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N�o entendo. N�o h� registros do avi�o, nem corpos.
N�o se pode sobreviver a um acidente assim.
E isto?
- O que �? - � a primeira vez que vejo.
- Estava na cabine. - N�o pesa nada.
Melhor levar ao laborat�rio, ali saber�o o que �.
Certo.
Por que o obst�culo?
Que brincadeira � esta? S�o novos?
Escuta...
Sou quem faz sempre esta rota, pergunte...
Leo, voc� foi atingido.
Ladr�es... dois...
Onde foram?
Acertei um deles... ele...
Come�ou a brilhar...
Ardia...
Ardia?
Juro! Juro!
- Traga a evid�ncia. - Juro-o...
OS INVASORES
Estrelando Roy Thinnes como o arquiteto David Vincent.
Os invasores.
Seres alien�genas de uma planeta a ser extinto.
Seu destino: a Terra.
Seu prop�sito: fazer dela seu mundo.
David Vincent os viu.
Para ele tudo come�ou com uma estrada deserta
procurando por um atalho que nunca encontrou.
Come�ou com um bar fechado e abandonado.
Um homem cansado demais para prosseguir a sua viagem.
Come�ou com a aterrissagem de uma nave de outra gal�xia.
Agora David Vincent sabe que os invasores est�o aqui.
Que assumiram a forma humana.
De alguma forma ele tem que convencer o mundo descrente.
Que o pesadelo j� come�ou.
Atores convidados. James Whitmore...
William Talman...
Milton Selzer...
e a convidada especial, Susan Strasberg.
Hist�ria de hoje: QUANTIDADE DESCONHECIDA.
Um avi�o particular cai...
sem deixar rastro das v�timas.
Um caminh�o dos correios � atacado. Dois agentes de seguran�a s�o mortos.
Um assassino desaparece em chamas.
Feitos incr�veis, inveross�meis...
que s� um homem leva a s�rio.
A �nica explica��o para David Vincent...
� que os assassinos eram alien�genas.
E por algum motivo...
possivelmente tenham ido ao funeral de suas v�timas.
E a Deus todo-poderoso...
confiamos as almas de nossos irm�os...
relegando seus corpos a terra.
Terra a terra, cinzas as cinzas.
P� ao p�.
Com a certa esperan�a de ressurrei��o...
e vida eterna...
atrav�s de nosso senhor Jesus Cristo.
E a sua chegada majestosa, para julgar ao mundo...
a terra e o mar devolver�o aos mortos.
E os corpos mortais de quem dorme nele...
ser�o transformados...
a imagem e semelhan�a de seu glorioso ser.
Por sua vontade...
com a que todo o subjuga...
a Ele, que Deus acolha sua alma.
- N�o era esse o tipo do hospital? - Sim.
- Quem deve ser? - N�o sei.
- Um amigo da fam�lia? - N�o, n�o o conhecem.
Meu nome � Vincent, David Vincent.
- Quero ver o Sr. Richards. - Tem hor�rio marcado?
Temo que n�o.
O Sr. Richards n�o recebe ningu�m sem hor�rio marcado.
Diga que sei algo sobre o roubo do caminh�o.
Vamos continuar falando no escrit�rio da Srta. Oberly, Sr. Vincent?
- Srta. Oberly, nos d� licen�a um minuto? - Claro.
- Sente-se. - N�o, obrigado.
Est� bem.
Que interesse tem neste assunto, Sr. Vincent?
Isto importa, se posso ajudar?
Sim, Sr. Vincent. As v�timas n�o eram n�meros para mim.
Conhe�o suas fam�lias, estive em suas casas.
Estive nas bodas de sua filha.
E estive em seu funeral. Quero seus assassinos.
Importa, Sr. Vincent. Muito!
Quem � voc� e o que � o que sabe?
N�o sei, somente suspeito.
No jornal me disseram que o caminh�o levava um cilindro.
Um estranho cilindro que n�o pesava.
Sim, al�m de outros objetos muito valiosos.
Nada de valor para seq�estrar o caminh�o.
N�o tenho provas.
Mas tenho raz�es para acreditar que s� procuravam uma coisa.
O cilindro. Poderia v�-lo?
Por favor!
Poderia mostrar o cilindro ao Sr. Vincent?
Tudo bem.
Pode Ihe dizer que
se Leo Rinaldi n�o importasse tanto para mim...
acredito que colocaria voc� para fora.
Descobriu algo? De onde vem? Do que � feito?
Tentei me dedicar a isso v�rias vezes, mas...
estivemos ocupados com um trabalho do governo.
Sr. Richards...
j� morreram dois homens por este cilindro.
N�o sei por que � t�o importante...
mas os respons�veis n�o se deter�o com duas mortes.
Se necess�rio explodir�o a f�brica para consegui-lo.
Acredite em mim, conhe�o-os e o far�o.
Mas por que iriam querer algo assim?
Vamos perguntar a eles.
Sugiro p�r uma armadilha.
Os apanharemos quando tentarem pegar o cilindro.
Quanto demoraria para fazer uma c�pia?
Umas duas horas.
Bem. Prossiga com isto.
Se a pol�cia estiver de acordo...
enviaremos o cilindro falso � f�brica de Cleveland...
e avisaremos aos jornais.
TRANSLADA-SE HOJE O ESTRANHO CILINDRO
Tenente Farley, este � David Vincent.
- Prazer. - Nem tanto.
Eu sou o cara que discutiu com o delegado mais de uma hora.
Aqui est�.
Sinto demorar. Estava em meu escrit�rio. Pensava j� ter enviado para voc�.
Tudo preparado, ent�o.
- Ao aeroporto, Harry. - Sim, senhor.
O tenente nos seguir�, tem homens pelo caminho.
Para algo estranho acontecer... Eu conto enquanto dirige.
N�o ter�o outra oportunidade melhor.
Possivelmente ajam em Cleveland.
Claro, Vincent. Explique-me isso.
- Ol�. - Ol�.
- Alguma not�cia de Cleveland? - Ainda n�o sei.
Vou ver o Sr. Richards em seu escrit�rio.
Parab�ns Vincent.Nos fez parecer tolos.
O cilindro falso est� em Cleveland, s�o e salvo.
Seus agentes inimigos devem ter aterrissado em outro planeta.
Passei a tarde investigando.
Tenho tudo, informe de pol�cia, relat�rios m�dicos...
Relat�rio m�dico?
� um grande louco.
N�o � a primeira vez que mobiliza o povo com sua paran�ia.
Especializa-se em falsos alarmes.
V� invasores extraterrestres debaixo das pedras.
As paran�ias n�o cometem assassinatos.
Sinto muito Vincent.
Espere, Sr. Richards, me deixe explicar.
N�o queremos ouvir suas explica��es.
Adeus.
Esperava que fosse como voc� queria.
Obrigado.
Srta. Oberly...
Poderia...
me fazer um favor?
Fa�a mais testes no cilindro.
- N�o posso, � imposs�vel. - Sei como Farley me faz parecer...
Escute...
por que n�o esquece de tudo? Sem a ajuda do Sr. Richards � imposs�vel.
N�o pode fazer nada, � como dar cabe�adas a uma parede.
Se me deixasse Ihe explicar...
O que tento dizer � que n�o quero me envolver.
Sinto muito.
N�o se mova.
- O que acontece? - N�o sabe?
N�o.
Sei quem e o que �.
- N�o sei quem Ihe informa, mas... - Se estou enganado...
pagarei, mas se tiver raz�o...
desfrutarei te vendo arder.
- Acredita que sou um deles? - Diga-me isso voc�.
Me diga que n�o Ihe enviaram.
Me diga que n�o � um alien�gena.
M�os para cima. Vamos!
Certo. Dobre os dedos.
Dobre-os!
Eles fizeram um servi�o especial em voc�, n�o �?
Por que acha que sou um alien�gena?
Veio ao hospital...
para se assegurar que Leo n�o falasse.
E foi ao seu t�mulo para se assegurar de que estava morto.
E agora est� aqui, para levar o cilindro a seus amigos.
Fale com o tenente, ningu�m se aproximou do cilindro.
Porque sabia que era falso.
Como sabe tanto sobre eles?
J� Ihe disse que n�o sou um alien�gena.
Me diga o que sabe deles.
Como sei?
Olhe isto.
� uma foto de minha fam�lia...
Era minha fam�lia...
Acampando...
faz um ano...
minha menina, Judie...
foi procurar lenha.
Voltou correndo e me disse: Papai...
h� naves espaciais...
e n�s rimos dela.
Claro que n�s rimos...
Minha mulher foi com ela...
para Ihe demonstrar que estava equivocada...
Mas n�o estava.
Ouvi-as gritar...
E corri...
Cheguei a tempo para ver...
elas morrerem.
Por que?
Minha garotinha...
Eu sei.
Sim, sei!
Sinto muito.
Sentir?
�...
uma palavra que...
eles...
n�o usam jamais.
Eu...
enganei-me sobre voc�.
Disse-Ihe que n�o sou um alien�gena.
Procuramos o mesmo.
Bom...
Ent�o sabe...
o que significa.
Riram de mim...
ridicularizaram-me.
Sr. Vincent, necessito...
necessito de algu�m...
que tamb�m saiba...
que estamos rodeados.
N�o sei...
Algu�m que o ajude.
Faria?
Por que n�o?
N�o podemos...
N�o podemos falar aqui.
Sim, h� muito que falar.
Estou alojado no Crescent. Nos vemos l�.
Saio �s 18:30.
- Estaria bom �s 19:00? - Bom.
Pegue isto.
Obrigado.
Obrigado.
At� as 19:00.
- Quem �? - Diane Oberly.
- Posso entrar? - Claro.
Sente-se.
O que acontece?
Fiquei sentada na entrada por 10 minutos tentando...
Tenho medo, Sr. Vincent.
Tenho medo e necessito ajuda.
Fiz mais testes no cilindro.
O que descobriu?
Os metais n�o parecem nada conhecido na Terra.
Sou cientista...
n�o pontuo ningu�m de louco...
sobretudo quando tem provas do que diz.
N�o � s� pelo cilindro.
Acredito que me vigiam, constantemente.
Estou ficando louca. Cada vez que olho o cilindro...
ou estou no laborat�rio, perto do cilindro...
N�o sei, possivelmente s�o imagina��es. Mas tenho tanto medo...
que n�o posso nem trabalhar.
Por isso me neguei a ajud�-lo.
Diz que a vigiam. Quem?
N�o sei.
� uma sensa��o.
Possivelmente sejam seus homens do espa�o.
Sr. Vincent...
se for certo...
se n�o me estou ficando louca, ou imaginando coisas
o que querem de mim?
O que podem querer de n�s?
Se pudesse me mostrar alguma prova...
de que n�o estou imaginando tudo, de que estas pessoas existem.
Gostaria de poder.
Se pudesse j� estaria em Washington.
Desculpe.
Al�?
David. Harry Swain.
Harry, o que aconteceu?
David eles est�o atr�s de mim...
talvez de n�s dois.
Encurralaram-me em...
um beco e me golpearam com...
com... discos.
Afugentei-os e fugi.
Est� bem?
Sim, mas... n�o posso ir.
Tenho medo de sair daqui.
- Onde est�? - Em um bar...
no 224 da rua Horatio.
Estarei em uma cabine telef�nica.
Estou a caminho.
Diane, sei que � mau momento, mas...
Voc� tem que ir.
Sim. Ligo para voc� mais tarde.
Harry Swain � seu amigo?
Por que?
Est� muito interessado no cilindro.
Come�ou a trabalhar faz 3 meses.
Nunca falamos, e de repente...
tenta se fazer meu melhor amigo.
Mas nunca me pergunta nada a n�o ser sobre o cilindro.
Onde est�, que seguran�a h�, coisas assim.
Diz que � para descobrir algo...
sobre os assassinos, mas...
Eu sei que est� mentindo para mim.
N�o se preocupe com ele. Entendo Harry Swain.
Obrigado por preocupar-se.
Para onde posso te ligar?
Voltarei para o laborat�rio para fazer uns testes.
Certo.
Harry?
- Est� bem? - Sim, sim.
Realmente fizeram um bom trabalho em voc�.
Fizeram... algo mais.
Disseram-me algo...
N�o sei o que planejam, mas ser� logo, possivelmente esta noite.
Hoje?
Por que � t�o importante o cilindro?
N�o sei, mas seja o que for...
que houver no cilindro importa-Ihes bastante...
para matar por isso.
O que vamos fazer? N�o podemos ficar sentados.
Se planejarem algo para esta noite...
s� podemos fazer uma coisa, agir primeiro.
- O que quer dizer? - Pegamos o cilindro antes.
- Roub�-lo? - Por que n�o?
Se pud�ssemos faz�-lo...
Escute...
h� um tipo em Nova Orleans, o coronel Griffith.
Trabalha na intelig�ncia militar. Se lev�ssemos o cilindro...
daria prioridade a ele no Pent�gono.
Mas como?
Pode abrir a porta?
Claro, mas a c�mara est� fechada at� amanh�.
N�o h� problema.
Oberly est� trabalhando no cilindro no momento.
- A c�mara estar� aberta. - Genial.
Ent�o n�o h� problema.
Espere. Temos um problema.
Quero a garota fora. N�o quero que Ihe aconte�a nada.
Se a tirarmos de l� n�o teremos nenhuma chance.
J� mataram dois homens, e tentaram com voc�.
O que acha que fariam com ela?
Preparam-se para destruir a humanidade.
E voc� se preocupa com uma garota?
N�o podemos agir como eles.
Quantas mulheres perdeu?
Quantas filhas?
Lute o que lutei e acabar� igual.
Agora, fa�a sua escolha.
� a humanidade...
ou uma garota.
Decida-se!
Mas se for muito dif�cil, esque�a.
- Irei sozinho. - Espere.
Tem raz�o.
Faremos a sua maneira.
Ok.
Vamos.
Estou trabalhando nisso.
Terei algo em um minuto.
Terei acabado quando chegar.
A porta est�...
fechada de noite, mas tenho a chave.
H� guardas em ambos os edif�cios...
um na entrada e o outro patrulhando.
- Volta a cada 15 minutos. - Bem.
Este � o endere�o do Griffith em Nova Orleans.
Se nos separarmos...
v� por aqui, tenho as chaves no carro.
V� com cuidado.
- Obrigado Walter. - Certo.
O que aconteceu?
N�o pergunte. � noite que eu tive!
Passando pelos arbustos ao sair do autom�vel...
logo vi que deixei a carteira aqui.
- Abra, ok? - Claro.
Pegue isto.
O que faz aqui?
Vim pelo cilindro.
O que?
Vim pelo cilindro.
Planeja roub�-lo?
Se for necess�rio...
David, � uma tolice...
tentei abri-lo com laser.
Poder�amos ter provas amanh� mesmo.
N�o tenho at� amanh�.
Chamei o Sr. Richards e vem para c�.
Sinto decepcion�-lo ent�o.
A porta de entrada est� aberta.
Walt deve ter ouvido algo
ou viu algo, e foi comprovar...
e deixou a porta aberta.
- Cuide disso. - Claro.
Vou ao laborat�rio ver a Srta. Oberly.
- N�o est� l�. - Acaba de me ligar.
N�o, ela disse que ligaram da casa dela.
Algu�m estava doente. Acaba de sair.
Irei ver o que fazia no laborat�rio.
Deixou um relat�rio em seu escrit�rio, no outro edif�cio.
Irei ver antes de sair.
David, isto � um engano. me escute.
David.
David, olhe.
Olhe estas provas. O metal desafia todas as leis.
A pessoal que enfrento tamb�m. Querem o cilindro.
Voc� est� indo contra seu prop�sito.
Diane, conhe�o esta gente.
Para levar o cilindro, destruir�o este lugar.
N�o quero que esteja aqui quando isso aconte�a.
Sinto muito, s� queria afast�-lo.
- Pode morrer! - Sinto muito.
Foi um engano. Por favor.
Tentei det�-lo, mas come�ou a lutar...
e a arma disparou. Isso � tudo.
- Chame um doutor. - N�o!
- Chame um doutor! - Temos que levar o cilindro.
N�o o far�!
Onde est� o cilindro? Onde est�?!
Ela est� bem. Vamos. Vamos!
H� uma escada por ali.
No outro edif�cio. Vamos!
David, David n�o!
- Coronel Griffith? - Sr. Vincent.
Sente-se.
Deve ter tido um momento dif�cil.
- Soube sobre Harry Swain? - Sim.
Li no jornal. Terr�vel.
Uma grande perda.
Por outro lado possivelmente foi o melhor.
Olhe, Sr. Vincent...
se Richards morrer, Harry Swain seria detido por assassinato.
E duvido que ningu�m entendeu seus motivos.
Eu mesmo tinha minhas d�vidas.
Asseguro-Ihe que era um grande cara.
Em um dos jornais comentam que o corpo n�o foi achado.
Como em um acidente a�reo de algumas semanas.
N�o suspeita de Harry Swain?
Estive preocupado.
Mas n�o muito, entendo. Tem o cilindro?
- Deveria Ihe dizer algo... - N�o tem que nos dizer nada.
As coisas ficaram feias, mas pude sair pela janela.
Deveria ser elogiado Sr. Vincent.
Quando voc� apareceu trocamos nossos planos...
para poder inclui-lo.
Deixou f�cil para que n�s
tiv�ssemos conseguido o cilindro...
mas em vez de nos arriscar a ser descobertos, usamos voc�.
Al�m disso, divertiu-nos manipul�-lo.
Foi muito �til.
Esse cilindro leva ordens de nosso planeta.
Planos para a conquista. Obrigado por sua ajuda.
A caixa est� vazia!
Longa dist�ncia, por favor.
Metalurgia, aqui � a Srta. Oberly.
Sim, sou eu.
Coloque-o na linha.
Ol�, Diane.
David?
Sim.
Como est�?
Bem, obrigado.
E Richards?
Ficar� bem.
Tenho lido o relat�rio no jornal.
Queria te agradecer por n�o falar com a pol�cia.
N�o tem que me agradecer.
Alegro-me que n�o morreu. N�o sei o que diria se continuassem questionando.
David, Harry Swain, era...?
Sim, era um deles.
David, veremo-nos de novo?
Espero que sim Diane.
At� logo.
David...
Para David Vincent, cada amigo � um inimigo em potencial.
Seus inimigos sabem.
Possivelmente algum dia seus amigos tamb�m.
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