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Original subtitles

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- Cansado senhor? - Sim, um pouco.

24 horas sem dormir.

Se soubesse o que procura...

� um caso que investiguei antes de voc� chegar...

parecido com o caso "Vincent". Perkis ou Perscot.

Algo come�ado com "p". S� saberei vendo.

Letra "p" � aqui senhor.

N�o est� aqui!

Sargento. Eu n�o entendo isto. No m�s passado o caso

Ambrose desapareceu. E agora este!

- Este arquivo � de sua responsabilidade. - Eu tamb�m n�o entendo.

Talvez voc� n�o tenha olhado direito. V� l� em cima e veja se encontra.

Eu preciso desta papelada para amanh�.

Sim senhor.

- Capit�o Ross? - Sim, o que est� fazendo aqui?

O Capit�o Gardner gostaria de v�-lo.

- Agora? - Disse que � urgente senhor.

Meia-noite. Diga ao Capit�o Gardner que irei v�-lo assim que puder.

Ter� de ser agora...

senhor.

- Que � isto? - N�o discuta Capit�o. Venha comigo.

Eu posso...pegar a minha pasta?

Apanhe a sua pasta.

- Capit�o! - Veja! Atr�s do arquivo!

OS INVASORES

Uma produ��o Quinn Martin.

Estrelando Roy Thinnes como o arquiteto David Vincent.

Os Invasores.

Seres alien�genas de um planeta em extin��o.

Seu destino: a Terra.

Seu prop�sito: fazer dela seu mundo.

David Vincent os viu.

Para ele, tudo come�ou em uma noite em que passava por uma estrada deserta...

procurando um atalho que nunca encontrou.

Come�ou com um bar fechado e abandonado.

Um homem cansado demais para seguir viagem,

viu a aterrissagem de uma nave de outra gal�xia.

Agora David Vincent sabe que os invasores est�o aqui.

Que tomaram a forma humana.

De alguma forma precisa convencer o mundo descrente,

que o pesadelo j� come�ou.

Atores convidados nesta hist�ria:

William Smithers

Patricia Smith

Katherine Justice

E convidado especial: Michael Rennie

Hist�ria desta noite: O Inocente.

Num decadente porto de lagostas no Maine...

David Vincent procura o homem que viu os Invasores.

Um pescador chamado Nat Greely.

Que roubou uma de suas armas:

um disco estranho de metal.

Durante um dia e meio, Vincent vasculhou a cidadezinha costeira.

Mas Nat Greely desaparecera.

- Procurando algo? - David Vincent?

- Sim, isto mesmo. - Gastamos bastante tempo procurando-o.

- O senhor � necess�rio em Washington. - Washington?

Capit�o Ross. Projeto Falc�o.

- Olha eu... - Sr. Vincent, j� sabemos o que procura.

Sabemos tamb�m a quem procura.

E isto...

isto � uma ordem.

- Suponha que eu terminar... - Temos um avi�o aguardando no aeroporto.

Venha comigo neste carro, por favor.

- Est� bem. - Obrigado.

- Ah sim! Quando eles morrem eles somem assim como este?

Quantas vezes vai me perguntar isto?

E porque o terceiro grau?

Qual a sua raz�o?

Aconteceu com mais algu�m n�o foi? Algu�m mais o viu.

- O que faz pensar assim? - S� lhe interessa como eles morrem.

Voc� j� viu.

Est� bem, j� vi e da�?

J� ouviu falar da Comiss�o Peterson?

- N�o. - Peterson da Defesa quer formar comiss�o

para avaliar minhas descobertas.

Vai come�ar 2a. feira. Terei de estar l� com os dados do Projeto Falc�o.

Quero voc� l�. Para testemunhar.

Voc� quer que eu v� testemunhar.

Voc� sabe que eu dei minha vida lutando contra eles.

Minha garota. Meu trabalho. Meus planos.

Havia um vale na Calif�rnia que uma vez pensei em desenvolver.

J� passei por tudo isto antes.

Eu escrevi. Eu falei. Eu telefonei. Eu procurei senadores, deputados!

Testemunharei.

Mas quando falar tudo que sei sob juramento...

o que o faz pensar que ir�o me acreditar?

Ser� que voc� n�o entende que agora s�o dois?!

- Duas pessoas que realmente os viram. - S�o um monte de palavras.

N�s precisamos de provas. O homem que procuro est� no Maine.

- S� ele pode nos dar esta prova. - Algu�m que p�e bebida no refrigerante

seu testemunho n�o vale um tost�o. � por isto que n�o podemos contar com ele.

Precisamos de voc� como testemunha.

E se voc� acha que ele � importante. Mandarei alguns homens procur�-lo.

Ai que ele nunca mais aparecer�. Sabe como homens deste tipo s�o assustados.

Deixe-me faz�-lo a meu modo.

Por favor!

Ol� filho!

Voc� vai sair ao mar nesta traineira?

Isto n�o � uma traineira. Isto � uma baleeira.

Mas n�o est� boa. Papai quebrou-a quando estava b�bado.

M�e! M�e!

Sra. Greely?

Ol�. O Sr. Greely est� a bordo?

Deixe-me apresentar. Meu nome � Calvin Adams,

meu s�cio � Holmes. Somos advogados de Nebraska.

Meu marido n�o est�. Que deseja o senhor?

Senhora Greely, se o que descobrimos nos registros passados est� certo...

seu marido � o �ltimo descendente vivo dos Bourquets.

Aqui est�.

Se ele puder provar, ficar� 83.000 d�lares mais rico.

- 83.000 d�lares? - Isto mesmo.

Espere um momento. A �nica coisa que a fam�lia da m�e de Nat

deixou aos filhos foi o gosto pela bebida.

Pode ser. Mas o tio-av� fez uma pequena fortuna pescando no Oregon.

- Ele s� tinha um tio-av�: Sam Bourquet. - Este � o homem.

Sam Bourquet?

Demoramos tanto com os registros que n�o temos mais tempo a perder.

Se n�o pudermos achar o seu marido.

Todo este dinheiro vai converter para o Conselho da Pesca.

Bem Sra. Greely. Onde n�s poder�amos encontrar o seu marido?

Quando voltar, eu falarei com ele. Agora tenho de trabalhar. Des�a da� Nat!

- Mas Sra. Greely... - Adeus senhor!

Nat?

M�e, eles disseram que seremos ricos?

S� seremos ricos o dia que chover moedas de ouro.

- O que est� errado m�e? - Nada.

Estes dois homens devem ser os amigos do seu pai pregando uma pe�a.

Seu tio-av� morreu com 14 anos. Est� escrito aqui no �lbum de fam�lia.

A �nica coisa que conseguiu no Oregon, foi a febre que o matou.

Eu vou sair agora.

Fique de boca calada! Ouviu.

Senhora Greely. Eu sou David Vincent. Estive aqui ontem.

N�o me interessa quem � voc�.Tenho que sair e estou atrasada.

Para ver seu marido? Onde est� ele Sra. Greely?

Ele est� em perigo e eu posso ajud�-lo.

Muito bem. N�o precisa dizer onde ele est�.

Se quer salvar seu marido � melhor fazer com que ele apare�a.

Basta chamar este homem. Ele dir� quem sou.

- A For�a A�rea? - Sim.

Chame-a por favor.

Est� bem senhor...Vincent.

Vou tentar chamar. Mas eu n�o prometo nada.

Espere aqui Nat. Vamos.

Telefonista por favor. Quero uma chamada interurbana.

- Quem � voc�? - David Vincent.

- Pode provar isto? - Sua mulher ligou. Disse quem eu sou.

Disse apenas o seu nome. Que o senhor � da For�a A�rea. Como vai me salvar?

Eu sei o que voc� tem passado. E sei porque.

O disco que achou � uma das armas deles.

Eles o querem de volta. E por isto v�o mat�-lo.

- E quem s�o eles? - Voc� os viu saindo na nave. Que acha?

- S�o homens como eu. - Eles parecem homens.

Bem, mas onde est� o disco?

- N�o est� comigo. - N�o est�?

Quando tentaram matar-me, eu escondi.

Bem, aonde? Mostre-me.

Eu n�o vou sair daqui. At� que ningu�m esteja me olhando.

- At� eles irem embora. - Preciso do disco para mostrar ao governo

de que eles est�o aqui agora, hoje.

Se eles n�o forem detidos, ser� a vida de todos em perigo.

Por favor, onde est� o disco?

Bem, eu acho que agora n�o tem mais import�ncia para mim.

Eu quero ficar livre de tudo isto.

H� um cais. Bem no fim da Rua Glover.

Encontre-me l� �s seis horas. Antes de escurecer.

Agora, v� embora.

Mam�e! Mam�e!

Os homens est�o voltando.

- Nat suba! - Vou pedir ajuda!

Sra. Greely. Desculpe outra vez.

Mas h� uma s�rie de problemas que precisamos acertar.

Isto inclui voc� tamb�m garot�o.

- O que est� fazendo aqui? - Nat des�a!

- Est� certa de que ningu�m seguiu voc�? - Isto n�o importa.

Nat! Escute-me.

Voc� n�o pode se encontrar com este Vincent.

O que n�o posso � entregar este disco de presente.

Voc� n�o entende.

O que voc� n�o entende � que se eu der o disco ao Sr. Vincent me livro dele.

Voc� n�o pode fazer isto! Eles voltaram.

Dois! Dois deles. Eles vieram e...

O que? O que?

Tudo que eu queria � um pouco de paz.

Talvez algum dinheiro.

Talvez eu tenha explorado voc�, gritado com voc�...

- O que eles querem? - Eles querem o disco.

E Vincent...e o senhor Vincent tamb�m.

Voc� tem de fazer isto Nat! Voc� tem de fazer!

- Vou entregar o disco. - Eles querem o Sr. Vincent tamb�m.

Disseram isto Nat!

Eu Lhe disse o que ir� acontecer ao mundo inteiro se eles n�o forem detidos.

O mundo n�o interessa. N�s sim.

Eu, voc� e Nat.

Se voc� n�o entregar o Sr. Vincent. Eles nos matar�o.

Eu, voc� e Nat.

� um grande prazer Sr. Vincent

Obrigado cavalheiros. Obrigado Sr. Greely. Foi espl�ndido.

- Voc� � um deles? - N�o, n�o Sr. Vincent. Ele foi �til.

Devolvendo o disco e entregando o senhor.

Estamos honrados. Quer entrar Sr. Greely?

- Mas... - N�s o acomodaremos.

Sr. Vincent, gostaria que me acompanhasse. Quero mostrar uma coisa.

Gostaria de visitar nossa nave Sr. Vincent?

O que � que voc� quer?

O senhor pode tirar o casaco. N�o est� precisando dele.

Se sentar Lhe explicarei tudo. N�o precisa ter medo.

Sei o que sente agora. Eu n�o o culpo.

Cometemos erros. Usamos terror,

viol�ncia e at� matamos.

Mas a hist�ria de seu povo � cheia de erros como este.

O que acontece quando uma civiliza��o encontra outra mais atrasada?

Descobrimos isto Sr. Vincent. Com muito custo para voc�s e n�s.

Estamos prontos para come�ar e dar o primeiro passo Sr. Vincent.

Queremos mostrar que n�o h� nada a temer.

Estamos aqui para ajudar. Aplicar nosso conhecimento as suas vidas.

Mas � in�til falar.

Queremos que venha conosco e veja por si mesmo como podemos ajudar um ao outro.

- Aonde? - Uma pequena viagem, alguns minutos.

� para sua seguran�a senhor Vincent.

Este modo de viajar j� � rotina para n�s.

O acolchoado � para sua prote��o para a acelera��o e a velocidade de v�o.

Quando decolarmos talvez seja incomodo.

Talvez o senhor fique desacordado.

Mas isto ser� apenas moment�neo. Desagrad�vel, mas sem perigo.

Est� bem Sr. Vincent?

- Sim. - Esteve desacordado.

- Quanto tempo? - N�o muito. Foi um pequeno v�o.

- Pode ficar de p�? - Acho que sim.

Melhor descansar um pouco.

Temos uma surpresa para o senhor. Sr. Vincent.

Onde fica o lugar que sempre recorda.

O lugar que sempre desejou ver. O lugar que voc�

sempre acreditou possuir a chave para sua felicidade.

O lugar que foi verde antes da estiagem o deixar deserto.

Espero que aprecie a surpresa.

- O Vale de Santa Margarita. - Sim.

Podemos ir Sr. Vincent?

- � Santa Margarita mesmo. - Veja o que fizemos Sr. Vincent.

Estava seco. Como conseguiu?

Isto foi um problema. N�s o resolvemos.

H� mais coisa para ver Sr. Vincent. O carro nos espera.

Nossa constru��o de arquitetura.

Gostou das mudan�as, Sr. Vincent.

� lindo.

� o projeto ambicioso que queria para o vale Santa Margarita?

Sim, certamente �.

Espere um momento.

- Como conseguiu sem �gua? - E isto � problema?

N�s sempre planejamos construir um grande a�ude no c�nion.

Disseram que � imposs�vel.

Nada � imposs�vel Sr. Vincent. Com nosso conhecimento.

J� constru�mos um pequeno a�ude. E h� outro em constru��o.

Mas os engenheiros com os quais falamos sempre disseram que isto era imposs�vel.

Todos eles?

Todos menos Billy Stears. Mas suas id�ias eram muito avan�adas.

N�o conseguimos financiamento.

Isto vai Lhe interessar Sr. Vincent.

Billy!

- David! - Billy Stears!

Disseram que voc� viria, mas n�o quis acreditar.

Voc� sabia da minha chegada?

- Mas que voc� faz aqui? - Eu trabalho para eles.

Voc� est� pensando que eu mudei de time? Voc� me conhece bastante.

- Mas porque? - Eu os combati. A princ�pio.

Mas eles me convenceram. David, o conhecimento.

Olha agora este edif�cio.

O material com que foi constru�do � aquele que sonhamos desde a faculdade.

Ele resiste � tens�o de a�ude com mais de uma milha de altura.

Compreendo agora o que voc� est� fazendo aqui. Ser� que posso ver?

- Ser� que podemos? - Se � isto que querem.

- Eu preciso ver. - Deixe-me fazer uma liga��o

- e me encontrar� do outro lado. Ok? - �timo!

A sua perna. N�o est� mancando.

Doen�as. Defeitos. S�o conceitos humanos senhor Vincent.

Quer dizer que pode operar milagres como este?

Podemos fazer o que quiser.

Francamente. Santa Margarita � uma experi�ncia Sr. Vincent.

Colocamo-nos no lugar dos senhores para sabermos o que precisam.

David!

David!

Helen.

Oh! Helen.

- N�o pensei que se lembrasse. - Eu n�o podia esquecer.

- Foi h� tanto tempo. - Mas eu n�o esqueci.

Vou deix�-los a s�s.

Volto mais tarde.

Venha. Eu dirijo.

Sou obrigado a confessar. Eu n�o estou entendendo mais nada.

- Bem. Como posso ajudar? - Eu n�o sei.

Esta cidade. O que eles fizeram.

Billy trabalhando com eles. Agora voc�.

Um mundo diferente n�o � David?

- Inacredit�vel. - Oh n�o. Um bastante real.

Um mundo em que se pode ter o quiser.

Eles podem nos ensinar, como obter o que queremos.

Podem nos ensinar a evitar que emo��es humanas perturbem a nossa vontade.

Foi o que aconteceu conosco n�o foi?

N�s n�o pensamos claramente.

N�s nos am�vamos e tudo era uma crise emocional.

David fique comigo.

Tenho uma casa perto do lago. Podemos passar as manh�s nadando

e saboreando drinques.

David!

David. O que h�?

- Desculpe. Mas h� algo errado. - O que �? Posso ajudar?

A cidade. Todo este vale.

- Mas o que h�? - O a�ude.

Por que n�o publicaram nos jornais?

Foi t�o recente. N�o houve tempo.

- Est� mentindo. Por que? - David, eu n�o estou mentindo para voc�.

Por que est� mentindo?

David. Agora somos somente eu e voc� e tudo isto aqui.

Voc� est� casada na Inglaterra.

David esque�a isto. Isto � passado.

Estive aqui h� um m�s e n�o havia nada. Nem edif�cio. Nem a�udes.

David, voc� est� doente. O v�o foi muito cansativo.

N�o!

- Aqui h� algo errado. - David, escute!

- Aqui h� algo errado! - Somente n�s vivendo aqui e agora.

� isto que importa. S� isto.

- Est� errado. - David escute. Olhe-me!

- Est� tudo errado. - David!

- Est� tudo errado! - Me escute David. David!

Magnus! Magnus!

Magnus! Magnus!

Magnus! Magnus!

Magnus!

Fique conosco Sr. Vincent.

Fique conosco Sr. Vincent.

Fique conosco Sr. Vincent.

Fique...

- Fique conosco Sr. Vincent. - N�o.

- Est� errado, est� errado! - Fique conosco Sr. Vincent.

- David? - Est� errado.

Fique conosco Sr. Vincent.

Pensei que fosse real.

Mas n�o passou de alucina��o.

E poderia ter sido f�cil se tivesse cooperado.

Mas assim mesmo faremos o que for preciso.

E desta vez ser� um pouco diferente.

Havia um avi�o esperando por voc� no Aeroporto.

Agora o Cap. Ross ter� de relatar que nem voc�, nem o Sr. Greely apareceram.

- E se eles estiverem a minha procura? - Eles n�o est�o.

- Como sabe? - Quero que chame o Cap. Ross.

Diga-lhe a mesma coisa que diria voluntariamente...

se estivesse em transe.

O que � que eu tenho que dizer?

N�o sabe nada de nossas atividades.

Existimos apenas em sua imagina��o.

Por isto voc� tentou limpar a minha mem�ria.

Para que eu pensasse que voc� era um benfeitor da humanidade.

Ligue.

Est� com medo da Comiss�o Peterson.

E do que ela descobriria se come�asse a investigar.

Vou pedir mais uma vez que o chame.

Voc� tem medo do meu testemunho. Est� em perigo.

Acha mesmo que eu vou telefonar?

Sim Sr. Vincent.

Senhor Greely. Diga ao senhor Vincent o que o senhor sabe.

Matar�o minha mulher e filho,

se n�o fizermos algo que querem.

Dizem que o senhor sabe o que �.

- O senhor entendeu? - Sim.

Vai telefonar agora?

Para onde?

Querem negociar sua fam�lia por um telefonema.

Bem e o que faz a� ent�o? Telefone logo!

Se eu o fizer, as investiga��es parar�o e eles ficar�o a salvo com seus planos.

Eu falo de minha mulher e de meu filho.

Voc� vai ligar.

Por favor.

Por favor.

Chame o Capit�o Ross.

Capit�o Ross, por favor.

- Cap. Ross. Aqui � David Vincent. - Onde est� agora?

- Voc� n�o acreditaria. - O que aconteceu? Achou Greely?

- Achei sim. - Deixe de rodeios. O que aconteceu?

N�s n�o descobrimos nada. Risque-nos de sua lista.

Ter� de ir a comiss�o sem o nosso testemunho.

- Que? - Eu disse que n�s n�o sabemos de nada.

N�o h� invasores, nem nunca houve.

- N�s quer�amos publicidade. - Que � que voc� est� querendo dizer?

Voc� sabe que eu mesmo vi um deles.

Voc� est� tendo algum problema?

O �nico problema � voc�.

Vincent. Quero v�-lo em meu escrit�rio.

Precisarei de voc� quando comparecer a comiss�o com ou sem o Greely.

- Lamento. - Vincent!

At� logo.

Vincent!

Obrigado Sr. Vincent.

Quanto tempo vai durar isto?

Parece ansioso para morrer Sr. Vincent.

Est� se fazendo de v�tima

Sr. Magnus...

O senhor disse que fazendo o que queria...

Est� livre Sr. Greely.

Sr. Vincent.

Eu s� fiz isto para salvar minha mulher e meu filho.

Eu nunca fiz muito por eles.

N�o poderia deix�-los morrer.

N�o v�o lhes fazer mal. Prometeram-me.

Sua bebida Sr. Vincent.

Vou apanhar uma carona na estrada.

N�o ser� necess�rio Sr. Greely. Temos um carro para o senhor.

Adeus Sr. Vincent.

Nat! Nat!

Espera que acredite nisto. Primeiro me liga e diz que era inven��o

agora me vem com hist�ria de lavagem cerebral em um disco voador.

Deixe-me falar com a Comiss�o Peterson.

V�! Fale com eles. Depois que voc� ligou eu disse

que a principal testemunha mudou de id�ia. Que n�o t�nhamos prova.

Ent�o v� e deixe que riem. Conte de sua viagem a V�nus ou coisa parecida.

Mande alguns homens naquela mans�o. Voc� achar� a prova.

Tenho algumas not�cias Vincent. Depois que ligou do hospital.

Mandei alguns homens a tal casa. N�o acharam nada.

Acho melhor que voc� e sua turma deixe de me aborrecer.

Entre!

Se n�o precisa mais de mim capit�o vou cuidar do arquivamento do Projeto Falc�o.

� sim, v�. Quanto mais cedo melhor.

Creio que � tudo Vincent.

A n�o ser que voc� queira me contar mais uma de suas hist�rias.

Sargento Rudell?

O sgt. Rudell estava naquela nave.

- Sgt. Rudell? - Ele estava l�!

Saia daqui!

Ligue com a seguran�a?

� o capit�o Ross. Quero verifique mais um.

Rudell. Sgt. Rudell.

Sim, eu sei que verificamos um. Quero que verifique outro.

Quero saber tudo sobre ele. Conhecer sua vida desde que nasceu.

Uma viagem para o mundo de pesadelos. Uma comiss�o desfeita.

Outro desafio, outra esperan�a perdida para David Vincent.

Talvez, mas talvez, seja uma esperan�a que come�a.

Transcri��o: Passarion.

Sincronia/Revis�o: Monica.

http:/br.groups.yahoo.com/group/os_invasores/

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