a Xiao Xien deve ter fugido
para a embaixada chinesa.
Mas at� agora, n�o tivemos not�cias dela.
Liga-me ao chefe da pol�cia de Maha Jaya.
Estou?
Estragaste o contrato, Collins.
Tenho de chamar outra pessoa para tratar disto?
Tem calma, Su Feng.
Est� tudo sob controlo, est� bem?
Se isto � sob controlo,
detestava ver o que � fora de controlo.
Ser� eu a dizimar outra equipa que se atravesse no meu caminho,
portanto deixa-te de merdas e deixa-nos fazer o nosso trabalho.
Devias vir ver-me.
Ainda n�o.
Vou ter isto impec�vel antes do sol nascer.
Irei ver-te nessa altura.
Quieto!
Ponha as m�os no ar!
N�o tenho tempo para isto.
Volte-se! Ponha as m�os na cabe�a!
Est�s a cometer um grande erro, amigo.
Estamos atr�s das mesmas pessoas.
Dev�amos conversar.
Estou um pouco ocupado de momento, parceiro.
Larga a arma.
Levanta-te.
O que � que queres?
Deixemo-nos de rodeios.
Eu podia trabalhar contigo.
Posso ajudar-te a derrubar o gajo de quem andas atr�s.
De momento n�o ando � procura de um aprendiz. Muito obrigado.
Quem s�o eles exactamente, e o que queres deles?
Eles s�o mercen�rios, como eu.
H� anos que ando atr�s deles.
Vendo a tua situa��o, eu diria que precisas de ajuda.
E como � que achas que vais ajudar-me, exactamente?
Eu sei movimentar-me pela cidade.
E conhe�o as mesmas pessoas que eles e como � que trabalham.
O Long-Fei e o Payu,
tamb�m t�m a rapariga que procuras.
Olha, se trabalharmos juntos, obtemos ambos o que queremos.
Consegues tratar de ti, � certo.
Talvez precise um pouco de assist�ncia local.
� melhor sairmos daqui antes que os parceiros dele cheguem, n�o achas?
Sim.
O que estavam a fazer na esquadra da pol�cia?
Estivemos envolvidos num combate clandestino.
Talvez tenham havido algumas apostas.
Ganharam?
Claro. Somos profissionais.
E quem � ele?
� o Payu.
Payu, obrigada por me salvares.
Obrigada.
N�o tens de qu�.
Posso confiar em voc�s?
A pol�cia n�o � uma op��o. Tens escolha?
Cresci aqui perto.
Vamos, vamos.
- Baixa-te. - O que est�s a fazer?
Tu conduzes. Eu dou as indica��es.
Sabes que � um carro da pol�cia, certo?
Vamos pedi-lo emprestado.
- Devias conduzir. - � um carro de mi�da.
Desde quando os carros t�m g�nero? N�o � a altura para brincar.
N�o estou a brincar. N�o posso conduzir.
Como assim, n�o podes conduzir?
Quero dizer, n�o sei conduzir.
�s um profissional? Como � que n�o sabes conduzir?
Sou um profissional, n�o um condutor profissional.
Merda.
Vamos.
O meu carro!
Parem!
Onde � que v�o?
Olha, n�s terminamos o trabalho, est� bem?
Confia em mim.
Ser�o neg�cios como habitualmente...
Estou?
Ent�o, o que se passa?
A reuni�o com a Su Feng n�o correu bem.
Est� ainda mais chateada que o habitual.
Disseste que resolvias o assunto.
Sim.
Ent�o, isso quer dizer o qu�?
Bem, na verdade � muito simples.
Temos 48 horas para executar os gajos e se n�o o fizermos,
o contrato vira-se contra n�s.
N�o, n�o bebo �lcool.
Caramba.
Relembra-nos outra vez o porqu� de precisarmos de ti.
Voc�s s�o todos ex-militares.
For�as especiais, talvez?
Treino em artes marciais.
Mas talvez um pouco em baixo de forma.
N�o nos conheces o suficiente para estares a fazer
esse tipo de afirma��o, pois n�o?
Estavas a dizer?
V�, tem calma.
Devereaux.
Ele � �til.
A equipa est� reduzida, portanto ficamos com ele.
Tal como eu disse, se v�o atr�s do Long-Fei e do Payu,
precisam da minha ajuda.
Este sacaninha n�o desiste, pois n�o?
Olha, temos contactos pr�prios, parceiro.
Em breve, algu�m, algures, vai denunci�-la.
Ela tem boas liga��es na China e n�o tem para onde ir.
Por isso ir� para a embaixada chinesa.
Julgava que a Maha Jaya j� tinha resolvido os problemas de tr�nsito.
H� qualquer coisa errada.
Isto n�o pode ser uma coincid�ncia.
T�m de ser eles.
Emprestas-me o teu telefone?
Est� bem.
Xiao Xien, onde est�?
Madame Liang, espero que esteja melhor.
Conseguimos ver a embaixada,
mas estamos engarrafados no bloqueio da estrada.
Houve uma amea�a de bomba � embaixada.
Julgamos que s�o eles.
Est� tudo bloqueado.
Quem est� consigo?
Alguns amigos novos. Est�o a ajudar-me.
Vou avan�ar.
Vai, vai!
Vai. Arranca.
Arranca!
Mais depressa. Vamos, vamos!
Vamos!
Volta para a carrinha e corta-lhes o caminho.
Sim.
- Est�s bem? - Quem � ele?
N�o � um amigo.
Temos de ir. Agora!
Central, est�o a receber?
N�o est� aqui ningu�m.
Jaka.
Eles est�o no outro mercado.
Entre Kwang e Kent.
- Jaka. - O que est�s a fazer?
Usaste-nos como isco.
Tem paci�ncia, meu amigo.
A minha luta � com o Collins, n�o � contigo.
Continuem a andar.
O funeral � teu, p�.
Por aqui!
Eles estiveram aqui. Acabamos de perd�-los.
E aqui est�s tu.
Segui-os desde o acidente. Perdi-os no mercado.
Est�s sempre no local certo, � hora certa, n�o?
� por isso que precisam de mim.
- Collins, aqui. - Bom trabalho.
Sabes, o meu instinto,
manteve-me vivo,
uma esp�cie de sexto sentido.
E sabes o que diz o meu instinto?
Est�s a tramar alguma.
Se queres dizer alguma coisa, diz.
Irei dizer, quando chegar a hora.
Esperem. Parem.
Vai por ali. Mando-os na tua direc��o.
Espera, parceiro.
Desculpe, n�o abertos.
Departamento de sa�de.
Sou o vice exterminador.
Parece que passou na inspec��o.
O departamento da pol�cia de Maha Jaya
est� sobrecarregado.
N�o podem garantir
a seguran�a de Xiao Xien.
A busca
ter� de esperar
at� que cheguem amanh� refor�os adicionais.
Posso ver?
Parece que vamos passar aqui a noite.
N�o podemos interferir. Para ajudar, tem de vir at� � embaixada.
Que bom.
Digam-me, como � que conhecem esta gente?
Fomos contratados para uma miss�o de resgate humanit�rio que n�o o era.
Ao inv�s, libertaram o Collins e deixaram-nos � morte.
E quem � o tipo do mercado?
Est� com os estrangeiros, mas � um de n�s.
� complicado.
Complicado?
A gente dele foi morta
quando o acampamento foi destru�do.
�, portanto, uma toupeira?
Mais ou menos.
Ent�o voc�s os dois s�o os respons�veis por isto?
E agora?
Agora, escondemo-nos aqui durante a noite.
Amanh�, tentamos outra vez a embaixada.
Senta-te.
Calculo
que possam fazer as amea�as de bomba que quiserem.
Posso aceitar os vossos pedidos?
Ol� a todos. Sou o Payu, o vosso cozinheiro.
Hoje, orgulhosamente apresento-vos o meu melhor prato,
couve do p�ntano frita!
� melhor ser servida com sopa quente, e vamos ter...
Sopa picante de camar�o do rio!
O Payu foi cozinheiro de campo.
Um cozinheiro excelente.
Gostam de picante?
Vamos continuar � procura.
Ent�o,
a miss�o era do seu pai, ou sua?
Abracei a miss�o do meu pai.
Chega de falar de mim. E tu?
Voc�s os dois foram obviamente treinados.
Porque � que deixaste a China?
O meu pai trouxe-me para c� quando eu era novo.
Temos vivido c� desde ent�o.
Aqui ganha-se dinheiro a trabalhar na seguran�a.
Um trabalho, ou dois.
Quero ganhar dinheiro suficiente
para levar o meu pai para a China.
Mas agora, n�o posso ir para casa.
Uma vez que me salvaste, talvez eu possa ajudar-te?
Conhe�o muita gente. Vou descobrir uma forma.
Senhoras e senhores, o jantar est� servido.
Obrigada.
Para mim.
Desfrutem.
Isto est� mesmo muito bom.
Escolhe muito, ao andar de um lado para o outro.
Delicioso.
Est� bom.
Se est� bom, ent�o come mais.
Essa cerveja � minha. A tua � a outra.
� claro que sim. Est� bem.
- Um brinde? - Sa�de.
- Sa�de? - Sim, sa�de.
Vamos ter todas as equipas a soldo do sindicato
da merda da Indochina atr�s de n�s,
se n�o eliminarmos em breve estes tr�s diabretes.
Estou dolorosamente ciente disso.
Vai tornar-se ainda mais doloroso
se n�o resolvermos este problema... depressa.
Tontinho. Estou sempre aqui.
Nunca devia ter-te trazido.
S� te queria junto a mim.
Prometo que quando tudo estiver terminado e eles mortos,
viverei a minha vida e vou deixar-te orgulhosa.
Vou convenc�-los a confiar em mim.
Vou mat�-los com as minhas pr�prias m�os.
Vou mat�-los com as minhas pr�prias m�os.
Meu Deus...
Termos...
Na altura certa.
Vou enfrent�-los um por um.
Ir para a embaixada � um erro.
O cartel far� tudo para impedir o meu donativo.
� tudo o que me interessa.
� de mim que eles andam � procura.
Entreguem-me.
- N�o me parece. - Usem-me como isco.
� muito perigoso.
Bem, temos de criar um plano qualquer.
Sabem que esta � a �nica forma disto poder resultar.
Ela tem raz�o.
Eu tenho uma ideia.
Sa�de, parceiro.
Tretas. Tretas.
O Donnie e o Sam, est� bem.
Se n�o � o homem do momento.
Deixa-me falar com o Collins.
Bem, tenho a certeza que ele tamb�m vai gostar de falar contigo.
Ouve, Collins, isto � precioso.
Vais querer ver isto.
Bom, ol�, ol�, parceiro. Tudo bem?
Como est�o os p�s? Doem? Pois, espero bem que sim.
Tenho uma coisa que tu queres. Vamos falar.
Estamos a falar agora, campe�o.
Temos a Xien. Quere-la?
Bem, caramba, n�o estava � espera desta.
- S�o tretas, mano. - Espera, espera.
Vejamos o que ele tem a dizer. O que tens em mente, amiguinho?
Ao amanhecer, no antigo clube de P�lo.
Recebes o que queres, eu recebo 100 mil e a nossa liberdade.
100 mil d�lares?
Sim, est� bem. Temos acordo.
Mas faz-me um favor, n�o te atrases.
Tenho um prazo a cumprir.
Sabes que ele est� a tentar tramar-nos, n�o sabes?
N�o me digas que confias naquele pequeno bastardo.
N�o, n�o confio nele.
Mas confio que eles v�o l� estar
quer estejam ou n�o a tramar-nos.
Por isso digo para usarmos todo o dinheiro que nos resta.
Encontra-me o m�ximo de atiradores que conseguires.
- Atiradores? - Sim.
Sacanas feios com armas que s�o pagos para matar pessoas.
- Eu sei o que s�o atiradores. - �ptimo.
Vamos chegar l� mais cedo. N�o interessa.
Colocamos algumas armadilhas.
E ao inv�s de negociarmos a troca,
aniquilamos estes sacanas,
que tal isto como confian�a?
Bem, j� n�o era sem tempo,
porque estou farto de brincar �s escondidas.
Bem-vindo de volta, Payu.
Vamos conversar no interior.
Porque � que est�s aqui, Payu?
Est�s a cobrar o teu favor?
O que te leva a crer que vou honr�-lo?
Tu �s muitas coisas,
mas...
Eu sei que mant�ns a tua palavra.
N�o falaste do nosso passado aos teus amigos, pois n�o?
Como � que ganhaste o teu nome.
Payu, a Tempestade.
Uma que destr�i tudo em que toca.
Nem tudo o que fiz foi bom.
Ele trabalhou comigo.
Matou 12 homens num �nico ataque.
N�o digo que n�o merecessem.
- Depois foi-se embora. - N�o, n�o, n�o.
- Quando demos por isso, - P�ra.
ele era um soldado da fortuna a trabalhar muito longe.
J� chega!
Est�s em d�vida comigo.
O que � que queres, Payu?
Preciso de armas.
Leva o que quiseres.
Estamos quites.
O seu donativo n�o vai alterar nada.
Retira um regime e outro assume o seu lugar.
Tem de sobreviver para fazer a diferen�a.
Tem alguma coisa mais substancial?
Entra. Pronto.
Payu!
N�o te esque�as do que eu disse. Estamos quites.
Portanto,
vamos tratar destes anormais
e tratar dos assuntos. - Estamos a tratar dos assuntos.
Separem-se dois a dois. V�o para a vossa posi��o.
Cubram a �rea principal. Est� bem?
V�o!
Isto acaba esta noite.
J� usaste uma coisa dessas anteriormente, n�o?
Sabes, pareces algu�m que, percebe de armas.
Ouve, tu �s o qu�, p�?
Cambojano? Vietnamita?
Indon�sio.
Indon�sio!
Indon�sio!
Sim, sim, p�.
N�s encontr�mos alguns indon�sios.
No norte.
Sim, estavam a ser usados como seguran�as do acampamento.
Sim, sim. Eles eram terr�veis.
Mat�mo-los a todos.
Deix�mo-los a inchar ao sol e a alimentar as moscas.
Isso n�o te incomoda, pois n�o?
N�o conhecias l� ningu�m, pois n�o?
V�, fala.
Somos todos da mesma equipa.
Deixa-me em paz.
Eu deixo-te em paz.
Eu julgava que era algo que tu querias
tirar do teu pequeno peito.
Os teus atiradores sabem o que fazer, Devereaux?
Sabes, tenho oito armas apontadas para mim neste momento.
Muito bem.
Vamos l� acabar com isto.
Onde est� o outro mosqueteiro?
L� fora, para ter a certeza que n�o fomos seguidos.
Est�?
Bem, n�o faz mal. Tivemos a mesma ideia, n�o foi?
A tua equipa traiu-nos.
Deixou-nos para morrer.
� verdade.
Mas isso foi naquela altura, agora estamos aqui.
Vamos fazer isto ou qu�?
O teu dinheiro est� nessa mala,
tal como combin�mos.
Porque � que n�o chegas aqui, querida?
N�o te preocupes. Prometo que serei r�pido.
Lembraste da primeira vez
que sentiste a tua alma a escapar?
A minha alma?
N�o, aqui n�o h� almas, minha querida.
S� um grupo de tipos a fazer o seu trabalho como os outros.
Ser reconhecido,
n�o era propriamente o que queria estar a fazer
quando fosse crescido, mas sabes uma coisa?
Acontece que eu era muito bom nisso.
Est� a� o teu dinheiro, tal como combinado.
A rapariga, manda-a para c�.
A rapariga! Agora!
Aponta a arma e prime o gatilho,
at� estar vazia. - Entendido.
Merda.
Os indon�sios que mataste eram a minha gente.
Enterrei a minha esposa por causa de ti.
Isto � pessoal.
Foi a coisa mais idiota que n�o vais viver para te arrepender.
Vamos ver.
Anda l�, sua ratazana!
Vou gostar disto.
Anda! Vamos ver o que vales.
Nada mal para um homem pequeno.
Tem de ser assim?
Receio que sim.
Vamos acabar com isto agora mesmo!
Vais ver a tua mulher em breve.
Estou?
Quem fala?
Tian Xiao Xien est� no clube de P�lo abandonado.
Mande algu�m salv�-la.
Estou?
Estou? Estou?
Sabes, lutas bem.
Vou ensinar-te uma li��o.
Falas, falas, falas.
Olha para ti. �s fraco e pat�tico.
Seu sacana manhoso!
Eu devia ter dado ouvidos ao Devereaux, n�o era?
Ele est� morto, como tu em breve vais estar.
Bem, acho que gosto destas probabilidades.
Avan�a, rapaz da aldeia.
Jaka? Jaka!
Chateaste gente muito importante, mi�da.
E por isso, tens o meu respeito.
Larga-a.
Empurra-a para aqui.
Empurra-a para aqui!
J� n�o era sem tempo eu cobrar o meu cheque, n�o achas?
Raios partam!
Porque � que � t�o dif�cil matar uma rapariguinha chinesa?
Deixaste-me para morrer... Duas vezes.
N�o voltar� a acontecer.
Vem at� c�, se achas que �s capaz.
� tudo o que tens?
Devias ter ficado nos po�os!
Menos conversa, apenas morre.
Falas, falas, falas.
N�o falas mais.
J� chega.
Ele est� morto.
Tens a certeza?
Obrigado.
Xiao Xien.
Est�vamos preocupad�ssimos.
Viemos assim que recebemos o telefonema do Jaka.
Jaka?
Tenho boas not�cias.
Detivemos a pessoa respons�vel.
Ela vai ser extraditada para Singapura.
Pare.
Est� presa. Levante-se.
Eu disse-vos... Eu tinha um plano.
Bom plano. Quase morremos.
Para a pr�xima, levas tu um tiro.
Adeus.
At� � pr�xima, p�.
Tradu��o e sincronia: RMdS
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