All language subtitles for El.Dorado.1967.720p.BluRay.x264.[YTS.MX]-Brazilian-portuguese

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Original subtitles

- Buenos d�as, jefe. - Buenos d�as, Miguel.

Tom�s.

Um sujeito grande, que montava o Appaloosa que est� ali fora...

entrou aqui h� pouco?

Ele est� no banheiro. Est� se barbeando e se lavando.

Obrigado.

Ol�, Cole.

Eu reconheceria essa voz em qualquer lugar.

JP Harrah. Espere- me tirar o sab�o dos olhos.

Soube que se tornou xerife...

- Para que a arma? - At� descobrir de que lado voc� est�.

- O que quer dizer? - Soube que trabalha para o Bart Jason.

Bem, ainda n�o � certo.

Ele me ofereceu dinheiro, mas ainda n�o sei o que preciso fazer.

- Voc� gostaria de saber? - Sim, diga- me.

Cole, j� est� perto o suficiente dessa arma.

Eu s� queria saber se voc� estava mais lento.

N�o tanto.

O que dizia sobre o Jason?

Ele apareceu aqui perto do fim da guerra, cheio de dinheiro.

Ningu�m sabe onde ele o arranjou...

mas todos por aqui estavam duros.

- Voc� sabe como foi. - Sei, em todo o Texas.

Com dinheiro, ele come�ou a crescer. Mas agora precisa de mais �gua.

S� h� um lugar onde obt�- la.

O problema � que algu�m chegou l� primeiro. Vinte anos antes.

O MacDonald chegou aqui...

quando n�o havia nada al�m de �ndios e coiotes.

Ele tem quatro filhos e uma filha. Todos trabalharam duro.

Eles ag�entaram os tempos dif�ceis e agora que as coisas melhoraram...

o MacDonald n�o pretende vender.

Ele segura, o Jason pressiona e eu estou bem no meio dos dois.

N�o foi o que me contaram.

Mas � assim. lmagino que voc� deva dar um fim em mim.

N�o que eu n�o pudesse, Harrah, mas n�o acho que eu gostaria disso.

Fico feliz em ouvir isso.

Eu posso enfrent�- lo, mas tamb�m n�o gostaria disso.

E se eu disser ao tal Jason que tivemos uma longa conversa...

e voc� me afugentou daqui?

- Est� bom assim? - Est� bom assim.

Pode abaixar essa coisa agora.

Essa arma me � familiar.

Acabei de consert�- la, como a sua.

lsso lhe deu sorte, quis experimentar tamb�m.

Cole Thornton, est� composto? � bom que esteja, pois estou entrando.

Como � bom v�- lo.

Eu n�o acreditei que estava aqui.

Achei que houvesse se esquecido de mim e que...

Ol�, JP.

Qual � a gra�a?

Tudo isto.

Sabe do que ela est� rindo?

lmagino que o conheceu antes de me conhecer.

Quando eu a conheci, era uma menina.

Voc� n�o sabia, JP?

N�o, voc� nunca me disse. At� agora achava que tinha bom gosto.

Eu � que achava que ela tinha bom gosto.

Fico feliz que voc�s sejam amigos.

- N�o sei se continuaremos sendo. - Se n�o forem, termino com os dois.

Cole, � melhor arranjarmos uma nova garota.

- �. - � melhor que n�o o fa�am.

Dou conta dos dois. Posso lhes pagar um drinque?

Eu adoraria, mas prometi ao JP que faria algo para ele, n�o foi?

- Sim, prometeu. - Se quiser ir no meu lugar...

N�o, fa�a voc� o seu trabalho, Cole.

- Vai nos pagar um drinque mais tarde? - Com certeza.

Onde mora esse tal de Bart Jason?

Pegue a estrada principal para o norte.

Cruze o riacho, e chegar� a uma rocha grande.

- Rocha grande? - lsso. Ali � o territ�rio do MacDonald.

- Do MacDonald? - Sim.

Siga 5 quil�metros para o leste e chegar� ao rancho do Bart Jason.

Maudie, lembre- se: eu voltarei.

- Eu deixei algumas coisas... - Cuidarei delas.

Obrigado.

- Est� zangado comigo, JP? - Voc� sabe que n�o sou assim, Maudie.

Voc� deve gostar dele.

- Quer que lhe conte sobre ele? - N�o precisa.

Eu sei que n�o preciso. Por isso eu quero contar.

Conheci o Cole logo ap�s a morte do meu marido. lsso eu lhe contei.

- Sim, contou. - L� estava eu, largada...

vi�va de um jogador, sem um tost�o em meu nome.

O Cole foi bom para mim. Ele apostou em mim, me ajudou a me reerguer.

Eu n�o aceitaria...

Eu n�o sei, JP.

O Cole e eu, acho que �...

- Eu sempre o verei como uma... - Ele � uma �tima aposta.

- Acho que sim. - Bem, o Cole sempre teve sorte.

- Voc� o conhece h� muito tempo? - Sim, desde antes da guerra.

- N�s viajamos juntos algumas vezes. - Claro, sei o que isso significa.

Ou que salvou a vida dele, ou que ele salvou a sua, ou ambos.

E nenhum dos dois comenta a respeito. Homens!

Queria que fiz�ssemos uma can��o, com orquestra completa?

- At� mais. - N�o se esque�a de voltar.

- Eu n�o a deixaria a s�s com ele. - Voc� n�o � um amigo.

Diacho.

MacDonald. Kevin MacDonald.

Ol�, Roy. H� algo errado?

O Dr. Miller mandou lhe avisar que o Jason contratou um atirador.

� o Cole Thornton. Ele saiu h� cerca de uma hora.

O doutor quis avisar. Disse para terem cuidado.

Obrigado, Roy. Diga ao doutor que sou muito grato aos dois.

Matt, voc� e o Saul, ajudem- me a levar os cavalos ao rancho.

Joey, v� � bifurca��o oeste e diga ao Jared para voltar ao rancho.

Est� bem, pai.

- Luke. - Sim, pai.

V� at� a rocha. Se avistar algu�m, atire no ar para nos alertar.

- Est� bem, pai. - Espere, eu ainda n�o terminei.

Assim que der o tiro, monte em seu cavalo e corra para c�.

Est� bem, pai.

Muito bem, vamos.

Onde posso achar o Sr. Jason?

- Ele est� na sede. - Gracias.

Sr. Jason, chegou uma visita.

- Cole Thornton? - lsso mesmo.

Sou o Bart Jason.

Eu o estava esperando. Des�a do cavalo, fique � vontade.

N�o ficarei o bastante para isso.

Aqui est� o que restou da sua ajuda de custo.

Sinto muito pelo resto, mas h� sempre um risco a correr.

Eu decidi n�o trabalhar para voc�.

Antes mesmo de falarmos a respeito?

N�o, voc� n�o faria isso.

Deve ter falado com algu�m.

Falei. Com o xerife.

A hist�ria dele � um pouco diferente da sua.

Bem, talvez a lei n�o veja as coisas como eu vejo.

Desde quando atiradores s�o t�o exigentes?

- Voc� � pago para... - Sou pago para arriscar minha vida.

Eu decido onde e quando o farei. E n�o ser� aqui.

Sabe, acho que voc� n�o quer confrontar o xerife JP Harrah.

Sabe, voc� tem raz�o.

- Voc� acha que ele � t�o bom assim? - Eu garanto que ele �.

E, Sr. Jason, vejo que n�o carrega uma arma.

lmagino que sempre contrata algu�m para agir por voc�.

Por isso, lhe darei um pequeno conselho.

Se esse bando � tudo o que tem, n�o se meta com o Harrah.

Pois n�o parecem ser capazes sequer de acertar um coelho magro.

Bem, Thornton, se � assim que pensa, eu n�o o quero.

Para mim, est� �timo...

Voc�, do colete elegante, pode pegar esse rifle se quiser...

mas � melhor falar com o seu patr�o antes de us�- lo.

Ele morrer� antes que eu caia no ch�o.

N�o seja tolo, Joe. V� para l�, onde ele o veja.

Eu me lembrarei do que disse.

Fa�a isso.

N�o atire mais, mo�o.

Por favor.

N�o vou atirar.

Deixe- me ver isso.

Est� ruim, n�o est�?

- N�o est� bom. - Sinto minhas entranhas em chamas.

- Posso deix�- lo mais confort�vel? - N�o, n�o me toque, por favor.

- Qual � o seu nome, filho? - MacDonald.

Luke MacDonald. N�o estou ag�entando.

- O filho do Kevin MacDonald? - Um deles.

Terei que lev�- lo para casa.

N�o, n�o me tire daqui. Por favor, n�o me tire daqui.

N�o adianta. Eu sei que n�o adianta.

O papai me disse. N�o toque em mim.

Bem...

- Foram dois tiros, pai. - Eu ouvi.

- O Luke j� deveria ter voltado. - Eu sei.

Essa n�o.

- N�s vamos, pai? - Aonde?

- O Luke pode estar em apuros. - Se estiver, n�o podemos ajud�- lo agora.

Ele estava l� para nos alertar. Ele nos alertou.

Aqui � melhor, estamos protegidos. Ache um lugar dentro da cabana.

Jos� e Miguel, v�o com ele.

Danny, Felipe, venham aqui. Fiquem atr�s do muro.

Meninas, para dentro da casa.

- Matt, esperaremos l� dentro. - Est� bem, pai.

Matt, v� para a janela. N�o fa�a nada at� eu mandar.

MacDonald.

Kevin MacDonald.

Saia e pegue o seu filho.

- Ele est� morto, n�o est�? - Est�.

Jos�, Miguel, tirem- no de l�.

- O que houve? - O Luke foi morto.

Bem, estou esperando para ouvir o que aconteceu.

Eu lhe digo o que aconteceu.

Voc� deixou um menino fazer o trabalho de um homem.

Ele adormeceu.

Eu me aproximei, ele acordou...

deu um salto e come�ou a atirar.

Eu s� vi algu�m atirando em mim das pedras.

- Cole Thornton. - Sim, senhora.

Eu n�o acredito em voc�.

N�o me importa, senhorita, se acredita ou n�o.

O papai est� resolvendo. Espere.

Entre na casa, menina.

Como sabe que ele estava dormindo?

Ele me disse.

Ele me disse o seu nome. Por isso eu soube aonde traz�- lo.

Disse que voc� avisou o que acontece ao se levar um tiro nas v�sceras.

Que n�o se tem muita chance. Voc� disse isso a ele?

Sim, eu disse.

Bem, ent�o voc� tem uma parcela de culpa.

Encontrar� duas balas nele. Uma delas � minha.

Ele sentia mais dor do que podia suportar.

Ele tinha um rev�lver que eu n�o vi.

H� mais alguma pergunta que queira fazer?

N�o. Acho que est� dizendo a verdade.

Se n�o estivesse, n�o o teria trazido at� aqui.

Eu lhe sou grato por isso.

lsso n�o ajuda muito.

Acho que n�o vai mais atirar em garotos, mo�o.

Na pr�xima vez em que atirar em algu�m...

n�o se aproxime at� ter certeza de que a pessoa morreu.

Eu n�o sei como ainda est� vivo.

N�o sei como eu errei daquela dist�ncia.

Voc� n�o errou.

Agora, saia daqui.

JP, abra a janela, por favor.

Assim est� melhor. O cheiro desse clorof�rmio est� me dando sono.

Segure- o. N�o deixe que se mova bruscamente.

Est� bem.

Ele acordar� agora.

Est� tudo bem, Cole. � a Maudie.

Tudo bem, Maudie.

- Quem � voc�? - O meu nome � Miller.

Chamam- me de m�dico e outras coisas tamb�m.

Mas sou o �nico da cidade.

Tirou a bala?

N�o.

Bem, ent�o por que esta bandagem? M�os � obra.

- Eu n�o posso. - Por que n�o?

Porque n�o sou bom o bastante. A bala est� perto da sua coluna.

Se eu ficar mexendo para tir�- la, apenas terminarei o que come�aram.

Ent�o, como eu fico?

Voc� vai sarar normalmente.

Mas, quando for a uma cidade grande, v� a um m�dico que saiba mais.

Um daqueles com novos apetrechos.

Eles o curar�o rapidamente. Mas n�o espere demais para faz�- lo.

� poss�vel se conseguir um caf� ou uma dose de u�sque por aqui?

- Linda... - Linda, traga os dois.

Doutor, ele pode se mexer?

Claro, em algumas horas. Mas n�o o sacudam demais.

Ele pode ficar aqui. Farei com que fique confort�vel.

Eu tenho uma boa cama em casa.

� estreita, dura e desconfort�vel, mas ele n�o ser� sacudido.

- Qu� es? - O Se�or Bull. Est� chegando.

� assim que o Bull se anuncia?

Sim, s� muda a m�sica. � melhor deix�- lo entrar.

Este toque � de avan�ar ou de retirar?

Nenhum dos dois. Um cavaleiro do General Hood n�o partir� sem um adeus.

- Quem est� partindo? - O Cole. Ele ir� esta noite.

Se tem alguma obje��o, doutor, n�o quero ouvi- la.

� bom me livrar de voc�. Aonde voc� vai?

Vou a Sonora.

O pessoal de l� est� tendo problemas com uma mina de prata.

Acho que posso ajud�- los.

Bem, trouxe um esquenta- goela, caso o do xerife acabe.

Ali�s, acho que j� acabou.

Cheguei h� muito tempo e ainda n�o fui servido.

- Por que n�o disse logo? - Achei que nunca perguntaria.

- Maudie, pegue um copo para ele. - A que beberemos primeiro?

Maudie.

Eu deveria ter lhe contado.

Cole, �s vezes voc�...

Eu esperava v�- lo a s�s antes que partisse.

� melhor assim, Maudie.

Volte, est� bem?

- Eu voltarei quando... - Quando esquecer o Luke MacDonald?

Quando puder olhar para a fam�lia MacDonald e n�o se sentir em d�vida?

Voc� � esperta para uma menina, Maudie.

Acho que voc� � a �nica pessoa que ainda me v� como uma menina, Cole.

Eu n�o a vejo assim.

Por favor, n�o fa�a isso.

N�s nos veremos, Maudie.

Ei!

� assim que ganha a vida?

Nossa, Cole, que bom v�- lo.

Que xerife teve de contrat�- lo como assistente?

Est� olhando para ele. Ol�, Cole.

Dodd Draper!

Na �ltima vez em que os vi...

estavam fugindo de um motim, levantando poeira at� o M�xico.

Soube que levou um tiro.

�, mas isso foi h� seis ou sete meses.

Querem jantar? Pago- lhes uma cerveja tamb�m.

N�s adorar�amos, mas estamos de servi�o.

Que tal a cantina subindo a rua? Tem boa comida?

- Tanto quanto as outras. Vai ficar? - Um ou dois dias.

Bem, at� mais tarde, Cole.

Se�or, o seu jantar estar� pronto em um minuto.

Much�simas gracias.

- Qui�n est� ganando? - Ella.

- Buenas noches. - Traga algo para comer.

- Agora mesmo. - Traga bastante.

- Algo para beber tamb�m. - C�mo no?

Se�or, juego.

Cinco e um. L�stima.

- Charlie Hagan. - Sim.

Voc� quer algo de mim?

- Voc� n�o se lembra de mim, n�o �? - N�o.

- Lembra- se deste chap�u? - Como eu me lembraria de um chap�u?

Voc� matou o homem que o estava usando.

- Senhoritas. - S�, se�or, s�.

Quem era o sujeito que eu matei? Amigo seu?

Pode- se dizer que sim.

- Quando foi que fiz isso, rapaz? - H� dois anos, em setembro.

Voc� e mais tr�s.

Em Natchez, no Rio Mississippi.

Ele era um jogador, chamado Johnny Diamond. Era um homem velho.

N�o devia ter levado quatro homens.

Lembra- se, Charlie?

Eu me lembro. Ele era um vigarista. Estava roubando.

N�o, ele era bom. N�o precisava roubar.

- N�o precisaria de quatro homens. - N�o, n�o precisaria.

Bem, que bom que voc� se lembra. Os outros tr�s tamb�m se lembraram.

- Os outros tr�s? - Sim, eu os alcancei.

Voc� � o �ltimo.

E agora, acho que � melhor se levantar.

Levante- se, Charlie. Estou curioso para ver como ele far�.

Ele n�o est� armado.

E, como ele disse, n�o precisavam ser quatro homens.

Levante- se, Charlie.

Voc�, de chap�u.

Matou o Charlie porque ele matou o seu amigo?

- lsso. - Bem, o Charlie era meu amigo.

Quero ver se faz esse truque duas vezes.

Eu a soltaria.

- Eu? - Voc�.

- Espero que n�o se importe. - Sempre � preciso mais de um.

S� quando eles n�o s�o bons.

- Apanhe a sua arma. - O qu�?

Quer tentar novamente agora? Apanhe a sua arma.

Contra ele ou contra voc�?

- Eu primeiro. - Por que voc� primeiro?

- Apanhe- a. - Espere...

Conte- me mais tarde. Cale a boca!

Ande. Estava disposto quando enfrentou o garoto...

Espere! N�o fique zangado, mo�o...

Antes de mais nada, n�o posso perder mais um homem.

- Promete assumir o lugar do Milt? - Que f� voc� tem em mim!

A f� remove montanhas, Milt, mas n�o supera um saque mais r�pido.

S� conhe�o tr�s homens com tamanha velocidade.

Um est� morto, o outro sou eu, e o terceiro � o Cole Thornton.

H� um quarto.

- Qual deles � voc�? - Sou o Thornton.

Est� feliz por n�o ter tentado?

Apanhem as suas armas, os dois. Bem devagar.

Como ele disse, bem devagar.

E tirem- no daqui.

Thornton, quero falar com voc�. Sou o Nelse McLeod.

Eu achei que era. Est� longe da sua �rea, n�o est�?

Um pouco. Aceita um drinque?

- Por que n�o? - Voc� tamb�m.

Copos.

- Est� trabalhando, Thornton? - N�o.

lmporta- se que toquem m�sica, se�or?

- N�o, podem tocar. - Muchachos, m�sica.

Voc� n�o est� trabalhando. Que tal se eu tentasse contrat�- lo?

- Antes perguntaria sobre o dinheiro. - � um bom dinheiro.

Depois, perguntaria sobre o servi�o.

Boa noite. Obrigado pelo drinque, cavalheiros.

- S� um minuto, filho. - Eu n�o sou seu filho.

O meu nome � Alan Bedillion Trehearne.

- Meu Deus do C�u! - �.

Por isso me chamam de Mississippi.

- Mississippi? - Nasci no rio, dentro de um barco.

Voc� � muito bom com essa faca. Sabe usar um rev�lver?

Se eu soubesse, estaria usando um. Boa noite.

Espere um pouco, Mississippi.

Por que voc� tem tanta paix�o pela minha companhia?

Quer relaxar por alguns minutos?

Sobre aquele servi�o.

Uma guerra de territ�rio em El Dorado.

El Dorado? lmporta- se de dizer quem o contratou?

Um sujeito chamado Bart Jason. Voc� o conhece?

N�s nos vimos. Ele me ofereceu o servi�o h� uns meses. Eu n�o aceitei.

Voc� sabe quem ter� que enfrentar?

Sim. O xerife JP Harrah.

Soube que j� foi bom com um rev�lver.

N�o apenas bom, McLeod. Ele � o...

- Quarto homem de quem voc� falou. - lsso.

Bem, ele costumava ser. N�o � mais.

- O que houve? - O que sempre acontece a um homem?

Uma mulher.

Parece que se envolveu com um rabo- de- saia. Est� b�bado desde ent�o.

Vai atacar antes que fique s�brio, ou antes que arranjem um novo xerife?

- E voc� n�o vem tamb�m? - N�o.

Suponho que tenha suas raz�es.

Provavelmente, � melhor assim.

Com dois sujeitos como n�s no mesmo bando...

cedo ou tarde ter�amos de descobrir quem � o mais r�pido.

�, creio que tem raz�o.

Adeus, Thornton.

- Ah... - Achei que est�vamos de sa�da.

Mississippi, apenas escute.

McLeod, voc� gostaria de passar por aquela porta na nossa frente?

N�o, creio que n�o gostaria.

Foi o que eu pensei.

Pedro, Milt, est�o me ouvindo?

- Estamos ouvindo. - Eu estou saindo.

- Onde est�o? - Aqui, jefe.

- Aqui. - Saiam da�.

Venham para a luz, depressa.

Larguem suas armas.

Venham at� aqui.

Entrem.

Est� bom assim, Thornton?

Bom o suficiente.

Mississippi, pegue as armas.

Se n�o se importar, McLeod, n�s as deixaremos na delegacia...

e eles poder�o apanh�- las antes de sair da cidade.

- Parece sensato. - Eu lhe agrade�o.

� cortesia profissional.

Quer comer algo, Mississippi?

Sr. Thornton, eu teria dado de cara com eles, se n�o houvesse me impedido.

- Est� com fome? - Estou tentando agradecer.

Estou com fome. A confus�o que armou l� dentro interrompeu o meu jantar.

Estragou a hospitalidade.

Teremos de achar outro lugar para comer.

Agora?

Agora.

Qu� quieres m�s?

Ela quer saber se voc� quer mais alguma coisa.

- S� caf�. - Caf�.

Caf�, por favor.

N�o est� com muita fome?

N�o, n�o muita.

- Est� meio abatido. - �.

Hoje terminei algo que passei dois anos fazendo.

O que pensa em fazer agora? Vai voltar para o rio?

N�o pensei muito no que farei agora.

O rio n�o ser� o mesmo sem o velho...

Se vai ficar por aqui, tenho dois conselhos para voc�.

Livre- se desse chap�u.

E aprenda a usar um rev�lver.

- N�o penso em me livrar do chap�u. - N�o?

N�o.

O Johnny Diamond foi o amigo... o homem que me criou.

lsso foi tudo o que ele deixou: um rel�gio de ouro e este chap�u.

Tive que vender o rel�gio de ouro h� um ano e pouco.

Ent�o, creio que ficarei com o chap�u.

E quanto a aprender a usar um rev�lver?

O Johnny n�o acreditava em rev�lveres. Achava...

Ele est� morto. Pense nisso.

A menos que aprenda a n�o se meter em encrencas.

Essa � a �nica coisa que nem o Johnny conseguiu me ensinar a fazer.

Bem, eu vou indo. Boa sorte para voc�.

Voc� acha que eu poderia ir com voc�?

- N�o. - Est� bem, ent�o.

Bem, espero que tudo d� certo.

O qu�?

O que quer que pretenda fazer.

Pague a refei��o, est� bem? Adeus.

Calma, Cochise.

Parado. Levarei um minuto.

Cole. Cole Thornton.

Onde est� voc�?

Perto o bastante para acertar o seu chap�u, se n�o o tivesse reconhecido.

- O que est� fazendo aqui? - Procurando por voc�.

N�o sabe que n�o devia seguir algu�m desse jeito?

- N�o sabia que havia outro jeito. - Voc� quase leva um tiro.

- Voc� caiu do cavalo? - Ca�.

- Machucou- se? - N�o.

Algo aconteceu com voc�.

Tenho uma bala nas minhas costas. �s vezes, ela sofre uma press�o...

sinto uma dor lancinante, e mais nada.

Fica dormente, e n�o consigo usar esta m�o.

- Dura quanto tempo? - S� um pouco.

Por que est� me seguindo?

Comecei a pensar sobre o que voc� vai fazer.

E o que � que eu vou fazer?

Vai a El Dorado para ajudar seu amigo contra o McLeod e seu bando.

Como sabe que ele � meu amigo?

Pela sua express�o quando ouviu que ele se tornou um b�bado.

J� est� passando.

Ajude- me a montar no cavalo.

Tem certeza de que esse amigo vale a pena?

Voc� acaba de passar dois anos atr�s dos homens que mataram um amigo seu.

Voc� acha que o seu amigo valeu esses dois anos?

Acho que fiz uma pergunta est�pida.

Sim, fez.

Deixe- o respirar. V� mais devagar.

Eu estava pensando, qu�o bom � esse McLeod?

Eu nunca o vi em a��o, mas dizem que � um dos melhores.

lmagino que ficar� zangado, j� que recusou e defender� o outro lado.

- Espero que sim. - Por qu�?

Um sujeito na profiss�o dele n�o pode ficar zangado.

Se ficar, ele deixa de ser t�o bom.

Quanto mais zangado ele ficar, melhor para mim.

Eu queria estar l� para ver isso.

Por que voc� insiste em se meter nisso?

Talvez eu possa ajudar. Voc� salvou a minha vida duas vezes.

Mas estarei ocupado demais para continuar fazendo isso.

- Voc� nem sabe usar um rev�lver. - Preciso que algu�m me ensine.

O Johnny dizia para procurar os melhores.

Bem, nisso ele tinha raz�o. Mas voc� n�o vai a El Dorado.

- N�o vou, �? - N�o, n�o vai.

Sozinho e errante Um cavaleiro galante

No sol e na sombra Longamente viajara

- O que � isso? - � s� um poema.

Um dos favoritos do Johnny Diamond.

Vejamos: ''Sozinho e errante Um cavaleiro galante

No sol e na sombra Longamente viajara, cantando

Em busca de El Dorado

Pelas montanhas da lua Descendo o vale de sombras

Cavalgue corajosamente

Eu tamb�m sempre gostei desse poema.

Faz com que eu queira...

Cavalgar corajosamente? Bem, n�o � assim que funciona.

Estou aprendendo isso.

Diacho. Pare, Cochise.

- Des�a desse cavalo. - Est� sempre dando ordens?

Voc� queria aprender a atirar.

Atire ali.

Espere, Mississippi. N�o � assim que se segura uma arma.

Deve sacar e atirar, mais r�pido que algu�m fazendo a mesma coisa.

Assim.

Entendi.

Que tal?

Voc� estava mirando na planta?

N�o, no mesmo lugar que voc�.

Acho que n�o h� solu��o.

Bem, passaremos por Cuervo. Falarei com o Swede.

Quem � o Swede?

Um velho amigo meu. Ele faz armas.

� logo ali.

Ora, Cole Thornton!

- Swede, � bom v�- lo. - O que o traz aqui?

Bem, procuro uma arma para um sujeito que n�o sabe atirar, o Mississippi.

Swede Larson.

- Pode nos ajudar? - Tenho exatamente o que procura.

�timo.

Nossa.

Qual o alcance do tiro? Quanto ele se espalha?

Eu n�o sei. O sujeito que a usava antes n�o enxergava muito bem.

Simplesmente atirava aonde ouvia algu�m falando.

O que houve com ele?

Ele brigou em um saloon.

O pianista fazia tanto barulho...

que ele n�o ouvia nada. Ent�o, atirou no pianista...

e o enforcaram.

- Parece ser boa. - E atira bem tamb�m.

E quanto � muni��o?

- Quatro ou cinco caixas devem bastar. - �timo.

- Bem, parece ser o que precisa. - Com certeza.

- Pague- lhe. Swede. - Cole, volte logo.

Um bom local para testar a sua nova arma.

Tente acertar o cacto.

� imposs�vel errar com ela.

Ela � boa.

Quanto falta para El Dorado?

Chegaremos l� perto da meia- noite.

Bem, aonde vamos?

- Ver uma garota. - Uma garota?

Sim, uma garota.

N�o acha que eu possa conhecer uma garota?

- Eu sempre o deixo zangado, n�o �? - Quase sempre.

Pare. Aqui. Sim, � aqui.

Cole.

- Cole. - Fale baixo. Preciso falar com voc�.

Vou abrir.

- Fique de olhos abertos. - Voc� escolhe cada hora...

- Quem � ele? - Sou o Alan Bedillion Trehearne.

- Chame- o de Mississippi. - Oi, Mississippi.

- Fique a� e vigie. - N�o posso...?

N�o.

Cole, que bom v�- lo. Tenho tanto a lhe contar.

Maudie, eu tamb�m tenho muito a dizer mas, antes, preciso de respostas.

H� algum estranho na cidade?

N�o, se houvesse, eu saberia.

Esse voc� notaria: um homem moreno, de rosto fino, com um olho de vidro.

- Nelse McLeod. - Nelse? Ouvi falar dele.

Estaria acompanhado de quatro ou cinco homens.

- Ele ainda n�o chegou. - Que bom.

Ao menos chegamos antes deles.

E quanto ao JP?

- Quer a hist�ria toda? - Apenas seja breve.

Depois que voc� partiu, eu quase n�o o via mais.

Ele vinha tomar um drinque �s vezes. Devia se sentir solit�rio.

Certo dia, uma mo�a chegou � cidade, rec�m- sa�da de um palco e...

Bem, voc� sabe como ele �...

Devia ter olhos grandes e tristes e uma hist�ria triste. � o tipo dele.

�. Ela n�o prestava. Tentei avis�- lo. Todos tentaram.

O Bull foi falar com ele, e ele o nocauteou.

O JP descobriu da pior forma. Ela fugiu com um tocador de tambor.

Desde ent�o nunca mais ficou s�brio. Faz dois meses.

Bem, ele ter� que superar isso rapidamente.

- Ele est� na cadeia? - Ele ainda � xerife, n�o sei por qu�.

Bem, vamos indo... Voc� tem um quarto para mim e o Mississippi?

Claro. Tem comido ultimamente?

- N�o. - Prepararei algo para voc�s.

Estou contente que esteja aqui.

- N�o conte a ningu�m que nos viu. - N�o contarei.

- Bem, uma coisa eu descobri. - O qu�?

Voc� conhece uma garota.

Parem.

S� podem ir at� a�.

Exceto se t�m neg�cios aqui.

Certamente tenho neg�cios aqui, Bull. � o Cole Thornton.

Cole Thornton. Se n�o estivesse t�o escuro, eu poderia t�- lo visto.

Eu poderia, se n�o tentasse entender...

o que esse outro sujeito tem no alto da cabe�a.

O nome disso � chap�u.

Se voc� diz, eu acredito.

Ele � um amigo meu. Chamam- no de Mississippi.

- Prazer em conhec�- lo. - Bull.

Que bom que est� aqui. Nosso amigo, o xerife, n�o est� bem.

Falei com a Maudie.

Ele est� l� dentro, dormindo.

Como voc� o conhece h� mais tempo do que eu...

sabe que � melhor ter cuidado ao acord�- lo...

porque ele fica p�ssimo quando bebe.

Ele n�o p�e o freio na garrafa h� muito tempo.

Eu sei.

Tem algum lugar para esconder esses cavalos?

- Claro. - Ajude- o, Mississippi.

Bull, preferia que por enquanto n�o soubessem que estamos por aqui.

O que h�? Algo cheira mal?

O Jason est� arranjando mais problemas.

N�o me surpreende.

O meu pesco�o co�a como antigamente...

quando um comanche estava por perto e eu n�o podia v�- lo.

Ei!

Que diabos, Bull!

O que est� fazendo aqui?

Estou olhando para uma estrela de lata com um b�bado preso a ela.

Cole Thornton. Vejam s�!

Vejam s�! � o velho Cole. Ajude- me a sair daqui, Cole.

Vamos, puxe- me para cima.

Cole, ele n�o vai sentir nada.

Bem, eu lhe devo uma.

Algum de voc�s conhece uma receita r�pida para deixar algu�m s�brio?

Um bando de �ndios em busca de cabelo daria conta disso.

O Diamond tinha uma receita.

Vejamos: pimenta- de- caiena; mostarda, da bem picante; erva ipecacuanha...

aeso fetida; �leo de cravo, ou era...? N�o, era �leo de crot�o.

�leo de crot�o? Deus me livre! Sabe o que isso faz a uma pessoa?

Morte ou cura garantida.

Sabe onde conseguir essas coisas a esta hora?

A loja do Greener deve ter. Talvez tenhamos que acord�- lo.

V� com ele, Mississippi. N�o o deixe se esquecer de nada.

Eu... Cuidado, Cole!

N�o v�o comprar os ingredientes? Ele est� bem.

- Tragam logo, antes que ele acorde. - Claro.

Vejamos, temos a erva ipecacuanha, a mostarda, a pimenta- de- caiena...

agora falta a aeso fetida.

Tem certeza de que o Johnny Diamond n�o era um embalsamador?

- Aqui est� a sua p�lvora. - P�lvora?

�. O Mississippi se lembrou dela a caminho da loja.

- Jogue- a a� dentro. - Tudo?

- Tudo. - Espero que n�o o fa�a explodir.

Bem, parece estar pronto.

Vamos faz�- lo engolir.

Bull, sente- se nas pernas dele.

- Cole, segure os bra�os. - N�o se preocupe conosco.

Tampe o nariz. Se ele n�o puder respirar, ter� que engolir.

D�- lhe uma por mim.

Segure.

Vamos sair daqui.

Tranque- o a�.

- Bull. - Sim.

- Estamos entrando. - Podem vir.

- Ol�, Cole, Mississippi. - E o nosso amigo?

Nem um pio. N�o se mexeu nada nas �ltimas duas horas.

Voc� acha que ele ficar� bem?

Pergunte ao Mississippi. A receita � dele.

N�o sei se ele ficar� bem...

mas n�o vai beber por um tempo.

- Por que n�o? - A mistura faz algo ao est�mago.

- N�o o deixa segurar �lcool. - Tem certeza?

Claro que tenho. Se ele for humano.

Ele � humano, sim. Tem que ser.

Nenhum outro bicho na terra faria tanta tolice.

Bull, venha abrir essa porta.

Ele ainda est� b�bado. Abra voc�, ela nem est� trancada.

Meus amigos.

Meus queridos e bons amigos.

Seus malditos, imundos, safados, esc�ria...

O que fizeram comigo? O que me deram?

Estou me corroendo por dentro.

Ag�ente firme, xerife. lsso ir� traz�- lo de volta.

- Quem � voc�? - N�s nos conhecemos ontem � noite.

Ontem � noite? Quando foi isso? Vamos, Bull. Onde est�?

Na primeira gaveta.

- Ningu�m vai tentar me impedir? - Ningu�m.

Que bom.

Seus ratos...

Cole.

D� uma olhada.

Vamos! Vamos!

Bem, Bull. � melhor voc� acordar.

- O Jason acaba de trazer seu bando. - Deve se encontrar com o McLeod.

�, pode ser.

Vai contar ao xerife?

N�o, deixe- o dormir.

Est�o chegando mais deles.

Meninas, fa�am suas compras. N�s as encontraremos aqui.

Fiquem juntas. V� com elas, Joey.

- Quanta poeira. - Quem s�o os que acabam de chegar?

Os MacDonald. Eles v�m � cidade todo s�bado � tarde.

Preferia que n�o tivessem vindo.

Bull, seria uma boa id�ia se ficasse perto dos MacDonald.

Creio que � melhor.

Fique de olho neles. N�s vigiaremos o nosso amigo do outro lado da rua.

Se houver problema no caminho, tocarei a corneta...

para que venham correndo.

''Tocarei a corneta!''

Ol�, JP.

Oi.

Pode ver com mais clareza daqui?

Oi, Cole. H� quanto tempo est� aqui?

Cheguei ontem � noite.

N�s brigamos ou algo parecido?

Algo parecido.

Sei.

O que est� fazendo aqui? Por que est� aqui?

Estou esperando um sujeito.

O seu nome � Nelse McLeod.

- O Nelse McLeod, com a... - Esse mesmo.

- Quer um pouco de caf�? - N�o, n�o quero...

Eu o conheci perto da fronteira.

Disse que queria que eu fizesse um servi�o com ele.

Uma guerra de territ�rio. Mas disse que seria f�cil.

Nossa �nica preocupa��o seria...

o xerife b�bado.

N�o quer mesmo um caf�?

Nelse McLeod. Ele est� trabalhando para o Jason?

- Foi o que ele disse. - E ent�o?

Eu recusei o servi�o.

Bem, ent�o por que est� aqui, Cole?

Eu devo aos MacDonald. lsso � o bastante?

Sim, isso �... � muito, Cole.

Cole, eu preciso de um trago.

Voc� n�o achar� nada por aqui.

- Por qu�? - Mandei o Bull jogar tudo fora.

Voc� quer uma x�cara de caf� agora?

N�o, eu n�o quero caf�, Cole.

Eu quero um drinque! N�o est� vendo? Eu preciso.

- V� arranjar um. - Onde est� o meu chap�u?

Este � seu?

- Quem � voc�? - N�s nos vimos ontem e hoje de manh�.

lsto � seu ou n�o �?

N�o, n�o � o meu chap�u, mas serve.

- Quero u�sque. - Vamos com calma, xerife.

Boa noite, xerife.

Aqui est�.

N�o quero uma dose, quero a garrafa inteira.

Terei que encher uma para o senhor.

- Aquele n�o �...? - � o McLeod, sem d�vida.

Ora, ora. Que prazer em v�- lo. Estive esperando por voc�.

Eu trouxe alguns rapazes comigo.

Oi, Nelse, deixe- me apresent�- lo ao homem que eu queria que conhecesse.

Xerife, este � o Nelse McLeod.

McLeod, este � o JP Harrah, o xerife de El Dorado.

Ele � o respons�vel por manter a ordem nesta cidade.

Aqui est�, xerife.

Ele veio pegar a sua garrafa noturna.

N�o acha que deveria sair do meio da rua?

Cole.

Cole, eles riram de mim.

Bem na frente do McLeod, eles ficaram rindo de mim.

Eles est�o rindo de voc�...

h� dois meses.

Voc� n�o esteve s�brio o suficiente para escutar.

Pois n�o rir�o mais. Eu mostrarei a eles.

- O que foi isso? - O Bull.

- Ele precisa de ajuda. - O que foi?

Esperem um pouco. Esperem por...

- Esperem por mim. - Para qu�?

Cole, por aqui!

Os homens que fizeram isto fugiram naquela dire��o.

Esperem.

Jared. Eu pedi que n�o fosse. Eu lhe pedi.

Voc� est� sempre por perto quando um dos meus filhos � ferido.

- Como ele est�? - Est� vivo.

Joey foi buscar o m�dico.

Quem fez isto?

Matt, voc� estava com ele. O que aconteceu?

Tr�s homens do Jason nos atacaram pelas costas.

Um deles levou minha arma.

Come�ou a xingar o Jared.

Quando ele se virou, um deles agarrou- lhe pelo bra�o e o outro atirou.

Depois fugiram.

Que apar�ncia eles tinham?

Eu sei como eles eram.

Um era alto, o outro baixo e o terceiro manca de uma perna.

- Vamos atr�s deles. - Esperem.

- Voc�s n�o v�o a parte alguma. - Vejam quem chegou.

- Chegou meio tarde, n�o? - Parou para um drinque?

Cheguei tarde, talvez tarde demais.

N�o � motivo para voc�s levarem um tiro.

- Por qu�? - Porque � covardia.

O xerife tem raz�o.

O Jason j� havia vencido desde que o McLeod e os atiradores chegaram.

O Nelse McLeod?

O Jason o estava esperando.

Se tentarem enfrent�- los agora, estar�o fazendo o que o Jason quer.

- O que espera que fa�amos? - Por que n�o pergunta ao xerife?

O xerife? Acha que eu vou esperar por ele?

D�- me uma hora, MacDonald. Pode esperar um pouco para morrer.

- Est� lhe dando apoio, Thornton? - N�o, ele n�o est�.

Eu diria que estou do seu lado, e este n�o � trabalho para amadores.

Eles desceram por esta rua e viraram � esquerda.

S�o muitos para um homem s�.

Se eu fosse voc�, n�o me apressaria para ir por essa rua.

Eles agiram como se quisessem que algu�m os seguisse.

J� vi �ndios fazerem a mesma coisa.

Eu vou por este lado...

O que est� fazendo aqui?

- Vou pelo outro lado. - Lembre- se: eu n�o lhe pedi isso.

Vamos, Bull, siga- me. N�o fique perto demais.

Se�or.

N�o se vire. � melhor que n�o me vejam falando com voc�.

Mississippi.

S� um minuto. Diga logo.

Voc�s est�o procurando por tr�s homens?

- lsso mesmo. - Um deles manca de uma perna?

Outro deles � bem alto?

- S�o esses mesmos. - Eles correram para a igreja.

Ainda n�o sa�ram de l�.

Obrigado.

N�o precisa me agradecer. N�o gosto do Bart Jason ou de seus homens.

Mais uma vez, obrigado.

Por que demorou?

- Estava falando com uma garota... - Garota?

N�o posso conhecer garotas? Ela os viu correr para a igreja.

- Ela disse que ainda est�o l�. - Est�o?

- Sim, senhor. - Bem, vamos descobrir.

JP.

A mo�a disse que est�o na igreja.

O que vai fazer, xerife?

Chegar mais perto.

A mo�a estava certa. Ainda est�o l�.

Est�o mesmo.

Acertaram a minha corneta. Vejam, ela ficou amassada.

Ao lado do sino, naquela torre. Vou lhes mostrar.

N�o � uma beleza?

Continue atirando. Tentaremos chegar mais perto.

D�- me uma outra arma e tocarei ''Marchando Pela Ge�rgia''.

Certo, comece a tocar. Vamos.

Venha para c�. N�s o cobriremos!

Vamos agit�- los um pouco. Deixe- os ocupados enquanto avan�amos.

- Est� pronto? - Vamos tocar um pouco de m�sica.

L� v�m eles.

Agora, Mississippi, vigie aquele telhado, e muito bem.

Xerife, voc�...

Voc� est� bem?

N�o, n�o est�.

Eu vou sair daqui.

Mississippi, vou acertar aquela porta. D� a volta naquela...

Vigie a outra porta.

Cuidado, l� em cima!

- Um deles escapou, Cole. - Voc� o deixou escapar.

- Mississippi! - Estou aqui!

- Mississippi! - Aqui!

- De onde voc� veio? - Ouvi um barulho.

- Voc� o pegou? - Quem?

O sujeito que saiu correndo da igreja.

Sim e n�o.

Como assim?

- Acertei a placa, e ela o acertou. - Que �timo.

- Ele mancava quando fugiu. - Ele mancava quando chegou aqui.

Um de n�s fez algum estrago, h� sangue aqui.

De qualquer jeito, ele escapou.

N�o foi longe.

- Aonde ele foi? - �quele saloon.

O saloon do Jason.

E ent�o, xerife?

Se me perguntar mais uma vez o que farei a seguir, Cole...

eu pedirei demiss�o e deixarei tudo em suas m�os.

D�- me isso, ou ficaremos aqui o inverno todo.

Bem, acho que terei que ir atr�s deles.

Sabe quem estar� l� dentro?

H� dois homens que devo pegar.

Dois homens?

O que atirou no garoto do MacDonald e o que o contratou para faz�- lo.

- O Bart Jason. - lsso mesmo.

Estava esperando que tomasse uma atitude.

Eu posso ser um b�bado, posso n�o saber carregar minha pr�pria arma...

mas n�o tente me ensinar a fazer o meu trabalho.

Espero que voc� seja bom o bastante.

Eu tamb�m.

Eu tamb�m.

Bull.

Eu vou dar a volta por tr�s.

Siga ao longo da rua.

Se houver algu�m do lado de fora, entre na delegacia e acene.

Voc� vai precisar disto.

N�o deixe suas m�os tr�mulas chegarem perto do gatilho!

- N�o comece. - Eu ainda n�o comecei.

lsso vai ser incr�vel de se ver.

- Quem diabos � voc�? - Calma, JP.

Ele � inexperiente. O sujeito que voc� procura manca de uma perna.

Tudo bem, Cole.

A porta dos fundos � por ali.

Se entrar em sil�ncio, talvez nem notem a sua presen�a.

- D�em- me tempo para chegar � entrada. - N�s vigiaremos.

- Voc� est� sendo justo? - Como assim?

Em deix�- lo entrar l�?

Eu n�o gostaria de tentar impedi- lo.

Eles riram dele, Mississippi. lsso far� toda a diferen�a.

MERCEARlA

Muito bem, vamos.

Se tiver que usar esse tro�o, veja bem para onde o apontar�.

- O que quer aqui, xerife? - Eu quero duas coisas.

Primeiro, quero o homem que entrou aqui.

Ningu�m entrou aqui.

Fique longe dessa arma, Elmer.

V� para o outro lado do bar.

N�o, eu n�o faria isso, McLeod.

- Os demais, n�o tentem nada. - Decidiu entrar no jogo, afinal.

Nunca pensei em fazer diferente.

Mantenha essa arma apontada para esta mesa, os dois canos.

Prossiga, JP.

Voc�...

Voc� disse que ningu�m entrou aqui?

lsso mesmo, ningu�m entrou.

Ent�o, de onde veio a trilha de sangue que vai at� aquela mesa?

Joe, voc� est� tocando muitas notas amargas nesse piano.

- Eu sei. - N�o me parece muito feliz.

E certamente n�o estou.

Quer se afastar do piano?

- Pode apostar que eu quero. - Ent�o, mexa- se!

Voc� tinha dito... J� disse, afaste- se dessa arma.

V� para o outro lado do bar.

Voc� estava dizendo... que ningu�m entrou aqui.

Levante- se.

Levante- se.

Ningu�m entrou aqui, n�o �, garoto risonho?

Quero ouvi- lo rir. Vamos, quero ouvi- lo rir.

E voc�, Jason... Saia da minha frente.

Voc� tamb�m achou engra�ado, n�o achou?

Por que n�o est� rindo agora?

� o mesmo xerife b�bado, o mesmo chap�u, por que n�o ri?

Quero ouvi- lo rir!

N�o sei quem voc� pensa que �...

JP!

Est� bem, Cole.

Voc� tem sorte, Jason.

Porque eu queria muito mat�- lo.

Agora venha, voc� est� preso.

Vai ficar a� sentado, McLeod?

Bem, n�o h� muito que eu possa fazer agora, n�o �, Jason?

Eu lhe darei mil d�lares no dia em que me tirar da cadeia.

Mil d�lares.

Escute, McLeod.

Aproxime- se da cadeia...

e ser� dif�cil receber esse dinheiro, pois seu patr�o estar� morto.

Voc� e seus homens saiam da cidade antes do amanhecer, certo?

- Est� pronto, Cole? - Voc� � quem manda.

Vamos.

Cubra- nos. Saia da frente.

Pode vir, Mississippi.

O que est� olhando?

H� algu�m com uma arma l� fora.

- Todos na cidade t�m uma arma. - Mas n�o apontada para n�s.

Onde ele estava?

Naquele est�bulo do outro lado da rua.

� cedo demais para um dos McLeod.

- Vou verificar, certo? - N�o sei...

Terei cuidado.

V� por tr�s. Assim que sair, vire � direita.

Se n�o voltar em cinco minutos, irei atr�s de voc�.

- Ou�a, xerife... - Ou�a voc�, Jason.

A n�o ser que queira p�o e �gua, at�...

o delegado federal chegar, fique em sil�ncio absoluto.

N�s nos safamos dessa.

�.

Saiu- se muito bem l� dentro.

Como nos velhos tempos.

N�o me diga que fui bem.

Eu me safei porque estava de ressaca.

Estava zangado demais para ter medo e enjoado demais para me preocupar.

J� passei por isso.

Na pr�xima vez n�o ser� t�o f�cil, n�o �?

Na pr�xima vez, eles estar�o preparados para voc�.

Quem fez aquela mistura que me deram para tomar?

O Mississippi.

- Onde est� o Mississippi? - Quem � o Mississippi?

� o garoto que esteve conosco a noite toda.

- Onde ele est�? - Era o que eu perguntava.

Do outro lado da rua, nos est�bulos. Viu algu�m com uma arma apontada.

- Ele sabe que n�o devia fazer isso. - Quer que eu v� atr�s dele?

Voc� tamb�m devia saber.

� a primeira vez em meses que n�o quero fazer nada por voc�...

e agora voc� n�o quer que eu o fa�a.

lsso est� totalmente errado, ou � s� a minha ressaca?

Voc� fazia mais sentido quando bebia.

Deve haver u�sque por aqui.

- Voc� � uma mulher. - Claro que sou.

Bem, fique quieta... Fique quieta, mo�a.

Quieta. Vai perder as suas roupas se continuar com isso.

Est� bem.

Est� bem. Eu paro.

- Tem certeza? - J� falei, n�o falei?

Est� bem.

Como sabia que eu estava aqui?

Vi o cano da sua arma saindo da janela. Est� atr�s de quem?

Do Bart Jason. Mas voc�s estavam t�o perto dele que n�o pude mirar.

Vai ficar sentado na minha barriga?

Bem, eu estou confort�vel e eu...

Ei! Eu disse para n�o fazer isso. N�o fa�a nada. Fique quieta.

- Como se chama? - Joey.

- Joey? - Josephine MacDonald.

MacDonald...

Bem, vamos.

Se � mesmo uma MacDonald, creio que tem direito de querer atirar no Jason.

Voc� � um dos que o levaram para a cadeia.

- Sim, senhora. - Reconheci o chap�u.

- Por que usa essa coisa engra�ada? - Deixe para l�.

Por qu�?

Ele me foi dado por um xam� cherokee...

que disse que, se eu o usasse, n�o me fariam perguntas tolas.

- Essa n�o foi uma pergunta tola. - Ent�o, eu lhe farei uma pergunta.

Por que usa seu cabelo como o de um cavalo selvagem...

precisando ser penteado e escovado?

Eu n�o acho que...

N�o fa�a mais isso, pois sei bater mais forte que voc�.

- Dane- se. - Se � uma MacDonald, estou com voc�.

Eu estava errada.

Deveria estar lhe agradecendo por sua ajuda, n�o lhe batendo.

�, bem...

- Pode devolver o meu rifle? - N�o at� eu saber quem realmente �.

- Eu lhe disse quem sou. - Voc� s� disse. Vamos descobrir.

Bull, o que o Mississippi disse...

Que ia ao est�bulo do outro lado da rua.

� melhor eu ir averiguar.

Voc�s, na cadeia. Mississippi.

- Venham, abram a porta. - Calma.

Achei esta mo�a naquele est�bulo apontando uma arma para c�.

- Ol�, Joey. - Xerife.

- Ol�, Sr. Thornton. - Joey.

- Ah, eu... - Pode devolver a minha arma?

- Claro. - Obrigada.

Em quem voc� estava mirando, Joey?

- No Jason. - Sei.

N�o aprendeu nada na �ltima vez em que atirou em algu�m?

N�o tenho d�vidas quanto ao Jason.

N�o t�nhamos muita confian�a em voc�...

ent�o o papai e os outros o est�o esperando...

na rua.

- N�o achamos que era bom o bastante. - S�brio o bastante.

- Est�vamos enganados. - �...

Joey, � melhor reunir a sua fam�lia...

e pedir para voltarem para casa at� que tudo isso acabe.

Diga- lhes tamb�m que pegamos o homem que atirou no seu irm�o.

- Como est� o seu irm�o? - Ele tem boas chances.

Fico feliz.

Vai conseguir segurar o Jason?

- Ele ser� julgado. - Ele ter� o que merece?

- N�o sei. Sou um xerife, n�o um juiz. - �.

Posso v�- lo, falar com ele?

Claro, apenas deixe a arma comigo.

Deixe para l�. Creio que j� vou indo.

- Quer que eu v� com voc�? - Por qu�?

Bem, eu n�o sei...

Ainda n�o come�aram a atirar em mulheres.

Est�o fazendo o que acham certo.

Eu lhes agrade�o por isso.

A todos voc�s.

- Ela teria atirado nele. - Ela atirou em mim.

Ela...?

Ela � incr�vel.

Cole.

O McLeod e seus homens acabam de sair do outro lado da rua.

Voc� acha que ele vai embora?

Um sujeito desse ramo n�o pode partir uma vez que aceitou um servi�o.

Ouvi dizer que tem sangue ind�gena.

Talvez ele queira nos fazer acreditar que est� partindo.

Pode ser.

Uma sensa��o no meu pesco�o me diz que teremos problemas com �ndios.

- Que horas acha que s�o agora? - Perto das 1 1 :00, 1 2:00.

- O xerife queria ser acordado. - Para qu�?

Antes de ele tentar beber a cidade toda, patrulh�vamos a esta hora.

Bem, n�o o acorde. Ele j� passou por muito esta noite.

Mississippi.

Voc� e eu daremos uma olhada por a�.

Se v�o fazer isso, levem estes distintivos.

Ergam a m�o direita.

Eu me esqueci das palavras, mas devem dizer ''sim''.

- Sim. - Agora s�o representantes da lei.

Bull, voc� acha que eles ajudar�o se algu�m atirar na gente?

Ao menos ter�o um bom alvo.

� melhor vir trancar esta porta.

D� uma olhada no saloon do Jason.

Eu olharei deste lado.

Qu� hubo, jefe?

Con permiso, amigos.

- O que foi isso? - Eu n�o sei, mas n�o gostei.

Cuidado!

Leve- o para dentro.

Feche a porta.

- Voc� est� muito ferido? - N�o. N�o pegou no osso.

O que houve l� fora?

Avisei- lhe para ficar escondido.

Como pode enxergar alguma coisa da esquina?

- Preciso cortar estas cal�as. - Tudo bem. Tem uma fa... faca?

Acho que j� perguntei isso antes, mas quem... Quem � ele?

Diga- lhe o seu nome, Mississippi.

Alan Bedillion Trehearne.

- Agora sei por que carrega uma faca. - Voc� precisa de um m�dico.

Bull, pode ir chamar o doutor Miller sem levar um tiro?

Se eu achasse que levaria um tiro, eu n�o iria. Voltarei o quanto antes.

Tome. Use isto at� o doutor chegar.

Cole, como come�ou esta confus�o?

Um bando de homens a cavalo chegou voando pela curva e...

Que id�ia foi aquela de mergulhar sob os cavalos?

Mergulhar sob os cavalos?

N�o se pode atirar quando o cavalo est� pulando...

e um cavalo nunca pisa em um homem.

- N�o pisa? - Pisa?

- Alan Bedillion Ter... o qu�? - Terhane.

Trehearne.

Trehearne.

N�o h� nada a� dentro.

Xerife, n�o tem com que se preocupar.

Erga um pouco a perna, por favor.

Thornton, voc� chegou a tirar aquela bala das costas?

N�o, n�o tirei.

Falei que precisaria de outro m�dico. Tenho a pessoa certa para isso.

- Dr. Donovan, tem um minuto? - Sim, doutor.

Ponha o dedo bem aqui.

N�o, n�o, aqui. lsso.

Este homem tem uma bala dentro dele.

Entrou pelo lado esquerdo e se moveu em dire��o � coluna.

- Mais ou menos aqui? - Um pouco mais para o alto.

Sim, posso senti- la.

- lsso pode doer. - Doeu.

lsso � muito estranho.

D�i aqui?

- N�o. - Doutor...

S� um minuto.

- O que acha? - � um desafio.

Creio que o sofrimento dele � mais interessante que o seu, xerife.

Doutor, n�o quero tomar seu tempo, mas ainda estou sangrando.

N�o tem com que se preocupar, a ferida est� limpa.

- Tem tido problemas, n�o tem? - Eu n�o diria que...

Por que n�o conta a verdade?

Posso adivinhar.

Um espasmo s�bito de dor aqui, seguido de paralisia no lado direito.

- N�o dura muito. - Mas dura mais a cada vez, n�o �?

O que est� tentando lhe dizer?

Se ele n�o remover a bala, ter� um ataque fatal.

Talvez o McLeod resolva esse problema.

Mas, se eu estiver por aqui depois disso, eu o procurarei.

- Fa�a isso. - Agora, doutores, por favor.

Podem vir aqui para que eu possa descansar o meu dedo?

Claro.

Cole.

JP, por que voc� n�o sossega?

N�o posso evitar. Estou com uma tremedeira horr�vel...

J� teve isso antes.

N�o com um ferimento de bala e cheio de inimigos l� fora...

s� esperando algu�m...

O que quer fazer?

Desistir?

- S� me ocorre n�o sairmos daqui. - Quer dizer, ficarmos na toca?

- Sim, eles n�o entrar�o aqui. - Quando chega o delegado federal?

N�o me lembro da �ltima vez que ele esteve aqui.

Ele veio. Voc� lhe deu um ol� bem especial.

- Jogou uma garrafa nele. - Uma garrafa vazia?

Ele n�o estava t�o mal assim.

- Quando ele ficou de voltar? - Em quatro ou cinco dias.

- H� comida suficiente? - Muito caf� e �gua.

Bull, poderia sair pelos fundos e pegar alguma comida?

- Sem levar um tiro? - Eu gostaria que sim.

Ele quer que eu leve um tiro ou que eu pegue a comida?

- Quer que eu v� junto? - Sim. Se me pegarem, traga a comida.

E tamb�m trarei uma barra grande de sab�o.

Este lugar nunca ser� o Delmonico's...

mas a comida ficar� mais gostosa, se voc� usar o sab�o.

V� logo.

Estou indo.

Acho que um banho cairia bem.

Eu lhe agradeceria.

- Bom dia, Joey. - Bom dia, eu trouxe...

- Bom dia, xerife. - Joey, estou tomando banho.

lgnore- me, xerife. Fui criada com quatro irm�os.

Eu n�o sou seu irm�o.

O Dr. Miller mandou estas muletas e roupas limpas.

Ele tamb�m mandou o sab�o.

E eu trouxe um a mais...

Voc� j� tem sab�o.

- Eu tenho muitos amigos. - Bem, j� vou indo.

- Bom dia. - Josephine.

Joey, o que ainda est� fazendo na cidade?

Viemos para levar o meu irm�o Jared para casa. Ele est� bem melhor.

Quando chegar em casa...

Eu me lembro: ''Proteja- se e tenha cuidado''.

lsso.

Voc� fica bem melhor sem aquele chap�u.

Obrigado.

Espere. N�o feche a porta. Bom dia, Joey.

Oi, Mississippi, Bull. Bom dia, Cole.

Bom dia, bom dia, bom dia.

Eu teria mais privacidade na esta��o de trem de El Paso.

Ol�, JP. Como est�?

Deveria vender ingressos. Ficaria rico.

Cheguei bem a tempo. Tome uma barra de sab�o.

Justo do que eu precisava.

O que houve com a sua perna?

Maudie! Quer sair daqui?

Est� bem, JP. O que houve com ele?

- Ficar� bem. - Que bom.

- Levou um tiro na perna. - Eu pensei...

Deveria ter mais ju�zo e n�o vir aqui...

Mais ju�zo...?

Trouxe- lhes comida. Levarei de volta...

- Espere... - �s vezes, voc� me deixa t�o brava...

- Maudie. Maudie. - O qu�?

Ele est� tentando lhe dizer que n�o � seguro para voc� vir aqui.

Se algu�m a vir entrando aqui, contar�o ao McLeod...

e ele pode querer us�- la para chegar a n�s.

Eu n�o pensei nisso...

Outra coisa. Ela n�o deve sair pela frente.

Porque o McLeod...

E ent�o?

Est� bem, deixe- a passar por aqui. Eu fecharei os meus olhos.

- Venha. - Pode deixar esta cesta, dona.

- Certo, Mississippi. - Venha, Maudie.

Voc�s, a� na cadeia.

- Quem �? - � a Polly. Trago um bilhete.

N�o vejo ningu�m com ela.

Entre, Polly.

Ol�, xerife. A Maudie me pediu para lhe entregar isto.

- Tenho medo. H� homens rondando. - Eu sei.

O que ela diz?

O que eu temia, o pessoal do McLeod est� rondando a sua casa.

Ela disse para termos cuidado, pois ouviu o bastante para saber...

que eles est�o planejando algo.

� melhor voc� ir at� l�, Cole.

Certo. Mississippi? Quer vir ''cavalgar corajosamente'' mais uma vez?

Podemos ter problemas.

Pelas montanhas da lua Descendo o vale de sombras

- L� vamos n�s. - Abra, Bull.

Cuidado!

A janela. Chame a aten��o deles.

Quietos! Um homem entrou aqui.

Ele saiu pelos fundos.

Por aquela porta.

Cole!

- Esses dois n�o s�o conhecidos? - Nossos amigos da fronteira.

Milt e Pedro. Onde est� o McLeod?

- Eu n�o sei. - S�o eles que esperam atr�s de portas.

Faz com que me pergunte o que h� ali atr�s.

Est� aprendendo, Mississippi.

H� alguma raz�o pela qual querem que saiamos por ali?

- Ele saiu por ali... - O Pedro fala a verdade.

� bom mesmo, porque v�o passar por ali. Voc� primeiro, Milt.

- N�o, por favor. - Vamos, Milt.

N�o por ali.

Cansei de ser tratado como um tolo. Vamos, mexa- se.

- N�o, por favor. - Vamos andando.

Eu menti. H� algu�m l� fora.

- Eu sei. - Espere. Eu vou. Eu vou.

- Vai mesmo. - N�o atire, � o Milt.

- Bem, � a sua vez. - N�o, se�or, por favor.

Agora � voc�. Ande!

Ande, Pedro, mexa- se...

Cole, voc� est� bem?

O que foi, Cole?

Bem, Thornton, isso � melhor do que eu esperava.

Peguem- no e tirem- no daqui. Joe, ajude- os.

Est� vendo alguma coisa?

N�o h� quase ningu�m andando na rua.

Com certeza est�o com problemas.

Deveriam ter chegado h� uma hora.

- Quem �? - � o Mississippi, vamos, abra.

- Onde est� o Cole? - O McLeod o pegou.

- Um deles me acertou na cabe�a. - Foi o Jim Purvis, o capataz do Jason.

- A Maudie ter� que contar o resto... - O Cole estava bem?

Ele estava bem, mas seu corpo parecia estar dormente de um lado.

- Eles o levaram? - Sim.

Quando eles se foram, colocamos o Mississippi no meu quarto.

Eles n�o pareceram querer lev�- lo, pois j� estavam com o Cole.

�.

- Bem, isso n�o � nada bom. - N�o mesmo.

Eu n�o ficaria t�o contente, pois se algo acontecer ao Cole...

Para tr�s!

X erife, xerife, est� me ouvindo?

- � o Nelse McLeod. - Estou ouvindo.

H� algo de errado com o Thornton, mas n�o foi obra nossa.

Temos quatro ou cinco armas apontadas para ele...

por isso n�o tente mov�- lo.

Bull, olhe o Jason. Mississippi.

H� armas apontadas para o seu patr�o para fazer o servi�o.

Eu esperava por isso.

Qual � o seu trato?

Entregue- nos o Jason vivo, e ter� o seu amigo de volta.

Est� certo. Bull, solte- o.

Xerife, n�o pode fazer isso.

Se libertar o Jason, o McLeod poder� fazer o que quiser.

Que chance ter� depois disso?

Apenas abra a porta.

A� est� bom, Jason. Bull, venha v�- lo sair.

Est� bem, Jason. Venha.

Mississippi, fique atr�s dessa janela.

N�o a abra. Apenas fique a postos.

Devagar.

V�. Passe pela porta e feche- a.

- Mas suas pernas est�o no caminho. - Mova- as.

lsso mesmo.

Devagar.

Pronto. Tirem- no daqui e ponham alguma coisa segurando a porta.

Voc� est� bem, Cole?

Acho que sim.

Bem, JP, voc� fez uma �tima barganha.

Vendeu a fam�lia MacDonald inteira.

- Para qu�? - V� em frente, diga- me, Cole.

Diga- me o que voc� teria feito de diferente.

Bem, voc� ter� que enfrent�- los.

A culpa � minha, mas eles o culpar�o.

Voc�s, na cadeia.

Thornton, sinto muito que tenha acabado assim.

Eu sempre me perguntarei qual de n�s dois � o melhor.

Gracias.

- Sente isso? - N�o.

- Ou isso? - Est� quase igual a ontem � noite.

Ontem o lado todo estava dormente, n�o s� o bra�o.

- Nunca durou a noite toda antes. - Talvez tenha esperado demais.

N�o pode tirar essa bala, doutor?

Eu poderia, mas ele diz que tem muito a fazer.

N�o sei como conseguir�.

Voc� vai olhar pela janela o dia todo?

Vou. O McLeod nos deixou partir muito facilmente.

A Joey e a esposa do Saul MacDonald est�o vindo.

Pode ser encrenca.

- Veja se algu�m as est� seguindo. - Bull, fique de olho nelas.

Bull, Sr. Thornton. Xerife, queremos falar com voc�.

- O que houve? - Muita coisa.

O Jason levou o meu marido, o Saul.

- Levou- o? - Sim, est�o com ele.

Devia ter avisado � sua fam�lia para ter cuidado.

O gado precisa de �gua, Sr. Thornton.

O Saul estava com um garoto. Mandaram- no com uma mensagem.

O Saul viver� se o papai ceder ao Jason seus direitos � �gua.

- Ele far� isso? - N�o tem escolha.

Sabe que eles n�o devolver�o o Saul.

O Jason n�o quer o Saul ou o seu pai por perto...

para testemunhar como conseguiu a �gua.

Precisa fazer alguma coisa, xerife.

- Ningu�m as seguiu. - Quando o seu pai far� isso?

- Hoje. - �s 20:00.

Levar�o o Saul ao saloon do Jason. O papai levar� os pap�is.

Matar�o o Saul se algu�m tentar algo.

Foi o que disse sobre o Jason, n�o foi? Que o mataria?

- E n�o o fez. - N�o, ele n�o o fez.

O que vai fazer agora?

Eles t�m o McLeod, alguns atiradores e o seu irm�o.

Olhe � sua volta.

Temos dois aleijados, um garoto, um velho...

- Ca�ador de �ndios. - Ca�ador de �ndios.

Como vou saber o que fazer?

Volte e diga ao seu pai...

que faremos tudo o que pudermos...

mas ele que decida se vai se entregar ou n�o.

A culpa � minha. Se n�o o tivesse acertado, nada disso teria acontecido.

Voc�s tentar�o?

- Sim, n�s tentaremos. - Vamos indo.

E ent�o, xerife, o que faremos?

Eu n�o sei, Bull.

Como eu disse � mo�a, simplesmente n�o sei.

Consegue acertar alguma coisa?

Se eu me aproximar bem. Carregue- a.

Como far� para se aproximar?

Vou ao saloon do Jason de carro�a. Tem uma carro�a, n�o tem?

- Tenho uma grande. - Voc� est� louco?

- Faz sentido. - Achar�o que estou inv�lido.

Eu me safei com isso. Ele tamb�m pode.

Da �ltima vez, voc� foi pela frente e eu, pelos fundos. Desta vez inverteremos.

Vamos logo, antes que possamos pensar a respeito.

Seria bom chegar antes da hora em que esperam o MacDonald.

A Joey disse oito horas.

� melhor arranjarem duas carro�as.

Vamos, Mississippi, antes que tenham outra id�ia.

Est� bem.

D�- me a arma.

- Pode v�- la da�? - N�o vejo nada.

Como vai descer da�?

� f�cil. Vou cair.

JP, como marcaremos o tempo?

Certamente eles ter�o algu�m de guarda nos fundos.

Est� tentando me ensinar o meu servi�o?

N�o, mas estou interessado. N�o sei por quanto tempo os manterei ocupados.

Seremos os mais quietos poss�vel.

Se acabarmos antes de voc� atirar, o Bull tocar� a corneta.

E se eles atirarem antes de ele tocar?

Ent�o, estar� por conta pr�pria.

Esperem! Tive uma id�ia.

Posso ir com voc�?

N�o vai ser muito bonito.

- Eu quero estar por perto. - Descer� quando eu mandar?

- Descerei. - Ent�o venha.

Terei algo em que me apoiar.

E quando lhe faltou a for�a

Uma sombra ele encontrou

Sombra, disse ele

Onde estar�

Essa terra chamada El Dorado?

- At� logo, Cole. - Assim espero.

Bull.

Estou indo.

O que est� fazendo com o arco e a flecha?

Como o Cole disse, precisamos fazer sil�ncio.

Pode acertar um celeiro com isso?

N�o tentarei acertar um celeiro, s� um homem.

Pelas montanhas da lua

Descendo o vale de sombras

Cavalgue corajosamente A sombra respondeu

Se sua busca for por El Dorado

Bem, Maudie, voc� fica aqui.

Est� bem.

N�o tem nada a dizer?

- Adiantaria dizer? - Dizer o qu�?

Que isto � uma loucura. N�o, n�o direi coisa alguma.

Apenas lhe comprarei um caix�o de pinho.

- De dois metros... - Maudie.

Os MacDonald. Detenha- os. Diga- lhes que esperem 5 minutos.

Adeus, Cole.

- H� um homem de guarda. - Precisamos nos livrar dele.

Consegue acert�- lo com uma flecha?

N�o h� como errar.

- Ele poder� gritar ao ser atingido? - Sim.

Ent�o espere.

Eu tive uma id�ia.

Tome.

Segure isso. Tome conta disso.

O que pretende fazer?

''Chang, tong, fong.'' At� mais tarde.

O que est� tentando dizer?

- N�o pode entrar a�. - Ah, n�o?

Sinto muito. Vamos.

Entre, Bull.

O Joe nunca foi muito bom com esse piano.

E voc� atirou nas cordas, o que tamb�m n�o ajudou muito.

McLeod. O Cole Thornton est� chegando.

Chuck, voc� e dois homens fiquem com o garoto.

Eu n�o o esperava por aqui, Sr. Thornton.

- Ol�, McLeod. - Eu disse...

Deixe comigo, Jason. Oi, Thornton.

H� uma pergunta n�o respondida entre n�s dois.

- Qual de n�s � o melhor? - lsso mesmo.

N�o creio que encontraremos a resposta.

- N�o? - N�o. A sua m�o n�o est� boa.

Deixe- me descer daqui e descobriremos.

- Por que eu o deixaria descer? - Cortesia profissional.

- N�o lhe d� ouvidos. Por que deveria? - Por curiosidade.

Bull. Acerte aquele ali, perto do garoto.

Quando o acertar, sopre essa corneta.

Bem, meu bom senso me diz que eu n�o posso...

N�o se mexa, Johnny.

- Onde est� o Saul? - L� dentro, ele est� bem.

- Disse- lhe para ficar fora disso. - Fico feliz que ela n�o tenha ficado.

- Muito obrigado, Joey. - Eu lhe devia essa.

Cole.

McLeod.

Voc� nem mesmo me deu uma chance, n�o �?

N�o, n�o dei.

- � bom demais para ter uma chance. - �...

Fui derrotado por um homem de um bra�o s�.

JP, veja.

Agora que n�o preciso dela, est� funcionando bem.

� sempre assim, n�o �?

Bull, o que est� havendo l� fora?

A cidade est� agitada.

A noite vai ser boa. Todos t�m vontade de gritar.

- Como est� a perna? - Pergunte ao doutor.

N�o est� t�o m�. Sabe que s�o ferimentos de chumbo, n�o sabe?

- Achei que fossem. - Quem tinha arma de chumbo?

- Um certo rapaz... - Eu, doutor.

Achei que estivesse do lado deles.

- Ele estava. - Avisei que n�o sabia us�- la.

O problema � que o Cole estava na frente dele.

O �nico lugar seguro � atr�s do Mississippi quando ele atira.

Voc� tamb�m, Bull? Acho que vou dar uma volta.

- Vai ver a mo�a? - Que mo�a?

A que acha que voc� fica melhor sem esse chap�u.

- Conte- lhe por que o usa. - N�o precisa, eu j� contei.

Ela est� brava. Disse que voc� a obrigou a fazer papel de boba.

Uma penca de amigos.

Eu tenho uma penca de amigos.

- Sinto muito pela perna. - Esque�a.

Est� bem.

At� mais.

lsso vai doer por alguns dias, mas ficar� bem.

Espero que me deixe curar suas costas.

Assim que a perna sarar, doutor.

Estarei pronto.

Cole, onde est� a Maudie?

Eu tamb�m estava me perguntando isso.

Eu a deixei l� na rua, antes do come�o da confus�o.

Provavelmente ela chegar� logo.

Eu n�o contaria com isso.

- Acabei de falar com ela. - E ent�o?

Se fosse candidato a presidente, ela n�o votaria em voc�.

O que foi que eu fiz?

Ela disse que se cansou de esperar por um homem...

enquanto ele anda por a� sendo alvo de qualquer um que esteja armado.

- Ela disse que n�o ag�enta mais. - Disse?

Sim, e ainda acrescentou alguns detalhes.

A id�ia principal era que a porta estava fechada.

O que vai fazer?

O que posso fazer? N�o se discute com uma porta fechada.

Ainda bem que pensa assim. � melhor esquecer.

- O que eu posso...? - Um tolo tentaria persuadi- la.

As mulheres s� trazem problemas. Foi assim comigo.

Est� dizendo que estou como voc� estava?

N�o, eu n�o disse isso.

Acha que eu faria papel de tolo como voc� fez?

Voc� mesmo disse, n�o suporta estar amarrado.

Talvez eu esteja cansado de vender o meu poder de fogo por a�.

Voc� mesmo disse...

- N�o ponha palavras na minha boca. - N�o � isso.

E, se algu�m vai me dar conselhos sobre mulheres, n�o ser� voc�.

- Onde est� a Maudie? - Em casa.

- Essa muleta � minha. - Onde est� a outra?

- Ali, embaixo do seu nariz. - Como se n�o pudesse decidir sozinho!

Est� sob o bra�o errado.

Como voc� saberia? Tem usado cada vez de um lado.

Grande amigo! Tentando impedir um homem de fazer o que quer.

Para convenc�- lo � s� mand�- lo fazer o contr�rio.

N�o se ele n�o quisesse faz�- lo.

- Acha que ele ficar� por aqui? - Pode ser.

Seria bom t�- lo por aqui.

Suponho que voc� esperar� um pouco...

encontrar� uma nova mo�a...

e far� papel de idiota mais uma vez.

� prov�vel. Se voc� me deixasse, eu poderia ser levado a isso.

- Eu n�o disse isso. - � como se tivesse.

Pare de colocar palavras na minha boca.

N�o fa�o nada direito, segundo voc�. Bull, preciso de voc�.

- Voc� o qu�? - Eu preciso de voc�.

Se come�ar a ser gentil, a� sim pe�o demiss�o.

O choque seria muito grande. Prefiro quando est� mal e de ressaca.

Por falar nisso, que tal um drinque, Bull?

Diacho! Demorou muito a ter essa id�ia.

- Fez um bom trabalho, xerife. - Obrigado, amigo.

Xerife, parece que vai manter seu emprego.

�, a cidade voltar� a ser calma quando voc� partir, Cole.

Como sabe que vou partir?

N�o precisamos de tipos como voc� por aqui.

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