Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Os anos 80, no final da década, a Guerra Fria ainda está gelada,
mas a esperança de mudança está no ar.
Sr. Gorbachev, derrube este muro!
Foi o ponto de viragem,
o grande ponto de viragem histórico.
Quem conhecia o fantástico poder da ganga.
Os jeans representam liberdade, paz e rebeldia.
Um carro que fala.
Ainda disparam contra nós.
Obrigado, Michael, mas tinha reparado nisso.
E o único, o inigualável, o Hoff,
desferiria um golpe poderoso pela liberdade.
Cantar nessa noite no muro foi uma magnífica parte da história.
Nos finais dos anos 80,
uma cidade é um monumento para as divisões da Guerra Fria.
Desde 1961, Berlim estava dividida a meio por um muro.
O Muro de Berlim simbolizava o horror de um estado totalitário,
a União Soviética e a grande divisão entre leste e oeste.
No oeste, eram livres.
No leste, eram cativos.
Enquanto a década atinge o seu clímax,
Reagan e o líder soviético Mikhail Gorbachev,
podem parecer simpáticos,
mas não deixem que os sorrisos vos enganem.
Reagan está determinado a vencer a Guerra Fria.
Todos os outros presidentes tinham seguido uma política de contenção.
Tinham aceite a permanência da Guerra Fria.
Tinham aceite a permanência da União Soviética
e Reagan abominava o comunismo soviético.
Achava ser um poder militar perigoso e desagradável
e um sistema económico que tinha falhas e provavelmente a desmoronar-se.
Reagan vê a sua contínua relação com Mikhail Gorbachev
como chave para a queda do sistema.
Estão a dar-se bem?
Consegue ver isso, não?
Gorbachev disse-me várias vezes que se deram bem de imediato,
Tinham uma relação muitíssimo boa.
Diria que a uma maior proximidade, teriam sido amigos.
12 de Junho de 1987
Reagan foi convidado a fazer um discurso
na Porta de Brandemburgo em Berlim Oriental
quando a cidade celebrava o seu 750.o aniversário.
O mundo inteiro estaria a ouvir.
Por isso decide usar as palavras como uma arma.
Reagan tinha a sensação que estava na hora
de desferir um golpe esmagador à União Soviética.
Enquanto íamos para a Porta de Brandemburgo,
o Presidente revia o esboço do discurso uma última vez.
Um discurso ousado é o trabalho
de um funcionário de 30 anos da Casa Branca, Peter Robinson.
Antes sequer de começar a redigir o discurso,
voei até Berlim como parte de um grupo da Casa Branca
para fazer a viagem prévia.
Deram-me boleia num helicóptero do Exército.
Voámos mesmo por cima do muro.
Do ar, víamos o que havia do outro lado,
arame farpado,
torres de vigia,
cães sentinela,
soldados a marchar para trás e para a frente.
O que víamos do ar,
no outro lado do muro, era uma zona de morte,
literalmente uma zona de morte,
onde dezenas de pessoas tinham morrido a tentar escapar.
No consulado americano,
Robinson recebe um aviso dos seus superiores.
Ele disse: "Não faças o Ronald Reagan soar como um cowboy anticomunista,
não descarregues nos comunistas
e não fales muito do muro, eles já estão habituados a ele."
Nessa noite, ele janta com amigos em Berlim Oriental.
Falávamos sobre vinho alemão, o clima alemão
e depois fiz a pergunta que tive em mente todo o dia.
O muro.
Já se habituaram a ele?
A pergunta mudou a história.
Um homem levantou o braço e apontou e disse:
"A minha irmã mora a escassos quilómetros naquela direção,
mas não a vejo há mais de 20 anos."
Como acha que nos sentimos sobre o muro?
E Ingeborg Elz ficou furiosa.
Bebemos muito,
por isso a paixão surgiu sozinha.
Bati na mesa com o punho e disse:
"Se Gorbachev fala a sério, então tem de derrubar o muro."
Uma lâmpada por cima do meu ombro podia ter acendido
porque senti imediatamente
que queria estruturar o discurso em torno de um apelo ao derrube do muro.
Mesmo face à oposição dentro do próprio governo.
O Departamento de Estado opôs-se.
O Conselho de Segurança Nacional opôs-se.
O Presidente sobrepôs-se a todos e avançou sozinho.
O Presidente Reagan acreditava que apelando,
dizendo que os soviéticos estavam presos,
era uma parte essencial da guerra política e psicológica.
E sempre me recordarei de ele inclinado a dizer:
"Vai levar os rapazes do Dep. de Estado à loucura,
mas vamos deixar estar."
Secretário-Geral Gorbachev,
se procura a paz,
se procura a prosperidade da União Soviética e da Europa de Leste,
se procura a abertura,
venha até esta porta.
Sr. Gorbachev, abra esta porta.
Sr. Gorbachev, derrube este muro!
"Derrube este muro."
Ele di-lo com tal força.
O discurso era em direto, "derrube este muro."
Vimos isso com os próprios olhos.
Aqueles quatro monossílabos, bum, bum, bum, bum.
De certo modo, pareciam marteladas.
Derrube este muro!
E o impacto de ver isso foi o ponto de viragem.
Um grande ponto de viragem histórico.
Mas seriam precisas mais do que palavras para derrubar a Cortina de Ferro.
Felizmente, a América tinha uma arma secreta.
Um galã apaixonado por um carro falante, numa forma platónica, claro.
Kitt, passa a manual, vamos parar.
A sério? Porquê? Há uma jovem senhora na vizinhança?
Como sabias disso?
És tão previsível.
O Justiceiro fará de David Hasselhoff
uma estrela internacional.
Em breve e para sempre conhecido como o Hoff.
Sou o Michael Knight.
- Robin Ladd. - Qual é o problema?
Foi um grande êxito no mundo
porque todos podiam ver.
As senhoras viam
pelo jovem Michael Knight.
Dormimos sobre o assunto?
Talvez a inspiração chegue de noite.
Está bem.
Os miúdos viam porque o Kitt era espetacular.
E os homens viam
porque havia incrível ação máscula.
A minha semana girava em torno de garantir
que não me metia em sarilhos, para poder ver O Justiceiro,
um carro onde carregas num botão, e...
Em breve, O Justiceiro é transmitido em 82 países,
e inexplicavelmente é um enorme sucesso na Alemanha Ocidental.
Estreia na Alemanha Ocidental
Em 1985 E mantém-se no ar 27 anos
Mas no outro lado do Muro de Berlim,
o regime comunista não transmite televisão americana decadente.
Não tinha a noção da situação da Alemanha Oriental e Ocidental
até ter feito digressões.
Vi os muros, vi os guardas.
Era inacreditável.
-Mas nenhum muro... - Vamos, Kitt.
... vai travar Michael Knight.
Os alemães orientais queriam tanto
entretenimento como O Justiceiro,
que desafiavam as autoridades e sintonizavam canais da Alemanha Ocidental.
Os alemães orientais gostavam de O Justiceiro por causa
do carro sofisticado, o Trans Am mesmo sofisticado.
e a viril personagem principal lutava pela liberdade e justiça.
E não era o único.
Programas televisivos pirateados, rádio e música pop
tudo molda uma imagem da América e da sua cultura
que vicia a juventude da Europa de Leste.
A visão da América que foi vendida nos anos 80,
uma mensagem, e a mensagem é, a vida é boa.
A mensagem é, a vida é divertida.
As pessoas noutro país: "Isto é América, é entusiasmante,"
especialmente se estão presos e não têm acesso à sensação de liberdade.
Era como sonhar acordado.
Os programas televisivos aumentavam o desejo de viver em liberdade,
como as pessoas que víamos neles.
Alguns alemães estão tão desesperados por sentir a liberdade,
que recorriam a medidas extremas para alcançá-la.
Pediu-me: "Tenho de ir para o outro lado."
É a minha última esperança.
Era uma situação crítica.
Grande perigo para nós.
No final dos anos 80,
o mundo ainda está dividido entre Leste e Oeste,
mas a arma americana para vencer a Guerra Fria
não é uma bomba.
Até depois, Bill e Ted!
É a cultura pop.
A cultura popular tornou-se
talvez na nossa exportação mais significativa,
não apenas em termos económicos,
mas em suave poder
exercido desta forma não governamental.
- Truz-truz. - Era tanto uma guerra cultural
como uma Guerra Fria.
E os americanos têm uma das armas para a guerra cultural
escondida no bolso de trás.
ANÚNCIO LEVI'S 1988
Lembro-me de um anúncio famoso.
Um jovem,
põe as suas Levi's no frigorífico
até estarem frescas que chegue para ele,
e a reação da rapariga, uau.
Depois disso, todos queriam ter umas Levi's.
Os jeans representam liberdade e paz
e rebeldia no mundo.
Mas havia um problema.
Jeans eram como... ouro em pó.
ANÚNCIO LEVI'S 1986
Muitos queriam os jeans e eram muito escassos
e muito caros.
Na Alemanha Oriental dos anos 80, um par de Levi's custava um mês de salário.
Os estilistas da Alemanha Oriental davam o seu melhor para replicar Levi's,
mas nunca o conseguiram.
Os jeans eram muito feios,
não eram da cor certa e nem do material certo.
Não era mesmo ganga.
Era Levi's ou nada.
Assim que a cultura popular dos jeans azuis à música rock
aos programas televisivos começou a vazar para a esfera soviética,
foi o início do fim.
A cultura popular Ocidental transmitia a promessa de vida melhor
que existe a uma pedra de distância no outro lado do Muro de Berlim.
Alguns acatam a chamada e arriscam tudo para escapar.
239 pessoas foram mortas A tentar escapar de Berlim Oriental
O sistema era desumano.
Leva as pessoas
a fazer loucuras.
ESTÁ A SAIR DO SETOR AMERICANO
Hans-Peter Spitzner é um professor alemão oriental,
desesperado por se juntar à esposa e à família dela no Ocidente,
e irá fazê-lo com a ajuda de um simpático estranho.
O Sargento Yaw é um soldado americano na Alemanha.
Agosto, 1989
Tens alguns dias de folga
e vai ver Berlim Oriental com os próprios olhos.
É uma experiência perturbadora.
Não conseguia entender como podiam ter construído um muro
entre um país que tinha familiares ou amigos dos dois lados.
Era muito diferente.
Não parecia haver qualquer felicidade
e se olhasse alguém nos olhos,
não cumprimentavam. Passavam ao lado.
Mas horas depois,
um estranho olha-o nos olhos num estacionamento em Berlim.
Ele olhou-me nos olhos e acho que me desarmou.
Pediu-me: "Passe-me para o outro lado."
É a minha última esperança.
Mas há um senão.
Não está sozinho.
Disse-lhe que tinha uma filha comigo.
Pensei para mim: "O que é que ele disse?"
Ele saiu do carro dele,
veio até ao meu carro,
olhou pela janela,
viu a minha filha adormecida.
Fiz uma pequena oração,
"Pai do Céu, guia-me nesta situação."
Ele disse: "Está bem, eu ajudo."
Spitzner e a filha esconderam-se na mala do carro do americano.
Yaw parte para o posto de controlo de Berlim Ocidental.
Estava calor. Estava escuro.
Era um grande momento, conseguia senti-lo de alguma forma.
Era uma situação crítica.
Se nos encontram, vou para a prisão
e a minha filha vai para uma casa estatal para crianças.
Perigo grave para ambos.
Só sabia que se fosse apanhado,
seria um incidente internacional.
Quando nos aproximámos do posto,
o guarda levantou o braço e parou-nos.
Quando o carro parou...
... tivemos medo.
O guarda aproximou-se do carro.
Anda lentamente à volta do carro, no que pareceu uma eternidade.
Tinha de ficar calada, por isso dei o meu melhor.
Não sabemos o que aconteceu.
Um minuto parece uma hora.
O guarda encarava-me...
eu encarava-o de volta.
Muito bem, agora...
eles controlam o carro.
Foi nesse momento que percebi que era uma situação perigosa.
Olhei para ele e disse: "Já acabou?"
E ele finalmente olha para mim,
sorri um pouco e diz: "Obrigado",
e levo-os através da fronteira.
Este foi o momento...
Eu...
Não consigo dizer-te o que sinto.
Foi uma coisa muito corajosa
fazer isso por alguém que nunca tinha visto.
Voltaria a fazê-lo. Não pensaria duas vezes.
Não podia estar mais contente por eles.
Fez uma coisa tão grande, e sim,
acho que devia ser um exemplo para todos.
São as últimas pessoas a escapar de Berlim Leste
através do posto de controlo Charlie.
Durante anos, o Muro de Berlim simbolizou a crescente tensão da Guerra Fria,
mas em breve, o evento mais explosivo da década
irá mudar completamente o mundo.
1989, o mundo comunista começa a quebrar.
Nos finais dos anos 80,
a economia nem sequer funcionava,
Os acordos comerciais entre o Bloco Soviético
e os seus satélites tinham colapsado.
Em junho, a multidão chinesa juntou-se na Praça de Tiananmen
para protestar contra o governo totalitarista.
Seguiu-se um massacre.
Em outubro, na Alemanha Oriental,
Mais de 70 mil pessoas marcham contra o regime
e, incrivelmente, os guardas não reagem.
A polícia está demasiado ansiosa para atirar contra 70 mil pessoas. Desistem.
E as pessoas percebem isso imediatamente.
E o povo celebrava-os.
O país estava em crise.
Gunter Schabowski, porta-voz do politburo alemão oriental,
dá uma conferência de imprensa.
Entre os vários jornalistas na sala, está o apresentador da NBC, Tom Borkaw.
Ninguém sabia bem como isto se iria desenrolar
no fim de contas, mas era uma boa história.
Após um discurso incoerente, algo aconteceu que agitou o mundo.
Alguém lhe entregou um papel
e ele disse: "O politburo decidiu
que os residentes da RDA podem entrar e sair
por qualquer das entradas e saídas do Muro de Berlim."
E ninguém percebia bem o que ele lia,
depois houve gritos.
Ab sofort.
Imediatamente.
Quer dizer imediatamente?
Sob pressão dos média,
o porta-voz só pode voltar a consultar o papel.
E eles disseram: "Sim, imediatamente."
Os repórteres não acreditavam no que ouviam.
Havia muito disto.
Será que ouvi o que ele disse?
Antes de Schabowski sair do edifício, o apresentador da NBC encurrala-o.
Sr. Schabowski, percebi corretamente?
Cidadãos da RDA
podem sair por qualquer posto de controlo que escolham.
É-lhes possível atravessar o muro?
É-lhes possível atravessar a fronteira.
E pensei...
esta é a maior história em que já estive envolvido.
Quando a televisão alemã ocidental noticia o anúncio,
os berlinenses agem apressadamente.
E depois milhares deles apressam-se para a Porta de Brandemburgo
e estavam no topo do muro a tentar atravessar pessoas.
Mas ninguém se lembrou de dizer à Guarda Fronteiriça.
Fui ao posto fronteiriço e pedi ao guarda,
"Abra os portões, abra a fronteira.
ouviu o que disse o Schabowski,"
e ele estava assim parado e disse:
"Não, o muro está fechado."
Os guardas alemães orientais recorreram aos velhos truques
e começaram a disparar água contra os alemães ocidentais.
Os guardas não sabiam bem como reagir.
Há demasiadas pessoas e não têm quaisquer ordens.
Finalmente, retiram-se.
Boa noite, em direto do Muro de Berlim
na noite mais histórica na história deste muro.
Ninguém acreditava que isto aconteceria.
Todos pensavam que a Guerra Fria nunca desapareceria
e, de repente, o muro desabava,
e a liberdade estava no ar.
O que se passou a seguir pode-se considerar o final perfeito de Hollywood.
As velhas paredes caíram e parecia que nunca mais se ergueriam.
Os deles estavam de jeans americanos,
a bater com marretas.
Era uma visão verdadeiramente histórica.
Trinta e um de dezembro de 1989,
a festa mais louca tem lugar no Muro de Berlim
e os promotores sabem exatamente que estrela querem para atração principal.
Um símbolo bronzeado da democracia mundial.
Fui o primeiro americano a fazer digressão na Alemanha Oriental
ois da queda do muro.
Em 1989,
o Hoff tinha lançado uma canção, que se tornou hino
para aqueles presos na Cortina de Ferro.
Agora o bonitão com um carro falante porreiro
cantava numa nova era.
Tenho procurado a liberdade
Procuro há tanto tempo
Tenho procurado a liberdade
A procura ainda continua
Cantar nessa noite no muro era um evento incrível.
Alemanha Oriental e Ocidental,
Um milhão de pessoas, e todas cantavam em inglês.
Sorri durante toda a canção,
não parei de sorrir durante uma semana.
Tenho procurado a liberdade
Procuro há tanto tempo
Saltei o muro.
- Saltou o muro? - Sim.
Nem sequer tenho as palavras inglesas para explicar como me sinto.
Estou feliz. Sonho com isto há anos.
Procuro há tanto tempo
Ainda não se pode encontrar
Não se pode encontrar
Nos dois anos seguintes à queda do Muro de Berlim,
a União Soviética colapsa totalmente,
as paredes derrubadas pelos próprios cidadãos,
incitados pela promessa do que estava do outro lado.
Queriam coisas americanas. Queriam músicas americanas.
Queriam o Michael Jackson. Queriam a Madonna.
Queriam os nossos jeans.
Era uma vitória para o nosso estilo de vida.
No final da década,
o suave poder do ocidente, liderado pelos programas televisivos americanos...
É o B.A. Baracus!
... cabelos compridos, jeans azuis e claro, o Hoff,
tinha de algum modo conseguido transformar o mundo.
E se seguirem o vosso coração, os milagres acontecem.
Legendas: Pedro Barbosa
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.