All language subtitles for The.Name.Of.The.Rose.S01E02.720p.WEB.x264-SKGTV

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The Name of The Rose Epis�dio 2

Legenda: Hall

Legenda: Darrow

Legenda: nattyck

Legenda: GabCav

Legenda: GoDo

Revis�o: Hall

Este cad�ver deve estar aqui h� algumas horas.

J� viram uma pessoa afogada?

Ela incha e se torna irreconhec�vel.

Ent�o este homem j� estava morto quando foi jogado no chiqueiro.

- Por que algu�m faria isso? - Por que mat�-lo?

Estamos lidando com o trabalho de uma mente doentia.

Sugiro levarmos o corpo para a enfermaria,

para despi-lo, limp�-lo e examin�-lo.

Eu me encarrego disto.

Me chamo Severinus,

sou o irm�o herbalista, que cuida da enfermaria.

Me juntarei a voc�.

Por favor, retornem � igreja pelo mesmo caminho que fizeram.

Para n�o criarem novas pegadas.

N�s os seguiremos.

Agora � o Venantius? Por qu�?

Por qu�? Por que coloc�-lo l�?

A confer�ncia n�o pode acontecer com toda essa viol�ncia.

Seria uma abomina��o.

Que destreza.

A neve, caro Adso,

� um maravilhoso pergaminho

sobre o qual os homens deixam sinais leg�veis.

Ele n�o se jogou sozinho no tanque.

Algu�m o arrastou.

E ele j� estava morto, suponho.

Venantius foi morto na torre.

Provavelmente na biblioteca.

Por que arrastar um corpo da torre?

E banh�-lo em sangue de porco?

Porque na biblioteca,

teria sido mais dif�cil encontr�-lo. L� � um labirinto.

Talvez o assassino

estivesse interessado que o corpo fosse descoberto.

Por que o assassino quereria isso?

Eu n�o sei, somento fa�o suposi��es.

Ele pode t�-lo matado para deixar um sinal.

- Com algum significado. - Que sinal?

Isso � o que eu n�o sei.

Voc� sozinho

� digno das belezas deste mundo.

Meu pecado nunca poder� ser perdoado.

Eu, Jo�o XXII, Soberano Pont�fice

desejo comunicar � voc�, reverendo abade, o seguinte:

Decidimos que Bernard Gui liderar� nossa delega��o.

Voc� n�o deve permitir que a confer�ncia comece

antes de sua chegada.

Nesta Igreja, e em seu poder, tem duas espadas:

a espiritual e a f�sica.

A primeira deve ser manuseada pela Igreja,

e a segunda, para a Igreja.

Sem ferimentos.

Sem hematomas na cabe�a.

Nenhum sinal de envenenamento. Nem lacera��es ou contus�es.

Existem venenos que n�o deixam rastros.

Depende do que voc� quer dizer com veneno.

Existem subst�ncias que, em pequenas doses,

n�o causam danos se ingeridas, mas s�o fatais em grandes doses.

Existe uma linha t�nue entre rem�dio e veneno.

Os gregos usam a palavra "pharmacon" para ambos.

Voc� tem venenos em seu laborat�rio?

Claro que tenho venenos.

Como qualquer bom herbalista.

Eu os guardo para usar com discri��o.

E ningu�m, ningu�m al�m de mim

entra no meu laborat�rio.

Voc� notou isso?

Estranho, n�o acha?

A outra m�o?

- Nada. - Nada.

Severinus, abra a boca dele.

- A l�ngua est� preta. - Que veneno deixa a pele preta?

Toda subst�ncia mortal deixa marcas nos �rg�os internos.

Voc� est� sugerindo que eu abra o cad�ver?

A quest�o �: voc� � capaz de fazer isso?

Eu me formei em Medicina em P�dua.

Posso ir l� para fora um pouco?

Garoto!

Eu reconheci seus passos.

Sai para dar uma volta.

O ar est� frio,

mas puro.

Fede no Scriptorium.

Aqueles tolos transpiram muito.

Por que voc� segue o Franciscano?

Para aprender.

Cuidado com este homem.

O que quer dizer?

Fugir n�o � a solu��o.

Independente do que fuja, vai te alcan�ar um dia.

O p�ncreas est� ulcerado.

O f�gado est� infestado de n�dulos.

Posso ver onde guarda seus venenos?

J� disse, todas as subst�ncias perigosas est�o trancadas.

Eu sou o �nico que tem acesso.

Sim, voc� me disse.

Que cole��o incr�vel!

Muitas dessas subst�ncias,

raras ou que n�o s�o cultiv�veis neste clima,

foram trazidas at� a mim por monges do mundo inteiro.

Alghaliga.

Um aloe indiano.

Minha nossa!

Mirra bals�mica.

Extra�da da resina de um arbusto.

O trabalho da minha vida.

Voc� tem subst�ncias suficientes para curar o mundo,

ou aniquil�-lo.

Chin�s.

Est� vazio.

- Este frasco. - Vazio?

O frasco est� completamente vazio.

Meu Deus.

Era uma solu��o viscosa.

Um monge me trouxe do oriente h� anos.

Ele disse que era um presente de uma tribo primitiva.

- Particularmente letal. - Quem mais sabia desse veneno?

O abade.

Malachi, talvez. N�o sei h� quanto tempo est� vazio.

Como p�de abrir o corpo de um homem?

Severinus, o que voc� fez? O que deu na sua cabe�a?

Fui obrigado, Venantius foi envenenado.

Esse bastardo franciscano que te for�ou?

Esse bastardo franciscano foi quem perguntou.

- Voc� fala nossa l�ngua. - E a Igreja permitiu.

Eu estava... Perdoe-me.

Queria v�-lo pois estou com o manuscrito que queria.

Que atencioso.

Vai ser um grande conforto para minhas noites sem dormir.

Ainda mais com esse frasco vazio,

que vai me custar muito tempo acordado.

S� um instante!

Caro irm�o.

Tenho que vasculhar a abadia e as celas dos irm�os leigos.

Os n�o monges.

- O que espera encontrar? - Um veneno que desapareceu.

Onde se abriga?

O que come?

Onde dorme?

� uma casa.

� a sua casa?

Todos foram todos mortos.

Preciso ir.

- Nada ainda? - Nada.

O que estava fazendo fora da abadia?

Fui caminhar na floresta.

Para S�o Jer�nimo,

as mulheres s�o seres criados pelo dem�nio para nos tentar.

- De quem � essa cela? - Do irm�o Berenger.

Abra, por favor.

No entanto, n�o acredito que Deus criou um ser

t�o ruim, sem dot�-lo de virtudes especiais.

Procure em tudo.

Mestre?

De quem � esse sangue?

De porcos ou do assassino?

Ou de Adelmo?

Se algu�m quebrou o cr�nio dele antes de empurr�-lo da torre.

Voc� foi o �ltimo a ver Adelmo vivo, Berengar.

Eu? Como pode dizer isso?

Eu o vi indo dormir, como todos os outros.

Voc� o viu depois, viu mais do que quer admitir.

Acredito que isso seja seu.

- N�o � meu. - Encontrei na sua cela.

Juro por tudo que � mais sagrado,

que n�o sei de onde veio esse sangue,

nem quem ele �.

Dois monges morreram, n�o pode continuar calado.

Vi Adelmo naquela noite,

mas ele j� estava morto.

Ele perambul�va entre os mortos.

O que ele disse?

"Estou aprisionado.

Vendo a mim, v� meu retorno do inferno.

E para o inferno devo voltar".

Segure minha m�o, meu belo mestre.

"Segure minha m�o, meu belo mestre."

Para que minha reuni�o com voc� tenha utilidade.

"Para que minha reuni�o com voc� tenha utilidade,

em troca de todas as li��es que j� me ensinou."

Quando segurei na m�o dele,

ela me queimou.

Por que ele te chamou de "meu belo mestre"?

Talvez voc� tenha o ensinado alguma coisa?

Eu nunca o ensinei nada.

Estou com medo, padre.

Quero me confessar a voc�.

Tenha miseric�rdia!

Um dem�nio est� me devorando por dentro.

N�o me pe�a para ouvir sua confiss�o.

N�o sele os meus l�bios abrindo os seus.

Voc� me dir� de qualquer jeito.

E se n�o falar, descobrirei sozinho.

Pe�a-me miseric�rdia, se quiser,

mas n�o pe�a meu sil�ncio.

H� muito sil�ncio nesta abadia.

Agora, v�.

A m�o dele estava queimada. Mas n�o foi nada do al�m.

A cera que escorre da lamparina causa esse tipo de queimadura.

Seria o pr�prio assassino?

Talvez. Ou � algu�m tentando fazer com que pare�a.

Berengar sofre porque ele sabe que levou Adelmo � morte,

fazendo algo que n�o deveria ter feito.

E n�o � dif�cil imaginar o qu�, meu pobre Adso,

depois do que ouvimos do ajudante de bibliotec�rio.

Mas por que ele esconderia algo assim em sua cela?

N�o era mais f�cil se livrar disto?

Sim?

Ele n�o nos quer aqui.

Pode ser Malachi quem roubou o veneno.

Obrigado.

Deus te aben�oe, irm�o.

Irm�o.

N�o queremos voc�s aqui, saqueadores!

Voltem de onde vieram!

Deixem eles passarem, irm�o.

S�o pessoas boas que est�o fugindo da guerra.

Querem apenas viver e trabalhar em paz.

- Solte-a! - N�o.

"Penitencia-te!"

Ataquem!

Mate todos! N�o os deixe escapar!

Venha conosco, irm�o.

Dolcino! Os soldados est�o indo embora.

Deixe-os ir, Margherita.

Sigam-me.

Se o mundo n�o quer voc�s,

lembrem-se que antes de voc�s, ele rejeitou a Cristo.

Mas eu os libertarei.

Uma nova era est� chegando!

Lutaremos para trazer liberdade e justi�a

a todos os que sofrem!

"Penitencia-te!"

N�o me sinto bem, lide com eles.

Como desejar.

Uma nova justi�a!

Uma nova igreja!

Amor verdadeiro na terra...

Para n�s e nossos filhos.

N�o temeremos!

Estamos andando h� dias,

mas ningu�m sente cansa�o.

Ningu�m reclama.

Ningu�m est� doente ou com fome.

Isto n�o � um milagre?

E sabe por qu�?

Porque n�o temos medo.

Anda. Anda!

Vamos.

Gostaria de ser um lindo cavalo, n�o �?

Mas voc� � feio.

Salvatore vai trabalhar agora.

Espere aqui.

- Mestre meu. - N�o sou seu mestre.

Voc� salvou minha vida. Serei seu escravo.

Pare!

Eu j� disse, somos todos iguais.

Ningu�m tem que beijar a m�o do outro, nunca.

Voc� faz isso.

Voc� beija a m�o do abade.

Assim. Voc� beija.

Eu apenas finjo.

Para que possamos comer.

Uns matam para comer,

outros beijam m�os para comer.

Apenas para viver. Todos s�o iguais,

todos os tipos, todos s�o lindos.

Todos iguais, todos bonitos.

Ent�o, Salvatore � bonito. Bel�ssimo, tamb�m.

O Franciscano descobriu que o veneno foi roubado.

- Ele vai descobrir tudo. - Vamos embora.

Salvatore e Remigio ir embora!

Fugir. Escapar.

Deixe-me em paz.

Dolcino diz que os cruzados v�o perder.

Deus n�o permitir� a vit�ria deles.

Voc� perdeu a f�, Remigio.

Como posso perder a f� em Dolcino?

Confio a ele tudo o que sou.

Tudo que mais amo.

N�o se preocupe comigo.

Venha.

Se acontecer alguma coisa conosco...

Se Dolcino e eu...

Confio em voc� para proteg�-la.

Jure para mim que vai proteger a Anna.

N�o vai acontecer nada com ela, Margherita.

Juro para voc�.

N�o vai acontecer nada com a Anna.

Anna, vou ver meu amor.

Onde � a cidade mais pr�xima?

Logo depois dessa floresta. Pietranera.

� um enclave de Dolcino?

Bruxaria.

Saia da�! V�!

Por favor! Por favor! Eu sou m�e!

M�e?

Voc�s s�o marido e mulher?

Perguntei se ela � sua esposa.

- Responda-o! - N�o, ela n�o �, certo?

Desculpe, me desculpe!

N�o vou fazer mais.

- Eu juro! - Voc�s praticaram sexo?

E quais outros rituais?

Que outros rituais?

De onde voc�s s�o?

Por que ela n�o quer que me diga de onde �?

Eu te conto. Porque ela te seduziu

e disse que adult�rio n�o � pecado.

Que copular � bom aos olhos de Deus. Estou certo?

Voc� acredita no mesmo que ela?

Ou s� est� tirando vantagem dela?

Eu...

Os dois s�o hereges de Pietranera!

Eu n�o sou herege, n�o sou de Pietranera.

Ela �.

O dem�nio �, e sempre ser�, um mestre em enganar.

A arma que ele escolhe...

Mulheres.

Continue!

Como distinguir os dolcinianos dos verdadeiros crist�os?

"Mate todos. Deus reconhecer� os seus."

Salve-nos!

Meu filho...

Irm�o William, admito que estava relutante,

mas depois de uma reflex�o,

sinto que deve saber toda a verdade.

Malachi �...

Tenho certeza que ele sabia sobre Berengar e Adelmo.

Eles eram...

Sodomitas.

Isso � o que eu suspeitava.

Mas Malachi n�o fez nada para interferir.

Ele estava protegendo Berengar.

Assim como ele protege os mist�rios deste lugar.

Irm�o William,

estamos sufocando com as restri��es desse lugar.

Um erudito deve saber

as maravilhas que essa biblioteca cont�m

e os livros que nunca nos deram para ler.

Ainda mais, William,

quando se � muito t�mido para conseguir

o que est� procurando h� anos.

Berengar roubou algo para Adelmo.

Algo que Adelmo queria muito.

N�o sei exatamente o que era...

Mas o Berengar usou

para convencer o Adelmo

para fazer o que ele queria que fizesse.

Berengar queria colocar as m�os em Adelmo.

E Adelmo queria muito colocar as m�os...

Nisso que pegaram.

Estava enrolado.

N�o consegui ver.

Venantius estava vendo-os de seu quarto.

Tenho certeza que Berengar o viu.

Eu tamb�m vi o que aconteceu entre eles.

E Berengar sabe disso.

A porta do meu quarto estava aberta.

Espero que tenha sido �til.

Sodomia em um monast�rio.

Fr�ngula.

Uma boa infus�o � feita do caule.

Para hemorr�idas.

O que acha de tudo que ouvimos?

A hist�ria do Ben se encaixa.

Adelmo...

Depois de cometer o pecado contra a castidade

corre para a igreja e se humilha,

e sente muito remorso.

Talvez ele entrega para Venantius

o segredo recebido do Berenger, j� sem significado para ele.

O que aconteceu com Venantius? Quem o matou?

- Berengar? - Talvez.

Ou Malachi, ou outra pessoa.

Berengar � suspeito porque est� com medo.

Por que o assassino n�o pode ser o pr�prio Benno?

De qualquer modo, precisamos de duas coisas:

descobrir como entrar na biblioteca,

onde a hist�ria da morte pode ter come�ado,

e uma lamparina. Voc� pega a lamparina.

V� na cozinha e pegue uma.

- Roubar? - Pegar emprestado.

Para a gl�ria do Senhor.

� um dia sereno.

Gra�as a Deus

Sereno no c�u, mas aflito na terra.

A besta percorre a abadia.

Que besta?

O grande animal vindo do mar.

Onde voc� viu isso?

Na biblioteca?

A biblioteca?

Eu nunca pus os p�s na biblioteca.

A biblioteca � um grande labirinto.

O labirinto simboliza a terra.

Voc� entra, mas n�o sabe se vai sair.

Voc� n�o sabe como entrar depois que tudo est� fechado?

Voc� atravessa o oss�rio.

Voc� pode passar pelo oss�rio

mas eu n�o te aconselho.

Os monges mortos ficam de vigia.

Sabia que h� uma porta que leva ao oss�rio?

Na cripta?

No quarto cr�nio, empurre os olhos

e voc� entra no oss�rio.

Mas n�o v� l�.

Eu nunca estive l�.

O abade n�o deseja.

Depois de voc�.

- Deixamos uma sa�da aberta? - Devemos deixar uma sa�da.

E a besta?

- Onde voc� viu a besta? - Eu n�o sei.

Eu n�o sei mais.

- Ratos. - No caminho para a biblioteca.

Agora voc� entende porque o rosto de Malachi

� t�o austero.

Mas os tempos s�o outros.

Voc� n�o ouviu as 7 trombetas?

As 7 trombetas?

Voc� n�o ouviu como pereceu o iluminador?

O primeiro anjo tocou a trombeta,

granizo e fogo ca�ram misturado com sangue.

O Scriptorium deve estar por aqui.

O segundo anjo tocou a segunda trombeta

e um ter�o do mar tornou-se sangue.

O segundo garoto n�o morreu em um mar de sangue?

Tome cuidado com a terceira trombeta.

Os arredores da abadia s�o afetados pela heresia.

O pecado entrou na abadia.

N�o dever�amos ver a mesa Adelmo?

Sim.

Haviam dois livros aqui.

Um deles estava em grego.

Uma p�gina caiu.

Aproxime a luz.

Pelo amor de Deus, jovem.

Fant�stico.

Sua falta de jeito � �til.

Venantius queria esconder um segredo importante

e usou tinta que escreve sem deixar vest�gios,

mas reaparece com o calor.

Os �rabes sabem sobre isso.

Tem algu�m a�. V� atr�s dele.

Que tolo eu sou.

Ele pegou meus �culos e o livro.

Ele sabe que n�o consigo decifrar sem �culos.

Corra, Adso! R�pido!

Estou te avisado.

Eu servi no ex�rcito imperial.

Sou apenas eu.

Esbarrando nas coisas.

N�o h� ningu�m aqui. Onde ele foi?

Este lugar j� foi uma fortaleza.

Deve estar cheio de passagens secretas.

A porta proibida.

- Pela barba de Merlin! - Quem?

Um m�gico do meu pa�s.

Se eu tivesse meus �culos,

n�o sairia mais daqui.

Que tesouro.

Todos os livros, embora diferentes,

consistem nos mesmos elementos:

espa�os, v�rgulas, pontua��o,

e as 22 letras do alfabeto.

O livro de S�o Jo�o. O Apocalipse.

Alinardo nos falou sobre ele.

Mestre?

Mestre?

Venha lutar!

Que covarde! Lute!

Incapaz de matar, exceto sua m�e no nascimento.

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