All language subtitles for Gomorrah.S03E09.1080p.HMAX.WEB-DL.DD5.1.H.264-playWEB_track14_[por]

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian Download
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese Download
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Portanto, é você.

A cabeça por trás do Sangue Azul.

O Enzo não precisa da minha cabeça.

Mas precisa da droga que lhe dá.

A Camorra... Fomos nós que a inventámos.

Como pôde pensar que alguém de Secondigliano podia vir cá

e ficar com as nossas zonas?

Em primeiro lugar, já não sou de Secondigliano.

Em segundo lugar, as vossas zonas já são nossas.

E se já não é de Secondigliano,

quem é agora?

Uma pessoa que quer fazer negócios com justiça.

De que justiça está a falar?

Roubou a droga do Santo.

e não quer ver mais mortos, tem de restituir o Sangue Azul.

Aqui ninguém roubou nada. O Santo arrependeu-se.

Não podemos manter a família de um traidor

e deixá-lo comandar Forcella.

Mas até dentro da sua casa tem arrependidos.

Ou não?

Acho que essa regra de merda já não resulta.

O que acontece...

... se as coisas correrem como diz?

Vai perceber que o Sangue Azul, ao contrário de si,

é uma pessoa que paga o que está certo.

GOMORRA

Juraste que a merda do teu marido já não existia para ti.

E é verdade, papá.

Tu sabes.

Pensava que sabia.

Mas só porque me fizeste acreditar.

Agora sei que não é verdade.

O pai dele morreu.

Quanto mais cedo ele perceber isso, melhor é para todos.

Mas, papá, não é o que tu pensas.

- Amor? - Gennaro?

- Como estás? - Mal!

Ele percebeu tudo.

- Tens a certeza? - Sim, tenho.

- Gennaro... - Diz.

Tinhas razão quando disseste que ele era um problema para resolver.

Tens de fazê-lo depressa.

O Stregone aceitou.

Isto é água que não mata a sede, Ciro.

Se queres ver o teu filho crescer, tens de fazer o que está certo.

Para chegares aonde queres é preciso tempo.

O tempo para ti não é um problema.

Para mim é.

Estou disposto a dividir contigo toda a Maddalena.

Mas tens de deixar a Forcella para ele.

Ruggero...

Não temos escolha, Edoardo.

Ou cedemos ou temos guerra.

E uma guerra aberta sai-nos muito mais caro.

Forcella é nossa!

Com todo o respeito, Enzo, assim o Ciro meteu-nos no sistema.

- E então? E se nos meteu? - Sempre fomos contra o sistema.

Eu não tenho tanta soberba, Ronni.

Para mim, estar no sistema é uma coisa boa.

Chegámos aqui graças ao Ciro di Marzio.

Ele ensinou-nos tudo, ele deu-nos armas.

Todos vocês o sabem!

Eu dei a minha palavra.

Nós queríamos o bairro. Agora só temos de tomá-lo!

Toma isto. Fica atento.

Aqui está. Fique bem.

Vamos ter com o tio, mãe?

Para quê descer? Daqui vê-se tudo na mesma.

Vá lá!

Sangue Azul! Sangue Azul! Sangue Azul!

Sangue Azul! Sangue Azul! Sangue Azul!

Sangue Azul! Sangue Azul! Sangue Azul!

Sangue Azul! Sangue Azul! Sangue Azul!

Sangue Azul! Sangue Azul! Sangue Azul!

Sangue Azul! Sangue Azul! Sangue Azul!

Sangue Azul! Sangue Azul! Sangue Azul!

Sangue Azul! Sangue Azul! Sangue Azul!

- Espera, já venho. - Despacha-te.

- Olá, Carmela. - Olá.

Conseguiste.

Conseguiste ter tudo o que o pai nunca conseguiu.

Agora todos no bairro gostam de ti, viste?

Mas ninguém é intocável.

É neste momento que tens de estar ainda mais atento.

- O que queres dizer? - Agora sentes-te como o Santo.

Mas o mundo mudou, Enzo.

Antes o respeito estava acima de tudo.

A palavra tinha valor.

Hoje todos se traem. Até um irmão te pode trair.

- Os meus amigos são diferentes. - Mas tens de estar sempre atento.

Estás comigo?

Estou contigo.

Mas tens de me prometer uma coisa.

Não metas o Cosimino nisso.

Não te preocupes, Carmela.

O primeiro que o meter na rua, corto-lhe a cara.

Boa noite, Sangue Azul.

Cosimo?

Cosimo? Vens comigo?

Compro-te os ténis novos. Queres?

O que é que tens?

Todos os rapazes do bairro trabalham.

Mas a mim disseram-me que não. O Ronni, o Golia, o Bello e Buono...

Dizem que o tio não quer.

Nessa vida só se acaba morto ou preso.

Mas eu sou como o tio, a morte não me mete medo.

Ouve-me.

A morte não presta.

Tremes, falta-te ar, mijas-te.

E é um desperdício.

Mas tu estás orgulhosa do tio.

Quero que te orgulhes de mim.

O tio fê-lo para recuperarmos aquilo que era nosso.

E fê-lo por ti.

Porque a certa altura partirás e farás uma vida diferente da nossa.

E assim eu e o tio ficaremos orgulhosos de ti.

Então? Vens?

Está bem.

Porta-te bem. Vemo-nos depois.

E tem o telemóvel ligado.

- Bom dia. Quero experimentar este. - Claro.

- Os provadores estão aqui, à direita. - Está bem.

- Olá, rapazes. - Cosimino, estás aqui?

Vamos.

Esperem, rapazes.

- Olá, querido. Está tudo bem? - O que queres, mãe?

Ainda estás chateado?

- Fizeste os deveres? - Sim, sim.

Queres ver o vestido que comprei para o jantar do tio?

Mando-te uma fotografia.

Cosimino, despacha-te.

Cosimo? Onde estás?

Mãe? Mãe?!

O que é, mãe?!

O que aconteceu? Estás bem, mãe?

Diz.

O quê?

Os outros estão contigo,

mas dizem que responder já seria suicídio.

Tu achas o mesmo?

Sim.

Então, o que queres fazer?

Estou contigo até à morte, Enzo.

A paz acabou.

Só lhe posso garantir que a ordem não partiu de mim.

Nem de nenhum dos meus aliados.

Estamos à procura dos culpados, mas precisamos de tempo.

Não temos tempo.

Tem a minha palavra de honra.

Vou encontrar quem foi e entrego-o.

Não foi fácil fazer os meus aliados aceitarem a questão de Forcella.

Agora estão zangados.

Se o Sangue Azul responde, não posso pará-los.

Pense nisso.

E faça a sua escolha.

Achas mesmo que este macaquinho vai fazer tudo para parar o Enzo?

O Ciro di Marzio é tudo menos um macaquinho, Edoardo.

Eu aceito tudo, tu sabes. Tudo o que dizes, para mim, é lei.

Mas tenho de te perguntar uma coisa.

Se não fomos nós,

quem foi?

Lamento.

Já falámos.

Dizem que estão à procura dele. Mal o tenham, trazem-to.

Foi o merdas do Charmoso.

Não sabemos, Enzo.

O Stregone diz que precisa de algum tempo.

Nós demos cabo dele.

Ciro, pensa bem.

Com o acordo que fizemos, quem é que ficou sem Forcella?

E se acabar esse acordo, quem é que volta?

Estás envenenado.

Eu percebo-te.

Mas antes de fazeres seja o que for, Enzo,

tens de pensar.

Não preciso que me digam o que tenho de fazer.

Já o sei.

A Manuela chegou. Quer dizer-te algo importante.

Vá, diz-lhe.

A filha de uma amiga minha é colega da sobrinha do Charmoso.

Diz que no sábado é a comunhão, perto de Marechiaro.

- Não, não o fiz por dinheiro. - É pelo sorriso da Carmela.

A sua irmã era um anjo.

E do céu pede justiça.

Falei com o Stregone, Gennaro.

Diz que não foram os confederados.

Acredito nele.

Senão nunca teria tirado os seus rapazes de Forcella.

E nunca teria tocado na Carmela.

Eles sabiam.

Era a única coisa que podia irritar o Enzo.

Foste tu.

Como é que disseste? Nem em ti confiavas, só em mim.

Mataste a irmã do nosso aliado. Não foi isso que combinámos!

Tinhas de falar comigo.

Eu falaria com o Enzo. Porque é que não o fizeste?!

O tempo acabou, Ciro.

Tenho de recuperar a minha família.

Quem é o teu irmão? Eu ou o Enzo?

Explica-me de que lado estás.

Eu já fiz a minha escolha.

E não volto atrás.

O Enzo pensa que foi o Charmoso.

E assim continuará a pensar.

Estão a chegar.

Está cheio de homens armados.

Enzo!

Enzo!

- Isto tem de ser confidencial. - Já me conhece.

Obrigado.

Vamos, vamos.

Fizeram um grande disparate.

Não é altura para falar nisso.

O que queres dizer? Que tenho de me calar?!

Se há aqui alguém que não deve falar és tu! Silêncio!

Achas-te muito forte, é? Alguém das ruas...

Eu vi o que foste capaz de fazer.

Devias comer merda!

Quando voltares a querer fazer algo, tens de me pedir permissão.

Espera aqui.

- Procurem por todo o lado. - Eu trato disso.

Quem é?

Uma senhora quer falar consigo.

- E quem é? - Não a conheço.

Está sozinha e não vem armada.

- Temos a certeza? - Sim, senhor.

Espera aqui. Não te preocupes.

Boa noite. Por favor, por favor.

Obrigada.

Agora que o tenho à minha frente, percebo por que lhe chamam Charmoso.

Elogios de uma mulher bonita são sempre bem-vindos.

Mas eu, ao contrário de si, não sei quem é.

Annalisa Magliocca.

Mas o meu nome não importa.

O que importa é o nome de quem apoia o Sangue Azul.

Está a falar do Ciro di Marzio?

Estou a falar do Genny Savastano.

Podia tê-lo matado, mas não o fez.

E o Gennarino reergueu-se.

Está a tentar tramá-lo.

É por isso que estou aqui.

Achei que esta notícia podia ser importante.

Fiz bem?

Se for assim, isto pode ser o início de uma bela amizade.

E como saberá, tenho os meus amigos no coração.

Era o que eu esperava ouvir.

- Com licença, Don Edoardo. - Por favor.

Sou eu. Temos de falar.

Trouxeste-a?

Vamos.

NO PRÓXIMO EPISÓDIO

Tradução e Legendagem JOSÉ GONÇALO SILVA RTP - Produção

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.