All language subtitles for Cromanon.The.Night.of.the.Fire.S01E08.1080p.WEB.h264-EDITH

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Embora a história se baseie na realidade,

as personagens e os diálogos são fictícios.

-Analía Basualdo. -Presente!

-Pablo Contreras. -Presente!

-Sebastián Salinas. -Presente!

JUSTIÇA

O Tribunal Penal número 24

vai julgar os réus por negligência grave, que resultou na morte...

O local não deveria ter sido autorizado a abrir.

Três outros incêndios ocorreram antes no Cromañón.

A saída de emergência estava fechada a cadeado

e tinha um sinal de saída por cima, que conduziu as pessoas até ela.

Conduziu-as à morte.

O local era uma bomba-relógio.

Posteriormente, descobriu-se que 60 por cento dos locais da cidade

não atendiam aos requisitos legais.

Os miúdos ainda foram culpados pelo que aconteceu.

Chamaram-lhes "irresponsáveis" e "drogaditos".

Éramos irresponsáveis que gostavam de rock

e não tinham capacidade de pensar.

A verdade é que a sociedade nos virou costas.

CROMAÑÓN: THE NIGHT OF THE FIRE

Ouçam bem!

Ouçam bem!

Não foi a tocha nem o rock and roll

Foi a corrupção que matou os nossos filhos

Força, malta!

-Miúdos do Cromañón. -Presentes!

-Miúdos do Cromañón. -Presentes!

-Agora. -E sempre.

-Agora. -E sempre.

Bom dia. Os documentos, por favor.

Descontrai. Vai correr tudo bem.

-Vamos? -Sim.

Que nervos, não é?

Desculpe, as testemunhas não podem falar umas com as outras.

Desculpe. Não sabia.

Malena Guzmán?

Pedimos à testemunha que indique o seu nome completo.

Malena...

Malena Guzmán, desculpe.

-Está bem? -Sim.

Por favor, conte aos querelantes,

ao procurador e aos juízes

o que todos viveram naquela noite.

Conte-nos aquilo de que se lembra.

Posso dizer uma coisa primeiro?

Força.

Quero dizer que estou aqui porque alguém me salvou a vida.

Chamava-se Javier Filgueiras.

Se não fosse ele,

que me viu debaixo de uma pilha de miúdos desmaiados e me puxou,

eu não estaria aqui, estaria ali atrás.

Numa daquelas fotos.

Como o Lucas Binder, o meu namorado,

que sacrificou a vida para salvar estranhos.

Todos nós que falamos aqui...

Todos nós que respiramos, na verdade...

Todos nós que respiramos temos alguém a quem agradecer.

Não voltei a ver o Javier.

Mas, recentemente, noticiaram a sua morte na televisão.

O Javier não aguentou, porque sobreviver não é fácil.

Porque, ao nascer, a vida nos é dada pelos nossos pais,

mas, quando sobrevivemos, temos de ser nós a criá-la.

Do zero.

Porque o mundo que conhecíamos já não existe.

Já não existe. Desapareceu.

Desapareceu num minuto.

E a única forma de isso não nos afetar

e nos arrastar para baixo

é segurar a mão de alguém.

Como saímos do Cromañón, confiando na bondade de alguém.

Às costas de um amigo

ou talvez de um estranho.

É assim que continuamos.

Muito bem, Mna. Guzmán.

O tribunal tomou nota das suas palavras.

Quando estiver pronta,

conte-nos o que aconteceu no dia 30 de dezembro de 2004.

Olá.

Então?

Como te sentes?

Bem.

Sinto que me saiu um peso dos ombros.

-Adoro-te. -E eu a ti.

-Olá. -Olá.

Olá.

Somos os pais do Javier.

Sim, claro.

-Como estão? -Bem.

Malena, queríamos agradecer-te pelo que disseste do nosso filho.

Não, eu é que agradeço.

Estou eternamente grata.

O Javier era um rapaz bom e generoso.

Não conseguimos ajudá-lo.

Isto é um documentário que estou a fazer para a faculdade.

Ainda não está terminado, mas acho que podem gostar.

É sobre o Cromañón.

E, de certa forma, também fala do Javier.

-Obrigada. -Vamos ver.

Muito obrigado.

Obrigada.

Obrigada.

É muito gentil.

-Adeus. -Adeus.

Sr. Binder, minha senhora.

-Passem, por favor. -Obrigado.

Claro.

Se precisarem de algo, avisem.

Lucas, filho.

Não viemos dizer-te adeus,

mas honrar o desejo que uma vez partilhaste com a tua irmã

de descansares neste lugar de que tanto gostavas.

As pessoas que te amam imensamente

são muitas mais do que as que estão aqui.

Admiramos-te e lembrar-te-emos para sempre.

Juro por Deus que honrarei a tua memória

até ao dia em que morrer.

Filho, que Deus te abençoe e que te mantenha ao Seu lado.

Amo-te.

Aqui estão.

Não acredito.

Pensava que as tinha perdido.

De alguma forma, foram parar à minha mochila.

Não sabia que estavam lá, mas...

Mandei revelá-las, pensando que eram do Javier, e...

Foi de loucos.

Olha.

Esta foi na véspera de Natal, lembras-te?

Recebi a câmara como prenda.

Não...

Este rapaz.

Acendeu um petardo à frente da loja naquela noite.

Ele era tão chato!

Olha para nós aqui.

Com o Luquitas. Estava sempre lá para nós.

Sim, tenho muitas saudades dele.

Quere-la?

Sim, obrigada.

De nada.

BAIRRO DE VILLA CELINA

Levantava-me todos os dias...

...a pensar, sei lá, que o Lucas

e os meus amigos mortos me iam ligar.

Ou tocar à campainha.

O MEU CROMAÑÓN DOCUMENTÁRIO DE MARTÍN "BICHITO" CARUSO

Acho que, no dia 30 de dezembro,

desapareceu tudo.

Não sei quem está preparado para algo assim.

Uns dias antes, tinha havido o tsunâmi.

Lembro-me de que falámos disso

como se tivesse acontecido noutro planeta.

O Cromañón foi um sítio que não esteve à altura da minha irmã.

A vida não esteve à altura da minha irmã.

Na minha opinião, Deus testou-me.

Foi como se Ele dissesse:

"Vamos ver se consegues ser feliz depois disto."

"Dou-te quatro paus e um pedaço de lona

"e terás de construir uma casa feliz com isso."

Anda, Luqui. Vem para aqui.

Não sei se construí uma casa.

Mas consegui construir uma família.

O Luca salvou-me da escuridão.

Graças a não ter podido entrar no local,

estou vivo hoje.

E agora, sempre que uma coisa má me acontece,

não posso deixar de pensar:

"E se for melhor assim?"

A culpa persegue-te. Porquê eu e não eles?

Demoramos algum tempo a deixar de perguntar isso.

Mas temos de esquecer, por eles e por nós.

Miúda

Não vês que sou um tipo simples?

Miúda

Se me deixares, morro

Não sei porquê

Desculpa, meu. O que eu disse foi desnecessário.

Sim, também peço desculpa.

Fiquei muito na defensiva. Não havia necessidade.

Não sei.

Somos dois parvos, então.

Dá cá um pouco.

A banda está bem.

Precisa de um baixo. Está um pouco enferrujada.

Não me dês esperanças.

Seria bom, não seria?

Os Peces Chinos de volta.

Novos membros, novo estilo.

Sabes que não sou bom com palavras.

Já que falas nisso,

voltamos, mas eu escrevo as letras.

Mas mantemos as que temos. Foram muito difíceis de escrever.

Tretas, mano.

Última cerveja, pessoal. Vou ao cinema.

Força, Bicho.

Nos filmes americanos, os juízes usam togas e belas perucas.

Ou é nos filmes ingleses?

Obrigado, amigo.

No inverno, tudo bem. Mas usar aqueles fatos no verão...

-Esperem, vamos fazer um brinde. -Sim.

À malta.

Male, o que disseste no julgamento emocionou-me. Tiro-te o chapéu.

Obrigada.

Fez-me sentir mais próximo deles.

-Ele está a chegar. -Eles vêm?

Não, a Tuca desapareceu

e o Cheti e a Lucila não arranjaram ama para o Luca. É só o Dani.

Finalmente, vamos conhecê-lo.

Estás louca? Queres assustá-lo?

A sério, o filme está quase a começar. Ele pode dizer olá e depois vamos.

Sou a única falhada que está solteira.

Não, também me juntei ao clube.

O quê?

Acabei com a Tam.

A sério?

Sim, mas estamos bem.

Era o melhor.

Continuaremos próximos, mas de outra forma.

Vou abrir.

-Como estás? -Tudo bem?

-Bem, e vocês? -Tudo bem?

O Martín falou-me muito de vocês.

-Também falou muito de ti. -Sim? Que terá dito?

Como se conheceram?

No Teatro Colón.

Que chique!

Mentira. Foi na casa de banho de uma festa horrível.

E, apesar do péssimo ambiente, apaixonámo-nos.

Inacreditável.

-Vou buscar-te uma cerveja. -Não, já é tarde.

Demoramos meia-hora a chegar.

-Certo. -Por isso, vamos.

Nós saímos convosco.

Não é preciso, podem sair quando quiserem.

-Não. -Não.

Deixem as chaves no correio, eu fico com o Dani.

Saímos os quatro noutro dia.

Depressa, senão, não conseguimos.

Tens lume?

Sim.

Que é isso?

Isto?

O bilhete para Rosário.

Já te vais embora?

Sim.

Vou desistir da faculdade.

A sério? Porquê?

Sinto que não pertenço lá.

Passam o tempo a dizer parvoíces, porque vivem perto.

Eu apanho um autocarro, o metro. Demora uma eternidade.

É por isso que vais desistir? Por ser longe?

Não.

Não sei o que quero. Que faço quando me licenciar?

Sê escritor.

Sim, mas eles não ensinam isso.

Ensinam a tagarelar sobre literatura.

Não me interessa ler Góngora ou os formalistas russos.

Quem são os formalistas russos?

Uns tipos da Rússia.

Não sei. Ensinam a dizer disparates

em vez do que importa.

Ele é como um deus

E ela é como a Virgem

E os deuses ensinaram-nos a pecar

E na eternidade Fundiram as suas almas

Como beijar a rapariga de quem gostas.

A esta triste canção de amor

A esta triste canção de amor

O meu bilhete! Que fizeste, idiota?

Levanta-te, vá.

Se vais, quero aproveitar-te.

-Tens a certeza de que vais voltar? -Sim.

Quero terminar o ano lá.

Tens a certeza?

Sim.

Como é a faculdade? É boa?

És tão intenso, Nicolás.

Eu, intenso? Fizeste-me muitas perguntas ontem.

"Quem são os formalistas russos? Quem é Górgora?"

Eu não falo assim e não disse "Górgora", idiota.

És tão bonita.

Teremos espaço suficiente, certo?

As caixas que dizem "frágil" devem ser manuseadas com cuidado.

Pessoal, cuidado com as caixas.

Amar-te assim

Fez-me entender

Que o nosso amor era apenas uma ideia

Um desenho na areia

Excelente.

Obrigada.

É só um rascunho.

Quando ouviremos a versão final?

Não sei.

Quando chegar o momento.

Querido, deixei aqui algumas malas.

Estou a ir.

Vamos meter o televisor no carro. Não sobreviverá ali.

Já está no carro.

Ótimo.

Nunca pensei que este dia chegaria.

Vou-me embora daqui.

Vai ser bom. Vá.

Sim, eu sei, está tudo ótimo, mas estou nervosa na mesma.

Mas vai correr bem.

Além disso, uma drogaria na cidade? Vais ganhar muito dinheiro.

Claro, uma nova Betty.

Na cidade e com dinheiro, vou com tudo.

Bem, estamos prontos, senhoras.

-Vou com o camião. -Sim, ótimo.

Vou levar a Male à rodoviária e depois vou...

Para onde? Vais...

-Para casa. -Para casa, claro.

-Desejo-te o melhor. -Adeus, Juan Carlos.

-Cuida dela. -Claro.

-Odeio despedidas. -Eu sei.

-Além disso, estou mal estacionada... -Vai, está tudo bem.

-Liga-me quando chegares. -Sim, não te preocupes. Eu ligo.

-Boa. -Adoro-te.

Eu adoro-te mais, filha.

Estou muito orgulhosa de ti, sabias?

Sim.

Vai lá.

-Adeus. -Adeus.

Amar-te assim

É difícil de entender

PARA O LUQUI

É a terceira vez

Que penso em voltar

Nunca aprendo, não

Nunca aprendo a lição

É tão difícil, é tão difícil

Quando te vais embora, amor

Um segundo, por favor.

Mais uma vez, estamos juntos noutro 30 de dezembro, como todos os anos,

para lembrar aqueles que continuam vivos em todos nós

e nos dão força para exigir justiça.

ENCONTRO ANUAL DE SOBREVIVENTES

Vamos divertir-nos. O rock and roll é isso mesmo.

Foi por isso que fomos ao Cromañón.

Obrigado por terem vindo, pelo apoio.

Sabemos como dói e o que significa.

Vamos à música.

Amar-te assim

Fez-me entender

Que o nosso amor era apenas uma ideia

Um desenho na areia

JUSTIÇA PELOS MIÚDOS DO CROMAÑÓN

Amar-te assim

Fez-me entender

Que o nosso amor era apenas uma ideia

Um desenho na areia

Vá!

Quando acordo

Consigo ouvir a tua voz

A MÚSICA NÃO MATA

O meu coração procura-te

Além desta dor

Nunca aprendo, não Nunca aprendo, não

Nunca aprendo a lição

É tão difícil, é tão difícil

Não te prestar atenção

DO CROMAÑÓN, 21 PESSOAS FORAM CONDENADAS, HOUVE QUATRO PROCESSOS CRIMINAIS

E 1200 PROCESSOS CIVIS CONTRA O ESTADO,

QUE, EM MUITOS CASOS, AINDA AGUARDAM VEREDICTO.

OMAR CHABÁN FOI CONDENADO A 11 ANOS DE PRISÃO.

MORREU DE CANCRO DURANTE A PRISÃO DOMICILIÁRIA.

OS MEMBROS DOS CALLEJEROS CUMPRIRAM PENAS

DE TRÊS A SETE ANOS.

ANÍBAL IBARRA, CHEFE DE GOVERNO, FOI AFASTADO DO CARGO

POR DESTITUIÇÃO PELA LEGISLATURA DO MUNICÍPIO.

UM ANO DEPOIS, VOLTOU A OCUPAR UM CARGO PÚBLICO.

APÓS UMA LONGA LUTA, FAMILIARES E SOBREVIVENTES CONSEGUIRAM

TRANSFORMAR O EDIFÍCIO DO CROMAÑÓN NUM MEMORIAL EM OUTUBRO DE 2022.

TODOS OS ANOS, AS ORGANIZAÇÕES REÚNEM-SE E MARCHAM

PARA HOMENAGEAR AS VÍTIMAS E MANTER VIVO O SLOGAN "NUNCA MAIS".

-Miúdos do Cromañón. -Presentes!

-Miúdos do Cromañón. -Presentes!

-Agora! -E sempre!

-Agora! -E sempre!

ESTA SÉRIE É DEDICADA ÀS 194 VÍTIMAS, FAMÍLIAS...

Os miúdos estão aqui mais do que nunca. Que o Céu ouça. Vamos continuar.

...E SOBREVIVENTES QUE CORAJOSAMENTE ABRIRAM O CORAÇÃO E PARTILHARAM HISTÓRIAS.

Eu sou assim

A rua vive em mim

Já estava à espera

E não queria dizer

O bairro canta à noite para mim

Ela está feliz

Com o seu lenço cinzento

Não sei como dizer

O que ela quer ouvir

A vida tem sempre algo mais para descobrir

E acho que contigo Os meus medos podem desaparecer

Estou sempre noutro sítio

A imaginar algo mais

Sei que hoje

O meu tempo já passou

Mas quero sempre estar contigo

As coisas são assim

Sei que viste algo em mim

Não sei como dizer

O que queres ouvir

A vida tem sempre algo mais para descobrir

E acho que contigo Os meus medos podem desaparecer

Estou sempre noutro sítio

A imaginar algo mais

Sei que hoje

O meu tempo já passou

Mas quero estar contigo

Bravo!

Muito obrigado.

Pelos miúdos do Cromañón.

Legendas: Nadine Gil

Supervisão Criativa Hernâni Azenha

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.