All language subtitles for Baghdad Central - S1 E3 Episode 3.pt-PT.3

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Sr. Temple, o que � que estou aqui a fazer?

ANTERIORMENTE

Estou a investigar um tiroteio, um crime?

O Iraque precisa de pol�cias iraquianos.

Detetives.

Eu sei exatamente o que tu �s, seu merdas!

Em casas assim h� um al�ap�o.

Clark Kibbert. Cidad�o americano.

N�o tenho o arquivo de Zubeida Rashid, a professora.

N�o est� l�.

Preciso da morada dela.

Um homem morto foi entregue dentro de um SUV.

Mata-me tamb�m.

Tenho de mostrar de que eu e o meu departamento somos leais,

honestos e competentes.

Trabalharei para eles enquanto for preciso para te p�r boa.

E at� encontrar a Sawsan.

BAGHDAD CENTRAL

Douglas, obrigado por isto.

Sem problema.

QUART�IS BRIT�NICOS ZONA VERDE

Odeio estar em d�vida para com o raio do Ex�rcito Americano.

Sabe para onde vamos?

Sei, sim.

Diz-me, Abu Tareq...

Ainda fazes planos?

Ainda sonhas?

Sim. Sonho enquanto durmo.

Com o passado ou com o futuro?

Porqu�, �s o meu psiquiatra?

Passado ou futuro? Qual deles?

Sonho com o passado.

Bons ou maus?

Aqui.

Aqui?

- Sim, para aqui. - Onde?

Aqui.

Bons e maus, ambos.

O meu �nico plano � permanecer vivo.

E viver da melhor forma que puder.

Sonho com netos.

O que mais h� neste mundo?

Fam�lia � tudo o que nos resta.

Fico � tua espera, certo?

Sim, espera.

Vivem aqui pessoas importantes.

Nunca pensei em netos.

Gostava disso.

Boa sorte.

Bom dia.

Tenho not�cias para a Professora.

Precisas de apoio?

Fico bem.

Vamos esperar at� entrares e depois cercamos o quarteir�o.

Maravilhoso.

Porque � que ela conduziria um SUV de mercen�rio?

Porque � que ela faria isso?

Ela vai sobreviver?

Eles v�o querer interrog�-la. V�o certificar-se que sobrevive.

Preocupa-te o que ela lhes vai dizer?

Que nomes ela vai dar?

Sentes-te respons�vel?

�s respons�vel?

N�o sou uma opressora nem uma invasora de um pa�s estrangeiro.

N�o vim c� para tomar ou negar

nem para tornar estudantes em soldados.

� isso que ela �, um soldado?

Como � que ela se chama?

Zahra.

E o nome ingl�s?

� Laura ou Candy?

Laura.

Onde est� a minha filha?

Sei que me podes ajudar.

N�o sei � porque recusas ajudar-me.

Frank, traz alguma coisa �til.

Perdemos um bom homem.

Professora, posso entrar?

N�o estou aqui para conversar e beber ch�.

Quero saber o que raio se passa.

Do que est�s a falar?

Estou a falar do raio da Zahra Boustani.

Posso entrar?

Eu empreguei-a por recomenda��o tua.

Quando perguntam sobre ela � exatamente isso que digo.

Pedes estudantes com um bom n�vel de ingl�s.

- Diz isso aos americanos. - Foi o que te dei.

- Cinquenta nomes. - O que me deste,

foi uma cabala.

Pesquisa.

O que querias era informa��o.

Um vislumbre da alian�a e como funcionava.

� isso que vou sugerir. A Zahra era tua espi�.

Gostaria que me desses os nomes de todos

que eram pr�ximos da Zahra Boustani, no campus. Homens e mulheres.

A Zhara era minha aluna. Nada mais.

- N�o tenho acesso ao seu di�rio. - O que se passa aqui?

Isto � uma c�lula terrorista?

Quantos mais ataques destes vir�o?

N�o posso ajudar-te.

Devo retirar os objetos afiados do meu gabinete?

Devo banir o teu povo?

N�o s�o o meu povo, s�o o teu.

Prend�-los a todos, interrog�-los?

Eles s�o c�mplices? O que se passa?

Tens fome, grandalh�o?

Ponho-o daqui para fora, senhora?

Vai limpar a casa de banho.

Est� tudo bem, Omar. Obrigada.

O Sr. Temple apenas se apercebeu que o tamanho da sua tarefa

� maior do que a sua habilidade.

� tudo, Omar. Obrigada.

Posso v�-la?

Porqu�?

Ela vai precisar de conselhos. Acesso a ajuda.

Professora, tenho de dizer alguma coisa aos americanos.

Eles querem uma casa para tomar de assalto.

Quem s�o os amigos da Zahra? De quem � pr�xima?

Ela tem alguma inclina��o pol�tica de que saiba?

Se sim, qual?

Como posso encontrar a fam�lia dela? Tem fam�lia?

A morada que ela deu � a da universidade

e isso, tanto quanto eu saiba, � voc�.

- N�o posso ajud�-lo. - N�o acredito.

Tem de saber quem ela �...

Ela � a �nica ou h� mais alunos seus que s�o uma amea�a � paz?

- Posso v�-la? - N�o, n�o pode.

Ent�o, gostaria que fosse embora.

Ela � direta ou indiretamente respons�vel

pela morte de um funcion�rio da Alian�a. Isto n�o vai ficar assim.

As mulheres no Iraque parecem desaparecer frequentemente.

Quem � a Zahra Boustani e quem s�o os seus amigos?

� algu�m que sabe exatamente quem � o Frank Temple

e o que ele representa.

Juro por Deus,

- isto n�o vai ficar assim. - Pe�o-lhe que v�.

S� posso concluir que faz parte desta rebeli�o.

Omar!

Juro-lhe pelo seu pa�s desgra�ado,

que n�o vou permitir que nada perturbe o meu trabalho.

Vai!

Desgra�ados!

- Desgra�ados! Raios! - Tudo bem?

Foda-se! Sim, tudo bem.

Todos os bairros t�m a sua pr�pria mil�cia.

Alguma coisa?

Nada.

Cabra.

Vamos aceitar um n�o como resposta?

O teu pessoal m�dico pode tratar disto.

N�o quero que o ex�rcito americano saiba onde estive.

Sawsan!

Sawsan!

Sawsan!

Como funciona, Baba?

A minha arma funciona mantendo-a segura dentro do coldre.

Todo o dia.

Est�s com medo, Baba?

Est�s com medo, Baba?

Ainda aqui?

Queria comprar uma arma. Uma pistola.

Tinha uma,

mas ou levaste-a ou foram os americanos.

Queres comprar uma arma?

Sim. A minha.

As ruas s�o perigosas.

Em breve, estarei nas ruas.

S�o 500 d�lares

e eu devolvo-te a tua pistola da pol�cia.

� muito.

� o pre�o.

As balas s�o � parte.

A Sawsan est� viva.

Vi-a ao longe.

Mas est� viva.

NUNCA ESQUE�A

Capit�o, posso juntar-me a si?

Claro.

O que queres?

Ajudar.

Ajudar com a rapariga iraquiana.

A condutora do SUV.

A entrega do homem morto?

O que � lhe passou pela cabe�a?

A �nica pessoa que estava a tentar matar era a ela mesma.

O tipo dentro da carrinha estava morto. � um facto.

Sim, acredito que isto seja complexo.

- Foi o Temple que te meteu nisto? - N�o.

� o tipo de coisa que ele faria.

N�o � uma oferta do Temple, � minha.

Estou preparado para o fazer sem a permiss�o dele.

Est�s preparado para o chatear?

Precisa de um iraquiano.

Inspetor, eu j� tenho um iraquiano.

Eu falo, ela traduz, palavra por palavra.

Chama-se Zahra Boustani.

Correto. E ela trabalhou no departamento de Temple,

que eu adoro.

N�o est�s a encobri-lo?

Tem um iraquiano morto, n�o se esque�a,

e dois ocidentais, incluindo o Sr. Kibbert.

Ambos mortos fora da zona de seguran�a americana.

O mercen�rio poderia ter sido em patrulha, mas o Kibbert?

Como foi morto? Onde foi morto?

Porqu�? Quem o viu pela �ltima vez?

Podia bater �s portas,

fazer perguntas que voc� nunca poderia. Nunca.

Permita-me interrogar a Zahra Boustani em privado.

O que ganhas com isso?

Porque est�s t�o ansioso por seres colaborador.

� o que lhe chamam agora, n�o �?

A sa�de da minha filha.

O teu acordo � com o Temple e agora est�s aqui sentado.

- Tem um bom dia. - Capit�o Parodi.

O SUV aproximou-se do checkpoint pela esquerda.

Os guardas abriram fogo a partir desta posi��o aqui,

disparando sobre o lado esquerdo e de frente para o SUV.

No entanto, havia muitas balas do lado direito.

O que provavelmente ocorreu quando o ve�culo foi roubado, levado.

- Levado de onde? - Ainda n�o sei.

Tenho uma ideia.

� uma 9mm.

Encontrei-a junto ao abrigo.

Se � do mesmo calibre da bala que matou o mercen�rio,

a minha ideia � poss�vel.

�s ousado, inspetor Khafaji. Tenho de admitir.

- Para mim? - Para ti.

O Temple quer que o uses.

Aqui no escrit�rio?

Deve servir-te. Tenho bom olho.

Senhora Ford, posso pedir-lhe

o nome do homem iraquiano encontrado no abrigo?

- Posso perguntar. - Obrigado.

Posso perguntar do que estavas a falar com o Capit�o Parodi?

Por nenhuma raz�o sinistra. S� curiosidade.

Estava a perguntar-lhe se podia interrogar a Zahra Boustani.

Interrog�-la em nome dos Servi�os da Pol�cia Iraquiana.

O Temple talvez consiga arranjar isso.

� certamente algo em que gostaria de estar envolvido.

Porque ela ter trabalhado c�?

Sim.

Neste departamento?

�s vezes, sim.

Conhecia-la?

De vista.

Nunca falaste com ela?

S�o da mesma idade.

O mesmos sonhos, acho eu.

Eu...

N�o falo com nenhum outro trabalhador.

Conversar mesmo, n�o.

Posso ver o processo dela?

Tens de perguntar ao Temple.

Onde � que ele est�?

O di�rio dele diz que est� c�.

Dev�amos falar com ela antes que o ex�rcito a ameace com tortura.

Acho que ela queria suicidar-se.

N�o queria matar ningu�m. Ela � vulner�vel.

Muitos brit�nicos se mudaram para c� depois do hotel deles ter sido atingido.

Chamam-lhe Ocean Cliffs.

N�o atende o telefone. N�o est� no trabalho nem em casa.

Isto � normal?

N�o, mas

� permitido que esteja noutro lugar qualquer.

Senhor, est�vamos � sua procura.

Algo que n�o possa esperar?

Quero interrogar a Zahra Boustani.

Estou convencido de que o Capit�o Parodi n�o far� nada

- para al�m de a assustar mais. - Mais?

J� falou com ela?

Que eu saiba n�o, mas ela vai ter medo.

E n�s representamos os Servi�os da Pol�cia Iraquiana.

Sim.

Mas ela � prisioneira militar.

E funcion�ria da Alian�a.

E iraquiana.

Deixem-me mudar de roupa e pensar.

Concordo. Acho que devemos interrog�-la.

Em primeiro lugar.

Ela trabalhou no nosso departamento, temos direito.

Temos a responsabilidade.

Temos de saber como,

porqu�, o qu�, onde, quando. Tudo.

E o Parodi?

Vai ser contra.

Pressinto um email zangado enviado por ele.

Para voc�s.

Para que conste, vou ouvir tudo.

Vou gravar tudo.

- Vou dissecar tudo. - Isto � mesmo necess�rio?

Come�a pelo in�cio. Ela que confirme o seu nome.

- Sabemos o nome dela. - Ela que confirme o nome.

E depois � que se pergunta o como e porqu�.

Vamos acabar com esta charada.

Ol�, Zahra.

Eu sou o Muhsin Khadr Al-Khafaji.

Tenho uma filha com a tua idade.

O m�dico disse que irias recuperar.

Isso s�o boas ou m�s not�cias?

Ao conduzir o cami�o at� ao checkpoint

sabias que podias morrer.

Ao levar o cami�o at� ao checkpoint.

Mas porque o fizeste, Zahra?

Que dor � essa que te for�ou a faz�-lo?

Onde � que tinhas a cabe�a? Dizes-me?

Para de falar.

Est�s com eles.

�s um deles.

Ela diz que �s um deles.

�s vezes a vida torna-se demasiado pesada.

"�s vezes a vida torna-se demasiado pesada".

�s vezes, s� a minha fam�lia

me impede de fazer algo semelhante.

"Tenho de desfraldar a bandeira da liberdade no cora��o deles"

Est� a recitar um poema.

Zahra...

Os americanos s� est�o interessados numa coisa:

como o homem deles morreu.

Pode n�o ter sabido o que estava dentro do SUV,

n�o sei.

Mas trouxeste um homem morto para o port�o.

Onde � que estavas quando esse mercen�rio foi morto?

Zahra...

Ela foi violada.

E por isso est� morta.

Mereceu morrer, homens como ele,

que s� pensam com a pila.

O que disse ela?

Ela disse...

Ela foi violada e por causa disso morreu.

Falas do homem no SUV?

O homem no SUV...

Violou uma rapariga?

S�o todos iguais.

Se � verdade o que dizes,

acredito que seja,

isso tem de ser provado.

As acusa��es aos americanos t�m de ser feitas.

O que descreve � crime,

um crime de guerra.

Est� a falar de crimes de guerra.

Acreditas que eles iriam querer saber?

Muito bem.

Zahra,

a verdade � que

vais ficar boa e vais ser torturada.

Zahra...

Tenho outro nome para ti.

Outro americano.

Kibbert.

Kibbert.

Clark Kibbert.

Conheces esse nome?

J� o ouviste antes?

Para de falar. �s um colaborador.

Deixa-me.

Ela recusa-se a falar agora.

- Pronta? - Sim.

Tr�s, dois, um.

O que sentes?

� como se n�o estivesse a acontecer nada.

O que est� a acontecer

� uma porta a abrir-se

e o sol a espreitar.

Inspetor, senhor?

Aqui tem.

O que pediu h� pouco.

- Ol�. - Ol�.

Como te sentes?

Sortuda.

Boa. Boa sorte.

Obrigada, senhora Ford.

O que �?

Um nome.

Uma linha de investiga��o.

Ele recebeu.

Fadhil Al-Bakr.

Quarenta e tal anos, a minha altura,

morto h� algumas noites.

A tiro.

Possivelmente resist�ncia Ba'athist.

N�o?

Eu conhe�o esse tal Fadhil Al-Bakr.

Sei que est� morto.

Que arda no inferno e todos os que rezarem por ele.

Ele era um merdas, um marginal.

N�o como eu.

Ele vendia a m�e se pudesse.

Um marginal sem alma.

Foi encontrado numa casa da Alian�a.

Estava l� por dinheiro.

Como � que nunca ouvi falar dele?

Talvez sejas um detetive de merda.

Traficava escravos.

Com a prote��o do Saddam.

E agora?

Agora est� morto.

Tanto quanto sei ainda ganhava dinheiro com mulheres.

Prostitui��o.

Prostitui��o e rapto.

N�o vale mesmo nada.

N�o rezo por ele.

O processo que pediste,

o teu cunhado, Nidal,

e a sua mulher Maha.

S� porque est� escrito n�o significa que seja verdade.

Leste os processos?

Meu amigo,

tenho uma regra.

Nunca olho para os processos dos que amo.

Antes de o abrires,

certifica-te que � isso que queres.

O meu conselho � queim�-los.

Mas s� depois de pagares.

Tu! Tu a�, Khafaji.

�s preciso.

MOSTRAR IDENTIFICA��O

Senhor.

Estamos a caminho do hotel Al-Rasheed,

especificamente do bar.

Entras e questionas os funcion�rios

do bar, da cozinha, da sala e vais contar-me tudo.

O Temple n�o vai gostar que esteja aqui.

N�o me interessa.

Estava com a impress�o que era isto que querias,

estar envolvido?

O teu mercen�rio, o pol�cia,

foi morto por uma bala de 9mm.

Disparada de uma pistola CZ 75,

que � a arma de servi�o do ex�rcito iraquiano.

N�o repitas essa informa��o.

Como tu, acredito que o Kibbert � uma figura central.

Foi agredido antes de ser morto,

s� porque sim ou para sacarem informa��o.

Parece que estava envolvido com uma int�rprete.

Uma jovem mulher.

- Sabe o nome dela? - N�o.

O Temple talvez saiba. Deveria.

DESAPARECIDO

- Estavas certo numa coisa. - O qu�?

O Temple vai ficar muito chateado.

BUSH � CRIMINOSO

ZONA VERDE

Tu n�o, ele.

Um copo de �gua, por favor.

H� algum s�tio onde possamos falar

em privado?

Sobre qu�?

Sobre os americanos que desonraram as nossas filhas

aqui mesmo neste bar.

Aqui mesmo neste bar.

Tu viste?

Vamos falar.

Aqui tem a sua �gua, senhor.

Quando a acabar, siga-me.

O que raio est�s aqui a fazer?

Sou colaborador, como tu.

O teu processo, Muhshin,

que � volumoso e detalha todos os teus crimes,

as vidas que tiraste...

A falar do processo.

Passou para o ex�rcito americano, departamento de crimes de guerra.

Obrigado.

Agora se n�o te importas, estou ocupado.

E cheiras a gado no ver�o.

Est�s a pedir que te mate tamb�m, idiota.

Senhor.

Ele acabou de amea�ar matar um homem.

Que homem?

Em breve, inspetor Khafaji.

Muito em breve.

Coca-cola, por favor. Sem gelo.

Est� tudo calmo.

Ela disse que se chamava Candy.

Candy.

As mulheres inventavam nomes americanos.

Sabias o nome verdadeiro?

N�o.

Lembras-te de outras mulheres, dos nomes?

N�o s�o nomes familiares, � dif�cil lembrar-me.

Laura?

N�o sei.

Mas este homem, sentou-se com a Candy?

Sim.

Sentou-se com ele como?

Sentou-se com ele, � isso.

S� com ele? Quem mais estava?

�s vezes sozinho,

outras vezes com outro.

Respeitador?

Se fosse minha filha, n�o.

Mas para os americanos, sim.

A Candy saiu alguma vez do hotel com ele?

N�o tenho a certeza.

Quero que descubras.

Pergunta aos teus colegas o que viram.

Algo fora do comum, que envolvesse este homem e esta mulher.

Podes fazer isso?

Sim.

Estou interessado em tudo.

Todos os detalhes.

Tudo o que seja verdade.

Conheces esta mulher? � da fam�lia.

A verdade � importante.

Sim.

Sim.

Obrigado.

Onde raio estiveste?

Fui retido pelo Capit�o Parodi.

Desenvolve.

Levou-me ao hotel Al-Rasheed

e pediu-me para falar com os funcion�rios

por causa do Kibbert.

Devias ter-te recusado.

Isso � poss�vel?

Devias ter-me contactado.

- Trabalhas para mim. No meu departamento. - Senhor.

Quando me metem dentro de um ve�culo do ex�rcito, � dif�cil recusar.

- N�o escolhi ir... - Trabalhas para mim.

Da pr�xima vez diz-lhe para ir passear. Percebeste?

Sim, senhor.

Tens processos para analisar. Vai.

O que descobriste?

No hotel.

Que o Sr. Kibbert estava atra�do por uma iraquiana

que se apelidava Candy.

Sabias dela?

Quem �s tu para me fazer perguntas?

Sou teu funcion�rio.

O Temple anda � tua procura.

Encontrou-me.

J� est�, Megan?

Vou jantar com uma amiga daqui a 15 minutos.

Bom apetite. Onde?

No hotel.

Que se lixe. Ele leva-me l�.

Importas-te? Tamb�m j� vou.

Amanh� de manh� cedo, Khafaji.

Para recuperar o tempo perdido.

- Serei o primeiro a entrar. - De uniforme?

Ouvi dizer que a tua filha come�ou a di�lise?

Sim.

Que bom.

Esperemos que corra bem.

- De manh� cedo. - At� amanh�.

At� amanh�.

Demoro dois minutos.

- O qu�? - N�o encontro as chaves.

- Tens uma suplente? - L� dentro.

Educa��o cara, n�o �?

Parte o vidro da janela.

H� suplentes na esta��o. Leva-me l�.

FIQUE EM FILA

A minha pistola, se faz favor.

Por 497 d�lares.

� tudo o que tenho.

Mostra.

Legendas: Cl�udia Nogueira

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.