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Original subtitles

E, onde houver guerra...

TOGETHERNESS Pelos Miúdos

serei eu a trazer a paz.

E, onde houver perturbação,

serei eu a trazer o amor.

Sim, irei liderar o meu povo fiel

à liberdade interminável!

Vocês são fantásticos.

Não são, Frank? Ele adorou!

- É um desastre. - A pior coisa que já vi.

É pior do que um desastre. Olha bem, parece um pénis grande.

Dedicaram-se tanto a isto! Como? Porquê?

- É a porcaria do "Duna". - Porque é que fomos buscar a areia?

Porque somos idiotas, é por isso.

Meu Deus, Tina! Não posso mostrar isto aos membros da direção.

- Claro que não podes. - Estou lixada.

Sim, estás.

Meu Deus, a Anna vai ficar com a escola.

- Pois vai. - Céus, Tina!

- Desculpa, querida, mas... - É verdade.

Vais ter de lhe dizer, que não a podes mostrar.

Nós mal nos falamos, agora.

Sinto que seria melhor que viesse de ti.

O quê? Sou a pior mentirosa que há! Não o consigo fazer.

Tenho de ir agora ao ginecologista examinar as minhas partes.

E tens de fazer isso já?

Caso não tenhas reparado, não tenho muito tempo para gastar.

O que vou fazer? Estou tão lixada!

Aí vêm eles.

Está bem, eu digo. Eu trato disto.

- Então? - Bem, olá. Então...

Pensamentos, sensações?

Quer dizer, foi...

Como se...

Vou correr para o médico, porque estou atrasada.

A Michelle vai dizer-lhes o que achámos.

Eu devia ir ver como a Tina está.

O quê? Está bem.

Espera. Posso ir contigo?

Porque é que queres ir comigo ao ginecologista?

Porque o ginecologista não é ali, com eles,

com o que está prestes a acontecer.

- A peça é péssima, eu sei. - Sabes?

Acho que, no fundo, estava a fazê-la pelo Brett.

Só precisamos de fazer uns ajustes.

Não, Brett, não estou a falar de ajustes.

Dá-me algumas dicas. Porque não me ajudas a consertar isto?

Porque não podemos fazer a peça no sábado, não podemos.

A peça não funciona.

Espera um pouco. Está bem.

Espera. De certeza que isto não é por causa da Natalie?

Eu preferia que separássemos o pessoal do profissional.

É o que estou a fazer. Não é por causa da Natalie... Raios!

- Se tem de ser, atende o telefone. - Desculpa, não vou atender.

Não quero interromper a tua destruição da minha alma.

- Também tenho muito em jogo nisto. - Eu percebo.

Só sabes falar de ti.

Sim.

Meu Deus, ela vai agora para lá? Sim, está bem.

Sim, vamos para aí, estamos a caminho.

O que se passa?

O meu nome é Frank

Frank, o Tanque Tenho um grande arranque

- Olá, Brett. - Alex, é a Michelle.

Em que hospital é que vocês estão?

- No St. James Memorial. - Graças a Deus!

Está bem, eu...

Jesus Cristo!

A Sophie deu uma queda e está nas urgências do St. James Memorial.

Está tudo bem?

Não sabemos, estamos... Brett, a sério, tu vais matar-nos!

Tenho tudo controlado.

Raios! Alex, podes ir lá,

ver se ela está bem e dizer-lhe que estaremos aí o mais cedo possível?

Está bem, é para já.

Anda cá, pequenote.

Esquerda, faixa da esquerda.

Eu sei que é à esquerda! Consigo ver.

Podes parar de gritar comigo? Estás a conduzir como um idiota.

Merda!

Folículos idosos!

Folículos idosos! Como será que eles são?

Vamos a isto.

Desculpe, o meu...

Vou só...

O que queres?

O quê, aqui?

Está bem, vou já para lá. Desculpe, vou ter de...

Brett!

- O que é que podem fazer? Nada. - Podem desviar-se ou ir à volta.

Está ali uma berma inteira.

Não, é ilegal e perigoso.

Não me interessa.

- Consigo meter-me ali. - Não!

O que queres fazer? Queres ficar no trânsito ou ir para o hospital?

Claro que quero... Meu Deus!

Brett!

Estás a conduzir no meio das árvores! És louco!

Parece que estou a atravessar uma floresta.

Malditos ramos!

- Isto não é seguro. - Merda!

Desculpe.

Onde é que ela está? Ela está bem?

Ela está lá dentro agora. Partiu um braço,

caiu das barras, estão preocupados com as placas de crescimento.

Céus! Porque não estás lá dentro?

Não me deixam entrar porque não sou da família.

Desculpe.

Está uma criança de cinco anos aí, a Sophie Pierson. Sou tia dela.

- O que estás a fazer? - Vou chamar um táxi ou um Uber.

- Brett, o trânsito está parado. - Então, vamos a pé.

Estás bem?

Onde estão a minha mãe e o meu pai?

Não sei.

Eles vêm a caminho. Só estão um pouco atrasados...

- É a mamã e o papá. - Olha para aquilo.

Olá, pessoal.

Como é que ela está? Está bem?

Ela está bem, acabou de sair. Queres falar com ela?

- Meu Deus, sim. - Passa-lhe o telefone.

Olá, querida. É a mamã e o papá, como estás?

Como está a minha miúda favorita?

- Sophie, consegues ouvir-nos? - Soph?

Olá.

Sim, olá.

A rede é muito má, no hospital.

Encontramo-nos em casa?

- Claro, está bem. - Ela está ótima, é muito forte.

- Sim, vemos-te em casa. Amo-te. - Até breve, amo-te. Adeus.

Credo!

- Olá. - Olá, querida. Como estás?

Eu acho que tens sido muito corajosa.

Talvez te apeteça gelado?

Não, estou cansada.

Está bem. Então, a mamã e o papá vão deitar-te.

Sim. Querida, chega aqui.

Queres...

Querida, está à vontade, não tens de sussurrar.

Quero que a Tina me vá deitar.

Querida, acho que a mamã e o papá adorariam aninhar-te.

Não, não faz mal.

Se queres que a Tina te vá deitar, a Tina pode ir deitar-te.

Vamos a isto!

- Tudo bem. - Sim, obrigada.

Só queria que tudo isto fosse para a Sophie e para mim...

Queria-a para todo o bairro.

E consegui sempre vê-la, consegui sempre imaginá-la, mas...

Agora, só quero...

A minha filha nem fala comigo.

Espera, espera. Essas duas coisas não têm relação nenhuma.

Podes ser uma mãe que trabalha.

Não foi por isso que não estiveste lá hoje.

São coisas distintas.

Sim, e de certeza que, todos juntos,

conseguimos arranjar uma nova ideia.

Pergunto-me se há uma peça, que possamos alugar,

que viesse cá e...

E pagávamos a alguém, por uma peça?

Rapazes, é...

Obrigada por tudo.

Acho que já não quero saber da escola. Agora, não sou capaz...

DEVOLUÇÕES E TROCAS

Não quero ir à escola, hoje.

- Olá. - Olá.

O que se passa? O que aconteceu à escola?

Bem, ela não quis ir à escola.

- É compreensível. - Não volto até me tirarem o gesso.

O quê? Estás maluca? Esse gesso é demais!

Não quero que os meus amigos me vejam. Pareço um monstro.

Amor, já te disse que não pareces um monstro.

Querida, muito bem.

Queres ficar aqui um pouco?

- Ajudas-nos a levar esta coisa? - Sim, mas onde vamos pôr isto?

Não sei, acho que o melhor é pôr tudo num contentor.

- Isto tem de sair daqui. - O que é isto?

É um verme da areia.

É muito fixe. De onde veio?

- Eu e o Alex fizemo-lo. - Fizeram isto? Para quê?

É para a peça...

Íamos fazer uma peça de marionetas chamada "Duna"

que era para a escola da mamã.

Espera. Isto era tudo para a escola da mamã?

Sim.

Mãe, quero ir para a tua escola.

Pronto, quando disser três.

Um, dois, três.

Esperem.

Acho que já sei.

- O quê? - A forma de salvar a escola.

- É o "Duna". - Espera, não faças isso.

Não, mas não é o "Duna".

É uma peça de teatro educativa e interativa,

para as crianças.

Vai ser construída pelas crianças, connosco, os professores.

Meu Deus! Vamos desfazer isto tudo e reconstruí-la.

- Vamos? - Sim.

Mas temos menos de 24 horas, até à votação.

Está bem, vamos a isto. Atenção, vai cair!

Quero que pintes de azul aqui.

Vamos mexer-nos, rapazes. O tempo não para.

Meu Deus! Meu, assustaste-me!

- Já a agarraste? - Já.

Acho que vai ser mais fácil, se falar com todos, antes da votação.

Como estamos em relação às flores? Porque eu acho...

- Deixa-me mostrar-te como vai ser. - Eu não...

Só tens de puxar isto até às virilhas.

É uma sensação ótima!

- Muito bem. - Têm aqui o primeiro esboço.

Digam o que acham. Vejam com atenção.

Boa, deviam pôr um xilofone e caixas de música ali.

Podem ajudar em mais uma coisa?

Olá, pessoal. Temos reforços.

- Olá, malta. - Aqui está ele!

Venham daí.

Este vai ter uma máscara e uma caixa.

É azul por fora. É onde vivem todos os dragões bons.

Esta é a máscara do meu pai e este vai ser o fato dele.

Sabe, são um pouco caras,

mas acho que vale a pena, para ter comida de qualidade.

A salada é tão boa...

Olá, muito obrigada. Gostei de as ver.

Muito bem.

Obrigada, muito obrigada.

Isto é tão emocionante. A grande votação é daqui a uma hora

mas quero agradecer a todos terem vindo um pouco mais cedo

e tornarem a noite tão agradável.

Esta noite, vão fazer a escolha

do tipo de escola para onde querem enviar os vossos filhos.

Não posso falar por aquele conceito vago de escola artística

que a minha colega conseguiu enjorcar,

mas posso falar pela alma da Le Petit Village.

Elegância, excelência,

disciplina e prestígio.

Estes são os pilares sobre os quais construiremos a nossa escola.

E vão ser fundações tão ricas.

Toma isto.

Oiçam, oiçam! Achamos este estilo de vida interessante

mas agora temos de os convidar

para virem aqui ao lado verem como nós vivemos.

Queres ir a outro planeta?

Segue-me!

Depressa!

Bem-vindos ao nosso planeta.

Este planeta não tem nome.

É um lugar novo

e estamos à procura de crianças,

crianças sábias, interessadas e criativas,

que nos guiem ao nosso destino.

No entanto, forças maléficas ameaçam o nosso modo de vida,

de todos os lados.

Nós temos de proteger o nosso novo planeta.

Porque, se não a salvarmos, ela certamente morrerá.

Como os vamos deter? Preciso da vossa ajuda, crianças.

Afasta-te!

Crianças, juntem-se a nós!

Juntem-se à luta pelo novo planeta. Quem está comigo?

Eu quero destruir o dragão!

E ele.

Socorro, crianças! Preciso da vossa ajuda.

Sim! Vem, pequenino!

Faz-me descer a este planeta.

A minha força antigravitacional é forte.

Muito bem, toca a vestir.

Dragões!

Depressa, dragões! Ajudem!

Agora que estamos seguros, temos de nos estabelecer neste planeta.

Precisamos de comida, água, irrigação, governo, música...

Chama-se a isso improvisar.

Este é o nosso novo planeta. Ajuda-nos a torná-lo especial.

Venham, guiem-nos ao nosso destino!

Preciso de mais um.

- Perfeito. - Isso é do meu fato!

Boa.

Levantem mais, centrem-na.

Muito bem.

Fazes assim...

Alex, põe o botão aí.

Água!

Façam figas, para recebermos água. Vamos contar até três.

Um, dois, três!

Raios partam! Não acredito que resultou! Meu Deus!

Michelle.

Ótimo.

Ninguém acordou?

Não, correu tudo bem.

Tu és a ninja das mudanças.

- Obrigada. - Sempre tiveste essa capacidade.

Tenho pensado muito,

em nós e em como estamos.

Quer dizer, tu...

Eu detestei bastante

tudo o que disseste, naquela noite.

Desculpa, lamento muito.

Michelle.

Já pediste desculpa.

Eu sinto que...

Eu devo-te um pedido de desculpa.

Tu tinhas razão, tenho andado a pensar em mim,

agi como se fosse mais importante do que tu

e fui muito...

egoísta.

Desculpa.

Eu só quero pedir desculpa.

Eu ainda me sinto muito mal, mas obrigada por...

Não quero que continues a sentir-te mal.

Eu fiz-te sentir mal durante bastante tempo.

Acho que o que estou a pedir é, se tu estiveres de acordo...

Eu quero voltar para casa.

Aceitas, se eu...

Aceitas, que eu volte para casa?

Eu quero que voltes.

- Queres? - Sim, sim.

Vamos tentar resolver isto, está bem?

Quem fez isto?

Podemos ir? Estou esfomeado.

O que estás a fazer?

Este fecho está estragado e esta porcaria...

Isto foi feito em casa e à pressa.

Por isso, desculpa se não é engenharia alemã. Sê paciente.

Eu tenho sido paciente. Ando a suar em bica.

Importas-te de te virar? Vira-te.

Há outro... Podes ficar quieta?

Sim, eu estou quieta. Raios partam!

Estou quieta.

O que estás a fazer?

Sai!

Tens um preservativo?

Não.

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