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KKULBEE EDUCAÇÃO
Olá.
Você deve ser o Ji-uk. Neto da Geum-duk, certo?
Sou, sim.
Sou a Eun-ok.
Tia, mãe, senhora ou Sra. Lee.
Me chame como quiser, menos de vovó.
Vovó…
Digo, minha avó, Geum-duk.
Ela me disse que eu iria para um orfanato.
Pelo amor de Deus.
Eu disse que não era um orfanato.
Não sei por que ela decidiu chamar o próprio neto de órfão.
Vamos entrar.
Vamos.
Fique aí só um instante.
Bem-vindo, meu filho.
Obrigada por ter vindo.
Fico mais tranquila por ter você em casa.
A propósito, você é bom em guardar segredos?
Sou bom em cumprir promessas.
Nesse caso, pode me fazer uma promessa?
Sobre o quê?
Tenho uma filha chamada Son Hae-yeong.
Temos que manter sua estadia aqui
em segredo dela.
Quer dizer que ela saiu daqui?
Sim.
Se eu estiver causando algum problema…
Duvido que ela venha visitar.
Mesmo assim, é melhor nos prepararmos.
Pode passar despercebido?
Sim.
Você me deu sua palavra, hein?
Fiz uma pergunta.
Você é o Ji-uk…
que sempre é mencionado aqui?
Você morou aqui?
Sim.
Foi filho adotivo da minha mãe?
Sim.
Você sabia quem eu era…
esse tempo todo?
Sim.
Posso explicar.
Dê o fora.
Senhora.
Saia daqui. Você me dá nojo.
-Sinto muito. -Não me ouviu?
Vá embora.
Não pode…
não ter raiva de mim?
Se me mandar dar o fora ou ir embora,
eu não posso ir.
Então, vou eu.
Não contei porque fiz uma promessa à sua mãe.
Prometi a ela que você, a filha dela,
nunca descobriria que ela me acolheu como filho adotivo.
Não sabia que acabaríamos assim.
Entendo por que está brava, mas ela deve ter tido seus motivos.
Motivos?
Devo ter sido muito má e egoísta para ela esconder isso
de mim?
-Não foi o que eu quis dizer. -Sabe quem é egoísta de verdade?
Ela.
-Minha mãe. -Senhora.
Nunca concordei com nada disso.
O espaço aqui deveria ter sido meu
assim como o carinho e a atenção da minha mãe.
Eu disse a ela um milhão de vezes que não queria compartilhá-los.
Mas ela nunca me ouviu, nem uma vez.
Aí…
Aí, meu pai…
Acho que minha mãe nunca se arrependeu,
mesmo depois de causar a morte do meu pai.
Não consigo acreditar…
que ela te acolheu depois.
Como assim?
Você a culpa por perder seu pai?
Ela não te contou?
Senhora.
-Vamos à casa de repouso em Paju. -Certo.
Ja-yeon.
Sabe o que aconteceu com o pai da Hae-yeong, né?
O quê?
Ah.
Bem, eu…
Prefere não falar sobre ele?
Não. Ele é proibido nesta casa.
Deixa pra lá.
Foi o último filho adotivo da mamãe?
Sim.
Fico feliz em saber.
É um alívio saber que ela não estava aqui sozinha.
É sério.
Hae-yeong também vai perceber.
Mas ela pode precisar de um tempo.
Desculpe, mas vamos voltar.
Não queria ir para Paju?
Vi que era tarde demais.
Mesmo que eu fosse lá,
duvido que encontraria respostas.
Ei!
-Você chegou. -Ha-jun!
-Ei! -Ha-jun!
-Você sempre se atrasa. -Desculpe.
-Nossa. -Vou dar um oi antes.
-Quais as novidades? -Vou servir.
Finalmente chegou.
Podemos beber isso?
Cara, sem essa!
Eu forneci o local
e ofereço meus serviços para o reencontro.
Pode aumentar minhas vendas de bebidas…
VASTALAN 30 ANOS
Bom, aí a coisa muda de figura.
Estou impressionado, Ha-jun.
Ser escravo de uma empresa chique melhorou seus gostos.
Vou pegar uns copos, Ha-jun.
-Vamos fazer um brinde! -Muito bem!
-Saúde. -Saúde.
Fui à escola Garam há pouco.
-Com quem? -Com Nam Ja…
Namja, tipo um cara?
Perdi o interesse.
Não, Nam Ja-yeon é o nome dela.
Ela estudava Letras, mas foi transferida antes do último ano.
-Lembra-se dela? -Nam Ja-yeon?
Não me lembro.
Ela não ficava com outra família?
Como era? Não era bem um orfanato.
Um lar adotivo?
Sim, é isso.
Isso me fez lembrar.
Houve um assassinato naquele lar adotivo anos atrás.
Assassinato?
Sim, a esposa do criminoso fugiu,
e a menina estava com a família adotiva.
Tudo desandou
quando ele perguntava à menina onde a mãe estava.
Pode ser ela.
-Por isso a transferência dela. -Quando foi isso?
No nosso último ano. Tenho certeza.
Qual é! Ela já estava em outra escola na época.
E como ela poderia ficar com a família se o pai dela fez isso?
Verdade.
Então, ela é bonita?
Saibam que esta garrafa
chegou às nossas mãos graças a ela.
Vamos brindar!
É muito bom revê-los! Bebam!
SEIS ANOS ATRÁS
Ja-yeon.
Tia.
Não sentiu minha falta?
Eu…
senti muito a sua falta.
Sinto muito.
Eu não devia ter ligado
e te culpado pelo que aconteceu.
Eu não devia ter sido tão cruel.
Desculpe.
Por favor, me perdoe.
Não diga isso.
Por favor. Foi por minha causa…
Foi por minha causa que o Sr. Son faleceu.
Não é verdade. Nunca foi culpa sua.
Você também foi vítima.
Eu não estava bem na época.
Estava obcecada em culpar outra pessoa.
Não foi culpa sua.
Foi, sim.
Eu causei tudo isso.
Desculpe.
Sinto muito, mesmo.
Desculpe.
Ja-yeon.
Parece que tenho uma doença.
O quê?
Dizem que vou perder a memória.
Todas as lembranças ruins desaparecerão,
só as boas ficarão.
Mãe.
Quando isso acontecer, a verdade será esquecida.
Nunca contei a ninguém
que o desgraçado foi atrás de você.
Nem à Hae-yeong.
Sr. Son insistiu
até o fim
que você não deveria…
ser tachada de filha de um assassino.
Ja-yeon.
Quando algo se apaga de todas as lembranças,
podemos fingir que nunca aconteceu, está bem?
Nunca aconteceu.
Quero que esqueça o que aconteceu.
Desapegue.
Você pode fazer isso.
Nunca foi culpa sua, está bem?
Hae-yeong,
se eu pudesse trocar de lugar com a mamãe e ficar doente…
Não, se eu pudesse ter morrido no lugar do Sr. Son,
teria feito qualquer coisa.
Mas esta era a única coisa que eu podia fazer.
Hae-yeong.
Se você não sabe…
Hae-yeong.
Sou eu, Ja-yeon.
Se você não sabe mesmo
que a morte do Sr. Son foi culpa minha…
Nam Ja-yeon?
Tomara que não saiba.
Quanto tempo!
Como você está?
Hae-yeong.
Sinto muito.
Pelo quê?
Sinto muito por…
Não limpou a geladeira?
-O quê? -Limpe amanhã.
Está bem.
Vou te tratar bem, Hae-yeong.
Vou te tratar bem
assim como seus pais teriam feito.
Por favor, me perdoe.
EPISÓDIO 11
O número chamado está desligado.
Ji-uk!
Oi, Gi-un.
Quero pedir um favor.
Pode ver se a Srta. Son veio…
Que saudade de você!
-O quê? -Como você está?
Trocamos mensagens…
Não basta!
Basta para você?
Sr. Kim?
Nossa! Ei!
Não tem o brilho incrível pós-demissão,
não estou vendo.
O que foi?
Parece que não dormiu.
Que estranho.
A demissão cura tudo
e o divórcio rejuvenesce.
Por acaso veio ver a Srta. Son?
-Sim. -Acho que ela tirou o dia de folga.
Como?
Entendo.
Já vou, então.
Até mais, Gi-un.
Até mais?
Ele não parece ainda apaixonado para um divórcio recente?
O que acha, Sr. Bok?
Pode querê-la de volta.
Será que é por isso que a Srta. Son o evita?
O que o Ji-uk tem?
Não digo que haja algo de errado com ele.
Uma divorciada deve procurar outro.
Secretário Yeo, fale com Park In-ha
e Lee Yu-yeon sobre possíveis problemas com as torres.
Não se esqueça de Kim Tae-jin, da Ogwang.
Precisam fazer um recall do produto.
Entendido, secretário?
Por que não diz nada?
Secretário Yeo!
Secretário Yeo!
Qual é o problema?
O sistema do celular e os telefones…
O problema de verdade.
Eu posso ter…
perdido a cabeça
com a Srta. Yeon.
Conseguiu perder a cabeça com ela?
A Srta. Yeon tem…
me ignorado!
O que eu faço agora?
É o seguinte.
Se as torres caíssem e os telefones explodissem,
as pessoas dariam um jeito
de atender quem gostam.
O que isso quer dizer?
Secretário Yeo!
Secretário Yeo.
Secretário Yeo.
Se ela ignora sua ligação,
significa que acabou.
Vai ver te bloqueou.
Ela me bloqueou?
Sério?
Você também…
Já liguei 17 vezes.
Eu liguei 29 vezes.
Isso é demais.
Mais de dez ligações… Não.
Qualquer um ficaria mal com mais de cinco.
Saia daqui. Você me dá nojo.
Seus relacionamentos acabaram, claro.
Vocês já eram.
Este é o nosso final feliz.
Está proibido de dizer "fim" ou "final" perto de mim.
"Você me dá nojo" também.
Lúcifer,
por que não fala com a mãe da Srta. Son?
Eu tentei, mas…
Talvez ela tenha ido
visitar o pai no cemitério?
Então, a vítima daquele caso de assassinato era o pai da Srta. Son.
Que caso?
Você não sabia?
Só fiquei sabendo no reencontro da escola.
Um dos meus amigos morava por aqui.
O que aconteceu?
Bem…
Sabe que os pais da Srta. Son
tinham um lar adotivo, certo?
O pai de uma filha adotiva deles veio procurar a filha…
e o matou.
Acho que minha mãe nunca se arrependeu
depois de causar a morte do meu pai.
Não consigo acreditar…
que ela te acolheu depois.
Por isso ela disse aquilo.
Ligue para ela!
Tenho certeza de que ela atenderia.
Acho que sim, mas…
Se descobrir onde ela está,
vou ligar para Ja-yeon e perguntar se ela te bloqueou.
SON HAE-YEONG, LÍDER
É a Son Hae-yeong.
Alô?
Vamos! Fale com ela.
Líder… Digo, gerente Son.
Onde você está?
Hoje é meu dia de folga.
Não estou no escritório, senhor.
Onde você está?
Estou fora da cidade a negócios.
ONDE, EXATAMENTE?
Vestindo o quê?
ONDE, EXATAMENTE?
Onde, exatamente?
No momento, estou…
Por que a pergunta?
Porque pensei nos vários pães locais que comi na sua casa.
Qual vai comprar desta vez?
A especialidade daqui são bolos de nozes.
Bolos de nozes?
Vejo você e os bolos amanhã, então.
Está bem, até amanhã.
Ele pirou de vez?
Esquisitão ridículo!
Pronto.
É a sua vez, Lúcifer. Ligue para a Srta. Yeon e pergunte…
Pode comer. Está uma delícia.
Lúcifer.
Lúcifer!
Secretário Yeo, demita-o!
Ele já se demitiu.
Não podemos demiti-lo.
Droga.
AMOR APIMENTADO - ROTEIRO DA ADAPTAÇÃO
Chegou na hora certa, Srta. Cha.
O roteiro da adaptação chegou. Quer ler comigo?
Eu vim aqui discutir isso.
Achei que deveria avisá-la antes da minha agência.
Não poderei participar.
Por que não?
Por minha causa,
Srta. Cho e Tae-hyeong romperam.
Minha consciência
me diz para ficar longe.
E meu enjoo matinal está piorando.
Srta. Cha.
Isso significa…
Sim.
Eu e Tae-hyeong decidimos juntos.
Espero que nos apoie.
Vou apoiá-la como puder.
Srta. Cha,
você tem fé?
No Tae-hyeong?
Não, no amor.
No amor em que você entende e aceita
cada parte do outro.
Acha que esse amor existe?
Acha que alguém poderia te amar
mesmo sabendo tudo sobre você…
Ja-yeon.
Já ouviu falar do gato de Schrödinger?
A experiência do gato hipotético na caixa?
Não era sobre física quântica?
Não sei nada de física quântica.
Mas eu acho
que só alguém que acredita que o gato está vivo abriria a caixa.
Estou dizendo que precisa acreditar que esse amor existe para vivenciá-lo.
Com licença.
HATER
Oi, acabei de ver a Ja-yeon.
Esperar o quê? Posso ir ao médico sozinha.
Não se esqueça, Tae-hyeong. Pode encontrar Hae-yeong.
Se uma surra dela for inevitável,
é melhor acabar logo com isso.
Tudo bem, então. Te vejo no hospital.
Está bem.
Vejo você lá.
Está terminando comigo
por um filho que pode nem ser seu?
Min-ji.
-Um tapa basta? -Você se acha muito romântico, né?
Caia na real. Não está fazendo isso porque ama Hui-seong.
Seu narcisismo está te iludindo sobre como pode ser altruísta.
Pode me bater e me insultar o quanto quiser,
mas diga o que você sente.
Eu sei o que eu sinto.
-Tem certeza disso? -Claro.
Talvez se sinta assim agora.
O filho ainda nem nasceu.
Vai mudar quando nascer.
"A quem essa criança puxou?
Meu filho não será assim."
Cho Min-ji.
Acha que não vai pensar nisso?
Garanto que qualquer homem pensaria.
Mais uma coisa, Sr. Yun.
Você não é tão especial.
Senhora.
Está bem?
O que é isso?
Conhecia este lugar?
-Bem… -A mamãe também te trouxe aqui?
Minha cabeça.
Madeira verde não pega fogo facilmente
e só cria muita fumaça.
Um lugar vende lenha aqui perto…
Como sabia que eu estaria aqui?
Me dá nojo de novo.
Eu me preocupei com você.
Se não se sente à vontade comigo aqui,
posso ir embora.
O que aconteceu com este lugar?
Os diários dela não estão aqui.
Ela queria se livrar de tudo antes de ir para a casa de repouso.
Disse que tinha coisas que guardava da época da mãe dela,
que seriam um fardo para você se ela as deixasse.
Por que ela veio para cá?
A memória dela já se deteriorava.
Ela leu um livro que dizia
que, se os idosos vivessem onde tinham vivido,
rejuvenesceriam fisicamente.
Ela esperava
desacelerar o progresso da doença
morando na casa em que tinha morado quando jovem.
Ela assistia a programas de TV e ouvia músicas de que gostava
quando era jovem.
Sua mãe
só aceitou me acolher
por causa da minha avó.
Minha avó
insistiu que ela fizesse isso.
Ela não teve escolha.
Ela se lembra de você?
Sei que se lembraria do último filho adotivo,
mas não da própria filha.
Quero te mostrar uma coisa.
O quarto deve estar quente agora.
Pode entrar.
Mãe, quem é este bebê mesmo?
É minha filha, Hae-yeong.
Hae-yeong.
Acho que ela gostava mais de mim quando eu não podia falar.
Mãe, quem é este bebê mesmo?
É a minha filha, Hae-yeong.
Mãe, quem é este bebê mesmo?
É minha filha, Hae-yeong.
Se olharem aqui,
a área preta é o líquido amniótico,
e a parte branca dentro é o seu bebê.
Estão vendo um movimento onde meu cursor está agora?
-Sim. -Sim.
É o coração do bebê.
Vamos ouvir os batimentos cardíacos.
Talvez se sinta assim agora.
O filho ainda nem nasceu.
Vai mudar quando nascer.
Quando saberemos o sexo do bebê?
Tae-hyeong.
Podem confirmar com 16 semanas.
Vocês podem descobrir se o bebê puxou ao pai ou à mãe.
"A quem essa criança puxou?
Meu filho não será assim."
Acha que não vai pensar nisso?
Deve estar cansada, Hui-seong.
E não comeu nada por causa do enjoo.
Não se preocupe. Estou bem.
Está com desejo de algo?
Diga o que tiver vontade. Precisa comer, nem que seja pouco.
Estou bem.
Só quero ir para casa.
Pode me deixar ali.
Do que está falando? Vou te levar para casa.
Mas precisa voltar ao estúdio.
Está tudo bem.
Preciso vê-la comer algo e levá-la para casa para me sentir melhor.
-Tae-hyeong. -Sim?
Encoste.
O que foi? Está enjoada?
Mandei encostar.
Hui-seong.
Hui-seong!
Você está bem, Hui-seong? Se quiser vomitar…
E você?
Eu?
O que tem eu?
Quero saber se está tudo bem entre nós.
Por que não estaria?
Tem certeza mesmo
sobre mim e o bebê?
O que deu em você?
Você é um livro aberto para mim.
Não consegue me esconder nada.
Então, seja sincero.
Sobre o quê?
Você se arrependeu
de me dizer que esse bebê era nosso?
-Hui-seong, -Você se arrependeu?
Sempre amei sua sinceridade.
Mas, se não se abrir comigo agora,
terá que continuar fingindo
e eu vou pisar em ovos, como mais cedo.
Então, me responda.
Você se arrependeu?
Então, se arrependeu.
Mas foi só por um segundo.
Não importa por quanto,
o fato é que se arrependeu.
Mas eu posso vacilar por um segundo. Tenho certeza de que me entende.
Eu te entendo.
Espero que você me entenda.
Hui-seong.
Por favor, não faça isso.
Eu gostei de você porque era sincero,
e te amei por respeitar o que eu dizia.
Não me siga.
Senhora.
Vou entrar.
Quando vai voltar…
Ji-uk.
Onde você ficava sempre que eu visitava?
Devo ter ido para casa algumas vezes,
mas acho que nunca te vi.
Sua mãe me avisava
para eu ir à biblioteca ou a um cibercafé.
E…
nós nos encontramos.
Só uma vez.
Quando?
No primeiro aniversário da morte do seu pai.
Droga. Hoje é o dia da visita dela.
Essa foi por pouco.
COMPREENSÃO DE ÁUDIO
O que está olhando, moleque?
Se fumar agora, não vai crescer.
Ei.
Tem um isqueiro?
Se não tiver, esqueça.
Acho que começou cedo,
já que é tão baixinha.
Era você?
Quem me deu o isqueiro
era você mesmo?
Por que tinha um?
Era da minha avó.
Fui vê-la naquele dia.
Era você?
O que foi?
A propósito,
por que desapareceu sem dizer nada
depois do nosso casamento?
Porque…
Fiquei apaixonado.
Por que sumiu por isso?
Tive medo de nos aproximarmos
e de eu não cumprir minha promessa
à sua mãe.
Sua promessa à sua avó
o impediu de ver sua mãe, mesmo com saudade,
e sua promessa à minha mãe…
fez você reprimir seus sentimentos.
Senhora.
Vamos para casa.
AMOR APIMENTADO EPISÓDIO 157 YEON-SEO…
HA-JUN…
Nunca pensei que fosse irresponsável.
O que está fazendo é parar a série, não dar um fim a ela.
E não é um final feliz.
Secretário Yeo.
Pode ir. Vou para casa sozinho.
Vou abrir a porta para o senhor.
Boa viagem, Sr. Bok.
Maldito disjuntor.
Também se assustou, Bebê?
Não se preocupe, eu vou…
Quem está aí?
-Com licença… -Ja-yeon.
Sou eu, seu pai.
Nam Ja-yeon!
Cumprimente
o seu pai.
P…
Pai!
Endireite-se.
Olha os modos!
Droga, Ja-yeon!
Nam Ja-yeon!
Nam Ja-yeon!
Droga.
Abra a porta!
Abra a porta!
Nam Ja-yeon!
Sua pestinha!
Venha aqui!
Ja-yeon, sua vadia!
O número chamado está desligado.
Por que não atende?
Vai ver dormiu.
Nunca ignorou minhas ligações,
mesmo dormindo.
Ela nunca fez isso antes.
O número chamado está desligado…
HUI-SEONG
Número desligado. Será encaminhado à…
Por que o celular dela está desligado?
Por que está tão nervosa?
Nam Ja-yeon!
Onde está se escondendo, vadia?
Abra a porta!
Nam Ja-yeon! Apareça!
Abra!
Você está aqui, não está?
Apareça!
Nam Ja-yeon!
Mandei abrir a porta!
Abra! Abra a droga dessa porta!
Sua vadia sem-vergonha!
Não acredito que se escondeu justo aqui.
Ainda mais quando alguém desta família morreu por sua causa.
-Não é verdade. -Se você não tivesse fugido,
aquele homem não teria morrido!
Ele morreu por sua causa!
Não é verdade!
Tem algo
que eu não saiba?
Senhora.
O assassino foi solto.
O homem…
que matou meu pai.
Abra a porta!
Abra a porta!
Ei!
Acha que o assassino
vai voltar à sua casa?
Sim, quem ele procura
está na minha casa.
Ja-yeon.
Quanto tempo! Vamos conversar?
Sobre sua mãe.
SON HAE-YEONG, LÍDER DA EQUIPE DE DESENVOLVIMENTO
-Srta. Son? -Aqui é o Kim Ji-uk.
Me ligou para se gabar de fazer as pazes com…
Sr. Bok.
Vá à casa da Srta. Son agora.
-O quê? -Rápido.
Droga.
Ja-yeon.
Não se sente mal por mim?
Minha esposa me trocou por outro
e meu filho me abandonou.
Eu só vim
para perguntar se você sabia onde sua mãe estava.
Mas aquele maldito exagerou e me fez perder anos na cadeia.
Ja-yeon.
Não quero perder mais tempo.
Vamos ser uma família feliz. Você, eu e sua mãe.
Então, me diga.
Cadê a sua mãe?
Não sei.
Vou te dar uma última chance.
Cadê ela?
Sabe por que é obcecado por ela?
Porque ela é a única pessoa que tem medo de você.
Você é um fracassado ridículo que banca o durão…
Uau!
Inacreditável.
Aquela garota vai voltar logo.
Son Hae-yeong, certo?
-Cale a boca. -Vai matar mais uma pessoa…
-Cale a boca! -Maldita!
Me diga!
Se não disser,
vou matar a Son Hae-yeong como matei o pai dela.
E vai ser bem na sua frente!
-Srta. Yeon! -O que é isso?
Srta. Yeon.
Ja-yeon!
Droga.
Ja-yeon!
Desgraçado!
Quem é você?
Desgraçado filho da mãe!
Quem é você?
É o namorado dela?
Faz sentido.
Se ela for parecida com a mãe,
é louca por homens.
Não tem como
ela ficar longe deles.
Meu querido genro.
Prazer.
Gyu-hyun.
Pare!
Gyu-hyun!
Ja-yeon.
Você está bem?
Sim.
Tem certeza de que está bem?
Tenho.
Tudo bem.
Está tudo bem.
Não se preocupe.
Está tudo bem.
Obrigado.
Não se preocupe.
Foi só de raspão.
Você está bem?
Sim, estou bem.
Só algumas perguntas rápidas.
-Esta é a arma que o suspeito trouxe. -Isso mesmo.
Sabe o que é isto?
Bom, é…
Algo que usei em legítima defesa.
Entendo.
Nossa! Achei que o suspeito tivesse trazido isso com ele.
Tome.
Ja-yeon.
Ja-yeon!
Hae-yeong.
Mas que merda, vim ver minha filha!
Como me acusam de invasão? Estava visitando minha filha!
Só pode estar brincando, porra!
Diga a eles, Ja-yeon.
Quem sou eu?
Sou seu pai, não sou?
O que foi isso?
Tem a audácia de dizer que é o pai dela?
Que tipo de pai bate e machuca a própria filha?
Ela não precisa desse pai.
Viram isso, não viram? Aquela vadia me agrediu.
Pirralha maldita!
Levem-no.
Merda!
Você sabia esse tempo todo?
Sabia quem ele era…
o tempo todo?
Se…
Se você sabia,
como pôde me manter por perto?
Eu não queria perder nada.
Quando você veio me ver…
eu senti
que talvez não a visse mais.
Hae-yeong.
No seu rosto, vi que sua vida era um inferno.
Hae-yeong.
Sou eu, Ja-yeon.
Você estava gritando…
por ajuda.
Então, arrogantemente, pensei que
mesmo não tendo salvado o papai,
talvez eu pudesse salvar você.
Nam Ja-yeon?
Posso te odiar a qualquer momento,
mas talvez eu nunca tenha
outra chance de te salvar.
Quanto tempo!
Como você está?
Eu não queria te perder também.
Eu…
Eu não fazia ideia.
Mas quer saber?
Cheguei a me arrepender.
Pensei que minha decisão
faria você viver um inferno maior.
Só sobrevivi graças a você.
Você me fez aguentar firme.
Que alívio!
Hae-yeong.
Desculpe, Hae-yeong.
Está bem, Sr. Bok?
Como estaria se fui esfaqueado?
Mas ainda bati mais nele.
A propósito…
o que aquelas coisas faziam na casa delas?
Você sabe.
Certo. Vamos para o hospital.
Por que elas têm tantos?
Ah, não. Deve doer muito.
Sem pontos, pode ficar cicatriz.
-Certo. -Por favor, levem-no ao hospital.
Obrigado.
Por me ligar.
Graças a você, salvei a Ja-yeon.
Eu agradeço…
Ji-uk.
Ja-yeon.
Venha por aqui.
Aqui.
Ele destruiu a porta.
Colocamos há pouco tempo.
O que foi?
Está com medo?
Por que estaria?
Nesse caso,
devo subir?
E a porta da frente?
Você consertou?
Consertei.
Está bem, então. Também deve estar cansado.
Suba e descanse.
Posso dormir aqui.
Quis dizer naquele sofá ali.
Descanse na cama.
Posso?
Na sua cama.
Boa noite, então.
Entre.
Srta. Yeon.
Ainda está acordada.
Posso entrar?
A Hae-yeong pediu para eu te agradecer em nome dela.
Acho que também não te agradeci.
Muito obrigada
por me salvar hoje.
Você até se machucou fazendo isso.
Não tenho como…
me desculpar o bastante.
O quê?
Só isso?
-Como? -Achei que fosse uma pessoa meticulosa.
Deveria me retribuir direito.
Como é?
Isso é retribuir direito?
Olho por olho, dente por dente.
Já que te salvei,
é justo que você me salve…
dos meus pesadelos.
Bem…
Você interrompeu nossa série
por causa daquele homem e da Srta. Son?
Se eu soubesse antes,
não teria…
me apaixonado por você.
Desculpe por não te contar.
Se eu soubesse antes…
eu teria…
amado você do fundo do meu coração.
Não posso competir
com o vínculo que tem com a Srta. Son.
Mesmo assim,
farei o meu melhor.
Usarei todos os meus recursos,
incluindo meus bens e poder
-para derrubar a Srta. Son… -Então…
você ainda gosta de mim…
mesmo sabendo de tudo?
Sim.
Mesmo sabendo tudo sobre mim,
ainda me entende e me aceita como sou?
Eu te amo…
e meu amor só vai crescer.
Miau.
O quê?
Meu coração acabou de miar.
Deve doer.
MÃE
Alô?
Ji-uk.
Acorde, Ji-uk.
Kim Ji-uk.
O que foi?
Você precisa acordar.
A mamãe faleceu.
O quê?
Ligaram da casa de repouso. Querem que eu vá lá agora.
O que…
O que você disse?
A mamãe faleceu.
-Senhora. -Levante-se logo.
Senhora.
Não temos tempo a perder.
Vamos logo vê-la.
Son Hae-yeong.
Hae-yeong.
Ji-uk.
Sim?
Minha mãe morreu.
Minha mãe…
me abandonou.
Minha mãe…
Ela me deixou.
Prometi à sua mãe
que seguraria sua mão com força.
O que está tramando?
Não posso deixá-lo casar com uma escritora.
Está livre das promessas.
Não quero ser o motivo e o propósito da sua vida.
Não preciso disso.
Não significa que não vai me esquecer e que está arrependida?
Só mais uma vez.
Por favor, me ajude uma última vez
a ser fiel a mim mesma.
Legendas: Iara Regina Brazil
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