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Est� a� algu�m?
Quem est� a�?
Marina, que fazes aqui?
A minha av� dizia:
"Se queres uma pele macia, usa lim�o."
Com este creme, vais parecer jovem no casamento.
Vais ver.
Vou fazer caf�.
Desculpa ter sido m�.
Perdoas-me?
Tens de remover a pele velha ou o creme n�o resulta.
Tem calma. N�o demora.
Amor, n�o te preocupes, a Marina sabe o que faz.
N�o queres ficar linda para mim?
N�o queres ficar linda para ele?
Que foi?
Um sonho.
Foi s� um pesadelo.
Ent�o?
AMOR TRAI�OEIRO
N�MERO DESCONHECIDO - OL�!
PODES BLOQUEAR-ME, MAS VOLTO SEMPRE...
Tu � que devias estar aqui com este vestido de noiva, n�o eu.
Para, se queres fazer isto, f�-lo bem.
- Tenho 60 anos. - De n�s as duas, �s a mais fixe.
- Ela vai lev�-lo. - Perfeito.
Est� bem, eu levo.
Experimente este.
SE MUDARES DE N�MERO, ENCONTRO-TE.
Que foi? Passa-se alguma coisa?
N�o, coisas de trabalho.
Lamento. Os seus cart�es est�o bloqueados.
- Sem d�vida. - Obrigado.
Os meus cart�es est�o bloqueados?
Podem deixar-nos a s�s? Obrigado.
- Senta-te, m�e, para falarmos. - N�o me sento. Estou bem assim.
Ent�o?
O processo legal � demorado. N�o podia deixar-te ir � fal�ncia.
Qual processo?
Abuso de adulto vulner�vel.
Abuso de adulto vulner�vel?
Ajuda-me a perceber. O adulto vener�vel sou eu?
N�o entendes agora.
N�o est�s bem da cabe�a h� meses. Fa�o-o por ti.
Para impedir esta farsa que te vai arruinar.
Stefano, que conversa � essa?
Cuidarei de ti, quer queiras quer n�o.
E h� mais. � melhor saberes por mim.
- Obrigado. - Bom dia.
� uma notifica��o de acusa��o.
Eu e o pai fizemos uma queixa contra o Elia.
A que devo a visita? Tiveste saudades?
Preciso do dinheiro.
- Porque o devolveria? - Recebi uma notifica��o de acusa��o.
A fam�lia dela vai processar-me.
Se investigarem, podem descobrir sobre Ibiza.
Eles v�o encontrar-te.
Se me deres o dinheiro, falo com o filho dela.
- Posso convenc�-lo a parar. - N�o v�s que � tarde demais?
N�o me obrigues a pedir da forma mais dif�cil.
A investiga��o j� est� a decorrer.
O teu nome vai aparecer. Queres arriscar?
E o que fa�o?
Temos de fugir.
N�o posso deixar a Gabriella.
Somos sempre s� n�s dois, n�o �?
Desde o in�cio.
Acabemos juntos.
Vamos embora.
N�s os tr�s.
S� assim nos safaremos.
J� tinha saudades.
Do qu�?
Disto.
Do mar, do barco.
De partirmos juntos.
N�o � uma viagem de lazer.
Mas pode vir a ser.
Se n�o pararmos, chegamos a T�nger daqui a tr�s dias.
Depois, logo se v�.
Calma.
Arranjaremos um bom s�tio.
N�o sei. Talvez junto ao mar.
N�o demoraremos a encontrar as pessoas certas.
Como em Ibiza.
Est�s maluco.
S� resolvi um problema, mais nada.
Acus�-lo de abuso de adulto vulner�vel? A tua m�e n�o � louca.
- N�o levantes a voz. - Vai-te foder!
- O que queres de mim? - Implorei-te que o esquecesses!
Que te focasses na nossa fam�lia!
Mas continuas com esta loucura!
Acho que tu � que te est�s a passar.
Achas que nos podes controlar a todos?
Que somos fantoches?
- Tens de te acalmar. - Sen�o? Trancas-me num manic�mio?
- Desculpa. - N�o me toques.
Querida!
Sofia.
Vamos para os meus pais.
TIVE SAUDADES TUAS...
PORQUE J� N�O ME ESCREVES?
DESCULPA, TIVE TANTAS SAUDADES...
PENSEI EM VIR TER CONTIGO.
ABRES-ME A PORTA?
Vai-te embora ou chamo a pol�cia!
STEFANO - A LIGAR
Foda-se!
SEI COMO ENTRAR...
M�E - A LIGAR
Giulia? Que se passa?
M�e, por favor, tenho medo. Estou trancada na casa de banho.
- Est�o a tentar entrar na minha casa. - Como?
- Que se passa? - M�e, por favor, vem c�.
Quem est� a�?
Giulia!
Giulia!
Giulia!
Giulia, onde est�s?
Giulia!
Querida.
- M�e. - Anda c�.
Meu amor.
Tem calma.
- J� passou. - Sim.
Obrigada. Sim, ficamos contentes.
Sim, � um grande al�vio. Obrigada.
Era a Pol�cia. Encontraram-no.
Estava � porta da tua casa num carro.
N�o temas mais, o perigo acabou.
Obrigada por vires.
Estou sempre c�. Mesmo que n�o pare�a.
Errei muito contigo.
Se tiv�ssemos uma rela��o diferente,
ter-me-ias falado deste tipo perigoso.
Ainda tens aquele ch� de jasmim horr�vel?
Sim.
Vamos faz�-lo?
Obrigada.
Sim. Continua horr�vel.
O pai contou-me tudo.
- Como est�s? - Sobrevivi.
Gra�as � m�e.
Porque n�o chamaste a pol�cia?
Conduzir � noite. O que te deu?
Fiz o que tinha de ser. Socorri a minha filha.
Ainda bem que te preocupas com a Giulia,
mas tens de te ir embora.
N�o �s bem-vindo aqui.
Como assim?
� preciso lembrar-te que fizeste queixa do Elia e achas que sou vulner�vel.
Stefano, que fizeste?
- � a raz�o dos cart�es bloqueados? - Sim.
Estou convencido de que fiz bem.
Onde est� o Elia?
Porque n�o est� aqui? Fugiu, n�o foi?
Tens de te ir embora!
E deixa as chaves.
N�o te quero a entrar e sair sem autoriza��o.
Ainda me vais agradecer.
- Ele foi-se mesmo embora? - N�o sei.
Seja como for, n�o sei onde est�.
Lembras-te, na reabertura, quando pensaram que o Elia era meu namorado?
Eu invejei-te tanto.
N�o foi por o Elia ser giro e eu s� atrair psicopatas loucos.
Foi porque te vi naquele momento...
... t�o apaixonada.
Percebi que essa � a felicidade verdadeira.
Amar algu�m.
Eu nunca vivi isso.
Ia fazer uma estupidez.
Leva-me contigo.
Como?
Tens os teus filhos, o teu hotel.
A tua vida.
Era a minha vida antes de te conhecer.
Nunca me senti t�o viva como agora.
Eu tamb�m n�o.
Quero deixar tudo aos meus filhos.
E quero estar com o homem que amo.
Tamb�m te amo.
Por isso, voltei.
N�o importa o processo, o dinheiro,
acabar na pris�o.
Quero estar contigo.
N�o podemos casar, enquanto est�s sob investiga��o.
Eu sei.
Por isso, n�o podem ganhar.
N�o.
A �ltima vez que viemos c�, eu tinha 12 anos.
Foste buscar-me porque n�o tinha estudado.
Adoravas este s�tio.
Porque deix�mos de vir?
Divorciaste-te da m�e.
Por falar na m�e...
Deves ter reparado que est� diferente.
S� com a queixa a podemos proteger.
Temos de falar sobre isso?
Sim.
Nico, deves conhecer o Elia melhor do que qualquer um de n�s.
Viveste com ele.
E depois?
Se queres ajudar a m�e,
o teu testemunho em tribunal � crucial.
Tens de nos contar tudo.
Se o viste sair com algu�m, como a rapariga que estava no hotel.
Se aceitou dinheiro da m�e.
- Queres ajudar a m�e, n�o queres? - Claro.
At� tentou beijar-te, n�o foi?
O idiota levou-me a almo�ar para eu testemunhar contra ela.
Vais faz�-lo?
N�o sei. Quer dizer...
O Elia � uma merda, sem d�vida.
Acham que sou um espi�o?
Porque n�o me deixam em paz?
Vamos sair.
Espera.
Tenho uma ideia.
- Que � isso? - A chave da adega do teu pai.
- Quem �s tu? - Vamos faz�-lo pagar.
Se ele descobre, mata-nos.
M�e?
M�e!
M�e, que est�s a fazer? M�e!
M�e, n�o te sentes bem?
Adoro-te, m�e.
Passei o dia a ligar-te.
Tinha de manter a linha livre para o trabalho.
O teu novo emprego permite beber u�sque �s cinco da tarde?
- Que queres? - Temos de falar sobre a m�e.
Retira a queixa.
Como o criminoso voltou, tamb�m preciso que testemunhes.
E dizer o qu�? Que n�o gostas do namorado da m�e?
Ele � perigoso.
Que achas que ele far�? Rapt�-la e pedir resgate?
Precisas de ajuda.
Preciso de ajuda?
E tu que vives no telem�vel de manh� � noite,
e d�s cabo de ti com cirurgias pl�sticas?
Vim dizer-te que o que est�s a fazer � idiota.
Mas a verdade � que tenho pena de ti.
Como queiras.
N�o o fa�as por mim.
F�-lo pela m�e.
Cresce, Stefano.
Gabriella.
- O que foi? - Ol�, Delia.
Ol�.
N�o vim pedir um ombro para chorar.
Preciso de um advogado.
E tu �s a melhor, raios!
Sei que o Mario est� metido nisto, por isso...
- D�-me uma resposta sincera. - Sim.
Estarias disposta a defender o Elia?
S� se n�o falares comigo como se n�o nos conhec�ssemos.
� um sim?
N�o vou dizer que ser� f�cil. N�o vai ser.
Mas podemos tentar.
N�o acredito.
Vieste pedir uma busca ilegal?
Ou incriminar algu�m plantando coca�na na sua casa?
Sou um idiota.
Eu sei.
N�o te pedirei mais nada.
Posso entrar?
N�o quero ficar sozinho esta noite.
Bom dia.
� quase hora de almo�o.
H� caf�?
Est�s a ignorar-me?
- Estou a trabalhar para ti. - Como?
N�o parava de pensar no empr�stimo de Ibiza
e no s�cio de que falou � tua m�e.
Fiz umas pesquisas, de formas que preferia ter evitado,
e encontrei o nome do tal Francesco Rossetti.
FESTA!
AMIGOS
� ele.
Mas n�o � tudo.
O perfil est� inativo h� meses. N�o publica nada desde 18 de fevereiro.
Desapareceu.
De 18 de fevereiro?
Mesmo antes de o Elia conhecer a minha m�e.
Exatamente.
No meu trabalho, chama-se pista.
Se descobrirmos o que aconteceu ao Francesco Rossetti,
saberemos mais sobre o Elia.
Que faria eu sem si?
Porque me ajudas?
Porque te amo.
Se me autorizam, vou gravar.
Fa�o-o sempre. Posso?
- Sim. - Sim.
Vamos come�ar com as coisas f�ceis.
As despesas.
Quantas vezes por semana costumam jantar fora?
- Tr�s a quatro vezes. - Sim.
E quem paga?
Normalmente, sou eu.
Ele contribui de outras formas.
Podemos ver isso no extrato do cart�o de cr�dito.
Quer recibos do supermercado?
Sei que � desagrad�vel,
mas vai ter de ser.
Tenho de saber tudo. Todas as despesas.
Todas as transa��es. A coisa mais insignificante.
Vamos come�ar pelo in�cio.
No in�cio, emprestei-lhe 200 euros para o mec�nico.
- Paguei-te no dia seguinte, Gabriella. - Sim, pagou.
Depois dei-te a pulseira.
Ainda tenho o recibo.
Primeiro, dei-lhe o rel�gio do meu pai.
Deste-lhe um rel�gio da cole��o do Luigino?
Sim.
Isto � um interrogat�rio? Os casais trocam presentes.
N�o tenho nada a esconder.
Para n�o terem problemas,
o meu escrit�rio pode analisar a tua situa��o financeira?
Claro. N�o h� problema.
Se me d�o licen�a.
Stefano.
Podemos falar?
- Que fazes aqui? - Retira a queixa.
A tua m�e est� devastada e nem dorme.
N�o o fa�as por mim, mas por ela.
- Est�s a ficar desesperado? - Escuta.
Podias pedir ajuda ao teu amigo Francesco.
Sim, Francesco Rossetti. Apesar de n�o se falarem h� algum tempo.
Ainda n�o tenho tudo, mas � uma quest�o de tempo.
Gosto de te ver assim.
Com o olhar de quem sabe que est� fodido.
Doutor.
- Como est�? - �timo. Vamos.
O que pe�o para ti?
O normal. Nigiri de atum e salm�o teriyaki.
- Est� bem. - Com muito wasabi.
Sim. A minha carteira?
- Toma. - Obrigado. Venho j�.
Despacha-te. Tenho fome.
N�o o mereces.
Pela forma como te olha, faria tudo por ti.
N�o sei do que falas.
Sabes, Stefano? Tamb�m sou bom a tirar fotografias.
E devo dizer que esta saiu particularmente bem.
N�o fiques assim.
Retira a queixa e n�o direi nada � tua mulher.
Como sei que n�o o far�s?
Confia em mim.
Isto n�o � pessoal.
Ao contr�rio de ti, n�o tenho nenhum prazer em foder-te.
Sabes porqu�?
Porque eu
s� gosto de foder a tua m�e.
Onde raio est�s?
Sa�ste h� duas horas.
Estou preocupado.
Acabou-se.
Por favor, n�o me contactes mais.
N�o queres mesmo que v� contigo?
N�o confias na minha condu��o.
Mas tenho de treinar.
E n�o me podes impedir.
C�us!
- Quem ter� feito isto? - Um mi�do qualquer.
N�o, � um estacionamento privado. � s� para clientes e funcion�rios.
Quem faria tal coisa?
A Marina.
Que tem que ver com isto?
N�o, desculpa, s�o disparates.
N�o deixaria que te magoassem, Gabriella.
Jamais.
Vai-te foder! N�o fiz nada.
Estou-me a cagar se n�o acreditas!
Afasta-te dela ou o acordo fica sem efeito.
O acordo?
Ela n�o tem as contas bloqueadas?
� problema meu, n�o teu. Estou a resolv�-lo.
- � uma quest�o de horas. - Sim, claro.
J� pod�amos estar em Marrocos.
De certeza.
Fiz uma escolha, Marina.
Eu amo-a, mesmo que n�o queiras compreender.
Tu n�o amas ningu�m.
S� te amas a ti.
� mais conveniente pensar que lhe cortei os pneus.
Sabes o que acontece se te encontrarem.
A Delia � boa.
O Elia pode ganhar.
- Que vamos fazer? - N�s?
- Que vou fazer eu, como sempre. - Como te atreves a falar assim comigo?
� assim que se fala com in�teis.
Olha s� para ti.
Tiveste tr�s filhos e n�o quiseste saber deles.
Tra�ste a m�e com a amiga dela.
E essa cabra vai defend�-lo.
Nunca assumiste responsabilidades. Em toda a vida.
Tudo o que fizeste foi pedir.
Sempre tentei proteger a minha fam�lia!
N�o sabes nada sobre cuidar de uma fam�lia!
Do sacrif�cio necess�rio.
Vai-te foder.
- Est� tudo bem? - Sim, obrigada.
- Sim, senhora. - Bom dia.
Ol�. Est� tudo bem?
- Sim, obrigada. - Obrigado.
- Divirtam-se. - Obrigada.
- Que fazes aqui? - Vim acabar com isto.
Porque est�s com aquele vigarista?
Como te atreves a falar-me assim � frente de todos?
N�o levei isto a s�rio. O Stefano tem raz�o.
S� pensei em mim, mas agora estou aqui.
Para ti e para a fam�lia.
Estamos divorciados.
Se n�o conseguires parar, eu paro-te. Eu mostro-te quem � o Elia.
Larga-me.
Ent�o? Que se passa?
Estou a falar com a minha mulher, Elia.
N�o � tua mulher. Devias ir-te embora.
- Vou ficar mais um bocado. - Mario, por favor.
Achas que mandas, mas n�o mandas merda nenhuma.
Sem d�vida. � a Gabriella que manda. E pediu para te ires embora.
Achas que sabes tudo. N�o �?
Agora vou dizer-te algo que n�o sabes.
Sabe que mais?
Ela vai dizer-to.
V� l�, Gabriella. Diz-lhe o que fizemos os dois.
Para, Mario.
Pergunta-lhe como foi fodida.
Mario, por favor.
Aposto que agora
queres partir-me a cara?
For�a.
Parte-me a cara.
Fantoche!
Para com isso. Para.
O �nico fantoche aqui �s tu, Mario.
Dava-te jeito ir a tribunal com um olho negro?
Nem penses!
Elia!
Estava disposto a perder tudo por ti! At� a ser preso!
N�o, espera, deixa-me explicar.
Naquela noite, na piscina,
com aquela rapariga jovem e bonita,
senti-me velha.
Rid�cula.
Fiquei sozinha com o Mario,
um homem que me traiu e rejeitou
e que agora me queria,
me desejava...
Senti-me forte.
Senti-me poderosa.
Foi por isso que o fiz.
S� por isso.
Mas sou tua.
Sou tua.
Diz l� isso outra vez.
Eu sou tua.
Outra vez.
Eu sou tua.
Outra vez.
Eu sou tua.
Eu sou tua.
Est�s a dormir?
N�o, nem por isso.
Tens medo?
Anda. Eu levo-te a um s�tio.
N�o � tarde demais para fugires.
A vida de fugitivo tem um certo apelo.
Para.
Para responder � tua pergunta...
Sim, tenho medo.
Tenho medo da pris�o.
Tenho medo que nos tirem o que temos.
Que mudem o que pensas de mim.
Seja como for,
nada nos pode mudar.
Prometo-te.
RECUPERADO O CORPO DE FRANCESCO ROSSETTI
"Corpo de desaparecido recuperado no mar."
"A causa da morte � desconhecida."
"A Pol�cia investiga."
"Francesco Rossetti."
O Rossetti.
Estou?
For�a. Fode-me, se quiseres.
S� dar�s cabo da minha vida.
Mas n�o vou retirar a queixa.
N�o o far�s. Tens tudo a perder.
Talvez.
Acabas com o meu casamento
e a minha m�e nunca te perdoar�.
A vossa rela��o acabar� e ganharei na mesma.
N�o sabes o qu�o importante esta fam�lia � para mim.
Est�s metido na morte de Francesco Rossetti.
Vemo-nos no tribunal.
BASEADO NA S�RIE BRIT�NICA GOLD DIGGER
Legendas: Dina Almeida
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