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Original subtitles

Vamos.

Quietos!

Em frente!

Não.

Não!

Não.

- Olá. - Olá.

Tens o coração acelerado.

Tive o mesmo sonho outra vez.

De que o matavas?

Sim.

A guerra que travamos...

- Quanto está aqui? - Mil e trezentos quilos de TNT.

Mil e trezentos quilos de TNT.

O suficiente para rebentar Santiago.

E os políticos continuam a dizer que não há fogo.

Mas vejam isto.

Lutamos diariamente!

VICTORY OR DEATH

Trabalha aqui há muito tempo?

Estou cá desde que as meninas andavam na escola.

- Estou a ver. Quantas meninas tem? - Três.

Onde disse que trabalhava?

Aqui na grande, perto da esquina.

É um casal de idosos.

Sim, eu sei de quem está a falar.

Ninguém dura muito com eles, ao que parece.

Devem ser de extrema-direita.

Toda a gente aqui é de direita. Cuidado com o que diz.

Sim, desculpe. Mas sinto que não me encaixo.

Dora!

- Olá, boa tarde. - Olá.

Que aconteceu?

Prepara-te. O pai descobriu tudo.

Está furioso.

Como é que descobri pela minha neta

que a Chichi veio cá a casa?

E eu e a tua mãe a fazer figura de idiotas em Rapel, sem fazer ideia.

Eu também não entendo.

Que anda a Chichi a fazer?

Perdi toda a confiança em vocês as duas.

E tu, Dora, se a Lily não precisasse tanto de ti,

punha-te já na rua.

Pai, não fales assim com a Dora.

A culpa não é dela.

Mas a Chichi não quer ver-vos para vos proteger, pai.

- Então, não devia vir. - Não é assim tão fácil.

Ela sente a nossa falta, especialmente da Cami.

Diz-me lá.

Porque anda a esconder-se? Que fez ela?

Deixa-nos a sós, Dorita, por favor.

A Chichi é membro da Frente Patriótica Manuel Rodríguez.

Os dos atentados?

E, sabendo disso,

deixaste-a entrar cá em casa?

Que havia de fazer? Fechava-lhe a porta na cara?

A Pipa acabou de dizer que a Chichi é terrorista.

Não, vamos lá ver...

Meu Deus!

Quem disse isso?

Ela?

A Chichi estragou a sua vida.

Estragou-nos a vida a todos.

Para de dizer isso, Hugo.

A Chichi deixou-te esta carta, pai.

Que está a fazer?

Ora bem, para passarem despercebidos, prestem atenção.

- Pai Nosso... - Pai Nosso...

- ...que estais no Céu... - ...que estais no Céu...

...santificado seja o Vosso nome.

...santificado seja o Vosso nome.

Com mais fé. Parecem soldados.

Mais idiotas do que missionários.

Acham que passamos despercebidos?

Depois de três semanas a rezar, temos um lugar no Céu.

Estejam prontos quando sair a notícia.

"Missionários católicos matam Pinochet."

Levo vinho?

Camaradas, falemos a sério.

Como dizia a Fabiola, amanhã é importante.

Temos de conseguir justificar

a quantidade de carros, pessoas e soldados, certo?

É crucial começarmos a ter cuidado com tudo o que fazemos.

Temos de continuar a rezar.

Agora, preparem as armas.

Tudo isto são restos de guerras anteriores.

De quem?

Dos Soviéticos, dos Chineses, dos Cubanos, não sei.

Perguntaste aos prisioneiros?

Já o fizemos muitas vezes. São todos comunistas.

O meu informador identificou-os.

O general ficou satisfeito com a operação?

Claro que sim. Olha.

Até me deu um presente pela conquista.

O general Pinochet está bem-disposto.

Ele próprio mo deu.

Sabes o que isto significa?

Que sou um dos escolhidos.

O general confia em mim.

Raios! Este tipo outra vez.

- Como está, general Salas? - General.

Bom trabalho. Parabéns.

- Obrigado. - Mas não pense que é um troféu.

- Isto implica mais trabalho. - Claro, general.

Na verdade, o tenente estava a informar-me

sobre os interrogatórios.

Perguntou-lhes para que serviam as armas?

Para defender o povo, disseram eles.

Mil e trezentos quilos de TNT para defender o povo.

Perfeito.

Estes radicais planeiam algo em grande, não só rebentar torres.

O seu trabalho, Castilla, é descobrir o quê. Entendido?

Responda.

Sim, general.

Sim, general.

Este cabrão...

Só dá chatices.

- Quantos cartuchos faltam? - Há mais três lá dentro.

Marcelo, vamos rever.

Certo. Isto é a cavilha.

Não uses a mão esquerda. És destro.

Quando mudas de mão, soltas a cavilha.

Seis a nove segundos e explode.

Segura-a com a mão direita.

Com a esquerda, remove a segurança e, ao atirá-la, solta a cavilha.

- Perfeito. - Percebeste ou não?

- Agora, sim. - Sim?

Deixa-me ajudar.

Cecilia Magni Camino.

Família de classe alta. O pai é empresário. Muito rico.

Ainda precisamos de confirmação, mas uma agente infiltrada trata disso.

Têm os telefones sob escuta?

Sim, general, mas sem resultados.

Temos de ter a certeza. Eles são ricos e o pai é colaborador do exército.

Sim, tem uma foto autografada do general Pinochet.

Não cometam erros com esta gente

ou faço-vos ir parar à Antártida.

General.

Esta organização tem uma estrutura compartimentada.

Eles não se conhecem, não sabem nomes nem detalhes uns dos outros.

Os líderes devem ter sido treinados num exército.

Exatamente.

Muito provavelmente, de Cuba ou da Bulgária, países comunistas.

A partir de agora, dedicar-me-ei exclusivamente a isto.

Eu próprio vou acabar com este gangue antissocial.

Estaremos ao seu dispor, general.

O principal objetivo são os comandantes.

Comandantes.

Lideram a organização.

São uns catraios de merda.

General.

Porque estão todos tão calados?

Isto deveria ser uma festa, pessoal.

- Animem-se. - Temos medo.

Quem não tem?

Como estás, camarada?

Tranquilo.

Vimos tudo com cuidado.

Os tipos são bons atiradores.

E treinaram bem, não é coisa pouca.

Estamos no caminho certo.

Disse o porco a caminho do matadouro.

- Vai correr tudo bem. - Sim.

Não tenho dúvidas.

Estou a planear o que está por vir.

Preciso de bons comandantes para a revolta popular.

Tens ali uma boa.

Ao início, tive as minhas dúvidas.

Não entendia porque uma princesa se juntaria a nós na lama.

Fez-me engolir as palavras.

- Compromete-se como ninguém. - Sim.

É boa.

Preciso de ti, Ramiro.

Na revolta.

Mas como comandante.

Espero que não estejas a dizer isso só porque vou morrer amanhã.

Não. Bem-vindo.

Vamos a isso, meu.

Então, malta? Venham sentar-se.

- Sim, força. - Obrigado.

- Garfo? - Isto está delicioso.

Comandante.

Precisamos de um copo.

E para quem é esse lugar extra?

Para o caso de uma das meninas vir. Nesta casa, nunca se sabe.

Levanta o meu prato, Dora.

Não vou comer. Não tenho fome.

Com licença.

- Levanto-o, minha senhora? - Não.

Senta-te.

Não devia ter contado da Chichi ao pai.

Que fazemos agora?

Isto vai acabar muito mal.

Nós conhecemos a Chichi. Se estiver metida nisto...

...vai chegar-se à frente,

querendo ser a primeira, a melhor.

Mãe.

Porque não falas com ela?

Claro que vou falar.

Se ela tentar contactar-te, diz-lhe que quero vê-la.

E não é um pedido, é uma ordem.

- Que confusão! - Mãe, tem calma.

Como é que ela se meteu nisto?

Tem calma, mãe.

- Tem calma, vai ficar tudo bem. - Senta-te.

Senta-te.

E come.

- Quer água? - Não.

Dora, senta-te, por favor.

Lidero o grupo 501.

O Tarzán conduz.

Temos cinco minutos para chegar ao ponto de encontro

e bloquear a estrada com a caravana.

- Sim? - Sim.

O grupo 502, do Ignacio e dos seus homens,

concentrará o poder de fogo no segundo e terceiro veículos,

os dois Mercedes-Benz onde o nosso alvo pode estar.

Lá estaremos com as M16.

- Quantos atiradores? - Quatro.

Grupo 503, Fabiola e Ramiro.

Vocês começarão a atirar de cima.

Ramiro, tu operarás o lança-foguetes.

Será uma honra, comandante.

Grupo 504, Lobo e Mario.

Estarão na retaguarda.

É importante evitar que os outros veículos escapem.

- Está bem? - Sim.

O lança-foguetes sairá daqui

e nós avançaremos com os fuzis de assalto.

Esta casa ficará vazia. Fechamo-la amanhã.

Tamara?

Podemos falar?

Claro.

Espero que não estejas a aproveitar o cargo de comandante para ficarmos a sós.

Não.

Na verdade, isto é uma reunião oficial.

Que ordem?

Não vais fazer parte do ataque.

O quê?

Tu ouviste.

Decidi tirar-te da operação.

Porque estar entre os atiradores é muito arriscado.

- Não. - Não podemos permitir.

- Não. - É uma ordem.

Sou a comandante encarregada desta operação

e não me podes excluir.

Sou teu superior.

Não podes questionar-me.

Não estás a pensar como soldado.

Não estás a pensar como comandante.

- Estás a fazê-lo por mim. - Não.

- Pelo que temos. - Não, Tamara.

Não preciso...

Estamos lixados.

Planeamos isto há meses. Não posso deixá-los.

É pelo grupo.

Ouve. Se a operação for bem-sucedida,

temos de tirar estas pessoas do país com vida.

Tens de ficar encarregada disso.

Mentira! É uma desculpa para me excluíres!

- Não. Ouve. - Podes fazer tu isso,

- ou o Ignacio, ou o Rodrigo. - Já decidi. Não vou mudar de ideias.

Lamento.

Cobarde.

"Querido pai, não quero que sofras por minha causa.

"Não quero que fiques zangado.

"Juro que te adoro. São a coisa mais importante para mim.

"Sei que não me entendes, mas, apesar disso,

"amas-me e tentarás perdoar-me.

"Às vezes, fico triste e penso que nunca mais nos sentaremos a falar."

Vem para a cama, querido.

Sim, já vou.

Pedi ao Tomás que viesse cá amanhã para falarmos.

Ótimo.

Espero que ele a convença a parar com esta loucura.

Não, Lily.

Acho que não tens noção de como isto é grave.

A Chichi está envolvida em coisas muito graves e pode...

Podem acontecer-lhe coisas terríveis.

Então, temos de a encontrar.

E de a tirar do país, seja como for.

Podemos conversar noutro sítio?

Num escritório, não sei.

- Qual destes idiotas é comandante? - Nenhum.

Somos todos peixe miúdo.

Este idiota joga convosco no Orompello, certo?

- É o Rucio. - Como se chama?

Não sei.

Temos todos alcunhas.

Cara de Velha.

Ratinho.

Peixe. Não sei.

Esta rapariga comprou aquele jipe em Santiago.

É a mesma que tirou o Salomón do país?

Não sei.

Qual é o teu problema?

Como se chama? Diz!

- Não sei! Juro! - Como se chama, porra?

Não sei!

Sanhueza!

Ajuda-me com este idiota.

Levanta-te!

Não.

Disseste que lhe chamavam "elegante".

Porquê? Que mais sabes?

Nada! Disseram que era da cidade, de uma família rica.

Não sei mais nada.

Isso já sabemos!

Diz-me mais alguma coisa, porra!

Ajudo-vos a encontrar os líderes!

Mas, se me partirem o braço, eles vão desconfiar!

Cabrão!

Larga-o.

- Com licença, boa tarde. - Boa tarde.

O meu nome é Hugo Magni. Preciso de falar com o Sergio Fernández.

Vou avisá-lo.

Obrigado.

ONDE ESTÃO? JUSTIÇA!

Hugo Magni!

- Sergito. - Que milagre, meu!

- Como estás? - O último sítio do mundo

- onde esperava ver-te. - Imagino.

Que te traz cá?

Bem, é sobre a minha filha mais velha.

Sabes que ela se envolve muito na política.

- Sim. - Bem...

Ela é comunista.

Há muito tempo que não tenho notícias dela.

Sergio, há muito tempo que não a vejo.

Lamento muito.

Além disso, parece que faz parte da Frente Patriótica.

Olha, Hugo,

estes grupos armados são impenetráveis.

Não tenho acesso a eles.

É muito difícil seguir-lhes o rasto.

Tenho muito medo

de que façam alguma coisa à minha menina.

Ajuda-me.

Camaradas,

todos deixámos as nossas vidas para trás para estar aqui.

Quero que as palavras de outro camarada vos acompanhem.

Do presidente Salvador Allende.

...a última vez que vos falarei.

As minhas palavras não são de amargura, mas de desilusão.

Não vou renunciar.

Obrigado pelo teu trabalho.

Pagarei com a minha vida a lealdade do povo.

Eles podem intimidar-nos.

- Comandante. - Comandante.

Mas as mudanças sociais não podem ser travadas,

nem com o crime,

nem com a força.

Mais cedo ou mais tarde,

as grandes avenidas abrir-se-ão novamente,

onde os homens livres avançarão para construir uma sociedade melhor.

A história é nossa.

Viva o Chile! Viva o povo!

Vivam os trabalhadores!

Tem cuidado.

Vamos!

Força, irmãos!

Porcos para o almoço.

É para isso que cá estamos.

Dispara!

Granada!

Ataque!

Avancem!

Cabrões! Dispara!

Retirar!

Vamos! Saiam!

Vão!

Vamos!

Vamos, porra! Vamos!

Que é isto?

Bareta!

Atende. É urgente.

- Que aconteceu? - O caos total.

O general foi atacado no Cajón del Maipo.

Cabrões!

Vamos!

ESCONDERIJO DA FPMR SANTIAGO

Notícias de última hora.

O Jornal Cooperativo chama.

O presidente Pinochet saiu ileso do ataque

- que sofreu hoje à tarde... - Merda!

Tamara, liga ao Salvador. Comecem a sair pelas montanhas.

Não aceito mais ordens tuas!

- Tamara! - Cala-te! Não quero ouvir-te!

Falhámos, entendes?

O cabrão safou-se!

Tamara, temos de sair agora.

- Não temos tempo. - A culpa é tua.

Desestabilizaste a operação, distraíste os soldados ao substituir-me.

Acalma-te, Tamara.

Acalma-te. Chega!

O plano falhou, ponto final.

Acabou.

Não me digas que teria sido diferente contigo lá.

Acabou.

- Um atentado contra o general Pinochet... - Lilian.

- Estou a ir! - Parece que aconteceu algo.

Foi atacado por extremistas com armamento militar.

Uma mulher estava entre os terroristas.

- Lilian, meu Deus. - Não pode ter sido ela, pois não?

Não sei. Deixa-me ajudar-te.

Hugo, que... Dora!

Pipa. Dora!

- Mãe, que se passa? - Calma.

- Pai. - Respira.

- Que se passou? - Tentaram matar o Pinochet.

- Estou bem. - Respira, pai.

Os feridos foram levados para o hospital.

- Temos de tirar a Chichi do país. - Sim.

Promete. Tira-a do país.

Bebe água.

Como é que não previmos isto, porra?

Esta merda vai lixar-nos. Prepara-te.

O próprio coronel o disse.

O general andava demasiado confiante.

Eu nunca disse isso, meu.

Nunca falei do general.

- Coronel... - Ouve e aprende, cabrão.

Neste momento, uma palavra errada pode custar-te a vida.

Sim, coronel.

Neste momento, o general Salas está na junta militar.

Os agentes estão a fazer buscas na zona.

As estradas foram cortadas.

Estamos a falar com a polícia, caso vejam alguma coisa.

Quantas vítimas?

Cinco, até agora. Todas nossas.

Quero dois comunistas mortos por cada um dos nossos mártires de hoje.

- Quais? - Não me interessa.

Pega em dez comunistas dos nossos registos na sede

e mata-os, porra.

- Agora! Mexe-te! - Sim, coronel.

"Se alguma coisa me acontecer, não quero que penses mal de mim.

"Faço isto por compromisso.

"Luto por uma causa que considero justa

"e com a qual me comprometi racional e irracionalmente."

Limpo. E agora?

Agora, escondemo-nos por uns tempos.

Não falamos, exceto numa emergência.

- Que achas? Matámo-lo? - Não fales.

Nem aqui, nem em lado nenhum.

Se o CNI te seguir, faz barulho para a polícia aparecer.

A prisão é melhor do que a morte, camarada.

Até logo, irmão.

Isto prova que, no Chile, o terrorismo é um assunto grave.

- Cabrão. - Muito pior do que dizem.

Mais grave do que dizem.

Seria bom que os políticos percebessem que estamos em guerra

entre o marxismo e a democracia.

Prontos para apanhar terroristas, chefe.

Certo.

Tenho aqui vários.

- Encontraste algo? - Sim, dois.

Os mais fáceis de apanhar.

Perfeito.

Foi declarado estado de emergência nacional

após o ataque de hoje ao general Augusto Pinochet,

depois das 18:00, na estrada do Cajón del Maipo.

Perto de Achupallas, mais especificamente.

O comandante-chefe viajava em comitiva

de casa, em El Melocotón, em direção...

Vou deixar um grupo de forças especiais em Santiago.

O Ignacio e o Ramiro vão ajudar-me a montar tudo.

E os outros?

Vamos tirar alguns de Santiago

e outros vão sair do país.

Tu vais para a Argentina com o Mario.

- Tenho de sair do país? - É pela tua segurança.

E pela operação.

Não acredito.

Escuta.

Podes pensar que falhámos, mas não falhámos.

É apenas uma operação.

Amanhã, a luta continua.

São 22:55

e estamos na unidade móvel do Departamento de Imprensa da Rádio Chilena.

Estamos no gabinete do ministro do interior, que nos informou

de que estão a fazer buscas nos bairros de Santiago.

Confirmou ainda que o país está em estado de sítio.

Vários líderes da oposição foram detidos

enquanto a polícia noticiou a morte de quatro homens

em confrontos com a polícia

durante a investigação de terroristas após o ataque

ao general Pinochet.

A esposa do jornalista Pepe Carrasco

anunciou que o marido foi sequestrado

de casa durante a noite.

O mesmo foi relatado

pela família do publicitário Abraham Avellido.

As rusgas deverão continuar durante a noite,

já que os líderes do exército declararam que não descansarão

até encontrarem os terroristas que tentaram matar o general Pinochet.

Legendas: Nadine Gil

Supervisão Criativa Hernâni Azenha

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