All language subtitles for The Blacklist - 2x03 - Dr. James Covington.720p.WEB-DL.NTb.pt

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Original subtitles

- Sabia que �amos encontr�-lo. - Eu n�o fugi.

- Sim. - Podia ter ido � pol�cia.

E n�s t�nhamos ido visitar a sua bela fam�lia.

Por favor. Deve haver outra maneira.

N�o fui enviado, para negociar.

- Por favor! - Est� maluco? Quase o matei!

- Ajude-me, por favor! - Acalme-se, meu.

H� ali um homem.

Apagou-se.

- Est� a acordar. - Levem-no para opera��o.

Por favor.

Temos uma entrega a sudoeste. A equipa aguarda o corpo.

- De quanto tempo precisam? - Nada mais do que 40 minutos.

O m�dico est� a preparar-se.

Preciso de 0,05 de Lorazepam.

Vamos fazer electrocardiograma, hemograma, BMP...

Desculpe, Sr. Wyatt. O seu tempo acabou.

Todos de p�! S�o 5h da manh�.

Senhor, n�o esque�a os sapatos.

Tu!

O que se passou com a tua roupa?

Meu Deus.

"THE BLACKLIST" S02E03 - Dr. James Covington -

Procuras isto?

- Vou gritar. - N�o! Ouve.

O Reddington sabe onde estou. Ele encontrou-me e vem a�,

mas tens de saber que n�o podes confiar nele.

Ele est� a usar-te,

e quando o Berlin morrer, ele vai matar-te.

Se queres ajudar-me, porque n�o baixas a arma?

Ele contou-te?

Ele contou-te alguma coisa sobre a noite do inc�ndio?

Pergunta-lhe a verdade Liz,

porque se entregou ao FBI.

- N�o. - N�o � o que pensas.

Devia ter-te morto quando tive a hip�tese.

- Pergunta-lhe, Liz. - Devia ter acabado isto.

F�-lo responder. Mereces saber a verdade.

O teu pai, Naomi Hyland...

o Red n�o quer que saibas daquela noite,

a noite do inc�ndio...

O que quer, Agente Keen?

O que na verdade quer?

- Quem �s tu? Est� a segui-me. - Tamb�m estou no Motel.

- Eu ia para o gin�sio. - Abra a sua mala.

- Abra a sua mala. Abra! - O que est� a fazer?

Quem �s tu?

Desculpe.

O Governo da Indon�sia finalmente aceitou entregar

todas as opera��es portu�rias a uma companhia privada.

Gostava que essa companhia fosse administrada pelo sindicato.

Isso � improv�vel. A companhia de log�stica � pequena.

Concordo. Por isso estou a tomar provid�ncias quanto a isso.

Estou a triplicar os nossos investimentos.

E se n�o conseguirmos o contrato?

Est� numa guerra contra Berlin,

o que nos coloca a todos nesse problema consigo.

Este tempo � para precau��o, n�o riscos.

Est� na hora.

Niko, tomei a minha decis�o.

Os homens atr�s de ti v�o levar-te at� ao carro.

- Onde est� a Naomi Hyland? - � dif�cil de dizer.

Nunca fui bom em ler as emo��es dessa mulher.

- Tenho de falar com ela. - Queres falar com ela,

talvez fazer perguntas pessoais que achas que ela respondia.

Est�s a esconder-me, alguma coisa.

O que sabes sobre o Paul Wyatt?

O mesmo que toda a gente, acho eu.

Ele tem uma firma de investimentos,

mas estava a ser investigado pela CVM por fraude.

Estava a roubar seguros e pens�es.

Apenas para acabar com o cora��o arrancado do peito.

Se calhar por um cliente.

A pol�cia acha que queriam chamar aten��o.

Por mais que eu admire a pol�cia

pelo maravilhoso senso de ironia,

acho que eles estavam errados.

O homem que matou o Paul Wyatt n�o queria chamar a aten��o.

Ele queria vender.

O seu nome � Dr. James Covington.

H� alguns anos, ele era considerado

um dos maiores cirurgi�es card�acos do pa�s.

Agora, comanda uma empresa ilegal de transplantes.

A sua opera��o, se concordares com o termo,

� um pacote para qualquer um

que precise de um transplante de �rg�os,

mas n�o pode, ou n�o quer fazer pelos canais convencionais.

O meu nome � Oliver Fleck. Represento o Dr. James Covington.

Isso inclui criminosos e clientes ricos

que n�o s�o os primeiros na lista de �rg�os.

- De onde v�m os �rg�os? - N�o se preocupe com isso.

O que interessa � que damos o nosso melhor pela qualidade.

Se houver complica��es nos primeiros dez anos,

n�s vamos fazer todo o esfor�o para reparar isso.

Ele est� a roubar �rg�os.

A matar pessoas inocentes para vender partes delas.

Lizzy, alguns dos piores continuam vivos

Porque o Dr. Covington, est� a salv�-los.

Sabes como o encontrar?

- N�o. Raspadinhas? - N�o quero.

Meu Deus. N�o fazes ideia do que est�s a perder.

Experimenta um pouco, da de toranja.

Est� como tu hoje, quase azeda.

Duas de toranja.

O Sr. Reddington estava certo.

Covington foi um cirurgi�o respeitado.

Fez medicina em Yale,

especializou-se em cirurgia card�aca, em Vanderbilt.

- O que correu mal? - Aconteceu um desastre.

Ele falsificou um documento

e roubou alguns pulm�es da lista de doadores.

Fez uma cirurgia experimental numa crian�a de 10 anos.

Algumas semanas depois, o homem que ia ser transplantado morreu.

O procurador quis acusar o Covington, mas j� tinha desaparecido.

Apresento-lhes Samar Navabi.

� alta.

Agente Ressler. Keen. Acho que j� se conhecem.

Em Vars�via. Estou feliz por ter sa�do de l�.

A Agente Navabi est� emprestada � nossa equipa-de-interven��o.

Foi voc� que encontrou, o Reddington.

Desculpe. Isto � em tempo real?

Procurei-o durante 5 anos. Quanto tempo � que levou?

Foram 74 dias. N�s tivemos sorte.

Eles eram capazes de matar para verem isto em Teer�o.

Como � que uma iraniana acaba a trabalhar para a Mossad?

Como � que o FBI trabalha com o Raymond Reddington?

Como nos encontrou em Vars�via? Quem lhe disse que est�vamos l�?

O legista ligou. Ele precisa ver-te.

- Podemos confiar nela? - N�o sei.

Mas ela salvou as nossas vidas. Isso d�-lhe a confian�a, certo?

Sabes que o Reddington a mandou para Vars�via.

Passava-se alguma coisa l�.

Est�s com ci�mes j� que o tio Red tem um novo namoro.

Dr. Ryerson, o que achou?

Eu completei a aut�psia, no Sr. Wyatt.

Fui informado que a sua teoria � que o cora��o foi roubado.

Exacto.

Ent�o prepare-se para o que est� para vir,

porque essa teoria pode ter um pequeno defeito.

A incis�o no seu peito foi feita

sobre uma incis�o anterior no abd�men.

O exame toxicol�gico indicou anestesia no organismo,

e estou a ver cicatrizes na aorta.

O que significa isso tudo?

H� res�duos de tecidos estranhos

deixados para tr�s quando o cora��o foi removido.

Este homem j� teve um transplante de cora��o antes.

O cora��o tirado do peito nem era dele, para come�ar.

Queria poder ajudar,

mas a minha vida est� uma confus�o.

N�s fomos � fal�ncia, e agora isto?

Sr�. Wyatt, precisamos que veja os relat�rios.

Os registos m�dicos do seu marido n�o falam do transplante.

- Eu n�o sei o que dizer. - N�s verific�mos.

N�o h� registos de recebimento de �rg�os pelo seu marido.

V�o matar-me se eu falar.

A n�o ser que fale, n�o vamos poder proteg�-la.

Dr. James Covington.

O seu marido era um dos seus clientes?

O Paul sofria de uma doen�a no cora��o.

Ele precisava de um transplante.

Ele podia esperar, p�r o nome na fila como todos,

mas n�o o Paul.

T�nhamos o dinheiro. Ele conseguiu logo um transplante.

Ele comprou um cora��o do Covington.

Sim e n�o.

Os �rg�os que o Dr. Covington oferece

n�o est�o dispon�veis para compra.

Aluga-os.

500 mil para cada ano que usar o produto.

Quando os neg�cios estavam bons, n�o era problema,

por�m, depois da investiga��o da CVM, n�o pod�amos pagar.

E se n�o puder pagar, tem de devolver o produto.

Desculpe-me?

O cora��o do meu marido n�o foi roubado.

Foi retomado.

Ele nunca vai convenc�-los a p�r-nos no comando do porto.

N�o me interessa o que diz o Reddington. � imprudente.

Concordo.

A direc��o pode ser uma aliada, mas sabemos quem decide:

Garong Sundri, vice-ministro dos transportes.

Ele est� contra n�s.

O Reddington investiu fortunas em novos equipamentos.

- Isso pode falir-nos. - Isso foi desesperado.

- Senhores. - Receio que cometeu um erro.

- Sabe onde est�? - Sei exactamente onde estou.

E sei com quem trabalha. E, infelizmente para si,

eu trabalho com o �nico homem no mundo que n�o se interessa.

Trabalha para o Berlin? O que � que quer?

Berlin enviou-me com uma oferta.

Se eu fosse a si, pensava nisso

como uma oportunidade �nica na vida.

Retoma por n�o pagar, como uma casa ou carro.

Exacto. Ele matou o Paul Wyatt

porque n�o conseguiu os 500 mil do aluguer anual.

Como funciona isso? Um cora��o pode ser reutilizado?

Covington matou-o para deixar uma mensagem.

De onde eu venho, medo � a �nica dissuas�o.

Venho de Delaware.

Eu sou metade judeu. �, na verdade.

Metade mu�ulmano tamb�m, mas quem se interessa?

Andei a investigar as informa��es da Sr�. Wyatt.

Segundo ela, eles pagavam a taxa de aluguer

ao doar para uma institui��o de caridade chamada Wellbright.

� uma organiza��o registada, sem fins lucrativos.

Obtiveste alguma lista de despesas da companhia?

Sim, a institui��o pagou mais de 200 mil

ao Dr. Gordon Albee por servi�os de consultoria.

Consultoria para qu�?

- Dr. Albee. - FBI.

Lamento. N�o h� crime aqui.

O pobre Norman cometeu suic�dio.

� o m�dico legista?

Voc� tem licen�a como cirurgi�o geral.

- Sim, actuo em v�rias �reas. - Uma envolve consultoria

para uma institui��o de caridade chamada Wellbright?

O que faz exactamente, para eles?

Eu ficava feliz em ajudar, mas h� uma aut�psia � espera.

Se ligar para o consult�rio...

Pagaram mais de 200 mil d�lares no ano passado.

Ligue para o meu consult�rio.

N�o temos nada para o acusar e at� termos,

ele nunca vai dizer o que precisamos saber.

Sr. Vargas.

Soa como um personagem sombrio num filme de Humphrey Bogart.

- Eu j� gosto dele. - Ele trabalhou para o Berlin.

E a sua oferta?

Ele disse que o Berlin vai abrir uma pequena janela.

Se rompermos contigo,

ele vai deixar-nos operar no seu nome.

E tu achas que alguns dos outros foram receptivos.

Os outros est�o a apoiar-te com grande risco.

Se o neg�cio do porto for para o sul, podemos falir.

� uma proposta muito fr�gil.

Obrigado, Niko.

Obrigado por teres vindo com a tua opini�o,

mas estou a sentir-me optimista.

Fica de olho nos outros.

Se algu�m quiser saltar fora,

quero ficar mesmo na frente deles.

- Estou? - Eu preciso falar com ele.

Gostava de pedir a Sr�. Kaplan emprestada.

Meu Deus. Ele n�o parava de falar.

Mas fui capaz de ganhar mais uma hora.

Temos de acabar r�pido. Ele tem bowling �s 16h.

- Talvez tenha sido um erro. - N�o foi. Tu mesma disseste

que lev�vamos semanas a obter as ordens judiciais.

Quantas v�timas t�nhamos at� essa altura?

O mesmo que os outros tr�s,

faltam os cora��es e pulm�es.

Este ainda tem o f�gado, mas vejo sinais de cirrose.

� prov�vel que n�o fosse saud�vel para venda.

Lembras-te quando fizemos ensopado de cevada

com aquele legista, de Des Moines?

Era sopa de Reuben.

Como posso esquecer? Estava a dormir com a sua irm�.

Isso mesmo.

O Dr. Albee est� tramado, querida.

Deve ser tudo o que precisas.

Quatro corpos, Dr. Albee.

Realizou a aut�psia a todos no ano passado.

Nenhum deles era doador de �rg�os registado,

mas todos tiveram �rg�os, retirados.

Como explica isso?

Est� bem. Eu respondo por si.

� fornecedor do Dr. James Covington.

Fornece �rg�os vitais para ele vender,

e ele paga-lhe pela institui��o Wellbright.

N�o conhe�o o Covington. Um parceiro falou comigo,

n�o sei o seu nome, sobre fornecer o material.

Trata de corpos. Achei que deviam ser frescos.

E devem. S� corre bem em circunst�ncias espec�ficas,

assim que tenho acesso ao corpo.

- Quanto tempo tem? - Depende do �rg�o que preciso.

- Uma coisa entre 30 e 90 minutos. - Como � que o transporta?

Ligo para um n�mero. Eles mandam vir algu�m busc�-lo.

Olhe, eu vou cooperar. Vou fazer o que for preciso.

Mas t�m de me proteger.

Est� bem.

Mas primeiro, tem de fazer uma chamada.

Quais as hip�teses do homem inspeccionar o �rg�o?

Conte com isso. Ele vai ver se o tamanho e o peso

batem com o paciente. - Ele n�o vai perceber

que est� a olhar para o cora��o de um porco?

Os cora��es humanos e de su�nos s�o quase id�nticos.

A menos que tenha experi�ncia, n�o vai saber dizer a diferen�a.

O Aram acabou de fazer o ficheiro do doador fict�cio.

O nosso porco tem um nome.

Gustavo Mosquera, 35 anos,

nenhum hist�rico de doen�a card�aca.

Atropelado e morto. Hora da morte...

H� 30 minutos.

O Aram tamb�m criou um RG e uma DIRPF, caso verifiquem.

- Qual a hora da entrega? - Demora at� uma hora.

O meu homem tirou esta fotografia h� 2 horas atr�s.

Fascinante.

O que o Laskin e o Russo fazem juntos ou um ao outro

no tempo livre, n�o � da minha conta.

Certo, excepto que um minuto depois...

Um trio? Interessante.

Pelo esplendor do alfaiate, digo que � o Sr. Vargas.

Isto nem parece cabelo verdadeiro.

Temos de supor que aceitaram a sua oferta

e fizeram neg�cio com o Berlin.

Porqu� supor, Niko, quando posso perguntar?

Mandei a fotografia do homem que bate com a descri��o do suspeito.

Apanhei. Estou a processar pelo banco de dados agora.

- Quanto tempo temos? - Duas horas no m�ximo.

Aqui est� o seu ficheiro.

Ronald Cassell. Fraude, roubo, agress�o.

Mas ele tem algum treino m�dico.

M�dico de combate pelo Forte Drum.

Est� tudo certo. Serve para o nosso cliente.

Excelente. Vejo-te daqui a 20 minutos.

Boas not�cias, Sr. Babbitt. Estamos prontos para come�ar.

Todos preparados. Alvo em movimento.

Ressler, ele vai sair pela porta da frente.

Claro que tinha de ser uma mota.

Ele viu-me.

Vou acabar com ele. Segura-te.

Doutor, temos um problema.

Vai, vai.

Vai, vai, vai!

Senhores, obrigado por me verem t�o em cima da hora.

Sei que tiveram um dia muito cheio.

Nada fora do normal.

Soube que tiveram um encontro

pela manh�, no centro.

Tivemos uma reuni�o no Corgate.

- � um interrogat�rio? - Sim.

Eu soube que foi feita uma oferta,

por um representante do Berlin.

- Red, olha... - O que n�o percebo

� porque s� um dos meus s�cios pensou em informar-me.

N�o te dissemos porque n�o havia nada a dizer.

JP.

Fico feliz que tenhas sido capaz de cumprimentar o Teddy

e ajud�-lo a superar a afli��o de eu falir a nossa opera��o.

Eu estava a mentir se dissesse que n�o me preocupei com isso.

Se eu fosse a ti, Teddy, estava mais preocupado com

os planos desses cavalheiros para o teu futuro pr�ximo.

- O qu�? O que est�s a fazer? - Espera um minuto.

- P�ra, Red! - O que se passa?

Que diabos? N�o fa�as isso. N�o...

Solta-me!

Perdemos a nossa �nica pista para o Covington.

Talvez haja outra maneira.

Mostrar isto ao Cassel.

� o ficheiro m�dico do pr�ximo paciente do Covington.

O que ganhava o cora��o do porco?

- Quem �? - O seu nome � Bernard Babbitt.

Bernard Babbitt, conhecido como "BB".

Administra o Desobry Syndicate, de Nova Orleans

e transporta drogas e armas pelo porto.

O FBI tenta acus�-lo h� anos por extors�o e assass�nio.

- Ent�o, conhece-lo? - Se conhe�o? Meu Deus.

Uma vez dividi uma boleia com ele,

num bimotor, de Porto Pr�ncipe, para Baracoa.

Tivemos de rebalancear o avi�o com 3 caixas de RPGs russos

s� para acomodar a sua barriga.

Achei que ele tinha mais cuidado na escolha de onde frequenta.

O BB � um homem indulgente.

Ele adora estar cercado pelas coisas que ele mais ama.

BB.

Igual a um urso num acampamento.

Pobre criatura.

Honestamente, n�o sei como consegues.

- Encabula a minha imagina��o. - Red.

Imagino que n�o tenhas problemas em justificar,

porque te entopes com toda essa comida gordurosa.

Uma vez que j� pagaste pela troca,

dessa coisa podre e in�til a que chamas cora��o.

Como � que vai isso? Ouvi que houve um contratempo.

Um problema com o doador n�o aparecer.

D�-nos um momento, "mouche � miel".

O que � que queres, Reddington?

O bom Dr. Covington. Ele e eu temos de falar.

J� que mant�m contacto, pensei que podias ligar-nos.

BB...

Eu sei que sabes como o contactar.

Est�s sob os seus cuidados.

Eu tenho um n�mero. Exclusivo para urg�ncias.

Ent�o, podes ter a certeza que n�o te vou dar.

A �ltima coisa que preciso � irritar o homem

antes dele abrir-me o peito.

Fala comigo depois da minha opera��o.

BB, n�o pareces bem. Est� tudo bem?

Deixa-me adivinhar. Pulso irregular, falta de ar,

talvez um formigueiro nos teus pa�ses baixos?

O que diabos fizeste?

Estas bebidas por conta da casa?

N�o eram da casa. Eu ofereci. Espero que n�o te importes.

Tomei a liberdade de adicionar um ingrediente surpresa.

Uma coisa para tratar qualquer disfun��o que estejas a ter.

O teu homem cai em servi�o? � uma droga milagrosa,

mas n�o tanto para um glut�o com um cora��o pregui�oso.

Mas v� pelo lado bom:

vais morrer com uma maravilhosa erec��o!

N�o consigo respirar.

Por sorte, os dois cavalheiros atr�s de mim s�o param�dicos.

D�-me o contacto do Covington, e v�o ficar felizes em ajudar-te.

O que � que achas, BB?

Isto parece uma urg�ncia?

- Queria ver-me? - Feche a porta.

Recebi a avalia��o psiqui�trica da Dr�. Friedman.

Ela est� preocupada.

Com o Ressler. Ela queria suspend�-lo porque...

Ela n�o teve problemas com o Ressler.

- Ela preocupa-se contigo. - � rid�culo. Estou bem.

� com isso que ela se preocupa.

E francamente, tamb�m eu.

Est� preocupado porque estou bem?

Porque n�o ficaste triste, nem ficaste de luto.

N�o pelo casamento, por ti, pelo que o Keen te fez.

Vou ficar triste quando apanharmos o Berlin.

A Dr�. Friedman recomendou um m�s de licen�a paga.

Bom. Vou ter mais tempo para ca�ar o Berlin.

N�o vou seguir a recomenda��o da doutora.

Mas estou preocupado.

A investiga��o est� em andamento

e sabemos que h� hip�teses do Tom Keen estar vivo.

O que ele fez, como tu lidaste, os quartos do Hotel...

A tua paran�ia � compreens�vel,

mas estou preocupado que se torne um problema.

Agrade�o a sua preocupa��o,

mas estou a lidar da melhor maneira.

Elizabeth.

N�o estou a criticar-te.

Se eu estivesse no teu lugar...

S� quero que saibas que caso te sintas sufocada,

caso precises falar, a minha porta est� aberta.

Obrigada.

� o Reddington.

Conseguiste alguma pista do Covington?

- O que procuramos? - Temos um n�mero do Covington.

- O Aram est� a tentar localizar. - � uma linha digital VolP.

Est� a ser redireccionada para todo o mundo

para disfar�ar a origem.

A linha est� activa.

Covington est� a fazer uma chamada.

- O que se passou com Cassell? - Ele ligou e disse...

S� mais um pouco, e vamos ter uma morada.

Preciso de ti aqui. Temos uma remo��o �s 5h.

- Est� certo. Estou a caminho. - N�o, n�o. Maldi��o.

S� pude limitar a localiza��o a estes 5 quarteir�es.

Ele falou em remo��o. Vai retomar outro �rg�o.

Temos de ir. Se n�o acharmos o Covington dentro de 43min,

vamos encontrar outro corpo.

Esta � a 5.7 que tanto falaste?

Sem d�vida. V� tu mesmo.

A�o polimerizado, controle ambidestro.

J� vou ter contigo.

J� fal�mos. O Berlin prefere armas

fabricadas na R�ssia ou no Leste Europeu.

Traz o mesmo carregamento que da �ltima vez.

As minhas desculpas.

Esperava ter tudo certo, antes de chegares.

Onde est�vamos?

- Est� feito. - O Reddington acreditou?

Nem precisei apresentar provas concretas

de que os homens dele o tra�ram.

Ele tornou-se descuidado, inst�vel.

Parece que o nosso acordo come�ou bem.

Com rela��o ao acordo,

creio que precisamos rever os termos.

Eu tra� o Raymond Reddington.

Ele n�o vai simplesmente esquecer e seguir em frente.

Preciso que tratem de mim.

Se o Berlin quisesse o Reddington morto, j� tinha feito.

As coisas mudaram.

Est�s a trabalhar comigo, agora.

Sei tudo sobre a opera��o do Reddington.

Estou disposto a entregar tudo ao teu patr�o,

mas preciso do Reddington morto.

N�o posso ser um bom parceiro para o Berlin,

se estiver sempre preocupado.

Marca um encontro com o Reddington.

O meu pessoal, toma conta do resto.

O propriet�rio n�o atende.

Tem de ser aqui. Estivemos em cada loja,

estacionamento e restaurante da �rea.

Temos 20 min. antes do Covington, matar a pr�xima v�tima.

O que est�s a fazer?

Gosto de ter uma chave extra no porta-bagagens.

Alguma coisa?

Um monte de nada.

Keen, v� isto.

H� uma escada para o andar de baixo.

- Andar de baixo? - � um tipo de escada de acesso.

A planta oficial do pr�dio n�o diz nada sobre cave.

M�os para o alto. Deixe-me ver as suas m�os.

N�o pode estar aqui.

Eu trato deste.

- Espere, senhor. N�o entre a�. - Sente-se.

- Por favor, eu imploro. - Disse para se sentar.

Afaste-se da mesa.

- N�o sei quem �... - M�os ao alto!

Afaste-se da mesa agora!

N�o sabe o que est� a fazer.

Acabou, Dr. Covington. Sabemos de tudo.

Perdeu a sua licen�a por realizar uma opera��o experimental

numa crian�a. Mas n�o nesta. N�o esta noite.

N�o quero magoar o rapaz. Quero salv�-lo.

O seu nome � Daniel.

Se ele n�o tiver os pulm�es em 24 horas, n�o sobrevive.

Ele precisa estar num Hospital.

� muito tarde para isso. Vou fazer esta opera��o.

Se quiser impedir-me, vai ter de atirar em mim.

N�o vai ser um problema.

Existem regras r�gidas que controlam

quem tem acesso a �rg�os doados e quando.

No sistema actual,

oferecem pulm�es de adultos para adultos,

mesmo quando h� crian�as a necessitar mais.

- N�o vou discutir isso consigo. - Tenho pulm�es de adultos

e fiz o transplante numa menina.

Por isso perdi a minha licen�a, por salvar a sua vida.

Ent�o, sabe das coisas?

P�r pulm�es de adultos em crian�as � arriscado.

Mas creio que em v�rios casos, somos obrigados a tentar.

E n�o sou o �nico. Os tempos est�o a mudar.

J� existem processos oficiais de apela��o para esses casos.

Ent�o, os seus pais podem pedir uma excep��o � regra.

Com o risco de serem recusados.

Aqui, pelo menos, garanto-lhe uma hip�tese.

Voc� matou o Paul Wyatt. Arrancou-lhe o seu cora��o.

Pode pensar o que quiser de mim.

Mas cada centavo que consegui de criminosos como o Paul Wyatt,

foi gasto para construir e operar neste lugar.

Hoje, s� o que interessa � que n�o vai haver amanh�

para este rapaz, se eu n�o fizer o transplante.

O material do doador, j� est� aqui.

Se n�o usarmos, vai morrer,

assim como o rapaz.

Se o prendermos agora, o rapaz n�o vai sobreviver.

Podes viver com isso?

Covington n�o � s� um cirurgi�o. � um assassino.

Mas agora, ele � a �nica hip�tese do rapaz.

V� os seus pais. E se fosse o teu filho?

E se alguma coisa correr mal?

E se ele morrer na mesa? Como vamos explicar?

Consegues tapar com o Cooper e o Aram?

Ganha apenas, tempo para n�s.

Liz, estamos a passar do limite.

Temos de o deixar fazer.

Niko, est�s muito ansioso.

O que � t�o importante que n�o podias esperar?

Fomos parceiros durante muito tempo.

E tivemos muito sucesso.

Ent�o, queria ter a cortesia

de te olhar nos olhos e dizer: "est�s fora".

Percebo.

- Est�s a falar por...? - Todos. Estamos unidos.

Tornaste-te um risco.

N�o te esque�as com quem est�s a falar.

Como podia esquecer-me?

Especialmente por esta ser a nossa �ltima conversa.

Raymond Reddington, Sr. Vargas.

Eu enganei-te.

Algu�m aceitou a oferta do Berlin,

mas n�o foram o Laskin e o Russo.

Fui eu.

Boa jogada, Niko. N�o pensei que fosses capaz.

Mata-o.

Acho os cromados, uma ostenta��o.

Desculpe-me, Sr. Demakis.

A verdade � que fui eu que o enganei.

Sabes, quando tinha 15 anos, eu tive um trabalho de ver�o

a colocar carpetes para Albert Kodagolian,

no lago Charlevoix.

Trabalho horr�vel. Calor, dentro de casa,

for�ado a ouvir "The Gambler" no Stereo 8,

enquanto, o resto do mundo estava na praia.

Tr�s dias no trabalho e percebi que tinha de sair.

Pedi conselho ao meu pai.

Ele s� quis saber se eu tinha prometido

ao Sr. Kodagolian que ia trabalhar no ver�o.

Eu disse que sim e o meu pai sugeriu que eu continuasse.

Eu tinha dado a minha palavra.

As piores 8 semanas da minha vida.

At� ao �ltimo dia.

O Sr. Kodagolian apareceu no canteiro das obras,

puxou-me para um canto e disse-me que em 27 anos,

nenhum rapaz tinha trabalhado at� ao final do ver�o.

Ent�o, deu-me 40 d�lares a mais.

O dinheiro mais valioso que j� recebi.

Uma li��o de vida impag�vel.

Valorizar a lealdade, acima de tudo.

Quase me esqueci.

O Governo da Indon�sia escolheu a nossa companhia

para comandar o porto de TanKulu.

O vice-ministro dos transportes n�o gostou muito.

Felizmente, ele tamb�m estava gravemente doente

e a precisar de um transplante de cora��o.

Ele morreu esta manh�.

Parece que o que ele fez para garantir um cora��o doado

n�o correu muito bem.

O novo vice-ministro v� as coisas da nossa maneira.

Sorte, acho eu.

Acho que sorte n�o teve nada a ver com isso.

Est�s certo. Raramente tem a ver com sorte.

Honestamente, quantas vezes fal�mos disso?

O qu�?

Sabe que n�o gosto de sangue e...

tenho de sair do ambiente, antes do sangue.

Sabe que sou fraco para isso.

D�-lhe a cadeira. Ele vai desmaiar.

Meu Deus.

Obrigado.

Achas que o Reddington, sabia

que o Covington estava a tentar salvar as crian�as?

Para cada crian�a salva pelo Covington,

ele mantinha 3 assassinos vivos, como o BB,

para doar aos inocentes. - Era uma boa troca.

S� de pensar que trocas fazia, que regras ignorava...

A Agente Keen que conheci h� um ano, jamais fazia isto.

Capturaste o Covington, e a crian�a est� a recuperar.

Parece uma vit�ria.

Sim.

N�o costumam celebrar quando fecham um caso grande?

V� l�. Deixa-me pagar-te uma bebida.

Obrigada, mas acho que me vou embora.

Tudo o que sabes sobre mim � que encontrei o Reddington,

o que leste num vago dossi�

e agora trabalhamos juntas. Com tudo o que isso implica.

Tenho a certeza que n�o sabes o que pensar.

- Est�s errada. - N�o estou errada.

Est�s certa em n�o confiar em mim.

Est�s certa sobre isso.

Est�s errada por pensares que encontraste o Reddington.

Se ele foi encontrado, foi porque quis ser,

e queria que fosses tu.

Ou talvez eu seja boa no que fa�o.

� assim t�o dif�cil de acreditar?

Se ele queria ter-te aqui, ele tinha alguma raz�o.

� por isso que n�o acredito em ti.

Porque n�o sei que raz�o � essa

e acho que tu tamb�m n�o.

Senhor?

Lamento aquele incidente, com a...

revista.

N�o te preocupes.

Ent�o, � isso que fazes? Revistas sem raz�es?

Sim. � o que fa�o.

Sou uma Agente federal.

Pensei que fosses alguma coisa do tipo.

� melhor prevenir do que remediar, n�o �?

- Tem uma boa-noite. - Para ti tamb�m.

Est�s t�o diferente.

N�o tanto quanto tu.

Adapta��o para Portugu�s: zecacurto

Resync WEB DL: sunrising

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