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O furac�o atingiu Miami

�s 11:45 e depois se moveu para oeste.

N�o havia como prever isto, nenhuma maneira de imaginar seu curso.

Simplesmente aconteceu

e 26 pessoas j� est�o mortas.

E agora quero que vejam algo realmente estranho.

Esta imagem foi feita por nosso avi�o

no olho do furac�o.

Isto foi filmado por volta de 2:30 da tarde de ontem, Dr. Gantley,

quando a tempestade estava no seu pico.

O que � a matr�cula daquele barco?

O Lydia J. da Praia de S�o Mateus.

Algo errado, Dr. Gantley?

Voc� n�o v� isto?

Nenhum de voc�s v� isto.

Um barco milagrosamente sobrevive a um furac�o.

Uma cidade milagrosamente sobrevive a um furac�o.

O barco por acaso vem daquela mesma cidade.

Corte o filme.

Doutor. O senhor n�o pensa que est� vendo algo que...

Que desafia a ci�ncia?

Explique-me como um furac�o deste acontece no meio de fevereiro.

Uma tempestade que viola a lei natural.

Padre Corelli, por favor.

Sim, � muito importante.

Padre, aqui � Ed Gantley.

Sim, eu ouvi que voc� estava na cidade.

Olhe, voltar� � praia de S�o Mateus esta noite?

Voc� se importa que um velho amigo o acompanhe?

Tudo bem.

Bem, assim que voc� chegar j� estarei pronto.

Podemos nos encontrar no posto de emerg�ncia.

Est� �timo. Adeus padre.

Ed.

Ed, voc� est� bem?

- Voc� est� bem? - Sim, estou bem.

- Quer entrar, ver um m�dico? - N�o, n�o.

Voc� viu isto acontecer?

- Deve ser o vento. - Sim.

Fa�a-me um favor?

- Na pr�xima vez, nos encontrar em um bar. - Certo, venha.

Os Invasores.

Uma produ��o Quinn Martin.

Roy Thinnes estrelando como arquiteto David Vincent.

Os invasores:

seres de um planeta que est� para ser extinto.

Seu destino: a Terra.

Sua inten��o: fazer dela o seu mundo.

David Vincent os viu.

Para ele, tudo come�ou numa noite em que passava por uma estrada deserta,

procurando um atalho que ele nunca encontrou.

Come�ou com um bar fechado e abandonado.

Um homem cansado demais para seguir viagem,

viu a aterrissagem de uma nave de outra gal�xia.

Agora, ele sabe que os invasores est�o aqui.

Que tomaram forma humana.

E precisa convencer um mundo descrente...

que o pesadelo j� come�ou.

Atores convidados na hist�ria desta noite:

Joseph Campanella,

Barbara Luna.

Hist�ria desta noite: Tempestade.

No mundo de pesadelo em que David Vincent se move,

raramente h� raz�o ou l�gica.

Um furac�o ocorre fora de �poca,

varre uma �rea de 600 milhas, mas preserva uma singela cidade.

Esta tempestade tornou-se parte deste mundo de pesadelo.

E provocou uma liga��o para um meteorologista chamado Gantley.

Trazendo David Vincent a uma cidade pesqueira pr�xima aos recifes da Fl�rida.

Eu posso ajudar?

- Eu gostaria de um quarto. - Certo.

Est� de passagem?

Eu estou procurando o Dr. Gantley.

Em que quarto ele est�?

O quarto � o 6. Mas ele n�o est� l� agora.

Onde eu posso encontr�-lo?

Um momento. Luis!

Sim?

Tem id�ia de onde Dr. Gantley tenha ido esta manh�?

Ele est� fora em um de meus barcos.

Bem, de qualquer modo est� aqui. Tenho com chegar at� ele?

Eu tenho que o ver, � importante.

Desculpe-me, se voc� quiser v�-lo, ele almo�ar� na casa do padre Joe.

- Onde fica? - Do outro lado de cidade. N�o � dif�cil.

Ao lado da igreja.

Muito bem, obrigado.

O bar � l�.

Eu posso ver meu quarto?

- Obrigado. - Sim.

Alguma not�cia do Dr. Gantley?

Lisa?

Dr. Gantley chamou? Ele est� atrasado.

Oh, n�o. N�o, n�o ligou padre.

- H� algo errado, Lisa? - Eu acabarei de por a mesa.

- Lisa? - N�o h� nada errado padre.

Eu estou um pouco cansada, isso � tudo.

- S� um pouco cansada? - Sim.

Olhe Lisa, j� n�o � hora de me contar a verdade?

N�o � s� cansa�o, voc� est� tensa. Est� estourando.

Voc� tem estado assim faz duas semanas.

Voc� est� apreensiva com algo?

Estou bem padre.

- � serio! - Escute,

gostaria de ter umas f�rias de duas semanas?

Darei um jeito qualquer de arrumar o dinheiro,

mas n�o a quero doente.

Padre, eu prometo ao senhor que me cuidarei melhor

Eu prometo que me cuidarei, eu...

Eu atendo.

Oi. Meu nome � Vincent. Eu estou procurando Dr. Gantley.

Fui informado que ele ir� almo�ar aqui hoje.

Sim. Eu esperava que ele chegasse h� meia hora.

- Voc� gostaria de entrar e esperar? - Obrigado.

- Eu sou padre Corelli. - Al�?

Est� trabalhando com o Dr. Gantley?

N�o, n�o exatamente. N�s falamos ao telefone.

Com licen�a. � para o senhor padre.

Oh, com licen�a.

Al�.

Sim, Luis.

O que?

Tem certeza?

Sim. Sim. Eu estarei l� em alguns minutos.

O que foi padre?

Ele disse que Gantley est� morto.

Acharam seu barco a deriva ao sul daqui.

- Como aconteceu? - Ed Gantley morto...

- Foi um acidente? - Brinc�vamos juntos na inf�ncia...

Foi um acidente padre?

Hemorragia cerebral, eu tenho que ir.

Eu sei que esta n�o � a hora, mas tenho que falar com o Sr. sobre Gantley.

Depois Sr. Vincent.

Ele falou sobre seu trabalho aqui? Sua miss�o?

Eu sinto muito, eu n�o tenho nenhum tempo.

Ele me contou algo sobre aquele furac�o.

E eu tenho que saber o que ele descobriu.

Eu sinto muito, mas n�o posso ajud�-lo.

O que ele encontrou, guardou para si mesmo.

Com licen�a, se quiser esperar por mim, voltarei em uma hora.

Lisa, ofere�a ao Sr. Vincent um pouco de ch� ou caf�.

E fa�a-o ficar a vontade.

Lisa.

O Dr. Gantley deixou documentos ou relat�rios de qualquer esp�cie?

N�o, nada me ocorre.

Pode conferir o quarto dele no hotel.

Eu farei isto, obrigado.

Sr. Vincent.

- Voc� o conheceu muito bem? - N�o.

Bem, ele era um homem muito estranho.

Ele sempre estava brincando com padre Jos� sobre religi�o.

E gastava horas dentro da igreja. Quase diariamente.

Obrigado.

Voc� ter� que o manter quieto durante uns dias, padre.

Concuss�o pode ter efeitos posteriores perigosos.

Passar� por aqui depois?

N�o posso, a Sra. Hogan vai ter beb�. Eu estarei l� toda � tarde.

Sim. Bem, obrigado, Wally.

Padre.

Sinto n�o ter podido fazer nada pelo Dr. Gantley.

Eu sei que eram muito amigos.

Luis!

Oi, doutor.

Por que est� tudo t�o calmo?

Espero que n�o haja outra tempestade.

Tamb�m espero, doutor.

Lisa, por que n�o faz um pouco de ch� fresco para o Sr. Vincent?

Padre.

Eu espero que ele fique bem.

Antes de chegar com o m�dico,

ele estava dizendo coisas t�o estranhas.

Coisas loucas. Como se ele estivesse

fora do ju�zo.

Ele n�o ser� o mesmo durante algum tempo.

Eu espero que com alguns dias de descanso...

Bem, n�o preocupe sobre isto.

- Me deixe cuidar de voc�. - N�o, eu estou bem!

Padre por favor, voc� tem que me ajudar a examinar aquela igreja.

O que?

Sr. Vincent, porque deseja inspecionar a igreja?

Dr. Gantley passava muitas horas l�.

Isso significa algo para o senhor?

O que Gantley fazia no mar esta manh�?

- O que estava ele procurava l�? - O Lydia J.

Um barco de pesca que saiu

no olho do furac�o semana passada.

O barco ignorou tr�s advert�ncias da Guarda Costeira para voltar ao porto.

Dr. Gantley queria descobrir porque.

Quem � o dono daquele barco?

Luis P�rez. Voc� o conhece?

Conheci esta manh�.

H� quanto tempo ele est� aqui?

H� quase um ano, eu acredito.

E quanto tempo o senhor � padre aqui?

Tr�s meses.

Sr. Vincent. Sou razoavelmente inteligente, mas...

n�o tenho a menor no��o de onde pretende chegar...

ou sua inten��o aqui.

Oh. Seu ch�, Sr. Vincent.

Por favor, ponha l� em cima, Lisa.

- Padre. - Sr. Vincent,

um pouco de ch� far� bem.

Ajude-me a ir at� a igreja.

Por favor, Sr. Vincent, beba seu ch�.

Venha, Lisa. Deixemos o Sr. Vincent sozinho.

Sim, padre.

O bar�metro est� caindo novamente.

Padre espere!

Queria uma explica��o.

Eu vou dar ao senhor...

- Sr. Vincent, por favor, fique na cama. - Me escute por favor!

Se eu lhe dissesse que Gantley foi assassinado.

Assassinado por causa de algo que achou na sua igreja.

Algo ligado a estes furac�es.

Diria que eu estou louco.

Mas se estou louco, por que eles tentaram me matar na sua igreja?

Eles? Quem s�o eles, Sr. Vincent?

Seres de outro planeta.

Eu sei como isso parece, mas isso � o que eles s�o.

Seres de outro planeta, dedicados � nossa destrui��o, padre.

Aquele furac�o semana passada,

foi apontado diretamente para acima da costa.

Poderia ter atingido qualquer cidade grande daqui a Washington.

E agora outro furac�o est� vindo.

Estes seres, como se parecem?

Como n�s.

S�o iguais a n�s.

S� que alguns tem deformidade nas m�os.

Agora, voc� sabe por que n�o disse nada para a policia.

Eles nunca teriam acreditado.

Sr. Vincent,

eu vou insistir que voc� fique em sua cama.

Eu insisto que voc� descanse.

Enquanto estiver nesta casa, voc� est� sob meus cuidados.

E deve me obedecer.

A noite dever� estar melhor.

Ent�o falaremos sobre isto.

Lisa, eu vou ao hotel.

Certo.

Eu estou preocupado com o Sr. Vincent.

N�o gosto da id�ia de voc� ficar aqui sozinha com ele.

Oh, por favor, n�o se preocupe.

Por favor.

Certo. Voc� pode me localizar no hotel se precisar de mim.

Luis, mais informes sobre a tempestade?

Desta vez n�o vamos ter tanta sorte, padre.

Vai nos atingir esta noite e ser� pior que a que atingiu Tampa.

Coloque a minha mesa ali.

Wally, eu tenho que falar com voc� sobre Vincent.

Isso � muito pequeno. Eu precisarei pelo menos dois desses juntos.

E como ele est� padre?

Escute doutor. Se eu lhe falasse ele pensa estes furac�es

s�o produzidos por seres de outro planeta, o que diria voc�?

- Voc� est� brincando. - N�o estou.

Ele acredita nisto plenamente.

Olhe, Wally, preciso que v� v�-lo, por favor.

Padre, eu n�o posso partir daqui agora.

H� pouco o que possa fazer por ele.

A melhor coisa � lev�-lo at� Tampa, para o hospital.

Leve algu�m com voc�.

� melhor partir antes que chegue a tempestade.

- N�s iremos com voc�, padre. - Eu chamarei dois homens, padre.

Obrigado. Vou ligar para Lisa, e dizer que j� vamos.

O que est� errado, padre?

O telefone n�o funciona.

David.

Sofreu uma queda grande.

Aqui, beba isto.

Aquele homem que vi falando com voc� antes de eu desmaiar...

Por favor, beba isto.

Lisa, aquele homem...

N�o havia nenhum homem.

Ele � um dos que me atacou naquela igreja.

Por favor, telefone para a pol�cia. Agora!

Mas David, n�o havia nenhum homem.

Eu estive o tempo todo s�.

Voc� tem imaginado coisas. Aqui.

Isto o far� se sentir bem.

Eu vi aquele homem.

David, voc� tem que beber a �gua.

- N�o. - David.

N�o.

Cedo ou tarde voc� vai ter que beber ou comer algo.

Eu posso esperar.

Eles a puseram aqui, n�o foi?

Eu n�o vou beber nada.

Eu n�o quero ficar louco.

S� os primeiros efeitos s�o como a loucura.

Depois de outro copo ou dois, se tornar� mais

como um sonho.

E o que acontece com Washington, Nova Iorque, Boston?

Isto � o come�o, n�o �?

Da pr�xima vez ser�o outras cidades.

E logo o mundo inteiro.

Por que se preocupa com isto?

E o que acontecer� ao padre Joe?

Oh, n�s n�o o ferir�amos.

Ele tem sido uma camuflagem muito boa desde que veio para c�

e reconstruiu nossa igreja.

Sua igreja?

Quatro meses atr�s estava vazia. Abandonada.

Luis e eu a controlamos.

Eu estou ficando muito impaciente com voc�, David.

Agora, beba isto.

Beba. David.

David, pare. David!

O que em nome de Deus voc� fez?

Lisa, o que foi? O que aconteceu?

Me fale, me fale.

- N�o, padre, por favor. - Lisa, o que aconteceu?

Padre, por favor, n�o me fa�a dizer isto.

Seu maldito!

Meu Deus!

Eu sinto muito que ter lhe batido. Voc� � um homem doente.

Tem alguma coisa a dizer, Sr. Vincent?

Bem?

N�o, padre.

Muito bem.

John, pegue meu carro. Leve-o para a delegacia.

- Eles que o levem para Tampa. - Sim, padre.

Lisa, voc� est� bem?

Padre, fiquei com medo.

Eu sinto muito, Lisa, � culpa minha.

Eu nunca deveria a ter deixado s� aqui com ele.

Ei, Danny, o que est� errado?

A estrada est� bloqueada a frente. N�o podem passar.

Mas n�s temos de levar este homem ao hospital.

Ei, n�o � o sujeito que levou uma surra na igreja?

Sou eu mesmo. Estes homens aqui v�o me matar.

Ele est� doente, Danny, realmente doente.

Mas voc� viu o que aconteceu comigo na igreja.

Acha que fingi aquilo tudo?

Padre Joe disse para o levar para o hospital porque ele est� doente.

Verifique com ele.

Olhe, Sr. Vincent, eu conhe�o estes homens.

Eles n�o fariam mal a ningu�m.

Olhe, para que arriscar?

Se eu estiver doente, me leve voc� mesmo para o hospital.

Deixe eles decidirem.

Venha.

Oh, Danny.

Este sujeito ficou furioso na casa do padre.

Pode ficar novamente.

� para isto que sou pago. Venha.

Eu estou pronta, padre.

Aqui, leve isto. V� diretamente para a hotel. Estar� mais segura l�.

O senhor n�o vem?

Eu estarei l� em alguns minutos. Quero ir primeiro � igreja.

Para que?

Algo que eu quero fazer.

Mas, padre, o vento est� muito pior e se n�s n�o partimos agora

n�s n�o chegaremos para ao hotel.

Eu estarei l� em um minuto. Eu quero rezar pelo Sr. Vincent.

N�o. Eu quero pedir perd�o a Deus.

Eu o tratei mal, Lisa. Voc� sabe.

Padre, o senhor foi mais do que justo com ele.

Qualquer um teria batido muito mais nele.

N�o, eu n�o sou justo, Lisa.

Sou um hip�crita.

� muito f�cil dizer "amo todos os filhos de Deus".

Que devolverei o mal com amor.

E finalmente, quando sou confrontado pelo ato mau de um homem doente,

eu o golpeio em raiva e �dio.

Lisa, por um momento, eu o quis matar.

Qualquer homem teria sentido o mesma coisa.

Eu n�o sou um homem qualquer.

- � melhor me apressar. - Padre.

Eu irei com voc� para a igreja.

Eu tenho medo de ir sozinha para o hotel.

Muito bem.

Sargento! Vai precisar outro homem no bloqueio da estrada.

Eu tenho um homem doente...

Ei!

Luis.

O que est� havendo aqui?

O que � tudo isso? Como adquiriu...

Sinto muito, padre. Tentei evitar que viesse aqui.

Evitar porque?

Por favor se sente, padre.

Vincent tinha raz�o.

Ele estava contando a verdade desde o princ�pio.

Mas por que eu? Por que minha igreja? Por que voc�s me escolheram?

Quem revistaria uma uma igreja abandonada?

E quanto a ter escolhido o senhor � muito simples.

Lisa foi posta em sua casa para vigi�-lo.

Ter certeza que voc� nunca descobriria qualquer coisa.

E se eu fizesse?

Morreria.

Se sente, padre.

Quando eu morrerei?

Quando o Luis acabar.

Voc� me incluiu em suas ora��es, padre?

Minha pergunta o pegou de surpresa?

Minhas ora��es eram para voc�.

Para o perd�o de sua alma eterna.

Sua e deles.

E a sua pr�pria alma?

Nenhuma ora��o para ela?

Ou voc� n�o tem medo de morrer?

Quando me tornei um padre, perdi o temor pela morte.

Abdicando a tudo...

para ganhar tudo com Deus.

Atr�s de voc�!

Parem!

Todos voc�s. Afastem-se!

Vamos.

Voc� est� bem?

Sim. Apenas os vigie.

Veja...pare.

Parada.

Bem?

Por que voc� n�o aperta o gatilho?

Pare sen�o eu atiro.

Eu n�o acredito, padre.

Eu atiro.

Eu atiro!

Tudo aquilo que vive � filho de Deus.

N�o � que isso que sua religi�o prega, padre?

N�o a escute. Atire!

Padre ou hip�crita?

O que o senhor �?

Eu penso que eu sei o que �,

padre.

N�o.

Seu t�xi o espera.

Obrigado.

Conseguiu alguma not�cia sobre o pesqueiro de Luis?

N�o.

N�o.

Perdeu-se na tempestade.

Talvez em poucos dias, alguma evid�ncia, venha dar � praia.

Eu duvido disto, padre.

Eles sempre desaparecem.

De qualquer maneira, obrigado por falar com o xerife.

Uma coisa que eu n�o entendo,

por que eles deixariam o furac�o chegar aqui?

Porque iriam se arriscar?

� simples.

Depois da experi�ncia com Dr. Gantley,

suponho eles tinham medo

que outro furac�o que contornasse esta cidade

despertaria mais curiosidade.

David,

lamento que sua busca tenha terminado assim.

Mas eu n�o pude deixar mat�-lo ontem � noite.

N�o como um padre.

Eu entendo.

Eu rezarei para seu sucesso, David.

Eu rezarei para todos n�s.

Obrigado.

Dois homens, dois pesquisadores.

Um procurando os mist�rios do c�u e da Terra.

O outro procurando no labirinto da consci�ncia humana.

A procura continua.

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