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Original subtitles

Havia alguns pontos de origem do inc�ndio.

Ap�s a investiga��o preliminar, sabemos que foi fogo posto.

Cinco barcos incendiados. N�o sabemos se as imagens foram destru�das.

N�o sei. Talvez tenham sido os Lanski.

- E os Galewski? - Est�o l� dentro. A chorar.

Kasia, dormiste o suficiente?

Staszek, para.

Ali est� ela. Kasia, deixa-nos em paz.

Diz-me, porque � que quando apareces tudo corre mal?

Fala com o meu filho e o que acontece? Veio ontem e agora, olhe.

Estou a olhar.

Ela, pode dizer-me o que aconteceu aqui?

N�o v�? Est�o a brincar connosco com tudo o que t�m.

- Lamento. - Lamenta?

- O meu filho morreu por sua causa. - Acalme-se.

N�o estou aqui por prazer.

Sou uma agente da pol�cia a investigar

o homic�dio do seu filho, que estava envolvido em tr�fico humano.

Staszek? Mexe esse rabo. Staszek.

- Para! - Diz alguma coisa!

Porque tenho de estar sozinha nisto?

Os cabr�es devem t�-lo envolvido.

Desculpa?

Os cabr�es devem t�-lo arrastado para isto e mataram-no.

- E agora o cabr�o incendiou-nos. - J� chega das vossas hist�rias.

H� provas contra os Lanski?

Se h�, d�-mas. Se n�o, aconselho-te a ficar calado.

Felizmente, o disco r�gido n�o ficou destru�do no inc�ndio.

Estas s�o as imagens de ontem. Infelizmente, a c�mara

impede-nos de identificar o incendi�rio.

Parece um trabalhador do estaleiro ou algu�m a fingir ser um.

Trepa, volta ao in�cio.

Esta pessoa conhece bem a �rea.

Por exemplo, sabia onde os materiais inflam�veis estavam guardados.

Sabemos que os Galewski deviam dinheiro aos Lanski.

Talvez seja uma guerra territorial entre as fam�lias?

Porque o Lanski se tramaria assim? Ele sabe que estamos a vigi�-lo.

Talvez tenha sido o Galewski a atear o fogo para receber o seguro?

Estamos a ver isso � os registos telef�nicos de ambos.

Talvez esclare�a o caso. At� agora, tens andado �s voltas.

Obrigado a todos, ao trabalho.

Trepa, uma palavrinha.

Podes ir.

- T�m andado ocupados? - Sim.

Como est� ela?

- Com a filha, sogro? - O sogro est� melhor.

A m�e dela est� c�. Ajudamo-nos uma � outra.

Sabes que depois do clube ela tem de passar a avalia��o psicol�gica?

- N�o se pode ir abaixo outra vez. - O que posso fazer?

- Ela faz o que quer. - Se vires algo perturbador,

avisa-me. Eu falo com ela.

- Fica de olho nela. - Estou sempre de olho nela.

- Posso? - Sim.

Verifiquei os registos telef�nicos do Galewski.

Assinalei os n�meros recorrentes.

Obrigada.

- O que queria ele? - Est� preocupado contigo.

Eu tamb�m estou.

Especialmente quando conduzes por uma rotunda � noite,

em vez de ires para casa.

Olha.

O Galewski ligou para este n�mero sete vezes na noite do homic�dio.

E n�o foi s� nessa noite.

Est� bem, eu ligo para o n�mero.

Ligou para Maria Lanska. De momento, n�o posso atender.

Ligue-me mais tarde ou deixe mensagem.

Est� bem, vamos para l�.

- E isto? - P�e onde quiseres.

- Ol�. - Entrem.

Desculpem a desarruma��o,

mas foi uma decis�o do meu marido, por isso, tem de ser assim.

Ol�. Em que podemos ajudar?

Andamos � procura do seu filho Pawel,

mas ele n�o atende o telefone. Est� registado com esta morada.

- Sim, mas n�o est� de momento. - E onde est� ele?

Acho que foi ver o inc�ndio dos Galewski, n�o foi, Maria?

N�o sei, acho que sim.

Gostava de falar consigo sem o seu marido presente, se for poss�vel.

Lembra-te, podes sempre recusar. Especialmente no teu anivers�rio.

E que tal assim, as senhoras falam em privado

e eu fa�o-lhe umas perguntas.

- Pe�o desculpa pelo meu marido. - N�o faz mal.

Estou a tentar resolver o homic�dio de Oliwier Galewski.

Acontece que a fam�lia deles culpa a sua.

N�o s� pela morte do filho, mas por lhes incendiar o sal�o.

- Isso � imposs�vel. - Digamos que concordo.

Mas tenho uma pergunta, era pr�xima da fam�lia Galewski?

Quase nada.

S� que, uma vez, o Oliwier disse-me, quando o meu marido esteve preso,

que o pai dele tinha um dom para renovar barcos.

Ent�o, decidi emprestar dinheiro ao Galewski.

Claro que tamb�m o tratei como um neg�cio. S� isso.

Emprestou dinheiro ao Galewski e o seu marido zangou-se.

N�o, o meu marido tinha de aprovar o empr�stimo. E ele aprovou.

Cozinhar n�o � a minha cena. Mas bifes s�o a minha especialidade.

Tal como eu disse, o Pawel devia ir para as docas.

Verificar a seguran�a da empresa depois daquele terr�vel inc�ndio.

Pobre Stanislaw. Perdeu quase tudo.

- � como o Job. - O Galewski deve-te dinheiro, certo?

E? Achas que incendiei o neg�cio dele porque ele n�o me podia pagar?

- Ele n�o sofreu j� o suficiente? - N�o � preciso dizeres isso.

- Quem pensas que somos? - Pessoas honestas e decentes, certo?

Verific�mos os registos telef�nicos de ambas as empresas.

Este n�mero aqui. O Sr. Galewski ligava-lhe muitas vezes.

� o seu n�mero, n�o �?

Sim.

Na noite em que o filho morreu, houve uma d�zia de chamadas.

De que falaram?

Ele ligou-me, b�bedo. Queria que reat�ssemos.

Estou a ver.

Quando o Andrzej saiu, tudo mudou.

E agora, como diria o meu querido marido,

lamento, mas n�o digo mais nada sem um advogado.

Desculpe.

- N�o vais atender? - N�o.

Estou?

Sim. Vou passar.

Ol�, m�e. Sim. Eu sei.

Est� bem.

Sim. Tenho de ir. Est� bem. Adeus.

- Porque fizeste isso? - Temos de falar com a fam�lia.

- O que queria ela? - Nada.

N�o me deixa em paz e n�o percebe nada.

- Onde est� o gerente de turno? - Na esta��o 5.

�timo. Obrigado.

Ol�, podemos falar l� dentro? Est� muito barulho c� fora.

- S�o da pol�cia, podemos? - Est� bem.

Fal�mos com os Lanski.

Temos algumas perguntas.

Comecemos pela rela��o do Pawel e do Oliwier.

Conte-nos de novo.

Eram o mundo do Oliwier.

Eram amigos desde a prim�ria.

O Pawel e o Marek eram mimados. Sempre tiveram dinheiro, carros.

Recentemente, compraram o clube para o Marek.

E qual era a sua rela��o com a fam�lia Lanski?

Nenhuma. Tirando o facto de me emprestarem dinheiro.

J� verific�mos os registos telef�nicos.

Parece que fala com a Maria Lanska muitas vezes.

Isso � um pouco estranho. A Maria Lanska admitiu que...

A minha mulher n�o pode saber disto.

Foi uma coisa est�pida e j� acabou.

Ligou-lhe seis vezes na noite em que o seu filho morreu.

Estava b�bedo.

Embebedei-me porque sabia que o Oliwier estava em sarilhos.

Queria que a Maria me ajudasse, para resolver as coisas.

Irrita-me que ambas as vossas fam�lias obstruam o caso.

Ningu�m est� a dizer toda a verdade. O Pawel est� a evitar-nos.

N�o est� a dizer a verdade sobre a Maria Lanska.

E est� a culpar os Lanski pelo inc�ndio. N�o tenho provas disso.

Ent�o? O que fazemos a seguir?

Ela n�o pode saber do meu caso.

Por favor.

N�o lhe vou contar.

Vamos para minha casa.

Vou mostrar-te uma coisa.

O Stanislaw Galewski deu-nos esta grava��o.

Afirma que foi gravada uns dias antes de a oficina ser incendiada.

O Galewski falou-nos dessa discuss�o.

Disse que o Pawel o amea�ou

a dizer que, se falasse a algu�m do neg�cio do Lanski,

acabaria como o filho.

Tanto quanto sabemos, Pawel Lanski recrutou Oliwier Galewski

para p�r o contentor no navio.

Na noite em que o Oliwier morreu, ligou-me a confirmar o carregamento.

Horas depois, mataram-no por revelar esta informa��o.

- Foi o Pawel Lanski que o matou? - Passem as imagens do kebab.

Pawel Lanski.

N�o o interrog�mos.

Segundo as imagens, ele foi um dos �ltimos a v�-lo vivo.

- E mentiu sobre isso. - Pawel Lanski. Interroga-o.

Ao tentar falar com o Lanski, descobrimos que hoje

h� a festa de anivers�rio de Maria Lanska. Vai l� estar a fam�lia toda.

Detenham os Lanski durante 48 horas.

Interroguem-nos na esquadra, para n�o obstru�rem o processo.

Para os acusarmos, precisamos de algo s�lido.

Se me permitem, acho que nos precipitamos.

Sugiro mais vigil�ncia dos Lanski e dos Galewski.

N�o h� tempo. O contentor das mulheres ainda n�o foi localizado.

- E trata-se de vidas humanas. - Concordo.

Avan�aremos como combinado.

Ainda bem que est�s aqui. Temos de ir andando.

Aqui tens.

Quando vi isto, pensei em ligar ao teu pai.

Que mais podia fazer? Aqui em baixo.

Nunca olham para aqui.

Pensei em ir ver l� em baixo.

E z�s. Est� ali, � esquerda.

� t�o h�mido que n�o guardaria nada aqui. Um pouco mais � frente.

� aqui.

Chefe, o que fazemos?

Deixem-nos sair! Libertem-nos!

Ouve, Stan.

Vais levar a tua fam�lia de f�rias. A tua mulher, os teus filhos.

Faz uma pausa, est� bem?

Nunca estive aqui.

Ou�am. Temos de fazer uma deten��o em casa dos Lanski.

Vemo-nos l� em baixo daqui a 10 minutos.

Ela ainda d� comigo em doida.

- O que foi? - A m�e n�o para de ligar.

Hoje � o ensaio final da Hania para a pe�a. N�o posso estar em todo o lado.

Vai l�. Ouve.

Isso � muito importante para a Hania. Vai.

Ouve, Kasia.

N�s ficamos bem. Fazemos a deten��o, escrevemos recibos,

n�o perdes nada importante, vens para c�

quando estiver tudo feito e fazes o interrogat�rio.

- Porque a fam�lia est�... - Em casa?

POL�CIA

Como te sentes?

Muito melhor. Muito melhor.

Quando terminar o caso, renovo este quarto e vens viver connosco.

N�o. J� decidi.

Um lar.

V� l�, que lar?

- N�s conseguimos cuidar de ti. - Eu sei que sim.

Mas tens de ter a tua vida.

Devias cuidar melhor da Hania.

N�o cometas o mesmo erro que eu.

Passei pouco tempo com o Wojtek.

S� casos e mais casos.

O que importa � a crian�a. Lembra-te disso.

Eu compreendo. Sim.

- M�e, j� fiz a mala. Vamos? - Sim. Cal�a os sapatos.

Lembra-te. Adeus, Hania!

O caso n�o � importante. O importante � a crian�a.

Eu sei que a Hania � muito importante.

- Por falar em lar de idosos... - N�o � "lar de idosos". � "lar".

O lar, j� voltamos a isso. Adeus.

M�e, de quem � a ideia do lar de idosos?

Dele. E ele tem raz�o. Todos ficar�o melhor.

At� l�.

E um, dois, tr�s, um por um.

Posi��o.

E...

Esperem, boa.

Tiveste sorte por a encomenda ter aparecido.

Vou mandar os meus homens para a�. Isto j� n�o te diz respeito.

- Ent�o, estamos quites? - Sim.

Na verdade, estou contente com o resultado.

Eu tamb�m.

Boa.

E eu ia despedir-me de ti, velhote.

- Ol�. - Ol�.

Mano. Ei.

Podes dizer-me o que raio se passa?

A pol�cia anda � tua procura.

A m�e est� stressada, O sal�o dos Galewski ardeu.

Calma. Falamos depois porque preciso de ti.

Finalmente, c� est� ele. O meu filho mais velho. Podemos come�ar.

Atende o telefone �s vezes, sim?

Juntem-se todos. Vamos. Est� na hora do meu discurso.

Deixem-me dizer umas palavras sobre a aniversariante.

A minha maravilhosa esposa.

Sei que � um momento dif�cil,

mas s� se faz 50 anos uma vez na vida.

Minha linda esposa. Estiveste sempre ao meu lado.

Nos momentos mais dif�ceis, n�o me deixaste e foste-me fiel.

Brindo a isso.

Parab�ns a voc�

Nesta data querida

Muitas felicidades

Muitos anos de vida

Aos pr�ximos 50 anos juntos.

- Mary, obrigado. - Obrigada, querido.

Com licen�a. Tamb�m queria fazer um brinde.

Ao nosso pap�. Ensinaste-nos a viver sem ti.

Mostraste-nos que o mais importante na vida � o dinheiro.

E que n�o devemos ter medo de fazer coisas duvidosas, porque,

mais cedo ou mais tarde, vamos todos presos.

- Tem cuidado. - Foda-se, n�o.

Desde que sa�ste, est� tudo lixado.

E organizas uma festa para a m�e como se nada fosse.

Nem lhe perguntaste se ela queria.

- Sai. - O Oliwier morreu.

N�o foi um acidente. Algu�m o matou e qu�?

Vai-te embora.

�s vezes, tenho de assumir as consequ�ncias dos meus erros.

Lamento muito.

E quero agradecer-vos por aceitarem

um convite do pai terr�vel que posso ser.

Tenho de concordar contigo outra vez, querido.

- Serve o champanhe. - Sim, senhora.

- Mas feliz anivers�rio na mesma. - Obrigada, querido.

Como est�s?

Temos visitas. Porcos de merda. Lembra-te, n�o falas sem um advogado.

- Boa noite. Pol�cia. - Desculpem a intromiss�o.

Andrzej Lanski, est� preso por suspeita de tr�fico humano,

intimida��o e homic�dio.

E os restantes est�o presos por cumplicidade.

Hania, sobe, eu estaciono o carro.

N�o sei se o Molski est� a testar-me ou a tramar-me.

Mas o que posso fazer? O mal est� feito, h� riscos a correr.

Vamos fazer o seguinte.

Se extra�res as raparigas, envia-nos a tua localiza��o.

Vamos p�r uma patrulha no caminho. Quando passarem, paramos-vos.

Vai parecer uma opera��o de rotina.

Antes disso, dou-te o estatuto de testemunha

e prote��o para a Zosia e os mi�dos. Poder�s depor em seguran�a.

Ent�o, vou ser preso e o sacana do Molski fica em liberdade?

Quem disse? N�o vou desistir do caso.

N�o temos nada contra ele.

O que importa agora � a vida daquelas mulheres. Sim ou n�o?

N�o ter�s uma testemunha em tr�s horas.

Que se lixe. Vamos agir.

Se n�o a tiver, n�o autorizo esta opera��o, entendido?

Bem...

- O qu�? - O plano n�o era esse.

Mas agora, �.

Vem comigo.

Pietrzak, acabei de falar com o Radwan.

Ele tem informa��o sobre o carregamento de raparigas.

Precisamos do Budka aqui. Vou para a esquadra.

Qual � o assunto urgente?

H� uma hora, o Andrzej Radwan contactou-nos.

O que foi agora?

Diz que encontraram o contentor

e que ser� ele a transport�-lo.

O Radwan ainda trabalha para o Molski?

O Radwan est� a agir por conta pr�pria. Por iniciativa pr�pria.

N�o tenho de explicar porque est� a fazer isto.

- Confias nele? - Sim, confio.

Ele � meu amigo. � de total confian�a.

O Radwan diz-nos a rota do contentor se tiver estatuto de testemunha.

S� depois vai depor. As mulheres devem ser transportadas esta noite.

Est� bem. Preciso de mais pormenores. Senta-te.

Explica-me tudo outra vez.

J� EST�

Vamos, mexam-se! Vamos!

Radwan. H� um problema. Falta uma rapariga.

O problema n�o � meu. Liga ao Molski.

Est� bem. Fecha. Tenho de ir.

Entra.

Trepa.

Consegui o estatuto ao Radwan.

Ele sabe onde est�o as raparigas e quer levar-nos at� elas.

N�o foste ao ensaio da Hania?

V� l�, eu fui. Est� bem?

Mas foi l� que vi o Radwan.

Parab�ns.

Vamos brindar � porra do teu futuro parceiro?

O que est�s a fazer? Mexes nas minhas coisas?

- Sim. - E quem �s tu?

Pensei que �ramos uma equipa.

E qual � o teu papel nesta equipa? Estar sempre presente na minha vida?

Na minha casa? Cuidar da Hania, que te ama quase como um pai.

�s algum santo? Sempre a limpar a minha porcaria?

Queres que fiquemos juntos? For�a. Nunca tentaste foder-me.

- Foder-te? Caramba. - Sim, foder-me.

- Nunca pensaste nisso? - Estou a interromper?

- N�o. - Ora bem, meninos, vamos come�ar.

Interrogamos os Lanski amanh� de manh�.

Fica em cima dos t�cnicos, as provas t�m de ser irrefut�veis.

Zawieja, vais com o Szymanski.

A cavalaria acabou de chegar.

"Foder-me." Cristo.

Estou? Ol�, a Hania quer falar contigo.

Espera. J� est�.

Ol�, Hania. Querias falar com a m�e, mas ela est� ocupada.

Ela n�o pode falar agora.

Pensei que j� estavas na cama.

Estou a comer panquecas, mas vou deitar-me.

Espero que sejam t�o boas como as da m�e.

Boa noite.

Fant�stico. Bons sonhos.

Boa noite. Amo-te.

Tamb�m te amo, Hania.

� o Radwan.

- Zawieja? - Sim? Estou aqui.

Temos um problema.

A carga saiu mais cedo. Tenho uma escolta. Um �nico carro.

Radwan, mantemos o plano.

Vais virar para a Estrada Regional 111 em Goleniow.

Ao quil�metro dez, a pol�cia vai mandar-te parar.

- Quando podes l� estar? - Em 30 minutos?

- Estamos a cerca de 40 km. - Devemos chegar a tempo.

N�o te preocupes, vai correr tudo bem.

Espero que o teu amigo nos diga algo que me ajude a resolver o caso.

Caso contr�rio, vou come�ar do zero e tu vais ter problemas.

N�o te preocupes.

Ele tem trabalhado com o Molski para ter respostas �s tuas perguntas.

Que raio est� a fazer?

Abra, por favor.

Chamem uma ambul�ncia! Radwan!

N�o. Fica comigo.

Olha para mim! Olha para mim.

Legendas: Melissa Lyra

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