All language subtitles for Baghdad Central - S1 E2 Episode 2.pt-PT.2

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

ANTERIORMENTE

A Sawsan n�o voltou da universidade.

Tem trabalhado com os americanos. Est� desaparecida.

AC PASSE SUZY

Por vezes falava de amigas a quem chamava Candy e Laura.

J� encontrou o seu americano desaparecido? O Kibbert?

Acredito que homens como voc� s�o o futuro do Iraque.

Sei o que s�o.

Quero que me visitem, amanh�.

- Que o visite onde? - Na Zona Verde.

Traga a sua filha Mrouj.

N�o podemos deix�-lo viver.

Os americanos desonraram-na.

� pela Sanaa.

BAGHDAD CENTRAL

Bem-vindos ao Iraque democr�tico.

HOSPITAL IBN SINA

ZONA VERDE, BAGDADE

N�o precisas de ficar, Baba.

Quero ficar. Elas t�m comida.

� exatamente aqui que temos de estar.

Ela trabalhava aqui.

Ontem, eu era um terrorista.

Agora? Sou um oficial.

Vais ser um colaborador.

Sim. N�o importa.

Trabalharei para eles o tempo necess�rio para ficares bem.

E o tempo necess�rio para encontrar a Sawsan.

Depois, vamos embora.

Eu devia saber que eras demasiado doce e de confian�a.

Devia ter olhado melhor por ti.

O v�u � para esconder a ferida...

... n�o o teu belo cabelo...

... e nunca o teu belo rosto.

Temos de fazer isto, agora.

Temos de mudar o Kibbet.

Ajudas-me?

Sim.

E, depois, levamo-la para casa.

ENFERMARIAS 7-10

Inspetor, senhor?

Senhor, precisamos de si.

Os militares j� estar�o em cena.

Os relatos de um tiroteio vieram pelo canal deles.

E para a nossa prote��o, claro.

Um tiroteio?

Recebemos relat�rios da Zona Vermelha

de uma troca de tiros.

Obrigado!

Deus seja louvado! Deus � bom!

Somos libertadores. Mostrem respeito!

De acordo. Mostrem algum respeito.

- Boa noite. - Senhor.

Inspetor Khafaji, conhe�a o Comandante Parodi da Pol�cia Militar.

- O prazer � todo dele. - Inspetor Khafaji.

Vou alinhar na charada de fingir que esteve envolvido nisto.

- Como quer fazer isto? - Ignore as tretas,

a investiga��o ser� da pol�cia iraquiana.

Quer entrar agora ou espera pelo nascer do dia?

Estamos sem luz, mas temos um gerador.

� seguro entrar?

Sem armadilhas, se � ao que se refere.

Um homem morto na cozinha. Nada mais.

Um homem iraquiano?

Tem barba.

Vamos verificar, sim?

Demorem o tempo que quiserem.

Quero fechar isto.

Segundo a menina Ford � uma casa segura?

N�o, n�o propriamente.

De momento est� desocupada, mas...

A ideia � ser mais segura para os trabalhadores sem fam�lia.

Conhece-o?

N�o.

A quest�o � quem � ele?

O que faz ele aqui?

E quem o matou?

Um oportunista? A Resist�ncia Ba'athist?

Esta � a chave verdadeira ou uma mestra?

Foi morto ao entrar, por pessoas no interior.

Tem a certeza que nunca o viu?

A certeza absoluta.

Sr. Temple, o que fa�o aqui?

Estou a investigar um tiroteio,

um crime?

A compra desta casa foi ideia minha.

Estou ciente do perigo enfrentado por locais

que arriscam a vida a trabalhar para a Coliga��o.

Isto foi uma tentativa de diminuir esse perigo.

Correu mal e depressa.

Gostava de entender porqu� e como.

Vou verificar o telhado.

Alguma coisa?

Foi por aqui que tiveram acesso � casa.

Foram perturbados pelo homem morto,

e talvez por outros. Ou por um outro, pelo menos.

Como sabe?

H� provas na beira da estrada.

O morto n�o trabalha para a Coliga��o?

Da Seguran�a?

N�o.

Estou a pensar alto.

- Obrigado, inspetor. - Porqu�?

Por confirmar o que eu sempre soube.

O Iraque precisa de policiais iraquianos.

Detetives.

Vamos descer.

Ver como tudo isto parece � luz do dia.

Senhor,

um servi�o policial criado por americanos,

ser� sempre visto como americano.

N�o perca a f�, inspetor.

Pelo menos n�o nos seus primeiros dias. Por favor.

Vou precisar de dinheiro, Sr. Temple. Para viver.

Podemos resolver isso de imediato.

Sawsan.

Certo, o que se passa aqui?

Em casas como esta h� sempre um por�o.

O tamanho varia.

A minha tinha um grande o suficiente para os meus filhos viverem l�.

Para se esconderem.

Certo. Continue.

Alguma coisa?

- Sim. - O qu�?

Um homem.

Meu Deus.

Certo, vamos tir�-lo dali.

Ainda n�o. N�o o mova nem lhe toque.

Est� preso a qualquer coisa.

Um fio?

Um arame.

Uma granada.

O que se passa?

Saiam todos! Vamos fechar o local de imediato.

- O que se passa? - Outro corpo.

Um cidad�o americano. Clark Kibbert.

Na sua casa.

Saiam todos! Todos!

Agora � com a brigada de explosivos.

Saiam todos!

Abaixem-se! Protejam-se!

Abaixem-se! Protejam-se!

De onde � que veio? Algu�m viu?

- Um sniper, senhor! - Recuem!

N�o ripostem!

N�o avan�amos �s cegas. Recuem!

Em �ltimo caso, sai de l� � for�a.

Sawsan.

Tareq? Viste o Tareq?

Viste as crian�as?

Viste o Tareq? Tareq? Sawsan?

Mroujinha?

N�o os encontro.

Pare aqui!

Quer que espere por si?

H� um caf�...

... � esquerda, duas ruas abaixo.

Encontramo-nos l�.

Quem �?

Pol�cia secreta.

Hamed, sentimos a tua falta.

Inspetor Muhsin?

Sim...

... e estou com sede.

Parece mais velho.

E estou mais velho. Abre a porta, Hamed!

Tenho um bolso cheio de d�lares e um neg�cio para ti.

Inspetor, por favor.

As paredes t�m ouvidos!

Portanto, nada mudou.

Pelo contr�rio.

Muita coisa mudou.

� bom v�-lo, vivo e bem.

Tresandas.

� para afastar a minha mulher.

Venha, vamos l� para cima.

A minha mulher, as irm�s, as primas, todas sem marido, agora.

Adivinhe quem tem de as alimentar, a elas e aos filhos...

... todos com fome.

� merda misturada.

Importa-se?

Prefiro merda misturada.

E ent�o...

... diz que tem um neg�cio.

E tenho. Um neg�cio de fam�lia.

A minha filha mais velha, a Sawsan, est� desaparecida.

Foi raptada?

Possivelmente.

Estupores, vendem as raparigas para escravas sexuais.

Isto � uma lista dos amigos dela, nomes e moradas.

Preciso dos ficheiros policiais deles e das fam�lias.

Tamb�m queria o ficheiro da Professora Zubeida Rashid.

Trabalha na universidade.

Sei que os tens, Hamed.

N�o, n�o tenho.

Certo. Sei que tens acesso a eles.

Tal como sei que n�o aceitarias qualquer pagamento meu,

porque te mantive fora da cadeia.

Mas tamb�m sei...

... que n�o consegues obter estes ficheiros...

... sem avan�ar com dinheiro.

Cem d�lares por ficheiro...

... se conseguir arranj�-los.

Obrigado.

� bom v�-lo vivo, Inspetor.

O que se passou aqui?

Quem somos n�s, agora?

Em tempos �ramos todos iraquianos.

Agora, somos o qu�?

Omar!

N�o � o melhor momento.

- Ela est� aqui? - O que � que queres?

Ela est� aqui? N�o atende o telefone.

O que � que queres?

Diz-lhe que n�o fa�a nem diga nada sobre a Sanaa.

N�o est�vamos errados.

Nada errados.

Diz-lhe isso.

� o que tenho para a fam�lia da Sanaa.

Pe�o que a professora junte algum, se puder.

Espera! Espera aqui!

Ela vai querer ver-te. Vou cham�-la.

J� te disse o que deves dizer.

Ela vai querer ver-te. Espera! Aqui! N�o saias daqui!

Ali!

Muhsin Al-Khafaji.

N�o pode continuar a viver aqui.

Lamento, mas tem de sair.

Porque n�o posso viver aqui?

Traz americanos...

... e tem �lcool.

Ali!

Est�s a falar de coisas de que n�o sabes nada.

Ele j� disse. Tem de sair!

Os americanos levaram-no e soltaram-no.

Cometeram um erro.

Os americanos n�o admitem os erros.

Temos de nos proteger.

Ou�am-me. E ou�am-me bem.

Esta � a minha casa...

... e, agora, vou para a cama.

� o �nico lugar para onde vou.

Corajoso, h�? Com a tua arma de pol�cia.

Tem uma hip�tese de sair.

Uma hip�tese!

Onde est� a minha arma?

- Estou, sim? - Nidal, fala o Muhsin.

Alguma not�cia?

N�o, ainda n�o.

Tenho uma pergunta.

Havia uma fechadura na porta do quarto da Sawsan.

Colocada pela Sawsan para ter privacidade.

Ent�o pe�o desculpa.

Ela n�o tinha o direito.

Ela � jovem.

Quem �?

Hamed, � o Muhsin.

Tenho outro nome para ti...

... Nidal Faraj.

Que Deus esteja contigo, Abu Tareq.

Os teus netos pediram-me para sair do edif�cio.

O que posso dizer, Abu Tareq?

Estes rapazes tomaram tudo.

O mundo j� n�o nos pertence.

Se puderem dar-me tempo para arranjar outro lugar?

A Mrouj est� doente...

... quero-a em seguran�a.

Vou implorar...

... que te deem tempo.

Duas semanas, s� isso.

Eu disse-lhes que �s um bom homem.

Obrigado.

Levarem-te para te libertarem...

... � algo que o Saddam faria.

Prender um inocente, s� para lhe manchar o nome.

A civiliza��o nasceu aqui.

Sei que � um dia longo, mas todos passaremos.

Formem uma fila e mantenham-se em fila.

N�o podem avan�ar para a frente da fila.

Pode abrir o saco? O que tem dentro?

Certo, mi�do.

Preciso que se vire.

Vamos, vamos.

- Bom dia. - M�os estendidas, por favor.

De onde �?

De que parte dos EUA?

Da Florida. Da Guarda Nacional.

Vire-se, por favor.

Da Florida.

Baixem-se!

Baixem-se todos!

Baixem-se! Para baixo!

PARAR

Todos, no ch�o!

Mantenham-se no ch�o!

N�o houve explos�o.

Acha que os seus homens

Uns dur�es.

Estupores

Matem-me tamb�m.

O que est� ela a dizer?

Matem-me tamb�m!

Pare aqui!

Vigia de 24h ao motorista.

Ficas com o primeiro turno.

Dias.

Parece um pol�cia fora de servi�o.

Provavelmente.

Carne e tinta.

Circule, Inspetor.

Vai precisar da minha ajuda.

Para falar com o motorista.

Acho que damos conta do recado.

Precisamos de um saco para um corpo e transporte.

Cavalheiros!

Preciso que bebas mais, sim?

- Cerca do dobro. - Est� bem.

Est�s com bom aspeto, Mrouj. H� um caminho longo mas chegamos l�.

Um caminho longo como?

No tratamento dela. Mrouj, falamos mais logo.

S� isto? � o que nos d�o?

- Baba, vou melhorar. - Eu sei que vais.

Est�s linda, hoje. Receio que ele tamb�m veja isso.

Claro que v�. N�o � cego.

Isso � meu.

Gostavas de partilhar desde pequenina.

De que falou a Sawsan? Em que estava interessada?

J� me perguntaste isto.

Diz-me outra vez.

� importante.

Na vida. Estava interessada na vida.

Queria uma vida.

Como todos queremos.

Queria trabalhar.

Queria dan�ar e cantar.

Queria casar, queria rezar.

Poder fazer escolhas.

Ser livre.

Como todos queremos, Baba.

Disse como encontraria essa liberdade?

Na educa��o? Noutra coisa?

Como o qu�?

S� h� duas explica��es para o desaparecimento dela.

S� me ocorrem duas.

A primeira,

� que foi raptada.

Sequestrada.

Se for o caso, � prov�vel que esteja morta ou tenha sido vendida.

Ou...

... escolheu n�o voltar para casa.

Ela faria isso, Mrouj?

N�o sei.

Mas espero que tenha sido por op��o.

Significaria que est� viva.

Sei que ela me culpa pela morte do Tareq.

- N�o. - Em parte.

Sei que � um dos motivos

porque n�o suportava viver connosco.

Eu.

Olha para mim.

PAL�CIO REPUBLICANO

PEQUENO-ALMO�O

Senhor, estive a pensar na noite passada

e em quem denunciou a localiza��o da casa.

Foi voc�?

N�o, n�o fui.

Mas, sim... Estou na curta lista de pessoas

que podiam ter partilhado a informa��o.

Menina Ford, qualquer um podia partilhar a informa��o,

literalmente qualquer um.

Um transeunte que viu atividade, qualquer pessoa.

Bom dia finalmente, Inspetor.

Uma fila grande no posto de controlo?

Sim e um incidente.

Foi entregue um homem morto num SUV.

- Est� a brincar? - Um americano.

- Soldado? - N�o militar.

- Um mercen�rio. - Seguran�a privada?

Sim.

De que empresa?

N�o ia saber.

O SUV tinha um logo com HB.

- Como morreu? - Foi alvejado.

Meu Deus.

Onde � que este tipo de homens...

Socializa?

Descarregam?

Sim.

Num bar de um hotel.

Um lugar horr�vel, Muhsin.

- Suor e testosterona. - Por que perguntou?

Estava vestido como se estivesse prestes a...

... "descarregar", e,

cheirava a perfume.

Mais alguma coisa?

O SUV era conduzido por uma jovem.

L� est�. Eis porque precisamos da pol�cia.

� exatamente por isto.

Acha que por um minuto que seja o Comandante Parodi nota

o cheiro de perfume em vez de p�lvora?

� importante?

Menina Ford, encontramo-nos no escrit�rio.

Sim, senhor, com certeza.

A noite passada,

na casa de seguran�a.

A sua descoberta do corpo do Clark Kibbert.

Tudo isso � preocupante.

Conte-me o que viu.

Em que est� a pensar, exatamente.

Em primeiro lugar, eram dois corpos.

Claro.

Tamb�m havia sangue e estilha�os de vidro na cal�ada.

Vidro fragmentado,

o que sugere que foram disparados tiros ao ve�culo.

- O tiroteio reportado. - Sim.

O Sr. Kibbert foi morto noutro local

e levado deliberadamente para a casa.

Uma mensagem, talvez.

Temos de registar tudo isto.

Num relat�rio.

Algo que eu possa analisar e fazer escalar.

Preciso que aconte�am duas coisas.

Primeiro, preciso de mostrar que eu e o meu departamento

estamos limpos, somos honestos e estamos a ajudar.

Todas estas coisas

E em segundo lugar...

N�o vamos estragar isto tudo.

N�o somos e nunca seremos americanos.

Somos competentes.

Bom trabalho, Inspetor.

Racioc�nios bons e claros.

Vemo-nos l� em cima.

Sim, senhor.

Sentem-se! Sentem-se!

Sentem-se todos!

Sou o Inspetor Khafaji da Pol�cia Civil Iraquiana.

E est�o a trabalhar como colaboradores.

Alguma vez viram esta rapariga?

Conhecem-na?

Conhecem-na? Alguma vez a viram aqui na Zona Verde?

Sim.

Conhece-a porque nome americano?

Por Suzy.

Correto. Obrigado.

E � amiga de uma rapariga chamada Laura?

Sim.

- E uma Candy? - Sim, acho que sim.

Como se conheceram?

Conheceram-se aqui ou j� se conheciam antes?

Come�aram a trabalhar juntas aqui, vinham da universidade.

A Suzy gostava do trabalho?

Estava contente a trabalhar para os americanos?

N�o a vi durante algum tempo, senhor.

N�o me admira que n�o a tenha visto.

J� posso ir, senhor?

Olha s� para ti...

Agora tratam-te por "senhor?

Podem ir.

Que perguntas vos fez?

Ignorem-no. N�o � ningu�m.

Podem ir.

Ningu�m?

O meu nome � Salim Al Nasir...

... e quero lembrar-te...

... que n�o me esqueci.

Sei quem tu �s,

sei o que fizeste � minha fam�lia e a outros.

Cada dia da tua vida, como pol�cia, apontaste o dedo...

... e disseste um nome...

... e pessoas eram executadas.

Soube que a tua filha est� no hospital.

� bem boa, ao que sei.

Agora, sou eu quem te aponta o dedo.

Sei exatamente o que �s, seu monte de merda.

Vou ver-te enforcado.

Est�o aqui, Muhsin.

Quero ir contigo.

Tens muitas dores?

Eles est�o aqui, Muhsin.

Encontra-os.

Meu Deus.

O que aconteceu aqui?

N�o escorregou, caiu e partiu a cabe�a.

N�o, n�o escorreguei.

Ent�o, o que aconteceu?

Aconteceu hist�ria.

Conhece o tipo que lhe fez isto?

N�o que v� fazer seja o que for.

Sim, conhe�o o tipo.

N�o que lhe v� dizer.

H� uns minutos, o Temple informou-me que vai

fazer um relat�rio sobre a noite passada.

Informou-me que ser� essencial l�-lo. Palavras dele.

Vou fazer um relat�rio, sim.

Estou ansioso.

O que pensa do arrombamento do port�o, o SUV?

Encontrou os preservativos que o homem levava?

- Encontrei. - No bolso da camisa?

N�o no bolso das cal�as, n�o na carteira.

Portanto, andava com gajas.

Claro que andava.

Prostitutas n�o � novidade.

N�o � novidade, mas ele tentava impressionar.

Estava a usar perfume.

Certo, estou a perceber.

- A mulher est� viva, a motorista? - Est�.

Devia autorizar-me a falar com ela.

O que pensa do Temple? � parvo ou um estupor?

Fez-me a mesma pergunta sobre voc�.

Comandante Parodi...

Se eu fosse a si, Inspetor, embebedava-me, esta noite.

A sua cabe�a vai doer a valer de qualquer forma.

Quem � o iraquiano morto?

� importante.

Ol�.

Este � um bom hospital.

T�m medicamentos.

Merda!

Porra!

Que merda de pivete.

Cada relat�rio que produzem � um passo atr�s.

Ouvem os exilados, mas n�o as mulheres.

N�o desista, minha senhora.

Continue.

O relat�rio � original. A Sra. j� n�o existe.

Relat�rio da Pol�cia Zubeida Rashid

Fala o Muhsin.

N�o tenho o ficheiro da Zubeida Rashid, a professora. Porqu�?

N�o est� l�.

Hamed, combin�mos um pre�o.

Muhsin...

... juro, n�o est� l�. N�o o temos.

Devia l� estar, mas n�o est�.

Mais alguma coisa?

Preciso da morada. De casa dela.

Verei o que consigo.

Hamed, preciso mesmo.

Est� bem.

Sawsan Al-Khafaji

- Sim? - Fala o Muhsin.

Estou envergonhado, Nadil.

Sou um pai que j� n�o conhece a pr�pria filha.

N�o, Muhsin, a culpa n�o � tua.

Passei toda a responsabilidade para ti, para a tia e para o tio.

Tens de cuidar da Mrouj.

Mas uma coisa eu sei que me incomoda.

A fechadura da porta dela.

Sei que ela n�o o faria.

Ela n�o te insultaria.

Ela n�o faria isso.

A verdade �

que a Sawsan tinha a vida que tinha.

Colocou-nos a todos em perigo, os meus filhos inclu�dos.

Devias ter-me dito.

Se achavas que ela corria perigo, devias ter-me dito.

Est�s a dizer que terias resolvido quest�es?

Como resolveste com o Tareq?

Nadil, j� chega.

� verdade.

Fiz o melhor que pude pela Sawsan.

Devia-o � m�e dela, minha irm�.

A tua filha n�o tem respeito por ti, Muhsin.

Nenhum. Essa � a verdade.

Ela n�o respeita nada a n�o ser as convic��es dela.

Tentei impedi-la de agir mal.

Nada mais.

Nada mais.

Ela s� d� ouvidos aos amigos.

Boa noite, Muhsin.

Zahra Boustani

Sanaa Hussain

AC PASSE CANDY

Sawsan Al-Khafaji

AC PASSE SUZY

Legendas: Maria Santos

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.