All language subtitles for Ghost Dad (1990)

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Original subtitles

PAPAI FANTASMA

Est� pronta, querida?

Est� na hora da nossa hist�ria.

Onde foi que paramos ontem � noite?

Ah, j� sei.

Jamais em sua carreira de 300 anos, o fantasma fora t�o grosseiramente insultado.

Por isso, ele decidiu entrar no quarto dos g�meos

e dar-lhes um susto que eles n�o se esqueceriam.

Quando ele abriu a porta, um balde d'�gua caiu sobre ele,

molhando-o todinho.

No mesmo instante, ele ouviu gargalhadas,

pois os garotos sa�ram felizes do arm�rio

jogando travesseiros nele sem acertar a sua cabe�a.

Ele voou de volta ao seu quarto, soltando gemidos profundos.

Nenhum fantasma na hist�ria havia sido t�o maltratado.

Querida, j� chega por hoje. -Ah, papai!

Desculpe, filha, tive que trabalhar at� tarde de novo nessa semana,

mas se lembre que � s� at� quinta-feira, quando eu conseguir meu aumento.

A nova promo��o que ir� me incluir no seguro da companhia

e no plano de pens�o. Ent�o teremos tempo de sobra pra nos divertirmos.

Agora aumente meu volume e me leve at� a porta.

Boa noite, Diane, e n�o me espere. -Nunca espero.

-Boa noite, Danny. -Boa noite, pai. Te vejo de manh�.

-E fa�a seu dever de casa em vez de truques de m�gica, viu, seu m�gico?

-Claro, pai. Prazer em falar com o sr.

Amanda... Agora apague a luz e v� dormir.

Papai te ama. -Eu tamb�m te amo.

-E eu a verei pela manh�. Boa noite. -Boa noite, papai.

-Quero panquecas. Feliz anivers�rio, Diane. -Ah, �. Feliz anivers�rio.

Eu teria comprado alguma coisa, mas � voc� quem lembra disso...

Achei que um bom presente meu seria eu n�o ter que sair pra comprar.

-Voc� � uma crian�a muito rara, Danny. -Obrigado.

-Qual vai ser a desculpa do papai? -Ele n�o se esqueceria.

-Claro que vai se esquecer. Vai dizer que vai me compensar depois de quinta-feira.

-Panquecas? Waffles? -Quero dois ovos com bacons canadenses

soltinhos, picadinhos e moreninhos.

Ou s� um pouco de cereal com suco.

Parab�ns pra voc�...

nesta data querida, muitas felicidades...

minha... espere, esqueci o nome dela.

Me d� uma chance.

D...

D? De Doris.

Di. Di...

Ah, para com isso, filha.

Voc� sabe seu nome. Quem � voc�?

Deixa pra l�. Voc� tem seu dia. Parab�ns.

Amanda, filha, eu j� disse mil vezes pra n�o deixar os patins na escada.

Desculpe.

Parab�ns pra voc�...

minha filha.

-N�o precisa ser piegas. -Mas eu preciso ser. Os pais ficam assim

�s vezes. O meu pai, no meu 9� anivers�rio

vestiu uma fantasia de coelho por uma semana inteirinha.

-Uma semana inteira? -Porque o z�per engui�ou...

Ele n�o pretendia fazer aquilo. Teve que ficar pulando pela casa

imitando um coelho a semana inteira.

O qu�? J� vai? � o meu anivers�rio.

A Jonelle fez 17 e ganhou um carro convers�vel

e eu ganho um creme de barbear? Voc� esqueceu. Admita.

-Ah, �? -�.

Quinta-feira, se tudo correr como espero...

a cia. tamb�m vai me dar um carro. E voc�

poder� ficar com o meu antigo.

-S�rio? -S�rio.

-Verdade? -�.

S�rio? Ah, papai, me deixe dirigi-lo hoje.

Prometo que vou ser muito cuidadosa.

Na quinta! Na quinta!

E pode parar com essa cara de buldogue.

A mim n�o quer dizer nada. De jeito nenhum.

Isso a�!

Voc� n�o vai se arrepender, papai!

Tchau, querida. -Oi, sr. Hopper.

-Tudo bem, Stuart?

-O sr. retira seu pr�prio lixo? -Retiro.

-Pagamos para retirarem para n�s.

A prop�sito, quero mostrar minha bicicleta nova para o Danny.

Oh, quer dizer que voc� tem um novo bem e deseja mostr�-lo?

Isso n�o � t�pico de voc�, Stuart. -Pois �, � preciso conhecimento

para andar numa dessa. E � bem mais r�pida do que a do Danny.

Tinha uma duas vezes mais cara que a dele.

-Voc� � republicano, n�o �? -N�o sou afiliado.

-O Danny est� l� dentro.

Diane, cuidado a� na sua frente!

Eu estava s� treinando.

Oi!

Voc� est� bem?

Ent�o � assim que os adultos fazem?

-Est� com um novo chofer, hein? -Ningu�m quer viver pra sempre.

Voc� � t�o engra�ado.

Voc� n�o viu nada.

Eu s� estava treinando.

Ou�a.. eu tenho que ir.

Aquele nosso jantar de quarta � noite ainda est� de p�?

N�o perco por nada neste mundo.

Calma.

-Ei, Hopper, vai at� o 12�? -�, vou.

-Ent�o vou at� o 4�.

-Como vai nosso contrato? -Bem, o sr. Collins e eu temos uma reuni�o

�s 10h com o banco de investimento e depois vou subir para pegar os documentos.

Devemos fechar na quinta-feira.

Que �timo.

Por baixo do pano.

Cavalheiros, conhecem-o?

Ele foi o primeiro a prever a fus�o da Alsie.

E est� cuidando das negocia��es para a Collins inc.

Na pr�xima quinta, quando os nossos diretores-associados se reunirem,

Hopper ser� o mais jovem a se sentar na diretoria da nossa firma.

Isso se ele n�o fizer nada errado at� l�.

Se o pegarmos se divertindo com a esposa do Nero, est� tudo cancelado.

N�o tem a menor chance. Por acaso voc�s tem visto a sra. Nero?

-Ol�, sr. Nero? -O qu�?

-Como vai o sr.? -Ah, sim. Estou comendo comida s�lida de novo.

Ah, que maravilha. N�s o veremos no banco de novo, �s 10h.

-Bom dia, sr. -Bom dia.

Eu s� tenho 1 minuto, Carol. Tenho que pegar um t�xi.

Como est� tudo por aqui?

Acabaram de colocar a janela nova.

Tudo estar� pronto at� o final do dia. Ah, a ficha! Recebemos a lista

dos lugares para o banquete de quarta. Ficar� na mesa principal.

-O que � isso aqui? -� a correspond�ncia. Nada muito importante.

Cruz credo!

Ei! Ei!

Obrigado. Pr�dio da matriz do Banco Lion, por favor.

Precisa andar t�o r�pido assim?

Pelo amor de Deus, olhe pra frente.

-N�o enche. -Obrigado pela sua simpatia.

Voc� aceita o mestre Sat� como ser supremo e dem�nio da sua salva��o?

Tenho pensado nisso, mas tenho andado ocupado que n�o me decidi.

-Eu gosto de voc�. -Igualmente.

-E voc�, adora Sat�? -Quanto voc� quer pra parar o t�xi?

Dou 20 d�lares pra parar.

Dou... 40. Tenho US$76. Dou tudo pra voc� parar!

Dou a carteira tamb�m. � de couro. Voc� pode impressionar seus amigos no Inferno.

Mas agora pare este t�xi!

Voc� adora Sat�?

Eu sou Sat�. Eu lhe ordeno que pare este t�xi.

Voc�...

N�o ande... nem mais 1 metro...

N�o se mexa... eu fico aqui... N�o sei qual o problema na sua casa...

mas voc� n�o podia sair pra trabalhar com esses modos.

-Procure ficar quietinho. -Sim... sr. das trevas.

Sua carteira!

N�o! N�o era de couro, era de pl�stico!

Seu guarda!

Seu guarda!

Seu guarda! Oh, meu Deus!

Foi terr�vel! O carro... caiu na �gua.

Deixe eu pegar o f�lego.

Espere a�. Tem outra pessoa... Algum sinal dele? O motorista do t�xi.

Nenhum sinal dele? Puxa, deve ter se afogado.

Seu guarda, ele era um daqueles adoradores do Dem�nio

e ele fumava, um daqueles cigarrinhos.

O que voc� est� fazendo? Ei...

Voc� � cego? Rapaz, voc� est� fazendo isso de prop�sito!

Vou dar queixa de voc� por urinar numa v�tima de acidente.

Isso � comportamento digno de um patrulheiro?

N�o pode ser! N�o pode ser!

N�o estou morto! Sei que n�o estou morto!

Estou sonhando. Tenho que acordar. Acorde! Acorde!

N�o estou morto! Tenho que sair... deste sonho!

Enquanto eles pegarem o carro, saberemos quem ser� o nosso campe�o.

Vamos voltar � disputa que est� muito emocionante, sras. e srs.

Quem sair� vitorioso neste concurso...

Vejamos quem ser� o vitorioso. Se o n� 1, n� 2 ou n� 3.

Muito bem, o vencedor � o n� 3.

Venha at� aqui, n� 3. Voc� mereceu esse pr�mio.

O que vai fazer com esse pr�mio?

Morro de pena. O que acontecer� a eles? Quem vai tomar conta deles?

-Oi, pai. -Oi, filho.

O qu�? -Oi, papai.

-Chegou cedo em casa. Isso � bom. -Podem me ver?

O qu�?

Voc�s podem me ver?

Isso � fant�stico! -O que est� fazendo?

Sou eu quem estou perguntando. Voc�s podem me ver?

-Sua boca est� se mexendo, mas n�o ou�o nada.

-Podem me ver, mas n�o podem me ouvir.

N�o podem me ouvir, mas eu posso ouvi-los.

-O que h� de errado com o papai? -O que quer dizer?

Ai meu Deus! Pra onde ele foi?

Estou aqui.

-Ele desapareceu. -�timo, fant�stico!

Papai, pra onde voc� foi?

Que truque legal!

Acho que � uma esp�cie de ilus�o de �ptica.

Papai?

N�o gosto desse truque. -Nem eu, e voc� pare com essa luz.

Papai, pare, voc� est� assustando a Amanda.

O qu�?

Pai, n�o estou ouvindo.

Eu...

Eu...

tenho um pequeno...

Eu sou.

Uma bichona.

Um peixe. -Uma coruja.

Um pato. Voc� � o chefe do Estado maior da Casa Branca.

Parece com...

-Um copo? -Bebida. Voc� est� tomando alguma coisa. Um rem�dio?

-Gripe! -Refrigerante!

-Um fantasma?

� um fantasma!

Meu pai � um fantasma!

Levanta, querida. N�o fica assim.

Voc� est� bem? Vem.

N�o fica com medo.

Papai, voc� vai embora igual � mam�e?

Tente telepatia, pai, acho que � assim que os fantasmas se comunicam.

Concentre-se.

-Eu n�o... -Eu ouvi!

Mova seus l�bios tamb�m. Assim est� esquisito.

-Papai, voc� vai embora igual � mam�e? -N�o, querida, eu ficarei em casa

por uns tempos. Eu lamento... pelo que aconteceu, OK?

Papai!

Meu Deus!

Seja bonzinho e saia de cima da mesa.

�timo.

Fico muito feliz por t�-lo aqui, sr. Hopper.

-Obrigado, Vossa Emin�ncia. Embora eu n�o possa dizer o mesmo.

Isso tudo foi muito injusto.

E... n�o sei como dizer. Era a �ltima coisa que eu esperava.

Eu diria, meu velho, que voc� est� bem fora de rota��o.

Tome.

Coloque isso nos seus indicadores.

Quando voc� morreu?

Hoje de manh�.

-Causa da morte? -Eu me afoguei num t�xi.

Sinto muito.

E ent�o? Onde essa trag�dia singular ocorreu?

Estados Unidos da Am�rica.

Estou no c�u? -Deixe de bobagem.

-Ent�o estou no inferno. -Ah, muito obrigado. Que tal eu ir

at� a sua casa dizer que � uma esp�cie de vala negra...

fedorenta e sufocante?

Segure isto.

Onde estou?

Voc� est� em Londres.

O que estou fazendo em Londres?

O que estou fazendo em Londres?

Se comportando como um americano.

Deixou suas boas-maneiras em casa, nas montanhas, n�o foi?

Voc� tem que controlar seu g�nio, sen�o vai sair de rota��o de novo.

O que estou fazendo aqui?

-Na verdade, eu o chamei. Voc� estava a caminho da sua vida futura...

numa transfer�ncia de rotina quando algo saiu errado. Percebi um

dist�rbio no plano espiritual que geralmente � um sinal certo

de problema na transfer�ncia intercorp�rea.

O qu�?

Que foi mal feita.

� o equivalente no p�s-vida ao extraviar o seu trabalho.

� raro, mas acontece. De qualquer forma, � uma especialidade minha.

Escrevi um livro a respeito. "Problemas na Transfer�ncia Intercorp�rea".

Voc� pode ach�-lo nas melhores livrarias.

Sou a principal autoridade mundial em vida ap�s a morte.

Ser� que podemos prosseguir? -Prosseguir com o qu�?

Quero que me mande de volta, neste momento...

Voc� pode me mandar pra l�, n�o pode?

� claro, mas por que eu iria querer isso?

Pelos meus filhos! Depois de quinta, eu voltarei e voc� poder�

fazer todas as pesquisas que quiser.

Quinta? Voc� pensa que chega at� quinta?

Sim... mas... por que voc� achou t�o engra�ado?

Este... � o estado tempor�rio em que se encontra.

Nunca vi algu�m durar mais do que 3 dias. A maioria vai em menos.

Eu vou conseguir at� quinta.

-J� come�ou a tremular? -N�o.

-Voc� pode conseguir at� quarta-feira � noite. Quinta, n�o.

Tenho que conseguir at� quinta, pelos meus filhos.

Minha esposa morreu h� alguns anos e eu sou tudo que lhes resta.

Por favor... Sir "�dith".

Sir Edith. Moser.

-Mas no livro diz "�dith". -Mas se pronuncia Edith.

-Que coisa, isso � nome de mulher. -N�o �, � nome de homem.

-Por que recebeu esse nome? -Por causa da vov�.

-E o nome dela era "�dith"? -O nome dela era Edith.

-Ent�o, sua mula. � nome de mulher. -N�o! N�o �!

Quer me fazer o favor de ficar calmo... est� me deixando louco!

N�o! Quero que me mande de volta. Por favor, n�o quero desapontar meus filhos...

de novo! -OK, mas terei que fazer uma an�lise adicional.

Vou cham�-lo de novo, concorda?

Concordo.

Mande-me de volta, agora. -Vamos l�. Siga-me.

Boa sorte.

-O que podemos fazer? -N�o sei, Danny.

-Ol�, adivinha quem voltou. -Papai!

-Voc� est� bem? -Sim, eu s�...

...assim que eu consegui aterrisar. -Onde voc� esteve?

Estive em Londres com um homem chamado Edith.

Edith � nome de mulher.

Papai, posso te levar a um programa de TV? -N�o, querida. N�o pode me levar.

Se algu�m perguntar, voc� diz que est� tudo perfeitamente normal.

Temos que aguentar at� quinta-feira.

� �bvio que n�o posso ir at� o escrit�rio assim.

Al�?

S� diga... que n�o estou bem. Isso � �timo.

Diga que n�o estou bem. E ficarei bem depois de quinta.

Depois, quem sabe...

� o sr. Collins pra voc�. Ele parece um pouco zangado.

Concentre-se.

-Sr. Collins. -Por que n�o foi � reuni�o no banco hoje?

O neg�cio est� indo por �gua abaixo. Onde voc� esteve?

T�nhamos comit�s de negocia��es de ambas as firmas esperando voc�.

E voc� nem fez a gentileza de ligar pra nos dizer que estava nos apoiando.

-Eu sei, sr. Collins, mas eu posso... -Se estragar esse neg�cio, Hopper, voc� sabe

o que vou fazer pessoalmente com voc�?

Como eu vou trabalhar?

Voc� n�o vai se deitar?

N�o.

N�o est� cansado?

Eu n�o acredito que fantasmas se cansem.

Vai ficar a� sentado � noite toda?

� o meu trabalho, sou um fantasma.

Falando nisso, acha mesmo que pode ir trabalhar assim?

A quem est� enganando?

Eu nunca disse que seria f�cil.

Mas eu acredito que se nos unirmos, e se eu...

me concentrar...

Bem...

Podemos bolar um plano de forma que amanh� as pessoas n�o saibam

o que eu sou. -Se n�o der certo, o que vai acontecer conosco?

Como vou sustentar a mim e duas crian�as?

Voc� nos deixou alguma coisa?

N�o fez seguro de vida?

E esta casa? � nossa?

Por que deixou tudo pra �ltima hora?

Eu n�o sabia que era a �ltima hora.

Eu tinha seguro de vida.

E a�...

sua m�e ficou doente e usei pra pagar contas do hospital...

e hipotequei a casa.

Tudo..

para tentar salv�-la.

Desculpe, papai.

At� quinta-feira.

Estamos perdidos.

Vem, gente.

Oi, crian�as, cad� o seu pai? Est� todo mundo louco atr�s dele.

-Talvez esteja morto. -Cansado.

Morto de cansa�o. -Talvez tenha se afogado.

-Na papelada.

-O que est� fazendo? -Carol, est� vendo meu pai em algum lugar?

N�o.

Ah, meu Deus. Voc� quase me mata de susto.

Nunca mais fa�a isso, hein? -Desculpe.

-Por onde andou? O Collins est� furioso com voc�.

-� uma longa hist�ria.

Elliot, o que eles est�o fazendo?

Est�o eliminando a luz porque eu n�o gosto da luz do Sol.

-Mas voc� sempre gostou... -Quero dizer que quero me concentrar

e a vista e o brilho do sol me distraem.

-Vou engolir essa. -Aten��o, crian�as, muito obrigado.

Podem ir embora e me apanhem depois do trabalho.

-Tchau, papai. -Tchau, pai.

-Se S�o Pedro ligar, eu anoto o recado. -Obrigado.

O que vai ser hoje? -Um inferno se despencando.

O Collins quer que voc� conduza todas as reuni�es de negocia��o.

Disse que os australianos est�o ficando impacientes e voc� � o �nico

em quem eles confiam. Peguei a agenda de ontem pra hoje,

Por isso est� pesada. Voc� tem um encontro �s 10h

com o depto. de auditoria no 3� andar e tem que estar �s 10:30 com o sr.

Tem ao meio-dia uma reuni�o com os advogados australianos.

Tem outro �s 14h com vendas. E tem �s 17h com...

Ah, esqueci de dizer. Tem que fazer seu exame m�dico para o seguro.

-N�o podem me dar o seguro sem o exame? -N�o.

Disseram que � hoje ou nunca. Estou com os formul�rios.

Diane, v� ao meu arm�rio e pegue umas coisas pra mim.

-Obrigado, Diane. -Um exame m�dico completo?

-Confie em mim. Voltarei em 1h.

Puxa, est� quentinho aqui. Elliot Hopper, por favor.

Pois n�o, sr.

Leve isso � sala 2 e tire a roupa da cintura pra cima.

-Boa noite. -Oi.

-Tudo bem? -�, tudo bem.

-Est� escuro. -Se n�o se importa, sou um pouco t�mido.

OK.

O que h�, dr.?

Seu cora��o.

Esse seu aparelhinho deve estar com defeito.

Vai de novo.

Est� bem.

V� at� � sala do raio-x.

E procure a enfermeira Settler. -Pois n�o, obrigado.

Mo�a, n�o vou tirar o raio-x porque surgiu uma emerg�ncia no meu trabalho...

Tenho que marcar outro hor�rio. -S� vai levar alguns segundos.

Coloque seu queixo bem aqui. Encoste seu peito contra a chapa, por favor.

Sr. Hopper, peito contra a chapa, por favor. M�os nos quadris.

Respire e segure.

Obrigada, sr. Hopper. Por favor, o pr�ximo.

� a sua vez, agora.

Obriga...

-Bem, j� terminei, n�o �? -Sim.

Ah, mais uma coisa. -Me d� um tempinho.

Obrigado.

-Obrigada, sr. Hopper. -Ah, n�o seja por isso.

N�o.

Enfermeira!

Papai, n�o estou muito certa disso.

Acabo de passar no exame m�dico. Por que est� preocupada?

E se algu�m descobrir que voc� morreu? E que voc� � um fantasma?

E se encontram seu corpo? -Estou no fundo do rio.

Ah, pai, vou ficar muito mal nessa hist�ria.

"Ah, l� vai a Diane, filha do Gasparzinho".

Agora a previs�o do tempo. 41�, mas cuidado. Ventos altos vindo dos Quenions

em nossa dire��o. Agora, de volta � nossa m�sica.

E a�? Diane, me deixa entrar. Preciso de uma carona.

-Quem � esse com a roupa pelo avesso? -Tony Ricker, e n�o me envergonhe.

-Voc� n�o vai deix�-lo entrar aqui.

Obrigado, gata.

Est� linda, hein? -Obrigada, voc� tamb�m.

Estou sabendo...

� o seguinte...

Vi a sua amiga Jonelle l� no shopping. Eu disse: estou de olho na sua amiga Diane...

A� ela disse: "Ih".

Ent�o eu disse: ah, �? E ela: "nem pensar. Continue sonhando".

Eu disse: "Vou dar um bom motivo pra Diane sonhar".

-Eu nem sabia que voc� estava a fim de mim. -Ei, Diane.

Muito sensual.

N�o acredito no que voc� fez!

Pois deixe eu dizer uma coisa. Voc� nunca ir� sair com esse...

O Tony Ricker � o �nico ser da escola que sabe que estou viva!

Vou sair com ele! -S� se for por cima do meu cad�ver!

-Exatamente!

Se quer bancar o pai, por que n�o faz isso com o Danny e a Amanda?

Eles ainda precisam de um pai. No momento, posso cuidar de mim.

N�o quero que se meta mais na minha pat�tica vida social.

Ela est� tendo um ataque de nervos.

-Terminou? -Vai embora!

Uma das vantagens em ser fantasma � que as luzes acendem e ainda estou aqui.

-Os mortos tamb�m podem ser bobos! Espero que seja o Tony.

-Acho que n�o, porque ele talvez esteja sentado no meio da rua,

pensando no que aconteceu com ele.

Hopper, onde voc� se meteu?

Com todo o trabalho que tenho aqui, era pra eu escolher os meus amigos!

-Com quem est� falando, Diane? -Com o Gasparzinho.

-Oi, papai! -Oi, querida. Diane, depois conversamos.

Agora tenho que ligar pro escrit�rio. -S� tenho tristeza por aqui. Limpo, lavo,

cozinho e esfrego. -Eu retiro o lixo.

-Cozinho, e o que ganho? Nada, al�m de queixas!

-N�o me queixo da sua comida! -Se queixa, sim!

Todo o tempo em alto e bom tom.

E quanto � quarta-feira? O que me diz de sexta passada?

E s�bado? Voc� disse: "Diane, como p�de estragar o espaguete?"

E n�o sou mais sua responsabilidade. Por que se importa com o que fa�o?

-Por que eu me importo?

Amanda, querida, veja quem � e se livre deles, pelo amor de Deus.

Sou seu pai, eu te amo. -N�o me ama!

-Claro que amo. O que deu em voc�? Voc� � minha filha.

-O que voc� sente por mim n�o � amor. � coisa de pai.

-Isso � amor!

-Papai, � a Joan. -Joan?

-Quer se encontrar com ela? -N�o, ela n�o pode mais me ver. Esqueceu?

-Ah, �.

Romeu e Julieta, aquilo sim era amor. Ele tomou o veneno por ela.

E o que voc� fez por mim? -Eu comi seu espaguete.

Ele disse que voc� n�o pode mais v�-lo.

Ah, �?

Diane?

Diane?

Aqui � a sua r�dio KWLZ. Ventos fortes se formam...

Papai!

Diane? N�o me obrigue a atravessar esta porta.

-Papai. -Sim, querida.

-Ela disse pra voc� ir "blipe blipe" e que ela vai completar o "blipe blipe"

mais tarde.

-Diane! -Pai, tenho que falar com voc�.

-O que �? -Como serei o m�gico amanh�

sem o Ba� do Destino?

Olhe a�. Deve ser a Joan de volta para completar o "blipe blipe".

J� que ela n�o pode me ver na luz, que v� l� embaixo, deixe-a entrar

e leve-a para a sala de estar onde est� bem escuro.

Ent�o falarei com ela e depois voc� e eu falaremos sobre o...

-O Ba� do Destino. -Ba� do Destino. Isso.

N�o posso ser um m�gico profissional usando as mesmas coisas de sempre.

Ol�, garotinho. Seu pai est� em casa?

Oh, sr. Collins, que surpresa agrad�vel!

Olha, j� vou descer!

Sua secret�ria me disse que estava em casa.

A� eu pergunto: o que est� fazendo em casa

quando essa gente ocupada est� esperando voc�?

Mas, por enquanto, vamos fechar o neg�cio!

Vamos, sim! Danny, por que n�o leva os cavalheiros

para a sala de estar? J� vou descer!

Enrole-os.

N�o tenho muito tempo, mas h� uma explica��o l�gica pra tudo.

-Por que est� vestido assim? -Posso entrar, por favor?

-Acho bom ter uma boa desculpa.

Certo, agora tire a m�scara e fale.

-Est� muito claro aqui. Podemos ir pra l�?

-Sabe de uma coisa, Elliot? Voc� tem muita coragem.

-N�o � o que est� pensando. Por favor, estou implorando.

S� tenho 1 minuto. -Devo estar louca.

Joan, quero que saiba que sou completamente louco por voc�.

Os momentos que passamos juntos, foram fant�sticos.

Eu n�o faria nada para mago�-la.

-OK. -�timo. Agora tenho que ir.

-Espere. -Tenho que ir.

-Eu o convidei aqui para um pouco de prazer � tarde.

Eu n�o posso.

-Ah... Elliot. -O qu�?

-Acha que n�o pode? -Sei que n�o posso.

N�o, n�o, n�o... Eu n�o me referia a isso.

O que est� pensando? O que quero dizer � que n�o podemos...

-� s� um pouco de ansiedade com o seu desempenho,

mas n�o ter� que fazer nada comigo.

S� tem que me abra�ar.

Tem gente me esperando l� fora.

-Tudo o que voc� precisa � relaxar.

Tenho que me concentrar.

-Aquele pessoal ainda est� na sala? -Sim, e a Diane est� no quarto, n�o quer sair.

Pai, preciso falar sobre a escola. -Deixe eu resolver o assunto com meu chefe.

Cavalheiros, aqui est�o os documentos finais.

Passei a maioria do tempo trabalhando aqui neles...

e tenho certeza de que podemos resolver qualquer disc�rdia, afinal,

com a companhia. E... eu quero...

Cavalheiros, por favor, me d�em um tempo.

-Al�? -Sr. Hopper? � o Stuart.

-Stuart? -Isso mesmo. O amigo do Danny.

O pequeno... ascendente social. -Ah, sim. Vou chamar o Danny pra voc�.

-N�o, n�o. � com o sr. com quem quero falar.

Ou�a, eu sei que o sr. � um alien�gena.

-O qu�? -Eu quero US$50.000 em notas

de pequeno valor, n�o marcadas, agora mesmo. Sen�o, irei aos jornais.

Cavalheiros, por favor, me perdoem um instante s�.

Olhe aqui, seu saco de v�mito de porcos.

Se voc� falar algo sobre isso, eu juro que farei coisas com voc�

que voc� nem pode imaginar!

Est� tentando fazer chantagem comigo? Eu n�o me assusto, eu dou os sustos!

Seu bostinha! Quero te matar de susto!

Boa noite.

-Cavalheiros... -Pai, pode me dar um instante?

-J� foram embora? -Eles sa�ram.

-O que disseram? -Pareciam muito zangados.

Pai, estou com um problema. Amanh� na escola � dia das profiss�es.

N�o posso fazer o mesmo truque antigo.

Pai! -Danny! H� coisas mais importantes

neste mundo, al�m de m�gica. E estou pra perder o emprego!

Al�!

Al�, a Diane est� a�? Aqui � o Tony Ricker.

-Tony Ricker? -Isso a�. Sou eu.

Passa a piranha na linha.

Piranha?

Piranha na linha?

A piranha?

N�o conseguiria passar pelo telefone, mas estou aqui...

Se voc� se atrever a ligar, falar, pensar na Diane...

que Deus me ajude, eu farei coisas com voc�...

-Voc� � um... dem�nio? -Pior!

Eu sou da companhia telef�nica.

O que voc� fez?

Eu disse a ele de forma bem paternal para deixar minha filha em paz.

Estou tentando ajudar.

-Danny, o que voc� queria? -Esquece. N�o acho que ajudar seja

o seu forte nestes dias.

Virg�nia espionou o fantasma da caverna.

Ele parecia t�o infeliz que a pequena Virg�nia cuja primeira ideia

havia sido fugir, ficou com pena e se prop�s a confort�-lo.

O Ba� do Destino.

A� ela disse: "Sinto muito por voc�, mas meus irm�os v�o voltar para a escola amanh�."

"Ent�o, se voc� se comportar, ningu�m ir� aborrec�-lo."

"� um absurdo me pedir para me comportar", disse ele.

"Tenho que arrastar minhas correntes, gemer e andar pela noite."

"� o �nico motivo da minha exist�ncia."

Danny.

Danny.

Voc� n�o disse que n�o poderia fazer aquele truque sem o kit

que o papai esqueceu de te dar?

-Vou fazer sem a ajuda dele. -Acha seguro?

Danny.

Na minha apresenta��o, vou mostrar um truque chamado

O Ba� do Destino.

Vou ter que escapar desse ba� trancado, usando apenas

a minha habilidade de m�gica. Sem truque algum.

-Daniel, tem certeza de que � seguro? -Na verdade, n�o.

Mas chega uma hora que todo jovem n�o pode contar com a ajuda do pai.

Quando ele tem que provar a si mesmo que j� � um homem.

Diane, voc� n�o viu nada.

-Voc� n�o acha que ela vai retornar? -Tenho que estar segura do que ela vai dizer.

-Espere, o Danny est� correndo muito perigo e acho melhor ligar

pro meu pai. -Mam�ezinha.

-Oi, Terry. -Oi, Jonelle.

Oi, Tony.

E ent�o, Danny?

Entre logo.

E portanto, srs., isso ainda nos deixa com quest�es abertas.

A amortiza��o dos lucros de capital das tr�s empresas...

e a distribui��o das a��es da sociedade no subcap�tulo tr�s.

Com licen�a, Elliot. � a sua filha. Ela disse que � sobre o Danny.

-Diga que n�o posso falar com ela agora. -OK.

Querida, ele est� muito ocupado. -E em terceiro lugar, a conta do t�tulo

pr�-taxado da nova sociedade. Se voc�s virarem na p�gina tr�s, por favor.

US$5 como teremos que chamar o zelador para tir�-lo da�.

Danny.

Est� tudo bem a�? -Sim.

Sim, Danny?

Chama o zelador, por favor?

-Oi, filho. -Pai!

Hum, voc� engordou, hein?

-Pensei que estava numa reuni�o. -Eu estava, mas achei que voc�

era mais importante. -Obrigado, pai.

Vou tirar voc� daqui num segundo, e a�, teremos um grande final.

-Legal.

Como estou me saindo?

Est� �timo.

Obrigado.

�, foi muito bom pra mim.

...incompetente seria como chamar uma 2� guerra de uma discuss�o.

Eu poderia destru�-lo com minhas pr�prias m�os!

-Est� um pouco nervoso. -N�o posso acreditar que voc�

abandonou as negocia��es. Justo quando est�vamos para fech�-las.

-Deve ter tido um �timo motivo. -Se eu n�o tivesse entrado no acordo,

ele teria desmoronado e eu teria que mat�-lo!

Em vez disso, vou arruin�-lo!

-Esta � a parte que eu ia dizer. -Est� na rua!

-Ah, sr. Collins! -Est� na rua!

-Ora, voc� foi abandonar uma reuni�o. -Sei, mas eu posso explicar.

-Est� na rua! -N�o pe�o por mim, mas pelos meus filhos.

Todo o futuro deles depende disso, sr. Collins.

N�o posso perder meu emprego agora. Trabalhei para a sua cia. por 14 anos!

Trabalhei bem e fielmente. E isso tem que valer alguma coisa.

-Est� demitido. -Sr. Collins.

Sr. Collins!

N�o apare�a no banquete.

Elliot.

Voc� ainda nem est� vestido? Pensei que o banquete fosse �s 7:30.

� o pior momento da minha vida.

Eu... lamento, Joan. N�o posso falar com voc� agora.

O... que...?

-Acho que tenho m�s not�cias. -Foi demitido?

Eu lamento... pelo emprego.

Sinto mesmo!

Pelo... emprego.

Eu n�o pude... terminar.

Arranje um novo. N�o me importa esse est�pido emprego.

Quando voc� estava vivo, voc� nunca deixou uma reuni�o pra me ajudar.

Elliot, n�o sei o que est� havendo com voc�, mas acho bom esclarecermos tudo agora.

-Vai nessa.

Por que sempre est� tudo t�o escuro por aqui?

E como voc� pode cair de uma cama?

E por que est� falando t�o engra�ado?

E o que aconteceu com suas roupas?

-Est� tudo perfeitamente normal. -Joan...

Eu estou morto. Sou um fantasma.

N�o estou mais vivendo. -Isso � uma piada, n�o �?

Sinto muito, meu bem.

Pensei que estivesse com medo de intimidade, eu n�o sabia que estava morto.

Na verdade, eu receio que n�o...

Receio que n�o esteja morto.

-N�o estou morto? -Fiz alguns c�lculos das suas medidas.

Voc� n�o � um fantasma. -N�o estou morto?

O que eu sou? -Seu esp�rito est� bem, mas

n�o � um fantasma. Ainda n�o.

Agora, onde � a cozinha? Estou faminto!

Ser� que podemos voltar ao "eu n�o estou morto"?

-Sim, voc� ainda n�o morreu. Saiu do seu corpo, s� isso.

Alguma coisa o assustou, n�o foi? -Mas � claro, eu estava num t�xi.

Ele bateu e caiu. Embaixo da �gua eu n�o conseguia respirar.

Claro que fiquei assustado. -Ah, n�o. Voc� se afogou?

Ele n�o se afogou. Ele se assustou e saiu do corpo.

O corpo est� vivo em algum lugar, pelo menos por enquanto.

H� um boato na Am�rica na d�cada de 40, eu acho.

Dizem que antes que ele encontrasse o corpo e voltasse para ele

o infeliz teve que usar uma fantasia de coelho por uma semana.

Foi em algum lugar em Minessota, eu acho. -Foi o meu pai!

-Oh, eu sempre suspeitei que fosse heredit�rio! -Legal! Quando ser� minha vez?

Uma coisa de cada vez, meu jovem. Neste momento, seu pai tem um corpo

por a� em algum lugar e temos que encontr�-lo.

Vamos ligar para os hospitais. Vamos ligar para a pol�cia.

-Vou ligar para a empresa de t�xi. -Tem um telefone l� em cima.

-Quem � voc�? -Ah, desculpe. Meu cart�o.

-Edith? Isso � nome de mulher. -Tenho que discordar. N�o � nome de mulher.

-Toda Edith que conhe�o � mulher. -� nome de homem.

Pois n�o, sargento.

Obrigado.

Nada na pol�cia. -No hospital tamb�m n�o.

Eles t�m um motorista de t�xi, Curtis Burch. -Ele est� vivo?

-Em coma. Algu�m em cima deve gostar dele. -Algu�m l� em cima n�o o conhece.

Se meu corpo ainda est� vivo, ent�o significa que n�o estou embaixo d'�gua.

Eles acharam o motorista. Enquanto isso, devo estar em algum lugar,

perto dele, empurrado pra margem. -Voc� se lembra onde foi?

Chame a Diane. Depressa.

-Vamos! -Vamos embora!

-Temos que procurar o corpo do papai!

Vamos, r�pido.

-Coloque-a sobre a mesa. -Pronto.

1, 2, 3!

Como est� a pulsa��o?

Pulsa��o! -150. Press�o 80/30, pupilas fixas.

A press�o est� caindo. Vamos perd�-la.

-Vamos, depressa! -Eletrocardi�grafo ligado.

Diane?

O que est� fazendo? -Me tornando igual ao meu pai.

Diane, pare de brincadeira e volte pro seu corpo!

Eu, n�o. Isso aqui � �timo!

Diane, volte pro seu corpo antes que algo s�rio aconte�a.

-Por exemplo? -N�o fa�a isso comigo.

-Como as coisas o afetam! Estou pensando em mim, e esta vida de fantasma

� melhor do que a vida que eu tinha que viver. N�o vou voltar.

Diane, a vida � tudo o que importa.

Acredite.

Estou implorando.

N�o a perca.

Papai.

Ah, meu Deus.

O que... o que est� acontecendo com voc�?

Agora...aqui... n�o a perca.

Vamos tentar encontrar seu corpo. -N�o � importante. Voc� �.

Por favor, eu ajudo. -N�o vou fazer nada at� que voc� volte

para o seu corpo. -Papai, por que n�o me deixa ajudar?

-Porque eu quero... que voc�...

viva.

Porque...

eu...

porque voc� me ama.

�.

OK, pai.

Algu�m me ajude!

Algu�m me ajude!

Socorro!

TERAPIA INTENSIVA

Ah, meu Deus.

Papai, veja.

� voc�.

Est� escrito Curtis Burch, mas � voc�.

Era o nome do motorista do t�xi. Eu n�o tinha identidade.

Ele estava com a minha carteira. -Voltarei para o meu corpo...

se voc� voltar para o seu.

Vai, papai.

Vai, anda! Por favor!

Pai?

Como se sente?

H� um imenso vazio sob a minha roupa. Tiraram minha cueca.

Papai!

D�i tudo.

� o sentimento mais maravilhoso...

Depressa. Depressa.

Sinto muito, eu vou embora. Eu tentei, mas n�o posso

me sentar e fazer xixi. Tenho que ir ao banheiro.

Pegue uma esp�tula e uma p�lula de lidoca�na.

E o eletroencefal�grafo. O respirat�rio j� est� aqui?

Nossa! Fant�stico! J� estou bem. S� um segundo.

Ai, mas que loucura! Acho que estou curada.

Obrigada pela ajuda de todos voc�s.

Obrigada, obrigada. Adeus.

Venham, encontramos o corpo do papai. Ele est� aqui e

n�o � mais um fantasma.

Oh, Deus.

Espere um minuto.

Senhor!! Do mal!

Sua carteira!

Estou sob as suas ordens! -Ordens? Ordens?

Pois ent�o v� ao Inferno! Quero que voc� ponha esse rabo no braseiro...

e me espere at� que a neve caia.

Sim, sim, sim. Sim, sr. do mal.

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