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Sr. Temple, o que � que estou aqui a fazer?
ANTERIORMENTE
Estou a investigar um tiroteio, um crime?
O Iraque precisa de pol�cias iraquianos.
Detetives.
Eu sei exatamente o que tu �s, seu merdas!
Em casas assim h� um al�ap�o.
Clark Kibbert. Cidad�o americano.
N�o tenho o arquivo de Zubeida Rashid, a professora.
N�o est� l�.
Preciso da morada dela.
Um homem morto foi entregue dentro de um SUV.
Mata-me tamb�m.
Tenho de mostrar de que eu e o meu departamento somos leais,
honestos e competentes.
Trabalharei para eles enquanto for preciso para te p�r boa.
E at� encontrar a Sawsan.
BAGHDAD CENTRAL
Douglas, obrigado por isto.
Sem problema.
QUART�IS BRIT�NICOS ZONA VERDE
Odeio estar em d�vida para com o raio do Ex�rcito Americano.
Sabe para onde vamos?
Sei, sim.
Diz-me, Abu Tareq...
Ainda fazes planos?
Ainda sonhas?
Sim. Sonho enquanto durmo.
Com o passado ou com o futuro?
Porqu�, �s o meu psiquiatra?
Passado ou futuro? Qual deles?
Sonho com o passado.
Bons ou maus?
Aqui.
Aqui?
- Sim, para aqui. - Onde?
Aqui.
Bons e maus, ambos.
O meu �nico plano � permanecer vivo.
E viver da melhor forma que puder.
Sonho com netos.
O que mais h� neste mundo?
Fam�lia � tudo o que nos resta.
Fico � tua espera, certo?
Sim, espera.
Vivem aqui pessoas importantes.
Nunca pensei em netos.
Gostava disso.
Boa sorte.
Bom dia.
Tenho not�cias para a Professora.
Precisas de apoio?
Fico bem.
Vamos esperar at� entrares e depois cercamos o quarteir�o.
Maravilhoso.
Porque � que ela conduziria um SUV de mercen�rio?
Porque � que ela faria isso?
Ela vai sobreviver?
Eles v�o querer interrog�-la. V�o certificar-se que sobrevive.
Preocupa-te o que ela lhes vai dizer?
Que nomes ela vai dar?
Sentes-te respons�vel?
�s respons�vel?
N�o sou uma opressora nem uma invasora de um pa�s estrangeiro.
N�o vim c� para tomar ou negar
nem para tornar estudantes em soldados.
� isso que ela �, um soldado?
Como � que ela se chama?
Zahra.
E o nome ingl�s?
� Laura ou Candy?
Laura.
Onde est� a minha filha?
Sei que me podes ajudar.
N�o sei � porque recusas ajudar-me.
Frank, traz alguma coisa �til.
Perdemos um bom homem.
Professora, posso entrar?
N�o estou aqui para conversar e beber ch�.
Quero saber o que raio se passa.
Do que est�s a falar?
Estou a falar do raio da Zahra Boustani.
Posso entrar?
Eu empreguei-a por recomenda��o tua.
Quando perguntam sobre ela � exatamente isso que digo.
Pedes estudantes com um bom n�vel de ingl�s.
- Diz isso aos americanos. - Foi o que te dei.
- Cinquenta nomes. - O que me deste,
foi uma cabala.
Pesquisa.
O que querias era informa��o.
Um vislumbre da alian�a e como funcionava.
� isso que vou sugerir. A Zahra era tua espi�.
Gostaria que me desses os nomes de todos
que eram pr�ximos da Zahra Boustani, no campus. Homens e mulheres.
A Zhara era minha aluna. Nada mais.
- N�o tenho acesso ao seu di�rio. - O que se passa aqui?
Isto � uma c�lula terrorista?
Quantos mais ataques destes vir�o?
N�o posso ajudar-te.
Devo retirar os objetos afiados do meu gabinete?
Devo banir o teu povo?
N�o s�o o meu povo, s�o o teu.
Prend�-los a todos, interrog�-los?
Eles s�o c�mplices? O que se passa?
Tens fome, grandalh�o?
Ponho-o daqui para fora, senhora?
Vai limpar a casa de banho.
Est� tudo bem, Omar. Obrigada.
O Sr. Temple apenas se apercebeu que o tamanho da sua tarefa
� maior do que a sua habilidade.
� tudo, Omar. Obrigada.
Posso v�-la?
Porqu�?
Ela vai precisar de conselhos. Acesso a ajuda.
Professora, tenho de dizer alguma coisa aos americanos.
Eles querem uma casa para tomar de assalto.
Quem s�o os amigos da Zahra? De quem � pr�xima?
Ela tem alguma inclina��o pol�tica de que saiba?
Se sim, qual?
Como posso encontrar a fam�lia dela? Tem fam�lia?
A morada que ela deu � a da universidade
e isso, tanto quanto eu saiba, � voc�.
- N�o posso ajud�-lo. - N�o acredito.
Tem de saber quem ela �...
Ela � a �nica ou h� mais alunos seus que s�o uma amea�a � paz?
- Posso v�-la? - N�o, n�o pode.
Ent�o, gostaria que fosse embora.
Ela � direta ou indiretamente respons�vel
pela morte de um funcion�rio da Alian�a. Isto n�o vai ficar assim.
As mulheres no Iraque parecem desaparecer frequentemente.
Quem � a Zahra Boustani e quem s�o os seus amigos?
� algu�m que sabe exatamente quem � o Frank Temple
e o que ele representa.
Juro por Deus,
- isto n�o vai ficar assim. - Pe�o-lhe que v�.
S� posso concluir que faz parte desta rebeli�o.
Omar!
Juro-lhe pelo seu pa�s desgra�ado,
que n�o vou permitir que nada perturbe o meu trabalho.
Vai!
Desgra�ados!
- Desgra�ados! Raios! - Tudo bem?
Foda-se! Sim, tudo bem.
Todos os bairros t�m a sua pr�pria mil�cia.
Alguma coisa?
Nada.
Cabra.
Vamos aceitar um n�o como resposta?
O teu pessoal m�dico pode tratar disto.
N�o quero que o ex�rcito americano saiba onde estive.
Sawsan!
Sawsan!
Sawsan!
Como funciona, Baba?
A minha arma funciona mantendo-a segura dentro do coldre.
Todo o dia.
Est�s com medo, Baba?
Est�s com medo, Baba?
Ainda aqui?
Queria comprar uma arma. Uma pistola.
Tinha uma,
mas ou levaste-a ou foram os americanos.
Queres comprar uma arma?
Sim. A minha.
As ruas s�o perigosas.
Em breve, estarei nas ruas.
S�o 500 d�lares
e eu devolvo-te a tua pistola da pol�cia.
� muito.
� o pre�o.
As balas s�o � parte.
A Sawsan est� viva.
Vi-a ao longe.
Mas est� viva.
NUNCA ESQUE�A
Capit�o, posso juntar-me a si?
Claro.
O que queres?
Ajudar.
Ajudar com a rapariga iraquiana.
A condutora do SUV.
A entrega do homem morto?
O que � lhe passou pela cabe�a?
A �nica pessoa que estava a tentar matar era a ela mesma.
O tipo dentro da carrinha estava morto. � um facto.
Sim, acredito que isto seja complexo.
- Foi o Temple que te meteu nisto? - N�o.
� o tipo de coisa que ele faria.
N�o � uma oferta do Temple, � minha.
Estou preparado para o fazer sem a permiss�o dele.
Est�s preparado para o chatear?
Precisa de um iraquiano.
Inspetor, eu j� tenho um iraquiano.
Eu falo, ela traduz, palavra por palavra.
Chama-se Zahra Boustani.
Correto. E ela trabalhou no departamento de Temple,
que eu adoro.
N�o est�s a encobri-lo?
Tem um iraquiano morto, n�o se esque�a,
e dois ocidentais, incluindo o Sr. Kibbert.
Ambos mortos fora da zona de seguran�a americana.
O mercen�rio poderia ter sido em patrulha, mas o Kibbert?
Como foi morto? Onde foi morto?
Porqu�? Quem o viu pela �ltima vez?
Podia bater �s portas,
fazer perguntas que voc� nunca poderia. Nunca.
Permita-me interrogar a Zahra Boustani em privado.
O que ganhas com isso?
Porque est�s t�o ansioso por seres colaborador.
� o que lhe chamam agora, n�o �?
A sa�de da minha filha.
O teu acordo � com o Temple e agora est�s aqui sentado.
- Tem um bom dia. - Capit�o Parodi.
O SUV aproximou-se do checkpoint pela esquerda.
Os guardas abriram fogo a partir desta posi��o aqui,
disparando sobre o lado esquerdo e de frente para o SUV.
No entanto, havia muitas balas do lado direito.
O que provavelmente ocorreu quando o ve�culo foi roubado, levado.
- Levado de onde? - Ainda n�o sei.
Tenho uma ideia.
� uma 9mm.
Encontrei-a junto ao abrigo.
Se � do mesmo calibre da bala que matou o mercen�rio,
a minha ideia � poss�vel.
�s ousado, inspetor Khafaji. Tenho de admitir.
- Para mim? - Para ti.
O Temple quer que o uses.
Aqui no escrit�rio?
Deve servir-te. Tenho bom olho.
Senhora Ford, posso pedir-lhe
o nome do homem iraquiano encontrado no abrigo?
- Posso perguntar. - Obrigado.
Posso perguntar do que estavas a falar com o Capit�o Parodi?
Por nenhuma raz�o sinistra. S� curiosidade.
Estava a perguntar-lhe se podia interrogar a Zahra Boustani.
Interrog�-la em nome dos Servi�os da Pol�cia Iraquiana.
O Temple talvez consiga arranjar isso.
� certamente algo em que gostaria de estar envolvido.
Porque ela ter trabalhado c�?
Sim.
Neste departamento?
�s vezes, sim.
Conhecia-la?
De vista.
Nunca falaste com ela?
S�o da mesma idade.
O mesmos sonhos, acho eu.
Eu...
N�o falo com nenhum outro trabalhador.
Conversar mesmo, n�o.
Posso ver o processo dela?
Tens de perguntar ao Temple.
Onde � que ele est�?
O di�rio dele diz que est� c�.
Dev�amos falar com ela antes que o ex�rcito a ameace com tortura.
Acho que ela queria suicidar-se.
N�o queria matar ningu�m. Ela � vulner�vel.
Muitos brit�nicos se mudaram para c� depois do hotel deles ter sido atingido.
Chamam-lhe Ocean Cliffs.
N�o atende o telefone. N�o est� no trabalho nem em casa.
Isto � normal?
N�o, mas
� permitido que esteja noutro lugar qualquer.
Senhor, est�vamos � sua procura.
Algo que n�o possa esperar?
Quero interrogar a Zahra Boustani.
Estou convencido de que o Capit�o Parodi n�o far� nada
- para al�m de a assustar mais. - Mais?
J� falou com ela?
Que eu saiba n�o, mas ela vai ter medo.
E n�s representamos os Servi�os da Pol�cia Iraquiana.
Sim.
Mas ela � prisioneira militar.
E funcion�ria da Alian�a.
E iraquiana.
Deixem-me mudar de roupa e pensar.
Concordo. Acho que devemos interrog�-la.
Em primeiro lugar.
Ela trabalhou no nosso departamento, temos direito.
Temos a responsabilidade.
Temos de saber como,
porqu�, o qu�, onde, quando. Tudo.
E o Parodi?
Vai ser contra.
Pressinto um email zangado enviado por ele.
Para voc�s.
Para que conste, vou ouvir tudo.
Vou gravar tudo.
- Vou dissecar tudo. - Isto � mesmo necess�rio?
Come�a pelo in�cio. Ela que confirme o seu nome.
- Sabemos o nome dela. - Ela que confirme o nome.
E depois � que se pergunta o como e porqu�.
Vamos acabar com esta charada.
Ol�, Zahra.
Eu sou o Muhsin Khadr Al-Khafaji.
Tenho uma filha com a tua idade.
O m�dico disse que irias recuperar.
Isso s�o boas ou m�s not�cias?
Ao conduzir o cami�o at� ao checkpoint
sabias que podias morrer.
Ao levar o cami�o at� ao checkpoint.
Mas porque o fizeste, Zahra?
Que dor � essa que te for�ou a faz�-lo?
Onde � que tinhas a cabe�a? Dizes-me?
Para de falar.
Est�s com eles.
�s um deles.
Ela diz que �s um deles.
�s vezes a vida torna-se demasiado pesada.
"�s vezes a vida torna-se demasiado pesada".
�s vezes, s� a minha fam�lia
me impede de fazer algo semelhante.
"Tenho de desfraldar a bandeira da liberdade no cora��o deles"
Est� a recitar um poema.
Zahra...
Os americanos s� est�o interessados numa coisa:
como o homem deles morreu.
Pode n�o ter sabido o que estava dentro do SUV,
n�o sei.
Mas trouxeste um homem morto para o port�o.
Onde � que estavas quando esse mercen�rio foi morto?
Zahra...
Ela foi violada.
E por isso est� morta.
Mereceu morrer, homens como ele,
que s� pensam com a pila.
O que disse ela?
Ela disse...
Ela foi violada e por causa disso morreu.
Falas do homem no SUV?
O homem no SUV...
Violou uma rapariga?
S�o todos iguais.
Se � verdade o que dizes,
acredito que seja,
isso tem de ser provado.
As acusa��es aos americanos t�m de ser feitas.
O que descreve � crime,
um crime de guerra.
Est� a falar de crimes de guerra.
Acreditas que eles iriam querer saber?
Muito bem.
Zahra,
a verdade � que
vais ficar boa e vais ser torturada.
Zahra...
Tenho outro nome para ti.
Outro americano.
Kibbert.
Kibbert.
Clark Kibbert.
Conheces esse nome?
J� o ouviste antes?
Para de falar. �s um colaborador.
Deixa-me.
Ela recusa-se a falar agora.
- Pronta? - Sim.
Tr�s, dois, um.
O que sentes?
� como se n�o estivesse a acontecer nada.
O que est� a acontecer
� uma porta a abrir-se
e o sol a espreitar.
Inspetor, senhor?
Aqui tem.
O que pediu h� pouco.
- Ol�. - Ol�.
Como te sentes?
Sortuda.
Boa. Boa sorte.
Obrigada, senhora Ford.
O que �?
Um nome.
Uma linha de investiga��o.
Ele recebeu.
Fadhil Al-Bakr.
Quarenta e tal anos, a minha altura,
morto h� algumas noites.
A tiro.
Possivelmente resist�ncia Ba'athist.
N�o?
Eu conhe�o esse tal Fadhil Al-Bakr.
Sei que est� morto.
Que arda no inferno e todos os que rezarem por ele.
Ele era um merdas, um marginal.
N�o como eu.
Ele vendia a m�e se pudesse.
Um marginal sem alma.
Foi encontrado numa casa da Alian�a.
Estava l� por dinheiro.
Como � que nunca ouvi falar dele?
Talvez sejas um detetive de merda.
Traficava escravos.
Com a prote��o do Saddam.
E agora?
Agora est� morto.
Tanto quanto sei ainda ganhava dinheiro com mulheres.
Prostitui��o.
Prostitui��o e rapto.
N�o vale mesmo nada.
N�o rezo por ele.
O processo que pediste,
o teu cunhado, Nidal,
e a sua mulher Maha.
S� porque est� escrito n�o significa que seja verdade.
Leste os processos?
Meu amigo,
tenho uma regra.
Nunca olho para os processos dos que amo.
Antes de o abrires,
certifica-te que � isso que queres.
O meu conselho � queim�-los.
Mas s� depois de pagares.
Tu! Tu a�, Khafaji.
�s preciso.
MOSTRAR IDENTIFICA��O
Senhor.
Estamos a caminho do hotel Al-Rasheed,
especificamente do bar.
Entras e questionas os funcion�rios
do bar, da cozinha, da sala e vais contar-me tudo.
O Temple n�o vai gostar que esteja aqui.
N�o me interessa.
Estava com a impress�o que era isto que querias,
estar envolvido?
O teu mercen�rio, o pol�cia,
foi morto por uma bala de 9mm.
Disparada de uma pistola CZ 75,
que � a arma de servi�o do ex�rcito iraquiano.
N�o repitas essa informa��o.
Como tu, acredito que o Kibbert � uma figura central.
Foi agredido antes de ser morto,
s� porque sim ou para sacarem informa��o.
Parece que estava envolvido com uma int�rprete.
Uma jovem mulher.
- Sabe o nome dela? - N�o.
O Temple talvez saiba. Deveria.
DESAPARECIDO
- Estavas certo numa coisa. - O qu�?
O Temple vai ficar muito chateado.
BUSH � CRIMINOSO
ZONA VERDE
Tu n�o, ele.
Um copo de �gua, por favor.
H� algum s�tio onde possamos falar
em privado?
Sobre qu�?
Sobre os americanos que desonraram as nossas filhas
aqui mesmo neste bar.
Aqui mesmo neste bar.
Tu viste?
Vamos falar.
Aqui tem a sua �gua, senhor.
Quando a acabar, siga-me.
O que raio est�s aqui a fazer?
Sou colaborador, como tu.
O teu processo, Muhshin,
que � volumoso e detalha todos os teus crimes,
as vidas que tiraste...
A falar do processo.
Passou para o ex�rcito americano, departamento de crimes de guerra.
Obrigado.
Agora se n�o te importas, estou ocupado.
E cheiras a gado no ver�o.
Est�s a pedir que te mate tamb�m, idiota.
Senhor.
Ele acabou de amea�ar matar um homem.
Que homem?
Em breve, inspetor Khafaji.
Muito em breve.
Coca-cola, por favor. Sem gelo.
Est� tudo calmo.
Ela disse que se chamava Candy.
Candy.
As mulheres inventavam nomes americanos.
Sabias o nome verdadeiro?
N�o.
Lembras-te de outras mulheres, dos nomes?
N�o s�o nomes familiares, � dif�cil lembrar-me.
Laura?
N�o sei.
Mas este homem, sentou-se com a Candy?
Sim.
Sentou-se com ele como?
Sentou-se com ele, � isso.
S� com ele? Quem mais estava?
�s vezes sozinho,
outras vezes com outro.
Respeitador?
Se fosse minha filha, n�o.
Mas para os americanos, sim.
A Candy saiu alguma vez do hotel com ele?
N�o tenho a certeza.
Quero que descubras.
Pergunta aos teus colegas o que viram.
Algo fora do comum, que envolvesse este homem e esta mulher.
Podes fazer isso?
Sim.
Estou interessado em tudo.
Todos os detalhes.
Tudo o que seja verdade.
Conheces esta mulher? � da fam�lia.
A verdade � importante.
Sim.
Sim.
Obrigado.
Onde raio estiveste?
Fui retido pelo Capit�o Parodi.
Desenvolve.
Levou-me ao hotel Al-Rasheed
e pediu-me para falar com os funcion�rios
por causa do Kibbert.
Devias ter-te recusado.
Isso � poss�vel?
Devias ter-me contactado.
- Trabalhas para mim. No meu departamento. - Senhor.
Quando me metem dentro de um ve�culo do ex�rcito, � dif�cil recusar.
- N�o escolhi ir... - Trabalhas para mim.
Da pr�xima vez diz-lhe para ir passear. Percebeste?
Sim, senhor.
Tens processos para analisar. Vai.
O que descobriste?
No hotel.
Que o Sr. Kibbert estava atra�do por uma iraquiana
que se apelidava Candy.
Sabias dela?
Quem �s tu para me fazer perguntas?
Sou teu funcion�rio.
O Temple anda � tua procura.
Encontrou-me.
J� est�, Megan?
Vou jantar com uma amiga daqui a 15 minutos.
Bom apetite. Onde?
No hotel.
Que se lixe. Ele leva-me l�.
Importas-te? Tamb�m j� vou.
Amanh� de manh� cedo, Khafaji.
Para recuperar o tempo perdido.
- Serei o primeiro a entrar. - De uniforme?
Ouvi dizer que a tua filha come�ou a di�lise?
Sim.
Que bom.
Esperemos que corra bem.
- De manh� cedo. - At� amanh�.
At� amanh�.
Demoro dois minutos.
- O qu�? - N�o encontro as chaves.
- Tens uma suplente? - L� dentro.
Educa��o cara, n�o �?
Parte o vidro da janela.
H� suplentes na esta��o. Leva-me l�.
FIQUE EM FILA
A minha pistola, se faz favor.
Por 497 d�lares.
� tudo o que tenho.
Mostra.
Legendas: Cl�udia Nogueira
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