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Original subtitles

NATAL COMPLICADO

Legendas em portugu�s por flinX flinx@terra.com.br

Isso � ador�vel. Est� vendo?

N�o, n�o. Volto depois do almo�o.

Coloque os desenhos sobre a mesa at� �s quatro horas. Sim.

N�o, algu�m est� chamando.

Myes, voc� acabou de dizer que ela fica? Victoria Wright.

Aparentemente, nosso imposto predial n�o foi pago.

Ol�. Primeiro, bom dia, Jason.

Conforme aqui, agora vou pagar

- tal penalidade. Azar o meu. - E? Ser� que voc� paga?

Voc� sempre se preocupando com alguma coisa.

Mas eu n�o vivo mais na casa,

e, portanto, n�o preciso mais ser avisada. Estou certa?

Por que n�o faz uma lista ou coisa assim?

Jason, voc� foi quem insistiu para ficar em casa.

N�o sei por que esperava que eu deixasse a casa,

s� porque de repente est� numa crise da meia idade.

Bem, ou algo parecido.

Vou escolher para Will o personagem de a��o Herculano que ele gostava.

Her o qu�? Do que est� falando?

Do Natal. Das crian�as.

Por favor, procure tamb�m n�o esquecer disso.

Isso �... Ou�a, n�s n�o podemos pular um no outro.

Agora � assim desde o �ltimo Natal.

Quanto tempo vai levar essa hist�ria de separa��o, Vicky?

N�o sei.

Espero que logo descubra o que precisa encontrar,

porque isso est� interrompendo a vida dos outros membros da fam�lia.

Victoria Wright. N�o. Eu enviei hoje de manh� ao supervisor.

Ele precisa ser mais longo.

- Voc� vai melhorar o meu trabalho? - Oh, Myles. N�o, claro que n�o.

- Eu s� fiz algumas modifica��es. - Vamos ver.

Voc� expandiu tudo em 6 polegadas. Isso � desperd�cio de espa�o.

Eu penso... Vejo isso de forma diferente.

Isso abre a linha de refer�ncia na sala e d� uma vis�o melhor.

E fornece este nicho adicional aqui para outro gabinete.

Honestamente, voc� � mesmo boa.

- Gradualmente eu estou aprendendo. - N�o pense t�o pequeno.

Se tivesse ficado l�, voc� teria sua pr�pria empresa agora.

Eu preparei os projetos para o sistema el�trico que voc� queria.

Voc� se dedicou muito � fam�lia.

Por falar em fam�lia, preciso pegar Will e lev�-lo ao curso de karat�.

A vida de uma m�e trabalhadora. Nenhum momento de descanso.

Ent�o vou assumir suas altera��es e envi�-las como minha brilhante ideia.

- Brilhante? - N�o se preocupe.

E certifique-se que O'Sullivan pegue todos os casos

- que envolvem viola��o de marca. - Ok.

Quem � essa advogada ruiva? Mande para o meu escrit�rio.

- Entendido. - Quero que tamb�m crie um projeto para os Simons.

- E sobre o telefonema de Jack Stephens? - Desculpe, por favor!

Kristin! Se quiser dizer alguma coisa, ent�o diga de uma vez.

Sua filha. Estava indo busc�-la na escola.

Que horas s�o? Ah, meu Deus. Outra vez n�o.

- Ok, d� isso a Richter Murphy. - Est� bem. - Diga a ele...

que amanh� de manh� passo para ir com ele,

- porque agora tenho que pegar minha filha, e que sinto mesmo muito. - Ok.

- Oi, pai. - Oi, querida. Sinto muito, acredite.

Sem problemas. A m�e da Tracy me trouxe.

Sabe, est�vamos t�o ocupados com esse depoimento

e tenho suado tanto. Desculpe.

- Isso nunca aconteceu quando estava com a mam�e. - Sim. Diga a ela.

Vamos, estamos atrasados. Treino de Karat� em 15 minutos.

S�rio, pai, n�o lembra de nada? Ele � realmente sempre assim?

- Sim, sempre. - Ei, ei, ei, sem conspira��o, sim?

Mantenham as m�os para cima! M�os para cima e continuem em movimento.

Dancem para l� e para c�, sem parar. O tempo todo. Sim!

Mas n�o entendo. Isso quer dizer que n�o podemos celebrar juntos o Natal?

N�s vamos celebrar juntos.

N�s viajamos alguns dias antes do Natal at� o vov� e a vov�

e passamos a v�spera de Natal junto com eles.

E o que h� com papai?

Voltamos no dia de Natal,

- para que possa ficar com ele. - E a bagun�a, mam�e?

Em ambos os locais. E voc� vai celebrar o Natal duas vezes.

Eu n�o quero dois Natais.

Eu quero um �nico Natal, como sempre foi.

Querida, eu sei que n�o � f�cil.

Para nenhum de n�s. Mas prometo que vai ser divertido.

Est� bem.

- Oi, m�e. - Oh, oi, querida. - Puxa, voc� est� um doce. - Obrigado.

- Voc� n�o esqueceu? - N�o.

N�s ficamos s� um pouco no tr�nsito.

- Como v�o as coisas no seu novo emprego? - Ah, muito bem.

Myles confia a mim mais e mais trabalho.

Bem, Myles sempre teve um fraco por voc�.

O qu�? Isso � loucura.

Acredite, um marido percebe algo no ar.

Voc� realmente nunca reparou

que ele tira f�rias exatamente na mesma �poca que n�s,

- e exatamente na mesma praia? - Bem, ele tem casa l� na praia.

- Isso pode ser chamado de coincid�ncia. - Um ou duas vezes pode ser coincid�ncia.

Mas ele sempre aparece ao mesmo tempo por l�.

Estiquem os bra�os! E para baixo! E a sauda��o!

Myles me colocou no c�u. Ele est� assumindo um grande risco.

Afinal de contas, eu n�o trabalhei por quinze anos.

- Tr�s vezes, voc� pode adivinhar o porqu�. - Por favor, n�o comece novamente.

Qu�? Diga, o que voc� quer?

Quer que tragamos flores para casa?

Me quer para jantar com voc� ou algo parecido?

Estou fora. Diga-me s� de uma vez quando lhe convier.

Eu s� quero sentir-me novamente como sendo eu.

- O que devo fazer com esta informa��o? - Eu tamb�m n�o sei.

Eu n�o fa�o ideia. Isto n�o � um processo. N�o � uma evid�ncia.

Muitas vezes me perguntam sobre o motivo da separa��o,

e ent�o eu olho est�pido para as pessoas.

Para dizer a verdade: eu n�o fa�o ideia.

Sim, esse � o problema. Porque voc� estava t�o ocupado,

tentando viajar 90 semanas, voc� n�o percebeu

- que havia um problema. - Eu trabalho para pagar nossa casa,

para pagar nossos carros e para pagar todo o resto.

Esse foi o nosso acordo, n�o �? Eu cuido da renda...

- e voc� das coisas da fam�lia. - Nosso acordo? Agora chega.

- E quer saber por que eu preciso de um tempo longe de voc�? - M�e, pai!

Registrem num programa de TV; ent�o o mundo inteiro vai acompanhar.

Desculpe.

Vamos l�, pessoal. O tempo passa. Agora um, chute, dois, chute, e um...

Bem, tenho que ir. Voc� tem as crian�as hoje � noite, n�o �?

E o que vamos fazer exatamente com o Natal?

Melissa quer visitar a Disney, com a fam�lia da Tracy. Mas eu...

- Eu tive uma boa ideia. - Diga.

Ela n�o vai estar com a gente na v�spera do Natal?

Ah, v�, Vicky. N�s n�o estamos realmente juntos de qualquer maneira?

N�o se pode ter tudo, certo?

- Voc� disse que eles tinham se falado. - Acho que eu estava errada.

Voc�s tenham o foco na batida. � a metade da batalha.

- Ah, n�o. - O que aconteceu?

Ah, � sobre a casa de praia.

A fam�lia que queria alugar para a semana do Natal

- acaba de cancelar. - N�s pod�amos ir.

N�o, n�o podemos. Eu tenho muita coisa para fazer.

N�s tamb�m viajamos amanh� para os seus av�s.

E na praia n�o tem a atmosfera natalina.

Melissa pode ir para a Disney. E por que eu n�o posso fazer nada?

- Querido, eu sei... - Esse vai ser o pior Natal.

- Vai gritar comigo agora? - Por que eu deveria?

Al�m disso, Will e papai podem fazer isso muito melhor.

- � o �lbum de casamento? - Eu tinha esquecido...

que voc� e papai passaram sua lua de mel na casa da praia.

Seus av�s compraram a casa na d�cada de cinquenta,

antes que nos torn�ssemos multimilion�rios,

quando se queria uma casa no mar na Calif�rnia.

Quando seu pai foi admitido no escrit�rio, n�s conseguimos.

Claro que a reformamos, mas valeu a pena.

Ao alugar, pensamos que talvez fosse muito dinheiro junto,

para poder come�ar minha pr�pria empresa de design.

Bem, voc� sabe o que aconteceu.

Mas est�vamos todos l�, a cada ver�o.

Mesmo quando eu era pequena. Eu me lembro exatamente.

Sim, com certeza. Tivemos bons momentos l�.

O que aconteceu, mam�e?

Voc� estava mesmo muito infeliz com papai?

N�o estou sempre feliz.

Mas juro que n�o tinha nada a ver com voc� ou seu irm�o.

Mas agora voc� parece ser uma pessoa completamente diferente.

- Porque voc� sempre s� trabalha. - � quase demais para mim, admito.

Ainda assim, eu gosto disso.

E, pela primeira vez em muito tempo,

eu n�o me sinto como uma pe�a de mobili�rio, em que a maioria s� passa,

- sem realmente v�-lo. - Papai quer que voc� volte.

- Ele me disse. - O pai de voc�s quer algu�m

que cozinhe limpe a casa e que fa�a todas as transfer�ncias

e busque voc�s. Honestamente, se ele tivesse uma boa dona de casa,

- ele n�o sentiria minha falta. - M�e!

Eu queria que n�o fosse assim.

Olho tamb�m para o seu irm�o.

Sua filha est� no telefone. Eu disse, voc� tem o tribunal,

mas eles disseram que seria algo muito importante.

Tudo bem. Rapidamente, eu posso. Obrigado.

Ei, minha querida, eu pensei que voc� estava a caminho da Disney.

A fam�lia de Tracy n�o pode viajar, porque Tracy est� doente.

- Isso � terr�vel. - E a mam�e e Will j� est�o indo para a vov�.

Ou seja, agora n�o tenho nada para o Natal.

Ei, ei, ei, voc� pode achar que n�o � poss�vel,

mas os inquilinos da casa da praia cancelaram o aluguel.

- � uma piada? - N�o. Que tal n�s irmos?

Isso soa muito bem.

Bem, ent�o vou pedir que Kristin reserve o v�o,

e vou dizer � sua m�e sobre isso. Combinado?

Ah, n�o, a m�e est� chamando na outra linha. Eu digo a ela.

Isso � fabuloso. Melissa, j� estou ansioso.

N�s temos, com certeza, um monte de problemas.

Tempos dif�ceis exigem medidas dr�sticas. � a sua vez.

Al�, vov�. Aqui � Will.

Sim. � por isso que estou ligando.

Pode me fazer um favor e � Melissa?

- Por que ainda n�o est� no feriado de Natal? - Vamos em uma hora.

Eu s� queria enviar o gr�fico do Anderson antes do feriado.

- S� trabalhar nunca � bom. - J� ouvi falar.

- Victoria Wright. - Mam�e?

Querida. Em 15 minutos estou a�.

-M�e, n�o podemos viajar. - Claro que podemos.

- Vov� ligou. Ele disse que ambos pegaram uma gripe

e se n�s n�o poder�amos ir na semana que vem.

O que poderia dar errado?

Ok, eu ligo para eles. Vou ver o que posso fazer.

Ei, mam�e! Tive uma ideia. Podemos os dois ir para a casa da praia.

- Seria alguma coisa. - Eu n�o sei.

Vicky, fa�a isso. Acho que o Natal tamb�m acontece l�.

- Quem � esse? - Myles. - Vai ser certamente engra�ado.

- M�e, por favor. -Eu n�o sei. - Vamos, como Elvis diria:

O Natal seria triste sem voc�.

Ok, acho que neste ano vamos celebrar o Natal na praia.

- Que bom. - Sim.

Uau! Eu sempre esque�o como � bonito aqui.

N�o h� tanta gente aqui como � sempre no ver�o.

Assim como estava quando viemos aqui pela primeira vez.

- Na sua lua de mel? - Sim.

- Pai! Nenhum trabalho! - Eu s� queria abrir a caixa postal.

Voc� me prometeu.

Sim, voc� est� certa.

Eu devia apenas relaxar

e ficar com minha filha favorita por alguns dias.

- Vamos surfar um pouco? - Com certeza.

� o que eu pensei.

Bem-vindo � sua casa de f�rias de Natal.

- Eu prefiro vestir um mai�. - Ok.

Aqui parece bom.

- Voc� se lembra onde colocamos as toalhas? - Claro, vou busc�-las.

�timo, nos vemos, nos encontramos em 15 minutos? - Tudo bem. - Sim.

Ent�o, aqui estamos n�s. Rico deve estar aqui.

Eu devia t�-lo avisado de que est�vamos chegando.

De alguma forma, tenho a consci�ncia pesada, porque sa�mos de f�rias,

- enquanto o vov� e a vov� est�o doentes. - Ligou para eles?

Sim, liguei. Seu av� n�o me pareceu muito doente,

mas ele disse que ambos estavam altamente contagiosos.

Bem, n�o conseguimos uma festa de Natal t�o planejada,

- mas pode se tornar bonito. - Ah, sim!

Rico?

- Al�?

- O que voc� faz aqui? - A pergunta �: o que faz voc� aqui?

- Eu recebi uma carta de cancelamento. - Eu sei, eu tamb�m recebi.

- Mas eu pensei... - Pensei que j� estava com seus pais.

Eles est�o doentes.

Oi, m�e.

Diga, voc� n�o deveria estar em Orlando?

A fam�lia de Tracy cancelou a viagem.

Vai dizer que algu�m de repente adoeceu?

Uau! O que acham disso?

Agora estamos todos reunidos aqui.

- Ent�o, eu vou at� a praia. Vem junto? - Ah, sim.

Eu tenho a forte sensa��o de que fomos enganados.

Voc� n�o pode culp�-los,

por eles quererem passar o Natal juntos.

- Ser� que tem suas m�os na brincadeira? - N�o. De maneira alguma.

Ok. Ent�o vamos ter que tirar o melhor disso.

O que mais nos resta � n�o aumentar.

Embora nada tenha mudado.

Vamos fazer com as crian�as o que foi planejado.

Claro. Sem problemas. Voc� segue seu caminho e eu o meu.

Sim, claro. Combinado.

Claro, eu fico no quarto.

Para mim, papai!

- Pai! - Ah, sim!

- Ah, agora para mim! Bom! - Sim!

Pai!

- Miss Vicky! - Rico!

Ei! Voc� est� bem. Muito boa energia.

E voc� parece o mesmo como h� 20 anos.

- Voc� nunca envelhece? - Tenho pensado muito sobre isso.

Ent�o eu me decidi contra isso.

Sinto muito, por n�o ter dito que n�s v�nhamos,

mas a casa parecia maravilhosa. Voc� � o melhor administrador.

Ah, muito obrigado.

Eu cuido pessoalmente, como cuido de tudo aqui.

Seus?

Cara, na verdade, eles est�o bem crescidos.

Ainda lembro deles como beb�s.

Eles est�o mais velhos e bastante espertos.

Rico, antes de saber dos outros, Jason e eu, n�s estamos separados.

Ah, isso n�o � bom. N�o � uma boa not�cia.

Sim, � dif�cil para todos n�s.

- Especialmente para as crian�as. - Aconteceu alguma coisa?

Tem...

Perdoe-me. Isso realmente n�o importa.

Est� tudo bem. A verdade � que n�o se trata apenas de um coisa.

Eu acho que n�s mudamos.

O Jason com quem me casei j� desapareceu h� muito tempo.

Entendo. As mudan�as s�o muitas vezes dif�ceis.

Tamb�m a praia, por exemplo, mudou muito

desde que a vi pela primeira vez.

E, no entanto, ela ainda tem um certo charme.

Jason e eu, n�s n�o temos essa sorte.

E quanto a voc�? Tem tido muito o que fazer?

- Eu corro at� a m�e de voc�s. Ok? - Ok. Will, venha!

- Sr. Jason! - Ei, Rico!

- Feliz Natal! - Feliz Natal para voc� tamb�m!

A voc� e sua fam�lia.

Escute, por que voc�s n�o v�m para a minha festa de Natal?

Nunca esteve em minha casa. Voc� tem que vir.

Muitas pessoas que vivem aqui na praia tamb�m v�m.

- Isso soa bem. Iremos com prazer. - Excelente.

Vou lhe enviar as instru��es.

Tenho certeza que voc�s v�o desfrutar de suas f�rias aqui.

Talvez voc�s possam encontrar de novo sua propria magia.

- Voc� disse a ele, n�o �? - Disse o qu�?

- Bem, de n�s. - Isso n�o � nenhum segredo.

Voc� nem sequer vestiu o seu mai�.

Voc� estava fora, passando o tempo com as crian�as.

N�s sempre andamos juntos na praia.

- Jason, n�s falamos sobre isso. - Se voc� n�o quiser tentar

retirar essa bagun�a da caixa, o que fazemos aqui?

Eu n�o estou nem a�, para limpar a sujeira. Entendeu?

A gente vai fazer tudo t�o agrad�vel quanto poss�vel para as crian�as.

Porque eu n�o quero fazer isso mais dif�cil para eles do que j� �.

E s� porque estamos aqui no meio do para�so,

n�o significa que haver� qualquer coisa entre n�s.

Isso significa ent�o que est� tudo acabado?

Jason, eu j� lhe disse mais de uma vez. J� faz alguns meses.

S� que voc� n�o me ouviu direito. Estou indo para o mercado. Compras.

- Al�. - Ol�. Uma banana e tr�s laranjas, por favor.

Com prazer. Coloquei tudo em um saco, certo?

- Nos vemos mais tarde. - Sim.

Muito obrigado.

- Myles, ei! - Ol�! -Voc� aqui.

- Sim, peguei o v�o noturno. - Acho isso �timo.

- E que lhe parece? - � maravilhoso. - Sim.

Eu nunca celebrei o Natal na praia.

N�o se pode ficar confort�vel com uma lareira acolhedora,

mas os p�res-do-sol s�o verdadeiramente espetaculares.

Falando nisso, tomamos uma bebida no "Patterson"?

N�o sei. As crian�as est�o esperando na casa da praia e...

Vamos, Vicky. Pela primeira vez voc� escolhe sua pr�pria vida.

� cert�ssimo fazer algo para a mudan�a que voc� quer.

Come�a-se aqui o grande Natal?

Acho que sim.

Se � assim...

- O que voc� acha? Como est� indo? - N�o posso dizer.

Mas isso vai ajudar. Temos que lev�-la l� em cima de novo.

E para qu�?

- Para isso. - Igitt. - Confie em mim, ok?

Ei, crian�as! Melissa! Will!

- Estamos aqui, pai. - Ei, voc�s dois!

Que tal se formos � cidade? L� procuramos a m�e de voc�s

e vamos jantar juntos. Todos n�s juntos.

- Isso parece bom? - Claro. - Legal.

Ent�o vamos!

E Markowitz foi em frente e come�ou a perseguir o carro do funcion�rio.

Ele estava resolvido a arrast�-lo de novo ou, eu n�o sei,

a rapt�-lo, ou sei l� o qu�. A principal coisa � que ele ia obter a licen�a de constru��o.

- Na verdade, ele o seguiu? - Sim.

Ele tentou abrir a porta do carro

e gritou com toda a for�a de seus pulm�es.

Ele deve ter pensado que Markowitz era louco.

Ele tamb�m era louco. Assim seria se voc� construisse uma casa.

- E o que aconteceu? - Sim, o qu�?

O cara rapidamente saiu da poeira,

e no dia seguinte recebemos nossa licen�a de contru��o.

- Este m�todo eu tenho que me lembrar. - Eu n�o recomendo necessariamente,

mas � muito eficaz.

Voc� deveria rir mais vezes. Faz seus olhos brilharem.

Estou contente que voc� est� aqui.

Estou acostumado a ficar sozinho. Isso � normal para mim,

mas agora no Natal acho que � um pouco mais dif�cil.

Voc� deve saber que Jason est� aqui. E Melissa. Estamos todos aqui.

Desculpe, eu pensei, eu...

� uma coincid�ncia infeliz. Nada mudou.

Eu... Longe de mim querer interferir,

mas, como j� lhe disse no escrit�rio, voc� n�o pode sempre pensar pequeno.

Voc� � uma grande mulher.

- Eu nem sempre me sinto assim. - Sabe, eu descobri que,

depois de apenas uns goles de Mai-Tai, eu me sinto bomb�stico,

muito maravilhoso.

- � um lugar agrad�vel. - Suba e fa�a o que quiser. - Sim.

- Hoje n�o vamos economizar. - Espero. Estou morrendo de fome.

- Ele agarrou-o pelo colarinho e sacudiu. - N�o � verdade. - Sim, honestamente.

Pai, vamos entrar agora ou n�o?

Eu juro que os olhos saltaram para fora.

Se estou lhe dizendo.

Sabem, eu agora estou faminto por um cachorro quente.

Vamos ver onde � esta casa de peixes, ok?

- Ali tem hamb�rguer de peixe? - Pai? - Sim, claro.

Honestamente, eu pensava que essa lagosta pulasse

- e beliscasse at� a morte. - Sim, me beliscou!

- Mas ela j� tinha a cauda comida. - Verdade. Voc� tamb�m limpou tudo, Will.

- Tamb�m tem um sabor �timo. - Tamb�m acho. - Ol�, crian�as.

- M�e, onde estava? - Procuramos voc� pela cidade toda.

Sim, Vicky. N�o sab�amos mais onde procurar.

Por acaso encontrei Myles e ent�o n�s conversamos sobre neg�cios.

Sabe, n�s realmente sentimos sua falta mesmo assim.

Tivemos um jantar maravilhoso. Estou certo?

Bom que voc� se divirta muito com as crian�as.

Sim, enquanto voc� tinha um encontro com Myles.

Voc� est� se tornando uma mulher de carreira, sabe disso?

Lamento que eu n�o estava aqui. Mas voc�s se divertiram.

Diga, por que n�o vamos amanh� todos caminhar?

- At� o rancho ou algo assim. - Isso parece bom.

Eu j� n�o fazia isso faz tempo.

Bem, tem certeza que pode se afastar um pouco do Myles?

- Quero dizer, do trabalho? - � am�vel que esteja preocupado, Jason,

mas eu acho que posso me controlar. Obrigado.

Eu amo voc�s, crian�as.

Foi am�vel por parte de meus pais

nos darem a casa deles para a lua de mel.

Tenho a sensa��o de que muitas experi�ncias incr�veis v�m at� voc�.

E hoje � noite vamo-nos.

Vamos.

Obrigado, Rico.

Vicky, algum dia eu virei como s�cio de uma firma de advocacia,

e ent�o poderemos ter uma casa do mesmo jeito.

E eu vou cri�-la. N�s poder�amos faz�-la

como essas casas em Key West, com esses arcos.

Tudo que voc� projetar ser� de nosso gosto.

Sim, e voc� vai ser o mais jovem advogado, o parceiro de branco.

- Eu serei. - Sem d�vida. - Pode apostar.

- Vamos l�, pai. - Infelizmente, ainda preciso trabalhar.

Fiquem e se divirtam.

Pai, dev�amos ir l� todos juntos.

- Nos vemos depois da viagem, ok? - Venham, crian�as.

Dia bonito para andar de bicicleta.

Os capacetes, crian�as!

Uau! Vejam como � verde aqui. N�o � bonito?

Consegue se lembrar de que j� esteve aqui antes, Will?

Ei, Melissa, espere! O caminho leva at� l� acima!

- Voc� queria realmente vir aqui. - N�o.

- Eu achava... - Eu n�o, certo? Vamos voltar?

Prometa que voc� nunca vai virar um adolescente.

- Pouco mais de um ano ainda. - Sim, turma.

Primeiro! Eu ganhei!

- Voc� enganou. - Perdedor!

- Ei! Vicky! - Ei!

Ja volto, crian�as!

- Ei, pai, muito trabalho? - Sim, eu tenho...

� engra�ado,

correr ao longo da praia dois dias antes do Natal. Cad� a Neve?

N�o trocaria isso por nada no mundo. Isto que � viver de verdade.

Parece que voc� tamb�m treinou.

Sim, fomos os tr�s ao ponto e voltamos.

Muito deprimente quando se � dependente permanentemente.

Ou�a, eu n�o sei se voc� j� estava comprometida,

mas os Carrolls e Bob Perkins v�m hoje � noite para um coquetel,

e esperava que voc� tivesse tempo tamb�m.

Ah, sabe, eu estou com as crian�as.

Sim, os Carrols podem construir uma casa em Miami,

e eu pensei que seria interessante para voc�, talvez.

Mas voc� me conhece. Eu desenho tudo o que me pedir.

Eu sei. Mas eu realmente pensei

que voc� poderia ajudar a ser meu primeiro desenho.

- Devo fazer essa planta da casa? - Sim, e acompanhar todo o projeto.

N�o posso estar em todos os lugares. Mas se voc� tem muito o que fazer,

eu compreendo.

Acho que vou ter que arranjar uma ou duas horas.

Grande! Eu diria que nos vemos ent�o �s sete.

Mas agora eu vou.

Ei, m�e, n�o � legal? Papai decorou a casa inteira.

- Uau, voc� se superou. - Sim.

- E a comida est� pronta? - N�o quero ser um peso para ningu�m.

- Parece t�o tentador. - Uma boa...

- Voc� n�o come nada, pai?

J� comi. Agora estou fazendo um passeio a p�.

- Ei, Rico! - Oi, Sr. Jason.

Este � meu amigo Saul. Quer nos fazer companhia?

- Se n�o se importam. - Quanto mais pescadores, mais peixes.

- Pegue uma minhoca. - Eu pego.

Sil�ncio como castigo? Tamb�m fiz isso com minha m�e.

Eu n�o sabia o que lhe dizer.

Melissa, eu sempre tentei lidar honesta e abertamente com voc�.

- E sei que voc� n�o � mais uma crian�a. - E? Voc� dormiu com Myles?

Qu�? N�o, claro que n�o.

S� que infelizmente voc� soa como uma garota que tenta flertar. Ei!

Eu gosto de Myles. Ele me tratou bem.

Ele sabe apreciar meu trabalho. E isso me d� uma sensa��o boa.

- Mas isso � tudo. - Meu pai estava com ci�mes.

Um pouco de ci�me n�o faz mal a ningu�m.

Eu sei que voc� trouxe todos n�s aqui na casa de praia com a esperan�a

de que tudo voltasse a ser como era antes.

Mas n�o vejo mais sentido nisso.

Estou � procura de novas perspectivas.

E n�o sei se seu pai viajou.

Ei, quer dar um passeio ou algo assim?

- Talvez at� a ba�a? - Claro. - �timo.

- Quer ir junto? - N�o, eu prefiro ficar por aqui.

Ok. Se mudar de ideia, sabe onde estamos.

Ei, Kristin. Papai n�o est� aqui.

Mas ele n�o quer trabalhar durante o feriado.

Sim, digo a ele.

Um pouco de ci�me nunca fez mal.

Sim. Venha, Baby, venha c�!

Ei, ei, n�o t�o perto!

Tem que agir com cuidado, como se fosse uma mulher.

N�o. Eu sei o que estou fazendo.

Finesse, um pouco de finesse.

Ah, sim! Vamos, besta! Vamos!

Ou�a. Isso foi muito bom.

Gostar�amos de aprender essa t�cnica.

- Para morder um monte de mulheres. - Sim.

Foi muito divertido.

Sim, um pacote inteiro de divers�o. Um grande dia.

Um grande dia. Certamente.

Sim.

E, Sr. Jason,

deixou-me muito triste isso com voc� e a Sra. Vicky.

Ah, sim. Bem, eu n�o entendo.

Minha mulher e eu, n�s terminamos.

N�o � bonito, desse jeito. Se voc� me perguntar:

N�o se entende as mulheres.

Acho que as mulheres n�o s�o t�o dif�ceis.

Tudo o que elas precisam � de um pouco de respeito,

carinho, e acima de tudo muito amor.

Gostaria que fosse assim t�o f�cil.

Eu n�o sei. As coisas mudaram muito. � isso.

A mulher que uma vez eu amava,

- ela se foi. - H� quanto tempo voc�s estavam juntos?

Quinze anos.

� mais tempo do que eu fiquei com minha primeira e com minha segunda esposa.

A mulher com quem voc� era apaixonado talvez n�o esteja mais l�.

No entanto, a mulher com quem compartilha sua vida,

ela talvez seja ainda melhor.

Talvez seja tarde demais.

N�o. Nunca � tarde demais.

Algumas j�ias. Essa � a resposta. Para que eu trabalho t�o duro?

Ele tem uma loja de j�ias.

Juro, se eu n�o a tivesse enchido constantemente de presentes,

minha terceira esposa j� teria se afastado h� muitos anos.

Eu n�o poderia culp�-la.

Desculpe, eu n�o sabia que voc� estava aqui.

Tudo bem. Estou quase terminando.

- Voc� est� �tima. - Voc� acha?

N�o tem nada a ver, � o adequado para uma reuni�o com clientes.

- Vai se encontrar com clientes? - Parece...

- Que eu devo possivelmente fazer o projeto da casa dele. - Uau!

� uma coisa muito grande projetar uma casa.

Esse sempre foi o meu maior desejo.

No entanto, at� agora, eu nunca tive a chance.

Eu n�o posso, de modo algum, estragar tudo.

Ei, Vicky!

Boa sorte.

Obrigado a voc�.

- Ok, at� mais tarde, crian�as. - Voc� volta, n�o �?

�bvio. Em poucas horas estou de volta.

Nos vemos.

Obrigado pelas palavras de incentivo.

Est� realmente dif�cil.

Uau, crian�as. Parece que acertaram ao descer.

Algu�m me d� por favor uma toalha?

Ah, meu Deus, s� pode ficar melhor. Sempre melhor.

Myles, oi, sou eu. Me desculpe, mas n�o posso ir.

- Ok, Will, leve para baixo. - era isso.

O qu�? Essa n�o � uma palavra.

- Essa �. - Namor? - Pr�ncipe Namor � o Rei da Atl�ntida.

Um super-heroi? Nomes de super-herois n�o valem.

- � uma palavra. - Will, sem nomes. Isso � contra as regras do jogo.

Entendo.

Quer jogar conosco? Vai gostar de entrar.

- N�o. S� passar o tempo. - Vamos, m�e, jogue junto!

Voc� est� interessada pela casa mesmo.

Ok. Se voc� acha.

Sete cartas e voc� come�a.

Vamos ver o que eu tenho.

Com a minha sorte desta noite eu fico provavelmente com X e Q.

Os mega-problemas come�am com voc�. E do que me perguntou,

voc� vai se arrepender amargamente. Ok.

Ei, Jas!

Est� um lindo dia. Ah, olhe s� voc�!

- Querida, se tivermos crian�as, quero que elas cres�am aqui. - Sim!

Isso seria �timo. Ver nossos filhos aprenderem a surfar as ondas.

Mas ser�o meninas. E tr�s.

- Ent�o poderemos nos aliar contra voc�. - Ei!

Conquanto nossos descendentes sejam t�o maravilhosos como voc�,

n�o me importa o que sejam.

Uma foto! Uma foto! Uma foto! S� mais uma!

- Muito bonito. Lindo. - Ok.

Ent�o vamos. Atr�s de mim.

- Aqui est� voc�. - Ei!

- Bom dia. - E t�o esportivo nesta manh�.

Sim, eu quis praticar um pouco de jogging.

Eu fazia isso antes todas as manh�s. Voc� sabia?

Eu me lembro, acima de tudo, sobre o que faz�amos

quando n�s volt�vamos do jogging.

As crian�as me perguntaram se eu as levava a esse passeio.

Pensei que seria bom se formos todos os quatro.

- Se est� bem para voc�. - Sim, certamente. Seria legal.

Afinal, hoje � v�spera de Natal. Devemos ter um pouco de divers�o.

- Dia maravilhoso. - R�pido com os cavalos!

� fant�stico aqui.

- � Myles. - Voc� realmente n�o larga do trabalho.

- Ele precisa falar pelo e-mail. - Eu tenho minhas d�vidas

se ele pode realmente ficar sem voc� por algumas horas.

Jason, quantas vezes tenho que dizer. � s� a respeito do trabalho.

- Pelo menos � o que Myles tenta dizer. - Acha que nosso plano est� funcionando?

Espero que sim. Em todo o caso, eu vou...

- Esse � o celular do papai. - Ah, sim?

- O que voc� tem de novo em mente? - Vou dar � mam�e algo para pensar.

- Voc� n�o me deixa de jeito algum. - Que tal se todos n�s volt�ssemos?

- Eu estou mesmo cheio! - Por favor!

Mas uma coisa te digo: eu vou...

M�e!

Oh, meu Deus! Me ajude! Me d� a sua m�o!

- Eu o ajudo! - D�-me sua m�o!

Me ajude a sair daqui!

- Tudo bem, Vicky? - N�o me toque! N�o, eu n�o estou bem!

- Voc� se machucou? - N�o, n�o foi nada, crian�as. N�o foi nada.

Estou indo para casa. Vamos, crian�as!

Ei, escute, me leve com voc�!

- At� a pr�xima vez. - Sim, foi um dia bem divertido.

Foi bem engra�ado. Concordam, crian�as?

Oh, m�e, um pouco de �gua. - Esque�a! - Eu pensei que era legal.

- Pode me dar uma toalha? - Uma �tima noite de Natal.

Olhe pelo lado positivo. Hoje n�o precisa mais tomar banho.

- De alguma forma, foi engra�ado. N�o �? - N�o, n�o foi.

Oi, eu consegui.

- Desculpe. Ol�. - Kristin.

- Que faz aqui? - Eu n�o sei.

Os e-mails. Diziam que �amos nadar ainda antes do trabalho.

- O qu�? - Tenho certeza que v�o apreciar muito.

- Kristin, que faz aqui? - O caso Bronski.

A nova data para o julgamento. Disseram que eu devia trazer os aquivos aqui.

- N�o fa�o ideia do que voc� est� falando. - Mas eu olhei sua caixa postal,

e voc� me mandou um e-mail.

O que voc� fez?

Sim?

- Desculpe por Kristin. Eu n�o quis... - N�o tem problema.

Infelizmente eu tenho que fazer algo rapidamente no caso Bronski.

N�s vamos at� a cidade. L� eu posso trabalhar.

- Eu tamb�m posso dirigir. - N�o, eu dirijo.

Belo Natal.

Victoria Wright. Oi, Myles.

Claro. Sim. Podemos nos encontrar.

Daqui h� tr�s horas?

�timo. Estou ansioso pela reuni�o.

At� depois.

Sinto muito. Eu s� pensei que, se a m�e achasse que voc� tinha outro bem,

Eu sei, sei. De muitas maneiras, voc� � como eu.

Voc� quer controlar tudo. Isso s� pode acontecer

como voc� imagina na sua cabe�a. Mas nesta mat�ria,

isso vai deix�-la sozinha.

- Mas... - N�o, tesouro, n�o h� nenhum mas.

Isso eu e sua m�e precisamos esclarecer. E n�s tamb�m. S� os dois.

E se voc�s n�o conseguirem?

Bem, ent�o temos que, de algum jeito, fazer diferente.

Eu prometo a voc�s, n�s dois vamos amar voc�s como antes.

Isso nunca vai mudar.

Sim. Sim, na pr�xima segunda-feira seria �timo.

Jack, ou�a. Obrigado, voc� realmente nos ajudou a sair do problema.

Sim, sim. Sei, sei.

Desculpe por te incomodar na v�spera do Natal.

Portanto, boas festas. Sim, que tenhamos.

- Crise evitada? - Est� tudo em ordem.

Muito bom.

Sobre mais cedo, na casa, sinto muito profundamente.

Oh, n�o foi culpa sua.

Pensei que voc� e sua esposa j� n�o estavam mais juntos.

N�o estamos. � uma hist�ria complicada,

mas a ambos ficou claro agora que acabou.

Que pena. Eu pensei que ela tinha te perdoado.

Me perdoado? Mas o que eu fiz de errado?

Isso � uma piada? � imposs�vel.

Voc� nunca ouve. Voc� sempre s� grita: Fa�a isso, fa�a aquilo!

Voc� at� esquece seus filhos. Como sofreram por tanto tempo.

- Eu n�o teria passado junto. - Aparentemente voc� n�o sabe

quanto trabalho � preciso para sustentar sua fam�lia.

Eu s� sei que hoje � v�spera de Natal

e que voc� sempre est� aqui e chama os advogados.

Que sentido faz trabalhar tanto para a manuten��o da fam�lia,

se voc� n�o tem quase tempo para eles?

Sabia que n�o � nem um pouco bom como voc� faz?

Voc� quer me culpar?

Estou presa ao meu chefe na v�spera de Natal.

Agora posso ir?

Feliz Natal.

� isso a�.

Victoria Wright. Fam�lia Carroll.

Victoria, j� fomos tanto indicados sobre voc�.

Myles diz que voc� � "o melhor cavalo no est�bulo".

Oh, agrade�o muito a voc�s. Espero poder fazer algo por voc�s.

- Agora seria hora para uma bebida. - Por mim tudo bem.

Eu fico dois ou tr�s dias aqui. Depois eu vou adiante.

- Ent�o nos vemos ainda. - Espero que sim. Em nosso bar favorito, ok?

- Ok, at� ent�o. - Nos vemos.

- Feliz Natal! - Desculpe, estamos indo direto.

- Jason! - Ol�, Saul! Eu sei que � muito tarde, s�...

Vou adivinhar. Voc� precisa de algo especial. - Sim.

De verdade. Eu preciso de algo que diga:

"Perdoe-me, eu era um idiota".

Talvez, que diga: "Eu n�o quero te perder" e, e...

"O que eu pensava?" e possivelmente

"Podemos come�ar de novo? Voc� me d� a chance?"

- Isso � tudo? - Sim.

Pronto.

- Isso, voc� quer dizer? - Ah, sim.

Est� perfeito.

Saul, ent�o desta vez eu fa�o tudo de novo melhor.

Por causa do que Myles me disse,

devemos usar no quarto a t�cnica do desejo.

- Para mim, isso soa bem. - Que seria isso, Sir?

Ele deve ser perfeito. Servir a ela o jantar, por favor.

- Pergunto a ela friamente por voc�. - A� � que eu assumo.

- Ent�o nos vemos na mesa. - Certo. - Obrigado.

Myles, sinto muito, mas voc� tem que jantar sem mim.

Mas, mas ainda funciona muito bem. O que...

Eu sei. E isso � �timo. Mas � v�spera de Natal,

e quero comemorar com minha fam�lia.

Bem, se voc� v� dessa maneira.

Sabe,

se algu�m como voc� quer progredir, � absolutamente necess�rio

que fa�a certos sacrif�cios.

Sim. Legal.

- Oi! - Oi!

Preciso falar com voc�.

Acho que eu era um...

- Est� indo para algum lugar? - Ah, eu acabei de voltar.

Myles ligou enquanto voc� estava fora. E...

n�s nos encontramos com os Carrolls. Devido ao plano da casa deles.

- Voc� tem o trabalho? - N�o tenho certeza.

N�s nos vemos.

- M�e, socorro! - Melissa?

Trata-se de Will. N�s andamos pelo terreno e, e...

- E o qu�? Aonde ele est�? - N�o fa�o ideia.

Em algum lugar ele se separou de mim e eu procurei por ele,

- mas eu s� encontrei sua bicicleta. - Ok. Vamos juntos! Vamos, j�!

Pegamos o carro!

- Will! - Will!

- Will! - Will!

Voc�s ficam aqui!

Will!

Will! Will!

- Eu juro que n�o sei o que aconteceu. - Will!

- Papai! - Eu o achei!

Eu venho e te pego. Espere, estou perto de voc�.

- Tudo vai ficar bem. Est� bem? - O que ele tem?

- D�i muito? - Tive tanto medo! - Ok. - Ele est� bem?

Sim. Eu o levanto.

Ok, levante! Venha! Devo carreg�-lo? Ok, pego voc�.

Ok. Ok, tudo bem.

Est� tudo bem. Tudo vai ficar bem.

Est� vendo? A� v�m eles. Gra�as a Deus.

- Sim. - Meu beb�.

Deixe-me v�-lo. Tudo vai ficar bem de novo, ok?

Desculpe, pai.

O que voc�s dois pensaram?

Voc�s n�o podem simplesmente ir embora assim.

Voc�s estavam ocupados com seu trabalho. N�s s� quer�amos fazer algo.

Sinto muito. Eu n�o queria isso.

Ah, queridos.

Venha aqui. Est� tudo bem.

Voc� n�o disse nada de errado.

Voc� tem raz�o.

E para ser claro: Ningu�m vai embora

- sem que seu pai e sua m�e diga. - Sim.

Sim.

- Nunca mais nos d� um susto, sim? - Me parece bom.

M�e, sinto muito.

Quero dizer, realmente de tudo.

N�o h� nada de que voc� precise se desculpar comigo.

Sabem, eu amo muito voc�s dois.

Mais do que voc�s podem imaginar.

Ok. Agora dormir.

Os presentes s�o amanh� de manh�.

- Voc� estava certo. - Com o que?

Este � o pior Natal de todos os tempos.

- Que dia de merda! - Eu fico pensando, e se...

Aqui. Est� vendo?

Crian�as.

Engra�ado. Quando eu olho para isso, parece-me como se fosse ontem.

E ao mesmo tempo eu me sinto como se tivesse sido h� um milh�o de anos.

- Eu nem sei quem � o cara. - Ele � bonitinho.

- Voc� acha? - Sinto falta dele.

Lamento que n�o fui o marido que voc� procurava.

Olhe, voc� sempre olhou para a sua fam�lia, Jason.

Mas talvez muito pouco para voc�.

N�o � t�o simples.

N�o se trata de dar a algu�m a culpa,

quem de n�s afinal est� certo ou est� errado.

N�s nos afastamos.

Eu posso mudar.

Entende, se voc� quer trabalhar, ent�o eu vou...

N�o � sobre o trabalho. Trabalhar era para mim apenas um emprego.

Sim, voc� sabe, isso me deu uma sensa��o de auto-estima.

O verdadeiro problema...

o verdadeiro problema era que voc� n�o me amava mais.

Quando voc� parou de me amar, eu tamb�m deixei de me amar.

- Mas, n�o... - Nos �ltimos meses, estou novamente me sentindo bem.

E isso eu n�o quero perder novamente.

Enquanto eu estava l� hoje e me veio o pensamento

de que eu poderia talvez perder Will...

Eu nunca na minha vida fiquei t�o assustado.

Nosso comportamento nos �ltimos tempos

para com as crian�as n�o foi justo.

Elas nos ouvem discutindo constantemente e n�o sabem o que futuro as trar�.

- Porque temos pouco tempo para elas. - Voc� est� certa. Sim. Completamente.

E por isso devemos, quando voltarmos para casa,

devemos garantir

a nossa separa��o legal.

Algo mais permanente.

E voc� acredita ser a coisa mais certa para as crian�as?

Eu acho,

eu s� acho que n�o podemos continuar em qualquer caso.

Aqui ningu�m est� satisfeito.

Legal! Eu j� vi na televis�o.

Ah, meu Deus! M�e! Isso � maravilhoso.

Eu pensei que ficaria muito bem.

Pai, isto � de voc�.

Ah, loucura. O desenho animado Herculano, que eu desejava.

- Muito obrigado, papai. - Sem problema, campe�o.

- Onde mora Rico realmente? - Fora da cidade.

Perto das trilhas nas montanhas.

Eu nunca estive l�, mas ele nos deu um mapa.

- E quem mais vai estar l�? - Ele disse que um monte de gente.

Provavelmente os moradores que vivem em outras partes da cidade.

- Ser� que ele vai tamb�m dar presentes? - Voc� n�o ganhou o suficiente?

Pai, nunca se tem confus�o suficiente. De verdade.

L� em cima deve sair uma estrada.

L�, deve ser ela.

- Voc� tem certeza? - � por aqui.

Uau! Ent�o aqui vive nosso zelador?

Vamos.

Ol�! Posso tomar um drinque?

- Bonito o qu�? E esse panorama! - Ele veio para a direita.

Desculpe-me.

- Coloque-o. - Ei, Jason, a� est� voc�! - Hi, Saul!

- Esta � minha fam�lia. E esse � Saul. - Hi.

- Eu fui pescar com ele ontem. - Prazer.

Ei! Acabou de come�ar o concurso ao limbo.

Primeiro pr�mio: um novo iPod.

IPod!

- Rico sabe como se d� uma festa. - Sim.

A casa pertence mesmo a ele?

Voc� n�o sabia. Todas as casas de praia em torno das quais Rico cuida

pr�ximas � sua, a maioria delas, pelo menos pertencem a ele.

Ele as comprou anos atr�s, bem barato, e agora � o homem mais rico aqui.

Venham! Ele est� agora se preparando para o salm�o.

Voc�s v�o pirar. � algo bem delicioso. Venham!

L� ele se encontra.

Ei, posso?

- Est�o quase todos os velhos amigos aqui... - ...por ele alugados.

Ele mesmo cuida das casas porque isso lhe d� prazer

estar com pessoas agrad�veis. Ol�!

- Um lanchinho, talvez? - Ah, n�o. Obrigado.

- Ah, Sra. Vicky! - Finalmente voc� veio at� aqui.

- Feliz Natal. - Ah, � pequeno, mas agrad�vel.

- Uma casa muito bonita que tem aqui. - Ah, obrigado.

Alguns investimentos aqui e l�.

E como os pre�os dos im�veis subiram ao mesmo tempo como loucos, zupt,

- correu tamb�m da minha conta banc�ria. - Por que nunca disse nada sobre isso?

Sou um zelador muito feliz. Isso me diverte muito. Ent�o tudo bem.

E assim, bem, eu tamb�m.

Eu gosto desse jeito. E voc�?

Seu presente perfeito provocou esse milagre?

Eu n�o sei. Eu n�o dei a ela.

- S� espero n�o ser tarde demais. - S� � tarde demais se voc� desiste.

Tr�s vezes fiz um pedido � minha quarta esposa.

E tr�s vezes ele me disse n�o. E eu desisti?

- N�o. Claro que n�o. - E como foi ent�o o tempo com ela?

Ela me fez o homem mais feliz de toda a praia.

Como pode ver.

- Voc� tem um plano B? - Nenhum plano mais.

Por que n�o? Precisamos fazer alguma coisa.

- N�s tentamos tudo. Muito mais n�o podemos fazer. - Sim.

Ol�, ol�! Oi! Posso ter sua aten��o?

Quero fazer um pequeno discurso, a todos voc�s um Feliz Natal,

um Feliz Hanukah,

ou ainda o que quer que comemorem hoje.

Como sabem, esta praia foi meu lar por um longo, longo tempo.

Eu a vi crescer e mudar.

E de uma maneira que eu nunca poderia imaginar.

Teve coisas boas, mas tamb�m coisas ruins, que foram muito decepcionantes para mim.

Mas agora � a vez, n�o �? O Yin e o Yang,

o bem e o mal, tudo caminha lado a lado.

Algu�m me disse recentemente que a vida na praia tem algo m�gico.

Mas deixe dizer a voc�s, essa magia n�o aconteceu sozinha.

Essa magia est� aqui porque n�s a deixamos acontecer.

N�s mudamos e crescemos. Mas estamos sempre aqui

e damos vida � praia.

E nos alimenta a parte da praia que mais amamos.

E agora, senhoras e senhores, agora eu gostaria de erguer o copo a voc�s.

A todos voc�s que adoram esta praia como eu.

Pois � somente por causa de voc�s que a magia est� aqui.

Isso significa que todos os chineses falam de modo extravagante.

Voc�s gostaram? Ah, por favor, fa�am alguma coisa.

Invadam o buffet! Comam! N�o pode sobrar nada.

Ok! M�sica!

Ol�, Vicky. Eu queria saber se voc� vem tamb�m. - Myles.

Desculpe por ontem � noite. N�o fui eu, realmente.

Eu fui um pouco apressado no que eu disse.

- Eu s� queria... - Myles, desculpe, mas preciso ir.

E para nos entendermos corretamente: eu quero trabalhar como designer.

E sou muito boa em minha �rea. Estou mesmo disposta a me sacrificar,

caso seja necess�rio. Mas minha fam�lia eu nunca vou sacrificar.

Nunca na vida.

- Que est� acontecendo? - N�o fa�o ideia. Mas parece ruim.

Jason!

Jason?

Eu quero tudo. Quero uma fam�lia,

e quero fazer algo que realmente me d� alegria

e me desafie.

E eu quero passar minha vida com o homem que eu amo.

- Isso � pedir demais? - N�o.

Desculpe se isso soa terrivelmente egoista,

- mas � assim. - Voc� merece tamb�m.

- Eu sou a pessoa mais feliz do mundo. - N�o, a segunda mais feliz.

- Voc� j� ouviu falar sobre isso? - Claro.

�timo que voc�s fizeram as pazes.

Engra�ado. Voc�s provavelmente ainda discutem

- se o inquilino n�o havia cancelado, n�o �? - Sim, sim.

Sim. E o resto, bem, sua recusa n�o foi t�o volunt�ria.

O qu�? Seu pequeno rato! E voc� achou que era desonesto.

N�s chamamos de dois grandes monstros.

Isso n�o � para entender. Mas, sinceramente, eu suspeitava.

Dancem, amigos! Dancem!

Sim, dancem!

Vicky!

Os Carrolls est�o aqui. Talvez deva dar as boas vindas.

Bem, se quiser criar a nova casa deles,

voc�s v�o querer ficar perto para conhecer melhor, n�o �?

Traga Jason e as crian�as. Vamos l� que v�o se divertir.

Ei!

Bem!

Legendado em portugu�s por flinX gflinx@gmail.com

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