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Original subtitles

NETHERWORLD O RETORNO

Seu filho da m�e!

Voc� est� perdido?

N�o, senhora. Eu vim buscar algo.

O que seria?

Bem, voc� sabe...

Se voc� me contar voc� poder� encontrar...

Oh, meu Deus.

Ora, vamos, querido, n�o � t�o dif�cil assim. Diga apenas o que voc� quer.

Basta apenas dizer um dos seus muitos nomes.

Eu quero...

transar.

Muito bem.

Viu s�, voc� n�o precisava esperar tanto para ter dito.

N�o h� nada de mais nisso.

Oh, meu Deus...

� a sua primeira vez?

N�o, senhora, j� fiz isso v�rias vezes.

N�o, eu quis dizer se � a primeira vez que voc� vem ao Tonka's Place.

Sim, senhora.

Por favor, n�o me chame de "senhora", docinho.

Me faz sentir como se fosse a sua m�e.

Sim, senhora.

Me desculpe.

- E como eu devo chamar voc�? - Meu nome � Maria...

Maria Magdalena.

Todos os seus desejos podem ser realizados aqui.

FIQUE LONGE

O que tem ali?

Voc� n�o est� preparado para o que h� ali, docinho.

Venha c�.

Ela � especial... ent�o seja bem gentil com ela.

- Entendeu? - Sim, senhora.

Tempo esgotado, pessoal.

Est� se divertindo, caub�i?

Voc� � corajoso?

O que voc� quer dizer com isso?

Ficar espiando por a� � algo que n�o se deve fazer. Pode ser perigoso.

N�o, eu estou apenas observando.

Voc� vai ficar a� parado ou vai querer entrar?

Talvez voc� esteja com sorte.

- Voc� canta? - N�o.

Talvez eu possa te ensinar...

Talvez eu possa te deixar cantando t�o alegremente quanto o meu p�ssaro.

Talvez...

- Quanto voc� tem? - Eu n�o tenho nada.

Gastei tudo l� em cima.

Isto � mau.

A n�o ser que voc� possa me dar algo em troca.

Eu n�o tenho nada para te dar.

Voc� tem uma alma, certo? Ou voc� a perdeu l� em cima tamb�m?

O que voc� quer de mim, querida?

Voc� parece uma linda ave, sabia?

O que voc� est� fazendo?

- Uma pequena m�gica. - Como assim?

Lan�ando um feiti�o de amor em voc�.

N�o... sem feiti�os.

Apenas sexo.

Apenas sexo!

Eu nunca transei com uma ave antes.

Est� feliz agora?

Hein, sua vagabunda?

Diga! Diga "foda-me!"

Diga "foda-me"...

Sua bruxa!

Voc� � uma bruxa!

Veja o que a mam�e fez para voc�, queridinho.

Um pequeno homem-p�ssaro.

Parecido com voc�.

Eu acredito que certos momentos na vida nunca deviam acontecer.

A minha vinda a casa de meu pai ap�s a sua morte � um desses momentos.

Eu nunca conheci meu pai, ou algo sobre ele.

Ele nunca esteve presente em minha vida.

Um enigma...

doloroso.

Ele era uma lacuna que me deixava com uma sensa��o de vazio.

Indecis�o...

Ent�o eu vim para este lugar, cheio de segredos mist�rios.

Neste estranho local, onde a morte n�o � a pior coisa que pode acontecer.

Eu vim at� aqui para tentar entender...

Qualquer coisa...

Qualquer coisa a respeito do homem que me gerou...

e cuja morte me trouxe a este mundo fascinante.

Nesse dia eu cheguei ao seu lugar m�stico...

ao seu reino, seu dom�nio, para sentir a emo��o da sua vida.

Enfrentar o desconhecido, o inimagin�vel e o invis�vel.

Eu decidi decifrar o enigma neste dia.

Esta viagem pode alterar a minha vida para sempre!

� o jovem Thornton?

Como?

Voc� � o jovem chamado Corey Thornton?

- Sim, sou eu. - Beauregard Yates, Esquire.

- Eu vim buscar voc�. - Obrigado.

Por aqui.

Certo.

- Esta � a mans�o do meu pai? - N�o, esta � a sua mans�o.

Ok.

E quem � aquela?

� Jalebade, Senhor Thornton.

Cavalga h� v�rios anos, com extrema habilidade.

A mam�e se preocupa com voc�. Tudo bem, querido?

Bom garoto.

Quer dar uma volta?

Permita-me apresentar o Sr. Thornton.

- Sr. Thornton, Sra. Palmer. - Ol�.

Ela era a governanta do seu pai. Ela coordena o lugar.

� incr�vel a sua semelhan�a com o seu pai.

Parece o reflexo dele.

O seu pai foi um homem extraordin�rio.

N�o o desaponte.

Ent�o... voc� � o advogado do meu pai?

Sim.

Voc� o conhecia bem?

Sim.

Eu nunca o conheci. Ele se ausentou pouco depois de eu nescer.

Como ele era?

N�o � adequado que eu fale sobre meus clientes.

Eu nunca consegui entender porque abandonar algu�m t�o pr�ximo a ele.

Em vez de conviver comigo simplesmente sumiu?

- As instru��es de seu pai. - Instru��es?

- � comum o cliente solicitar seus �ltimos desejos em um testamento. - Claro.

Existem alguns documentos para serem assinados. Olhe-os com aten��o.

Se voc� tiver alguma d�vida, j� tem o meu cart�o de visita.

Isto tamb�m era do seu pai.

Estava junto com os documentos.

Obrigado, Senhor Yates.

N�o posso cumpriment�-lo.

- Adeus, Sr. Yates. - Tchau.

Corey, meu querido filho.

H� alguns anos atr�s eu descobri uma estranha caverna de almas

que armazenava uma grande quantidade de poderes.

Uma for�a t�o extraordin�ria que poderia trazer um morto de volta � vida.

Passei a minha vida determinado a desenvolver este poder para poder viver novamente.

Corey, estou certo de que, com a sua ajuda...

serei capaz de levantar da cripta e retornar ao mundo dos vivos.

Dessa forma, nos pr�ximos dias, voc� entrar� em contato com uma mulher

Ela ir� ensinar voc� os passos necess�rios para a minha ressurrei��o.

Meu filho, n�o fa�a nada de errado nestes objetivos.

N�o me subjulgue. N�o me desaponte.

Ol�.

Ol�.

Creio que voc� seja o jovem Corey Thornton.

Sim. Mas porque todos me chamam de " jovem" Corey Thornton?

Apenas por formalidade.

Quest�o de costume.

Ah, sim. Percebo.

E quem � voc�?

Eu sou um grande problema para voc�, Jovem Corey.

Eu j� sofri o bastante por homens mais velhos.

Especialmente os mais bonitos como voc�.

Deve ser embara�oso para voc�, mas devo lhe tratar como uma m�e protetora.

Ent�o, j� ouviu falar na melanc�lica madame Bell?

Sim, j� ouvi.

Ent�o... jovem Thornton.

Voc� gosta do que v�?

- Diane. - Mam�e... Querida mam�e.

Estava apenas advertindo o Sr. Thornton sobre os perigos da sua nova casa.

- Diane, por favor. - Perdoe-me, por favor.

Estava me comportando mal novamente. Desculpe m�e.

Depois que voc� descansar um pouco, vamos dar uma volta por a�.

Eu gostaria muito.

Fique longe dele, mam�e... Ele � meu.

Eu lhe mostrarei o seu quarto, Sr. Thornton.

Obrigado.

O jantar ser� servido �s 19:00hs.

A menos, claro, que o senhor prefira em outro hor�rio, Sr. Thornton.

- �s 19:00 est� �timo. - Bom.

Eu deixei um pouco de caf�, caso o senhor tenha sede.

Obrigado.

Sra. Palmer...

Importa-se de me chamar de Corey?

� melhor que n�o, se o senhor n�o se importar.

N�o me parece apropriado.

O Sr. Thornton � um homem polido, ent�o, mesmo que queira, eu n�o posso destrat�-lo.

Com licen�a.

Voc� n�o deveria estar aqui. N�o, N�o.

Malvado...

Dolores foi a 1� pessoa a me apresentar aos p�ssaros-humanos.

E me disse como voltar a vida ap�s a morte.

E como armazenar as almas de pessoas m�s dentro de aves.

A 1� vez que vi o ritual de almas...

dolores reviveu o corpo de uma mulher morta pelo seu amante.

Gra�as a pr�tica na utiliza��o de instrumentos de cura...

Dolores conseguiu trazer aquela mulher de volta � vida.

A imagem de Dolores...

A imagem de Dolores come�ava a me fascinar.

Libertando em mim um intenso desejo sexual.

Dolores foi a pessoa mais sensual que encontrei em minha vida.

Mas, mais do que sensualidade, eu me encontrava envolvido por seus poderes.

Um poder que eu estava determinado a adquirir.

Quanto mais convivia com Dolores,

mais ansioso estava pelo poder da ressurrei��o.

Quando come�ava a pensar em como usar este poder,

para retornar ao meu corpo ap�s a minha morte.

Fiquei obcecado em fazer amor com Dolores.

Queria desej�-la, possu�-la vorazmente.

De alguma forma tentar absorver este poder extraordin�rio.

Venha comigo.

Porque voc� est� gritando?

Isto � apenas um sonho... Isto �, Dolores...

Desculpe.

Exatamente como o pai. Um verdadeiro tarado.

Me ajude, Corey.

Se voc� gostaria de me ver sem roupa, primeiro voc� deveria tentar me seduzir.

E n�o, tentando me espiar como se fosse uma criancinha.

Me desculpe.

Se eu tentar explicar, n�o creio que voc� acredite em mim.

Eu nem deveria estar falando com voc�.

Tudo bem. Mas como voc� quer me guiar pela propriedade...

se n�o quiser falar comigo?

Certo.

Olhe.

- Voc� cresceu pr�xima de meu pai, certo? - Sim.

- Como ele era? - Eu gostava dele.

Ele me parecia um bom homem.

Mas ele mudou, com o passar do tempo.

Se tornou mais fechado.

E, no seu �ltimo m�s de vida...

ele se interessou por uma mulher em Tonka's Place.

Hum, e onde fica Tonka's Place?

L�.

Muitas pessoas v�o at� l� procurar um pouco de "divers�o".

N�o h� muito o que fazer por aqui.

H� muita gente praticando rituais de magia negra nesta regi�o.

Voc� sabe, po��es do amor, feiti�os de vingan�a, a maioria inofensivos.

- Mas, Tonka's Place � perigoso. - N�o me parece perigoso, mas divertido.

Nunca v� at� l�, Corey.

Tonka's Place � o motivo da morte de seu pai.

- Assustei voc�s? - Vamos, Corey.

Voc� � o jovem Thornton, n�o �?

- Sim. - Vamos Corey, ele � maluco.

Ela est� certa, eu sou maluco.

O Velho maluco Bijou.

Cuidado com o velho maluco Bijou.

Eu poderia usar minha peixeira e fazer picadinho de voc�s.

Mas n�o desta vez...

Mas talvez o seu pai possa precisar de ajuda.

O qu�?

Voc� deve ir ao Tonka's Place para descobrir como pode ajudar o seu pai.

Voc� devia � se mandar daqui, seu velho maluco.

Crian�a... eu j� vi de tudo nesta vida.

Voc� acha que uma garotinha indefesa com voc� consegue me dar medo?

Eu estarei esperando por voc�, quando estiver pronto.

Voc� parece ter esp�rito para a coisa.

Mas uma garota com esse espirito s� seria um inc�modo.

Diane!

- Estou assustada, m�m�e. - Est� tudo bem, querida.

N�o vou deixar que nada a machuque.

Durma um pouco.

- Ela est� bem? - Sim. S� um pouco deprimida.

- Boa noite. - Sra. Palmer...

Sim?

Me desculpe, eu tamb�m estou um pouco impressionado...

Vindo da cidade, Sr. Thornton...

voc� deve se impressionar mesmo... mas isso n�o � bom.

N�o me importa o que voc� faz com a sua vida...

Eu s� n�o quero que envolva a minha filha em seus problemas.

Boa noite, Sr. Thornton.

Olhe s�, se n�o � o filho-da-m�e.

- Sr. Thornton em carne e osso. - Achei que encontraria voc� aqui.

Vamos ser amigos. Me diga...

Eu pago a 1� rodada de cerveja e voc� paga as outras. O que me diz?

Eu digo que voc� � um apostador.

- Como assim? - Apostadores jogam tudo na 1� rodada.

Essa foi boa, garoto, muito boa...

Gostei de voc�, garoto.

O que me diz, jovem Thornton? Esse lugar � um lixo, hein?

- Quer dan�ar comigo? - N�o, obrigado.

- Mas eu sei dan�ar muito bem. - Com certeza. Mas eu n�o sou bom nisso, portanto vou ficar aqui sentado.

- Eu dan�o com voc�, Bijou. - Cai fora, Dona.

Eu quero dan�ar com o garoto.

Ei, imbecil!

- Quer um garoto para dan�ar? - Que tal eu?

O que me diz agora, bonit�o?

Dan�a comigo?

Bijou, eu n�o vim aqui para dan�ar com voc� e tamb�m n�o quero causar problemas,

eu vim apenas para falar sobre o meu pai.

Estou apenas me divertindo �s suas custas, garoto. N�o leve a mal.

Este � o Tonka's Place.

Tem muita confus�o por aqui.

Um brinde ao velho...

que talvez viva novamente.

Que garoto tolo... eu disse para n�o ir at� l�.

Corey Thornton.

As pessoas n�o gostavam de seu pai.

Por que n�o?

Era quem tinha as maiores terras neste lugar.

Era rico, poderoso...

e era possu�do por um dem�nio.

Dolores...

Aonde voc� vai, garoto?

Ela est� ocupada.

Me desculpe, Srta. Dolores...

Podemos ter uma conversinha?

Me desculpe, querido, mas agora estou ocupada.

- Eu s� queria saber... - Voc� n�o a escutou, ela est� ocupada.

- � muito importante. - �. O quanto?

Espere l� dentro... Espere l� dentro, querida.

Eu n�o sei de onde voc� �, mas acho que n�o tem neg�cios a tratar por aqui.

Voc� pode n�o acreditar, mas eu gostei de voc�.

E serei bonzinho com voc�. 1� porque deixarei voc� viver.

2� Porque vou deixar voc� me pagar por gostar de voc�.

Sem ressentimentos. Agora v�...

Vai... mexa-se.

Que cara ordin�rio.

- Bom dia. - Bom dia.

- Parece que passou a noite acordado. - Ah, sim. Eu tenho que me adaptar.

- Tome, isto vai refresc�-lo. - Obrigado.

O que foi?

O que voc� est� planejando para hoje?

Eu n�o sei, o que voc� sugere?

Aqui � onde est� sepultado o seu pai.

Sinistro aqui, hein? Tal como a apar�nci de seu pai.

- O que � isso? - Eu n�o sei.

Deve ser mais um desses s�mbolos m�gicos.

Meu pai queria que eu o ressuscitasse.

Gostaria que o trouxesse de volta dos mortos, Diane.

Eu preciso de sua ajuda.

Corey, eu n�o tenho id�ia do que voc� quer dizer.

Eu gosto de voc�... e n�o gostaria que algo ruim lhe acontecesse.

Por favor, n�o me envolva neste tipo de coisa. Pessoas podem morrer.

- Voc� n�o entende. - N�o, voc� � que n�o compreende.

Voc� vai morrer, Corey, assim como o seu pai morreu.

N�o...

Algo esquisito aconteceu hoje...

Eu vi uma garotinha negra com estranhos olhos azuis pr�xima do rio.

Ela estava brincando sozinha com seu barquinho.

Eu estava observando-a quando, acidentalmente, ela caiu.

Ela n�o sabia nadar...

e antes que eu pudesse salv�-la, ela tinha afundado e se afogado.

Eu retirei o seu corpo da �gua e o levei at� Dolores.

De acordo com a lei das almas, se tomar a alma de um p�ssaro

para reviver uma pessoa ing�nua,

Voc� ser� aben�oado com o direito da vida...

Ent�o Dolores beijou a garotinha.

E deu nova vida a ela.

Me fez acreditar.

Por favor, n�o...

Por favor.

N�o, por favor, eu s� quero salvar a minha filha.

Espere, Dolores.

- Procurando algu�m em especial? - Sim, procuro Dolores.

Eu acho que ela est� ocupada no momento. Mas que tal outra de minhas garotas?

N�o, eu preciso ver Dolores.

Claro, querido. O cliente sempre tem raz�o.

- Se voc� quiser aguardar, � claro. - Eu espero.

Billy C.

- Tome conta deste bonit�o por mim. - Sim, senhora.

Eu j� volto, querido.

- O que vai ser? - Uma cerveja bem gelada.

Saindo uma cerveja.

- O que voc� est� olhando. - Desculpe.

Tudo bem. Todo mundo olha mesmo. Eu nem me importo mais.

Voc� provavelmente acha que eu sou uma dessas celebridades, n�o?

Sim. Voc� n�o �?

- Ainda n�o sabe quem eu sou? - Acho que n�o.

Eu sou Marilyn. J� vivi, morri, e agora estou viva de novo.

Se fizeram isso por mim, voc� pode fazer pelo seu pai.

N�o o desaponte.

Ok, ela est� esperando por voc�, querido.

- Quem? - Dolores.

Voc� est� bem?

Ela me disse que era a verdadeira Marilyn.

� claro que disse, querido.

Eu sou Maria Magdalena, ela � Marilyn Monroe.

Tem uma garota que parece a Jane Fonda, e outra que se veste como a Madonna.

Fantasias s�o um �timo fetiche na nossa profiss�o.

Certo, bonit�o, me diga o que voc� quer...

o quarto das garotas � no andar de baixo,

Desca aquelas escadas ali, vire em seguida...

� v� at� o corredor. O quarto de Dolores � o 3� � esquerda.

- Ela est� ansiosa para v�-lo. - Obrigado.

- O qu�? - Apenas uma brincadeira, cowboy.

O que disse... Voc� quer sentir isso?

O que voc�s querem?

O que temos aqui?

Oh, cowboy...

Quando se cansar de Dolores, venha me visitar.

Eu conhe�o algumas travessuras que mais ningu�m sabe fazer.

- Marilyn... - Vejo voc� mais tarde.

- Voc� tem realmente... - O qu�?

- O poder que meu pai descreveu. - Isso mesmo.

Eu tenho. O mesmo poder que ensinei a seu pai.

Dolores, eu preciso trazer o meu pai de volta � vida.

- Voc� me ensina? - Ensinarei tudo o que eu sei.

- O cora��o, o corpo e a alma... - Eu posso fazer tudo.

Me ensine tudo o que eu preciso saber.

Eu ensino... Eu ensino tudo.

Ela me deixou cega.

Oh, meu Deus.

Diane... Diane...

Mam�e?

- O que aconteceu? - Ela me botou um feiti�o, e estou cega.

Diane!

- Eu tenho que levar mam�e ao hospital. - O que foi?

N�o sei, ela n�o consegue enxergar.

- Bom dia, advogado. - Poderia dizer a Dolores que estou aqui?

Desculpe, mas n�o tem mais ningu�m aqui.

Ela deixou algo para mim?

- Sim. - Bom, temos que nos aproximar do garoto.

- Belo esp�cime. - Certamente.

- Obrigado. - At� mais, advogado.

Tal pai tal filho...

Combina perfeitamente, n�o �, papai?

Corey, meu filho querido...

Estou certo de que, com a sua ajuda...

serei capaz de levantar da cripta

e retornar ao mundo dos vivos.

Levante-se papai.

Me ajude.

Viu o que acontece com pessoas m�s...

Ol�, jovem Thornton.

Sr. Yates. Como voc� est�?

Com sede...

- Gostaria de algo para beber? - Seria muito bom.

Certo.

Ok, aqui est�.

- Eis o seu. - Obrigado.

E quanto a Sra. e a Srta. Palmer? Onde elas est�o?

Diane teve que levar sua m�e ao hospital esta manh�.

Hospital?

- Por que? - Ela disse que a sua m�e n�o conseguia enxergar.

Minha nossa. Est� cega?

Que coisa... Que coisa horr�vel.

Oi.

- Como ela est�? - Descansando.

O Sr. Yates ir� ficar mais tarde com ela.

O que os m�dicos falaram?

Em alguns dias retirar�o as bandagens e realizar�o mais exames.

N�o parece haver nenhuma raz�o de causas m�dicas para essa cegueira.

- O que eles acham que �? - Eles acham que � algo psicossom�tico.

Sabe o que eu acho?

Eu acho que algu�m est� tentando me chamar a aten��o.

Ela sabe que n�o vou ficar muito tempo sob os seus cuidados.

Eu n�o sou mais uma garotinha.

Ela poderia ficar cega, toda vez que eu fizesse algo errado.

Eu quero ajudar voc� com o seu pai, Corey.

Diane, eu mudei de id�ia.

Depois do que aconteceu com sua m�e, eu n�o acho que seja uma boa id�ia.

Eu lamento. Me desculpe.

Eu sonhei com voc� na noite passada.

Sonhei sobre v�rias coisas com voc� na noite passada.

- Voc� quer o seu pai de volta, certo? - Sim, e j� estou pronto.

Antes da sua alma se separar de seu corpo, Corey...

voc� deve entender o sentido da vida...

e esperar que ela o guie na sua dire��o apropriada.

Esta � uma viagem imprevis�vel, que o levar� ao outro lado...

direto ao desconhecido.

- Est� pronto para isto? - Sim.

Bom, ent�o voc� ter� que pensar em coisas positivas sobre o seu pai,

Tudo o que voc� gostaria de ver nele.

Feche os olhos.

- Me diga o que voc� est� vendo. - H� um pequeno cora��o de um p�ssaro.

E um cardeal assustado.

- O que mais? - H� uma imagem.

Acho que sou eu.

Bom, vamos mais a fundo.

Agora eu quero que voc� se concentre para encontrar o seu pai

Deixe os seus sonhos o conduzir em dire��o � luz.

Por que n�o consigo achar o meu pai?

Apenas continue procurando.

Isto � t�o estranho.

- Corey, eu quero que voc� chame o seu pai. - Como?

Chame-o. Papai?

Papai!

Ol�, meu filho... Eu sabia que voc� n�o iria me desapontar.

- Papai? - Voc� n�o me reconhece?

- Tem alguma coisa errada. - Voc� n�o imaginava v�-lo dessa forma?

N�o, n�o, � outra coisa.

Venha dar um beijinho no papai.

Vamos.

Vamos ver o que acontece agora.

Voc� � bem elegante.

� jovem...

Um cara forte.

A sua apar�ncia est� muito boa, Corey.

Obrigado por fazer isto por mim. Tomar o meu lugar.

Isto n�o est� certo. Ele n�o mencionou nada sobre uma troca.

Meu filho, o seu corpo e sua carne tomar�o o meu lugar e poderei retornar ao mundo dos vivos.

N�o, n�o, n�o, papai! Por que voc� est� fazendo isso?

- Que belo esp�cime. - Bem elegante.

Voc� deveria ter dan�ado comigo, bonit�o.

Porque voc� est� fazendo isto comigo?

Voc� � o meu pr�prio pai.

Jesus Cristo morreu pelo seu Pai, porque voc� n�o poderia?

Corey, me escute. Voc� tem que acordar, voc� sabe o que fazer.

O pai dele o possuiu.

Como eu posso ajudar?

- Voc� o ama? - Sim.

Veja o que acontece quando um ser humano se transforma num p�ssaro.

N�o me deixe aqui! N�o, n��o!

Bom dia, papai.

N���o!

Tradu��o - Magemaster

- Que porcaria � essa, afinal? - Eu n�o sei.

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