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O-c-o-r-e... N�o. O-c-o-r-r-e-u.
Est� correto. Dois "r".
- Dois "r". - Fen�meno.
- F-e-n-�-m-e-n-o. - �timo.
Me passa uma palavra mais dif�cil.
- Aniquilar. - N�o � dif�cil.
A-n-i-q-u-i-l-a-r...
Pronto, querida.
J� est� acordada agora. Dormiu bastante.
M�e? Tava certo?
Desculpe, Brian. Eu n�o ouvi.
Est� molhada. Era por isso que estava chorando?
- A-n-i-q-u-i-l-a-r. - Vou te dar um banhinho morno.
- Voc� gostaria disso? - M�e.
Brian. Eu...
- N�s continuamos amanh�. - Mas a competi��o � amanh�.
- Vai estar l�, n�o �? - Claro. Eu n�o perderia isso.
Voc� pode terminar suas tarefas e...
exercitaremos mais tarde, depois que eu p�r Katie para dormir.
Olha s� esses olhos grandes e brilhantes.
Observando tudinho.
- Oi, Brian. - Oi, Sully.
Matthew.
O que est� havendo?
Vim ver se pode me ajudar. Tive que prender um dos garotos Watson.
- Por qu�? - Ele roubou uma vaca.
Uma vaca?
- S� uma vaca? - Exato.
- Ele a abateu? - Sim.
Iam enforcar o irm�o de Ingrid quando ele roubou uma vaca,...
porque sua fam�lia estava faminta. Que eu me lembre...
Voc� o ajudou porque era seu amigo.
Eu n�o vou enforcar esse garoto.
Mas vou mant�-lo preso por uns dias.
A fam�lia dele est� numa situa��o dif�cil agora e precisa dele.
E o que eu deveria fazer?
As pessoas n�o podem violar leis e ficar impunes.
- Mas, Matthew... - S� vim ver se pode vigi�-lo...
enquanto estou fora.
Pra onde vai?
Cascade Valley.
Por qu�?
A Companhia Danforth est� com problemas e me telegrafou.
Companhia Danforth?
Est�o construindo alguma coisa l� e os suprimentos foram roubados.
E quando vai voltar?
Logo que tudo estiver sob controle. Acho que no fim da semana.
- Talvez eu devesse ir com voc�. - Eu me viro.
Ent�o tome cuidado.
Sully, eu posso cuidar disso.
5� Temporada - Epis�dio 14 A Represa
A� est�, senhores.
Onde est� o resto do dinheiro?
Ter�o o resto quando terminarem o trabalho.
Em quanto tempo chegaremos naquele lugar? Como se chama...?
Cascade Valley. Meio dia se formos r�pido.
O que est� havendo em Cascade Valley?
Neg�cios.
Que tipo de neg�cios?
A Companhia Danforth vai construir uma represa sobre o rio Cascade.
- Danforth. - V�o alagar Cascade Valley.
N�o podem fazer isso.
Parece que podem.
L� � onde os alces se alimentam no inverno.
N�o ser� no futuro. Ter�o que encontrar outro lugar para jantar.
E tamb�m � o vale mais bonito do territ�rio.
Ele vai ficar embaixo d'�gua.
A menos que possamos convenc�-los de que a represa � uma m� id�ia.
Por que se importa com essa represa, Preston?
Ela vai secar o rio que passa pelo meu spa.
E � uma das atra��es principais. As pessoas gostam de pescar e passear nele.
Se fizerem a represa, n�o terei um resort �s margens de um rio.
Terei um hotel � beira de um rio seco.
N�o posso deixar que isso aconte�a.
Eu pedi a Robert E pra olhar Watson na cadeia.
S� quero me certificar que Matthew sabe onde est� se metendo.
N�o acredito que Matthew ajudaria algu�m que quer alagar o vale.
- � um homem da lei. � o trabalho dele. - N�o deve saber o que Danforth pretende.
Ou Preston. N�o gostei nada daqueles "amigos" dele.
- Tenha cuidado. - N�o devo demorar muito.
O que foi, querida?
O que foi?
Vamos.
Opossum.
- O-p-o-s-s-u-m. - Correto.
- Ruidoso. - R-u-i-d-o...
z-o?
Sinto muito. � "s-o".
Mas voc� foi muito bem. Acertou seis.
O pr�ximo � Brian Cooper.
Sua primeira palavra � "xerife".
X-e-r-i-f-e.
Correto.
Omiss�o.
- O-m-i-s-s-�-o. - Correto.
Ocasi�o.
O-c-a-z-i-�-o.
Est� incorreto. � com "s" e n�o com "z".
Obrigada, Brian.
A pr�xima � Tess Randall.
Sua primeira palavra � "bonito".
Foi l� em cima que nos pararam.
Surgiram do nada.
Parece tudo bem agora.
Vamos prosseguir devagar. Com muita calma.
Vamos colocar o moinho aqui.
Assim poderemos cortar as �rvores, mo�-las...
e envi�-las em vag�es direto para Denver.
Sabe quanto tempo e dinheiro isso vai poupar?
- Eu posso avaliar. - Precisam de muita madeira em Denver.
S� sugiro que construa a represa em outra terra. Digamos...
- Fountain Creek. - E por qu� eu faria isso?
Porque se construir aqui, destruir� o vale.
E secar� o rio que passa por Colorado Springs.
Podem conseguir �gua em outro lugar.
Se construir em Fountain Creek, Sr. Danforth, posso arranjar financiadores...
- Para todos os empr�stimos. - N�o estou interessado.
- Por menos do que est� pagando agora. - N�o entende?
Sou dono dessa terra. Estou aqui.
A dinamite chegar� em 2 dias e come�aremos as explos�es.
Eu aconselho fortemente que reconsidere.
A resposta � n�o.
Isso n�s veremos.
Brian, eu sinto muito.
Onde estava, m�e?
Katie ficou doente.
Estava com febre.
O que ela tem?
� s� garganta inflamada, mas...
eu n�o podia lev�-la e n�o tinha com quem deix�-la.
Estou t�o desapontada por n�o ter ido.
Tudo bem.
- Tenho tarefas pra fazer. - Espere.
Sente-se.
Me conte como foi.
Tess ganhou.
E como voc� se saiu?
N�o muito bem.
Mas estava t�o bem preparado.
Eu errei a palavra "ocasi�o".
Voc� sabe soletrar isso.
Eu me confundi.
Isso acontece com todo mundo.
Tenho certeza que se sair� melhor na pr�xima vez.
Tenho tarefas pra fazer.
Xerife Cooper.
- Algum problema? - N�o, nenhum.
- Fiz a mesma rota e n�o vi ningu�m. - �timo.
Acho que se eu acompanh�-los mais uma vez, entender�o a mensagem.
Preciso de voc� aqui.
H� muitos estranhos vindo aqui e n�o gosto nada deles.
Um deles est� procurando por voc�.
O que faz aqui?
Preston est� aqui. O vi deixando a cidade com dois homens contratados.
Contratados? Pra que?
Ele n�o quer a represa aqui. Parece que vai causar problemas.
Por isso que estou aqui.
O Danforth... Sabe o que ele planeja?
Construir a represa.
Ele vai explodir a montanha e destruir a terra.
Ele � dono dela. Tem direito de construir o que quiser.
E as pessoas que vivem abaixo dela, que n�o conseguir�o mais �gua?
- N�o t�m seus direitos? - Sully, sei que se importa muito...
- E voc� n�o? - Sim.
Claro.
Mas tamb�m me importo em fazer meu trabalho.
- S� estou tentando ajud�-lo a... - N�o preciso da sua ajuda.
- Matthew... - Na verdade...
Eu n�o preciso de voc� aqui.
Por que n�o vai pra casa?
Senhores, isso � irrelevante.
Podemos imped�-los impedindo a entrega das dinamites.
S� temos que atacar r�pido. Fazer uma clara demonstra��o de for�a.
- A carro�a com as dinamites... - Faremos com que nunca chegue.
Quando ela alcan�ar a passagem, n�s iremos at� l�, como antes.
Eu lhes direi que parem e saiam da carro�a...
Ent�o voc�s a levam pra longe, enquanto acabo com os dois.
N�o est� sugerindo que vamos matar algu�m?
Est� muito claro. Sem testemunhas.
S� temos que nos livrar das dinamites para Danforth n�o come�ar as demoli��es.
Ele vai pedir outro carregamento de Denver.
Se matarmos os condutores, ningu�m trar� uma carro�a pra c�.
S� est�o sendo pagos para impedirem a constru��o da represa.
- Mais nada. - O que est� havendo aqui?
- O que voc� quer? - N�o se preocupem, senhores.
Sully est� contra essa represa tanto quanto n�s.
- N�o � mesmo, Sully? - � errado. N�o deveriam constru�-la.
Por mais estranho que seja, agora estamos do mesmo lado.
Preciso da sua ajuda. Venha conosco.
Pode me ajudar a manter aqueles dois na linha.
Pode esquecer.
� s� uma medida tempor�ria.
Pedirei uma ordem de impedimento � corte.
E telegrafei � pessoas de Washington, mas isso leva tempo.
Se removermos as dinamites, ganharemos esse tempo.
E se for conosco, garantiremos que ningu�m ir� se ferir.
Sully, me escute. Quer aquela represa construida?
Essa � a �nica maneira.
N�o, n�o �.
J� terminou sua li��o de casa?
H� algo errado?
- S� estou sem fome. - N�o parece voc� mesmo.
Est� um pouco quente.
Talvez tenha pegado o que Katie tinha.
Sente alguma dor?
Eu n�o sei.
Talvez n�o deva ir � escola hoje.
Vou lev�-lo comigo � cl�nica.
H� uma orqu�dea selvagem que s� cresce naquele vale.
H� �guias nas �rvores, e trutas no rio.
Tudo isso vai desaparecer se fizerem isso.
Encontrar�o outro lugar.
Eu sei que n�o significa muito pra voc�...
Mas vai significar pros seus filhos e os filhos deles.
V�o querer vir ca�ar e pescar... E aproveitar toda essa beleza que Deus criou.
E as belezas que o homem criou?
J� viu uma represa em funcionamento?
� um milagre da engenharia.
Uma vez que tiver destru�do esse vale... Ele sumir� pra sempre.
� �bvio que estamos em total desacordo.
H� pessoas que querem imped�-lo.
E n�o se importam com os custos. Algu�m poderia se ferir.
Xerife.
Acredito que este homem est� me amea�ando.
Eu falo com ele.
Eu pedi que fosse embora.
Temos que conversar sobre uma coisa.
- Tem que parar de me espionar. - N�o tem nada a ver com isso.
- Temos outros problemas. - Como qual?
Venha comigo que eu te mostro.
S�... S� venha comigo.
Eu trouxe ch� de casca de salgueiro.
Vai ajudar a abaixar a febre.
- Obrigado, m�e. - Cuidado que est� quente.
Est� com fome?
Quer sopa?
Eu estou bem.
Seria bom se tirasse uma soneca.
Eu n�o sinto sono.
E se eu lesse para voc�?
N�o tem que fazer isso.
Que tal Robinson Cruso�?
Meu pai o lia para mim quando eu estava doente de cama.
- Eu mesmo posso ler. - N�o. Quero que descanse seus olhos.
"Eu nasci no ano de 1632...
na cidade de York, de uma boa fam�lia, apesar de estrangeira.
L�, meu pai se casou com minha m�e...
cujos parentes tinham o nome Robinson...
uma �tima fam�lia daquela regi�o.
Por esse motivo fui chamado Robinson.
Mas por uma adultera��o no nome de meu pai, nos chamamos por Cruso�.
E ent�o, meus amigos me chamam de Robinson Cruso�.
Meu pai, j� idoso, me passou ensinamentos..."
Lembra desse lugar?
Claro que lembro.
Foi onde fizemos a tenda de suor.
Tive que subir nessa �rvore...
pra pegar um ovo de uma �guia vermelha.
Me arranhei muito...
e Nuvem Dan�ando me voltar porque o ovo estava rachado.
Acho que nem dormi direito nos 3 dias da sua busca por vis�o.
Sua m�e estava t�o preocupada que veio at� aqui.
No �ltimo dia...
eu estava sentado ao sol, pensando nas pessoas que eu amava.
E... a �guia veio e desceu bem do meu lado.
Foi incr�vel.
Tudo isso vai sumir?
Nada de �rvores...
Nada de campina...
Nada de �guias.
Matthew, me escute.
Preston e seus homens querem garantir que as dinamites n�o v�o chegar.
Xerife.
Xerife?
Me sinto mal.
Mas tenho que fazer meu trabalho.
Acabei de alimentar Katie.
Se estiver pronto, podemos ir � cidade juntos.
- Mas n�o esque�a os seus livros. - Ainda me sinto quente.
Sua febre passou.
Tem certeza? N�o me sinto muito bem.
Talvez eu devesse ficar em casa por mais um dia.
Eu definitivamente acho que est� melhorando.
Por que n�o tenta ir?
Estarei na cl�nica se precisar de mim.
Katie.
Preston.
Est� bem.
Te ajudo a pegar as dinamites, pra voc� ganhar tempo.
Mas nada de tiros. Se um de voc�s atirar...
estarei logo atr�s pra lev�-los direto pra cadeia. Entenderam?
Vamos.
Certo, l� vem eles.
Lembrem-se. Nada de tiros.
Parem. Parem a carro�a.
M�os ao alto! J�!
Esperem a�. O que � isso?
Essas caixas est�o vazias!
- Onde est� a dinamite? - Eu n�o sei.
- Est� mentindo! - Est� em outra carro�a.
Na estrada de Jamestown.
� verdade.
Eu juro. Por favor.
Ray!
Preston!
Venha aqui! Ainda est�o vivos!
Vamos lev�-los ao acampamento!
Eu n�o vi nada. Quando cheguei, os bandidos j� tinham fugido.
J� removemos a bala. Ainda est�o inconscientes.
Saberemos mais quando acordarem.
O plano funcionou, xerife.
- O que estava fazendo l�? - Voltando para a cidade.
- Com seus amigos? - Amigos?
Os dois homens com quem estava.
Eles j� tinham ido na dire��o oposta, para Denver.
- E por que partiram? - Conclu�mos nossos neg�cios.
- Ent�o estava sozinho? - Sim. Ouvi barulho atr�s de mim...
Ent�o ouvi tiros e me voltei para ver.
Deixa eu entender. Voc� foi em dire��o aos tiros?
Fui cauteloso.
Me escondi at� ter certeza que s� haviam os condutores por perto.
- Estavam inconscientes? - Sim.
Se est� escondendo alguma informa��o da lei...
Ent�o � um c�mplice.
J� disse tudo o que sei.
Tempo esgotado.
Entreguem seus testes, por favor.
Obrigada.
Brian. Voc� n�o terminou.
- Desculpe. - Preciso que entregue agora.
Obrigada.
Ol�, Brian.
- Oi, m�e. - Como foi na escola?
- Bem. - Como foi sua prova de aritm�tica?
Eu fracassei.
Fracassou no teste?
- Talvez seja porque faltou � escola. - N�o quero falar disso.
- Nunca falhou num teste antes. - Mas falhei agora.
- Brian, acho que dev�amos conversar. - � s� um teste.
Tenho que ir pra casa fazer minhas tarefas.
Xerife. O condutor acordou.
- Haviam quantos homens l�? - Tr�s.
Pode descrev�-los?
Dois deles eram...
Sei l�... Tinham chap�us e armas. Nada de especial.
Mas o terceiro era diferente.
Como assim? Se vestia diferente? Mais chique?
- Era como um �ndio. - Um �ndio?
Olha... n�o era um �ndio, mas tinha cabelo comprido...
Cabelo castanho.
E um casaco feito com aquelas camur�as que os �ndios usam.
Parece aquele homem que estava te procurando.
Achei que tivesse cuidado dele.
N�o se preocupe. Vou cuidar.
Vamos!
Vamos!
Maldito cavalo.
Entre.
Dra. Quinn. Boa tarde.
- Eu posso? - Claro.
Como v�o as aulas?
Muito bem. Obrigada.
Estou conhecendo melhor os meus alunos.
- Isso leva tempo. - Com certeza.
Queria conversar sobre o Brian.
Ele sempre foi bem na escola.
- Extremamente bem. - Sim.
Eu soube que ele falhou no teste de aritm�tica.
- Ele s� completou metade do teste. - O que houve?
N�o tenho certeza...
Fico feliz que tenha vindo, porque eu queria perguntar...
se h� algo em casa que o esteja perturbando.
�s vezes, se h� problemas em casa, tamb�m h� problemas na escola.
Asseguro que n�o h� nenhum problema.
Talvez seja um problema aqui.
Com outro aluno... Ou...
Com a professora?
- Ele nunca falhou em um teste. - Brian e eu n�o temos problemas.
Ent�o o que poderia ser?
N�o notou nenhuma mudan�a nele nas �ltimas semanas?
Ele n�o presta mais aten��o. Ele se distrai.
- Brian n�o � assim. - Algo o perturba.
Ser quiser, posso falar com ele, para tentar descobrir o que �.
N�o, n�o � necess�rio. Eu falo com ele.
Obrigada.
- O que faz aqui? - Des�a at� aqui.
O homem que atirou no condutor est� l� em cima.
- Quero falar com voc�. - Ele tentou matar os dois.
- Vamos. Temos que ir depressa! - Ent�o estava l�?
Olha, Matthew, eu explico depois.
Voc� vai me explicar agora.
N�o � o que est� pensando.
Voc� atacou aquela carro�a.
- N�o sabe a hist�ria toda. - Sei tudo o que preciso saber.
- Est� deixando ele fugir. - Esque�a-o. Estou falando com voc�!
Tentou roubar aquela dinamite.
- Pra deter a represa. - Dois homens est�o feridos!
- Eu n�o atirei neles! - N�o foi honesto comigo desde o come�o.
Estava me dizendo uma coisa e fazendo outra.
Eu estava tentando garantir que ningu�m iria se ferir.
Esse � o meu trabalho.
Devia ter deixado eu cuidar disso em vez de fazer tudo sozinho!
Voc� n�o � a lei. Eu sou a lei.
E eu vou prender voc�.
Guarde isso.
Vamos.
Brian?
Eu fui ver a Sra. Morales hoje.
Por que fez isso?
Bem... N�s duas estamos muito preocupadas com voc�.
E estive pensando... Agora que Colleen est� na escola e Matthew mora sozinho...
Eu tive que contar mais com a sua ajuda.
Voc� ficou com tarefas extras.
Eu n�o ligo.
Tem certeza?
Tenho.
Quero que saiba que gra�as a toda a sua ajuda...
eu posso passar mais tempo com Katie.
Sou muito grata � voc� por isso.
Mas agora percebo que...
suas tarefas podem ter interferindo com seus deveres da escola.
N�o � isso.
Ent�o o que �, Brian? O que o incomoda?
Lamento por ter perdido sua competi��o.
- Tamb�m n�o � isso. - Ent�o o que �?
Por favor, me diga.
N�o � nada...
Eu amo voc�, m�e.
Est� tudo bem l�...?
O que foi? O que h� de errado?
Eu tive que prender Sully.
Por qu�?
- Por tentativa de roubo. - Roubo?
Eu estava tentando deter a represa e...
as coisas sa�ram do controle.
- Com certeza voc� tinha outros meios. - H� meios legais.
N�o havia tempo.
Uma vez que explodissem a montanha, tudo desaparecia pra sempre.
- N�o podia ficar parado s� olhando. - Ent�o se uniu �queles pistoleiros?
- Planejavam um ataque. Por isso eu fui... - Fazer um trabalho que era meu.
- Eu n�o queria que se ferisse. - � o meu trabalho.
- Eu escolhi isso. - Esperem um pouco.
Sully, quem eram os outros homens?
- Os que Preston contratou. - Ele disse que n�o tinha nada com isso.
- Ele estava l�. - Ningu�m mais o viu.
Ele se certificou disso.
S� que ele n�o conseguia controlar os homens.
Ent�o fui pra garantir que ningu�m se feriria.
Era s� pegar a dinamite. Eu disse pra n�o atirarem.
Ah, por favor!
Se voc� sai com armas, sempre h� a chance de algu�m atirar.
E o que aconteceu depois?
Quando Ray viu que fomos enganados...
ele atirou no condutor. Tentou atirar no outro, mas eu o impedi.
A arma disparou mas ningu�m se feriu.
Voc� poderia ter morrido.
O que prop�e fazer agora?
Eu n�o tenho escolha.
Vou telegrafar ao ju�z da corte regional.
Vai ficar tudo bem.
Vai ficar tudo bem.
Dra. Mike.
- J� telegrafou ao ju�z? - J�.
Ele vir� amanh�. Deve chegar � tarde.
Dra. Mike, eu n�o queria fazer isso.
- Deve saber disso. - Eu sei.
Eu disse pra Sully ficar fora disso.
Ele n�o me escutou.
N�o me deu escolha.
Eu sei que est� zangado com Sully.
E entendo que s� est� fazendo o seu trabalho.
Mas espero que ao faz�-lo...
voc� escute os dois lados dessa hist�ria.
E que a investigue inteiramente.
Acho que devia me contar melhor o que houve l�.
- Eu j� contei. - E Sully tamb�m.
Eu mantenho o que j� disse. Agora se me d� licen�a...
Eu sei que voc� planejou aquele ataque.
Est�o � procura de Billy e Ray e quando forem pegos...
- Ray e Billy? - Foi visto com eles.
A descri��o bate com as dadas pelos condutores.
- E da�? - Da� que viram voc� pag�-los.
Por um trabalho leg�timo que fizeram no hotel.
Tenho os recibos para provar isso.
Os contratou pra roubarem aquele carregamento.
Sully testemunhar� contra voc�.
- Ser� a palavra dele contra a minha. - Exato.
Eu sou um banqueiro. Um membro respeitado dessa comunidade.
Ele ser� um criminoso condenado at� l�.
Ningu�m acreditar� nele.
Eu n�o apostaria nisso.
Tenho raz�es suficientes para prend�-lo agora e...
deixar que o ju�z decida em quem ele acredita.
Quer arriscar?
Ou...?
Ou poderia testemunhar no julgamento de Sully.
- Para dizer o qu�? - O que voc� viu.
Que Sully tentou deter os tiros e que salvou os condutores.
E voc�... esqueceria esse assunto?
Como voc� disse...
n�o tenho provas concretas.
Ainda.
Eu ficaria feliz em testemunhar em favor de Sully, xerife.
Eu declaro o acusado Byron Sully...
culpado das acusa��es.
Eu o sentencio, Sr. Sully...
a seis meses de pris�o.
Entretanto, devido a circunst�ncias atenuantes...
cinco meses foram suspensos.
Com uma semana para servi�os.
Tr�s semanas de pris�o...
Come�ando hoje.
Eu sei que fez o que tinha que fazer.
E voc� tamb�m.
Traduzido e legendado por J. M. Mazaia
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