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Zulu
Conseguimos!
Sensacional, Dale, o melhor tempo at� agora.
Quanto fizemos?
86 segundos por volta. Atingimos os 110.
Na �ltima volta quebrou algo na caixa de marcha.
Estava em terceira e come�ou a vibrar.
- Pode ter quebrado o eixo. - Vamos desmontar.
Avisem-me assim que descobrirem.
- O Sr. Chase j� disse alguma coisa? - Ainda � cedo.
Os patrocinadores gostam de brincar de gato e rato.
N�o far� melhor investimento como no Gordon Packard.
Logo saberemos. Ele vai l� em casa esta noite.
- � sua festa? - � minha festa?
Muito obrigada por ter me avisado, pai.
Voc� receber� os convidados. Coloque um vestido.
- O que acha? - Um espanto.
- A minha filha ou o carro? - Ambos.
Sou um homem de poucas palavras. Dediquei minha vida � companhia.
Est� cheio de d�vidas.
Apostei tudo que tinha no Gordon Packard. E o senhor viu.
� um bom carro. Ainda mais numa estrada plana,
mas como reagir� em condi��es dif�ceis?
Como grandes dist�ncias, estradas duras ou alcalinas?
Com temperaturas altas e sob tempestades de areia?
- Est� parecendo o Sahara. - E �.
O Rally Mundial do Sahara.
S� concorrem cinco carros, mas cada um � uma lenda.
Um Rolls, um Bentley, um Saab, em Hispano Suiza,
Um Alfa Romeo e um Mercedes.
Tem um belo carro, mas antes de lhe entregar
um contrato de 60 milh�es,
quero ver essa coisa correr pelo inferno e ganhar.
O que se passa, String?
O motor est� limpo, mas descobrimos metal
na caixa de marcha e quero retir�-lo.
O motor est� �timo. A transmiss�o � que e preocupa.
Dale disse que pareceu uma troca de marcha arrastada.
S� se pode ter certeza se eu experimentar.
Vou dar uma volta na pista.
Seja o que for, vai ranger ou arrebentar.
Voc� prometeu que seria f�cil.
Erwing, o que aconteceu?
Srta. Gordon, houve um acidente.
Voc� tinha raz�o sobre a transmiss�o. As rodas ficaram presas.
Eu sei pai, falamos amanh�...
A suspens�o dianteira esquerda ficou destru�da.
N�o fale.
Ou�a, droga! � a �ltima vez que nos veremos.
N�o ou�o nada!
Esse carro � tudo para n�s.
Os meus planos para o futuro e para voc�,
para a companhia.
Sabemos que � o que h� de melhor,
mas o Grupo Chase quer uma �ltima experi�ncia,
uma corrida de resist�ncia ao longo do deserto.
O Rally Mundial do Sahara.
N�s podemos ganhar. Podemos ganhar...
- � uma corrida muito dif�cil. - Era o sonho do meu pai.
Era a vida dele... e agora, a minha.
- � mais do que guiar... - O que quer dizer?
� uma corrida organizada por membros de um clube
muito elegante que s�o muito exigentes quanto aos membros.
Eles t�m regras.
N�o deixam uma mulher guiar nem at� � linha de partida.
� s� para homens.
String achou que, j� que estou aqui, posso dirigir.
Andy, n�o se preocupe.
Veja s� aquilo!
Que surpresa...
Bem-vindo a Marrocos.
- O carro americano � seu? - �. Meu nome � Dale Gordon.
Filho, � claro...
� melhor tomarmos conta do nosso amigo.
Sou o capit�o Brown, do contingente brit�nico.
Este � Enrico Betrocelli, o nosso rival italiano.
� um piloto sensacional, mas nunca ganhou uma corrida.
- Voc� fala demais. - Bem-vindo � bordo.
- Ele � novo... - O pai me venceu uma vez.
Quem � que n�o vence?
- Esque�a. - Deu resultado!
N�o se esque�a de ir ao banheiro dos homens.
Que lugar � esse? Quem s�o estes homens?
S�o da tribo Chambra. Eles v�m do deserto pra comprar mulheres.
Comprar mulheres?
Chamo-me Dale Gordon.
Deve haver 2 quartos reservados para mim e minha equipe.
Lamento muito, mas estamos cheios.
- Mas eu reservei os quartos! - Lamento, mas n�o temos nada.
Desculpe, mas talvez eu possa ajudar.
Sou Eric Von Glessing.
Devem ter cancelado as reservas
quando souberam da morte do seu pai.
- Conhecia meu pai? - Muito bem.
Tenho que arranjar alojamento em outro lugar.
Como este � o �nico hotel em El Jarida, vai ser dif�cil.
Mas eu tenho uma su�te muito grande.
Leve as coisas do sr. Gordon para a su�te n� 23.
- Muito obrigado. - � um prazer.
N�o quero que lhe aconte�a nada antes de come�armos a corrida.
Sem carro, voc� n�o vai come�ar corrida nenhuma.
O carro dele � conhecido pela Miragem.
Eles est�o irritados por eu n�o mostrar o meu carro,
um costume que seu pai compreendia e respeitava.
Voc� o conheceu muito bem, n�o conheceu?
Eu o venci uma vez.
Mas foi sempre um prazer correr contra um Gordon.
Que ganhe o melhor.
Meus senhores, bem-vindos a Marrocos.
Sou o major Duvain, adido militar,
e represento o governo franc�s na Sahara Ocidental.
Permitam que lhes sugira que esque�am
o chamado Rally do Sahara e voltem para seus pa�ses.
A raz�o da mudan�a na nossa pol�tica
� uma guerra tribal prestes a acontecer nas dunas.
O norte da �frica est� � beira de uma guerra tribal.
Que maravilha!
Sabe o que � uma guerra tribal, sr. Brown?
Com certeza. Todo mundo sabe.
Ent�o sugiro que n�o tomem o percurso mais curto,
porque s� um carro com asas poderia atravessar essas dunas.
Pelo percurso mais longo, levariam 9 a 10 dias.
N�o se esque�am que o percurso mais curto s� tem um po�o,
n�o existe gasolina, eleva��es ou marcos.
Apenas uma guerra tribal e os Chambra.
- Boa sorte. - Igualmente.
Algu�m viu o segundo carro de Von Glessing?
Ele deve tramar outro de seus truques sujos.
� muito tarde para preocuparmo-nos com isso.
Parem.
Minhas senhoras e meus senhores, pe�o a sua aten��o.
Quando o canh�o disparar a corrida...
- Agora? - Agora.
� uma mo�a!
- Conseguimos! - Eu sabia!
Vamos ganhar a corrida.
Viu aquilo?
Verifique.
- O que sugere? - O caminho mais longo.
Demoraremos seis a sete dias pelo caminho mais longo.
Pelo caminho mais curto, pouparemos 3, talvez 4 dias.
Eles est�o em guerra e podem mat�-la.
- Quem � aquele? - O ingl�s.
Se quiser ir pelo caminho mais curto,
volte � esquerda nos camelos.
� com voc�. Tem medo de ser atingida?
O Alfa j� ficou para tr�s. Os outros v�o � nossa frente.
Ainda bem. Ningu�m nos ver� tomar o caminho mais curto.
Isso � lindo!
Quem me dera que meu pai estivesse aqui.
Est� na hora de descansar.
- Que horas s�o? - Duas e meia.
Mas s� at� amanhecer.
- Andrew, acorde. - J� chegamos?
O que aconteceu?
S�o ciganos, n�mades do deserto, gente inofensiva.
Devem ter sido mortos antes de n�s chegarmos.
Mas o mapa dizia que isto era o Po�o Chambra.
- E eles protegem os ciganos. - N�o se sa�ram l� muito bem...
Vamos buscar a nossa �gua e sair daqui.
S�o 4 dias daqui a El Jarida e dois ou tr�s dias at� a chegada.
Temos que sair logo.
- Isto � dos Hamancha. - Come�ou a guerra tribal.
- Os soldados do diabo... - Vamos embora.
Vamos!
- N�o podemos fazer nada? - S� nos render.
� ele!
Bem-vinda, Olhos Azuis, � terra dos Chambra.
Me deixe em paz.
Aprenda, Olhos Azuis.
Tenha a honra de estar nas tendas do meu amo,
o xeique Ahmed El Jaffar, senhor da areia.
Eu sou Ibrahim Rasoul, guerreiro dos Chambra.
E voc� � minha escrava. Devia ter orgulho em me agradar.
Levem-na para a minha tenda e vigiem-na.
- O meu amo est�? - Est�, sim.
Ent�o vamos reunir o Conselho de Guerra.
Parece que os Hamancha est�o tentando enfurecer os Chambra.
Os Chambra n�o podem descobrir os nossos planos.
- Algu�m o viu? - N�o, mas eu vi o carro americano.
Uns �rabes o rodeavam
e parece que havia uma mo�a com eles.
Que maravilha!
Sem os americanos, e n�s, com dois dias de viagem
...ganhamos com certeza. - Ainda n�o ganhamos...
Ainda temos metade do Sahara pela frente.
Afaste-se de mim!
Tio!
Basta! Pare!
Prometo, meu senhor, que ela n�o voltar� a incomodar.
Voc� j� tentou uma vez e ela queimou a sua tenda...
Desta vez, se ela resistir, corto-lhe a garganta.
E, por um momento de prazer, a Legi�o invadir� a nossa areia?
Os franceses n�o se atrever�o a interferir.
Rezo para que esteja certo.
Levem-na para o acampamento e ponham-na na minha tenda.
N�o! Ela � minha.
Esquece de que nada � seu a n�o ser o que eu digo.
Ela n�o vale nada.
Levem-na para a tenda das minhas mulheres e vigiem-na.
Ela � como um animal selvagem.
Vamos investir contra Beg, o assassino dos ciganos.
Von Glessing, meu amigo diab�lico, voc� me enganou.
Pedi um carro de guerra, e o que voc� me traz?
Precisamente o que voc� ordenou.
Agora serei o trov�o na tempestade.
� um prazer servir um soldado t�o valente.
Em breve, vou querer mais carros, 10, 20, 100...
Se tratarmos do pagamento, eu vou embora.
Matem a cabra, unjam as mulheres e festejemos.
N�o, meu indecente amigo, n�o posso.
Ora��es t�m de ser ditas e as mulheres satisfeitas,
antes da prata mudar de m�os.
Vamos para a minha fortaleza no meu novo garanh�o.
Para baixo!
Retirar!
Retirar!
Bom dia. J� recuperou-se das prova��es?
Quem �?
Sou o criado particular do xeique Ahmed El Jaffar.
Deixe-me solt�-la.
� ingl�s.
Um ingl�s louco que n�o pode passar sem o sol do meio-dia.
- Posso ajud�-la? - Tire-me daqui.
No deserto, n�o se pede �gua � rocha.
Aqui sou um escravo.
Voluntariamente admito, mais impotente.
Por favor, coma.
N�o temos venenos nem afrodis�acos.
A comida � um presente do meu amo e senhor El Jaffar.
Esse Jaffar � civilizado?
Espero que um dia estude na minha universidade, Cambridge.
A prop�sito, tamb�m � o meu nome.
Fui professor l� durante muitos anos.
A sua pergunta n�o tem resposta.
Tenho que vencer uma corrida.
Os seus amigos contaram-me da corrida maluca,
mas, para voc�, ela deixou de existir.
A guerra domina as areias e Rasoul � o seu dono.
- Isso � o que ele pensa. - � propriedade dele.
E quando ele voltar, seria sensato
apreciar as tentativas dele para seduzi-la.
- Deix�-lo? - Mais do que isso.
Se ficar impaciente para que lhe toque,
talvez ele adie a sua morte.
- Est� brincando. - N�o estou n�o.
Uma rendi��o apaixonada � um pre�o barato
para manter essas sua linda cabe�a em cima dos ombros.
Voc� envergonhou o nome do seu pai. Os Chambras n�o se retiram.
Preferia que morressem?
� melhor ser comido por le�es que atormentado por hienas.
Agora, as tribos da areia far�o pouco de n�s.
- A tormenta vai passar. - Palavras...
Se � o chefe, ataque, bata-me ou mata-me,
mas basta de palavras.
� s� virar. � tudo.
Creio que devia primeiro aprender a guiar.
Lamento esse atraso infeliz, meu le�o do deserto,
mas com certeza, assim que o carro estiver em ordem,
voc� governar�, sem d�vida, no deserto.
Quanto a mim, tenho que seguir o meu caminho.
Tenho que vencer essa corrida para poder trazer mais carros,
canh�es e talvez at� um avi�o.
Este carro � o seu. Aquele � o meu.
Isso � uma... Muito bem.
Pode ficar com o meu carro enquanto conserto o seu.
- Os blindados servem a n�s dois. - E quero que ele dirija.
Sen�o eu o mato! Ou n�o me chamo Lord Beg.
Com certeza.
Vamos.
Pode me pagar depois.
O que est� fazendo com os meus amigos?
Se n�o os libertar, eles morrem.
S� Al� pode decidir a hora da morte.
- O que deseja? - Quero a mo�a.
- Ela � minha segundo a lei... - A lei sou eu.
J� me envergonhou hoje. N�o voltar� a fazer.
- J� est� feito. - S� pelo sangue.
Ent�o ela aquece o seu sangue...
Pelo menos, encontramos uma que voc� goste.
- N�o toque nela. - Esta noite ser� minha.
A lei diz que � minha por direito.
- S� se eu n�o me casar com ela. - N�o se atreva.
Ela � uma infiel, um dem�nio de olhos azuis.
N�o deve fazer isso.
Leve-a como presente meu, mas n�o se case com ela.
Diga que estamos em guerra,
e que n�o podemos oferecer a habitual hospitalidade.
Diga que v�o embora.
Dizem que vieram ver Ayesha, o dem�nio de olhos azuis.
Que palha�ada! Diga para irem para outras tribos.
Tio!
Os ciganos s�o a fonte das lendas.
A sombra dos Chambra � a sombra deles.
Olhos Azuis j� come�ou a espalhar o medo no nosso povo.
Os ciganos v�o aument�-lo.
� a lei, tio, e a nossa tradi��o.
D� a eles uma fogueira, uma tenda e �gua.
Ela j� sabe do casamento ou tamb�m tem medo dela?
Voc� saber�.
� muito bonito.
N�o tenha medo.
Aquele que vive na minha sombra goza da minha prote��o.
- E os meus amigos? - Tamb�m.
- Ent�o por que n�o os liberta? - Ser�o libertados a seu tempo.
Que quer dizer ser reclamada por voc�?
Quer montar?
Parece um sonho.
� o O�sis Chambra, o nosso ref�gio secreto.
Os jovens da minha tribo v�m aqui se banhar
antes do casamento.
Uma cascata no meio do deserto! � de perder o f�lego!
Voc� � que � de perder o f�lego.
Posso?
Quero agradecer por ontem voc� ter aparecido daquela forma.
Salvou-me a vida.
Voc� precisa entender que era o direito do meu tio.
No Sahara, uma mulher sem fam�lia que a proteja
pertence ao guerreiro que a capturar.
Ent�o, agora perten�o a voc�.
- A �gua est� fria! - Por que dirige o carro?
Foi desenhado e constru�do pelo meu pai.
O sonho dele era vencer uma corrida pelo Sahara.
Seu pai est� agora com as estrelas?
Meu pai tamb�m. H� tr�s anos.
Ele era magn�fico... a Tempestade do Sahara.
Est� com as estrelas... Parece poesia.
S�o os costumes do deserto.
Sabia que falam de voc� em volta das fogueiras?
S�rio?
Dizem que voc� � um poder maligno...
Capaz de possuir a alma de um homem.
E o que voc� diz?
Voc� n�o � m�.
Agora, os nossos destinos s�o um s�.
Queria que pud�ssemos ficar aqui para sempre.
Mas arriscamos a vida ao tomar o caminho mais curto
e estamos perdendo a vantagem.
Voc� deve entender o que essa corrida significa para mim.
Entende?
Ajude-me.
- � uma mulher com muita sorte. - Pode falar.
Mas eu n�o usaria esta roupa se quisesse me render a ele.
- Render-me? - N�o sabe?
- O qu�? - Deviam ter-lhe dito.
Vai ser a noiva dele.
� uma altera��o felic�ssima dos acontecimentos.
A primeira mulher � muito auspicioso,
por isso, arrume-se e troque de roupa.
Tudo tem que ser perfeito quando for ter com ele.
N�o brinque comigo, Cambridge.
Lamento, mas estou falando s�rio.
Mas ele n�o pode fazer isso!
Ele entendeu. Disse que entendeu!
E sei que estava falando s�rio.
Ele lhe disse que voc� podia ir embora?
N�o, mas deixou crer que eu podia partir.
Ele nunca poder� deix�-la partir.
Iria envergonh�-lo aos olhos do seu povo.
Ent�o mentiu! Estava brincando comigo!
Tamb�m posso brincar com ele. Diga a ele...
Eu mesma vou dizer!
N�o se aproxime de mim se n�o for de cora��o!
Voc� e suas palavras bonitas. Disse que tinha entendido!
N�o entendeu nada! Preciso terminar essa corrida!
Ela � um dem�nio da casa dos diabos!
- Voc� j� devia ter percebido. - Paci�ncia, tio.
- Ela o enfeiti�ou! - Ela vir� at� mim.
N�o ir� nada.
� mais forte do que voc�. Tem de ser obrigada.
Eu o mato, Rasoul!
Fique na minha frente para poder cuspir na sua cara!
Macaco!
Tirem-nos daqui!
J� come�aram a gritar e s� terminar�o
quando voc� se submeter voluntariamente ao meu senhor
e rastejar at� ele para acabar com a sua vergonha.
Os Hamancha!
Cambridge!
Leve as crian�as para as dunas e as mulheres para o o�sis.
Rasoul, espalhe-os.
Abdallah, proteja-o.
Os boatos s�o verdade.
Eles t�m uma mulher demon�aca que os protege.
Eles julgam que eu estou possu�do por voc�.
E t�m raz�o.
N�o poder� levar isso adiante!
Tal como eu governo a areia eu governo voc�.
N�o.
Esta noite, quando as fogueiras brilharem, vir� ao meu encontro.
Por favor, venha at� mim.
Deu certo! Pegue as coisas!
Droga!
- Imbecil! - Desculpe!
- Vai precisar disto. - Isto � bem inesperado.
Nunca pensei que ela se rendesse.
Assim que a vi, acreditei no imposs�vel.
Vai l�. Empurre!
Empurre!
Deixe-me continuar!
Fa�o melhor que isso. Vou com voc�.
N�o podemos perder, n�o �?
Dirija para os montes.
� o atalho pelas montanhas para a sua corrida.
Vamos, tio. � o momento pelo qual tanto esperava.
� uma loucura!
Antes, voc� fugia como um c�o. Agora, ruge como um le�o.
E por qu�? Por causa de uma mo�a est�pida de olhos azuis?
Bata mais. Rasoul n�o mudar� de opini�o.
V�o lev�-la para as grutas e n�o conseguir� derrot�-los l�.
- Apenas se derramar� sangue bom. - Reze para que eu n�o volte.
No momento em que ela o transformou
em tudo o que voc� sonhou, nega a sua ajuda.
Ela o enfeiti�ou, zombou dele.
Com a sua ajuda, ele teria uma chance.
O dem�nio de olhos azuis
que destruiu o meu lindo carro em peda�os...
Bem-vinda.
Bem-vindo, demoniozinho.
Agora, vamos ver...
se voc� � mesmo filha do diabo.
- Afaste-se de mim, porco imundo! - Uma gata selvagem!
E nova... Sabia que coleciono felinos?
Porco!
Lute! Adoro quando luta comigo!
Esquenta o sangue.
Joguem-na no po�o!
Se for um dem�nio de verdade, estar� viva quando eu voltar.
Comam bala, seus dem�nios!
Comam!
Matem-nos!
Coloquem-se em posi��o no topo do monte.
Rasoul, siga-me.
Socorro!
Algu�m me ajude!
A corda!
Quer que v� com voc�?
Fogo!
Jaffar!
Pegue a corda!
Depressa. Isso mesmo.
Depressa.
- N�o consigo! - Consegue, sim!
- Estou escorregando! -Segure!
N�o consigo, estou escorregando!
Espere!
- Cuidado! - Saia! Saia!
Devagar.
Espere!
Olhos Azuis... Matem Jaffar e Olhos Azuis!
Matem-nos!
Matem-nos!
Cuidado!
Protejam-se!
Rasoul!
Tio!
- Vou morrer, meu senhor. - N�o!
Toda a minha vida cumpri ordens do seu pai e suas.
Agora vou dar uma, a voc�, meu filho.
- Obedece? - Obede�o.
N�o a siga.
Fique com a areia, com o deserto.
Est� � sua disposi��o, para o conquistar
e o manter.
Vai!
- Entre! - Vamos!
- Vai mais depressa sem n�s! - Vemo-nos na chegada.
Primeiro lugar!
Juro que hei de vingar a sua morte.
Vamos conquistar o rochedo!
A mo�a!
Eu sabia que ela n�o era de confian�a.
Igual ao pai.
- Salte! - O qu�?
Eu disse para saltar! � um peso morto.
Agora!
O cruzamento!
Parem!
Droga!
Esta roda � minha e passou a linha em primeiro lugar!
Isso quer dizer que eu ganhei!
Voc� ganhou!
- N�s vimos! Voc� foi incr�vel! - Ganhamos!
Agora, tudo vai dar certo com o carro, a companhia e voc�.
Legendas: jmedeiros17 Revis�o e Sincronia: Julian Morris
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